Categoria: Futebol Feminino

  • Estádio do Maracanã: onde as torcidas transformam cada jogo em história viva

    Estádio do Maracanã: onde as torcidas transformam cada jogo em história viva

    Um dos maiores símbolos do futebol brasileiro e até mundial, imponente e carregado de emoções, o Maracanã é bem mais do que concreto e arquibancadas, representando a paixão do povo.

    Estádio localizado no Rio de Janeiro, reconhecido como o “templo sagrado do futebol brasileiro”, o Maraca já foi palco de importantes decisões e recebendo os maiores craques do planeta, firmando-se ainda mais na história do principal esporte do mundo.

    O Portal Camisa12 vai te contar um pouco sobre a história deste gigante brasileiro, que encanta a décadas e deve dar ainda mais vida as histórias do futebol no país.

    Início

    O Estádio Jornalista Mário Filho, ou simplesmente Maracanã, foi construído no dia 02 de agosto de 1948 e fundado no dia 16 de junho de 1950, inicialmente para ser utilizado durante a disputa da Copa do Mundo daquele ano, que seria disputada no Brasil.

    Inicialmente, a ideia era construir um estádio grandioso, capaz de representar a importância do país no cenário esportivo internacional, tendo como capacidade oficial de 155 mil lugares, superando o Hampden Park, estádio localizado na Escócia.

    O que parecia um lugar de festa, logo tornou-se palco de uma lembrança negativa do povo brasileiro, marcado pela final da Copa do Mundo entre Brasil e Uruguai, conhecida como o “Maracanazo”. Diante de um público de aproximadamente 200 mil pessoas, a Seleção Brasileira foi derrotado pela Celeste por 2 a 1, um resultado que chocou o país e entrou para a memória coletiva nacional, a derrota em casa.

    No decorrer das décadas seguintes, o Maracanã tornou-se a principal casa do futebol carioca e brasileiro. Clubes como Flamengo, Fluminense, Vasco da Gama e Botafogo começaram a disputar jogos importantes no estádio, sendo o cenário perfeito para finais de campeonatos, clássicos históricos e recordes de público, que fizeram inveja no cenário esportivo.

    A partir dos anos 1990, o estádio passou por diversas reformas para se adequar às novas normas de segurança e conforto, sendo um deles a redução de sua capacidade de público, atualmente comportando apenas 78 mil torcedores.

    Jogos memoráveis

    • Final da Copa do Mundo de 1950 – Brasil x Uruguai

    A primeira vergonha da Seleção Brasileira em uma Copa do Mundo aconteceu no Maracanã, quando a equipe canarinha foi derrotada pelo Uruguai por 2 a 1, com o local contendo quase 170 mil pessoas.

    • Final da Copa do Mundo de 2014 – Alemanha x Argentina

    Com gol de Mario Götze na prorrogação, Alemanha venceu a Argentina na prorrogação, conquistando seu tetracampeonato. Está foi a segunda final de Copa do Mundo disputada no Maracanã.

    • Final da Libertadores de 1981 – Flamengo x Cobreloa

    A conquista da primeira Libertadores do Flamengo, contou com grande atuação de Zico, com o título marcando uma geração e é um dos momentos mais celebrados da torcida rubro-negra.

    Jogadores que fizeram história no estádio

    • Pelé: O atacante do Santos marcou seu gol número 1000 em uma cobrança de pênalti contra o Vasco, em um dos momentos mais emblemáticos da história do futebol mundial.
    • Garrincha: Um dos maiores ídolos ligados ao Maracanã, com seus dribles desconcertantes, brilhou em jogos históricos pela Seleção Brasileira e pelo Botafogo, encantando multidões que estiveram no estádio para acompanhá-lo.
    • Zico: Maior ídolo da história do Flamengo, fez do Maracanã sua segunda casa. Colocando seu nome na história, comandou grandes viradas e conquistas títulos importantes, tornando-se principal símbolo da ligação entre o estádio e a torcida rubro-negra.
    • Romário: Foi no Maraca que o “Baixinho marcou gol mil da sua carreira, em 2007, em um jogo do Vasco, repetindo simbolicamente o feito histórico de Pelé.

    Estádio mágico

    Reunindo uma combinação única de história, emoção coletiva, grandes personagens durante momentos decisivos que marcaram o futebol e a identidade brasileira, local é considerado mágico e sagrado para os torcedores.

    O Maracanã foi palco de acontecimentos históricos irrepetíveis, como finais de Copa do Mundo, decisões continentais, clássicos gigantescos e gols que entraram para a memória mundial. Cada partida teve sua importância, acrescentando uma nova camada de significado ao estádio e tornando-o como se fosse visto como um lugar onde a história acontece.

    O estádio também possui uma relação intensa com a torcida, criando um ambiente de pressão, emoção e espetáculo raramente visto no futebol. O som das arquibancadas, a vibração coletiva e a proximidade do público com o campo transformavam cada partida em uma experiência quase mística, tanto para jogadores quanto para torcedores.

    O Maracanã permanece sendo muito mais do que um estádio. Ele é um espaço onde gerações se encontram por meio da memória, da emoção e da paixão pelo futebol. Cada jogo, cada grito da torcida e cada momento vivido em seu gramado reforçam sua mística e seu valor simbólico. O principal estádio do Brasil segue sendo um patrimônio cultural de um país que respira o esporte, guardando histórias do passado e continuando a escrever novas páginas na história da modalidade.

  • Camisa de Torcida Organizada Feminina: Representatividade nas Arquibancadas

    Camisa de Torcida Organizada Feminina: Representatividade nas Arquibancadas

    O futebol no Brasil sempre foi um palco de paixões intensas e, por muito tempo, predominantemente masculino. Contudo, nas últimas décadas, as mulheres têm reescrito a história das arquibancadas, deixando de ser vistas como mero «enfeite» ou acompanhantes para se tornarem protagonistas do espetáculo.

    A ascensão da camisa de torcida organizada feminina e dos coletivos de mulheres é o símbolo mais visível da revolução de representatividade que acompanha o futebol na atualidade

    A Luta pela Legitimidade

    Historicamente, a presença feminina nos estádios e, em especial, nas torcidas organizadas, foi marcada por estereótipos. Muitas mulheres eram invisibilizadas ou tinham sua paixão questionada, sendo rotuladas como interessadas apenas em «paquerar» jogadores ou acompanhar homens.

    Créditos: Divulgação/Fanáticos

    A camisa feminina, frequentemente ajustada ao estilo da mulher (como modelos baby look ou regatas), ultrapassou a simples adaptação de design. Ela se tornou um uniforme de resistência e pertencimento. Ao vestirem o manto da organizada, as mulheres afirmam sua legitimidade como torcedoras autênticas e ativas, confrontando o machismo que(ainda) tenta limitar suas funções — como a proibição histórica de tocar instrumentos ou de liderar viagens.

    O Poder da Organização Feminina

    O crescimento da representatividade nas arquibancadas não se deu apenas pela maior presença individual, mas pela organização de base. Pesquisas apontam um aumento na proporção de torcedoras em clubes como Flamengo e São Paulo, sendo que no topo do ranking nacional, o Flamengo registra uma das maiores bases femininas do país.

    Esse volume de torcedoras impulsionou a criação de alas ou coletivos femininos dentro das próprias organizadas ou o surgimento de grupos formados exclusivamente por mulheres, como:

    • «Guerreiras» da Guerreiros da Almirante (Vasco da Gama): Um dos segmentos destinados exclusivamente a mulheres de uma das principais torcidas do clube carioca, lutando por mais espaço e segurança.
    Créditos: Antonio Scorza / O Globo
    • «Coralinas» do Santa Cruz: Um grupo que trabalha não apenas o apoio ao time, mas também a inclusão, o cuidado e o combate à violência dentro e fora do estádio, deixando sua marca no clube nordestino.
    • «Tricoloucas» na Bahia: Uma torcida organizada feminina que ilustra o crescimento do movimento no Nordeste, enfrentando o preconceito e a falta de apoio de alas masculinas.

    Superando Estereótipos e Alcançando a Liderança

    A representatividade nas arquibancadas atingiu o seu ápice quando as mulheres começaram a ocupar cargos de comando, desafiando a estrutura hierárquica historicamente masculina das organizadas.

    Créditos: Arquivo Peleja

    O exemplo de Dulce Rosalina, a primeira mulher a presidir uma torcida organizada no Brasil (a TOV – Torcida Organizada do Vasco), é um marco que se estende até a atualidade com mulheres em funções de diretoria e presidência em diferentes clubes pelo país. Essa liderança feminina não se limita ao campo da torcida; o nome de Leila Pereira como presidente do Palmeiras também é frequentemente citado como um símbolo de que as mulheres estão, de fato, no comando de grandes instituições do futebol.

    A camisa de torcida organizada feminina, portanto, é mais do que vestuário; é uma bancada política e social. Ela garante a visibilidade, a segurança e a legitimidade das mulheres que, através do seu grito e da sua organização, continuam a exigir e a conquistar o seu lugar de direito no coração do futebol brasileiro.

    FAQs sobre Representatividade Feminina nas Torcidas Organizadas

    Qual é o principal significado da camisa de torcida organizada feminina?

    A camisa de torcida organizada feminina é um símbolo de resistência e pertencimento. Ela representa a afirmação da legitimidade das mulheres como torcedoras autênticas e ativas, confrontando o machismo e os estereótipos nas arquibancadas.

    Por que a presença feminina nas torcidas foi, historicamente, marcada por estereótipos?

    Historicamente, a paixão das mulheres era frequentemente invisibilizada ou questionada, sendo estereotipada como interesse apenas em acompanhar homens ou por motivos superficiais, e não pelo amor genuíno ao clube.

    O crescimento da representatividade feminina se deu apenas pela presença individual?

    Não. O crescimento se deu, principalmente, pela organização de base, com a criação de alas femininas dentro das grandes torcidas ou pelo surgimento de grupos formados exclusivamente por mulheres.

    Cite um exemplo de ala feminina ou grupo de mulheres organizado mencionado no texto.

    O texto menciona exemplos como as «Guerreiras» da Guerreiros da Almirante (do Vasco da Gama), as «Coralinas» (do Santa Cruz) ou as «Tricoloucas» (na Bahia), que trabalham a inclusão e o combate à violência.

    Qual clube brasileiro é citado por ter uma das maiores bases de torcedoras femininas?

    O Flamengo é citado como um dos clubes com maior representatividade, registrando uma das maiores bases femininas do país, o que impulsiona o volume e a organização.

    Quem é citada como a primeira mulher a presidir uma torcida organizada no Brasil?

    Dulce Rosalina é citada como a primeira mulher a presidir uma torcida organizada no Brasil (a TOV — Torcida Organizada do Vasco), marcando um precedente para a liderança feminina.

    Qual é o impacto da liderança feminina nas torcidas?

    A liderança feminina, com mulheres ocupando cargos de comando e diretoria, desafia a estrutura hierárquica historicamente masculina das organizadas, garantindo que as pautas de inclusão e segurança sejam priorizadas.

  • Camisa de torcida organizada feminina: representatividade nas arquibancadas

    Camisa de torcida organizada feminina: representatividade nas arquibancadas

    Apesar de o esporte ser historicamente associado ao sexo masculino, o futebol tem contado cada vez mais com a presença feminina, tanto em campo quanto, principalmente, nas arquibancadas. Esse movimento mostra que o amor pelo clube do coração não deve ser medido pelo gênero.

    Ocupando cada vez mais espaço, as mulheres agora são vistas de forma constante em movimentos de torcedores, muitas vezes liderando cantos, segurando bandeirões e participando ativamente das torcidas organizadas, reivindicando o respeito e o reconhecimento que merecem.

    O Portal Camisa12 vai falar mais sobre esse tema e discutir a representatividade feminina nesse meio, algo essencial para compreendermos as mudanças culturais que ocorrem não apenas no futebol, mas em toda a sociedade.

    História

    Durante muito tempo, o futebol foi tratado como um território criado exclusivamente para os homens. As mulheres que frequentavam os estádios eram vistas como acompanhantes ou, até mesmo, como exceções que “curtiam pessoas do mesmo sexo”. Foi apenas a partir dos anos 2000 que esse cenário começou a mudar, trazendo transformações significativas para o público feminino que apreciava a modalidade.

    Os estádios tornaram-se mais acessíveis e seguros, e a presença feminina passou a ganhar maior visibilidade na mídia esportiva. Com isso, o número de torcedoras cresceu rapidamente, e as próprias torcidas organizadas começaram a criar núcleos e frentes específicos para mulheres.

    Muito além do papel de espectadoras, hoje a presença feminina nas arquibancadas tornou-se notável, tanto em jogos de clubes quanto nas partidas da seleção, incluindo a seleção feminina, onde o ambiente costuma ser especialmente acolhedor.

    Atualmente, as mulheres têm assumido papéis de destaque em coletivos e movimentos de torcedoras que lutam contra o machismo, promovem campanhas contra o assédio e buscam tornar os estádios espaços mais seguros, diversos e plurais.

    O começo das torcidas femininas no Brasil

    As primeiras presenças estruturadas de mulheres em torcidas organizadas surgiram ainda nas décadas de 1970 e 1980, quando algumas das principais torcidas do país criaram alas ou departamentos femininos. Esses grupos eram, inicialmente, dedicados à confecção de faixas, à organização de festas e atividades internas, mas, pouco a pouco, passaram a marcar presença mais ativa nas arquibancadas.

    • Ala Feminina da Gaviões da Fiel
      Formada no fim dos anos 1970 e fortalecida ao longo dos anos 1980, é uma das primeiras alas femininas oficialmente registradas dentro de uma torcida organizada, com grande relevância no cenário nacional.
    • Departamento Feminino da Mancha Verde
      Assim como os rivais, a Mancha Verde possui registros desde os anos 1980 de um departamento feminino que reunia torcedoras tanto para atividades internas quanto para presença nos estádios.
    • Ala Feminina da Torcida Jovem do Santos
      Há relatos da existência dessa ala desde os anos 1980, com participação ativa em caravanas, eventos e ações da torcida.
    • Fla-Mulher
      Embora não tenha sido uma torcida independente, o Fla-Mulher foi um movimento de torcedoras que ganhou força na década de 1980 dentro das torcidas rubro-negras, e é frequentemente citado como um dos primeiros grupos femininos do país.

    A partir dos anos 1990, começaram a surgir as primeiras torcidas femininas independentes, grupos criados por mulheres e para mulheres. Os registros apontam o surgimento desse formato em clubes como Cruzeiro, Grêmio, Internacional e Bahia, embora ainda haja pouca documentação oficial para confirmar todos os dados com precisão.

    Representatividade e o feminino nas torcidas organizadas

    A presença feminina nas torcidas organizadas avançou de forma significativa nas últimas décadas, embora ainda enfrente barreiras estruturais. Durante muito tempo, esses espaços foram marcados por uma lógica predominantemente masculina, com práticas, discursos e dinâmicas internas que reforçavam a ideia de que a mulher era coadjuvante ou responsável apenas por funções periféricas, como produção de materiais, organização de eventos sociais ou vendas internas. No entanto, esse cenário tem mudado, impulsionado pelo aumento da participação feminina nos estádios e na vida política dos clubes.

    Atualmente, muitas torcedoras ocupam posições de liderança dentro das organizadas: coordenam caravanas, tomam decisões administrativas, organizam ações sociais e assumem papéis de porta-voz. O surgimento de alas e coletivos femininos dentro das próprias torcidas e, mais recentemente, de grupos independentes formados exclusivamente por mulheres, fortaleceu a ideia de que elas não apenas pertencem a esses espaços, mas também têm capacidade de transformá-los e torná-los mais inclusivos. Esses coletivos atuam tanto na defesa das mulheres contra o assédio e a violência nas arquibancadas quanto na valorização do papel feminino na cultura futebolística.

    O protagonismo feminino também se reflete em uma mudança de discurso e de estética das torcidas. As mulheres ampliaram sua presença em atividades antes vistas como exclusivamente masculinas, como bateria, bandeirões, organização de mosaicos, liderança de cantos e articulação política com os clubes e outras torcidas. Além disso, o aumento da participação feminina tem contribuído para debates internos sobre machismo, homofobia e violência, temas estes, que antes eram frequentemente ignorados ou silenciados no universo das organizadas.

    Hoje em dia, as arquibancadas deixam de ser apenas território masculino: nelas, cada canto e cada bandeira carregam também a força de milhares de mulheres que torcem, lideram e transformam o futebol brasileiro. Promovendo a diversidade e a inclusão, o reconhecimento definido para as mulheres dando-as espaço e voz nas torcidas, as organizações fomentam um ambiente mais acolhedor e menos discriminatório, onde a paixão pelo time é compartilhada sem distinção de gênero.

  • FIFA divulga indicados aos prêmios Marta e Puskás; três brasileiros estão na disputa

    FIFA divulga indicados aos prêmios Marta e Puskás; três brasileiros estão na disputa

    A FIFA divulgou nesta quinta-feira (13/11), a lista com os indicados aos prêmios Marta e Puskas, que condecoram os gols mais bonitos na última temporada tanto no futebol feminino quanto no masculino. Entre os concorrentes, três brasileiros estão presentes na disputa pelo troféu do The Best 2025.

    Alerrandro, ex-jogador do Vitória e atualmente no CSKA Moscou, e Lucas Ribeiro, do Mamelodi Sundowns, estão na disputa da categoria masculina. Buscando o segundo prêmio da premiação que leva o seu nome, Marta, do Orlando Pride, tamvém está presente.

    Fora do Vitória, Alerrandro concorrerá ao prêmio com o gol marcado contra o Cruzeiro em agosto de 2024, no empate em 2 a 2, pelo Brasileirão. Na ocasião, o atacante deu uma linda bicicleta da entrada da área, sem chances para o goleiro Cássio.

    O brasileiro Lucas Ribeiro competirá com o tento sobre o Borussia Dortmund, na derrota do clube sul-africano por 3 a 4, durante a disputa da Copa do Mundo de Clubes, em junho deste ano. O atacante arrancou do meio de campo, driblou a marcação e bateu na saída do Kobel.

    Indicados ao Prêmio Puskas

    • Alerrandro (Vitória) – Vitória x Cruzeiro | 19 de agosto de 2024
    • Alessandro Deiola (Cagliari) – Cagliari x Venezia | 18 de maio de 2025
    • Pedro de la Vega (Seattle Sounders) – Cruz Azul x Seattle Sounders | 31 de julho de 2025
    • Santiago Montiel (Independiente) – Independiente x Independiente Rivadavia | 11 de maio de 2025
    • Amr Nasser (Pharco) – Al Ahly x Pharco | 17 de abril de 2025
    • Carlos Orrantía (Atlas) – Querétaro x Atlas | 16 de abril de 2025
    • Lucas Ribeiro (Mamelodi Sundows) – Mamelodi Sundowns x Borussia Dortmund | 21 de junho de 2025
    • Declan Rice (Arsenal) – Arsenal x Real Madrid | 8 de abril de 2025
    • Rizky Ridho (Persija Jakarta) – Persija Jakarta x Arema | 9 de março de 2025
    • Kévin Rodrigues (Kasımpasa) – Kasımpasa x Rizespor | 9 de fevereiro de 2025
    • Lamine Yamal (Barcelona ) – Espanyol x Barcelona | 15 de maio de 2025

    Vencedora da última edição do troféu, Marta voltará a disputar a premiação com o lance da partida contra o Kansas City Current, na vitória do time da “Rainha do Futebol” por 3 a 2. A atacante arrancou do meio-campo, driblou duas marcadoras e após tirar da goleira, bateu para o gol.

    Indicadas ao prêmio Marta

    • Jordyn Bugg (Seattle Reign) – North Carolina Courage x Seattle Reign | 22 de março de 2025
    • Mariona Caldentey (Arsenal) – Olympique Lyonnais x Arsenal | 27 de abril de 2025
    • Ashley Cheatley (Brentford) – Brentford x Ascot United | 3 de novembro de 2024
    • Kyra Cooney-Cross (Austrália) – Alemanha x Austrália | 28 de outubro de 2024
    • Jon Ryong-jong (Coreia do Norte) – Coreia do Norte x Argentina | 2 de setembro de 2024
    • Marta (Orlando Pride) – Orlando Pride x Kansas City Current | 17 de novembro de 2024
    • Vivianne Miedema (Holanda) – País de Gales x Holanda | 5 de julho de 2025
    • Kishi Núñez (Argentina) – Argentina x Costa Rica | 8 de setembro de 2024
    • Lizbeth Ovalle (Tigres) – Tigres x Guadalajara | 3 de março de 2025
    • Ally Sentnor (EUA) – EUA x Colômbia | 20 de fevereiro de 2025
    • Khadija Shaw (Manchester City) – Hammarby x Manchester City | 21 de novembro de 2024
  • Bola de Ouro do Futebol Feminino: veja a lista das 7 ganhadoras na história

    Bola de Ouro do Futebol Feminino: veja a lista das 7 ganhadoras na história

    A rainha do futebol tem nome: Marta! No entanto, a brasileira eleita seis vezes como melhor jogadora do mundo pela FIFA ainda não teve seu nome na lista de ganhadores da Bola de Ouro Feminina.

    Leia também: veja as 7 categorias da Bola de Ouro 2025

    Isso acontece porque o troféu só passou a ser entregue às mulheres em 2018. Até então, o reconhecimento máximo vinha da entidade máxima do futebol, e foi justamente nesse cenário que a jogadora alagona construiu sua fama e legado no esporte.

    Leia também: todos os vencedores da Bola de Ouro Masculina

    Na temporada 2024/25, a jogadora espanhola Aitana Bonmatí foi eleita pela terceira vez consecutiva na cerimônia organizada pela revista France Football, no Théâtre du Châtelet, em Paris.

    Marta com os seis prêmio de melhor jogadora do mundo. Foto – Lucas Figueiredo/CBF

    Todas vencedores da Bola de Ouro Feminina

    O prêmio é o resultado de uma votação criteriosa. Um júri formado por jornalistas especializados de todo o mundo elege as melhores jogadoras da temporada. Cada umcvota em suas cinco favoritas, e a atleta que acumula mais pontos no ranking final é a vencedora.

    • 2018

    1ª – Ada Hegerberg (Noruega/Lyon)
    2ª – Pernille Harder (Dinamarca/Wolfsburg)
    3ª – Dzsenifer Marozsán (Alemanha/Lyon)

    • 2019

    1ª – Megan Rapinoe (Estados Unidos/Reign FC)
    2ª – Lucy Bronze (Inglaterra/Lyon)
    3ª – Alex Morgan (Estados Unidos/Orlando Pride)

    • 2021

    1ª – Alexia Putellas (Espanha/Barcelona)
    2ª – Jennifer Hermoso (Espanha/Barcelona)
    3ª – Sam Kerr (Austrália/Chelsea)

    • 2022

    1ª – Alexia Putellas (Espanha/Barcelona)
    2ª – Beth Mead (Inglaterra/Arsenal)
    3ª – Sam Kerr (Austrália/Chelsea)

    • 2023

    1ª – Aitana Bonmatí (Espanha/Barcelona)
    2ª – Sam Kerr (Austrália/Chelsea)
    3ª – Salma Paralluelo (Espanha/Barcelona)

    • 2024

    1ª – Aitana Bonmatí (Espanha/Barcelona)
    2ª – Caroline Graham Hansen (Noruega/Barcelona)
    3ª – Salma Paralluelo (Espanha/Barcelona)

    • 2025

    1ª – Aitana Bonmatí (Espanha/Barcelona)
    2ª – Mariona Caldentey (Arsenal/Espanha)
    3ª – Alessia Russo (Arsenal/Inglaterra)