Lionel Messi se despediu oficialmente dos gramados usando a camisa da Argentina nesta terça-feira (6), na vitória sobre o Benim por 3 a 0. Em seu último jogo com a Albiceleste, o camisa 10 marcou um gol e distribuiu duas assistências, sendo homenageado após o apito final.
Sos los brazos al cielo. Sos el abrazo eterno. Sos resiliencia. Sos los momentos más felices. Sos esa pasión que es productiva para el corazón, quizá la más productiva de las pasiones.
Com um show de drones, além de outras formas de reverenciar a genialidade do jogador, os argentinos ainda ouviram um emocionante agradecimento de Messi, que falou sobre toda a sua trajetória na seleção.
“É difícil dizer. São muitas emoções, muitas coisas. Obviamente, a primeira que penso é no meu pai. Só posso agradecer. Como disse na carta de despedida, foi um orgulho estar aqui até nos piores momentos que enfrentamos. Não deixei de lutar, dar meu máximo, querer estar aqui sempre. É uma dor muito grande. Juro que gostaria de estar aqui a vida inteira. Porque jogar na seleção argentina é o mais bonito que pode acontecer”, falou o camisa 10.
“Como falei, ainda que eu queira estar toda a minha vida aqui, sinto que é o momento (de se aposentar). A última Copa foi o grande momento que quis viver. Tivemos a chance de viver meu sonho, de voltarmos a ser campeões do mundo. Estivemos muito perto de ganhar. A verdade é que não aconteceu nada esquisito. Nos esforçamos, o jogo contra a Inglaterra foi muito desgastante para nós. A nível de corpo, em termos emocionais, jogamos como sempre, fizemos por essa camisa, com todos os companheiros, mas infelizmente não conseguimos. Estivemos muito perto”, explicou o craque.
Ao falar sobre o título da Copa do Mundo conquistado em 2022, Messi ainda lamentou o vice-campeonato na edição de 2026. Isso, porém, não interferiu na festa da torcida presente nas arquibancadas, que entoava o grito de “Campeões, campeões”.
Ainda em seu discurso, Lionel Messi agradeceu o apoio e o carinho que recebeu dos companheiros, deixando claro que sempre contou com o suporte de todos ao longo dos anos em que vestiu a camisa da seleção argentina.
“Quero agradecer aos meus companheiros por esse tempo que compartilhamos. Me fizeram cumprir o sonho que tinha desde pequeno: ser campeão do Mundo, da Copa América, da Finalíssima, de tudo que jogamos. Foi um grande orgulho dentro e fora do campo. Competimos, sabia que tinha guerreiros ao meu lado que iriam com tudo. Certamente esqueci de muita coisa que queria dizer, mas é um momento muito difícil para mim. Vou sentir muita saudade daqui. Tive a sorte de jogar por todos os lados no país e sempre recebi um carinho enorme. Estou muito agradecido por tudo que vivi”, declarou o camisa 10.
“Agradeço por todo esse tempo. Não importa onde estivesse, o jogo, a Copa, a torcida estava aqui fazendo esforço. Sabemos o quão difícil é viajar, e vocês sempre fazem isso em todos os lugares. Sentimos isso. Vivi aqui no Monumental um dos dias mais felizes da minha carreira, que foi quando jogamos o primeiro jogo após ganhar a Copa do Mundo. O dia de hoje me emociona. Vai ficar na história de todos nós, da minha família, foi algo espetacular. Muito obrigado. Uma vez mais aqui, certamente estou vivendo um dos dias mais felizes da minha carreira, me despedindo de vocês. Vou sentir saudades, mas agora estarei do lado de cá, apoiando todos esses garotos, sempre unidos. Estou falando mais do que nunca, não quero ir embora, não quero sair de campo. Quero dizer que amo vocês, agradeço a vocês, tenho orgulho de ser argentino, amo vocês”, finalizou.
Em seu último jogo, Messi se emocionou desde a chegada ao Estádio Monumental de Núñez, sendo flagrado chorando durante imagens captadas pelo jornal argentino “La Nación”. Antes de a bola rolar, o camisa 10 voltou a ser flagrado com lágrimas nos olhos durante o hino da Argentina e, no minuto 10, quando foi aplaudido por todos os torcedores presentes no estádio.
Vestindo a camisa da Seleção Argentina pela primeira vez em 2005, Messi disputou sua primeira Copa do Mundo no ano seguinte, na Alemanha. Craque de uma geração, o meia sofreu por muito tempo por não conseguir ajudar a equipe a conquistar um título e chegou a anunciar que iria se aposentar da seleção em 2016, após os vices do Mundial de 2014 e das edições da Copa América de 2015 e 2016.
Contudo, mudou de ideia após a comoção da torcida e dos companheiros de equipe. Mesmo após uma nova decepção na Copa do Mundo de 2018, quando foi eliminado nas oitavas de final, as coisas começaram a mudar com a chegada de Lionel Scaloni.
Mais uma vez convencido a persistir, Messi finalmente conquistou seu primeiro título com a camisa albiceleste ao vencer a Copa América de 2021, derrotando o Brasil por 1 a 0 no Maracanã. No ano seguinte, veio a maior glória: o título da Copa do Mundo de 2022, no Catar. Em seguida, conquistou mais uma Copa América, em 2024, mas a decepção voltou a ocorrer em 2026, quando ficou com o vice-campeonato da Copa do Mundo.
Cristiano Ronaldo cumpriu sua promessa e veio a público falar sobre sua versão da crise com o técnico da Seleção Portuguesa, Jorge Jesus. O camisa 7 compartilhou um longo texto no qual explica o motivo que o fez deixar a seleção durante a Data Fifa.
Após a conferência de imprensa do Selecionador Nacional, e no seguimento de uma conversa com o Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, tomei a decisão de deixar o estágio da Seleção Nacional.
Sem citar o nome do comandante, o atacante declarou que o “Mister” faltou com a palavra. De acordo com Cristiano, existia um acordo entre as duas partes sobre sua participação nas partidas, mas o combinado não foi cumprido. O jogador se mostrou bastante irritado com as declarações do treinador nas entrevistas coletivas sobre o tema, embora não o tenha citado diretamente.
Em um trecho do texto, o camisa 7 revela que a postura apresentada por Jorge Jesus durante a coletiva mostrou uma agressividade inesperada.
Cristiano Ronaldo ainda fez questão de se desculpar com os torcedores portugueses por ter abandonado a seleção, além de não ter cumprimentado os fãs após o jogo contra a Noruega. Na ocasião, ficou aquecendo por cerca de 30 minutos, mas não entrou em campo.
“Aqueci desde o intervalo, vi os minutos a passar e não fui chamado. O Selecionador tinha-me falhado com a sua palavra”, afirmou CR7 no texto.
Mesmo com todos os problemas recentes, o astro deixou claro que está disposto a voltar a atuar pela seleção nacional caso seja chamado em futuras convocações. Vale lembrar que a próxima Data Fifa acontecerá em meados de novembro.
“Tal como prometi, decidi contar, na primeira pessoa e de forma direta, as circunstâncias que envolveram o último estágio da Seleção Nacional.
Após o Mundial 2026 preparei uma carta aos portugueses, que ainda guardo, com as palavras que lhes quero dirigir quando abandonar, definitivamente, a nossa equipa.
No final da competição, logo no voo de regresso dos Estados Unidos, o Presidente da Federação pediu e insistiu que eu ponderasse a decisão de sair porque a FPF queria que eu continuasse.
Logo a seguir pediu que lhe desse a minha opinião sobre o nome do atual Selecionador e que ele estava a ponderar, a par de outros nomes que não me revelou.
Respondi ao Presidente da Federação que, em minha opinião, seria a escolha certa. Por isso, no dia em que o atual Selecionador foi apresentado fiquei genuinamente feliz pela escolha. Era a opção certa, como os resultados vão comprovando.
Poucos dias depois recebi um primeiro contacto do novo selecionador nacional a dizer que gostava de estar comigo pessoalmente. Respondi que sim e agendámos para o final das minhas férias.
Encontrámo-nos na Cidade do Futebol onde o meu clube fazia estágio de pré-temporada.
O Selecionador disse-me nesse dia que contava comigo e que a minha presença era fundamental para o seu projeto. Apresentou-me, logo ali, um plano para a minha participação. Disse-me que jogaria o primeiro jogo e o último e que por razões de gestão física iria fazer sempre três a quatro mudanças por jogo.
Nessa altura colocou-me a hipótese de eu não viajar com a Seleção para Noruega e Dinamarca. Propôs-me que fizesse o primeiro jogo e ficasse em Portugal, para depois me juntar de novo antes do jogo do Dragão.
Recusei de imediato esta proposta. Parecia-me evidente que não a poderia aceitar. Não seria por não jogar os jogos no estrangeiro que deixaria de capitanear a nossa equipa. Esse privilégio de ficar em Portugal não seria um bom exemplo.
O Selecionador acabou por concordar com a minha análise.
Esta conversa foi acompanhada pelo Simão Coutinho, diretor Desportivo do Al Nassr, pessoa a quem reportava o atual selecionador durante toda a época passada e um dos responsáveis pela sua contratação pelo clube em 2025.
Na véspera do estágio começar o Selecionador deslocou-se a minha casa, em Lisboa, para ter nova conversa comigo, a seu pedido. A conversa foi tranquila e todos os princípios combinados em agosto foram mantidos. Joguei o jogo de Alvalade, e apesar de substituído, não fiz nenhum problema. Coloquei a braçadeira eu mesmo ao Bruno Fernandes, longe de imaginar que pudesse estar a dar os últimos passos, como atleta e capitão da Seleção Nacional. O importante desse dia, para mim, foi a nossa vitória. Ganhar é sempre bom, em Portugal e pelo meu País, ainda melhor.
À hora de almoço do dia do jogo na Noruega um adjunto do selecionador do veio à mesa onde o grupo estava a almoçar e informou-me que o Selecionador me queria falar. Para minha absoluta surpresa, o selecionador perguntou-me se estava bem para jogar 30 minutos. Eu estava totalmente focado na minha recuperação física, integrado com os meus companheiros como sempre e a pensar que não jogaria naquele dia. Sem nenhum problema.
Este pedido era algo fora do meu plano de recuperação física e de treino – porque apenas iria jogar dia 4 no Dragão – mas obviamente disse que sim. Respondeu-me que então estivesse preparado porque jogaria 30 min.
O resto todos conhecem. Aqueci desde o intervalo, vi os minutos a passar e não fui chamado. O Selecionador tinha-me falhado com a sua palavra.
No fim do jogo só queria que tudo acabasse com a vitória e ficar sozinho. Não fui cumprimentar os adeptos. Uma falha que é apenas da minha responsabilidade e que não deveria ter acontecido. Peço desculpa aos portugueses que ali nos apoiaram intensamente, peço desculpa aos adeptos e peço desculpa aos que, sem serem portugueses, ali se possam ter deslocado para me ver e a quem eu possa ter desiludido.
Passado 48 horas tivemos uma conversa, eu, o Selecionador e o Simão Coutinho uma vez que tinha sido ele a acompanhar as nossas conversas de Agosto.
Foi um momento profundo, muito frontal, sem qualquer tipo de filtro.
Concordamos que só havia uma maneira de encerrar este “caso”: que o Selecionador repetisse o que acabara de me dizer ali em privado, na presença do Simão Coutinho, mas na Sala de Imprensa.
O que foi combinado era simples: o Selecionador começaria a conferência de imprensa por este tema, procurando encerrar o assunto contando a verdade. Diria que nunca pedi para jogar minutos nenhuns, que foi o Selecionador e mais ninguém, quem me propôs o plano para este estágio e que foi um erro colocar-me a aquecer para não entrar e que se voltasse a acontecer não o faria.
Acabamos essa reunião com o Selecionador a pedir-me um abraço, a prometer-me que ia dizer na conferência o que acabara de me dizer a mim e que o assunto se ultrapassava. Eu não jogaria na Dinamarca e jogaria o jogo do Dragão. Tudo isto na presença do Simão Coutinho, sempre.
A pedido do selecionador, decorreu depois uma reunião entre ele mesmo, o Simão Coutinho e o Tiago Craveiro em videoconferência, em que se resumiu aquilo que falamos.
Foi produzido um pequeno documento que eu mesmo validei e que, com o meu conhecimento, foi entregue ao Selecionador, tal como ele havia solicitado.
A conferência foi o que se conhece: a postura não teve nada a ver com a nossa reunião, ouvi expressões e uma agressividade que julgo não merecer, uma atitude de quero, posso e mando que nunca me manifestou, nem de perto nem de longe, em privado, na véspera.
As notas que validei eram as seguintes: ‘Acho importante, até porque é a verdade, esclarecer algumas coisas antes de falar da Dinamarca:
Propus ao Cristiano eu mesmo, sem mais ninguém, um plano para ele, esta época desportiva, na Seleção Nacional. Foi uma conversa demorada e muito boa.
Sei o quanto ele vive e Ama a Seleção e o peso que tem no Mundo, mais ainda, o peso e a influência positiva que tem na Seleção há 24 anos consecutivos.
O plano que propus ao Cristiano foi aceite.
Ele nunca questionou as minhas opções. Foi exemplar, leal e profissional.
Do plano que tracei para ele não constava o jogo da Noruega. No entanto, senti que ele tinha conseguido recuperar fisicamente do primeiro jogo e avisei-o que poderia ter de o utilizar. O Cristiano concordou.
Errei ao colocar alguém da dimensão de Pelé ou Maradona a aquecer para depois não o colocar em jogo. Se fosse hoje não o faria.
Para encerrar o assunto: Eu quero o Cristiano na Seleção Nacional. Aliás não quero pouco, quero muito. Felizmente ele também acredita em mim. Acreditou no Al Nassr e aqui também.
Sobre não ter cumprimentado os adeptos. Já falámos sobre isso. Quem faz mais de 230 jogos pela Seleção não recebe de mim lições de Amor a Portugal. Foi um momento de frustração que não apaga coisa nenhuma. É o jogador que mais autógrafos dá, que mais selfies tira, que mais acarinha os adeptos. Não inventemos problemas onde eles não existem. Quando não estamos contentes reagimos. Foi só isso.’
Nenhuma destas notas dizia, portanto, que o selecionador me pedisse sequer desculpa.
Era a segunda vez, que me estava a faltar à palavra dada.
Decidi abandonar o estágio sem esperar por mais nenhuma quebra de palavra. Para mim a verdade ainda é a coisa mais importante na relação entre as pessoas. Por muito que doa, que me digam a verdade.
Aliás, numa conversa que mantive com o Presidente da FPF e com o Selecionador na manhã do dia dessa conferência de imprensa, podem confirmar seguramente, reafirmei que se não me quisessem ali mo dissessem. Bastava serem francos comigo. Eu aceitaria isso e prometi que prepararíamos algo bonito, como sonho que aconteça, e ninguém ficaria zangado.
Lembro-me como se fosse hoje. Responderam em uníssono que não. Que o meu lugar era na Seleção Nacional.
Nunca, em nenhum momento me intrometi em qualquer decisão técnica ou tática de qualquer treinador ou selecionador em quase 25 anos de carreira. Aceito é melhor ou pior o que me propõem fazer. Respeito a decisão e quando me faltam à palavra, sinto que o meu lugar não é ali.
Devo também um pedido de desculpas aos meus companheiros de Seleção por ter abandonado o estágio. Apesar da absoluta quebra de confiança na palavra do Selecionador, como poderá testemunhar quem assistiu a estas conversas, eu não o devia ter feito. A responsabilidade é exclusivamente minha.
Peço desculpa aos portugueses mais uma vez, mas a quebra da palavra tem, para mim, um impacto definidor. Senti que, a partir dali, a minha permanência iria apenas prejudicar o grupo de trabalho e fiz o que sempre disse que faria se não me sentisse útil: peguei nas malas e saí.
A consequência deste meu ato deve ser avaliada e punida pela Federação Portuguesa de Futebol. Entendo que a punição não deve ter atenuantes. Não sou um jogador qualquer, sou capitão de equipa e isso constitui uma agravante. Já pedi desculpa, mas sei que as atitudes têm de ter consequências. Quem está no futebol como estou sabe que, independentemente do estatuto de cada um, as regras são iguais para todos.
A este propósito, tenho ouvido muito falar em jogos de despedida, que tenho que ter uma despedida digna e que a Federação me quer dar essa oportunidade.
Aprendi na vida, com fome e sem nada para comer muitas vezes, que ninguém dá nada a ninguém. Posso prometer a todos os meus fãs, naturalmente e em especial a todos os portugueses, que faremos um ou mais jogos de despedida, haverá tempo para isso.
Mas quando penso na seleção o que eu penso mesmo é em competir. Foi nisso que pensei no dia em que me deram a notícia da morte do meu Pai. Estava em estágio da nossa Seleção e lá decidi ficar até terminar o jogo do dia seguinte. Fiz por isso pelo País o que jamais faria por clube algum.
Portanto se estiver bem fisicamente, a jogar no meu clube, com gols espero, a seguir ao cumprimento da suspensão que me for aplicada, estarei disponível, como sempre estive até hoje, para competir e ganhar pela nossa Seleção.
A Série C do Campeonato Brasileiro enfim chega à última rodada do quadrangular, com três vagas de acesso ainda em aberto. Apenas o Santa Cruz garantiu sua classificação para disputar a Segundona em 2027.
O time pernambucano conquistou o acesso após empatar com o Maringá por 1 a 1, em casa, em jogo válido pelo Grupo B. Na outra chave, as quatro equipes ainda seguem com chances de conquistar o acesso.
Segundo o regulamento, as duas primeiras equipes de cada grupo garantem o acesso, enquanto os líderes avançam para disputar o título.
Confrontos da última rodada do quadrangular
Grupo B
10 de outubro, sábado, às 17h: Botafogo-PB x Santa Cruz
10 de outubro, sábado, às 17h: Maringá x Floresta
Grupo C
10 de outubro, sábado, às 17h: Brusque x Paysandu
10 de outubro, sábado, às 17h: Ferroviária x Inter de Limeira
Segundo o regulamento do campeonato, os critérios de desempate seguem a seguinte ordem: maior número de vitórias; maior saldo de gols; maior número de gols marcados; confronto direto; menor número de cartões vermelhos recebidos; menor número de cartões amarelos recebidos e, por fim, sorteio.
O jogo de despedida de Lionel Messi da Seleção Argentina tem provocado uma grande corrida por ingressos para o duelo contra o Benin, nesta próxima terça-feira (6), no Monumental de Núñez, em Buenos Aires. As entradas foram colocadas à venda para o público geral, com valores que variam entre 90 mil e 480 mil pesos (aproximadamente R$ 308 a R$ 1,64 mil), e esgotaram em uma hora e meia.
As vendas começaram no dia 24 de setembro, às 18h, pela plataforma Deportick. Contudo, às 19h30, já não havia mais nenhum lugar disponível para compra. A grande procura gerou longas filas virtuais, com torcedores argentinos buscando alternativas para estar presentes no último jogo de Lionel Messi com as cores da Albiceleste.
Com capacidade para pouco mais de 85 mil torcedores, o estádio estará lotado para a despedida do ídolo.
O Brasil goleou a Seleção Indiana neste sábado (3), pelo placar de 4 a 0, no Salt Lake Stadium, em Calcutá. O jogo, válido por um amistoso da Data Fifa, foi palco dos gols de Estêvão, Pedro e Samuel Lino (2x).
O primeiro tempo foi de total domínio da Seleção Brasileira, mas a primeira grande jogada de perigo foi da Índia. Aos 6 minutos, Apuia assustou ao bater de primeira, mas mandou para fora.
O Brasil quase abriu o placar aos 7 minutos, com Douglas Santos lançando para Vini Jr., mas o goleiro Sandhu segurou. A equipe de Ancelotti seguia pressionando e chegou novamente com o camisa 7 aos 19 minutos, mas o arqueiro adversário continuou fazendo boas defesas.
A Seleção Brasileira continuou desperdiçando oportunidades, principalmente com Pedro, até abrir o placar aos 27 minutos da etapa inicial. Estêvão fez uma bela jogada individual e bateu forte para colocar o Brasil em vantagem: 1 a 0.
Com domínio total da partida, a seleção pentacampeã mundial seguia desperdiçando chances de balançar as redes com Pedro. O atacante, porém, aproveitou aos 41 minutos. Após receber passe de Estêvão, Pedro finalizou para ampliar o placar para 2 a 0, levando o Brasil ao intervalo com a vantagem.
Ancelotti decidiu fazer algumas mudanças no segundo tempo. Aos 5 minutos, Estêvão tentou criar uma jogada, mas não conseguiu finalizar bem. A Índia decidiu arriscar e, aos 7 minutos, Williams chegou em velocidade e finalizou cruzado, mas Pedro Morisco fez a defesa.
Aos 10 minutos, Samuel Lino partiu para o contra-ataque e arrancou em velocidade, mas não foi bem na hora de finalizar. Na segunda tentativa, porém, foi letal. Aos 12 minutos, Pedro conseguiu mandar a bola para o companheiro de Flamengo, que invadiu a área e bateu de chapa para fazer o terceiro gol brasileiro: 3 a 0.
O time de Ancelotti continuou desperdiçando chances na etapa final, com Endrick e Vanderson, mas o quarto gol saiu dos pés de Samuel Lino, aos 49 minutos. Após receber de Vanderson, o atacante invadiu a área e bateu forte para fechar o placar em 4 a 0.
A Seleção Brasileira enfrentará a Índia na manhã deste sábado (3), em jogo válido pelo último amistoso da Data Fifa. A bola vai rolar às 11h (horário de Brasília), no Salt Lake Stadium, em Calcutá.
HOJE É DIA DE BRASIL! 💛🇧🇷
A Seleção volta a campo e, pela primeira vez, NA ÍNDIA!
Pela primeira vez na história, as duas seleções irão se enfrentar.
Como chega o Brasil
Vindo com a moral renovada após derrotar a seleção australiana, o Brasil terá uma equipe alternativa em campo, mas forte o suficiente para buscar a vitória.
O técnico Carlo Ancelotti deve fazer algumas mudanças e colocar algumas novidades em campo: Pedro Morisco, Matheuzinho, Arthur Dias, Douglas Santos, Andrey Santos, Gabriel Bontempo, Pedro e Estêvão.
Como chega a Índia
Sonhando com um feito inédito e com a possibilidade de arrancar um resultado positivo diante de um adversário pentacampeão mundial, a Seleção Indiana promete fazer bonito, contando com o apoio de grande parte da torcida para isso.
A partida entre Brasil e Índia, que acontece neste sábado (3), terá transmissão ao vivo pela TV Globo, na TV aberta; pelo SporTV, na TV fechada; e pela GE TV, canal do YouTube que transmite os jogos ao vivo e gratuitamente, com imagens.
Dados da partida
Horário:11h (horário de Brasília);
Local: Salt Lake Stadium, em Calcutá;
Árbitro da partida: Ilgiz Tantashev (UZB);
Assistentes: Andrey Tsapenko (UZB) e Timur Gaynullin (UZB); e
Onde assistir:TV Globo, SporTV e GE TV.
Prováveis escalações
Índia: Gurpreet Singh Sandhu; Abhishek Singh Tekcham, Anwar Ali, Bijoy Varghese e Akash Mishra; Vikram Partap Singh, Lalengmawia Ralte, Ricky Shabong e Ashique Kuruniyan; Ryan Williams e Manvir Singh.
Brasil: Pedro Morisco; Matheuzinho, Marquinhos, Arthur Dias e Douglas Santos; Danilo, Andrey Santos e Gabriel Bontempo; Estêvão, Pedro e Vini Júnior.
Rasmus Hojlund se tornou um dos assuntos mais comentados ao protagonizar um momento inesperado após o fim da vitória de Portugal sobre a Dinamarca por 4 a 2, nesta quinta-feira (1º), pela terceira rodada da Nations League. O atacante dinamarquês decidiu rejeitar o cumprimento do técnico Jorge Jesus e se afastou levemente do comandante português.
Durante o jogo disputado em Copenhague, o jogador já havia chamado atenção ao fazer a típica comemoração de Cristiano Ronaldo, com o famoso salto e o grito de “Siu”, após marcar o segundo gol dinamarquês no confronto. Anteriormente, Hojlund já havia se declarado fã de CR7.
Rasmus Hojlund haciendo el SIU de Cristiano Ronaldo vs Portugal.
Es increíble que todos los jugadores del mundo lo aman menos los payasos de su selección. Inútiles.
Quando o árbitro de campo apitou pela última vez e Jorge Jesus foi cumprimentar o atacante no gramado, Hojlund chegou a responder ao gesto, mas afastou a mão do treinador em seguida, além de dar um leve empurrão no português.
O Mister deu apenas um leve sorriso, sem que houvesse qualquer tipo de confusão entre as duas partes. Contudo, a cena foi captada pelas câmeras e rapidamente viralizou nas redes sociais.
O Santos derrotou o São Paulo de virada nesta sexta-feira (2), pelo placar de 2 a 1, em jogo disputado no Morumbis, em São Paulo, válido pela partida atrasada da 21ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Luciano abriu o placar para o Tricolor, mas o Peixe embalou sob o comando de Gabigol, que marcou duas vezes.
SEXTOU COM VIRADA DO PEIXÃO! ⚪️⚫️
Com gols (e pedidos de caaaaaaalma) de Gabigol, Santos vira para cima do São Paulo no MorumBIS e ganha o SANSÃO por 2 a 1.
Com o resultado, o time praiano subiu para a 7ª posição na tabela. Já o Tricolor segue em 11º.
Resumo do jogo
O primeiro tempo foi bastante equilibrado, com as duas equipes mostrando grande ímpeto ofensivo. A primeira tentativa do São Paulo aconteceu logo no início da partida, com Arthur aproveitando o erro da defesa adversária, mas Diógenes fez a defesa.
O time da casa seguia pressionando e perdeu duas oportunidades seguidas com Arthur, que parou em Diógenes. O Santos mostrou que não ficaria para trás e, aos 3 minutos, Everton Cebolinha arriscou de longe, obrigando Coronel a espalmar. No rebote, Gabigol chegou de primeira e finalizou, mas a bola foi para fora.
O time de Dorival Júnior chegou novamente aos 5 minutos, desta vez com Arboleda, que cabeceou firme, mas Diógenes seguia preparado embaixo das traves. A equipe continuava desperdiçando oportunidades, desta vez com Luciano. O Peixe também respondeu, com Rodinei batendo de primeira e mandando a bola pertinho da trave.
A pressão do São Paulo continuou e surtiu efeito aos 32 minutos da etapa inicial, quando Ryan Francisco foi derrubado dentro da área por Lucas Veríssimo. Após a análise do VAR, a penalidade foi marcada. Na cobrança, Luciano mandou a bola no meio do gol para abrir o placar: 1 a 0.
A alegria tricolor durou pouco, já que, aos 35 minutos, Escobar cruzou na área para Gabigol, que cabeceou no cantinho para empatar: 1 a 1.
Antes do intervalo, Ryan Francisco ainda tentou colocar o São Paulo à frente, mas cabeceou para fora. Arthur também teve uma oportunidade, mas mandou a bola para longe do gol.
O segundo tempo começou da mesma maneira, com os dois times ofensivos e o São Paulo tentando se manter no campo adversário. No entanto, foi o Santos quem conseguiu achar o caminho do gol, novamente com Gabigol, aos 8 minutos. O atacante recebeu de Cebolinha e finalizou para virar o jogo para o Peixe: 2 a 1.
A equipe visitante seguia forte no ataque, desperdiçando oportunidades com Cebolinha. O São Paulo tentava o empate com Luciano, Artur, Pablo Maia e Pedro Lima, fazendo a estrela de Diógenes brilhar no confronto.
Antes do fim da etapa final, o Tricolor ainda tentou duas vezes empatar, com Artur e Danielzinho, mas o goleiro do Peixe estava inspirado e garantiu a vitória santista fora de casa.
Próximos jogos
Na próxima quarta-feira (7), o São Paulo vai até Minas Gerais encarar o Cruzeiro pelo Brasileirão. A bola vai rolar às 21h30 (horário de Brasília), no Mineirão.
Já o Santos terá pela frente o Flamengo na quinta-feira (8), às 19h30 (horário de Brasília), na Vila Belmiro.
Em jogo atrasado pela 21ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, São Paulo e Santos entrarão em campo na noite desta sexta-feira (2) para se enfrentarem no Morumbis, em São Paulo. A bola vai rolar às 20h (horário de Brasília).
Ocupando a 11ª posição, o São Paulo chega em um momento oscilante na temporada, mas contará com o apoio dos seus torcedores para conquistar mais três pontos e começar a subir na tabela.
O técnico Dorival Júnior terá problemas na hora de montar a equipe, já que não contará com Calleri, que cumprirá suspensão, nem com o zagueiro Domingos Duarte, que está fora do restante da temporada por lesão.
Como chega o Santos
Vivendo um bom momento, o Santos, que está em 8º na tabela, deseja alçar voos mais altos e buscará surpreender o adversário com uma vitória fora de casa.
Para o confronto, o técnico Cuca segue sem contar com Neymar, que se recupera de lesão. Quem também é desfalque certo é Gabriel Bontempo, que segue atuando pela seleção.
A partida entre São Paulo e Santos, que acontece nesta sexta-feira (2), terá transmissão ao vivo pelo SporTV, na TV fechada, e pelo Premiere, no pay-per-view.
Dados da partida
Horário: 20h (horário de Brasília);
Local: Morumbis, em São Paulo;
Árbitro da partida: Matheus Delgado Candançan (SP);
Assistentes: Alex Ang Ribeiro (SP) e Fernanda Kruger (MT);
Árbitro do VAR: Caio Max Augusto Vieira (GO); e
Onde assistir: SporTV e Premiere.
Prováveis escalações
São Paulo: Rafael; Rafael Tolói, Arboleda e Sabino; Lucas Ramon, Pablo Maia, Marcos Antônio e Iago; Luciano e Artur; Gustavo Santana.
Santos: Diógenes; Rodinei, Willian Arão, Lucas Veríssimo e Escobar; Oliva, Gustavo Henrique, Arthur e Rollheiser; Everton Cebolinha e Gabigol.
A crise nos bastidores não interferiu no desempenho de Portugal em campo, que conseguiu vencer a Dinamarca por 4 a 2 nesta quinta-feira (1º), pela terceira rodada da fase de grupos da Nations League. O confronto, disputado em Copenhague, foi palco dos gols lusos marcados por João Cancelo, Gonçalo Ramos, Vitinha e João Félix. Höjlund e Damsgaard descontaram para os donos da casa.
Com o resultado, a seleção portuguesa segue na ponta da chave, enquanto os dinamarqueses aparecem em terceiro lugar.
Como foi o jogo
O primeiro tempo foi de total domínio da seleção portuguesa, com a Dinamarca aguardando o momento certo para ser letal nos contra-ataques. A primeira tentativa de perigo aconteceu aos 11 minutos, quando Gonçalo Ramos desviou a bola após cruzamento de Pedro Neto, fazendo com que ela explodisse na trave.
Aos 12 minutos, João Cancelo invadiu a área e deu um toque por cobertura sobre Hermansen para abrir o placar: 1 a 0.
Após o gol, o time de Jorge Jesus começou a desperdiçar oportunidades, principalmente com Rafael Leão. Para piorar a situação, aos 22 minutos da etapa inicial, Maehle mandou a bola para dentro da área, e Damsgaard bateu bonito para empatar a partida: 1 a 1.
A alegria dinamarquesa não durou muito. Dois minutos depois, Gonçalo Ramos aproveitou uma boa jogada de Bruno Fernandes e tocou de bico na bola para colocar Portugal à frente novamente.
A equipe lusa seguia atacando, mas desperdiçava as oportunidades criadas, principalmente com Gonçalo Ramos, e foi para o intervalo com a vantagem no placar.
O segundo tempo começou com pressão portuguesa sobre a Dinamarca. Logo no primeiro minuto, o goleiro Hermansen precisou defender um chute de Bruno Fernandes. Contudo, na primeira chance que teve, os donos da casa não desperdiçaram. Aos sete minutos, Höjlund recebeu em profundidade e mandou por cima de Diogo Costa para empatar novamente a partida, comemorando à la Cristiano Ronaldo: 2 a 2.
O empate fez Portugal ir para cima, com Gonçalo Ramos e Rúben Neves buscando o gol, até Vitinha conseguir mandar a bola para o fundo das redes aos 21 minutos da etapa final: 3 a 2.
Os lusos seguiam atacando, mas continuavam desperdiçando chances com Gonçalo Ramos. Até que João Félix conseguiu finalizar de primeira aos 41 minutos e mandou a bola para o fundo das redes, fazendo 4 a 2 e dando números finais ao confronto.
Próximos jogos
Portugal volta a campo no próximo domingo (4), quando enfrentará a Noruega, às 15h45 (horário de Brasília), no Estádio do Dragão, no Porto.
No mesmo dia e horário, a Dinamarca enfrenta o País de Gales fora de casa.