Não existe frase mais verdadeira do que “as arquibancadas possuem vida própria”. Entre cânticos, bordões, gritos e memes, o torcedor transforma cada jogo em um show diferente.
Com frases que atravessaram gerações, tornando-se parte da cultura popular do futebol brasileiro, é necessário apenas um time entrar em campo para a algazarra ser completa, indo de “o campeão voltou” até os gritos de fé de “eu acredito”.
O Portal Camisa12 vai te relembrar alguns gritos, bordões e até os memes que se tornaram a alma do futebol, principalmente no Brasil.
Zoeira saudável
Revelando o humor e a paixão de quem vive intensamente o futebol, em que muitas vezes surgem em momentos difíceis, repetindo como se fosse um mantra para atrair um resultado positivo.
Entre rivais, as provocações são inevitáveis e fazem parte do folclore cultural, embalando cada vitória, principalmente com a adição das redes sociais nas brincadeiras.
Bordões famosos
Yes, we C.A.M: Uma adaptação do famoso slogan da campanha do ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama (Yes, we can), os atleticanos decidiram dar seu jeitinho brasileiro substituindo o “can” pela sigla do clube.
O grito ecoou nas arquibancadas durante os jogos do Galo durante a campanha vitoriosa da Libertadores de 2013, sempre deixando claro que: “Sim, nós podemos”.
Grito de guerra do Sport Recife: O mantra dos rubro-negros começou durante o carnaval, com uma agremiação chamada de “Turma Boa”, sendo ecoado desde a década de 30 durante a folia, como informou alguns historiadores.
“Cazá, cazá, cazá! A turma é mesmo boa! É mesmo da fuzarca!”.
Avanti, Palestra: Uma saudação que remete à história e origem italiana do clube, o grito de guerra resgata o amor pela história do clube.
Louco por ti, Corinthians: Cântico entoado para exaltar o sentimento de paixão avassaladora pelo Timão, é utilizada principalmente para incentivar o time, surgindo em 2007 nas arquibancadas do Pacaembu.
Memes das arquibancadas
A zoeira rola solta quando o assunto é futebol, principalmente com a ampliação do alcance por conta da era digital. Podendo ver desde sósias de jogadores, até torcedores com caras assustadoras, o futebol brasileiro segue respirando alegria e amor a camisa.
Faixa “hoje tem gol, do Gabigol”
Valsa 15 anos de Eduardo Sasha, na época jogador do Inter, zoando o Grêmio.
Torcedor do Santa Cruz garantindo que o time iria para a Libertadores.
Fica totalmente claro que o futebol vai muito além das quatro linhas, é paixão e, acima de tudo, a voz de quem vive intensamente cada momento de uma partida, seja no estádio, no sofá ou nas redes sociais.
A tragédia de Heysel (tragédia na final da Champions) ocorreu em 29 de maio de 1985, na decisão da Taça dos Campeões da Europa entre Juventus e Liverpool, em Bruxelas.
Durante uma confusão nas arquibancadas, torcedores tentaram fugir de uma grade frágil; a pressão da multidão derrubou um muro e resultou em 39 mortes e centenas de feridos.
O desastre expôs falhas estruturais e policiais e se tornou um marco para a modernização da segurança nos estádios.
Neste texto do Portal Camisa12, revisamos o contexto, o dia do jogo, as consequências e as lições que ainda hoje orientam o futebol mundial.
Contexto da tragédia de Heysel: uma Europa à beira do caos
O início dos anos 1980 foi marcado por um aumento de violência nas arquibancadas, sobretudo na Inglaterra.
Brigas entre torcidas e até incêndios acentuaram a sensação de insegurança e mostravam que os estádios britânicos estavam ultrapassados.
Mesmo diante desses sinais, praticamente nada foi feito para reforçar a segurança.
No sorteio da final de 1985, a UEFA escolheu o Estádio de Heysel, em Bruxelas. A arena, construída em 1930, apresentava rachaduras e concreto degradado.
Muitos torcedores abriam buracos nas paredes para entrar sem bilhete, o que gerava superlotação e evidenciava a fragilidade da estrutura.
O dia da tragédia na final da Champions de 1985
Aqui, preste atenção: vamos falar claramente o que aconteceu em Bruxelas, em um dos episódios mais tristes do futebol mundial. Saiba o que aconteceu no dia da tragédia de Heysel:
Setores mal divididos e tensão crescente
As torcidas de Juventus e Liverpool foram colocadas atrás dos gols, com um setor neutro no meio. Esse espaço neutro, destinado a torcedores belgas, acabou ocupado por numerosos italianos que viviam na Bélgica.
Uma hora antes do jogo, objetos começaram a ser lançados entre ingleses e italianos. Apenas cinco policiais separavam as torcidas e a grade que os dividia era extremamente frágil.
Avalanche humana e 39 mortos
Ao tentarem se proteger, muitos torcedores juventinos ficaram prensados contra um muro. Outros tentaram escalar a parede para escapar. Sob a pressão da multidão, o muro cedeu e desabou, esmagando torcedores.
No total, 39 pessoas, a maioria italianos, morreram e cerca de 600 ficaram feridas. Mesmo com corpos espalhados pelo gramado, a partida foi iniciada – uma decisão muito criticada até hoje.
Causas e responsabilidades
Investigadores apontaram fatores interligados: o estádio em ruínas, barreiras fracas, policiamento insuficiente e a escalada do hooliganismo.
O jornalista Tim Vickery lembra que, além da violência de alguns torcedores do Liverpool, a polícia estava mal equipada, com rádios sem bateria, e ninguém assumiu responsabilidade pelo desastre.
A repercussão mundial levou à prisão de 25 torcedores e à suspensão de clubes ingleses das competições europeias por cinco anos, sendo seis para o Liverpool.
O governo britânico aproveitou a punição para banir hooligans, reformar arenas e dar aos clubes a responsabilidade pela segurança.
Mudanças na segurança após Heysel
A tragédia de Heysel e, quatro anos depois, a de Hillsborough (que deixou 97 mortos), convenceram a UEFA a revisar totalmente seus regulamentos de segurança.
As reformas adotadas a partir de 1985 moldaram a experiência de assistir a um jogo de futebol nas décadas seguintes.
A eliminação de setores em pé
A medida mais simbólica foi o fim dos setores em pé nas arquibancadas. A partir de 1990, grandes arenas europeias passaram a exigir cadeiras para todos os espectadores.
Mesmo vazias, as cadeiras criam compartimentos e evitam esmagamentos em caso de pânico.
Separação rígida de torcidas
Outro avanço foi a criação de setores claramente delimitados para cada torcida. Em 1985, italianos e ingleses estavam separados apenas por grades frágeis comparadas às grades de um galinheiro.
Hoje, é impossível atravessar de um setor a outro; telas, fossos e barreiras físicas impedem o contato direto entre torcedores rivais.
Responsabilização de clubes e federações
Antes de 1985, a segurança de um jogo europeu era responsabilidade da UEFA, da polícia local e de forças nacionais, o que gerava confusão e falta de coordenação.
Após Heysel, um regime de mando único foi implantado: cabe ao clube mandante (ou à federação em jogos de seleções) planejar e executar a segurança.
Isso inclui designar um chefe de segurança, contratar “stewards” (agentes privados treinados) para revistar torcedores, controlar o fluxo de pessoas e lidar com incidentes.
A polícia só intervém dentro do estádio quando solicitada pelo organizador.
Duplo perímetro e ingressos personalizados
Os estádios passaram a ter dois perímetros de segurança. A primeira barreira verifica ingressos e impede a entrada de pessoas sem ingresso, a segunda controla a circulação interna.
O sistema de venda de ingressos também mudou: cada setor tem bilhetes específicos para evitar que torcedores rivais se misturem.
Reconstrução do Estádio de Heysel
Após a tragédia, o antigo estádio foi praticamente demolido e reconstruído para a Eurocopa de 2000.
Renomeado como Estádio Rei Balduíno, hoje atende às normas de segurança, embora seja considerado ultrapassado em termos de conforto quando comparado a arenas modernas.
A mancha na história de Liverpool e Juventus
Para os torcedores do Liverpool, Heysel representa uma vergonha. Muitos reconhecem a culpa e exibem faixas pedindo desculpas à Juventus, embora os italianos raramente aceitem.
A comunidade bianconera, por sua vez, trata o episódio como um luto que jamais se apagará.
Jogadores como Paolo Rossi e Marco Tardelli relataram anos depois que não tinham noção da dimensão da tragédia quando a bola rolou e que se soubessem, não teriam entrado em campo.
Relação com a tragédia de Hillsborough
Heysel expôs as falhas estruturais e de policiamento, mas foi a tragédia de Hillsborough, em 1989, que consolidou as reformas.
O relatório Taylor, publicado após Hillsborough, determinou que os estádios ingleses se tornassem totalmente sentados e obrigou os clubes a modernizar suas instalações.
A combinação das duas tragédias convenceu autoridades de que arenas antigas e sem manutenção eram mortais.
Do caos à modernidade
As punições e reformas forçaram a modernização do futebol inglês. Os clubes se profissionalizaram, buscaram novas receitas e criaram a Premier League, tornando o torneio mais lucrativo.
Embora alguns critiquem a comercialização excessiva, as mudanças estruturais salvaram vidas e elevaram as médias de público.
Perguntas frequentes
O que foi a tragédia de Heysel?
Foi o desastre ocorrido em 29 de maio de 1985, na final da Taça dos Campeões Europeus entre Juventus e Liverpool, no estádio Heysel, em Bruxelas. Um muro desabou após uma confusão entre torcedores e causou 39 mortes e centenas de feridos.
Por que o jogo continuou apesar da tragédia?
A UEFA, temendo confrontos nas ruas, decidiu que a partida fosse disputada mesmo com o caos nas arquibancadas. A decisão é amplamente criticada, pois os jogadores não tinham noção da dimensão do desastre.
Como a tragédia mudou a segurança nos estádios?
Após Heysel, a UEFA e as federações nacionais implementaram diversas medidas: eliminação de setores em pé, instalação de assentos, separação de torcidas, criação de duplo perímetro de segurança e responsabilização dos clubes.
Os clubes ingleses foram punidos?
Sim. Quatro dias após a tragédia, a UEFA suspendeu todos os clubes ingleses de competições europeias por cinco anos, enquanto o Liverpool ficou seis temporadas fora. A medida visava combater o hooliganismo e obrigou os ingleses a reformar seus estádios e suas políticas de segurança.
Há relação entre Heysel e Hillsborough?
As duas tragédias estão conectadas pela discussão sobre segurança. Heysel expôs a degradação dos estádios e a falta de policiamento. Hillsborough, quatro anos depois, mostrou que o problema era ainda mais grave.
Conclusão
A tragédia de Heysel, frequentemente lembrada como a tragédia na final da Champions ou simplesmente Heysel 1985, marcou o fim da inocência no futebol europeu.
Ela revelou falhas estruturais, policialescas e culturais, provocou punições severas e acelerou reformas que transformaram os estádios em espaços mais seguros.
Quatro décadas depois, a memória das 39 vítimas ainda mobiliza torcidas, autoridades e jogadores.
Lembrar e aprender com a tragédia de Heysel é um compromisso com o respeito ao torcedor e com a garantia de que o prazer de assistir a um jogo nunca mais seja interrompido por uma tragédia anunciada.
Após seus desentendimentos com o técnico Xabi Alonso, Vinicius Júnior pode está de malas prontas para se aventurar no Manchester City, time do técnico Pep Guardiola. Segundo o portal Team Talk, o clube inglês está disposto a abrir mão de estrelas do seu elenco atual, para contratar o brasileiro.
A possível venda deverá fazer uma grande movimentação no mercado, podendo envolver a saída de Jack Grealish e Jeremy Doku, o que ajudará na viabilização do negócio.
Emprestado ao Everton, Grealish tem vivido uma boa fase no clube, chegando a despertar o interesse do Liverpol, podendo abrir espaço na folha salarial do time de Guardiola. Essa negociação ainda ajudaria o City a atender todas as exigências do Fair Play Financeiro da FIFA.
É importante ressaltar que Pep Guardiola, atual técnico dos Citizens, é um grande fã de Vini Júnior, desejando ter o atacante em seu elenco para ser uma peça-chave no seu setor ofensivo.
Geste indigesto
Na última terça-feira (04/11), o jornal alemão Bild, revelou que o Real Madrid estava estudando maneiras de negociar Vinicius Júnior na próxima janela de transferência do verão europeu, mesma época em que finaliza a temporada 2025/26.
A decisão teria ocorrido após uma série de desentendimentos entre o atacante brasileiro e o técnico Xabi Alonso, principalmente após o episódio tenso durante o ‘El Clásico’ no fim de outubro. O gesto não foi bem visto pela cúpula merengue, que decidiu vender o atleta.
Nesta quinta-feira (13/11), às 17h45 (horário de Brasília), a República da Irlanda recebe Portugal no Aviva Stadium, em um confronto válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo 2026.
Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:
ESPN
A equipe de Cristiano Ronaldo chega embalada com 10 pontos somados em 4 partidas disputadas, e líder isolada do Grupo F, que também conta com Irlanda (sua adversária da vez), Arménia e Hungria. A formação do espanhol Roberto Martínez tem mostrado muita estabilidade e dominância, sendo uma das equipes mais ofensivas da competição até o momento.
A seleção irlandesa tenta reagir após a vitória contra a Arménia em outubro, que quebrou uma sequência de resultados negativos para a equipe do islandês Heimir Hallgrimsson, que apesar de ser forte fisicamente e competitiva em casa, tem mostrado dificuldades diante de seleções mais técnicas. Com apenas 4 pontos somados, e na 3ª posição, irão precisar de muita atitude para fazer frente à este grande adversário.
Palpites para o jogo:
Mercado: Portugal vence Explicação: A diferença técnica e o momento das equipes apontam para um favoritismo claro dos visitantes. Os portugueses vêm mantendo regularidade e costumam controlar bem os jogos fora de casa.
Mercado: Acima de 2.5 gols Explicação: Portugal tem média alta de gols marcados nas Eliminatórias, e a Irlanda deve buscar o ataque diante da sua torcida, o que tende a abrir o jogo.
Para muitos, o futebol é uma forma de viver, uma forma de respirar, uma maneira de sentir as coisas de modo diferente! Sobretudo para essas pessoas, a Copa do Mundo surge como um pico de êxtase onde há confrontos inéditos. Na competição a ser disputada em 2026, a FIFA decidiu expandir o torneio de 32 para 48 seleções, surgindo assim uma oportunidade inédita de democratizar o acesso ao maior palco do futebol mundial – e também dos sonhos de muitos jogadores.
Se olharmos para os registros, as Copas do Mundo sempre foram dominadas por seleções tradicionais da Europa ou da América do Sul, deixando muitas regiões em um plano secundário e sem grande protagonismo nas fases finais.
Desta forma, a nova expansão para 48 equipes traz um novo horizonte, a possibilidade de que essas nações finalmente estejam presentes em maior número, oferecendo a milhões de torcedores de países menores ou de menor destaque futebolístico a chance de ver seus times no evento mais importante do esporte. Isto não é apenas uma questão de números: trata-se de uma oportunidade de transformar vidas de atletas, inspirar jovens nas categorias de base e reforçar o futebol como um fenômeno onde todos (devem e) têm a possibilidade de ter uma voz!
Torcida de Cabo Verde
Além da representatividade destas seleções menos vistosas, há um aspecto humano e narrativo que esta expansão valoriza! As histórias de seleções menores que chegam à competição, enfrentam gigantes – como se tratasse de um Davi contra Golias – e desafiam expectativas. Classificações como a de Cabo Verde – que se tornou o menor país de todos os tempos a se classificar para o Mundial – podem criar momentos históricos, inspirando milhões de fãs ao redor do mundo. Nesta perspectiva, a Copa do Mundo de 2026 promete multiplicar estas boas narrativas, com mais países a ter a possibilidade de desenhar a própria história na competição e – quem sabe – talvez alcançar uma conquista histórica.
No entanto, é preciso ser honesto e reconhecer os desafios que essa expansão traz! Logisticamente, é necessário pensar em como organizar um torneio de 48 seleções em três países (Estados Unidos, México e Canadá) e, muito honestamente, parece que tem tudo para algo dar errado. Sem um planejamento rigoroso, que vai dos estádios e das longas viagens até a segurança e hospedagem das seleções, são muitas as possibilidades de haver atrasos, dificuldades ou até problemas técnicos, tendo em conta as grandes distâncias percorridas pelas equipes e os diferentes climas onde vão disputar vários jogos em pouco tempo – mas isto vou deixar para outro texto…
Metlife Stadium, o palco da final do Mundial 2026
Outro ponto a considerar é a sobrecarga no calendário internacional. Com mais equipes e partidas, a pressão sobre os jogadores aumenta, e clubes podem enfrentar dificuldades para liberar alguns jogadores nas saídas para conciliar compromissos nacionais e internacionais.
Apesar destas questões, os benefícios da expansão parecem ser mais claros e pesados que as desvantagens e complicações. Lá no fundo, mais seleções significam mais sonhos realizados, mais torcedores a acompanhar o evento e mais momentos memoráveis para o público – quem não guarda uma grande memória de uma Copa do Mundo que atire a primeira pedra.
A diversidade cultural e futebolística só adiciona riqueza ao torneio e fortalece a ideia de que o futebol é, verdadeiramente, de todos. Ao contrário do que muitos puristas possam dizer, a inclusão de equipes menores não diminui a qualidade, mas sim pelo contrário, apenas oferece novas perspectivas, estilos e – quem sabe – surpresas que tornem o Mundial ainda mais fascinante.
O Palmeiras decidiu desfrutar da chegada do piloto da McLaren, Lando Norris no Brasil, antes da disputa do Grande Prêmio de São Paulo neste fim de semana e o presenteou com camisas do clube. O Verdão publicou as imagens em suas redes sociais, onde o atual líder do campeonato aparece segurando o primeiro e o terceiro uniformes deste ano.
O carinho de Norris pelo Palmeiras surgiu por influência de seus amigos que moram em São Paulo, além da admiração que teve ao conhecer Abel Ferreira.
“Eu descobri no começo que alguns dos meus amigos que vivem aqui são fãs (torcedores do Palmeiras), e eu encontrei o Abel (Ferreira, técnico) aqui. Ele é um cara muito bom, um grande líder. Eu passei a conhecer o Abel um pouco mais. Eu fui para os jogos deles duas vezes, e eles ganharam, então isso ajuda”, contou Norris.
A ligação entre Lando e o Palmeiras começou em 2021, quando o britânico da McLaren visitou o Allianz Parque pela primeira vez, acompanhando a vitória sobre o Atlético-GO por 4 a 0. Já em 2022, Lando retornou ao estádio, onde posou para fotos com a presidente do clube, Leila Pereira e o técnico Abel Ferreira.
Retribuindo o carinho, o treinador português esteve presente no paddock em Interlagos no ano de 2023 e declarou torcida para Norris. Contudo, o britânico terminou em segundo, perdendo para Max Verstappen, da Red Bull.
Finalistas da atual edição da Conmebol Libertadores e à frente dos times que brigam diretamente pelo título do Campeonato Brasileiros, os técnicos Filipe Luís, do Flamengo, e Abel Ferreira, do Palmeiras, estão concorrendo ao prêmio de melhor técnico do mundo em 2025 pela IFFHS, Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol.
Entre os adversários que estão brigando pela premiação, podemos destacar o brasileiro Tiago Nunes, da LDU, Enzo Maresca, do Chelsea, Xabi Alonso, pelos trabalhos feitos no Bayer Leverkusen e Real Madrid.
Organizada desde 1987, a votação tem seu júri composto por membros da IFFHS, sendo eles jornalistas esportivos e especialistas em futebol, de 120 países espalhados pelo mundo, como informa a organização. Os resultados serão divulgados após 10 de dezembro deste ano.
Há 5 anos trabalhando no Palmeiras, Abel Ferreira segue fazendo história no clube, mesmo conquistando 10 títulos e prestes à ter seu contrato renovado. Já Filipe Luís entrou inicialmente para ser interino em setembro de 2024, porém seu ótimo trabalho comandando o time na conquista da Copa do Brasil daquele ano, o rendeu um contrato fixo.
Concorrentes ao prêmio
Antônio Conte (Itália) – Napoli
Diego Simeone (Argentina) – Atlético de Madrid
Enzo Maresca (Itália) – Chelsea
Hansi Flick (Alemanha) – Barcelona
Luis Enrique (Espanha) – PSG
Mikel Arteta (Espanha) – Arsenal
Simone Inzaghi (Itália) – Inter e Al Hilal
Unai Emery (Espanha) – Aston Villa
Vincent Kompany (Bélgica) – Bayern
Xabi Alonso (Espanha) – Bayern Leverkusen e Real Madrid
Abel Ferreira (Portugal) – Palmeiras
Filipe Luís (Brasil) – Flamengo
Gustavo Costas (Argentina) – Racing
Tiago Nunes (Brasil) – Universidad Católica-CHI e LDU de Quito
Neste sábado (08/11), às 17h (horário de Brasília), o Chelsea recebe o Sunderland no Stamford Bridge, em um confronto válido pela 11ª rodada da Premier League.
Você poderá acompanhar o jogo ao vivo em:
Disney+
ESPN
Enfrentando um período de oscilação, o Chelsea irá receber o Sunderland em casa, na tentativa de voltar a linha de bons resultados. Os Blues ocupam a 7ª posição na tabela com 17 pontos somados em 10 partidas que disputaram. A equipe londrina vem de uma importante vitória sobre o Tottenham fora de casa, e tem agora a oportunidade de conquistar mais três pontos importantes diante de um adversário em situação delicada.
O Wolverhampton vive um momento mais delicado na competição, na 20ª posição, tendo somado apenas 2 pontos até o momento, foram oito derrotas e dois empates até o momento, assumindo então a lanterna. A equipe precisa melhorar drasticamente seu desempenho, especialmente como visitante, para escapar da zona de perigo o mais rápido possível.
Palpites para o jogo:
Mercado:Chelsea vence Explicação: Jogando em casa, onde tem bom retrospecto, e vindo de uma vitória importante contra o Tottenham, os Blues têm todas as condições de conquistar os três pontos. Acredito numa vitória caseira.
Explicação: Os números não mentem: nos últimos três confrontos entre Chelsea e Wolverhampton foram marcados impressionantes 17 gols. Considerando o trunfo de jogar em casa, acredito numa postura ofensiva do time da casa, que deve aproveitar todas as oportunidades possíveis para marcar gols e sair com a vitória.
Manchester City e Liverpool se enfrentaram neste domingo, pela Premier League. O jogo será às 13:30 hrs (horário de Brasília).
Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:
ESPN
Disney+
O City está na vice-liderança do campeonato, vem de duas vitórias , uma na Premier League por 3 a 1 contra o Bournemouth e uma vitória na Champions por 4 a 1 sobre o Borussia Dortmund.
Já o Liverpool quebrou a sequência ruim de 4 derrotas seguidas na competição, vencendo o Aston Villa por 2 a 0, e também conquistou uma vitória na Champions no último jogo contra o Real Madrid, vencendo por 1 a 0.
Prováveis escalações:
Manchester City: Donnarumma; Matheus Nunes, Stones, Rúben Dias e Gvardiol; Nico González, Bernardo Silva e Phil Foden; Cherki, Doku e Haaland.
Liverpool: Mamardashvili; Bradley, Konaté, Van Dijk e Robertson; Gravenberch, Mac Allister; Salah, Szoboszlai e Gakpo; Ekitiké.
Palpites para o jogo:
Mercado: Ambas as equipes marcam Explicação: Apesar de o City mostrar superioridade nos últimos jogos, será um jogo com oportunidades para os dois lados.
Mercado: Mais de 0,5 gols no 1º tempo Explicação: A entrada será feita quando a odd atingir 1.80. Se isso ocorrer antes dos 20 minutos, realizaremos a aposta.
Mercado: Mais de 1,5 gols + handicap +0,5 Manchester City Explicação: Será um jogo disputado, porém acreditamos na vitoria do City, aqui o City pode empatar.
Nesta quinta-feira (06/11), a FIFA anunciou a lista de jogadores indicados ao prêmio The Best 2025, que premiará o melhor jogador do mundo nesta última temporada. Entre os 11 finalistas, o brasileiro Raphinha, do Barcelona, está concorrendo ao título.
Mesmo sendo o único representante do “país do futebol”, o jogador provavelmente não será eleito, já que os favoritos da disputa são Lamine Yamal, Dembélé e Mbappé.
Brasil forte nos indicados para a seleção da temporada
A FIFA também divulgou uma lista de jogadores que estarão disputando uma posição na seleção da temporada, destacando 11 atletas brasileiros, cinco deles que atuam/atuaram no país.
São eles: os goleiros Alisson (Liverpool), Fábio (Fluminense), Weverton (Palmeiras) e John (Botafogo); os zagueiros Thiago Silva (Fluminense), Marquinhos (PSG), Gabriel Magalhães (Arsenal); e os atacantes João Pedro (Chelsea), Raphinha (Barcelona) e Luiz Henrique (Botafogo).