O Cruzeiro anunciou nesta segunda-feira (12/01), a ampliação contratual do atacante Kaio Jorge até o fim de 2030, além de uma importante valorização salarial. O artilheiro da Raposa no Brasileirão da Copa do Brasil da temporada passada. Antes de fechar o novo acordo, o clube mineiro havia recebido propostas do Flamengo e West Ham, da Inglaterra.
O contrato anterior do atleta era válido até 2028, mas a renovação fez com que Kaio Jorge tenha o maior tempo de vínculo permitido por lei, passando a ocupar uma posição na lista de jogadores mais bem pagos do elenco da Raposa.
Antes da janela de transferências iniciar, o Cruzeiro já tinha interesse em aumentar o vínculo do jogador por entender que ele finalizou 2025 valorizado, iniciando as conversas para um novo acordo nos últimos meses. Contudo, as negociações se estenderam até a última quinta-feira, durante uma reunião dos diretores do clube com o jogador e seu staff.
Quem quase atrapalhou este negócio foi o Flamengo, que chegou a oferece 32 milhões de euros (cerca de R$ 200 milhões), pelo atacante, com uma parte sendo paga em dinheiro e outra com direitos econômicos de Everton Cebolinha.
Uma das primeiras contratações da SAF de Pedro Lourenço, Kaio Jorge chegou a Toca da Raposa na metade de 2024. O atacante não teve um bom início, mas logo engrenou sendo uma dos destaques do clube no vice-da Sul-Americana naquele mesmo ano.
Flamengo e Corinthians se enfrentaram pela Supercopa Rei 2026, disputada neste próximo dia 1º de fevereiro, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. A disputa da competição ocorre anualmente com os campeões do Brasileirão 2025 e da Copa do Brasil do mesmo ano.
Antes de bater o martelo e escolher o estádio em Brasília, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) havia cogitado realizar o confronto no Rio de Janeiro ou em São Paulo, porém desistiu. NO local escolhido, terá uma divisão igual nas arquibancadas para as duas torcidas.
Vale relembrar que essa será a quarta edição da Supercopa Rei em Brasília, todas elas contando com a presença do Flamengo. As outras ocorrem diante do Athletico em 2020, além dos jogos de 2021 e 2023, contra o Palmeiras.
As partidas foram da capital brasileira foram disputadas em 2022 em Cuiabá, recebendo Flamengo e Atlético-MG, 2024 com São Paulo e Palmeiras em Belo Horizonte, além de Flamengo e Botafogo em Belém na última temporada.
O Sport começou sua jornada na busca pelo tetracampeonato consecutivo do Campeonato Pernambucano com um empate por 2 a 2 diante do Jaguar, jogo disputado neste sábado (10/01), na Arena Pernambuco. Como ocorreu na temporada passada, o time rubro-negro disputará as primeiras partidas do estadual com os garotos da base que tentam aproveitar essa oportunidade e cavar uma vaga no time principal.
Neste caso, é mais continuar planejando o ano ao menos neste início de 2026. Com um elenco incompleto e muitas ausências de atletas do time principal que ainda estão definindo seus futuros no clube, o Leão da Ilha não possui muitas opções para colocar um elenco parcialmente reforçado em campo, assim como ocorreu diante do Jaguar na estreia.
O sonho de muitos destes garotos é se tornar o “novo Zé Lucas”, volante de 17 anos do Sport que iniciou a temporada passada disputando os jogos do Pernambucano e logo conseguiu demonstrar seu valor em campo, assumindo a titularidade na posição, além de acumular convocações para a Seleção Brasileira Sub-17 e constantemente procurado por clubes europeus.
É bom relembrar que Alexandre Oliveira é quem comandará os atletas nesses primeiros jogos, com o técnico recém-contratado Roger Silva estreando apenas com o time principal. A maioria dos jovens relacionados são nascidos entre os anos de 2005 e 2006.
Dentre eles, o mais comentado de ter uma sequência no time é o goleiro Adriano Sousa, que está no clube desde 2019, mas nunca jogou no time profissional. Quem destacou-se no primeiro compromisso do Leão foi o zagueiro Felype Gabriel e o atacante Felipinho, autores dos gols de empate rubro-negro.
A programação do Sport é que os jovens atletas retornem à campo na próxima quarta-feira (14), quando enfrentaram o Retrô, na Ilha do Retiro, como adiantou o técnico da base, Alexandre Oliveira.
Com essa informação, os elenco principal deverá estrear no Pernambucano apenas no clássico contra o Náutico, no próximo dia 18.
A torcida do Celtic Football Club é uma das mais apaixonadas e culturalmente significativas do futebol mundial e não apenas por sua dedicação ao clube, mas por como religião, política e identidade nacional se entrelaçam na experiência dos seus torcedores. O Celtic foi fundado em 1887 por imigrantes irlandeses e desde então passou a representar uma comunidade historicamente marginalizada: a diáspora católica irlandesa na Escócia.
A cultura da torcida do Celtic, conhecida como os Bhoys, ainda hoje incorpora símbolos fortemente ligados à Irlanda: bandeiras tricolores, músicas folclóricas e canções republicanas, além de manifestações de solidariedade com causas históricas e contemporâneas ligadas à luta irlandesa.
Religião: O Papel do Catolicismo na Identidade da Torcida
Embora o clube não seja oficialmente religioso, a torcida sempre foi predominantemente católica, reflexo de suas origens. Pesquisas apontam que cerca de 74% dos torcedores se identificam como católicos, número que contrasta fortemente com atributos religiosos de outras torcidas rivais na Escócia.
Dentro desse contexto, a religião não é apenas espiritualidade, mas um marcador social: torcer pelo Celtic pode significar reafirmar uma identidade que historicamente sofreu discriminação em Glasgow e além.
Política: Nacionalismo Irlandês e Sentimentos Republicanos
A torcida do Celtic é frequentemente associada ao nacionalismo irlandês. Muitos fãs exibem símbolos republicanos e músicas como “The Fields of Athenry” ou canções ligadas ao IRA, refletindo um apoio cultural à causa de independência irlandesa, mesmo que o clube formalmente não apoie posições políticas.
Durante as décadas de conflitos da Questão Irlandesa e os Troubles na Irlanda do Norte, essas expressões ganharam ainda mais visibilidade nas arquibancadas, suscitando debates sobre os limites entre apoio cultural e apologia política.
Identidade Nacional: Mais que Futebol
Para muitos torcedores, apoiar o Celtic transcende o esporte: é uma afirmação de identidade nacional, cultural e política. As exibições de bandeiras irlandesas em Glasgow e a conexão emocional com a história da Irlanda reforçam uma visão de mundo que ultrapassa os limites do estádio.
Grupos organizados de torcedores, como a Green Brigade, exemplificam essa dimensão política, participando de protestos e manifestações que vão desde a independência irlandesa até causas progressistas globais, embora isso também gere controvérsias e sanções das entidades futebolísticas.
Em Resumo
A torcida do Celtic é um dos casos mais intrigantes de como o futebol pode refletir divisões e solidariedades históricas. Religião e política não apenas moldaram a identidade do clube e de seus fãs, como continuam a influenciar manifestações culturais nas arquibancadas. Tornando o Celtic um símbolo vivo de orgulho, resistência e identidade nacional para milhões de torcedores ao redor do mundo.
A temporada 2026 do Fluminense ainda nem começou, mas os problemas já começaram a surgir. Perto da estreia do Campeonato Carioca, o atacante Cano sofreu uma lesão no menisco no joelho direito e precisará passar por uma cirurgia. Para piorar a situação do Tricolor das Laranjeiras, o atleta não tem prazo para retornar a campo.
A lesão do centroavante argentino ocorreu durante um treinamento no CT Carlos Castilho e agora, o procedimento cirúrgico está marcado para ocorrer neste próximo sábado.
É bom relembrar que Cano não joga desde o dia 29 de outubro, na vitória do Fluminense sobre o Ceará por 1 a 0, no Maracanã, jogo válido pela partida atrasada da 12ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Desde então, o jogador sofreu uma entorse no joelho direito e estava se recuperando. O atacante chegou a ser liberado para atuar no jogo de volta da semifinal da Copa do Brasil contra o Vasco, mas não entrou em campo.
Mesmo com uma temporada abaixo do esperado, Cano terminou 2025 como artilheiro do Fluminense, com 20 gols marcados. Contudo, o atacante teve a pior média de finalizações certas desde que chegou ao time das Laranjeiras.
Estêvão tem mostrado cada vez mais sua importância desde que se transferiu para o Chelsea e agora, tornou-se o jogador brasileiro mais valioso do mundo. De acordo com os estudos do Observatório de Futebol do Centro Internacional de Estudos de Esportes (CIES), que listou o atletas nascidos no Brasil entre o Top-100 mundial.
Aos 18 anos, o atacante do Blues ocupa 16ª posição da lista e está avaliado em 118 milhões de euros (cerca de R$ 751 milhões). Estêvão ainda é o melhor jogador do Chelsea ranqueado na lista, superando o meia-atacante Cole Palmer e seus impressionantes valores na casa dos 115,8 milhões de euros (R$ 731 milhões).
Os outros sete brasileiros que integram o Top-100 mundial são: João Pedro (Chelsea), Savinho (Manchester City), Vinicius Jr. (Real Madrid, Vitor Roque (Palmeiras), Gabriel Martinelli (Arsenal), Rodrygo (Real Madrid), Raphinha (Barcelona).
Quando se trata de jogadores mais valiosos do planeta, Lamine Yamal, do Barcelona, desponta na liderança deste ranking, com valo estimado de 343,1 milhões de euros (R$ 2,2 bilhões), seguido por Haaland, do Manchester City (R$ 1,6 bilhão) e Kylian Mbappé, do Real Madrid (R$ 1,3 bilhões), no Top-3.
Confira a posição dos brasileiros
16º: Estêvão (Chelsea) – 118,9 milhões de euros (R$ 751 milhões);
24º: João Pedro (Chelsea) – 100,5 milhões (R$ 635 milhões)
34º: Savinho (Manchester City) – 91,5 milhões (R$ 579 milhões)
38º: Vini Jr (Real Madrid) – 90,3 milhões (R$ 570,3 milhões)
46º: Vitor Roque (Palmeiras) – 85,2 milhões (R$ 538,4 milhões)
63º: Gabriel Martinelli (Arsenal) – 75,5 milhões (R$ 477 milhões)
69º: Rodrygo (Real Madrid) – 73,7 milhões (R$ 465,4 milhões)
88º: Raphinha (Barcelona) – 65,9 milhões (R$ 416 milhões)
O Colorado chegou a um acordo com o meio-campista de 29 anos, que deixa o Vasco da Gama. O jogador desembarca em Porto Alegre nesta sexta-feira para realizar exames médicos e assinar contrato.
O Internacional está muito próximo de oficializar mais um reforço para o seu elenco visando as competições de 2026. O clube gaúcho confirmou, através de nota oficial, que acertou as bases contratuais com o meio-campista Paulinho Paula, que defendeu o Vasco nas últimas temporadas.
A oficialização do negócio depende apenas dos trâmites burocráticos finais. O jogador chega à capital gaúcha na tarde desta sexta-feira (9) para passar por uma bateria de exames médicos e concluir os processos jurídicos e administrativos.
Em comunicado, o clube detalhou os próximos passos: «Concluídas essas etapas, o atleta será oficializado como reforço do Clube para a temporada 2026 e passará a integrar o elenco profissional no CT Parque Gigante, sob comando do treinador Paulo Pezzolano».
Trajetória recente e carreira
Paulinho Paula, de 29 anos, estava no Vasco da Gama desde 2023. Durante a sua passagem pelo Cruz-Maltino, o meia disputou 52 partidas, marcou dois gols e contribuiu com três assistências.
Revelado nas categorias de base do Fluminense, Paulinho construiu grande parte da sua carreira no futebol internacional. Ele transferiu-se cedo para Portugal, onde vestiu as camisas de Sporting e Boavista. Posteriormente, atuou no futebol da Arábia Saudita, defendendo o Al-Shabab e o Al-Fayha, antes de retornar ao Brasil para jogar no Vasco.
Agora, ele chega ao Beira-Rio para ser mais uma opção para o técnico Paulo Pezzolano na montagem do meio-campo colorado.
O jovem de 21 anos, campeão argentino pelo Estudiantes, chega ao Tricolor de Aço para substituir Santiago Arias, com contrato firmado até dezembro de 2030.
O Bahia oficializou, na manhã desta quinta-feira (08), um reforço importante para a temporada de 2026. O clube anunciou a contratação do lateral-direito Román Gómez, de apenas 21 anos, que se destacou defendendo as cores do Estudiantes de La Plata, da Argentina.
A operação para trazer a promessa argentina envolveu um investimento de cerca de 3 milhões de dólares (aproximadamente R$ 16,5 milhões) por parte do Esquadrão. O atleta assinou um vínculo longo, válido até dezembro de 2030, demonstrando a aposta do clube no seu potencial de desenvolvimento e retorno técnico.
Créditos: EC Bahia
Substituto de Arias e credenciais de campeão
A chegada de Román Gómez tem um objetivo claro: preencher a lacuna deixada pelo experiente colombiano Santiago Arias, que não renovou seu contrato e deixou o clube ao final da última temporada.
Apesar da pouca idade, Román traz na bagagem conquistas relevantes. Titular do Estudiantes durante grande parte da temporada de 2025, o lateral foi peça ativa nas campanhas que culminaram nos títulos da Liga Argentina e da Copa Argentina.
O Bahia celebrou a contratação em suas redes sociais:
«Campeão argentino, lateral direito Roman Gomez é o novo reforço do Esquadrão para 2026.»
O jogador é aguardado em Salvador para realizar exames médicos e integrar-se ao elenco comandado por Rogério Ceni na pré-temporada.
No cenário do futebol brasileiro, poucas massas humanas conseguem sintetizar tão bem a identidade cultural de um povo quanto a torcida do Esporte Clube Bahia.
Conhecida como a «Nação Tricolor», ela não apenas apoia um time de futebol; ela celebra, a cada jogo, a própria essência da soteropolitanidade. Em Salvador, o ato de torcer transcende o esporte e transforma-se em uma manifestação de fé, música e resistência.
O dono do Nordeste: números e lealdade
As pesquisas de opinião pública são unânimes em colocar o Bahia no topo do ranking das maiores torcidas da região Nordeste e entre as maiores do Brasil. No entanto, o que define este torcedor não é apenas a quantidade, mas a fidelidade à prova de fogo.
Créditos: Maurício Simões / EC Bahia
A história da torcida tricolor é forjada na resiliência. O momento que melhor define este traço de caráter não foi um título, mas a sua fase mais sombria. Em 2007, ano da tragédia da antiga Fonte Nova e do rebaixamento para a Série C, a torcida não abandonou o barco.
Pelo contrário, na terceira divisão, o Bahia registrou as maiores médias de público de todas as divisões do futebol nacional naquele ano, lotando o estádio de Pituaçu e criando o lema de que o Bahia «é o mundo» e que a torcida iria «aonde o Bahia fosse». Essa prova de amor incondicional regenerou o clube e devolveu-o à elite.
A Fonte Nova: o templo da festa
A relação entre a torcida e a Arena Fonte Nova é simbiótica. Se no passado a antiga estrutura de concreto balançava (literalmente) com a energia da multidão, hoje a moderna arena continua a ser um caldeirão.
Créditos: Marcelo Malaquias/ EC Bahia
A atmosfera em dia de jogo do Bahia é única. O estádio pulsa em uma frequência diferente, regido por cânticos que misturam o ritmo do axé e do samba-reggae com a paixão futebolística. O grito de «Bamo, Bamo, Baêa» ecoa não como uma ordem, mas como um mantra religioso. Em 2024, o clube figurou consistentemente no «Top 5» das melhores médias de público do Brasileirão, transformando cada partida em casa em um espetáculo visual de bandeiras tricolores (azul, vermelho e branco) e mosaicos criativos.
O Esquadrão e a democracia
Recentemente, a torcida do Bahia abraçou também uma faceta social e inclusiva que se tornou referência no país. O clube, impulsionado pelos seus adeptos, posicionou-se na vanguarda de causas sociais, combatendo o racismo, a homofobia e a intolerância religiosa.
Créditos: Felipe Oliveira/E.C.Bahia
O torcedor do Bahia orgulha-se de ser o «Clube do Povo». Essa identidade democrática atrai novos adeptos e reforça o laço com as camadas mais populares de Salvador. A torcida organizada Bamor, a maior do clube, lidera a festa nas arquibancadas, mas a energia espalha-se por todos os setores, unindo o executivo do camarote e o trabalhador da arquibancada superior em um só grito.
Seja celebrando o bicampeonato brasileiro (1959 e 1988) ou empurrando o time em uma recuperação no campeonato, a torcida do Bahia confirma, jogo após jogo, que não é apenas uma espectadora. Ela é o décimo segundo jogador, a alma do «Esquadrão de Aço» e a prova viva de que, na Bahia, o futebol se joga com o pé, mas se ganha com o coração.
FAQs sobre a torcida do Bahia
Qual é considerada a maior torcida da região Nordeste?
A maioria das pesquisas de institutos renomados aponta a torcida do Bahia como a maior da região Nordeste e uma das maiores do Brasil.
Qual é o estádio onde a torcida do Bahia manda os seus jogos?
A casa oficial e espiritual da torcida é a Arena Fonte Nova, localizada em Salvador. Em períodos de reforma ou indisponibilidade, o time também utilizou o estádio de Pituaçu.
Qual é a principal torcida organizada do clube?
A maior e mais tradicional torcida organizada do clube é a Bamor (Torcida Organizada Bamor).
O que marcou a presença da torcida na Série C de 2007?
A torcida destacou-se pela fidelidade impressionante. Mesmo na terceira divisão, o Bahia obteve a maior média de público do Brasil entre todas as divisões, lotando os estádios e empurrando o time de volta à ascensão.
Quais são as cores que a torcida veste?
As cores oficiais são o azul, o vermelho e o branco, o que confere ao time e à torcida a alcunha de «Tricolor de Aço» ou «Tricolor Baiano».
Quantos títulos brasileiros a torcida do Bahia já comemorou?
A torcida celebrou dois títulos do Campeonato Brasileiro: o primeiro em 1959 (sendo o primeiro campeão nacional da história, vencendo o Santos de Pelé) e o segundo em 1988 (vencendo o Internacional).
Qual é o cântico mais famoso da torcida?
Embora existam muitos, o grito de «Bamo, Bamo, Baêa» é o mais icônico e reconhecível, entoado de forma uníssona em momentos de pressão e celebração.
Após semanas de especulações, a novela entre Hulk e o Atlético-MG chegou o fim com a permanência do atacante, mas sem a parte feliz que todos imaginavam. O atleta utilizou suas redes sociais para confirmar que cumprirá seu contrato com o Galo, válido até dezembro deste ano, mas seu estafe avisou a diretoria do clube mineiro que não exercerá a clausula de renovação automática por mais uma temporada.
Segundo a apuração do GE, Hulk pretende deixar o Atlético ao fim deste ano, independente do cumprimento ou não das metas estabelecidas no acordo assinado em fevereiro de 2024, quando renovaram o contrato.
Como consta nos documentos firmados entre ambas as partes, caso Hulk jogue em metade das partidas do Galo em 2026, o atacante teria mais um ano de contrato válido com o clube, o que agora está sendo descartado pelos seus representantes. Com isso, o atleta poderá assinar um pré-contrato com qualquer outra equipe, a partir de julho deste ano.
A definição do futuro do jogador ocorreu após negociações tensas. Na última terça-feira (06), o Atlético-MG começou o dia aguardando uma resposta de Hulk sobre sua permanência, mas o projeto apresentado pelo Galo não o animou.
Alguns termos apresentados pela diretoria do clube mineiro incomodou o atacante de 39 anos, que enxergou o desejo do Galo de “aposentá-lo” ao propor ações muito voltadas à parte comercial ao invés de focar na parte esportiva, como um documentário sobre sua história na agremiação, construção de uma estátua e até a possibilidade de Hulk adquirir 2% da SAF do time.
Toda essa conversa ocorreu durante o interesse do Fluminense em Hulk, com o time mineiro ciente na possibilidade de saída, mas apegado à multa rescisória de R$ 60 milhões, não fez muito alarde. O clube avisou que não abriria mão da compensação financeira, caso ele saísse antes do fim do vínculo ao fim do ano.