O atacante Wesley, revelado pelo Corinthians e contratado pelo Al Nassr por US$ 20 milhões (R$ 110 milhões), deve deixar o clube saudita na próxima janela de transferências.
Segundo apuração da ESPN, o técnico Jorge Jesus deu o aval para que o jogador brasileiro seja negociado.
No radar de equipes europeias, o atacante deve priorizar o futebol do Velho Continente para seguir sua evolução.
Números de Wesley no Al Nassr
O atacante soma nove jogos, com dois gols e uma assistência nesta temporada. Apesar de boas atuações pontuais, não se firmou como titular e disputa espaço em um elenco estrelado.
O meia Oscar, de 33 anos, recebeu alta no último domingo (16/11) após passar cinco dias internado no Hospital Albert Einstein. Ele havia desmaiado durante exames de rotina no CT da Barra Funda.
O episódio foi classificado pelos médicos do São Paulo como uma síncope vasovagal — perda temporária de consciência causada pela queda súbita na pressão arterial e nos batimentos cardíacos.
Oscar em apresentação do São Paulo – Foto: Reprodução/Instagram
Segundo a apuração da ESPN, o caso foi forte e impressionou funcionários e atletas, o meia teria ficado aproximadamente 50 segundos sem pulso até ser reanimado. O clube não detalhou o procedimento, mas confirmou que o atleta passa bem.
São Paulo não estipula prazo e deixa decisão de aposentadoria com o jogador
Ainda segundo a ESPN, o São Paulo não colocou data para o retorno do meia. A reapresentação fica inteiramente sob critério de Oscar, que terá o tempo que julgar necessário.
Contrato de Oscar no São Paulo segue intacto
A diretoria, presidida por Julio Casares, não cogita romper, congelar ou alterar qualquer cláusula do contrato, válido até dezembro de 2027. Internamente, o Tricolor considera que interromper o vínculo seria desrespeitoso com o atleta.
A possibilidade de encerrar a carreira é tratada com cautela. Pessoas próximas afirmam que o foco do meia hoje é apenas a saúde, sem pressa para avaliar um possível adeus aos gramados.
Contratado no início da temporada, Oscar disputou 21 partidas, somando 2 gols e 5 assistências. O meia vinha ganhando ritmo e sequência antes do susto durante os exames realizados.
A final da Conmebol Libertadores deste ano novamente será brasileira e com isto, o Brasil poderá voltar a ter nove equipes na fase de grupos da principal competição continental da América do Sul em 2026. Como Palmeiras e Flamengo irão decidir o título do torneio, uma das equipes que ocupam atualmente as primeiras posições da tabela do Brasileirão, já garantiram sua vaga de forma antecipada.
Com Palmeiras e Flamengo ocupando a primeira e segunda posição da tabela do campeonato nacional respectivamente, o grupo que garante vagas para a Libertadores agora tornou-se um G-7. Atualmente, o Botafogo é quem ocupa a última posição para classificar-se para o torneio continental.
O Brasil tem sido representado por sete equipes na Libertadores desde 2017, sendo seis vagas pelo Brasileirão e uma destinada ao vencedor da Copa do Brasil.
Desta maneira, caso o Atlético-MG consiga derrotar o Lanús na final da Copa Sul-Americana 2025, o Brasil voltará a ter nove times representantes na disputa da Liberta no próximo ano. A decisão entre Galo e o time argentino acontecerá no dia 22 de novembro, em Assunção, uma semana antes da final entre Palmeiras e Flamengo.
A única vez em que o país teve nove clubes participando da Libertadores foi na edição de 2022. Confira abaixo como foi distribuída as vagas;
Palmeiras (campeão da Libertadores 2021)
Athletico-PR (campeão da Sul-Americana 2021)
Atlético-MG (campeão do Brasileirão e Copa do Brasil 2021)
Adaptando-se ao novo calendário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que decidiu reduzir os campeonatos estaduais em 2026, o Paulistão adotou um modelo de disputa semelhante ao da Champions League, mas manteve os clássicos na próxima edição.
Durante o evento realizado na última terça-feira (11/11), na Mercado Livre Arena Pacaembu, a entidade sorteou os embates da primeira fase e comunicou que implementará a tecnologia de impedimento semiautomático a partir das quartas de final da competição.
Inicialmente, o campeonato terá 11 datas de disputas. Os clubes da elite do Paulistão se enfrentarão com as equipes do próprio pote, além de mais cinco rodadas com adversários do outro recipiente, totalizando oito partidas na primeira fase.
Porém, a entidade já confirmou que pretende buscar uma nova data para realizar a grande final em duas partidas.
“Fizemos o campeonato dentro do que poderíamos decidir, com 11 datas. Vamos, sim, com diálogo, com presença na CBF, tentar conseguir a segunda final, que é muito importante para o campeonato, para patrocinadores, vamos trabalhar. O que decidimos hoje é o que podemos executar. É um consenso de todos os clubes e da federação, pois 12 datas valoriza a competição”, explicou o presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro Bastos.
Divisão
O pote A, foi formado por Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo, enfrentando dois times do B (São Bernardo, Novorizontino, Bragantino e Mirassol), dois times do C (Guarani, Ponte Preta, Portuguesa e Velo Clube), uma do D (Primavera e Capivariano), e as duas piores campanhas da temporada passada que ficaram na elite do estadual (Botafogo-SP e Noroeste).
As oito melhores equipes se classificarão para o mata-mata, que ainda terá as eliminatórias disputada em partidas únicas. Os dois piores time caem para a Série A-2.
Existe a possibilidade da decisão ser disputada em dois jogos, incluindo um 12º jogo no estadual.
Veja os adversários dos 4 grandes na primeira fase
Santos: Palmeiras, São Paulo, Corinthians, Bragantino, Novorizontino, Velo Clube, Guarani e Noroeste
Palmeiras: Santos, São Paulo, Corinthians, Novorizontino, Mirassol, Guarani, Portuguesa e Botafogo-SP
São Paulo: Santos, Palmeiras, Corinthians, Mirassol, São Bernardo, Portuguesa, Ponte Preta e Primavera
Corinthians: Santos, Palmeiras, São Paulo, Bragantino, São Bernardo, Velo Clube, Ponte Preta e Capivariano
É importante ressaltar que ainda não foram definidas as ordens dos jogos. A FPF ainda irá compor a tabela da Série A-1.
A temporada de 2026 promete grandes mudanças no Corinthians. A diretoria comandada por Osmar Stabile prepara uma reformulação profunda no elenco, motivada pela necessidade de reduzir custos na folha salarial.
Assim, diversos jogadores podem se despedir do clube ao fim da temporada. A seguir, a situação de quem tem futuro incerto.
Reformulação é prioridade para 2026
Com dívidas, restrições financeiras e um elenco considerado inflado pela diretoria, que já trata a reformulação para 2026 como inevitável. A tendência é clara: reduzir custos e liberar atletas.
Novos capítulos devem surgir nos próximos meses, à medida que o clube define o planejamento para a próxima temporada.
Matheus Donelli
Sem espaço com a comissão técnica, Donelli, de 23 anos, deixou de ser relacionado e não faz mais parte dos planos da diretoria.
Atualmente, a preferência é por Felipe Longo, de 20 anos, que assumiu a meta após a lesão de Hugo Souza.
O contrato de Donelli vai até junho de 2028, e o Corinthians não descarta uma negociação.
Félix Torres
Vivendo momento de baixa, o equatoriano perdeu espaço com Dorival Júnior e não entra em campo desde agosto.
Monitorado por Osasuna e Getafe, tem contrato vai até o fim de 2027, mas a diretoria não fará esforço para mantê-lo.
Félix Torres em treino do Corinthians – Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians
O Timão investiu US$ 6,5 milhões em sua compra em 2024, mas atrasou pagamentos, gerando dívida na Fifa e transfer ban.
Fabrizio Angileri
Contratado ainda na era Ramón Díaz, Angileri é versátil e tem boa relação com Dorival Júnior, podendo atuar como lateral, ala ou zagueiro. Mesmo assim, a renovação ainda não avançou.
Maycon
Titular e em alta sob o comando de Dorival, Maycon tem contrato apenas por empréstimo. Para ficar com o jogador, o Corinthians teria de negociar novamente com o Shakhtar Donetsk.
A diretoria admite interesse, mas considera o acordo muito difícil. Seu futuro é uma das maiores incertezas do elenco.
Talles Magno
Emprestado pelo New York City até o fim da temporada, Talles não deve permanecer. Apesar de bom início no Paulistão, caiu de rendimento e perdeu espaço no ano.
Ángel Romero
Ídolo da torcida e liderança do elenco, Romero também perdeu espaço com a comissão técnica. Com contrato apenas até final de 2025, o paraguaio não deve renovar.
Héctor Hernández
Fora dos planos desde o ano passado, o espanhol treina separado em horários alternativos.
Mesmo com contrato até 2026, a direção trabalha para encontrar um destino para o jogador, que não faz parte do projeto.
O nome de Thiago Silva, atualmente no Fluminense, voltou a ganhar força nos bastidores do Milan.
De acordo com o jornal italiano Repubblica, o clube rossonero considera a possibilidade de repatriar o zagueiro de 41 anos já na reabertura do mercado europeu, em janeiro.
Thiago Silva pensativo em treino do Fluminense – Foto: Marcelo Gonçalves/Fluminense
Experiente, vitorioso e ainda em alto nível, o defensor agrada ao técnico Massimiliano Allegri, que busca um jogador de liderança para a segunda metade da temporada.
Thiago Silva atuou pelos Rossoneros entre 2009 e 2012, período no qual formou uma das duplas mais memoráveis da história recente do clube, ao lado de Alessandro Nesta.
Thiago Silva vai trocar o Fluminense para jogar no Milan em 2026?
O Milan vive carência de peças experientes na zaga. Atualmente, o setor conta com Gabbia, Pavlovic, Tomori e De Winter, quartetos talentosos, mas ainda com pouca rodagem em comparação à exigência da Serie A e da Champions League.
Por isso, Thiago Silva agrada — além do desempenho técnico, o clube valoriza sua trajetória no futebol europeu.
Allegri busca um zagueiro pronto para jogar
A tendência é que o clube empreste o jovem David Odogu, de 19 anos, em meados de janeiro. A negociação abriria espaço na folha salarial e no elenco para a chegada de um novo defensor.
Thiago Silva tem contrato até 2026
O defensor tem contrato até 30 de junho de 2026. Internamente, o clube reconhece a importância do jogador e conta com ele no planejamento — pela liderança dentro e fora de campo.
O Palmeiras contou com uma novidade entre os cinco atletas acionados do banco no clássico contra o Santos, na Vila Belmiro. Larson, de 20 anos, entrou e fez sua primeira partida como profissional do clube. O meio-campista está emprestado pelo Goiás até janeiro de 2026, mas o técnico do Verdão, Abel Ferreira, já indicou que o clube irá exercer a opção de compra, prevista em R$ 4 milhões.
A estreia ocorreu em meio ao número reduzido de opções disponíveis para a partida, durante a Data Fifa. “Larson era o único médio que tínhamos no banco, treinou na função do Maurício”, explicou Abel. “Temos uma equipe do presente e do futuro, com jovens preparados para corresponder”, completou.
Foto: Cesar Greco/Palmeiras
O nome de Larson chama atenção pela referência ao sueco Henrik Larsson, campeão da Champions League pelo Barcelona no ano em que o jogador do time paulista nasceu. A admiração do pai pelo clube catalão também aparece no nome do irmão do jogador, chamado Thierry.
Quem é Larson?
Natural de Pelotas, o jovem iniciou no futebol aos oito anos e tentou espaço no Internacional, mas a dificuldade de deslocamento semanal até Porto Alegre levou à sua dispensa. Ele então passou pelo Brasil de Pelotas, onde se firmou no sub-17. O jogador também viveu um período de avaliação no Flamengo, mas não chegou a ganhar oportunidades. Em entrevista de 2024, disse que a falta de respostas e o custo prolongado da estadia no Rio de Janeiro motivaram sua saída.
Depois da passagem frustrada, encontrou espaço no Goiás. Lá, tornou-se referência no sub-20 e participou da pré temporada do profissional, sendo observado como nome promissor. Sem calendário nacional para a categoria em 2025 e com concorrência na posição, o clube aceitou o empréstimo ao Palmeiras.
De origem como segundo volante, o camisa 8 também atua como meia armador. No sábado, diante do Santos, exerceu essa função mais adiantada. Abel destacou sua capacidade de ligação, mobilidade e condução, o que o próprio atleta chama de “arraste”, por carregar a bola em velocidade.
Perspectivas e futuro no Palmeiras
No sub-20 do Palmeiras, o jovem soma 32 jogos e três gols. Agora, vive a expectativa da efetivação de seu contrato e de um plano de desenvolvimento dentro do clube. “É um jogador que tem um projeto dentro do clube. Tem muita margem e tempo”, afirmou o técnico português.
O futebol brasileiro é movido por uma paixão que não se limita às quatro linhas e esse amor pelos clubes explode de tal forma nas arquibancadas, que transforma o apoio em uma sinfonia caótica de amor e pressão. O ruído que emana dos estádios é, para muitos, a verdadeira medida da dedicação de uma torcida a um clube, como se fosse um termômetro que sai do emocional para ser aferido em decibéis (dB).
Onde o Grito Alcança o Pico
Em 2024, a eterna disputa sobre quem faz mais barulho teve um novo rosto. Nesse ano, ganhou dados concretos e rigorosos – o que permitiu a muitos gritarem de felicidade pelo primeiro posto!
O jornal O Globo conduziu uma pesquisa detalhada no Campeonato Brasileiro, utilizando um decibelímetro profissional em 13 estádios e 14 clubes da Série A. O objetivo não era apenas medir a intensidade, mas sim entender a constância desse apoio.
Créditos: Fernando Dantas/Gazeta Press
Os resultados revelaram que a paixão – quando traduzida à parte acústica – pode ser tão ensurdecedora quanto um avião. O recorde de pico de volume – aquele estouro momentâneo, geralmente após um gol ou um lance soberbo – foi registado em casa do São Paulo – com um pico impressionante de 127,7 dB.
Para se ter uma ideia, 120 dB já é o limiar da dor para o ouvido humano e é comparável ao barulho de um avião a jato a 30 metros de distância. A massa tricolor no MorumBIS provou ter um pulmão e uma garganta de aço.
Apesar de tudo, outras torcidas também mostraram picos altíssimos, como Cruzeiro (126,8 dB), Flamengo (122,7 dB) e Fluminense (121,4 dB), confirmando a tradição dos grandes clubes em transformar o ambiente em um verdadeiro caldeirão.
Créditos: Staff Images do Diário Celeste
Paixão Sustentável: A Força do Canto Ininterrupto
No entanto, o barulho não se resume ao pico momentâneo. Para os jogadores, o que realmente muda o jogo é a pressão constante vinda da bancada. O canto que não para, que embala o time nos momentos difíceis e não deixa o adversário respirar, é o que sustenta essa paixão ferverosa.
Analisando a consistência e o tempo de apoio, o estudo de O Globo trouxe novos destaques:
O Fluminense registrou a maior média de volume durante os 90 minutos de jogo, com 99,7 dB. Realmente o apoio tricolor se mantém forte, do apito inicial ao final.
O Vasco da Gama se destacou de forma singular: foi a torcida que cantou por mais tempo acima de 100 dB. Isso significa que, durante longos períodos da partida, o ruído vascaíno atingiu o nível de uma britadeira, simbolizando uma resiliência e um apoio incessante que é puro suor e dedicação.
Créditos: Daniel Ramalho / Vasco
O Flamengo (98 dB de média) e o Vasco (97,5 dB de média) também demonstraram uma sustentação de volume altíssima, o que é natural, dada a imensa mobilização e a paixão das massas.
Barulho como a 12ª Jogador
Por que esse barulho é tão vital? Ele é muito mais que entusiasmo; é uma arma psicológica.
Quando 127,7 dB atingem o campo, o efeito é imediato. Por um lado, os jogadores do time da casa se sentem abraçados e impulsionados. É a energia do torcedor que se transforma em fôlego para uma corrida ou coragem para um desarme.
Créditos: Vinícius Schmidt/Metrópoles
Do lado contrário do campo, para o adversário, um estádio ensurdecedor dificulta a comunicação entre os atletas e sobrecarrega a concentração, levando a erros e decisões apressadas.
É a catarse coletiva no seu estado mais puro. É a comunidade se unindo no grito, transformando o som em um poderoso motor do jogo. O barulho, no Brasil, é o coração que pulsa na arquibancada e, graças a pesquisas como a de O Globo, agora temos números para medir a intensidade desse amor.
FAQs sobre as Torcidas Mais Barulhentas do Brasil
Qual foi a principal fonte de dados utilizada para medir o barulho das torcidas?
A principal fonte de dados foi uma pesquisa detalhada realizada pelo jornal O Globo durante o Campeonato Brasileiro de 2024. O estudo utilizou um decibelímetro profissional em 13 estádios e em jogos de 14 clubes da Série A.
O que é «pico de volume» e qual torcida atingiu o maior pico?
O «pico de volume» é o som mais alto registrado em um momento específico do jogo (geralmente em um gol, pênalti ou grande lance). A torcida que atingiu o maior pico na pesquisa de O Globo foi a do São Paulo, com impressionantes 127,7 dB no MorumBIS.
O que o nível de 127,7 dB significa em termos práticos?
O nível de 127,7 dB é considerado altíssimo e superior ao limiar da dor para o ouvido humano (que é de 120 dB). Esse volume é comparável ao barulho de um show de rock pesado ou de um avião a jato a curta distância, demonstrando a intensidade da paixão no estádio.
Qual é a diferença entre «pico de volum» e «consistência do apoio»?
pico de volume é um registro instantâneo do momento mais alto. A consistência do apoio refere-se à capacidade da torcida de manter um volume alto e constante durante toda a partida. A consistência é medida pela média de volume ao longo dos 90 minutos.
Qual torcida se destacou pela consistência e maior média de volume?
O Fluminense se destacou por ter a maior média de volume durante os 90 minutos de jogo (99,7 dB, segundo a pesquisa), indicando um apoio forte e sustentado do início ao fim da partida.
Qual torcida se destacou por cantar por mais tempo acima do nível de 100 dB?
A torcida do Vasco da Gama foi a que cantou por mais tempo acima de 100 dB (um nível de ruído comparável ao de uma britadeira), destacando-se pela persistência e resistência do canto ao longo da partida.
Por que o barulho é considerado uma «arma psicológica» no futebol?
O barulho é uma arma psicológica porque serve como motivação e combustível para o time da casa, ao mesmo tempo que cria uma atmosfera intimidadora. O ruído extremo dificulta a comunicação e a concentração dos jogadores adversários, influenciando, muitas vezes, o resultado do jogo.
O meio-campista do São Paulo, Oscar está estudando as chances de encerrar sua carreira após um susto sofrido na última terça-feira (11/11), quando foi encaminhado às pressas para ao Hospital Albert Einstein, após passar mal por conta de um problema cardíaco.
Segundo informações da ESPN, o caso gerou uma grande preocupação no atleta e em seus familiares, que agora desejam que Oscar não volte à jogar e deixe os gramados de vez. Atualmente, a decisão final está nas mãos do meia, que ainda não sabe o que fará do seu futuro.
O jogador será pai pela terceira vez, segue pensando na aposentadoria para focar em sua vida pessoal.
A reportagem ainda destacou, o interesse dos dirigentes o Shanghai Port, clube pelo qual Oscar atuou por vários anos na última década e, que deixou claro que as portas estarão abertas caso ele decida iniciar algum tratamento específico em solo asiático.
É importante ressaltar que Oscar possui vínculo com o São Paulo até 2027 e no momento, não existe nenhuma possibilidade do clube encerrar o vínculo com o jogador. O salário mensal do meia é na casa dos R$ 2,3 milhões, porém, metade destes pagamentos são feitos pela Superbet, patrocinadora máster do clube paulista.
Alta hospitalar
Neste domingo (16), Oscar recebeu alta do hospital que estava internado. O meia chegou a ficar na UTI, sendo submetido a um cateterismo de diagnóstico e uma ressonância, além de vários exames investigativos sobre a causa do desmaio e as alterações cardíacas.
Inicialmente, Oscar foi diagnosticado com uma síncope vasovagal, uma perda transitória de consciência causada pela diminuição da pressão arterial e dos batimentos cardíacos.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) assinou nesta sexta-feira contrato com a Genius Sports para a implantação do impedimento semiautomático (SAOT) no futebol brasileiro.
A tecnologia será utilizada a partir da temporada de 2026 e estará presente nos jogos da Série A do Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil até 2027.
A parceria também inclui sistemas avançados de rastreamento de jogadores, árbitros e da bola, além de uma plataforma completa de análise tática e de desempenho — tudo integrado ao VAR da Hawk-Eye, já utilizado pela entidade.
Impedimento semiautomático no futebol brasileiro
A confirmação do SAOT ocorre dias após o coordenador de arbitragem da CBF, Samir Xaud, anunciar a novidade durante a inauguração do Grupo de Trabalho da Arbitragem.
Com o contrato agora assinado, o presidente da CBF celebrou o avanço tecnológico implementado.
Presidente da CBF destaca transparência e credibilidade
“Estamos dando mais um passo decisivo na modernização do futebol brasileiro. A chegada do impedimento semiautomático não é apenas inovação tecnológica, mas uma medida concreta para aumentar precisão, transparência e credibilidade da arbitragem. Seguiremos trabalhando para que nossas competições sejam referência em qualidade e justiça”, afirmou.
Como funcionará o impedimento semiautomático no Brasil?
Segundo o contrato, a Genius Sports terá até 10 de janeiro de 2026 para certificar o sistema SAOT em todos os 27 estádios participantes da Série A. Para isso, cada praça esportiva receberá:
Estrutura obrigatória
24 câmeras exclusivas para rastreamento
Servidor Genius dedicado instalado no estádio
Conexão mínima de 700 Mbps
Garantia de estabilidade estrutural e ausência de vibrações nas câmeras
A tecnologia mapeia automaticamente a posição dos atletas e da bola, permitindo decisões mais rápidas e precisas em lances de impedimento — reduzindo erros humanos e encurtando a duração das checagens do VAR.
Samir Xaud, atual presidente da CBF. Rafael Ribeiro/CBF
Integração com o VAR e ganhos esperados
O sistema funcionará em sincronia com o VAR atual, agilizando análises, padronizando decisões e oferecendo mais confiabilidade aos torcedores, clubes e árbitros.
A expectativa da CBF é que o SAOT ajude a diminuir polêmicas, padronizar critérios e elevar o nível de profissionalismo das competições nacionais, colocando o Brasil em linha com as principais ligas europeias.