Categoria: Botafogo

  • Gigantes brasileiros sofrem transfer ban da FIFA e não podem contratar jogadores.

    Gigantes brasileiros sofrem transfer ban da FIFA e não podem contratar jogadores.

    Corinthians e Botafogo sofrem transfer ban causado por pendências financeiras.

    Neste dia 5 de janeiro foi a abertura da janela de transferências em solo brasileiro, porém, alguns times brasileiros não estão autorizados à registrar novos jogadores. A proibição de contratar novos atletas é uma medida da FIFA como uma solução para restringir os times que não cumprem suas obrigações financeiras, dificultando muito a temporada do clube punido.

    Segundo informações do GE, nove equipes entraram na janela de transferência sem a permissão de se reforçar. Dentre elas, sete são times masculinos e 2 femininos, destacando-se Botafogo e Corinthians, únicos times da série A do campeonato brasileiro que estão nessa situação até o momento.

    Futebol masculino

    •     Corinthians-SP
    •     Botafogo-RJ
    •     Ponte Preta-SP
    •     Amazonas-AM 
    •     Ipatinga-MG
    •     Miramar-PB
    •     Colorado-PR

    Futebol feminino

    •     Avaí Kindermann-SC
    •     Real Brasília-DF

    Pendências Financeiras dos gigantes punidos

    Enquanto a sentença estiver em vigor, os clubes não poderão registrar nenhum jogador no BID da CBF, mesmo que tenham contrato assinado, forçando Botafogo e Corinthians a correrem com a ideia de resolver suas obrigações financeiras para que possam reforçar seu elenco para a temporada que está prestes a começar.

    Com o intuito de se livrar do transfer ban, o Glorioso tem a missão de solucionar a negociação pelo jogador Thiago Almada, que foi comprado em definitivo chegando do Atlanta United dos Estados Unidos e foi negociado para o Lyon seis meses depois, os valores giram em torno de 115 milhões de reais. A Situação do Corinthians se deve às dívidas com o Santos Laguna pela negociação de compra do atleta Félix Torres, criando uma dívida por volta de R$ 40 milhões para o clube mexicano.

  • Botafoguenses: nós já vimos este filme

    Botafoguenses: nós já vimos este filme

    No dia 1 fui a um churrasco do meu amigo argentino. Quem já leu outros artigos meus sabe. Estava lá um rapaz brasileiro com a camisola 13 do Botafogo, número que me dá boas memórias: Alex Telles no FC Porto, jogador que deixa saudades, até mais pela atitude do que pelo jogo jogado, embora não fosse nada mau de pés ahahah. O rapaz estava contente porque o Botafogo contratou um jovem argentino chamado Martín Anselmi. E a minha reação, numa mesa cheia de adeptos do FC Porto, foi imediata: eu conto ou vocês contam? Anselmi foi provavelmente a coisa mais desastrosa que aconteceu ao FC Porto desde que tenho memória.

    Curiosamente, no meio de todo aquele hype inicial da chegada de Anselmi ao Porto, estava também presente o meu amigo argentino, simpatizante do FC Porto, que foi o primeiro a lançar o alerta. No meio da euforia geral, disse algo que na altura soou quase a heresia: “Não festejem. Ele vai ser flop. Um treinador que perde e vem com desculpas baseadas em estatísticas, número de remates e expected goals não é treinador. É jornalista ou analista.” Na altura rimo nos. Hoje, a verdade é que tivemos de lhe dar razão.

    A chegada de Anselmi foi cheia de hype, mas com muitas dúvidas à mistura. Não é normal um sul americano vir treinar um clube europeu tão cedo na carreira, não é normal um treinador fazer o salto do Cruz Azul para um gigante europeu. A ilusão inicial vinha de um bom falante, bastante comunicativo, com ideias arrojadas, vídeos de guarda redes a jogarem com bola nos pés fora da área e uma postura que fazia lembrar um jovem Mourinho, só que a falar espanhol. Havia também a fama de praticar futebol atrativo da escola de Bielsa e, sendo argentino, esperava se raça e luta. A verdade é que eu não sou fã de Marcelo Bielsa. Não sou fã dessa romantização. Gosto de futebol pela estratégia. Por mais que certos jogos sejam feios, podem ser muito mais interessantes do que essas maravilhas que acabam em 5-5. As equipas de Bielsa não sabem defender e, acima de tudo, não ganham títulos. E isso não me causa interesse nenhum. O português é resultadista: olhamos para a solidez italiana, para o atrevimento brasileiro e para a estratégia e técnica espanholas.

    Anselmi foi um desastre no FC Porto. É certo que, quando chegou, já ninguém esperava que fosse campeão. Entrou a 8 pontos do líder Sporting e a 2 do Benfica, na segunda posição, na jornada 20. Mas também é certo que conseguiu piorar tudo. Não houve uma única melhoria visível, nem coletiva, nem individual, nem tática. Acabou a época a 9 pontos do segundo, Benfica, e a 11 do campeão Sporting. É certo que perdeu Galeno e Nico González, mas essa é mesmo a única desculpa ou benefício que lhe podemos dar. De resto, foi sempre a descer.

    Foi humilhado em casa pelo grande rival, o Benfica, por 1-4. Sim, isto para um portista é mais do que humilhante, é o pior que pode acontecer, algo nunca visto em dezenas de anos. Ainda foi fazer figura ridícula ao Mundial de Clubes: empate com o Palmeiras, derrota humilhante com o Inter Miami, meu Deus isto foi mais do que humilhante, e um jogo arcaico com o Al Ahly, um 4-4 completamente partido, sem qualquer rigor tático, demonstrando ausência total de critério, ideia ou estratégia. Um Mundial da vergonha.

    Martin Anselmi não foi capaz de lidar com as críticas. Foi teimoso com a sua formação e com a sua tática, mesmo não tendo jogadores para essas posições. William Gomes como ala defesa esquerdo, sim, ninguém entende. Essa teimosia começou a soar a arrogância. Nunca foi capaz de mostrar capacidade para corrigir ou alterar peças durante a partida, nunca soube ler o jogo. A verdade é que Anselmi tornou se motivo de gozo. Os portistas querem esquecer e os rivais fazem questão de lembrar. Diz se que, a nível metodológico, era uma confusão, o balneário não estava com ele e existia um relaxamento estranho. E ainda nem falei nos casos célebres de jogadores em discotecas e escândalos fora de campo, algo que não acontecia no Porto há anos.

    O contraste surge naturalmente com Francesco Farioli, italiano, que está a brilhar no FC Porto. Neste momento é líder invicto do campeonato, com apenas 4 golos sofridos, e um deles foi auto golo, o que diz tudo ahaha. Metódico, resultadista e capaz de criar outro tipo de união, não só com os jogadores como com os adeptos. É verdade que teve outro tipo de reforços e o facto de Anselmi ter vindo antes ainda lhe dá mais brilho. Conseguiu recuperar jogadores que não rendiam, como Diogo Costa, Alan Varela, Pepê, Francisco Moura ou Samu.

    Eu não sou fã de filosofias à Bielsa. Eu prefiro ganhar. Esse é o meu objetivo no jogo. Não quero perder 5-4 num jogaço. Deixo isso para os loucos que dizem amar o futebol mas nada gostam de ganhar. Anselmi terá as suas ideias, teve sucesso no Independiente del Valle e no Cruz Azul, gostavam dele. Não lhe retiro valor nem lhe desejo o insucesso. Espero que consiga ter uma boa carreira, mas tem de melhorar muito daquilo que mostrou no FC Porto, sob pena de correr o sério risco de ser lembrado como o pior treinador do século XXI dos dragões.

    Imagem de apresentação de Martin Anselmi como DT do Botafogo. Imagem: @botafogo

    Posto isto, acredito mais no sucesso dele no Botafogo do que no Porto, mas mesmo assim acho esta aposta uma loucura, mas John Textor é assim. Preparo já os meus amigos botafoguenses: ele é bom falante e, ao início, vai enganar vos. Veremos se consegue, e espero que sim, mas não vos consigo deixar nada de bom e confesso que não sinto um bom presságio ahaha.

  • Média de torcida no Brasileirão 2024: presença nos estádios, rankings e recordes da temporada

    Média de torcida no Brasileirão 2024: presença nos estádios, rankings e recordes da temporada

    O Brasileirão Série A de 2024 consolidou uma tendência que vem transformando o futebol nacional: a presença massiva e constante dos torcedores nas arquibancadas. Se em 2023 o campeonato bateu recordes históricos, a temporada de 2024 serviu para firmar o produto como um sucesso de público, registrando a segunda maior média da história da competição, com números que giram em torno de 25 mil pagantes por jogo.

    Os estádios modernos, o fortalecimento dos programas de sócio-torcedor e a competitividade acirrada tanto no topo quanto na base da tabela foram os combustíveis para manter as arenas lotadas de norte a sul do país.

    O domínio rubro-negro e a força das massas

    No topo do ranking de média de público, o cenário manteve-se familiar. O Flamengo liderou mais uma vez com folga, registrando uma média impressionante superior a 51 mil pagantes por jogo. O Maracanã continuou sendo o epicentro da festa rubro-negra, funcionando como um caldeirão que empurra o time e gera receitas milionárias.

    Créditos: Arquivo Corinthians

    Logo atrás, o Corinthians reafirmou a lealdade da sua Fiel torcida. Mesmo em uma temporada de oscilações esportivas, a Neo Química Arena manteve uma taxa de ocupação altíssima, garantindo ao clube paulista a segunda posição com médias próximas aos 43 mil pagantes.

    O São Paulo (com o Morumbis sempre cheio, superando a barreira dos 40 mil de média) e o Bahia (transformando a Fonte Nova em um dos ambientes mais hostis e festivos do Brasil, com médias acima de 36 mil) completaram o pelotão de elite, provando que a paixão supera qualquer fase tática.

    Recordes e curiosidades da temporada

    A temporada de 2024 não foi feita apenas de médias, mas de picos impressionantes que merecem destaque:

    • O recorde de renda: O confronto entre Vasco da Gama e Palmeiras, válido pela 27.ª rodada e realizado no estádio Mané Garrincha (Brasília), registrou a maior renda bruta da Série A, ultrapassando a casa dos R$ 7,49 milhões. Isso demonstra a força econômica dos jogos quando levados a praças com grande demanda reprimida.
    Mosaico da torcida do Botafogo no Estádio Nilton Santos, com bandeirão 3D do cachorro símbolo do clube e efeitos pirotécnicos nas arquibancadas, durante a festa em busca do título do Brasileirão. Foto: Maga Jr/Agência F8/Gazeta Press.
    Créditos: Reprodução Botafogo
    • O gigante Botafogo: O Glorioso, embalado pela sua performance esportiva, protagonizou um dos maiores públicos da competição ao levar mais de 57 mil torcedores ao Maracanã no duelo contra o Criciúma (30.ª rodada), mostrando que a sua torcida abraçou o time na luta pelo topo.
    • Domínio no Top 10: Embora o recorde pontual de público tenha sido disputado jogo a jogo, o Flamengo mostrou a sua força bruta ao colocar o seu nome na maioria das partidas do “Top 10” de maiores públicos do ano, evidenciando uma regularidade assustadora.

    O abismo e os desafios

    Apesar da festa, o Brasileirão 2024 também expôs as desigualdades do futebol nacional. Enquanto o topo da tabela de público lota arenas de Copa do Mundo, clubes como o Cuiabá e o Red Bull Bragantino figuraram na parte inferior do ranking.

    O Cuiabá, por exemplo, registrou alguns dos menores públicos da competição (com jogos abaixo de 2 mil pagantes), levantando debates sobre o engajamento local em regiões fora do eixo tradicional e a necessidade de estratégias de marketing mais agressivas para atrair o torcedor em jogos de menor apelo midiático.

    Em resumo, 2024 provou que o brasileiro quer ir ao estádio. O desafio para os próximos anos deixa de ser apenas “levar o torcedor”, passando a ser “como melhorar a experiência” para que a média de 25 mil se torne o novo piso, e não o teto.

    FAQs sobre a média de público do Brasileirão 2024

    1. Qual clube teve a maior média de público no Brasileirão 2024?

    O Flamengo foi o líder isolado, com uma média superior a 51 mil pagantes por partida.

    2. Qual foi a média geral de público do campeonato?

    A competição registrou a segunda maior média da história, girando em torno de 25 mil torcedores por jogo, ficando pouco atrás apenas do recorde de 2023.

    3. Quais clubes completaram o “Top 4” de maiores torcidas no estádio?

    Além do líder Flamengo, o ranking foi seguido por Corinthians (2.º), São Paulo (3.º) e Bahia (4.º).

    4. Qual jogo registrou a maior renda bruta da Série A 2024?

    O recorde de arrecadação em uma única partida do campeonato foi o confronto entre Vasco e Palmeiras, jogado em Brasília, com uma renda de R$ 7,49 milhões.

    5. O Botafogo teve destaque nos públicos em 2024?

    Sim. Impulsionado pela boa campanha, o Botafogo registrou excelentes públicos, com destaque para a partida contra o Criciúma no Maracanã, que recebeu mais de 57 mil pessoas.

    6. Quais times tiveram as piores médias de público?

    Clubes como Cuiabá e Red Bull Bragantino figuraram na parte inferior do ranking de presença nos estádios.

    7. A média de público de 2024 superou a de 2023?

    Não. Embora tenha sido historicamente alta e um sucesso absoluto, a média de 2024 ficou ligeiramente abaixo da marca recorde estabelecida na temporada de 2023.

  • Palmeiras fica perto de anunciar Marlon Freitas, após volante abrir mão de percentual

    Palmeiras fica perto de anunciar Marlon Freitas, após volante abrir mão de percentual

    A negociação entre Palmeiras, Botafogo e Marlon Freitas está prestes a ser finalizada e com um desfecho positivo para o clube paulista. O volante decidiu abrir mão do próprio percentual sobre seus direitos econômicos e com isso, a negociação deu andamento. Atualmente, os clubes estão no estágio de troca de documentos para que a transferência seja finalizada.

    A divisão dos direitos econômicos do atleta de 90% do Botafogo e 10% do próprio Marlon Freitas. Inicialmente, volante já havia aberto mão do seu percentual para adiantar a transação, porém o jogador decidiu voltar atrás nos últimos dias e cobrou os valores correspondentes do Glorioso.

    Com isso, a quantia que seria de Marlon Freitas será enviada aos cofres do Botafogo. O Palmeiras irá adquirir todos os direitos de Marlon Freitas por 6 milhões de euros (aproximadamente R$ 33 milhões). O contrato será válido por três anos.

    Marlon Freitas chegou ao Botafogo em janeiro de 2023, tornando-se peça fundamental na equipe e assumindo a braçadeira de capitão.

  • Ranking dos maiores públicos do Brasileirão 2025

    Ranking dos maiores públicos do Brasileirão 2025

    O Campeonato Brasileiro Série A de 2025 reforçou a paixão do torcedor brasileiro, com números expressivos de público nos estádios.

    A média de público da competição atingiu a marca de 25.542 torcedores por jogo, um indicativo da força e do engajamento das torcidas. A análise dos dados, com base na planilha do Ranking CBF, revela o domínio de alguns clubes e a importância da presença da torcida como fator de desempenho.

    O ranking completo

    A tabela a seguir apresenta o ranking dos clubes da Série A com as maiores médias de público, refletindo a mobilização de suas torcidas ao longo da temporada.

    PosiçãoClubeMédia de públicoPúblico totalJogos
    1Flamengo-RJ58.5541.112.51919
    2Cruzeiro-MG40.158762.99919
    3Corinthians-SP39.934758.73719
    4Bahia-BA38.160725.03919
    5Palmeiras-SP34.935663.77219
    6Ceará-CE34.702659.33719
    7São Paulo-SP28.654544.42019
    8Fluminense-RJ26.724507.76119
    9Fortaleza-CE26.391501.42019
    10Grêmio-RS25.515484.78519
    11Internacional-RS24.365462.94019
    12Atlético-MG24.087457.65519
    13Vitória-BA22.144420.73019
    14Vasco-RJ21.471407.94319
    15Santos-SP17.011323.21619
    16Botafogo-RJ14.772280.67719
    17Sport-PE14.003266.06219
    18Juventude-RS8.060153.13919
    19Mirassol-SP6.287119.44419
    20Red Bull-SP4.91693.41319

    Destaques e análise de engajamento

    O ranking de 2025 aponta para algumas conclusões importantes sobre o engajamento das torcidas e a saúde financeira dos clubes:

    Liderança absoluta: O Flamengo-RJ manteve a liderança com uma média de público significativamente superior aos demais, ultrapassando a marca de 1 milhão de torcedores no total.

    • Força do Nordeste: Clubes como Bahia, Ceará e Fortaleza demonstram a força do futebol nordestino, figurando entre as dez maiores médias de público do país.
    • Impacto da performance: A presença de clubes como Cruzeiro e Corinthians no topo reflete o retorno da torcida em momentos de alta performance e competitividade.
    • Desafios na base: Clubes como Mirassol-SP e Red Bull-SP, apesar de estarem na elite, enfrentam desafios para mobilizar grandes públicos, o que pode ser reflexo de uma base de torcedores menor ou de políticas de preço e marketing.

    A média de público é um indicador vital para a saúde financeira dos clubes, influenciando diretamente nas receitas de bilheteria e no valor de mercado das marcas. O alto engajamento da torcida brasileira em 2025 é um fator positivo para o futuro da competição.

  • Botafogo anuncia Martin Anselmi como novo treinador; confira

    Botafogo anuncia Martin Anselmi como novo treinador; confira

    O Botafogo anunciou nesta segunda-feira (23/12), a chegada de Martin Anselmi como novo treinador do clube para a próxima temporada. Aos 40 anos, o ex-comandante do Porto, de Portugal, chegou para assumir o lugar deixado por Davide Ancelotti, que teve sua saída confirmada na última semana.

    O contrato do argentino com o clube carioca foi firmado para dois anos, válidos até o fim da temporada 2027.

    Além de Anselmi, chegam para o clube os auxiliares Luis Piedrahita e Pablo De Muner, o preparador físico Diego Bottaioli e o preparador de goleiros Dario Herrera, complementando à comissão técnica fixa do Botafogo em 2026.

    O técnico argentino é esperado no Rio de Janeiro no dia 04 de janeiro para iniciar ao trabalhos no Espaço Lonier, enquanto o elenco principal do clube carioca retorna para a representação no dia 05 de janeiro.

    “Soube agora há pouco. Acompanhei um pouco dele no Porto, porque acompanho o campeonato português. Me parece um excelente treinador. Ainda bem que já fechou. Bom que inicia a temporada com comandante. Feliz por isso”, comemorou o zagueiro Marçal, durante um evento no Rio.

  • Pré-Libertadores 2026: Veja os possíveis jogos de Bahia e Botafogo na competição continental

    Pré-Libertadores 2026: Veja os possíveis jogos de Bahia e Botafogo na competição continental

    A Conmebol sorteou nesta quinta-feira (18/12), os confrontos das primeiras fases para a disputa da Libertadores 2026. A entidade definiu os jogos da fase prévia da competição, com Bahia e Botafogo conhecendo seus adversários nesta etapa inicial.

    Únicos brasileiros que estão disputando essa fase, os dois clubes entrarão na segunda eliminatória, não podendo ser enfrentarem entre si. Todos os jogos da segunda fase da Libertadores estão marcados para serem disputados nas semanas de 18 e 25 de fevereiro de 2026.

    O Bahia terá pela frente o O’Higgins, do Chile, no primeiro jogo. Caso avance para a fase seguinte, disputará a vaga na fase de grupos contra o clube que passar da chave quem possui um representante da Bolívia (The Strongest, Blooming ou San Antônio Bulo Bulo), Deportivo Táchira e Tolima.

    A situação do Botafogo será a mais complicada e poderá definir sua vaga diante de um adversário argentino, que pode surgir da fase prévia ou dois clubes equatorianos com tradição na competição continental. O clube carioca campeão da Libertadores em 2024 jogará inicialmente contra um time da Bolívia (The Strongest, Blooming ou Nacional Potosí). Caso avance, terá pela frente o Argentinos Juniors ou uma equipe do Equador (Barcelona de Guayaquil ou LDU).

    Confira todos os duelos

    Datas dos jogos

    • 1ª fase: 4 e 11 de fevereiro
    • 2ª fase: 18 e 25 de fevereiro
    • 3ª fase: 4 e 11 de março
    • Sorteio final da fase de grupos: 18 de março

    Os potes serão definidos de acordo com a posição dos clubes no ranking da Conmebol. A disputa da pré-Libertadores tem três fases, mas os clubes brasileiros entrarão apenas na segunda e terá pela frente dois confrontos de mata-mata em busca de uma vaga na fase de grupos.

    As equipes que ocuparem as melhores posições no ranking da FIFA definiram os jogos mata-mata em casa. Com isso, Bahia e Botafogo serão mandantes em suas chaves no primeiro jogo. Contudo, o Glorioso só atuará como visitante no segundo jogo caso tenha pela frente a LDU.

  • Rafael Guanaes vira o “plano A” do Botafogo após a saída de Davide Ancelotti

    Rafael Guanaes vira o “plano A” do Botafogo após a saída de Davide Ancelotti

    Depois de confirmar a saída de Davide Ancelotti, o Glorioso agiliza a busca por um sucessor e aponta o técnico do Mirassol, sensação do Brasileirão, como o favorito para 2026.

    O Botafogo já definiu o seu alvo prioritário para assumir o comando técnico da equipe. Após a confirmação oficial da saída de Davide Ancelotti na última quarta-feira, a diretoria alvinegra voltou suas atenções para Rafael Guanaes, o treinador responsável pela campanha histórica do Mirassol no último Campeonato Brasileiro.

    Ao contrário de temporadas anteriores, em que o processo de escolha se arrastou por meses, a diretoria do Botafogo pretende agir com rapidez. O nome de Guanaes já foi apresentado a John Textor, proprietário da SAF do clube, que deverá, mais uma vez, ter a palavra final na decisão.

    O perfil de Rafael Guanaes e a multa rescisória

    Rafael Guanaes, de 44 anos, ganhou destaque nacional ao levar o Mirassol à classificação inédita para a Copa Libertadores logo no ano de estreia do clube na elite do futebol brasileiro. Sob o seu comando, o “Leão” terminou o campeonato na quarta colocação, com um registro de 18 vitórias em 37 jogos.

    Embora Guanaes tenha renovado recentemente o seu contrato com o clube paulista, a sua multa rescisória é considerada baixa e não deve representar um obstáculo financeiro significativo para o Botafogo. O principal desafio da negociação, caso Textor dê o sinal verde, será convencer o treinador a trocar o projeto consolidado do Mirassol pelo desafio no Rio de Janeiro.

    Guanaes iniciou a sua carreira técnica no Joseense e passou por clubes como Atlético Goianiense, Athletico Paranaense e Operário Ferroviário antes de brilhar no interior paulista.

  • Brasileirão 2025: Veja quem se classificou para a Libertadores e Sul-Americana, além de quem caiu para a Série B

    Brasileirão 2025: Veja quem se classificou para a Libertadores e Sul-Americana, além de quem caiu para a Série B

    Vai deixar saudades! A Série A do Campeonato Brasileiro chegou ao fim neste domingo (07/12), e o Flamengo garantiu o título de campeão com uma rodada de antecedência. Porém, as emoções permanecerão até a última rodada com as brigas para se livrarem do rebaixamento, vagas para a Libertadores e Copa Sul-Americana.

    É claro que as distribuições das vagas para as competições continentais podem ser alteradas, conforme o resultado do título da Copa do Brasil.

    Com o fim do Brasileirão, seis clubes acompanharão o Flamengo e se garantirão na Libertadores em 2026, com a possibilidade de abrir mais uma vaga na tabela, caso o título fique com o Cruzeiro ou Fluminense, que já estão garantidos na fase de grupos da competição continental.

    Ainda pensando em “hablar español”, outros seis clubes brasileiros se garantiram na Copa Sul-Americana e novamente no mesmo esquema, aguardando a definição da Copa do Brasil para ver se um novo clube será felicitado com uma vaga, já que atualmente, classificam-se do oitavo ao 13º, mas pode ser que o 14º lugar seja beneficiado.

    Finalizando as disputas, foram definidos os dois clubes que seguraram nas mãos de Sport e Juventude para trilharem o caminho da Série B em 2026.

    Confira abaixo como ficou as definições

    Classificados para a Libertadores

    • 1º Flamengo (campeão)
    • 2º Palmeiras (fase de grupos)
    • 3° Cruzeiro (fase de grupos)
    • 4º Mirassol (fase de grupos)
    • 5º Fluminense (fase de grupos)
    • 6º Botafogo (pré-Libertadores)
    • 7º Bahia (pré-Libertadores)

    Classificados para a Sul-Americana

    • 8º São Paulo
    • 9º Grêmio
    • 10º Bragantino
    • 11º Atlético-MG
    • 12º Santos
    • 13º Corinthians
    • 14° Vasco

    Rebaixados

    • 17º Ceará
    • 18º Fortaleza
    • 19º Juventude
    • 20º Sport

    Vitória e Internacional conseguiram se livrarem do rebaixamento e terminaram em 15º e 16º respectivamente, mas não se classificaram para nenhuma competição continental na próxima temporada.

    Copa do Brasil pode mexer nos classificados

    As semifinais da competição nacional entre Cruzeiro x Corinthians e Vasco x Fluminense ainda serão disputadas, iniciando os confrontos nesta próxima quarta e quinta-feira respectivamente. Já os jogos de ida e volta da decisão ocorrerão em 17 e 21 de dezembro.

  • Festa da torcida do Botafogo: paixão e criatividade nas arquibancadas

    Festa da torcida do Botafogo: paixão e criatividade nas arquibancadas

    A festa da torcida do Botafogo no Engenhão é “coisa de maluco”. Todo jogo em casa, a torcida botafoguense tenta inovar e apoiar seus jogadores.

    A equipe do Portal Camisa12 foi atrás das histórias das festas da torcida do Glorioso, trazendo para você um conteúdo inédito. Bora acompanhar tudo? Chega mais!

    Arquibancadas alvinegras: a festa da torcida do Botafogo começa cedo

    Logo nas primeiras horas de jogo já se sente no ar o clima de festa. A torcida do Botafogo chega ao estádio vestida de preto e branco, carregando bandeiras e confete, ansiosa para fazer a festa.

    As festas da torcida do Botafogo no Estádio Nilton Santos têm se tornado uma marca do clube. Antes mesmo da bola rolar, a arquibancada canta, torce e vibra – como num Carnaval alvinegro que contagia o time.

    No retorno do Fogão ao Maracanã após longos anos, ingressos esgotados e dezenas de bandeiras ocuparam as arquibancadas, dando um grande espetáculo antes do jogo começar.

    É essa energia que alimenta a identidade botafoguense: o estádio inteiro vira um palco de cultura da torcida, fazendo cada partida parecer um grande evento.

    Bandeirões e mosaicos: espetáculo visual

    Desde o acesso ao setor, quem chega ao estádio é surpreendido por um show de cores e formas. Bandeirões gigantes de papel ou nylon 3D são erguidos por dezenas de torcedores como verdadeiras obras de arte ambulantes.

    Um exemplo marcante foi o bandeirão tridimensional com o cachorro do clube, ícone do Botafogo, empunhado no setor Leste – uma peça imponente que dominou as arquibancadas e até chegou a provocar risos dos rivais.

    Essa “pegada visual” virou marca registrada: já foram mais de 30 grandes festas organizadas pelo grupo Ninguém Ama Como a Gente, cada uma com mosaicos ou bandeiras 3D espalhadas por todo o Nilton Santos.

    Bandeirões 3D imponentes

    Os bandeirões 3D carregam símbolos da história alvinegra (cães, estrelas, camisetas) e agora ganharam suporte ainda maior.

    Recentemente o clube modernizou as hastes que levantam as bandeiras: hoje elas suportam até 60 metros de largura, o que equivaleria à metade da arquibancada Leste.

    É tanta grandiosidade que virou quase que um ritual: em jogos grandes a torcida se organiza para erguer essas belezas no gramado, envolvendo toda a massa alvinegra. 

    Bandeirões assim refletem o orgulho da torcida (e viram memes nos grupos de WhatsApp assim que o jogo acaba).

    Mosaicos artísticos e criativos

    Outra marca da festa são os mosaicos feitos com placas de papel colorido. Em dias de Libertadores ou clássicos, até 22 mil plaquinhas são distribuídas para cobrir cada canto das arquibancadas.

    O resultado é um mosaico gigante que ganha vida ao ser levantado, formando imagens ou frases de apoio ao time. A criatividade vai além das cores: já houve mosaico dupla-face com luzes de LED, tributos a ídolos do passado, e até animações simples no momento em que as placas mudam de posição.

    Em um clássico contra o Flamengo, por exemplo, a torcida contou que cobriu o estádio inteiro com um mosaico 3D, soltou fogos e jogou papel picado – foi descrito pelos envolvidos como um verdadeiro “réveillon no Engenhão”.

    Essa dedicação tem fundo de história: em algumas partidas foram homenageados jogadores eternos do Botafogo.

    Um mosaico inesquecível projetou Didi, Garrincha e Nilton Santos juntos, com a frase “entramos 11 e jogamos todos” – em homenagem aos ídolos que não estão mais entre nós.

    Até fãs tatuaram bandeirões famosos de vista na arquibancada! Com tanto capricho, cada mosaico vira notícia nas redes sociais, viraliza entre torcedores de todos os times e reforça a fama da arquibancada como um espetáculo à parte.

    Cantando e vibrando: a trilha sonora da massa

    A festa da torcida do Botafogo é também sonora. Os cantos botafoguenses ecoam como um coral apaixonado que não dá trégua.

    Como bem resume a Lance, “a torcida do Botafogo é marcada por sua fidelidade e paixão, carregando o peso da história e da tradição alvinegra”.

    Cada canto entoado reforça essa devoção: seja o hino clássico do Botafogo, as músicas “Botafogo Campeão” ou “Ô Balancê”, ou ainda cânticos improvisados e provocações amigáveis aos rivais. Nesse coro, a arquibancada parece respirar em uníssono, enchendo o estádio de energia positiva.

    Gritos e provocações rivais

    A trilha sonora fogueira traz de tudo: desde hinos eternos, celebrando conquistas, até piadas cantadas. Nas clássicas partidas contra o rival, aparecem refrões bem-humorados – sem perder o respeito pela história.

    Mas a rotina mesmo é de encorajar o time: em qualquer momento difícil o “Fogooogo, Fogôôôgo!” cresce e vira uma espécie de mantra.

    Essa música coletiva não apenas empolga os jogadores em campo, como une estranhamente a família alvinegra: avô, pai e neto cantam juntos a mesma letra como se tivessem passado essa tradição de geração em geração.

    É essa trilha sonora de alto nível que faz até quem está de fora bater palmas e entrar no ritmo.

    Torcida alvinegra: a festa do Botafogo mostra a força clube

    Mais do que espetáculo visual e sonoro, a torcida botafoguense é parte da alma do clube. Os próprios organizadores das festas deixam claro: “A torcida do Botafogo não tem o que merece. Temos, então, o orgulho de falar por milhões de botafoguenses”.

    Esse senso de orgulho coletivo se reflete nas arquibancadas. Camisas antigas ganham nova vida, cânticos de luta viram gritos de comando, e cada torcedor sente-se parte de algo maior.

    A estrela solitária – símbolo máximo do clube – jamais esteve tão presente nas arquibancadas, tremulando em bandeirões e sendo celebrada nos cantos.

    A identidade botafoguense, para quem ama o clube, vai além das quatro linhas. Em cada festa está a mensagem de quem vem de todos os cantos do Brasil (da Zona Sul à Baixada, dos torcedores de Manaus aos de Pelotas) para sacudir o estádio.

    Não à toa, o botafoguense quer que sua festa seja tão reconhecida quanto as das torcidas que dominam o mundo“como Boca Juniors ou Borussia Dortmund”, lembram os organizadores.

    Eles acreditam que associar o nome do Botafogo a esse tipo de espetáculo agregará valor à marca do clube, reforçando a imagem de que ser do Fogão é viver com alegria, criatividade e muito orgulho.

    Cada bandeirão, cada coro de sala de casa, e cada festa vai construindo a narrativa de um clube que respira emoção.

    Festa do Botafogo além do campo: emoção e cultura

    Mais do que entretenimento, as festas da torcida têm um impacto emocional profundo. Quando a arquibancada explode em um grito uníssono ou levanta um mosaico emocionado, o jogador no campo sente a confiança e o apoio de milhares de corações pulsando por ele.

    Os próprios atletas admitem que essa atmosfera dá um “up” no rendimento – conforme um idealizador afirmou, “os jogadores e até o dono do clube já nos disseram que ajudamos eles“, conforme publicado no Terra.

    Essa injeção de moral pode ser decisiva em jogos difíceis, tornando os 90 minutos mais do que uma disputa esportiva: vira um espetáculo coletivo.

    Culturalmente, a “festa da torcida do Botafogo” fortalece laços sociais e tradições. Ela lembra aos botafoguenses de todas as idades que fazem parte de uma grande família alvinegra, com histórias e valores compartilhados.

    É comum ver pais levando filhos pela primeira vez ao estádio, trazidos pelo amor herdado de avôs ou tios. E quando a arquibancada canta histórias do clube, transmite a memória esportiva para quem chega agora.

    A folia nas arquibancadas também repercute fora dos estádios. Vídeos de mosaicos criativos circulam nas redes, músicas novas da torcida são gravadas, e até museus esportivos reconhecem esse fenômeno como patrimônio cultural.

    De certa forma, a expressão da torcida botafoguense se transformou em um símbolo do próprio Botafogo: tão forte e única quanto a Estrela Solitária.

    Para o torcedor alvinegro, cada festa é uma reafirmação de que o Botafogo vive não apenas no gramado, mas na emoção e na criatividade de sua torcida – algo que fica no coração por muito tempo depois do jogo acabar.