Categoria: Futebol

  • Diretoria do Flamengo prevê inauguração de novo estádio em 2036

    Diretoria do Flamengo prevê inauguração de novo estádio em 2036

    O Conselho Deliberativo do Flamengo reuniu-se na noite desta última quarta-feira (17/09) para obter mais detalhes sobre como anda a construção do novo estádio do clube, no terreno do Gasômetro. Segundo os dados apresentados pelo presidente Luiz Eduardo Baptista, o BAP, a conclusão das obras ocorrerá a partir de 2034, podendo estender-se até 2036, dependendo de problemas externos.

    A diretoria rubro-negra justificou que os custos foram minimizados no projeto apresentado pela gestão passada. A FGV calculou um custo final com todos os dados — atualizando a inflação, contingências e insumos — em R$ 2,66 bilhões. Quando adicionado o custo de capital, o valor total do estádio chega a aproximadamente R$ 3,1 bilhões. Anteriormente, a quantia apresentada era de R$ 1,9 bilhão.

    “Nesse período, uma equipe de especialistas se dedicou a desenvolver um projeto viável, corrigindo distorções de origem que envolviam custos subestimados, prazos irreais, receitas superestimadas e um modelo de financiamento insustentável”, comunicou o Flamengo.

    Pontos apresentados:

    • Estádio otimizado de 72 mil lugares, com foco na redução de assentos premium;
    • Custo revisado de R$ 2,2 bilhões, incluindo o estádio, contingências, terreno, custo de capital e custo do entorno;
    • Prazo de conclusão mínimo em julho de 2036, dependendo de diversos fatores externos;
    • Estratégia de financiamento viável, baseada na geração de recursos internos (poupança);
    • Lastro no aumento de receitas orçamentárias e rentabilidade, sem gerar impacto na performance esportiva.

    Além do mandatário rubro-negro, estiveram presentes na reunião Alexandre Rangel, sócio da RRA Consultoria; Ricardo Simonsen; Henrique Castro; e Bauer Rachid, da FGV Conhecimento. O propósito do encontro foi apresentar as conclusões dos estudos de campos de sondagem, arbóreo, topografia, patrimônio histórico e a descontaminação do terreno — tudo sendo realizado por cinco empresas contratadas pelo clube.

    Conforme mostrado na análise, houve reduções nas receitas projetadas. Inicialmente, o plano estimava um valor médio de ingresso de R$ 195,44 — mais do que o dobro da média atual — com cerca de 30% dos assentos considerados como VIP ou Premium, número que dobra os existentes atualmente no Maracanã. Os valores estimados pelo Certificado de Potencial Adicional de Construção (Cepac) foram de R$ 552 milhões, recalculados pela FGV para R$ 194 milhões.

    Quanto aos prazos, a diretoria anterior havia projetado a inauguração para 2029. Contudo, os gestores atuais afirmam que o cronograma desconsiderava algumas etapas essenciais, como o remanejamento da Naturgy, que hoje ocupa cerca de 55% do terreno com uma subestação de bombeamento de gás para a região metropolitana do Rio.

    Segundo comunicado da empresa de gás, enviado ao Flamengo no dia 10 de setembro de 2025, o tempo estimado para a modificação é de quatro anos — isso após a exploração do novo endereço para a instalação da subestação, tarefa a cargo da prefeitura.

    A limpeza e demolição do terreno estão sob responsabilidade do Flamengo, com o acompanhamento da aprovação legislativa dos Cepacs e a assinatura do Termo Definitivo com a AGU, a Caixa e a Prefeitura. Contabilizando a médio e longo prazo, a prioridade será a estruturação do projeto executivo, tudo para a construção do estádio do clube rubro-negro.

  • Avanti Palestra: a alma e a fé sobre o futuro no coração palmeirense

    Avanti Palestra: a alma e a fé sobre o futuro no coração palmeirense

    Sabe aquela frase muito conhecida entre os palmeirenses citada por Mauro Beting?

    “Explicar a emoção de ser palmeirense, a um palmeirense, é totalmente desnecessário.”

    E a quem não é palmeirense… É simplesmente impossível” Pois bem, meu caro torcedor alviverde, esse sentimento é inexplicável e quando penso nesse Palmeiras que está se moldando agora nessa pequena janela de transferência, eu vejo mais do que nomes, mais do que apenas um esquema inteligente, tático e de possível rentabilização em vendas futuras, eu vejo pessoas, nomes e caras que podem ser o futuro do Verdão.

    Vamos ser sinceros, Weverton é um paredão, honra a camisa do Palmeiras entende e sabe o peso que ela tem, mas o cara já está com 37 anos, a idade pesa, chega e uma hora ele vai precisar ser substituído.

    Aí eis que surge o nome Carlos Miguel, o cara não é gigante só no tamanho não, é a muralha que nós podemos sonhar para os próximos 10 anos eu me arriscaria dizer. A cada avanço na contratação eu penso: Será que ele está ansioso pra vestir a nossa camisa? Porque pra nós, vestir a nossa camisa é carregar o peso de uma torcida que canta, vibra e cobra, e cobra muito.

    E seguindo com o futuro, vem o Jefté, ainda muito moleque, mas com certeza carrega nas chuteiras experiência de “veterano”, o cria vem de Xerém, teve um destaque absurdo na Escócia e foi eleito o melhor lateral esquerdo, mas aqui ele chega pra disputar espaço com Piqueréz, que já um monstro pra torcida, que é um jogador de consolidado e de peso pro elenco, mas se o cria chegar com a ousadia carioca, talvez ganhe o coração dos paulistas. (Mas o moleque vai ter que correr hein, a torcida não dá mole não!).

    E aí pra fechar tem o Enciso, se esse cara chegar, aí meus amigos, o choro é livre para os rivais, o cara já deu sinal VERDE pra seguirmos com a contratação, ele quer voltar pro berço latino, o jovem paraguaio quer estar perto de casa. E casa essa que ele pode chamar de Palmeiras. O cara tem 21 anos e soma atuações em categorias de base e pela principal seleção do Paraguai; registrou participações em Copas América, Olímpica e eliminatórias. Sem contar que ele tem talento pra jogar em todas as posições de ataque, ele é novo, com qualidade técnica, e raça. Elemento fundamental para o torcedor alviverde!

    E sabemos que mais do que reforços, eles representam o futuro e a continuidade do nosso time, representando a torcida que não para, com uma diretoria que olha pra frente, levando cada palmeirense a pensar: “meu time está se preparando para continuar sendo gigante, hoje e sempre”.

    Sabe o que é mais bonito disso tudo? É perceber que o Palmeiras nunca está só. Enquanto a diretoria negocia, enquanto os jogadores treinam, enquanto Abel pensa no próximo jogo… nós estamos aqui. Sofrendo, acompanhando, sonhando, vibrando. A arquibancada não cala, a rua não para, a fé não se esgota.

    E no fim, eu só consigo escrever uma coisa: Avanti, Palestra. Avanti, meu Palmeiras. O coração tá pronto pra mais uma capítulo da nossa história de amor verde e branco.