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  • Palmeiras x Flamengo: de “times distantes” à rivalidade da década  

    Palmeiras x Flamengo: de “times distantes” à rivalidade da década  

    O Palmeirense carrega nas costas mais de um século de rivalidades clássicas e históricas. Corinthians, São Paulo, Santos… esses são os confrontos que nasceram no sangue, na arquibancada, no barulho das ruas de São Paulo. Agora Flamengo? Até pouco tempo atrás, não passava de mais um adversário de respeito, com grande adesão popular, mas distante, quase neutro.

    Só que o futebol brasileiro mudou muito nos últimos tempos. O calendário expandiu, o dinheiro entrou pesado com os novos tipos de patrocínio, e a liderança ficou restrita a poucos clubes capazes de sustentar elencos milionários e estrutura avançada.

    E aí, no meio dessa virada, o Flamengo e o Palmeiras começaram a se encontrar repetidamente em finais, decisões e disputas diretas de título.

    De repente, o clube carioca que nunca foi rival histórico ou de torcida, passou a dividir com a gente o protagonismo.
    De 2015 pra cá, quantas vezes Palmeiras e Flamengo se cruzaram em jogos que valiam taça ou mudavam o rumo da temporada? Libertadores, Supercopa, Copa do Brasil, Brasileirão. Viramos adversários de mesa de bar, de programa esportivo e de arquibancada.

    O choque de estilos e as falas da Leila   Pereira

    E não é só em campo que essa rivalidade tomou forma, mas também fora dele, e tem ficado cada vez mais evidente. A presidente Leila Pereira por exemplo, tem repetido que admira a estrutura do Flamengo, mas não deixa quieto quando fala em gestão responsável, insinuando que nem todo modelo de gastos é sustentável no longo prazo.

    Recentemente, ela deu aquela cutucada bem estilo da presidente do Verdão, ao dizer que: “o Palmeiras não vai se endividar para comprar craques a qualquer custo”, deixando clara a critica ao rival rubro-negro, que adota uma postura mais agressiva no mercado da bola.

    Essas declarações acendem ainda mais a rivalidade entre os clubes. De um lado, a torcida alvi verde se orgulha da solidez financeira e da sequência de títulos da última década. Do outro, a nação rubro-negra responde com seus números massivos de torcida, de arrecadação e de estrelas contratadas.

    Rivalidade moderna

    Eu acho engraçado que Palmeiras e Flamengo nunca tiveram no passado o peso de uma rivalidade direta, como Corinthians x Palmeiras ou Fla x Flu, inclusive não me lembro de alguma vez ouvir meu pai ou meus irmãos falarem de um jogo memorável entre Palmeiras e Flamengo durante as suas incontáveis histórias de jogos e arquibancada.

    Mas o futebol vive de cenário, e hoje a realidade é que os dois são os grandes clubes do Brasil no século XXI. A cada temporada, o torcedor já entra esperando o confronto decisivo entre esses dois.

    Inclusive, em muitas entrevistas que vejo do elenco eles sempre falam como jogar contra o Flamengo ou até mesmo o Botafogo, se tornou um jogo mais difícil nos últimos anos.

    De certa forma, dá até gosto de ver. Se antes éramos reféns de olhar só para os clássicos regionais, agora temos uma rivalidade nacional. É o choque dos times hoje considerados elite: a consistência palmeirense contra a ousadia flamenguista. E cada temporada, cada título que esses clubes ganham só aumenta mais e mais essa rivalidade.

    E nós, palmeirenses?  

    Do lado de cá, a gente sabe que rivalidade mesmo é contra o Corinthians, isso nunca vai mudar, e também não podemos negar que a rivalidade regional ainda tem um maior peso pras torcidas, porque é nessa resenha de arquibancada que vem as grandes piadinhas contra o rival, e um estilo mais engraçado de torcer. Mas negar que o Flamengo virou nossa “comparação” de grandeza nos últimos anos seria não olhar pra realidade atual. Quando vencemos, o gosto é especial. Quando perdemos, a cobrança chega forte.

    Talvez no futuro quando eu estiver contanto as minhas história de arquibancada eu possa falar de um “Palmeiras x Flamengo” como a grande rivalidade do futebol brasileiro dessa decáda atual. Uma rivalidade que nasceu não de vizinhança ou bairrismo, mas da grandeza e investimento.E no fundo, isso só mostra o tamanho do Verdão: não importa o tempo, não importa o adversário, não importa a década, sempre haverá alguém que nos mostre o quanto somos e sempre seremos um dos maiores times brasileiros.

  • Atlético-MG: Jorge Sampaoli teria pedido Gabigol e Allan como reforços para 2026

    Atlético-MG: Jorge Sampaoli teria pedido Gabigol e Allan como reforços para 2026

    Jorge Sampaoli já começou a desenhar os planos do Atlético-MG para 2026. O treinador argentino, que assumiu recentemente o comando do Galo, apresentou à diretoria seus primeiros pedidos.

    Entre os nomes sugeridos, estão dois jogadores com quem ele trabalhou no Flamengo em 2023: Gabigol, atualmente no Cruzeiro, e Allan, do Rubro-Negro. As informações são do portal ‘O Dia’.

    Leia mais sobre o Atlético-MG:

    + Torcida do Galo: cidade vira estádio e o estádio vira coro

    + Jogadores do Atlético-MG: os mais marcantes da história

    A diretoria não formalizou qualquer oferta. No entanto, as duas indicações deixam claro o perfil de atletas que o técnico busca: experiência, qualidade técnica e histórico de conquistas.

    Valores de mercado de Gabigol e Allan

    Gabigol é ‘reserva de luxo’ no Cruzeiro

    Gabriel Barbosa vive sua primeira temporada com a camisa celeste. Contratado até dezembro de 2028, o atacante de 28 anos é a valiado em 5 milhões de euros (cerca de R$ 31 milhões), segundo o site Transfermarkt, mesmo sem a titularidade absoluta.

    Gabigol, atacante do Cruzeiro – Foto: Mauricio Simões/Cruzeiro

    Allan é bastante utilizado do Flamengo

    Allan, jogador que brilhou justamente no clube mineiro sob o comando Sampaoli antes de ser negociado com o Flamengo. Com contrato até 2027 e valor de mercado estimado em 4 milhões de euros (cerca de R$ 24 milhões), não deve ser negociado.

    Allan com a camisa do Flamengo – Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
  • A relação entre o torcedor do Palmeiras e a Academia de Futebol

    A relação entre o torcedor do Palmeiras e a Academia de Futebol

    Ser torcedor do Palmeiras é viver uma paixão que transborda as quatro linhas, carregada de história e de orgulho. Como disse o jornalista Joelmir Beting: “Explicar a emoção de ser palmeirense, a um palmeirense, é totalmente desnecessário; e a quem não é, é simplesmente impossível.” 

    Essa frase resume bem o sentimento inexplicável que une milhões de torcedores palmeirenses ao seu clube do coração.

    Neste artigo, a equipe do Portal Camisa12 traz uma análise aprofundada (e cheia de carinho) sobre a relação única entre a torcida do Palmeiras e a lendária Academia de Futebol, unindo tradição e atualidade, história e arquibancada, tudo com aquela linguagem leve de uma boa conversa entre palestrinos.

    Avanti, Palestra! ⚽️💚

    Academia de Futebol: o legado que move o torcedor palmeirense

    Antes de mais nada, vale entender o que significa Academia de Futebol para os palmeirenses. Esse apelido carinhoso e respeitoso nasceu nos anos 60, quando o Palmeiras montou um dos maiores times da história do futebol brasileiro. 

    O futebol jogado com tanta classe e técnica era comparado a uma verdadeira aula em campo – não à toa, dizia-se na época que assistir a um jogo do Palmeiras era como ver uma “aula de futebol” ao vivo.

    Primeira Academia

    A primeira Academia brilhou nos anos 1960, liderada pelo craque Ademir da Guia (o “Divino”) e outros ídolos palmeirenses como Djalma Santos e Julinho Botelho. 

    Segunda Academia

    Já nos anos 1970, uma Segunda Academia surgiu, com jogadores lendários como Leivinha, Luís Pereira, César Maluco e o goleiro Emerson Leão. 

    Essas equipes encantaram o Brasil com títulos e futebol arte, forjando um legado de excelência que até hoje inspira o torcedor alviverde.

    Palmeiras = Brasil

    Um momento histórico que enche de orgulho qualquer torcedor do Palmeiras ocorreu em 7 de setembro de 1965. Na inauguração do Mineirão, o Palmeiras representou a Seleção Brasileira inteira em um amistoso contra o Uruguai (vestindo a camisa amarela do Brasil). Os 11 titulares eram todos jogadores do Verdão, incluindo técnico e comissão! 

    E o resultado? Vitória brasileira por 3×0. Foi a primeira (e única) vez que um clube atuou como a Seleção Brasileira completa em campo, um feito que a torcida palmeirense relembra com brilho nos olhos. 

    Não é exagero dizer que o Palmeiras era, de fato, a “verdadeira Academia” do futebol nacional naquele período. Episódios como esse cimentaram o orgulho palestrino e a percepção de que vestir a camisa verde e branca é sinônimo de tradição e conquistas.

    A Era Parmalat

    Ao longo das décadas, a ideia de Academia de Futebol continuou a inspirar novas gerações. Nos anos 90, durante a chamada Era Parmalat, o Palmeiras voltou ao topo com jogadores como Evair, Edmundo, Rivaldo e companhia – alguns torcedores consideram aquele time como uma “terceira Academia”, pelos inúmeros títulos entre 1993 e 2000.

    Dias atuais

    Mais recentemente, sob o comando do técnico Abel Ferreira, o clube vive outra fase gloriosa. De 2015 pra cá, o Verdão conquistou Libertadores (bicampeão em 2020 e 2021), Copas do Brasil e vários Brasileiros, mantendo uma base sólida de elenco por anos. Muitos já comparam essa fase atual a uma nova Academia, dada a hegemonia recente e o alto nível de futebol apresentado. 

    E convenhamos: a torcida palestrina adora essa comparação – afinal, ser chamado de Academia de novo é motivo de orgulho e prova de que o padrão de excelência continua vivo no Allianz Parque.

    Torcida que canta e vibra: tradição e paixão nas arquibancadas

    Se o Palmeiras é conhecido como Academia dentro de campo, fora dele quem dá show é a torcida do Palmeiras, carinhosamente chamada de torcida que canta e vibra.

    Esse verso imortal do hino oficial do Verdão – “Defesa que ninguém passa, linha atacante de raça, torcida que canta e vibra!” – já indica a força da massa alviverde desde 1949. 

    A torcida palmeirense sempre se destacou por seu apoio incondicional e pela festa nas arquibancadas, transformando qualquer estádio em um caldeirão verde e branco quando o Verdão entra em campo.

    A identidade palestrina tem raízes profundas. O clube nasceu em 1914 como Palestra Italia, fundado pela comunidade de imigrantes italianos em São Paulo. Os torcedores daquela época se autodenominavam palestrinos, um termo ainda usado com orgulho para se referir aos palmeirenses, lembrando as origens do clube. 

    Em 1942, em meio às pressões da Segunda Guerra, o Palestra teve que mudar de nome e assim nasceu a Sociedade Esportiva Palmeiras – evento conhecido como Arrancada Heroica

    Naquele dia histórico, o time entrou em campo já como Palmeiras e conquistou um título paulista, e a torcida entoou: “Nasce o Palmeiras, campeão!”.

    Esse espírito de resistência e paixão é passado de geração em geração. Ser torcedor do Palmeiras é carregar no peito a história de glórias, lutas e viradas por cima.

    E não faltam símbolos dessa paixão. Um exemplo é o mascote Porco: torcedor palmeirense que se preze já gritou “Olê, Porco!” pelo menos uma vez. Curiosamente, o apelido porco surgiu como provocação de rivais lá atrás, mas os palmeirenses deram a volta por cima. 

    Durante um jogo de 1986, a torcida do Palmeiras decidiu assumir de vez o apelido que antes os ofendia, cantando em coro “e dá-lhe Porco!” nas arquibancadas. A partir daí, o Porco virou símbolo de raça e orgulho do Verdão – tanto que em 2016 o clube oficializou o mascote Periquito ao lado do Porco Gobbato, eternizando ambos em sua galeria de símbolos.

    Essa capacidade de transformar zoação em motivação mostra bem a personalidade do torcedor palmeirense: apaixonado, irreverente e cheio de amor pelo clube.

    Mancha Verde: a voz da arquibancada palmeirense

    Dentro dessa torcida que canta e vibra, um capítulo especial fica por conta das torcidas organizadas, em especial a Mancha Verde (ou Mancha Alviverde). Fundada em 1983, a Mancha se tornou a maior organizada do Palmeiras e uma das mais famosas do Brasil. No estádio, são eles que puxam os cânticos incessantes, tocam os tambores e agitam bandeirões, transformando jogos em verdadeiros espetáculos de apoio. 

    Quando o Allianz Parque lota com mais de 40 mil vozes, é comum ouvir a Mancha ditando o ritmo: o canto “Palmeiras meu Palmeiras, meu orgulho, minha vida!” ecoa e arrepia, embalado pela bateria da escola de samba que eles mesmos mantém.

    Aliás, a Mancha Verde não se limita ao futebol – ela literalmente leva a paixão alviverde para o carnaval. A torcida organizada deu origem a uma escola de samba que leva o mesmo nome e, acredite, já foi campeã do carnaval de São Paulo (ganhou títulos no Grupo Especial, como em 2019 e 2022).

    Ou seja, a festa palmeirense acontece dentro e fora dos campos, seja na arquibancada ou no Sambódromo do Anhembi. Isso mostra como a cultura palmeirense vai além dos 90 minutos: é um estilo de vida, uma manifestação cultural.

    A torcida palmeirense tem orgulho de sua Mancha Verde, que hoje também desempenha trabalhos sociais e ajuda a preservar a memória da torcida (“Aqui se aprende a amar o Palmeiras”, diz a biografia da Mancha nas redes sociais).

    Com toda essa presença, a Mancha se tornou a voz mais visível (e audível!) da arquibancada alviverde, canalizando a paixão de milhões de palestrinos em uma só canção.

    Do estádio às redes sociais: a torcida palmeirense em todos os lugares

    O amor do torcedor palmeirense pelo clube evoluiu com os tempos. Se nas décadas passadas o palco principal era o Estádio Palestra Italia (o velho Parque Antártica) e hoje é o moderno Allianz Parque, agora a torcida também dá show na internet. 

    Os palmeirenses estão entre os mais engajados do país nas redes sociais, levando a rivalidade e a festa para o Twitter, Instagram, YouTube, TikTok e onde mais houver uma tela verde e branca. Em 2023, o Palmeiras atingiu 22,5 milhões de seguidores somando suas principais redes, ultrapassando o São Paulo e assumindo a 3ª posição no ranking nacional de torcidas online – ficando atrás apenas de Flamengo e Corinthians em números totais.

    Mas não é só quantidade: é qualidade de engajamento. Em dias de jogos decisivos, as hashtags do Verdão figuram entre os assuntos mais comentados, e os vídeos com bastidores e comemorações viralizam.

    A FIFA, inclusive, já destacou o envolvimento da torcida palmeirense em competições internacionais. Durante o Mundial de Clubes, por exemplo, chamou atenção o modo como os palmeirenses mobilizaram mutirões online para votar em prêmios de torcida e apoiar o time à distância. 

    Essa combinação de arquibancada pulsante e presença digital forte rende ao Palmeiras uma alcunha merecida de Torcida que canta, vibra e… tuita! 😄

    Nas redes, os torcedores palmeirenses também celebram a rica história do clube: relembram gols históricos (quem nunca viu o vídeo do gol de Cleiton Xavier aos 47 do segundo tempo contra o Colo-Colo em 2009 circulando nas timelines?), compartilham fotos da família toda uniformizada e, claro, provocam os rivais com bom humor. 

    Não importa se é no estádio gritando até ficar rouco ou no WhatsApp mandando figurinha do Porco Campeão, a verdade é que o palmeirense leva sua paixão aonde for.

    Academia e arquibancada: excelência, cobrança e orgulho de ser Palmeiras

    A relação entre a torcida e o conceito de Academia de Futebol não é feita só de saudosismo – ela também se manifesta na cobrança por excelência. O palmeirense aprendeu com as Academias do passado a amar o futebol bem jogado e as grandes conquistas, então ele não se contenta com pouco. 

    A torcida que canta e vibra também cobra (e cobra muito!) quando acha necessário. Essa característica foi até mencionada no próprio hino adaptado pelos torcedores: muitos brincam que a frase extra-oficial é “torcida que canta, vibra e cobra”.

    Ou seja, a mesma voz que apoia sem parar também sabe reclamar se o desempenho não honra a tradição alviverde. Faz parte da cultura palmeirense essa busca constante pela grandeza.

    E a diretoria e jogadores sabem: jogar no Palmeiras é ter uma torcida exigente, mas que estará ao seu lado nos momentos bons e ruins. Prova disso foi o comportamento da massa alviverde nos momentos difíceis. 

    Mesmo nos períodos de jejum de títulos (como nos anos 1980) ou nas dolorosas quedas para a Série B (em 2003 e 2013), a torcida palmeirense nunca abandonou o time.

    Pelo contrário – empurrou o Verdão de volta ao topo. Em 2014, quando o clube quase caiu novamente no ano do seu centenário, lá estavam 39 mil torcedores cantando no Pacaembu no jogo da salvação. 

    Essa resiliência mostra que a relação do torcedor palestrino com o clube é quase familiar: você pode até ficar bravo com aquele parente (no caso, o time) depois de um vexame, mas o amor continua inabalável.

    No lado positivo, essa cobrança por excelência também impulsiona o clube a se modernizar e buscar títulos sempre. Hoje o Palmeiras se orgulha do apelido “Maior Campeão do Brasil”, dado o recorde de títulos nacionais que possui (são 11 ou 12 Brasileiros, a depender da contagem histórica, além de várias Copas do Brasil). 

    Cada conquista é celebrada intensamente pela torcida – basta ver a festa épica na Avenida Paulista em 2021, quando o Verdão trouxe mais uma taça Libertadores para casa.

    A torcida palmeirense se vê como parte ativa dessas vitórias: eles se autodenominam Camisa 12 (daí o nome do nosso Portal), pois sabem que seu apoio faz diferença dentro de campo, funcionando como o 12º jogador.

    Paixão de pai para filho: a herança alviverde que nunca acaba

    Se você conversar com qualquer torcedor do Palmeiras, vai perceber que a paixão alviverde frequentemente é uma herança de família. Histórias de pais, avós e bisavós palestrinos são transmitidas como verdadeiras lendas domésticas. 

    O avô conta do tempo da Academia de Ademir da Guia, o pai relembra São Marcos defendendo pênaltis impossíveis nos anos 2000, e o filho vibra com os gols de Dudu e defesas do Weverton na era Abel Ferreira. 

    Assim, cada geração de torcedores palmeirenses carrega um pedaço da memória do clube e acrescenta novos capítulos. É uma corrente de amor verde e branco que parece não ter fim.

    Essa forte identificação faz do Palmeiras mais que um time: é parte da identidade de milhões de pessoas. As arquibancadas do Allianz Parque em dia de decisão estão pintadas de verde, mas também cheias de crianças, jovens, adultos e idosos unidos pelo mesmo canto. 

    Emoções passadas e futuras se encontram ali – lágrimas por lembrar um ídolo do passado, sorrisos sonhando com as próximas vitórias. Tudo isso embalado pelo coro “Palmeiras, minha vida é você!”.

    Em resumo, ser torcedor do Palmeiras é pertencer a uma Academia eterna: a Academia de paixão, de tradição e de fidelidade. A relação entre a torcida palmeirense e o clube é um laço indissolúvel, construído ao longo de mais de um século. 

    A Academia de Futebol deu ao palmeirense um orgulho único, e o torcedor em troca dá ao Palmeiras uma alma e uma voz incomparáveis. É uma troca bonita: o clube ensina o torcedor a amar e aspirar à excelência. A torcida ensina o clube que jamais lhe faltará apoio. Juntos, clube e torcida formam uma família alviverde que canta, vibra, cobra e comemora unida.

    Avanti Palestra! Hoje e sempre, a torcida que canta e vibra segue fazendo história ao lado do seu Palmeiras, seja nas arquibancadas, seja nas ruas ou na internet – porque o amor palestrino, esse não conhece fronteiras nem explicação lógica. 

    E se alguém ainda não entende… bem, talvez seja mesmo impossível explicar.

  • Inter arranca o empate do Corinthians no final do jogo e resultado não ajuda nenhum dos dois times

    Inter arranca o empate do Corinthians no final do jogo e resultado não ajuda nenhum dos dois times

    Em um jogo emocionante do começo ao fim, Internacional arranca o empate do Corinthians em 1 a 1 na noite desta quarta-feira (01/10), jogo disputado no Beira-Rio, em Porto Alegre. A partida válida pela 26ª rodada do Brasileirão, teve gols anulados e VAR roubando a atenção.

    Com pouco mais de 12 mil torcedores presentes no estádio, o primeiro tempo começou com o Inter empilhando chances perdidas de gols. Porém foi o Corinthians quem abriu o placar aos 10 minutos, com Gui Negão aproveitando o cruzamento de Matheuzinho e mandando a bola para dentro do gol, 1 a 0, para a felicidade do bando de loucos.

    O time comandado por Dorival Júnior permaneceu ofensivo, voltando a balançar as redes com Hugo finalizando para o fundo do gol, porém a arbitragem anulou o lance, permanecendo com o mesmo placar de antes, começando a chatear a massa alvinegra no estádio gaúcho.

    O Internacional chegou a empatar a partida com Óscar Romero aproveitando o cruzamento de Alan Patrick, mas o VAR decidiu interferir e após analisar o lance, o lance é anulado já que Luis Otávio atrapalhou a visão do goleiro Hugo Souza, aumentando a ira da torcida colorada nas arquibancadas, que ensaiavam umas vaias, finalizando a etapa inicial com um placar positivo para o time paulista.

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    Buscando o empate a todo custo, o Internacional começou o segundo tempo ofensivo e acumulou chances perdidas de gols com Aguirre, Carbonero e Borré, porém o goleiro Hugo Souza conseguiu segurar as bolas mandadas pelo time colorado.

    A paciência da torcida do Inter já estava no limite e o Corinthians tentava segurar o resultado para voltar a vencer, mas graças ao VAR, a chance do empate apareceu. Aos 54 minutos, o árbitro de campo marcou pênalti de Cacá sobre Bruno Henrique, começando uma “guerra” dentro de campo.

    O rebuliço começou forte dentro de campo, com muita reclamação por parte dos corintianos e com o técnico Dorival Júnior chegando a ser expulso de campo, mas nada mudou, com a marcação permanecendo. Na cobrança, Carbonero bate forte e mesmo acertando o lado, além de tocar na bola, o goleiro Hugo Souza não conseguiu fazer a defesa, placar empatado em 1 a 1 no apagar das luzes do Beira-Rio.

    Próximos jogos do Brasileirão

    A emoção volta a rolar solta no próximo sábado (04/10), quando o Internacional enfrentará o Botafogo às 18h30 (horário de Brasília), no Beira-Rio, em Porto Alegre. A partida será válida pelo Brasileirão.

    O Corinthians também estará em campo no mesmo dia, quando enfrentará o Mirassol às 21h (horário de Brasília), pela felicidade do Bando de Loucos na Neo Química Arena, em São Paulo.

  • Presidente do Santos prevê volta de Neymar em um mês

    Presidente do Santos prevê volta de Neymar em um mês

    O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, demonstrou grande otimismo em relação ao retorno de Neymar aos gramados, em entrevista concedida de maneira exclusiva ao Estadão.

    Apesar de estar há poucos dias em tratamento de uma lesão no músculo reto femoral da coxa direita, o dirigente fez uma previsão animadora para a torcida santista: o craque deve voltar a jogar entre o final de outubro e os primeiros dias de novembro.

    O tempo de recuperação para a lesão está estimado entre um e três meses, mas o dirigente acredita que o atacante superará o prazo mínimo. “Está em um prazo previsto para um mês”, afirmou.

    A fala contradiz a perpesctiva de que o camisa 10 só volte a jogar em 2026, por causa do encurtamento da atual temporada.

    Neymar em treino na academia do Santos. Foto: Instagram/Neymar

    Rotina de fisioterapia da lesão de Neymar

    A contusão ocorreu em um treinamento no CT Rei Pelé no dia 18 de setembro. Desde então, o departamento médico do clube paulista estabeleceu uma rotina de tratamento rigorosa para o atelta.

    O jogador tem realizado sessões de fisioterapia e atividades em dois períodos, todos os dias, que inclui exercícios em casa com sua equipe particular, que conta com sua equipe de confiança: o preparador físico Ricardo Rosa e o fisioterapeuta Rafael Martini.

    A expectativa da diretoria e da torcida é que o retorno de Neymar ocorra o mais rápido possível, fortalecendo o time santista na reta final do Campeonato Brasileiro de 2025 para se distanciar do Z4.

    Próximos cinco jogos do Santos:

    • 01/10 – 21h30 – Santos x Grêmio
    • 05/10 – 20h30 – Ceará x Santos
    • 15/10 – 21h30 – Santos x Corinthians
    • 20/10 – 21h30 Santos x Vitória
    • 26/10 – 16h – Botafogo x Santos
  • Recém-cheado ao Grêmio, Willian deve perder o resto da temporada 2025 por lesão

    Recém-cheado ao Grêmio, Willian deve perder o resto da temporada 2025 por lesão

    O meia-atacante William tem lesão confirmada e deve ficar de fora do restante da atual temporada do Grêmio, conforme a Rádio Pachola, que cobre o Tricolor Gaúcho diariamente. No entanto, o clube ainda não se pronunciou sobre a condição atual do atleta.

    O jogador saiu 20 minutos do primeiro tempo do jogo contra o Vitória, no sábado (27/09), pela 25ª rodada da Série A 2025.

    Ele teria sofrido uma fratura em um dos dedos do pé. A príncipio tentou seguir na partida na Arena do Grêmio, mas não conseguiu. Isso porque a dor era forte e o técnico Mano Menezes o substituiu.

    Apesar disso, os donos da casa conseguir os três pontos ao vencerem pelo placar de 3 a 1. Abaixo, veja todos os gols!

    O atleta, que havia iniciado sua terceira partida pelo time de Porto Alegre, foi atingido pelo paraguaio Cáceres no meio-campo.

    Leia também: História e tradição da arquibancada no Grêmio

    Frustração de Willian por lesão no Grêmio

    Portanto, a saída de Willian precoce frustra a sequência do reforço, após a chegada em setembro, atuou três jogos: foi titular no Gre-Nal e também diante dos embantes contra Botafogo e Vitória.

    O departamento médico do Grêmio divulgará um diagnóstico oficial e o tempo de recuperação nas próximas horas. Entrentano, já consideram como dúvida para os próximos compromissos.

    Jogos pelo Grêmio:

    • Grêmio 3 x 1 Vitória – 20 minutos
    • Grêmio 1 x 1 Botafogo – 70 minutos
    • Internacional 2 x 3 Grêmio – 62 minutos

    O jogador Willian foi contratado pelo Grêmio e recebe R$ 1,4 milhão, além de luvas e bónus por títulos, totalizando um dos maiores salários. A diretoria também contou com a ajuda de um patrocinador para arcar com os custos do salário mensal. 

    O vínculo é válido até o final de 2026 e existe a possibilidade de renovação por mais um para o profissional de 37 anos.

  • Torcida do Galo: quando a cidade vira estádio e o estádio vira coro

    Torcida do Galo: quando a cidade vira estádio e o estádio vira coro

    A torcida do Galo é parte da alma de Belo Horizonte. Quem vive a cidade reconhece o som, as cores, o jeito. A torcida atleticana é bairro, família, estrada e estádio.

    Neste especial do Portal Camisa12, a gente conta essa história com pé no chão e dado na mão. Vamos mostrar quando e como a arquibancada virou cultura, quem fundou a principal organizada e em que dia isso aconteceu, quais músicas viraram marca, com quem a Massa caminha nas alianças e qual é o tamanho real da torcida hoje.

    Saiba aqui todas as curiosidades sobre a história da torcida do Atlético Mineiro, o Galo mais querido do Brasil!

    Torcida do Galo: origem popular e o passo para a organização

    O jeito de torcer nasceu nas “gerais” do Mineirão nos anos 60 e 70, com charanga dando o compasso e o estádio respondendo em coro. O costume era chegar cedo, marcar setor, cantar os 90 minutos e cuidar das faixas e instrumentos. 

    Esse hábito virou método quando grupos passaram a ensaiar, definir repertório e dividir função no dia de jogo. A cultura de bairro e de família virou rotina de arquibancada organizada.

    No início dos anos 80, BH já tinha pequenos agrupamentos atleticanos como Dragões da FAO, Máfia Atleticana, Galo Taxi e Galo Prates, que reuniam de 10 a 30 pessoas e ajudaram a preparar o terreno para algo maior. O estudo do Ludopédio registra esse ambiente e situa a profissionalização da cultura de torcida em Minas nesse período.

    Fundação da Galoucura em 11 de novembro de 1984

    A Galoucura nasceu em 11 de novembro de 1984, em BH, com a ambição explícita de animar o estádio e crescer como organizada do Atlético. O contexto mistura a evolução do “jeito de torcer” com uma década forte do clube em Minas. A bibliografia especializada fixa a data e descreve o salto organizacional dos anos 80.

    Os fundadores da maior torcida do Galo citados em registros públicos são Raimundo José Lopes Ferreira (Mundinho), Paulo César Ribeiro (Melão), Fernando Antônio Fraga Ferreira e José Roberto Fraga Ferreira (Pitanga). O primeiro jogo com a faixa foi um clássico com o Cruzeiro no Mineirão, ainda em 1984.

    Depois vieram sede, bateria, bandeirões, subsedes e uma rotina que a arquibancada conhece bem. Ensaiar na semana, costurar pano em mutirão, definir quem sobe o bandeirão e quem puxa o coro. Guardar material como se fosse taça. É assim que barulho vira cadência.

    Principais torcidas organizadas do Atlético-MG: quem é quem

    Como você deve imaginar, a arquibancada atleticana é plural. Além da Galoucura, seguem ativas torcidas como Galo Metal, GDR Alvinegra, Fúria Alvinegra, Movimento 105, Velha Brigada, PC Galo, Força 13, Camisa 13 e outras. 

    A relação oficial das principais torcidas organizadas do Atlético Mineiro está na própria página oficial do clube. Assim, você pode conhecer outras “TOs” não citadas aqui, mas que não podem ser deixadas de fora.

    Qual é o nome da torcida organizada do Atlético Mineiro

    A pergunta aparece sempre. A resposta direta é Galoucura. Ela não é toda a torcida. Mas é a mais conhecida. Em geral, o estádio identifica primeiro pelo som e só depois pela faixa.

    Músicas da torcida do Galo: Eu Acredito e Caiu no Horto

    O repertório tem dois lemas recentes que viraram identidade (no entanto, isso não exclui gritos mais antigos e também históricos).

    O “Eu Acredito” ganhou corpo nas quartas da Libertadores de 2013, no Independência, antes do pênalti do Victor contra o Tijuana. A expressão virou talismã em noites grandes e reaparece quando o relógio pesa.

    Já o “Caiu no Horto, tá morto” virou bordão entre 2012 e 2016, período em que o Atlético ficou mais de um ano invicto no Independência, de abril de 2012 a 31 de julho de 2013.

    Quer saber ainda mais? O Lance! fez um compilado com os principais cantos da torcida do Galo. Leia e desfrute de um texto repleto de informações interessantes.

    Torcida Atlético-MG: tamanho e os números mais recentes

    Quando o assunto é tamanho da torcida do Atlético-MG, a referência mais atual é a pesquisa O Globo/Ipsos-Ipec 2025. O Atlético aparece com 2,3% da preferência nacional, em empate técnico com Cruzeiro, Vasco e Grêmio dentro da margem.

    O clube também destacou o dado e o recorte de crescimento entre 2022 e 2025, mantendo a taxa de 2,3% no consolidado nacional e mostrando intervalo de confiança do Ipec para o Galo.

    Número ajuda, mas presença confirma. Boa ocupação em jogos grandes, caravanas frequentes e programa de sócios em patamares altos nos últimos anos mostram massa ativa. A estatística vira voz.

    Times aliados do Atlético Mineiro: a rede Galoucura, Mancha Verde e Força Jovem

    Aliança de organizada não é posição oficial do clube. É rede de estrada. A triangulação Galoucura com Mancha Verde (Palmeiras) e Força Jovem (Vasco) é citada de forma recorrente em reportagens e estudos. 

    O especial do UOL explica como essa aliança, conhecida como “Dedo Pro Alto”, se formou desde os anos 80 e por que influencia rotinas de hospitalidade e convivência em dias de jogo.

    Rivalidades e brigas marcantes: datas, locais e desfechos

    A rivalidade com o Cruzeiro é o eixo de tensão em Minas. Três episódios ajudam a entender o histórico recente de violência e as respostas institucionais e judiciais.

    27 de novembro de 2010, Chevrolet Hall, BH

    Briga generalizada envolvendo Galoucura e Máfia Azul termina na morte do cruzeirense Otávio Fernandes, 19 anos. O caso teve ampla cobertura. Em 2011, 12 atleticanos foram denunciados pelo Ministério Público; em 2013, houve condenações por homicídio e formação de quadrilha.

    6 de abril a 22 de novembro de 2013, Independência e Mineirão, BH.


    Clássicos do ano registram confusões no entorno e dentro do estádio, com decisões do STJD e do Ministério Público. Em novembro de 2013, Atlético e Cruzeiro perderam mando em julgamento no STJD por episódios ligados ao clássico, enquanto a promotoria em Minas atuou contra organizadas do Cruzeiro em outros jogos do período.

    6 de março de 2022, bairro Boa Vista, BH.

    Horas antes de um clássico, briga generalizada entre torcidas deixa um morto e feridos.

    Casos como esses geraram ajustes de prática na própria arquibancada: caravanas mais monitoradas, acolhimento de novato, regras de setor mais claras e menos espaço para quem busca confronto. A mensagem é direta. Provocação faz parte do futebol. Violência não.

    Linha do tempo da torcida do Galo

    Anos 60 e 70

    Charanga como metrônomo do Mineirão. Coros espontâneos viram rotina. A cultura de chegar cedo e cantar até o fim se consolida.

    Anos 80

    Surgem e se consolidam agrupamentos. Em 11 de novembro de 1984, a Galoucura é fundada e inicia o processo de profissionalização da arquibancada atleticana.

    Anos 90 e 2000

    Repertório cresce. Bandeirões ficam maiores. Subsedes e caravanas se multiplicam. A rivalidade com o Cruzeiro se intensifica dentro e fora do estádio. Estudos mapeiam esse espelho entre Galoucura e Máfia Azul. 

    2012 e 2013

    Independência vira fortaleza. “Caiu no Horto, tá morto” e “Eu Acredito” entram para o vocabulário nacional. Sequência invicta em casa dura mais de um ano.

    2010–2025

    Casos graves de violência geram punições, condenações e revisão de práticas. Em 2025, o painel Ipec atualiza o tamanho da Massa em 2,3% no cenário nacional, com variações por margem e região.

    Para fechar

    A Massa não é só barulho em dia de clássico. É uma rede de atleticanos que se reconhece no olhar, de avô para neto, de bairro para bairro. É quem guarda faixa antiga em casa, quem pinta a rua antes da final, quem fecha a conta do comércio no entorno do estádio e volta pra casa rouco e feliz. 

    Tem mulher puxando canto, criança no primeiro jogo, consulado do Galo se reunindo longe de BH para ver a bola rolar. Essa base social explica por que o adversário sente o clima antes mesmo do aquecimento.

    Tem também o lado invisível que sustenta a cultura. Grupos que registram a memória em foto e vídeo, que escrevem as letras em caderno, que financiam pano, tinta e instrumento. Gente que organiza vaquinha, carrega mastro, ensaia virada de bateria e depois limpa o setor. 

    Se você tem uma lembrança boa, manda pra gente. O Portal Camisa12 vai seguir nesse especial ouvindo histórias, mapeando cantos pouco conhecidos, contando bastidores de caravanas e dando nome a quem faz a arquibancada acontecer. Porque a torcida do Galo é isso: gente de verdade, trabalho de formiguinha e uma cidade que aprende a cantar junto.

  • Flaco López renova com o Palmeiras até 2029 e revela virada essencial na carreira

    Flaco López renova com o Palmeiras até 2029 e revela virada essencial na carreira

    O Palmeiras blindou seu artilheiro! Em um movimento estratégico crucial, o Verdão anunciou a renovação de contrato do atacante Flaco López, estendendo seu vínculo até dezembro de 2029.

    A notícia é de suma importância para os palmeirenses! Isso porque o acordo garante a permanência de um dos pilares da equipe comandada por Abel Ferreira na temporada por muitos anos.

    Mais notícias do Palmeiras:

    + Abel Ferreira indica renovação com o Palmeiras

    Contratado em 2022, o atacante viveu um início de adaptação turbulenta, mas deu a volta por cima de forma estrondosa.

    “Eu cheguei sendo um menino e ano a ano fui crescendo. Eu acho que me tornei uma melhor pessoa e um melhor homem aqui por ficar perto de grandes pessoas”, disse ao site oficial do clube.

    Artigo de opinião:

    + Paulo Nunes e Felipão: Máscaras, comemorações e memórias

    Atualmente, ele é uma peça fundamental e vive a melhor fase da carreira, sendo o principal destaque ofensivo da temporada.

    Flaco López renova contrato até 2029. Foto: Cesar Greco/Palmeiras

    Números de Flaco López no Palmeiras

    A renovação é um reflexo direto do salto de desempenho do camisa 18. Só neste ano, balançou as redes 19 vezes e deu 4 assistências, até a publicação desta matéria em 26 de setembro.

    • 19 gols
    • 04 assistências

    Os dois gols marcados contra o River Plate na classificação para a semifinal da Libertadores foram a cereja do bolo: o centroavante argentino atingiu a marca de 51 gols com a camisa alviverde.

    “É um time que está cheio de grandes jogadores e de grandes pessoas e acho que isso faz que no dia a dia a gente fique muito melhor em todos os aspectos da vida”, completou o atleta.

  • Lesão pode fazer com que Neymar só volte em 2026

    Lesão pode fazer com que Neymar só volte em 2026

    O atacante Neymar está fora dos gramados pelo Santos após ser diagnosticado com uma lesão grau 2 no reto femoral da coxa direita (região do quadríceps). Isso significa que o camisa 10 perderá os próximos jogos do Peixe no Campeonato Brasileiro.

    Embora o Departamento Médico tenha definido a previsão otimista de 1 mês, o tempo de recuperação para uma lesão deve ser maior.

    Segundo o fisioterapeuta esportivo Paulo Henrique, em contato com a CNN Brasil, esse tipo de lesão geralmente demanda de 4 a 8 semanas para a recuperação completa. Em casos mais graves ou dependendo do local, o afastamento pode chegar a 12 semanas.

    Prazo de recuperação de Neymar

    Em um cenário otimista, Neymar voltaria a treinar na metade final de outubro. No cenário mais pessimista, ele voltaria aos treinos apenas na reta final do mês de dezembro. O problema é que o Brasileirão acaba no primeiro fim de semana desse mês.

    Neymar em treino na academia do Santos. Foto: Instagram/Neymar

    Polêmica nos bastidores do Santos

    A recuperação está cercada de polêmica. Conforme apuração da jornalista Ana Canhedo, do Ge, o tratamento da lesão está sob o comando exclusivo da equipe particular, retirando a autonomia do Departamento Médico e do Núcleo de Saúde do Santos.

    A decisão de priorizar seu estafe pessoal é mantida até mesmo quando ele comparece ao Centro de Treinamento (CT). O jogador e sua equipe particular comandam todas as atividades.

    Neymar em treino na academia do Santos. Foto: Instagram/Neymar

    Números de Neymar na temporada 2025

    A lesão interrompe a temporada do craque, que em 2025 disputou 21 jogos, dos 39 possíveis até o momento. Neste período, ele marcou seis gols e distribuiu três assistências, contribuindo com uma participação em gol a cada 168 minutos em campo.

    • 21 jogos – 168 minutos
    • 06 gols
    • 03 assistências
  • Torcida Jovem do Grêmio: história e tradição da arquibancada tricolor

    Torcida Jovem do Grêmio: história e tradição da arquibancada tricolor

    Com uma rica história de amor e dedicação ao Grêmio, a Torcida Jovem do Grêmio destaca-se pela animação e por atuar em causas socias, incluindo campanhas contra drogas e pela paz nas arquibancadas, demonstrando que o show ultrapassa as
    arquibancadas seja do Olímpico quanto da Arena.

    Com o lema “Com o Grêmio onde ele estiver”, a torcida organizada do clube gaúcho se tornou protagonista em mobilizações de apoio, principalmente durante as crises do clube, como nos rebaixamentos, inspirando outros adeptos nacionais.

    O Portal Camisa12 vai te contar tudo sobre a mais tradicional torcida organizada do Tricolor Gaúcho e quem sabe, fazer com que você simpatize com seus ideais.

    História

    A torcida organizada mais antiga do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense em atividade, a Torcida Jovem do Grêmio foi fundada no dia 23 de outubro de 1977. Embora não exista registros oficiais sobre quem foram os iniciadores, um depoimento de Zezinho, um dos primeiros diretores de caravanas da agremiação.

    “Em 1977 foi criada essa, não só uma torcida, uma família né mano. A Torcida Jovem do Grêmio, vários fundadores são conhecidos como o Nilson Correia, José Maria de Oliveira e outros tantos aí que fundaram a Torcida Jovem Grêmio”, declarou Zezinho.

    Ao longo dos anos, consolidou-se como uma das mais apaixonadas e emblemáticas torcidas do clube, resumindo bem o espirito de dedicação e presença constante nas arquibancadas espalhadas pelo país e até do mundo, principalmente na década de 1990, quando garantiu o maior número de integrantes, tornando-se uma grande força de representatividade nacional.

    Bastante organizada, a Torcida Jovem ficou bastante famosa pelos bandeirões, instrumentos musicais e pelo incentivo incondicional pelo “Imortal”.

    Campanhas sociais

    Mesmo sendo uma torcida organizada, a Jovem do Grêmio possui um papel bastante importante em campanhas sociais, demonstrando todo seu amor em momentos críticos.

    Nos dois primeiros rebaixamentos do Grêmio, seus torcedores juntaram-se em atos de apoio incondicional, incentivando jogadores, presentes nos treinos e até fazendo caravanas para estar em qualquer lugar que o time atuar. Essa atitude influenciou outras agremiações de adeptos por todo o país, fazendo com que até os adversários respeitassem sua história.

    Você pensou que parava por aí? Nada. A Torcida Jovem sempre deixou claro seus posicionamentos fora das arquibancadas, atuando diretamente em campanhas contras drogas, pela paz nos estádios e pela valorização da cultura torcedora, ou seja, que o papel de quem declara seu amor pelo time do coração é o apoiar incondicionalmente, não fazendo nada que manche o nome da agremiação.

    Tradição nas arquibancadas

    Por ser bastante respeitada no país, a Jovem possui relações com outras torcidas chamando-a de “União Dedo Pro Alto” (DPA), grupo formado por organizações de torcedores de vários clubes, como Mancha Verde (Palmeiras), Império Alvi-Verde
    (Coritiba), Galoucura (Atlético-MG), Ira Jovem (Vasco)
    , assim como outras não citadas. A aliança é baseado no respeito mutuo e com os próximos, fazendo com que atuações conjuntas em encontros e eventos, tornassem algo memorável.

    Com o surgimento de outras organizadas ao longo dos anos, como Super Raça Gremista, a Garra Tricolor e a Máfia Tricolor, você acha que a Torcida Jovem perdeu espaço? Não se engane, a agremiação manteve sua identidade e segue sendo bastante respeitada como uma grande referência quando se trata de adeptos do time gaúcho. Como mencionado anteriormente, ela continua ativa nas arquibancadas, estando presente em todo os jogos dentro e fora do estado, com sua bateria, seus gritos e cânticos tradicional, demonstrando a mesma paixão de sempre.

    Após todos esses dados, é possível entender que a Torcida Jovem do Grêmio não é apenas uma organizada e sim um capítulo vivo da história do clube, a verdadeira alma da agremiação esportiva, permanecendo fiel e vibrante, independente dos resultados dentro de campo.

    Como dizem seus membros, “a Jovem é eterna, a Jovem nunca vai acabar”.