A FIFA divulgou nesta quinta-feira (13/11), a lista com os indicados aos prêmios Marta e Puskas, que condecoram os gols mais bonitos na última temporada tanto no futebol feminino quanto no masculino. Entre os concorrentes, três brasileiros estão presentes na disputa pelo troféu do The Best 2025.
Alerrandro, ex-jogador do Vitória e atualmente no CSKA Moscou, e Lucas Ribeiro, do Mamelodi Sundowns, estão na disputa da categoria masculina. Buscando o segundo prêmio da premiação que leva o seu nome, Marta, do Orlando Pride, tamvém está presente.
Fora do Vitória, Alerrandro concorrerá ao prêmio com o gol marcado contra o Cruzeiro em agosto de 2024, no empate em 2 a 2, pelo Brasileirão. Na ocasião, o atacante deu uma linda bicicleta da entrada da área, sem chances para o goleiro Cássio.
O brasileiro Lucas Ribeiro competirá com o tento sobre o Borussia Dortmund, na derrota do clube sul-africano por 3 a 4, durante a disputa da Copa do Mundo de Clubes, em junho deste ano. O atacante arrancou do meio de campo, driblou a marcação e bateu na saída do Kobel.
Indicados ao Prêmio Puskas
Alerrandro (Vitória) – Vitória x Cruzeiro | 19 de agosto de 2024
Alessandro Deiola (Cagliari) – Cagliari x Venezia | 18 de maio de 2025
Pedro de la Vega (Seattle Sounders) – Cruz Azul x Seattle Sounders | 31 de julho de 2025
Santiago Montiel (Independiente) – Independiente x Independiente Rivadavia | 11 de maio de 2025
Amr Nasser (Pharco) – Al Ahly x Pharco | 17 de abril de 2025
Carlos Orrantía (Atlas) – Querétaro x Atlas | 16 de abril de 2025
Lucas Ribeiro (Mamelodi Sundows) – Mamelodi Sundowns x Borussia Dortmund | 21 de junho de 2025
Declan Rice (Arsenal) – Arsenal x Real Madrid | 8 de abril de 2025
Rizky Ridho (Persija Jakarta) – Persija Jakarta x Arema | 9 de março de 2025
Kévin Rodrigues (Kasımpasa) – Kasımpasa x Rizespor | 9 de fevereiro de 2025
Lamine Yamal (Barcelona ) – Espanyol x Barcelona | 15 de maio de 2025
Vencedora da última edição do troféu, Marta voltará a disputar a premiação com o lance da partida contra o Kansas City Current, na vitória do time da “Rainha do Futebol” por 3 a 2. A atacante arrancou do meio-campo, driblou duas marcadoras e após tirar da goleira, bateu para o gol.
Indicadas ao prêmio Marta
Jordyn Bugg (Seattle Reign) – North Carolina Courage x Seattle Reign | 22 de março de 2025
Mariona Caldentey (Arsenal) – Olympique Lyonnais x Arsenal | 27 de abril de 2025
Ashley Cheatley (Brentford) – Brentford x Ascot United | 3 de novembro de 2024
Kyra Cooney-Cross (Austrália) – Alemanha x Austrália | 28 de outubro de 2024
Jon Ryong-jong (Coreia do Norte) – Coreia do Norte x Argentina | 2 de setembro de 2024
Marta (Orlando Pride) – Orlando Pride x Kansas City Current | 17 de novembro de 2024
Vivianne Miedema (Holanda) – País de Gales x Holanda | 5 de julho de 2025
Kishi Núñez (Argentina) – Argentina x Costa Rica | 8 de setembro de 2024
Lizbeth Ovalle (Tigres) – Tigres x Guadalajara | 3 de março de 2025
Ally Sentnor (EUA) – EUA x Colômbia | 20 de fevereiro de 2025
Khadija Shaw (Manchester City) – Hammarby x Manchester City | 21 de novembro de 2024
A tragédia de Heysel (tragédia na final da Champions) ocorreu em 29 de maio de 1985, na decisão da Taça dos Campeões da Europa entre Juventus e Liverpool, em Bruxelas.
Durante uma confusão nas arquibancadas, torcedores tentaram fugir de uma grade frágil; a pressão da multidão derrubou um muro e resultou em 39 mortes e centenas de feridos.
O desastre expôs falhas estruturais e policiais e se tornou um marco para a modernização da segurança nos estádios.
Neste texto do Portal Camisa12, revisamos o contexto, o dia do jogo, as consequências e as lições que ainda hoje orientam o futebol mundial.
Contexto da tragédia de Heysel: uma Europa à beira do caos
O início dos anos 1980 foi marcado por um aumento de violência nas arquibancadas, sobretudo na Inglaterra.
Brigas entre torcidas e até incêndios acentuaram a sensação de insegurança e mostravam que os estádios britânicos estavam ultrapassados.
Mesmo diante desses sinais, praticamente nada foi feito para reforçar a segurança.
No sorteio da final de 1985, a UEFA escolheu o Estádio de Heysel, em Bruxelas. A arena, construída em 1930, apresentava rachaduras e concreto degradado.
Muitos torcedores abriam buracos nas paredes para entrar sem bilhete, o que gerava superlotação e evidenciava a fragilidade da estrutura.
O dia da tragédia na final da Champions de 1985
Aqui, preste atenção: vamos falar claramente o que aconteceu em Bruxelas, em um dos episódios mais tristes do futebol mundial. Saiba o que aconteceu no dia da tragédia de Heysel:
Setores mal divididos e tensão crescente
As torcidas de Juventus e Liverpool foram colocadas atrás dos gols, com um setor neutro no meio. Esse espaço neutro, destinado a torcedores belgas, acabou ocupado por numerosos italianos que viviam na Bélgica.
Uma hora antes do jogo, objetos começaram a ser lançados entre ingleses e italianos. Apenas cinco policiais separavam as torcidas e a grade que os dividia era extremamente frágil.
Avalanche humana e 39 mortos
Ao tentarem se proteger, muitos torcedores juventinos ficaram prensados contra um muro. Outros tentaram escalar a parede para escapar. Sob a pressão da multidão, o muro cedeu e desabou, esmagando torcedores.
No total, 39 pessoas, a maioria italianos, morreram e cerca de 600 ficaram feridas. Mesmo com corpos espalhados pelo gramado, a partida foi iniciada – uma decisão muito criticada até hoje.
Causas e responsabilidades
Investigadores apontaram fatores interligados: o estádio em ruínas, barreiras fracas, policiamento insuficiente e a escalada do hooliganismo.
O jornalista Tim Vickery lembra que, além da violência de alguns torcedores do Liverpool, a polícia estava mal equipada, com rádios sem bateria, e ninguém assumiu responsabilidade pelo desastre.
A repercussão mundial levou à prisão de 25 torcedores e à suspensão de clubes ingleses das competições europeias por cinco anos, sendo seis para o Liverpool.
O governo britânico aproveitou a punição para banir hooligans, reformar arenas e dar aos clubes a responsabilidade pela segurança.
Mudanças na segurança após Heysel
A tragédia de Heysel e, quatro anos depois, a de Hillsborough (que deixou 97 mortos), convenceram a UEFA a revisar totalmente seus regulamentos de segurança.
As reformas adotadas a partir de 1985 moldaram a experiência de assistir a um jogo de futebol nas décadas seguintes.
A eliminação de setores em pé
A medida mais simbólica foi o fim dos setores em pé nas arquibancadas. A partir de 1990, grandes arenas europeias passaram a exigir cadeiras para todos os espectadores.
Mesmo vazias, as cadeiras criam compartimentos e evitam esmagamentos em caso de pânico.
Separação rígida de torcidas
Outro avanço foi a criação de setores claramente delimitados para cada torcida. Em 1985, italianos e ingleses estavam separados apenas por grades frágeis comparadas às grades de um galinheiro.
Hoje, é impossível atravessar de um setor a outro; telas, fossos e barreiras físicas impedem o contato direto entre torcedores rivais.
Responsabilização de clubes e federações
Antes de 1985, a segurança de um jogo europeu era responsabilidade da UEFA, da polícia local e de forças nacionais, o que gerava confusão e falta de coordenação.
Após Heysel, um regime de mando único foi implantado: cabe ao clube mandante (ou à federação em jogos de seleções) planejar e executar a segurança.
Isso inclui designar um chefe de segurança, contratar “stewards” (agentes privados treinados) para revistar torcedores, controlar o fluxo de pessoas e lidar com incidentes.
A polícia só intervém dentro do estádio quando solicitada pelo organizador.
Duplo perímetro e ingressos personalizados
Os estádios passaram a ter dois perímetros de segurança. A primeira barreira verifica ingressos e impede a entrada de pessoas sem ingresso, a segunda controla a circulação interna.
O sistema de venda de ingressos também mudou: cada setor tem bilhetes específicos para evitar que torcedores rivais se misturem.
Reconstrução do Estádio de Heysel
Após a tragédia, o antigo estádio foi praticamente demolido e reconstruído para a Eurocopa de 2000.
Renomeado como Estádio Rei Balduíno, hoje atende às normas de segurança, embora seja considerado ultrapassado em termos de conforto quando comparado a arenas modernas.
A mancha na história de Liverpool e Juventus
Para os torcedores do Liverpool, Heysel representa uma vergonha. Muitos reconhecem a culpa e exibem faixas pedindo desculpas à Juventus, embora os italianos raramente aceitem.
A comunidade bianconera, por sua vez, trata o episódio como um luto que jamais se apagará.
Jogadores como Paolo Rossi e Marco Tardelli relataram anos depois que não tinham noção da dimensão da tragédia quando a bola rolou e que se soubessem, não teriam entrado em campo.
Relação com a tragédia de Hillsborough
Heysel expôs as falhas estruturais e de policiamento, mas foi a tragédia de Hillsborough, em 1989, que consolidou as reformas.
O relatório Taylor, publicado após Hillsborough, determinou que os estádios ingleses se tornassem totalmente sentados e obrigou os clubes a modernizar suas instalações.
A combinação das duas tragédias convenceu autoridades de que arenas antigas e sem manutenção eram mortais.
Do caos à modernidade
As punições e reformas forçaram a modernização do futebol inglês. Os clubes se profissionalizaram, buscaram novas receitas e criaram a Premier League, tornando o torneio mais lucrativo.
Embora alguns critiquem a comercialização excessiva, as mudanças estruturais salvaram vidas e elevaram as médias de público.
Perguntas frequentes
O que foi a tragédia de Heysel?
Foi o desastre ocorrido em 29 de maio de 1985, na final da Taça dos Campeões Europeus entre Juventus e Liverpool, no estádio Heysel, em Bruxelas. Um muro desabou após uma confusão entre torcedores e causou 39 mortes e centenas de feridos.
Por que o jogo continuou apesar da tragédia?
A UEFA, temendo confrontos nas ruas, decidiu que a partida fosse disputada mesmo com o caos nas arquibancadas. A decisão é amplamente criticada, pois os jogadores não tinham noção da dimensão do desastre.
Como a tragédia mudou a segurança nos estádios?
Após Heysel, a UEFA e as federações nacionais implementaram diversas medidas: eliminação de setores em pé, instalação de assentos, separação de torcidas, criação de duplo perímetro de segurança e responsabilização dos clubes.
Os clubes ingleses foram punidos?
Sim. Quatro dias após a tragédia, a UEFA suspendeu todos os clubes ingleses de competições europeias por cinco anos, enquanto o Liverpool ficou seis temporadas fora. A medida visava combater o hooliganismo e obrigou os ingleses a reformar seus estádios e suas políticas de segurança.
Há relação entre Heysel e Hillsborough?
As duas tragédias estão conectadas pela discussão sobre segurança. Heysel expôs a degradação dos estádios e a falta de policiamento. Hillsborough, quatro anos depois, mostrou que o problema era ainda mais grave.
Conclusão
A tragédia de Heysel, frequentemente lembrada como a tragédia na final da Champions ou simplesmente Heysel 1985, marcou o fim da inocência no futebol europeu.
Ela revelou falhas estruturais, policialescas e culturais, provocou punições severas e acelerou reformas que transformaram os estádios em espaços mais seguros.
Quatro décadas depois, a memória das 39 vítimas ainda mobiliza torcidas, autoridades e jogadores.
Lembrar e aprender com a tragédia de Heysel é um compromisso com o respeito ao torcedor e com a garantia de que o prazer de assistir a um jogo nunca mais seja interrompido por uma tragédia anunciada.
Após seus desentendimentos com o técnico Xabi Alonso, Vinicius Júnior pode está de malas prontas para se aventurar no Manchester City, time do técnico Pep Guardiola. Segundo o portal Team Talk, o clube inglês está disposto a abrir mão de estrelas do seu elenco atual, para contratar o brasileiro.
A possível venda deverá fazer uma grande movimentação no mercado, podendo envolver a saída de Jack Grealish e Jeremy Doku, o que ajudará na viabilização do negócio.
Emprestado ao Everton, Grealish tem vivido uma boa fase no clube, chegando a despertar o interesse do Liverpol, podendo abrir espaço na folha salarial do time de Guardiola. Essa negociação ainda ajudaria o City a atender todas as exigências do Fair Play Financeiro da FIFA.
É importante ressaltar que Pep Guardiola, atual técnico dos Citizens, é um grande fã de Vini Júnior, desejando ter o atacante em seu elenco para ser uma peça-chave no seu setor ofensivo.
Geste indigesto
Na última terça-feira (04/11), o jornal alemão Bild, revelou que o Real Madrid estava estudando maneiras de negociar Vinicius Júnior na próxima janela de transferência do verão europeu, mesma época em que finaliza a temporada 2025/26.
A decisão teria ocorrido após uma série de desentendimentos entre o atacante brasileiro e o técnico Xabi Alonso, principalmente após o episódio tenso durante o ‘El Clásico’ no fim de outubro. O gesto não foi bem visto pela cúpula merengue, que decidiu vender o atleta.
Nesta quinta-feira (06/11), a FIFA anunciou a lista de jogadores indicados ao prêmio The Best 2025, que premiará o melhor jogador do mundo nesta última temporada. Entre os 11 finalistas, o brasileiro Raphinha, do Barcelona, está concorrendo ao título.
Mesmo sendo o único representante do “país do futebol”, o jogador provavelmente não será eleito, já que os favoritos da disputa são Lamine Yamal, Dembélé e Mbappé.
Brasil forte nos indicados para a seleção da temporada
A FIFA também divulgou uma lista de jogadores que estarão disputando uma posição na seleção da temporada, destacando 11 atletas brasileiros, cinco deles que atuam/atuaram no país.
São eles: os goleiros Alisson (Liverpool), Fábio (Fluminense), Weverton (Palmeiras) e John (Botafogo); os zagueiros Thiago Silva (Fluminense), Marquinhos (PSG), Gabriel Magalhães (Arsenal); e os atacantes João Pedro (Chelsea), Raphinha (Barcelona) e Luiz Henrique (Botafogo).
Holandês comandou o clube por 15 jogos e somou apenas cinco vitórias
A crise no gigante holandês Ajax atingiu um ponto de não retorno. O clube anunciou nesta quinta-feira a demissão do técnico John Heitinga, após uma sequência de resultados desastrosos que culminaram em uma campanha sem pontos na Liga dos Campeões.
O estopim para a queda de Heitinga foi a derrota para o Galatasaray, que marcou o quarto revés consecutivo do Ajax na principal competição europeia. A equipe está com zero pontos no torneio e corre sério risco de nem sequer se classificar para a Liga Europa, algo impensável para o histórico vencedor do clube.
Desempenho Insustentável
Ex-lateral e ídolo do Ajax, Heitinga encerrou sua segunda passagem pelo comando técnico de forma decepcionante. No total, foram apenas 15 jogos à frente da equipe, com um desempenho equilibrado e, para os padrões do clube, medíocre: cinco vitórias, cinco empates e cinco derrotas.
No Campeonato Holandês (Eredivisie) a situação também não é das melhores. O time ocupa a modesta quarta colocação, acumulando uma desvantagem de oito pontos em relação ao líder Feyenoord. A campanha é considerada uma das piores do Ajax nos últimos anos.
Heitinga havia assinado um contrato de duas temporadas, com validade até junho de 2027, mas não resistiu à pressão e deixou o cargo com menos de cinco meses de trabalho efetivo.
A diretoria do Ajax agora busca urgentemente um novo nome para tentar reverter a situação e resgatar a temporada.
Se há um estádio no mundo capaz de fazer o chão tremer antes mesmo de a bola rolar, esse lugar é o Signal Iduna Park, casa do Borussia Dortmund, na Alemanha. A razão tem nome próprio: a Muralha Amarela (Yellow Wall). Imagine uma massa compacta de 25 mil torcedores em pé, a cantar, pular e vibrar em perfeita sintonia. É impossível não sentir arrepios, mesmo apenas imaginando o cenário! Mas afinal, o que torna esta arquibancada tão especial? E por que se tornou uma referência mundial no futebol?
O que é a Muralha Amarela?
A Muralha Amarela é a arquibancada sul (Südtribüne) do estádio do Borussia Dortmund. É o maior setor de apoio em pé da Europa, capaz de reunir cerca de 25 mil torcedores — todos vestidos de amarelo, criando um mar vibrante que se move, canta e pulsa durante 90 minutos (e muitas vezes, antes e depois do jogo).
Não há cadeiras, não há silêncio, não há pausas. O que existe é uma fusão entre paixão, música e energia pura, que transforma cada jogo do Dortmund em um espetáculo à parte.
Onde e como tudo começou?
Borussia Dortmund sempre teve uma das bases de torcedores mais fiéis da Alemanha. Contudo, a «Muralha Amarela» como a conhecemos hoje começou a ganhar fama perto dos anos 90, após a reconstrução e ampliação do antigo Westfalenstadion.
Com o novo formato, o setor sul tornou-se o ponto de encontro dos torcedores mais fervorosos. A disposição vertical das arquibancadas e a proximidade com o gramado criaram um ambiente único: o som ecoa e se amplifica como se o estádio fosse um instrumento gigante.
A partir daí, o mito cresceu. Jogos como o Dortmund x Schalke 04 — o lendário Revierderby — são autênticas experiências sensoriais, que além de agradar à vista pelo espetáculo dentro das quatro linhas, é ainda complementado pela energia que vem da Muralha Amarela. Quem já esteve lá costuma dizer que «não se assiste ao jogo, vive-se o jogo».
Um espetáculo dentro do espetáculo
Se há algo que diferencia a Muralha Amarela é o ritmo coletivo. Cada cântico, cada coreografia, cada bandeira é ensaiada e coordenada pela The Unity, o principal grupo de torcida organizada do clube.
Os torcedores balançam juntos, levantam faixas gigantescas, criam mosaicos e até coreografias de luz com celulares ou sinalizadores que conseguem infiltrar consigo para dentro do estádio. Em noites europeias, como na Liga dos Campeões, o estádio transforma-se em um verdadeiro teatro da paixão.
E se tiver dúvidas do impacto, basta procurar vídeos no YouTube. Há milhares — e todos mostram o mesmo: um mar humano em amarelo que não para um segundo.
Cultura, paixão e identidade
A Muralha Amarela não é apenas barulho. É também um símbolo cultural da cidade de Dortmund, uma cidade operária, de trabalhadores com um espírito comunitário incomparável. O Borussia Dortmund é o orgulho local e a arquibancada é o reflexo desse sentimento: autêntico, coletivo e genuíno.
Curiosamente, a cultura da Muralha inspirou torcidas pelo mundo. Clubes como o Celtic (Escócia), o Boca Juniors (Argentina) e até o Flamengo (Brasil) já criaram coreografias inspiradas nesse modelo de apoio total e incondicional.
E há outro detalhe importante: na Alemanha, a maioria dos clubes pertence em parte aos sócios — a famosa regra “50+1”. Isso faz com que os torcedores se sintam verdadeiros donos do clube, e não apenas espectadores. Essa ligação emocional (e econômica) é o coração da Muralha.
São 25 mil pessoas a cantar em uníssono, a cada passe, cada gol, cada defesa. Já imaginou estar no meio dessa energia?
Mesmo quem não é torcedor do Dortmund reconhece o impacto da Muralha Amarela. Não é apenas uma arquibancada — acaba mais por ser uma obra viva de amor pelo futebol e ainda uma das maiores provas de que este esporte ainda é, acima de tudo, uma experiência coletiva.
A Muralha Amarela é mais do que a arquibancada do Borussia Dortmund — é um símbolo da paixão pelo futebol.
Combina tradição, organização, identidade e emoção em um só espaço. É o retrato de um futebol que se vive com alma, onde cada torcedor faz parte da história.
E talvez seja por isso que, em cada canto do mundo, tantos sonham um dia em estar ali — no coração pulsante da Muralha Amarela, onde o futebol ainda é puro, vibrante e profundamente humano.
FAQS
O que é a Muralha Amarela? É o setor sul (Südtribüne) do estádio Signal Iduna Park, casa do Borussia Dortmund, conhecido por reunir cerca de 25 mil torcedores em pé a apoiar o clube durante todo o jogo.
Por que se chama Muralha Amarela? Recebe esse nome devido à cor amarela das camisas do Dortmund e ao visual impressionante da massa de torcedores que forma uma “parede” vibrante nas arquibancadas.
Quantas pessoas cabem na Muralha Amarela? Aproximadamente 25 mil pessoas, sendo a maior arquibancada em pé da Europa.
Quando surgiu a Muralha Amarela? Ganhou fama nos anos 1990, após a renovação do antigo Westfalenstadion, tornando-se símbolo da paixão do Borussia Dortmund.
Quem organiza os cânticos e coreografias? O grupo The Unity, principal associação de torcedores do Borussia Dortmund, coordena os cânticos, bandeiras e mosaicos que animam a arquibancada.
O que torna a Muralha Amarela tão especial? A energia coletiva, a paixão constante, a ligação cultural com a cidade de Dortmund e a tradição de apoio ininterrupto fazem dela uma das arquibancadas mais impressionantes do mundo.
A Muralha Amarela influenciou outras torcidas? Sim. Torcidas de clubes como Celtic, Boca Juniors e Flamengo já criaram coreografias e cânticos inspirados na atmosfera da Muralha Amarela.
Nesta quarta-feira (05/11), às 17h (horário de Brasília), o Manchester City recebe o Borussia Dortmund no Etihad Stadium, em Manchester, em um confronto válido pela 4ª rodada da UEFA Champions League 25/26.
Você poderá acompanhar ao vivo em:
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Um duelo de gigantes marca esta rodada da Champions League quando o oitavo colocado, Dortmund, enfrenta o nono colocado, o seu anfitrião, City. Empatados com 7 pontos em 3 jogos que disputaram, conseguiram 2 vitórias e 1 empate, cada um.
Ambos os times vivem bons momentos nos campeonatos em que participam: Os Citizens vêm confiantes em uma sequência de 5 jogos sem perder diante da sua torcida, enquanto o Dortmund busca fazer história seguindo as goleadas feitas nos últimos jogos da UCL dos quais participou.
Palpites para o jogo:
Mercado: Ambos times marcam Explicação: Estamos diante de duas equipes extremamente ofensivas e dado o histórico de mais de 4 gols nas partidas em que o Dortmund participou, arriscarei dizer que ambas as equipes irão balançar as redes.
Mercado: Haaland a marcar a qualquer momento Explicação: O jogador vai enfrentar o clube onde se tornou lenda, e está em incrível forma. O norueguês está numa forma sensacional, tendo marcado em quatro jogos consecutivos da Champions League e está em busca de fazer história: pode se tornar o primeiro jogador a marcar em cinco jogos consecutivos da UCL por três clubes diferentes (já o fez pelo RB Salzburg e pelo Dortmund).
Jovem inglês torna-se o mais precoce de sempre a atingir a marca das 50 partidas na prova milionária.
Jude Bellingham continua a escrever o seu nome na história do futebol europeu. O médio inglês do Real Madrid alcançou uma marca histórica na Liga dos Campeões ao tornar-se no jogador mais jovem a atingir as 50 partidas na competição. O feito foi estabelecido na recente derrota dos Merengues por 1-0 frente ao Liverpool, em Anfield.
Com apenas 22 anos e 4 meses, Bellingham superou a lenda do Real Madrid e do futebol espanhol, Iker Casillas, que detinha o recorde até agora. Casillas havia chegado às 50 presenças na Champions League com 22 anos, 5 meses e 2 dias.
A precocidade do talento de Bellingham coloca-o à frente de outros nomes de elite do futebol mundial na lista dos mais jovens a alcançar o meio-centenário de jogos na prova:
Club Brugge e Barcelona se enfrentam nesta quarta-feira, pela Liga dos Campeões. O jogo será às 17:00 hrs (horário de Brasília).
Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:
TNT
HBO Max
O Club Brugge chega para esse confronto com três pontos, ocupando a 24ª posição, com uma vitória e duas derrotas. Jogando em casa, busca surpreender e somar pontos preciosos nesta reta decisiva.
O Barcelona ocupa a 12ª posição do campeonato e, na competição, soma duas vitórias e uma derrota nas três primeiras rodadas. A equipe ainda lida com uma série de desfalques importantes, como Joan García, Gavi, Pedri, Raphinha e Ter Stegen, além das dúvidas envolvendo Christensen, Lewandowski e Dani Olmo.
Prováveis escalações:
Club Brugge: Jackers; Sabbe, Ordoñez, Mechele, Seys; Onyedika, Stanković, Vanaken; Carlos Forbs, Tzolis e Tresoldi.
Barcelona: Szczesny; Koundé, Cubarsí, Eric García e Balde; De Jong, Casadó, Fermín López; Yamal, Rashford e Ferrán Torres.
Palpites para o jogo:
Mercado: Mais de 1,5 gols + mais de 3,5 escanteios Barcelona (Criar aposta) Explicação: Aqui realizamos uma múltipla com duas oportunidades boas. Como a odd individual estava baixa, optamos por combinar as duas seleções.
Mercado:Mais de 7,5 chutes no gol Explicação: Esperamos um jogo aberto, com grandes oportunidades para ambos os lados. Portanto, essa entrada tem valor.
Mercado:Mais de 0,5 gols no 1º tempo Explicação: Essa entrada será feita quando a linha bater 1.80. Se ela atingir essa odd no primeiro tempo, antes dos 20 minutos, faremos a entrada.
O inicio da 4ª rodada da Fase de Liga da Champions League 2024/25 nesta terça-feira (04/11) reservou jogos movimentados e resultados importantes em vários países da Europa.
O Arsenal venceu com autoridade fora de casa, o Atlético de Madrid confirmou o favoritismo, e o Tottenham goleou.
Já Liverpool e Real Madrid fizeram o confronto mais aguardado do dia, decidido por um detalhe em Anfield, na Inglaterra.
A Juventus ficou no empate com o Sporting, enquanto PSG x Bayern terminou com vitória alemã e expulsões.
Tabela da Champions League 2025/26
Resultados da terça-feira (04/11):
Napoli 0 x 0 Eintracht
Slavia Praha 0 x 3 Arsenal
Atlético de Madrid 3 x 1 Union Berlin
Liverpool 1 x 0 Real Madrid
Tottenham 4 x 0 Copenhague
Olympiacos 1 x 1 PSV
Juventus 1 x 1 Sporting
PSG 1 x 2 Bayern
Bodø/Glimt 0 x 1 Mônaco
A quarta-feira (05/11) promete mais uma sequência de partidas importantes. O destaque fica para Manchester City x Borussia Dortmund, enquanto Chelsea, Barcelona, Inter de Milão e Benfica
Jogos desta quarta-feira (05/11):
14h45 – Pafos x Villarreal
14h45 – Qarabağ x Chelsea
17h – Manchester City x Borussia Dortmund
17h – Newcastle x Athletic Bilbao
17h – Ajax x Galatasaray
17h – Club Brugge x Barcelona
17h – Benfica x Bayer Leverkusen
17h – Internazionale x Kairat
17h – Olympique de Marselha x Atalanta
Jogos desta quarta-feira (05/11) da Champions League – Foto: Instagram