Na noite desta última quinta-feira (19), a Conmebol sorteou os grupos da Libertadores 2026. O Brasil contará com seis representantes nesta primeira fase: Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Mirassol e Palmeiras. A grande final está marcada para acontecer no dia 28 de novembro, em Montevidéu, no Uruguai.
A Libertadores já sabe quais os 32 clubes que estão na disputa da fase de grupos em busca da “Glória Eterna”. O sorteio para definir o chaveamento ocorrerá no dia 19 de março, às 20h (horário de Brasília), e terá seis representantes brasileiros: Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Mirassol e Palmeiras.
— CONMEBOL Libertadores (@LibertadoresBR) March 13, 2026
O Brasil poderia ter tido representantes no maior torneio da América do Sul, mas Bahia e Botafogo pararam no caminho e foram eliminados na Pré-Libertadores. Mesmo com a queda precoce, o clube carioca ainda conseguiu uma vaga para disputar a Sul-Americana, visto que caiu na última fase prévia para o Barcelona de Guayaquil. Já o Esquadrão de Aço não teve a mesma sorte e deixou o torneio logo no início para o O’Higgins, não disputando nenhuma competição da Conmebol em 2026.
Os potes do sorteio serão conhecidos pelo ranking da Conmebol, divulgado no início do ano. A entidade deve garantir a distribuição total de maneira oficial nos próximos dias. É bom lembrar que cada grupo terá uma equipe de cada pote, havendo apenas uma restrição: times do mesmo país poderão ser sorteados na mesma chave caso um deles venha da Pré-Libertadores. Como os dois brasileiros já foram eliminados, ninguém se encontrará na fase de grupos.
O Flamengo foi derrotado novamente pelo Lanús nesta quinta-feira (26/02), desta vez, no Maracanã, pelo jogo de volta da Recopa Sul-Americana. O time carioca foi superado pelo placar de 3 a 2, após conseguir vencer no tempo normal por 2 a 1, mas na prorrogação, levou a remontada e perdeu o título em casa.
No jogo de ida, os argentinos venceram por 1 a 0 e conseguiram aproveitar as falhas do time comandado por Filipe Luís para garantir de vez o título.
Os gols do Mengão foram marcados por Arrascaeta e Jorginho, ambos em cobranças de pênaltis. Já o Lanús marcou com Castillo, Canale e Aquino.
Resumo da partida
O primeiro tempo começou com uma grande pressão do Lanús, mas o Flamengo é que parece ser mais perigoso no ataque e quase abre o placar aos 4 minutos, com Pulgar fazendo uma bela jogada e passando para Carrascal, que bate forte e obriga Losada a trabalhar.
O jogo permanece truncado, com o Lanús tentando criar contra-ataques ofensivos e o Flamengo ficando na área do adversário. O time Rubro-Negro foi quem conseguiu criar uma chance e novamente com Carrascal, desta vez, aproveitando a sobra e finalizando de primeira, mas a bola explode em Losada.
Precisando do resultado, o time carioca seguia ofensivo e desperdiçou novas chances com Plata chutando para fora, assim como Léo Pereira, mas como quem não faz leva, o Flamengo logo foi castigado. Aos 28 minutos da etapa inicial, Rossi recebe um recuo ruim de Ayrton Lucas e escorrega, com a bola sobrando para Rodrigo Castillo, sozinho e com o gol aberto, abrir o placar, 1 a 0.
A torcida rubro-negra logo reagiu vaiando o time e parece que a pressão deu certo, já que aos 33 minutos, Varela lança a bola na área do Lanús, Carrera se joga para tirar o perigo e bate com o braço na bola, pênalti para o Flamengo. Na cobrança, Arrascaeta bate rasteiro no canto, empatando a partida, 1 a 1.
O time carioca seguia tentando criar chances de virar o placar, mas o Lanús seguia firme na defesa e levou o resultado momentâneo para o intervalo.
O segundo tempo começou novamente com pressão do Flamengo, que tentava usar o fator chuva ao seu favor atuando em frente a sua torcida. Conquistando o título com o resultado, o Lanús fazia cera, iniciando a raiva nas arquibancadas.
O time rubro-negro criou uma boa oportunidade aos 07 minutos com Arrascaeta cabeceando o cruzamento de Carrascal, mas a bola vai fraca e sem perigo para Losada. Outro que não colocou força na finalização foi Plata, que mandou nas mãos do goleiro.
Filipe Luís decidiu fazer algumas mudanças no time, mas elas não surgiram com o efeito esperado. O Lanús seguia apenas se defendendo, dando sua área para o Flamengo adentrar sem medo e aos 26 minutos da etapa final, Varela cruza a bola, Arrascaeta escora e Paquetá enche o pé, mas Losada seguia brilhando.
O desespero bateu no Flamengo, que finalizava qualquer oportunidade, desperdiçando uma boa chance com Léo Pereira, mas uma hora as coisas dariam certas. Aos 34 minutos, Jorginho passa a bola para Arrascaeta, que é derrubado dentro da área por dois marcadores do time argentino, pênalti marcado. Na cobrança, o ítalo-brasileiro bate no meio e desloca Losada, 2 a 1, resultado que levava para a prorrogação.
Antes do fim da etapa final, o Flamengo ainda desperdiçou chances de garantir o título com Pedro e Everton Cebolinha, mas o jogo foi para os 30 minutos extras.
Prorrogação
No primeiro tempo da prorrogação, o Flamengo permanecia melhor e o Lanús apenas ficava na sua área de defesa, mas nenhuma finalização com perigo aconteceu.
Mas na segunda etapa, os jogadores do Flamengo apresentaram um rápido cansaço em campo, fazendo com que o Lanús se aproveitasse da situação e esquecesse qualquer possibilidade de pênaltis. Aos 12 minutos, Sepúlveda cobra escanteio e Canale consegue subir sozinho para cabecear para o gol, 2 a 2.
Perdendo o título, a situação do Flamengo piorou aos 16 minutos da prorrogação, quando Aquino consegue vencer a dividida com Pulgar, avança, dribla o goleiro Rossi e marca o terceiro gol, título garantido com o resultado.
O Mirassol confirmou nesta sexta-feira a contratação do atacante Tiquinho Soares. O centroavante de 35 anos chega por empréstimo junto ao Santos e defenderá o Leão até o fim da temporada de 2026.
Tiquinho já está integrado ao elenco desde o último fim de semana, quando desembarcou na região de São José do Rio Preto e foi recebido por torcedores. No novo clube, vestirá a camisa 29.
A contratação representa um movimento de peso para o Mirassol, que terá calendário cheio em 2026, com disputas da Série A do Campeonato Brasileiro, da Copa do Brasil e da Libertadores. A diretoria aposta na experiência do atacante para fortalecer o setor ofensivo em um ano considerado histórico para o clube.
Carreira de Tiquinho Soares
Com 1,87m de altura e forte presença de área, Tiquinho construiu trajetória sólida no futebol nacional e internacional. Revelado pelo América-RN, ganhou projeção no exterior após passagens por Portugal, onde atuou por Nacional, Vitória de Guimarães e principalmente pelo Porto. No clube português, viveu o período mais vitorioso da carreira, acumulando títulos nacionais e números expressivos de gols.
Após experiências na China e na Grécia, o atacante retornou ao Brasil em 2022 para defender o Botafogo, onde viveu grande fase, sendo peça decisiva em campanhas importantes. Em seguida, transferiu-se para o Santos, onde atuou ao longo de 2025. Nesta temporada, ainda não entrou em campo oficialmente.
Novo Desafio
No Mirassol, Tiquinho encontrará concorrência no comando de ataque, com nomes como Nathan Fogaça, André Luis, Renato Marques e Rodrigo Rodrigues. A expectativa é que o centroavante agregue experiência e poder de decisão, principalmente em jogos de maior pressão.
Por questões contratuais, o atacante não poderá atuar contra o Santos no próximo compromisso entre as equipes. Ainda assim, a diretoria vê a contratação como estratégica para elevar o nível do elenco e encarar os desafios da temporada.
Com a chegada de Tiquinho Soares, o Mirassol reforça seu projeto esportivo para 2026 e aposta na bagagem do atacante para buscar protagonismo nas competições que disputará.
Falar de Abel Ferreira no futebol brasileiro é mexer num vespeiro. Para alguns, ele é o maior técnico da história recente do país, talvez até de todos os tempos. Para outros, um treinador ultrapassado, que vive de momentos que já passaram. No meio disso tudo, existe a análise fria: resultados, impacto tático e comportamento.
E é aí que a discussão fica interessante.
O que ninguém pode negar
Se existe algo indiscutível na trajetória de Abel no Palmeiras, é a capacidade de competir. Ele transformou o clube em uma máquina de decisão. Libertadores, Brasileirão, Copa do Brasil, não importa o palco. O time entra para ganhar.
O principal mérito dele é a mentalidade. Abel criou um ambiente onde o elenco entende o peso de cada jogo. O Palmeiras raramente é um time ingênuo. É organizado, intenso e, principalmente, resiliente. Quantas vezes a equipe virou jogos improváveis? Isso não é acaso. É trabalho.
Taticamente, ele também mostrou versatilidade. Já jogou com três zagueiros, linha de quatro, variações no meio, transições rápidas, jogo direto quando necessário. Não é um treinador preso a um único modelo. Ele lê o adversário e adapta o plano.
Outro ponto forte é a gestão de grupo. Mesmo com elenco estrelado e pressão constante, o vestiário raramente explode publicamente. Há controle, há hierarquia, há comando.
Mas nem tudo são flores
Ao mesmo tempo, Abel construiu um personagem que, em alguns momentos, pesa contra ele.
A postura explosiva à beira do campo gera desgaste. Suspensões, embates com arbitragem, coletivas tensas. Em certos momentos, parece que o discurso de “nós contra todos” alimenta demais o conflito e menos o jogo.
Além disso, há críticas sobre o estilo de jogo em partidas grandes fora de casa. Em alguns confrontos decisivos, o Palmeiras opta por uma postura excessivamente reativa. Funciona? Muitas vezes, sim. Mas também já custou eliminações e atuações abaixo do esperado.
Existe ainda a questão da relação com o ambiente externo. Parte da torcida rival vê arrogância onde o palmeirense enxerga confiança. E isso é inevitável quando se vence tanto.
O peso do legado
Abel Ferreira já é um dos treinadores mais vitoriosos da história do Palmeiras e isso não é opinião, é estatística. O que se discute agora não é competência. Ele elevou o nível de exigência do clube. O torcedor hoje não aceita menos do que disputar todos os títulos. Isso é consequência direta do trabalho dele.
Sem clubismo: é impossível ignorar o impacto positivo. Mas também é legítimo questionar comportamento, escolhas pontuais e estilo em determinados jogos.
No fim das contas, Abel é exatamente o que todo grande técnico costuma ser: vencedor, intenso e polarizador.
E talvez seja justamente isso que o mantenha no topo.
Confesso que são poucas as vezes em que uma contratação me faz parar e pensar no impacto histórico que ela pode ter. A chegada de Lucas Paquetá ao Flamengo é uma delas. Não é exagero dizer que estamos falando de uma das maiores contratações da história do futebol brasileiro, talvez atrás apenas da vinda de Romário, também pelo próprio Flamengo, num contexto diferente, mas igualmente simbólico.
Paquetá não regressa ao Brasil em fim de carreira, nem como aposta emocional. Volta no auge da idade, com rodagem pesada no futebol europeu, experiência de seleção e maturidade competitiva. É um jogador formado no clube, mas lapidado nos maiores palcos do mundo. Isso, por si só, já coloca esta negociação num patamar completamente fora da curva.
É claro que existe um contexto que não pode ser ignorado. Paquetá vem de uma fase turbulenta, marcada por problemas jurídicos que impactaram diretamente a sua sequência e o seu valor de mercado. Mas é justamente aí que o Flamengo mostra força institucional. Poucos clubes no mundo, não apenas no Brasil, teriam estrutura financeira, respaldo político e ambiente esportivo para absorver um jogador desse tamanho num momento delicado e transformá-lo novamente em protagonista.
E não nos enganemos: o futebol de Paquetá nunca esteve em dúvida. Estamos a falar de um meia de altíssimo nível, capaz de jogar em diferentes funções, com leitura de jogo, intensidade, chegada à área e personalidade. Não à toa, Pep Guardiola já demonstrou interesse no jogador. Quando um dos maiores treinadores da história enxerga valor em ti, não é por acaso.
Do ponto de vista esportivo, o impacto é brutal. O Flamengo já era, com alguma folga, o melhor time das Américas em termos de elenco, profundidade e competitividade. Com Paquetá, esse domínio aumenta. Não é apenas mais uma peça; é um jogador que eleva o nível coletivo, que melhora quem está à sua volta e que oferece soluções em jogos grandes, especialmente na Libertadores, onde detalhes decidem tudo. Como vi uma vez um torcedor falando no aplicativo “X”, Lucas Paquetá é um Gerson melhorado. E acredito fielmente nesta colocação, pois acho Paquetá muito mais jogador do que o meia do Cruzeiro.
A discussão financeira também precisa ser tratada com honestidade. Sim, é uma contratação cara. Muito cara. Mas o Flamengo pode fazê-la. E pode porque planejou, vendeu bem, acumulou caixa e se comportou como clube grande durante anos. Os movimentos recentes mostram isso. Não é uma jogada irresponsável, muito pelo contrário, é consequência de boas gestões que transformaram o poder econômico em vantagem esportiva.
Existe ainda um fator simbólico que pesa muito. Trazer Paquetá de volta é um recado claro ao futebol Brasileiro e a toda a América: o Flamengo vem para tentar fazer a maior hegemonia da história, eles não estão satisfeitos, e talvez nunca estejam. Em um cenário em que jogadores sul-americanos costumam voltar apenas para “encerrar ciclos”, o rubro-negro traz um atleta de prateleira europeia para liderar o projeto esportivo. Isso muda a percepção do mercado e reposiciona o futebol brasileiro há um novo patamar.
No fim das contas, esta não é apenas uma grande contratação. É uma contratação histórica. Daquelas que marcam época, que redefinem padrões e que serão lembradas independentemente dos títulos. Se dentro de campo corresponder ao que sempre foi capaz de entregar, o Flamengo não só reforça o seu elenco, mas consolida de vez o seu lugar no topo do futebol das Américas. E como disse o próprio Lucas Paquetá em sua despedida ao West Ham: “Recusei ir para times rivais. Eu nunca pedi para ir embora, eu pedi para voltar para casa. Estou voltando para casa…”
A nação pediu, e o ídolo acatou. Seja bem-vindo a sua casa, Craque.
Quando vi o anúncio de Deyverson como novo reforço da LDU, a primeira reação foi de estranheza. Não pelo nome em si, porque Deyverson é conhecido em toda a América do Sul, mas pelo momento. Estamos a falar de um atacante que vem de um ano ruim, rebaixado com o Fortaleza, com números modestos e desempenho bastante questionado. Ainda assim, olhando com mais calma, a contratação faz mais sentido do que parece à primeira vista.
A LDU não é um clube qualquer no continente. Vem de uma temporada sólida, foi vice-campeão equatoriano e chegou às semifinais da Copa Libertadores. Se não fosse a virada histórica sofrida diante do Palmeiras, tinha tudo para disputar aquela final. É uma equipe competitiva, organizada e que sabe exatamente onde quer chegar, de volta ao topo das Américas. E é justamente por isso que a escolha por Deyverson chama atenção: a LDU não buscou um atacante em ascensão, mas alguém capaz de decidir jogos grandes.
E aqui entra o ponto central. Deyverson não é um jogador comum. Ele nunca foi. Tecnicamente limitado em vários aspetos, irregular ao longo da carreira e, muitas vezes, mais falado fora do campo do que dentro dele. Mas há algo que o acompanha desde cedo: o faro para o imprevisível. Em jogos grandes, quando tudo parece perdido, é quando a mágica acontece para o atacante Brasileiro.
Foi assim no Palmeiras, onde marcou o gol do título da Libertadores de 2021, contra o Flamengo. Foi assim também no Atlético-MG, em 2024, quando não teve números brilhantes, mas foi absolutamente decisivo para levar o time à final da Libertadores. Esse é o Deyverson que a LDU espera encontrar.
O problema é que o Deyverson de 2025 esteve longe disso. A temporada pelo Fortaleza foi fraca, sem impacto real, culminando num rebaixamento doloroso para o time Nordestino. Não foi apenas uma má fase individual; foi um ano em que tudo deu errado. E isso pesa. Não dá para fingir que não pesa. O atacante chega ao Equador com crédito limitado e muitas dúvidas no ar.
Ainda assim, existe um fator que pode mudar completamente este cenário: o encontro com Tiago Nunes. A parceria entre pode dar muito certo, e não por acaso. Tiago Nunes é um dos técnicos Brasileiros mais promissores dos últimos anos, fazendo um trabalho quase impecável no time equatoriano. Ele entende o perfil do Deyverson, já que, em 2018 e 2019, comandou jogadores como Rony e Pablo, atletas com personalidades únicas que em suas mãos brilharam muito, garantindo o título da Copa Sul-Americana de 2018 e Copa do Brasil em 2019. A LDU não precisa de um artilheiro de 25 gols por temporada. Precisa de alguém que resolva quando o jogo pede personalidade, e isso, Deyverson tem de sobra.
Claro que há riscos. Muitos. Se o atacante repetir o desempenho do último ano, a contratação será vista como erro de avaliação. Mas, se a LDU conseguir resgatar o Deyverson decisivo, incômodo e imprevisível, pode ter encontrado exatamente o que faltava ao seu elenco: um jogador que não respeita roteiros.
No fim das contas, esta não é uma contratação óbvia. É uma contratação ousada. E, no futebol sul-americano, ousadia e loucura costumam andar de mãos dadas. Às vezes dá errado. Outras vezes, vira história.
A proposta do Flamengo enviada ao West Ham pelo meia Lucas Paquetá não agradou ao clube inglês, que deseja receber mais para liberar o atleta, informando a negativa em breve. As duas partes estão cientes que o valor esperado é de aproximadamente 45 milhões de euros (R$ 280,3 milhões).
O Rubro-Negro conseguiu mandar uma proposta de 40 milhões de euros (R$ 249 milhões), sendo uma parte fixa e outra em bonificação. Contudo, os termos não agradaram ao West Ham.
Outro problema que atrapalha a negociação neste momento é o fato do Flamengo querem Paquetá de maneira imediata, ou seja, já nessa janela, enquanto os ingleses só aceitam liberá-lo em maio, após o fim da Premier League. A informação foi divulgada pela rádio “talkSPORT”.
A proposta foi realizada após o retorno presidente Bap ao Brasil, permitindo que o Flamengo arrumasse os últimos detalhes e formalizasse a oferta. Antes do envio oficial, o clube Rubro-Negro se reuniu com o West Ham para alinhar as negociações por Paquetá.
Contudo, o Flamengo até o momento não planeja oferecer mais do que 40 milhões de euros, admitindo que pode mudar alguns termos da proposta para convencer os ingleses.
O principal trunfo do Mengão nessa negociação é o desejo de Lucas Paquetá de voltar ao Ninho do Urubu, tentando adiantar essa negociação o máximo que puder. O jogador avisou a diretoria do West Ham sua vontade de jogar no Brasil, não sendo nem relacionados para os jogos da equipe.
O Flamengo ainda não sabe o que é vencer no Campeonato Carioca, ocupando a lanterna do Grupo B do estadual e brigando para não ser rebaixado. Por conta dessa situação, o clube decidiu mudar seus planos para a disputa e alguns jogadores do elenco principal devem retornar a campo já nesta quarta-feira (21), diante do Vasco.
Antes deste último domingo, a ideia inicial era de que Bruno Pivetti e os garotos do sub-20 ainda jogassem contra o Vasco e Fluminense. Contudo, com a vitória do Maricá sobre a Portuguesa no último domingo (18), o Flamengo decidiu reavaliar a situação e pesou o risco de precisar disputar o quadrangular contra o rebaixamento, optando pelo time principal nos próximos jogos.
Na atual temporada, o Campeonato Carioca foi dividido em dois grupos com seis times cada. Já as regras da queda são explicadas no artigo 13 do regulamento do estadual, contando que: os dois clubes com a pior campanha de cada chave vão jogar o quadrangular do rebaixamento, todos contra todos em dois turnos. Logo, cada time fará seis partidas. A pior equipe do quadrangular será rebaixada para a Série A2.
Caso isso ocorra, o clube em questão terá duas datas modificadas e afetaria diretamente o calendário do time principal, que terá uma agenda cheia em 2026. O principal foco do técnico Filipe Luís é a estreia no Brasileirão, no próximo dia 28 de janeiro, contra o São Paulo, mas o treinador decidiu liberar alguns nomes para reforçar o time que disputa o Campeonato Carioca.
É bom especificar que o Flamengo ainda não definiu quem serão esses atletas que irão enfrentar o Vasco na próxima partida do estadual. O regulamento da Ferj autoriza que os clubes usem times reservas apenas até a terceira rodada.
Para este início de temporada, o técnico Dorival Júnior pediu a direção do Corinthians a contratação de um primeiro volante na janela de transferências. Um dos nomes observados e que interessa ao clube paulista é Vini Souza, que pertence ao Wolfsburg, da Alemanha.
Contratado no meio da temporada do ano passado, o atleta iniciou a temporada europeia como titular, mas perdeu espaço após o técnico Paul Simonis sair da equipe. Com isso, Vini permaneceu no banco de reserva nas últimas cinco rodadas da Bundesliga, não entrando em campo desde então.
Com isso, o Corinthians consultou a possibilidade de um empréstimo do atleta, que possui contrato válido com os alemães até o meio de 2030.
A possibilidade de retornar à jogar no Brasil começou a ser cogitada pelo volante e seu estafe, já que anteriormente ela estava sendo rejeitada por ambos.
“É a necessidade de termos mais um homem nesse setor. É uma função que, com a saída do Maycon, o Raniele, praticamente, vem trabalhando sozinho na função. Sozinho que eu falo, apenas um homem na função. Nós estamos buscando novas opções no mercado. Temos o Charles, que eventualmente também executa essa função em campo, mas de um modo geral assim, eu gostaria de ter um elenco um pouquinho mais recheado, com mais opções para que nós pudéssemos, aí sim, buscarmos uma distribuição”, declarou Dorival Júnior, durante a coletiva pós-jogo.
Vida privada famosa
Com apenas 26 anos, Vini Souza acumula uma boa bagagem internacional, mas chamou atenção mesmo fora de campo quando namorou a cantora Anitta.
Outro destaque na carreira do volante é o fato de ser pupilo do técnico português, Jorge Jesus, participando do grupo que conquistou os títulos importantes com o treinador, como o Brasileirão e Libertadores em 2019, mesmo atuando apenas oito jogos como profissional.