Categoria: Internacional

  • Palpites e Onde Assistir: Arsenal x Atlético de Madrid

    Palpites e Onde Assistir: Arsenal x Atlético de Madrid

    Análise do confronto:

    Arsenal e Atlético de Madrid entram em campo nesta terça-feira, às 16:00 hrs (horário de Brasília).

    Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:

    • TNT
    • Max
    • SBT


    Hoje terá início a terceira rodada da fase de liga da Champions League. O jogo será disputado no Estádio Emirates, em Londres.

    O Arsenal está na quinta posição da competição, com 6 pontos. A equipe inglesa vem de uma sequência de duas vitórias na competição e uma sequência avassaladora de cinco vitórias seguidas, contando com outras competições.

    O Atlético de Madrid ocupa o décimo lugar, com 3 pontos na competição, tendo uma vitória e uma derrota — derrota essa que foi no jogo de estreia contra o Liverpool. Porém, o Atleti mostrou uma reviravolta no seu segundo jogo, vencendo o Eintracht Frankfurt.

    Sabemos que o campeonato ainda está no começo. Mesmo em posições distintas na tabela, esperamos um grande jogo, aberto para as duas equipes, comparando os últimos confrontos entre ambas.

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Mais de 1,5 gols
    Explicação: A tendência é de um jogo disputado. Nos últimos jogos em sua maioria saíram 2 ou mais gols.

    Casa de ApostasODD
    Br4.Bet1.30
    BateuBet1.40
    MultiBet1.35

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Ambas as equipes marcam
    Explicação: Já que as duas equipes têm objetivos no campeonato, será um jogo aberto, com possibilidade de gols para as duas equipes.

    Casa de ApostasODD
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  • Palpites e Onde Assistir:   Bayer Leverkusen x PSG

    Palpites e Onde Assistir: Bayer Leverkusen x PSG

    Análise do confronto:

    O duelo entre dois colossos europeus ocorrerá nesta terça-feira às 16h (horário de Brasília), na BayArena, pela 3ª rodada da fase de grupos da UEFA Champions League 2025/26

    Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:

    • HBO Max

    Bayer Leverkusen e PSG vivem momentos diferentes nas qualificatórias. O time alemão que ainda não conseguiu vencer nenhuma das partidas que disputou até aqui, irá receber o embalado time parisiense que busca se consolidar ainda mais nas primeiras posições desta etapa. Depois de conseguir dois empates e fazer apenas 2 pontos contra equipes não tão bem ranqueadas (FC Copenhagen e PSV), o time de Kasper Hjulmand irá enfrentar uma das formações mais competitivas e bem sucedidas da temporada. 

    O time de Luis Enrique viaja até à Alemanha com um objetivo muito claro: tentar manter a todo custo a sua sequência de triunfos. Depois de terem conquistado preciosos 6 pontos e o terceiro lugar geral, fruto de duas vitórias sobre Atalanta (4×0) e Barcelona (2×1), os Rouge et Bleu deverão apostar todas as suas cartas para conseguirem se manter na parte mais alta da tabela. 

    Os times se enfrentaram em apenas duas ocasiões (jogo de ida e volta) em partidas válidas para as oitavas de finais da UCL de 2013/14, onde o time francês venceu ambos os tentos, obtendo um placar de 4×0 como visitantes. 

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Acima de 2.5 gols (Odd: 1.54)
    Explicação: A tendência é de um jogo aberto e muitas oportunidades para gol surgirão. Ambas as equipes possuem um setor ofensivo muito forte, e um setor de meio campo criativo, que possivelmente resultará em uma partida com muitos balanços de redes.  

    Mercado: Ambos times marcam (Odd: 1.56)
    Explicação: Os dois times possuem um objetivo muito claro na competição e estilos ofensivos. Como as duas equipes possuem no momento desfalques importantes em suas defesas, acredito em uma partida com gols para os dois lados. 

  • Vinicius Júnior é um dos jogadores mais bem pagos do mundo; confira o top-10 da Forbes

    Vinicius Júnior é um dos jogadores mais bem pagos do mundo; confira o top-10 da Forbes

    A Forbes divulgou uma lista com os 10 jogadores de futebol mais bem pagos do mundo. Sem nenhuma surpresa, o ranking é liderado por Cristiano Ronaldo, atualmente no Al-Nassr. Contudo, um brasileiro aparece na lista na sexta colocação: Vinícius Júnior, do Real Madrid.

    Os valores anunciados na publicação da Forbes são equivalentes aos salários anuais dos atletas.

    Na lista, Cristiano Ronaldo assume a ponta com 280 milhões de dólares anuais (R$ 1,5 bilhão), valor pago pelo Al-Nassr. Logo em seguida, aparece Lionel Messi, do Inter Miami, recebendo cerca de 130 milhões de dólares (R$ 707,9 milhões). Fechando o Top-3, o atacante francês do Al-Ittihad, Karim Benzema tem a bagatela anual de 104 milhões de dólares (R$ 566,3 milhões).

    Confira o Top-10

    1. Cristiano Ronaldo (Al-Nassr) – 280 milhões de dólares;
    2. Lionel Messi (Inter Miami) – 130 milhões de dólares;
    3. Karim Benzema (Al-Ittihad) – 104 milhões de dólares;
    4. Kylian Mbappé (Real Madrid) – 95 milhões de dólares;
    5. Erling Haaland (Manchester City) – 85 milhões de dólares;
    6. Vini Jr. (Real Madrid) – 60 milhões de dólares;
    7. Mohamed Salah (Liverpool) – 55 milhões de dólares;
    8. Sadio Mané (Al-Nassr) – 54 milhões de dólares;
    9. Jude Bellingham (Real Madrid) – 44 milhões de dólares;
    10. Lamine Yamal (Barcelona) – 43 milhões de dólares.

    Único brasileiro que aparece na lista, Vinicius Júnior, recebe aproximadamente 60 milhões de dólares por temporada, sendo 40 milhões do Real Madrid e os 20 milhões restantes de publicidade.

  • Golden Boy 2025: Estevão é o único brasileiro entre os 20 finalistas; veja lista completa

    Golden Boy 2025: Estevão é o único brasileiro entre os 20 finalistas; veja lista completa

    Estevão, revelado pelo Palmeiras e atualmente no Chelsea, é o único representante brasileiro entre os 20 finalistas do Golden Boy 2025, prêmio organizado pelo jornal italiano Tuttosport.

    A premiação é o melhor jogador sub-21 da temporada 2024/25. A lista conta com nomes promissores do futebol mundial, incluindo Arda Güler e Mastantuono, do Real Madrid, e Doué, do PSG.

    Leia também: UEFA anuncia revolução na Champions League

    Com seis jogadores entre os finalistas, a França se consolida como a principal força jovem do futebol europeu. O destaque vai para Désiré Doué, do PSG, e Leny Yoro, do Manchester United.

    O Real Madrid aparece com três nomes: Arda Güler, Mastantuono e Huijsen, reforçando a política merengue de investir em jovens. Já o PSG conta com três: Doué, Senny Mayulu e Zaïre-Emery.

    Leia também: Vencedores da Bola de Ouro de 1956 até 2025

    Aos 18 anos, Estevão é considerado uma das maiores promessas do futebol brasileiro. Formado no Palmeiras, o atacante foi vendido ao Chelsea em 2024 por 61,5 milhões de euros (R$ 389 milhões).

    Estêvão no jogo entre Brasil x Japão – Foto: Rafael Ribeiro/CBF

    Lista dos finalistas do Golden Boy 2025

    Confira os 20 jogadores que concorrem ao Golden Boy 2025:

    • Mamadou Sarr (Strasbourg)
    • Pau Cubarsí (Barcelona)
    • Désiré Doué (PSG)
    • Dean Huijsen (Real Madrid)
    • Kenan Yildiz (Juventus)
    • Myles Lewis-Skelly (Arsenal)
    • Warren Zaïre-Emery (PSG)
    • Arda Güler (Real Madrid)
    • Franco Mastantuono (Real Madrid)
    • Ethan Nwaneri (Arsenal)
    • Jorrel Hato (Chelsea)
    • Geovany Quenda (Sporting)
    • Estêvão (Chelsea)
    • Leny Yoro (Manchester United)
    • Senny Mayulu (PSG)
    • Nico O’Reilly (Manchester City)
    • Eliesse Ben Seghir (Bayer Leverkusen)
    • Victor Froholdt (Porto)
    • Lucas Bergvall (Tottenham)
    • Archie Gray (Tottenham)

    Tradição e prestígio do prêmio Golden Boy

    Criado em 2003, o prêmio é um dos mais tradicionais do futebol europeu. Organizado pelo jornal Tuttosport, o troféu reconhece o melhor jogador sub-21 atuando em clubes da Europa.

    O prêmio já foi conquistado por Lionel Messi, Mbappé e Haaland. Lamine Yamal, do Barcelona, não pode concorrer novamente, já que o regulamento impede vitórias consecutivas.

  • UEFA anuncia revolução na Champions League a partir de 2027; estreia exclusiva e mais

    UEFA anuncia revolução na Champions League a partir de 2027; estreia exclusiva e mais

    A UEFA confirmou que a Champions League passará por mudanças históricas a partir da temporada 2027/28.

    O anúncio foi feito durante o Conselho de Administração da UC3, realizado dentro da 32ª Assembleia Geral dos Clubes Europeus, em Roma, e promete reformular completamente o formato.

    Leia também: Brasil em 6° lugar no ranking da Bola de Ouro

    Entre as novidades estão a criação de uma cerimônia de abertura oficial, um calendário reformulado e a transmissão por meio de plataformas de streaming globais para modernizar o torneio.

    Taça da Champions League no sorteio – Foto Divulgação/Uefa

    Cerimônia de abertura e estreia exclusiva

    Atualmente, o primeiro dia da fase de grupos conta com diversos jogos acontecendo simultaneamente. A partir de 2027, esse modelo será substituído por um formato mais centralizado:

    • Jogo de abertura exclusivo, protagonizado pelo campeão europeu da temporada anterior, que fará sua estreia em casa.
    • A partida terá cerimônia de abertura com shows e atrações, em formato semelhante ao da Copa do Mundo e da Eurocopa.
    • Aumentar a visibilidade global do torneio e criar um evento de abertura que celebre o início da temporada europeia.

    Modernização e aproximação com o público:

    Segundo o jornal português A Bola, essa mudança foi inspirada no sucesso dos grandes eventos esportivos internacionais e deve transformar o início da Champions em um verdadeiro espetáculo.

    Leia também: veja o novo calendário do futebol brasileiro

    A reformulação faz parte da estratégia da de rejuvenescer o público e acompanhar as transformações digitais do futebol moderno, com mais interação e conteúdos exclusivos.

  • Crise política no Peru coloca final da Libertadores 2025 e Conmebol pode mudar local

    Crise política no Peru coloca final da Libertadores 2025 e Conmebol pode mudar local

    A Conmebol acompanha de perto a instabilidade política no Peru, sede da final da Copa Libertadores 2025, marcada para 29 de novembro no Estádio Monumental de Lima.

    A recente queda da presidente Dina Boluarte, aprovada pelo Congresso, aumenta a preocupação da entidade sobre segurança, logística e viabilidade da partida.

    Leia também: Abel Ferreira nunca perdeu para times argentinos fora de casa; veja os números

    De acordo com informações da coluna de Marcel Rizzo, a mudança de local não está descartada e será definida antes da conclusão das semifinais da Libertadores, no final de outubro.

    Na edição atual da Libertadores, Palmeiras e Flamengo disputam as semifinais contra LDU e Racing, respectivamente.

    Caso Lima seja descartada, a Conmebol precisará organizar a logística da final em Assunção, incluindo segurança, transporte, hospedagem e infraestrutura para torcedores e imprensa.

    Protestos e queda de Dina Boluarte

    O Peru enfrenta protestos desde setembro, motivados por mudanças nas regras da previdência e casos de corrupção.

    Leia também: Novo calendário do futebol brasileiro: veja as mudanças históricas no Brasileirão, Copa do Brasil e Estaduais

    A destituição da presidente Dina Boluarte, acusada de “incapacidade moral”, intensifica a tensão social, gerando preocupação com eventos de grande porte.

    Agenda das semifinais da Libertadores 2025 – Foto: Instagram/Libertadores

    Conmebol mantém cautela e não confirma mudança

    Por enquanto, a Conmebol, por meio de sua assessoria, não confirmou oficialmente a alteração da sede. A decisão dependerá da evolução da crise política peruana e da viabilidade logística em Assunção, que poderá se tornar a “opção B” para duas finais.

    Assunção, no Paraguai, surge como opção

    A capital paraguaia, Assunção, sede da Conmebol, desponta como opção secundária caso Lima seja inviável. A cidade também receberá a final da Copa Sul-Americana 2025, prevista para 22 de novembro

    Possivelmente, no Estádio Defensores del Chaco, já que o estádio do Cerro Porteño estará ocupado com um show.

    Histórico de mudanças de sede da Conmebol

    Mudanças de sede em decisões importantes não são inéditas. Em 2019, Flamengo e River Plate jogariam no Chile, mas protestos políticos obrigaram a transferência para Lima, palco onde os brasileiros venceram por 2 a 1.

    Taça da Libertadores da América – Foto: Alexandre Vidal/Acervo/Flamengo
  • Napoli desistiu de Neymar para investir em Kevin De Bruyne, diz jornal italiano

    Napoli desistiu de Neymar para investir em Kevin De Bruyne, diz jornal italiano

    O Napoli chegou a negociar a contratação de Neymar no início deste ano, segundo o jornal italiano Gazzetta dello Sport.

    O primeiro contato aconteceu em janeiro, quando ainda pertencia ao Al-Hilal, da Arábia Saudita. As conversas se estenderam até meados de maio, mas acabaram sendo encerradas.

    Antonio Conte queria Neymar no Napoli

    De acordo com a publicação, o clube italiano analisou formas de viabilizar financeiramente a chegada do astro brasileiro, de 33 anos, em um movimento considerado “ousado”.

    Leia também: Tradição da Torcida Jovem nos clássicos paulistas

    A iniciativa partiu do técnico Antonio Conte, do diretor esportivo Giovanni Manna e do presidente Aurelio De Laurentiis.

    De Bruyne concentrado em jogo do Napoli – Foto: Instagram/De Bruyne

    De Bruyne atrapalhou os planos

    O projeto foi abandonado quando o Napoli se viu diante da oportunidade de contratar o meia belga De Bruyne, de 34 anos.

    O ídolo do Manchester City não renovou com o clube inglês após nove temporadas e ficou livre no mercado no meio do ano.

    De Bruyne pelo Napoli (até o momento):

    • 08 jogos
    • 03 gols
    • 02 assistências

    Neymar pelo Santos (até o momento):

    • 21 jogos
    • 06 gols
    • 03 assistências

    Neymar segue em recuperação de uma lesão grau 2 no músculo reto femoral da coxa direita. A expectativa é de que ele esteja à disposição do técnico Juan Pablo Vojvoda no início de novembro.

    Neymar em treno na academia – Foto: Instagram/Neymar
  • Richard Ríos vs Froholt: quem riu por último?  

    Richard Ríos vs Froholt: quem riu por último?  

    No verão falou-se muito de Richard Ríos. O médio colombiano brilhou no Palmeiras, até no Mundial de Clubes, e não faltaram clubes interessados. No meio da confusão, saiu o rumor: Benfica e Porto na corrida. O final da novela foi simples: o Benfica pagou 30 milhões por Ríos, o Porto levou Froholt por 20M.

    À primeira vista parecia jackpot para os encarnados. Hoje já não é bem assim.

    Ríos: talento sim, mas fora de lugar  

    Richard Ríos não engana: é agressivo, intenso, sabe transportar jogo à bruta, arrancar da defesa para o ataque. Mas não é um 8 que dita ritmos, não é um tecnicista para desmontar defesas fechadas, nem um criador de último passe. É um jogador de transições.

    E aqui está o problema: o Benfica não vive de transições. Contra 90% das equipas da Liga, vai ter a bola o tempo todo. Ríos brilha quando há espaço para correr, não quando tem de gerir posse. Resultado? Em Portugal vai parecer perdido. Ironia das ironias: é mais provável que se destaque contra um Real Madrid do que contra um Casa Pia.

    Nos primeiros jogos já deu para ver que vinha com tiques de Libertadores: muito ímpeto, pouco timing. Na Europa, se entras a querer fazer tudo, acabas por não fazer nada. Some-se a instabilidade do Benfica, eleições a ferver, Mourinho a entrar em modo bombeiro e a receita está pronta: Ríos na pole position para “flop do ano”.

    Froholt: a peça certa no puzzle certo  

    Do outro lado, o Porto optou por Froholt. Um tanque dinamarquês de 19 anos com intensidade fora do comum. Não é só físico: tem critério, sabe quando soltar, quando carregar, lê bem o jogo. Não deslumbra com técnica, mas impressiona com inteligência. E em poucos jogos já parecia que o meio-campo do Porto era dele.

    E atenção: o boom nórdico não é moda. Hjulmand, Gyökeres, Isak, Bardghji, Bobb, Ødegaard, Haaland. A lista fala por si. Froholt tem tudo para seguir esse caminho.

    Gestão: a diferença está na estrutura, não no relvado  

    A comparação entre Ríos e Froholt mostra bem mais do que estilos de jogo. Mostra estratégias. O Porto, com Villas-Boas, sabe para onde vai. O Sporting, com Varandas, vem de alguns dos melhores anos da sua história. O Benfica? Continua a gastar milhões sem perceber contexto.

    E depois há o mercado sul-americano. Os brasileiros já não vendem barato. Seguram craques, inflacionam, vendem diretamente para Inglaterra, Espanha, Itália. Resultado: Portugal perde a sua função de ponte. Jogadores que antes passavam por cá para ganhar experiência (Falcao, James, Militão, Luis Díaz, Ramires, Di María, Casemiro, Raphinha…) agora saltam logo para as Big 5. O problema é deles? Não. O problema é nosso, que ficamos de fora.

    O contra-exemplo: William Gomes  

    E é aqui que entra o caso William Gomes. O miúdo brasileiro chegou ao Porto ainda sem o preço inflacionado, ganhou minutos, adaptou-se ao futebol europeu e tem tudo para rebentar em breve. É o exemplo perfeito de como Portugal pode continuar a ser a tal ponte, se souber chegar primeiro.

    Porque uma coisa é gastar 30M num jogador já feito, mas fora de contexto. Outra bem diferente é investir cedo, moldar o talento e depois vender por 80M. William Gomes pode ser o próximo dessa lista, a seguir a nomes como Luis Díaz ou Militão.

    Moral da história  

    Ríos é bom jogador, mas não encaixa. Froholt encaixa que nem uma luva.
    Um custou 30M, o outro 20M.
    Um pode virar dor de cabeça, o outro já é solução.
    No futebol, como na vida, não basta comprar talento. É preciso comprar contexto.

  • A Bola de Ouro e um futebol diferente

    A Bola de Ouro e um futebol diferente

    Não quero ser aquela pessoa que vive presa à nostalgia e não consegue apreciar a beleza do que é atual. Acho mesmo que o efeito nostálgico condiciona a nossa perceção do presente, em tudo na vida, não sendo o futebol uma exceção. Mas a Bola de Ouro está cada vez mais aborrecida.

    Quando era jovem, parecia que havia mais expectativa para ver quem ganhava o prêmio e havia mais credibilidade: as escolhas faziam sentido e eram praticamente unânimes ou, pelo menos, não chocavam ninguém.

    Cresci com Ronaldinho, Kaká e toda a era Messi/Ronaldo. Esta última, embora alguns anos dividissem se opiniões, era perfeitamente aceitável que fosse um ou outro a vencer. Ok, em 2021 foi muito discutível o prêmio dado ao argentino e em 2023… pronto, venceu o Mundial, mas mesmo assim… Além disso, em 2018 o único vencedor possível tinha o nome de Cristiano Ronaldo. Modric é craque, mas não há bem justificação. 

    Enfim, eu não tenho mais paciência para a FIFA, UEFA e a descredibilização da Bola de Ouro para mim aconteceu em 2018. Percebe-se de quem sou fã, certo? Adiante.

    Mas eu vejo os últimos dois vencedores, Rodri e Dembelé e, embora não queira tirar mérito aos jogadores, que são craques… não são excepcionais. E eu entendo os motivos de atribuição do prêmio, mas, sei lá… que aborrecido!

    Eu peço o seguinte exercício ao leitor: compraria bilhete para ir ao estádio ver o Rodri a pautar o meio campo ou o Dembelé a rasgar defesas? Hmmm eu não! Nem vou questionar sobre Messi ou Cristiano Ronaldo, era óbvia demais a resposta. Mas e para Kaká? Ronaldinho? R9? Figo? Zidane? Van Basten? Peço desculpa, afinal a resposta também é óbvia.

    Os critérios de atribuição da Bola de Ouro, a meu ver, são cada vez mais influenciados por terceiros, organizações multi-milionárias, ou pressões mediáticas. E sim, este ano ninguém me engana que o presidente do PSG não “obrigou” a que o prêmio fosse para um jogador francês. Nem vou entrar na discussão do porquê do vencedor claro ter de ser Vitinha (Olá, Liga das Nações) ou o escândalo que é Nuno Mendes (Olá, Liga das Nações) ter ficado em 10º lugar. Não me posso alongar, perco o controle, é um tema sensível desde 2018.

    Além de que parece que os jogadores atuais, aqueles que mais brilham, passam semanas nas bocas do povo, não ganham nada. Isto naturalmente torna o prêmio mais aborrecido. Os jogadores também estão mais aborrecidos, para mim, mas com o calendário atual, em que tudo serve para vender, vender e vender, como podem eles brilhar como antigamente?

    Está bem, eu sei que recebem milhões, mas o corpo não é uma máquina. 

    Talvez isto seja tudo um desabafo de quem cresceu na era Messi/Ronaldo e, depois disso, nada tem o mesmo sabor. Talvez o prêmio esteja menos credível. Talvez o futebol esteja mais aborrecido. Talvez eu não perceba nada disto. 

    A última opção é a correta, mas deixo a avaliação para o leitor.

  • O Efeito Mourinho… ou não  

    O Efeito Mourinho… ou não  

    Em Portugal não se fala de outra coisa: José Mourinho voltou. Vinte e cinco anos depois, o maior treinador português regressa ao Benfica e, de repente, parece que o país parou.

    A cena foi digna de Hollywood: câmaras a seguir o carro de Mourinho, transmissão ao vivo madrugada dentro à porta da sua casa… tudo por um treinador que, na verdade, já não é o “Special One” de outros tempos. E enquanto isso, um dérbi histórico como Vitória SC x Braga passou completamente ao lado. Isto diz muito sobre como o nosso futebol continua refém da bolha dos três grandes.

    O curioso é que Mourinho estava no Fenerbahçe e foi eliminado da Champions… pelo Benfica. Dias depois, assume o comando da mesma equipa. Para apimentar ainda mais, uma semana antes esteve no Estádio do Dragão, homenageado como lenda do FC Porto  onde ganhou a Champions e conquistou tudo. O estádio levantou-se para o aplaudir… e, logo depois, vêem-no assinar pelo maior rival. Para os portistas, foi como ver um ídolo rasgar memórias.

    No Benfica, a história se repete. Em 2000, Mourinho tinha assumido o clube, mas acabou despedido porque o presidente que apostou nele perdeu as eleições. Agora, em 2025, a história volta a soar a déjà-vu: Rui Costa, pressionado e sem títulos relevantes, voltou a jogar a carta Mourinho como trunfo eleitoral. Contratou-o como treinador-milagreiro, mas o futebol não funciona assim.

    O impacto inicial foi típico: vitória 3-0, euforia nas arquibancadas, ambiente de festa e esperança renovada. Mas logo no segundo jogo, o empate frente ao Rio Ave foi um verdadeiro banho de água fria. Em Portugal, deslizes assim custam títulos. E Mourinho sabe disso melhor do que ninguém.

    Agora, deixem-me ser claro: o problema do Benfica não é Mourinho. Também não era Bruno Lage, conhecido dos botafoguenses, que até tinha algumas ideias, mas nunca conseguiu segurar a pressão e, sinceramente, nunca teve as qualidades necessárias para treinar um colosso português. O problema é estrutural. E é aí que está o verdadeiro fracasso.

    Nos últimos anos, os dirigentes do Benfica têm estado muito aquém da dimensão do clube. A gestão é errática, sem rumo claro. Um clube que investe 30 milhões de euros em Richard Ríos, ex-Palmeiras, sem que ele tenha o perfil que a equipa precisava, que vende talentos como João Neves demasiado cedo e que não consegue criar uma estratégia de comunicação moderna e digna de um gigante europeu… não pode culpar apenas os treinadores.

    Enquanto isso, o Sporting vem trabalhando bem a sua imagem, e o Porto, com Villas-Boas na presidência, começou finalmente a se tornar uma referência na forma como comunica e se apresenta ao mundo. E o Benfica? Continua preso a velhas fórmulas que já não funcionam.

    Mourinho até pode trazer impacto imediato, mas não há “efeito Mourinho” que dure se quem manda continuar a falhar. Nos próximos jogos, recebe o Gil Vicente, mas logo depois terá três pedreiras: Chelsea, FC Porto e Newcastle. Esses duelos podem muito bem ditar o futuro da presidência do Benfica… e talvez até o do próprio Mourinho.E há aqui uma semelhança histórica que não me sai da cabeça: Artur Jorge, o outro treinador português que venceu a Champions pelo FC Porto, também acabou por trocar o Dragão pela Luz. O resultado? Foi um flop, não ganhou nada e deixou mágoa entre os portistas. A minha previsão é simples: com Mourinho vai acontecer o mesmo. Prefiro guardar a memória do “rockstar” que foi no Porto, no Chelsea e no Inter. O outrora Special One dificilmente terá sucesso neste regresso a Lisboa.