A Champions League 2025/26 entra na sua 3ª rodada da Fase de Liga com confrontos decisivos que podem começar a definir os rumos da classificação para as oitavas de final.
Após uma 2ª rodada de emoção — com destaque para a vitória de virada do PSG por 2 a 1 sobre o Barcelona, o torneio europeu promete mais capítulos eletrizantes nesta semana.
8 primeiros avançam diretamente para as oitavas de final;
Do 9º ao 24º lugar, disputam os playoffs, um mata-mata extra;
A partir daí, o torneio segue em formato tradicional até a grande final, marcada para o dia 30 de maio de 2026, na Arena Puskás, em Budapeste (Hungria).
O estádio húngaro já recebeu a decisão da Europa League em 2023, e agora volta a ser palco da principal competição de clubes.
Entre os principais confrontos da rodada estão:
Arsenal x Atlético de Madrid, no Emirates Stadium
Real Madrid x Juventus, no Santiago Bernabéu
Jogos da 3ª rodada da Champions League 2024/25 – Foto: Uefa
Tabela da 3ª rodada da Fase de Liga
Terça-feira, 21 de outubro
13h45 – Barcelona x Olympiacos
13h45 – Kairat Almaty x Pafos
16h00 – Newcastle x Benfica
16h00 – PSV x Napoli
16h00 – Bayer Leverkusen x PSG
16h00 – Union SG x Internazionale
16h00 – Copenhague x Borussia Dortmund
16h00 – Villarreal x Manchester City
16h00 – Arsenal x Atlético de Madrid
Quarta-feira, 22 de outubro
13h45 – Athletic Bilbao x Qarabağ
13h45 – Galatasaray x Bodø/Glimt
16h00 – Chelsea x Ajax
16h00 – Real Madrid x Juventus
16h00 – Sporting x Olympique de Marseille
16h00 – Mônaco x Tottenham
16h00 – Atalanta x Slavia Praga
16h00 – Eintracht Frankfurt x Liverpool
16h00 – Bayern de Munique x Club Brugge
Onde assistir à Champions League 2025/26 no Brasil
A transmissão oficial no Brasil será feita por estas plataformas:
SBT – transmite um jogo por semana em TV aberta.
TNT e Space – exibem algumas partidas na TV por assinatura.
Max – transmite todos os jogos ao vivo para assinantes.
Arsenal e Atlético de Madrid entram em campo nesta terça-feira, às 16:00 hrs (horário de Brasília).
Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:
TNT
Max
SBT
Hoje terá início a terceira rodada da fase de liga da Champions League. O jogo será disputado no Estádio Emirates, em Londres.
O Arsenal está na quinta posição da competição, com 6 pontos. A equipe inglesa vem de uma sequência de duas vitórias na competição e uma sequência avassaladora de cinco vitórias seguidas, contando com outras competições.
O Atlético de Madrid ocupa o décimo lugar, com 3 pontos na competição, tendo uma vitória e uma derrota — derrota essa que foi no jogo de estreia contra o Liverpool. Porém, o Atleti mostrou uma reviravolta no seu segundo jogo, vencendo o Eintracht Frankfurt.
Sabemos que o campeonato ainda está no começo. Mesmo em posições distintas na tabela, esperamos um grande jogo, aberto para as duas equipes, comparando os últimos confrontos entre ambas.
Palpites para o jogo:
Mercado: Mais de 1,5 gols Explicação: A tendência é de um jogo disputado. Nos últimos jogos em sua maioria saíram 2 ou mais gols.
Mercado: Ambas as equipes marcam Explicação: Já que as duas equipes têm objetivos no campeonato, será um jogo aberto, com possibilidade de gols para as duas equipes.
O duelo entre dois colossos europeus ocorrerá nesta terça-feira às 16h (horário de Brasília), na BayArena, pela 3ª rodada da fase de grupos da UEFA Champions League 2025/26.
Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:
HBO Max
Bayer Leverkusen e PSG vivem momentos diferentes nas qualificatórias. O time alemão que ainda não conseguiu vencer nenhuma das partidas que disputou até aqui, irá receber o embalado time parisiense que busca se consolidar ainda mais nas primeiras posições desta etapa. Depois de conseguir dois empates e fazer apenas 2 pontos contra equipes não tão bem ranqueadas (FC Copenhagen e PSV), o time de Kasper Hjulmand irá enfrentar uma das formações mais competitivas e bem sucedidas da temporada.
O time de Luis Enrique viaja até à Alemanha com um objetivo muito claro: tentar manter a todo custo a sua sequência de triunfos. Depois de terem conquistado preciosos 6 pontos e o terceiro lugar geral, fruto de duas vitóriassobre Atalanta (4×0) e Barcelona (2×1), os Rouge et Bleu deverão apostar todas as suas cartas para conseguirem se manter na parte mais alta da tabela.
Os times se enfrentaram em apenas duas ocasiões (jogo de ida e volta) em partidas válidas para as oitavas de finais da UCL de 2013/14, onde o time francês venceu ambos os tentos, obtendo um placar de 4×0 como visitantes.
Palpites para o jogo:
Mercado: Acima de 2.5 gols (Odd: 1.54) Explicação: A tendência é de um jogo aberto e muitas oportunidades para gol surgirão. Ambas as equipes possuem um setor ofensivo muito forte, e um setor de meio campo criativo, que possivelmente resultará em uma partida com muitos balanços de redes.
Mercado: Ambos times marcam (Odd: 1.56) Explicação: Os dois times possuem um objetivo muito claro na competição e estilos ofensivos. Como as duas equipes possuem no momento desfalques importantes em suas defesas, acredito em uma partida com gols para os dois lados.
A Forbes divulgou uma lista com os 10 jogadores de futebol mais bem pagos do mundo. Sem nenhuma surpresa, o ranking é liderado por Cristiano Ronaldo, atualmente no Al-Nassr. Contudo, um brasileiro aparece na lista na sexta colocação: Vinícius Júnior, do Real Madrid.
Os valores anunciados na publicação da Forbes são equivalentes aos salários anuais dos atletas.
Na lista, Cristiano Ronaldo assume a ponta com 280 milhões de dólares anuais (R$ 1,5 bilhão), valor pago pelo Al-Nassr. Logo em seguida, aparece Lionel Messi, do Inter Miami, recebendo cerca de 130 milhões de dólares (R$ 707,9 milhões). Fechando o Top-3, o atacante francês do Al-Ittihad, Karim Benzema tem a bagatela anual de 104 milhões de dólares (R$ 566,3 milhões).
Confira o Top-10
Cristiano Ronaldo (Al-Nassr) – 280 milhões de dólares;
Lionel Messi (Inter Miami) – 130 milhões de dólares;
Karim Benzema (Al-Ittihad) – 104 milhões de dólares;
Kylian Mbappé (Real Madrid) – 95 milhões de dólares;
Erling Haaland (Manchester City) – 85 milhões de dólares;
Vini Jr. (Real Madrid) – 60 milhões de dólares;
Mohamed Salah (Liverpool) – 55 milhões de dólares;
Sadio Mané (Al-Nassr) – 54 milhões de dólares;
Jude Bellingham (Real Madrid) – 44 milhões de dólares;
Lamine Yamal (Barcelona) – 43 milhões de dólares.
Único brasileiro que aparece na lista, Vinicius Júnior, recebe aproximadamente 60 milhões de dólares por temporada, sendo 40 milhões do Real Madrid e os 20 milhões restantes de publicidade.
Estevão, revelado pelo Palmeiras e atualmente no Chelsea, é o único representante brasileiro entre os 20 finalistas do Golden Boy 2025, prêmio organizado pelo jornal italiano Tuttosport.
A premiação é o melhor jogador sub-21 da temporada 2024/25. A lista conta com nomes promissores do futebol mundial, incluindo Arda Güler e Mastantuono, do Real Madrid, e Doué, do PSG.
Com seis jogadores entre os finalistas, a França se consolida como a principal força jovem do futebol europeu. O destaque vai para Désiré Doué, do PSG, e Leny Yoro, do Manchester United.
O Real Madrid aparece com três nomes: Arda Güler, Mastantuono e Huijsen, reforçando a política merengue de investir em jovens. Já o PSG conta com três: Doué, Senny Mayulu e Zaïre-Emery.
Aos 18 anos, Estevão é considerado uma das maiores promessas do futebol brasileiro. Formado no Palmeiras, o atacante foi vendido ao Chelsea em 2024 por 61,5 milhões de euros (R$ 389 milhões).
Estêvão no jogo entre Brasil x Japão – Foto: Rafael Ribeiro/CBF
Lista dos finalistas do Golden Boy 2025
Confira os 20 jogadores que concorrem ao Golden Boy 2025:
Criado em 2003, o prêmio é um dos mais tradicionais do futebol europeu. Organizado pelo jornal Tuttosport, o troféu reconhece o melhor jogador sub-21 atuando em clubes da Europa.
O prêmio já foi conquistado por Lionel Messi, Mbappé e Haaland. Lamine Yamal, do Barcelona, não pode concorrer novamente, já que o regulamento impede vitórias consecutivas.
A UEFA confirmou que a Champions League passará por mudanças históricas a partir da temporada 2027/28.
O anúncio foi feito durante o Conselho de Administração da UC3, realizado dentro da 32ª Assembleia Geral dos Clubes Europeus, em Roma, e promete reformular completamente o formato.
Entre as novidades estão a criação de uma cerimônia de abertura oficial, um calendário reformulado e a transmissão por meio de plataformas de streaming globais para modernizar o torneio.
Taça da Champions League no sorteio – Foto Divulgação/Uefa
Cerimônia de abertura e estreia exclusiva
Atualmente, o primeiro dia da fase de grupos conta com diversos jogos acontecendo simultaneamente. A partir de 2027, esse modelo será substituído por um formato mais centralizado:
Jogo de abertura exclusivo, protagonizado pelo campeão europeu da temporada anterior, que fará sua estreia em casa.
A partida terá cerimônia de abertura com shows e atrações, em formato semelhante ao da Copa do Mundo e da Eurocopa.
Aumentar a visibilidade global do torneio e criar um evento de abertura que celebre o início da temporada europeia.
We are opposed to domestic league matches being played abroad.
Two requests have been approved on an exceptional basis due to regulatory gaps at global level.
We are committed to anchoring the integrity of domestic competitions and fans’ perspectives in forthcoming FIFA rules.
Segundo o jornal português A Bola, essa mudança foi inspirada no sucesso dos grandes eventos esportivos internacionais e deve transformar o início da Champions em um verdadeiro espetáculo.
A reformulação faz parte da estratégia da de rejuvenescer o público e acompanhar as transformações digitais do futebol moderno, com mais interação e conteúdos exclusivos.
A cerimônia da Bola de Ouro de 2025 agitou o mundo do futebol na última segunda-feira (22/09), coroando Ousmane Dembélé, atacante do PSG, como o mais novo dono da honraria.
Ao faturar o prêmio, o atacante francês não apenas conquistou seu primeiro troféu individual, mas também colocou a França no topo de um ranking histórico ao lado da Argentina.
A nova contagem da premiação da revista France Football tem os franceses empatados com os argentinos. Essa disputa pelo topo é um dos pontos mais fascinantes da história da premiação.
Mesmo sem um título recente, sendo o último Kaká em 2007, o Brasil é cheia de glórias, com quatro jogadores imortais na galeria dos vencedores. Relembre quem já faturou o prêmio:
Ronaldo (1997 e 2002)
Rivaldo (1999)
Ronaldinho Gaúcho (2005)
Kaká (2007)
Vale lembrar que, até o ano de 1995, apenas jogadores europeus podiam ser premiados. Essa regra mudou e abriu as portas para craques de todo o mundo, como os atletas brasileiros.
Ranking da Bola de Ouro por países
É importante notar, também, que os títulos da Alemanha Ocidental foram somados aos da Alemanha atual, enquanto os prêmios dados a atletas da União Soviética e da Tchecoslováquia continuam contabilizados para esses países já extintos.
1. Argentina e França : 8
3. Alemanha, Holanda e Portugal: 7
6. Brasil, Inglaterra e Itália: 5
9. Espanha: 4
10. União Soviética: 3
11. Bulgária, República Tcheca, Croácia, Dinamarca, Escócia, Hungria, Irlanda do Norte, Libéria, Tchecoslováquia e Ucrânia: 1
Todos os vencedores da Bola de Ouro
Argentina: 8 – Messi (oito vezes)
França: 8 – Platini (três vezes), Raymond Kopa, Jean-Pierre Papin, Zinedine Zidane, Karim Benzema e Ousmane Dembélé (uma vez cada)
Alemanha: 7 – Franz Beckenbauer (duas vezes), Karl-Heinz Rummenigge (duas vezes), Gerd Muller, Lothar Matthaus e Matthias Sammer (uma vez cada)
Holanda: 7 – Marco van Basten (três vezes), Johan Cruyff (três vezes) e Ruud Gullit (uma vez)
Portugal: 7 – Cristiano Ronaldo (cinco vezes), Eusébio e Luis Figo (uma vez cada)
Itália: 5 – Omar Sívori, Gianni Rivera, Paolo Rossi, Roberto Baggio e Fabio Cannavaro (uma vez cada)
Inglaterra: 5 – Kevin Keegan (duas vezes), Stanley Matthews, Bobby Charlton e Michael Owen (uma vez cada)
Brasil: 5 – Ronaldo (duas vezes), Rivaldo, Ronaldinho e Kaká (uma vez cada)
Espanha: 4 – Alfredo Di Stéfano (duas vezes), Luís Suárez e Rodri (uma vez cada)
União Soviética: 3 – Lev Yashin, Oleg Blokhin e Igor Belanov (uma vez cada)
A Bola de Ouro consagra os maiores talentos do futebol da temporada entre o segundo semestre de 2024 e o primeiro semestre de 2025, na categoria masculina e feminina.
A 69ª edição da cerimônia, organizada pela renomada revista France Football, foi realizada na segunda-feira (22/09), no majestoso Théâtre du Châtelet, em Paris. O evento reúne a elite de atletas do mundo para premiar os que mais brilharam.
A lista de indicados estava repleta de craques de diferentes ligas e seleções, com a presença de jogadores brasileiros nas categorias.
A premiação não se restringiu apenas ao prêmio de melhor jogador e melhor jogadora. Outras trófeus individuais importantes serão entregues, reconhecendo o talento em diversas posições.
Ousmane Dembélé com a taça da Champions League 2024/25 – Foto: Instagram
Todas as 7 categorias da Bola de Ouro 2025
Para a análise, a organização considera o trabalho até a final do Mundial de Clubes (13 de julho) para a categoria masculina e a decisão da Copa América (2 de agosto) para a feminina.
Bola de Ouro: Melhor jogador e melhor jogadora da temporada.
Troféu Yashin: Condecora o melhor goleiro e a melhor goleira.
Troféu Kopa: Premia os melhores jogadores sub-21, no masculino e feminino.
Troféu Gerd Müller: Para o artilheiro do ano.
Troféu Cruyff: Reconhece o melhor treinador no futebol masculino e feminino.
Time do Ano: As seleções ideais masculinas e femininas da temporada.
Prêmio Sócrates: Homenageia atletas engajados em causas sociais.
A Bola de Ouro, premiação que elege o melhor jogador de futebol da temporada é anualmente realizada no Théâtre du Châtelet, em Paris, pela France Football e sempre agita o fãs do futebol.
Na 69ª edição, Raphinha e Vinicius Júnior representaram a chance do Brasil voltar a ter um vencedor depois de mais de uma década, mas a expectiva pelo atacante do Barcelona não se concretizou.
Ele terminou apenas na quinta colocação. Portanto, a última vez de um brasileiro em primeiro segue sendo com Kaká, em 2007. No entanto, muitos ainda consideram injusto o fato de Vinicius Júnior ter perdido o prêmio para o espanhol Rodri, na tempora passada.
Kaká recebe a Bola de Ouro em 2007 — Foto: Divulgação/Ballon d’Or
Apesar da expectativa dos torcedores brasileiros, a disputa é acirrada e conta com outros jogadores de destaque, como o francês Ousmane Dembélé, que conquistou a Champions League 2024/25 pelo PSG, e tem sido apontado como o favorito.
Todos os 69 vencedores da Bola de Ouro
A Argentina lidera o ranking de países com mais conquistas, totalizando oito troféus, todos pertencentes à Lionel Messi, o maior vencedor individual da história da categoria masculina.
Logo atrás, com sete títulos cada, vêm Alemanha, Holanda e Portugal. O Brasil soma cinco conquistas: Ronaldo (1997 e 2002), Rivaldo (1999), Ronaldinho Gaúcho (2005) e Kaká (2007).
O prêmio, historicamente dado a atacantes e meio-campistas, já teve exceções notáveis: o goleiro russo Lev Yashin em 1963, e o zagueiro italiano Fabio Cannavaro em 2006, provando que a excelência em qualquer posição pode ser reconhecida.
1956 – Stanley Matthews (ING) – Blackpool
1957 – Di Stéfano (ESP) – Real Madrid
1958 – Raymond Kopa (FRA) – Real Madrid
1959 – Di Stéfano (ESP) – Real Madrid
1960 – Luis Suárez (ESP) – Barcelona
1961 – Sivori (ITA) – Juventus
1962 – Josef Masopust (TCH) – Dukla Praga
1963 – Yashin (RUS) – Dínamo de Moscou
1964 – Denis Law (ESC) – Manchester United
1965 – Eusébio (POR) – Benfica
1966 – Bobby Charlton (ING) – Manchester United
1967 – Flórián Albert (HUN) – Ferencváros
1968 – George Best (NIRL) – Manchester United
1969 – Gianni Rivera (ITA) – Milan
1970 – Gerd Müller (ALE) – Bayern de Munique
1971 – Johan Cruijff (HOL) – Ajax
1972 – Franz Beckenbauer (ALE) – Bayern de Munique
1973 – Johan Cruijff (HOL) – Barcelona
1974 – Johan Cruijff (HOL) – Barcelona
1975 – Oleg Blokhin (UCR) – Dínamos de Kiev
1976 – Beckenbauer (ALE) – Bayer de Munique
1977 – Allan Simonsen (DIN) – Borussia Mönchengladbach
1978 – Kevin Keegan (ING) – Hamburgo
1979 – Kevin Keegan (ING) – Hamburgo
1980 – Rummenigge (ALE) – Bayern de Munique
1981 – Rummenigge (ALE) – Bayern de Munique
1982 – Paolo Rossi (ITA) – Juventus
1983 – Michel Platini (FRA) – Juventus
1984 – Michel Platini (FRA) – Juventus
1985 – Michel Platini (FRA) – Juventus
1986 – Igor Belanov (UCR) – Dínamo de Kiev
1987 – Ruud Gullit (HOL) – Milan
1988 – Van Basten (HOL) – Milan
1989 – Van Basten (HOL) – Milan
1990 – Matthäus (ALE) – Inter de Milão
1991 – Jean-Pierre Papin (FRA) – Olympique de Marseille
1992 – Van Basten (HOL) – Milan
1993 – Baggio (ITA) – Juventus
1994 – Stoichkov (BUL) – Barcelona
1995 – Weah (LIB) – Milan
1996 – Sammer (ALE) – Borussia Dortmund
1997 – Ronaldo (BRA) – Inter de Milão
1998 – Zidane (FRA) – Juventus
1999 – Rivaldo (BRA) – Barcelona
2000 – Figo (POR) – Real Madrid
2001 – Owen (ING) – Liverpool
2002 – Ronaldo (BRA) – Real Madrid
2003 – Nedved (TCH) – Juventus
2004 – Shevchenko (UCR) – Milan
2005 – Ronaldinho Gaúcho (BRA) – Barcelona
2006 – Cannavaro (ITA) – Real Madrid
2007 – Kaká (BRA) – Milan
2008 – Cristiano Ronaldo (POR) – Manchester United
Se você é madridista de verdade, já deve ter ouvido falar que a torcida Ultras Real Madrid carrega o apelido de “Vikings”. Mas já parou para pensar de onde vem essa história? Pois é, não foi da Netflix, nem de moda passageira. Esse apelido nasceu de um período em que o Real Madrid não só jogava futebol… ele conquistava a Europa como se fosse dono do continente.
A equipe do Portal Camisa12 foi atrás dessa origem e vai te contar como os Ultras Real Madrid se conectaram com a ideia de serem os “vikings do futebol”. Spoiler: envolve goleadas históricas, invasões em campos rivais e até contratações que reforçaram essa identidade.
Embarque nessa história com a gente!
O que significa ser Ultra no futebol
Antes de entrar na história do apelido, bora entender o que é ser Ultra. E não, não é só gritar “Hala Madrid” no sofá de casa.
Ser Ultra é estar no estádio do primeiro ao último minuto. É cantar quando o time tá goleando e, principalmente, quando o time tá sofrendo. É levantar bandeira, puxar coreografia e transformar um jogo comum num espetáculo de arquibancada.
No Real Madrid, esse espírito ficou famoso com o grupo Ultras Sur, que dominou o Bernabéu nos anos 80 e 90. Só que aí tem um porém: junto com a festa, também vieram polêmicas, brigas e ideologias radicais que acabaram afastando o clube deles. Hoje, a vibe Ultra continua na Grada Fans, mas de um jeito mais controlado, sem perder a essência de empurrar o time.
Origem do apelido ‘Vikings’ no Real Madrid
Agora sim, vamos para a parte boa. Por que raios o Real Madrid ganhou esse apelido de “Vikings”?
A década de 60: quando o Real invadia a Europa
Imagina você estar em Glasgow em 1960. Final da Taça dos Campeões. Real Madrid contra Eintracht Frankfurt. Placar final: 7 a 3. Sete gols. Quem viu aquilo não esqueceu jamais.
Foi nesse cenário que a imprensa inglesa soltou a comparação: o Real Madrid jogava como verdadeiros vikings. Entravam em campo como se fosse uma invasão, conquistando territórios e deixando rivais sem chão. E convenhamos… faz todo sentido.
Os reforços nórdicos que reforçaram a lenda
A coisa não parou nos anos 60. Na década de 70, o Real trouxe jogadores que tinham tudo a ver com essa imagem de guerreiros do norte: Günter Netzer, Paul Breitner, Uli Stielike e Henning Jensen.
Altos, fortes, com aquele estilo germânico/nórdico, eles pareciam saídos direto de uma saga viking. Aí não teve jeito: o apelido colou de vez, tanto dentro quanto fora da Espanha.
Vikings e a identidade dos Ultras Real Madrid
A torcida comprou a ideia e transformou o apelido em identidade. Grupos como o Orgullo Vikingo nasceram justamente para carregar esse símbolo. E se você já foi ao Bernabéu, sabe que a festa é coisa séria: bandeiras com dragões, gritos de guerra e uma atmosfera que faz qualquer rival se sentir “invadido” dentro de campo.
Para os Ultras Real Madrid, ser chamado de Viking não é só questão de história. É sobre atitude: estar pronto para apoiar sempre, encarar qualquer rival e manter a fama do clube como o verdadeiro Rei da Europa.
Cultura madridista além dos Ultras
Claro que a torcida do Real não se resume aos Ultras. A identidade madridista tem vários símbolos que carregam a tradição do clube. Vamos relembrar alguns:
Madridista: qualquer torcedor do Real Madrid.
Hala Madrid!… y nada más: o hino que arrepia a arquibancada inteira.
Los Blancos: referência ao uniforme branco que virou marca registrada.
Rey de Europa: título que ninguém tira, afinal, são 15 Champions na conta.
E aí entra também o apelido “Vikings”, que completa esse pacote e mostra como o Real é visto: não apenas como um time, mas como uma lenda que atravessa gerações.
O que restou dos Ultras hoje
Madrid. A Grada Fans manteve a chama acesa, com cantos e coreografias que seguem empurrando o time em grandes noites europeias.
Ou seja: o espírito viking continua ali, vivo, pronto para lembrar que, quando o Real entra em campo, não tem meio-termo. É conquistar ou conquistar.
FAQs sobre Ultras Real Madrid e o apelido Vikings
1. Quem são os Ultras Real Madrid?
São torcedores organizados que apoiam o clube com cantos, bandeiras e coreografias, especialmente no Santiago Bernabéu.
2. O clube reconhece oficialmente esses grupos?
Não. Depois de anos de polêmicas com o Ultras Sur, o Real passou a apoiar apenas setores organizados mais controlados, como a Grada Fans.
3. Por que a torcida do Real Madrid é chamada de Vikings?
Porque nos anos 60 o time dominava a Europa como uma invasão, e depois recebeu jogadores nórdicos que reforçaram o apelido.
4. O apelido Vikings tem ligação com violência?
Não. Ele surgiu pela força do Real em campo, não por causa do comportamento da torcida.
5. Existem grupos que usam esse apelido oficialmente?
Sim. O Orgullo Vikingo é um exemplo de torcida que assumiu essa identidade.
Conclusão
No fim das contas, o apelido “Vikings” é um símbolo perfeito do que o Real Madrid representa: conquista, força e dominação europeia. Ele nasceu dos anos dourados do clube, ganhou força com jogadores nórdicos e hoje faz parte do DNA da torcida Ultras Real Madrid.
A equipe do Portal Camisa12 trouxe essa história porque acredita que futebol é muito mais do que gols. É cultura, é identidade, é arquibancada. E se você é madridista, já sabe: vestir essa camisa é carregar um legado que ninguém tira.