A CBF adotou uma postura firme após as polêmicas de arbitragem na vitória do Flamengo por 3 a 2 sobre o Palmeiras, no domingo (19), no Maracanã, pela 29ª rodada da Série A 2025.
Segundo informações da ESPN, a confederação considerou que o árbitro Wilton Pereira Sampaio conduziu bem a partida.
O lance que gerou maior debate foi um empurrão de Jorginho em Gustavo Gómez. Apesar das queixas do time paulista, o VAR e o juiz de campo não viram pênalti, decisão endossada pela CBF.
Nos bastidores da CBF, críticas ao árbitro são tratadas como “clubismo”
Fontes da entidade afirmam que há uma tendência de exagero nas críticas, com motivações mais passionais do que técnicas.
A entidade acredita que a arbitragem não cometeu erros graves e que parte das reclamações visa descredibilizar o trabalho dos juízes em meio à reta final do Campeonato Brasileiro.
Wilton Pereira Sampaio apitou Flamengo x Palmeiras – Foto: Cesar Greco/Palmeiras
CBF reforça confiança no VAR e nos árbitros do Brasileirão
Mesmo com a pressão dos clubes, a CBF afirma que seguirá confiando no sistema do VAR e na equipe de arbitragem brasileira, que, segundo a entidade, vem evoluindo tecnicamente.
Desde o conceito de torcidas organizadas até os episódios e motivos que levaram algumas a serem proibidas de frequentar os estádios. Conheça tudo sobre o tema em nosso artigo de investigação!
Como surgiu o fenômeno das torcidas organizadas no Brasil?
As torcidas organizadas são grupos estruturados de torcedores que apoiam clubes de futebol. Normalmente, distinguem-se de um torcedor comum pela forma padronizada de vestir, pelos cânticos entoados durante o jogo e até coreografias planejadas em determinados momentos de uma partida.
No início, estas torcidas eram associadas a um apoio incondicional a um clube e ao acompanhamento contínuo dos times, jogando em casa ou fora, mas mais recentemente o panorama mudou. Hoje em dia, estas organizações passaram a ser associadas a episódios de violência, crimes de corrupção e práticas ilícitas, distanciando-se do apoio inicial aos clubes.
Batalha do Pacaembu
A Batalha campal do Pacaembu: Onde tudo mudou
O primeiro acontecimento de grande polêmica ocorreu em 20 de agosto de 1995, quando o confronto entre as torcidas Mancha Verde – do Palmeiras – e Independente – do São Paulo – resultou em 110 feridos e um torcedor são-paulino morto, Márcio da Silva, com apenas 16 anos de idade!
A gravidade dos confrontos foi tão grande que rapidamente levou à extinção judicial da Mancha Verde, bem como à proibição de presença em estádios.
Com apoio da Federação Paulista de Futebol e do Ministério Público, a própria Confederação Brasileira de Futebol acabou criando leis mais rígidas para combater a violência no futebol.
Torcida Organizada Mancha Verde
Estados com proibições recentes
● São Paulo
Depois de tentar reerguer de modo diferente a identidade da Mancha Verde, os torcedores do Palmeiras criaram a Mancha Alviverde. Apesar do esforço na mudança de identidade, em outubro de 2024, a torcida foi proibida de entrar em estádios!
A causa da proibição foi um ataque a membros da torcida Máfia Azul – do Cruzeiro – em Mairiporã, que novamente causou um morto, além de 17 feridos.
Lembre-se que este não foi o primeiro castigo à torcida, visto que em 2011 já havia sido impedida de entrar em estádios depois de confrontos com torcedores do Corinthians.
● Rio de Janeiro
As torcidas Raça Rubro-Negra, Jovem Fla, Força Jovem e Young e Fúria foram banidas dos estádios por tempo indeterminado em 2023, por decisão judicial.
A sanção surgiu depois de confrontos, que motivaram uma reunião urgente entre o governador do Rio e os dirigentes do Flamengo, Fluminense e Vasco.
Torcida organizada Raça Rubro-Negra
● Minas Gerais
Em 2024, o Ministério Público voltou a ser firme! O mesmo recomendou que a Máfia Azul e a Galoucura fossem proibidas de frequentar os estádios por gerarem conflitos de forma recorrente.
Entre as várias medidas, as torcidas organizadas estão proibidas de uso, porte e exibição de qualquer vestimenta, faixa, bandeira ou instrumento musical que possa caracterizar a presença da torcida nos estádios em dias de jogo.
Apesar da Galoucura estar banida até 4 de março de 2026, a Máfia Azul apenas cumprirá o castigo entre 15 de março de 2026 até 15 de março de 2028!
● Paraná
Em abril de 2025, Os Fanáticos, Os Palhaços e a Fúria Independente foram proibidas de frequentar eventos esportivos por até 15 meses!
A sanção atribuída pela Justiça do Paraná surgiu depois de confrontos violentos entre os times em jogo do Campeonato Paranaense.
Torcida organizada Os Fanáticos
● Pernambuco
As torcidas Jovem do Leão e a Explosão Coral não escaparam à regra deste artigo! Em fevereiro de 2025, vários clubes desta região como o Sport, Santa Cruz e Náutico assinaram, juntamente com a Federação Pernambucana de Futebol, um termo de ajustamento de conduta.
No termo assinado com o Ministério Público de Pernambuco, os clubes comprometiam-se a cortar laços com as torcidas, evitando que continuassem a surgir episódios de violência.
Onde está o futuro das torcidas organizadas?
Assim como tudo, a relação entre clubes e as torcidas organizadas está em constante evolução. Uma das prioridades desta relação tem sido promover um ambiente mais seguro e respeitoso nos estádios, mantendo a boa relação entre torcedores e o próprio time!
As perspectivas para o futuro destas organizações é que os clubes assumam responsabilidade sobre as suas ações, obrigando-os a tomar medidas mais eficazes e restritas com base no respeito mútuo.
Agora resta apenas saber o quão difícil vai ser gerir essa situação para que a torcida tenha liberdade e não cause problemas!
O Bahia surpreendeu o Grêmio na noite deste domingo (19/10) voou em campo e venceu por 4 a 0, na Fonte Nova. O Esquadrão de Aço dominou o Tricolor Gaúcho e ainda conseguiu aplicar o maior placar da história deste confronto, além de manter vivo na briga por uma vaga na Libertadores.
Com o resultado, o Bahia atualmente ocupa a 6ª posição da classificação com 46 pontos. Já o Grêmio caiu para 12º, vivendo um momento turbulento com apenas 36 pontos.
Como foi o jogo
O Bahia tranquilamente tomou conta das ações do primeiro tempo, abrindo o placar logo aos 3 minutos com Iago, que aproveitou uma boa jogada de Ademir par abrir o placar, 1 a 0. Sem apresentar nenhum tipo ânimo, o Grêmio foi engolido pelo ataque tricolor que ampliou o placar aos 9 minutos, com Willian José soltando uma bomba de fora da área, que morreu no ângulo, 2 a 0.
O time de Mano Menezes até tentou sair nos contra-ataques, porém errou passes simples e não conseguiu entrar ofensivamente na área do adversário. Nos minutos finais da etapa inicial,
O Bahia continuou melhor no segundo tempo e quase conseguiu ampliar novamente o placar nos minutos iniciais com Michel Araújo, mas a bola foi para fora, uma amostra do que estava por vir. Aos 12 minutos, David Duarte aproveitou um cruzamento de Willian José e cabeceou para o fundo das redes, 3 a 0. O goleiro do Grêmio, Gabriel Grando ainda conseguiu evitar o gol de Tiago, porém não viu seu time totalmente dominado pelo adversário.
Sem apresentar nenhum perigo, o Grêmio foi engolido de vez pelo Bahia nos minutos finais da partida, quando Kannemann e Grando “bateram cabeças” e o impasse fez com que Rodrigo Nestor ficasse sozinho na área, que mandou a bola por baixo das pernas do goleiro, finalizando a derrota gaúcha por 4 a 0.
Próximos jogos
O próximo jogo do Bahia será diante do Internacional nesta próxima quarta-feira (22/10), jogo válido pela partida atrasada da 14ª rodada do Brasileirão, às 19h (horário de Brasília), na Fonte Nova.
Já o Grêmio terá uma semana de descanso e enfrentará o Juventude no domingo (26/10), às 16h (horário de Brasília), na Arena do Grêmio, pela 30ª rodada da Série A.
Se a Seleção Brasileira estreasse amanhã na Copa do Mundo de 2026, Carlo Ancelotti já teria uma base praticamente definida.
O técnico considera cinco jogadores titulares absolutos: Alisson, Marquinhos, Casemiro, Bruno Guimarães e Vinícius Júnior.
Titulares da Seleção Brasileira contra a Coreia do Sul – Foto: Rafael Ribeiro/CBF
Essa espinha dorsal forma o eixo de confiança do treinador, que mescla experiência e talento para construir o time que vai buscar o hexacampeonato nos Estados Unidos, México e Canadá.
Entre os nomes que mais agradaram o treinador italiano, Estêvão, ex-Palmeiras e hoje no Chelsea, é o que mais chama atenção.
Carlo Ancelotti na área técnica em jogo da Seleção Brasileira – Foto: Rafael Ribeiro/CBF
Ancelotti está encantado com o talento e a maturidade do jovem de apenas 17 anos. Mesmo com o discurso cauteloso, dentro da CBF o sentimento é que Estêvão será titular na Copa de 2026.
Carlo Ancelotti planeja dar ao ataque da Seleção uma nova dinâmica: Vinícius Júnior mais livre, atuando sem a obrigação de marcar laterais, e João Pedro como o centroavante fixo.
Neymar fora dos planos de Ancelotti?
Enquanto os jovens ganham espaço, Neymar segue fora dos planos imediatos de Carlo Ancelotti. O craque, que estará com 34 anos, ainda enfrenta dúvidas sobre sua condição física.
Ainda lutando para se afastar da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro da Série A 2025, o Santos decidiu adotar uma postura de cautela sobre o futuro de Neymar.
Segundo apuração da ESPN, o clube mantém as conversas em “banho-maria” e só deve decidir sobre uma eventual renovação de contrato após avaliar a evolução física do camisa 10.
O vínculo de Neymar com o Peixe termina em 31 de dezembro de 2025, e, embora exista um bom relacionamento entre as partes, a diretoria não tem pressa para definir a situação.
Questões físicas e salário alto pesam
Ainda de acordo com a ESPN, dois fatores principais preocupam: a condição física de Neymar e o alto custo salarial do jogador.
O clube pretende entender se o craque conseguirá ter uma sequência de jogos antes de discutir novos termos contratuais.
Neymar durante treinamento do Santos na Vila Belmiro – Foto: Raul Baretta/Santos
O Peixe valoriza o impacto dentro e fora de campo, mas entende que não é o momento de assumir compromissos de longo prazo sem garantias sobre o desempenho físico do atleta.
Quando anunciou a extensão do contrato até o fim de 2025, em junho, o cenário era outro. O atacante vivia um bom momento técnico e recebia sondagens de clubes europeus.
Agora, com seguidas lesões e perda de ritmo, o jogador de 33 anos depende do clube para retomar a forma e garantir sequência.
Nos bastidores, há a percepção de que o craque precisa mais do Santos do que o contrário, ao menos no momento atual.
Três lesões em menos de um ano
Neymar sofreu, em 19 de setembro, uma lesão no músculo reto femoral da coxa direita – a terceira desde seu retorno ao Santos em janeiro. O departamento médico acredita possa voltar em novembro, mas a reabilitação está sendo com cautela.
Mesmo sem atuar desde então, o camisa 10 soma 21 jogos, com seis gols e três assistências, sendo 17 como titular.
Gostando de futebol ou não, é quase impossível encontrar um brasileiro que não conheça minimamente este nome e o que está relacionado a ele. Neymar Jr., fez sua estreia no futebol profissional aos dezessete anos no seu atual clube, o Santos (para onde retornou recentemente em 2025). Lá, o garoto teve um papel importante na conquista do Campeonato Paulista e da tão sonhada Libertadores após 48 anos de jejum.
Depois de cinco temporadas e números mais que convincentes, a jovem estrela santista ruma à Europa, para se juntar a grandes nomes no Barcelona. Era formado o MSN – que se referia ao invejável trio de ataque formado por Messi, Suaréz e Neymar.
O que se viu naquelas primeiras temporadas foi algo extraordinário. Afinal, aquele menino realmente era tudo aquilo que diziam ser. O reconhecimento e a fama, como todos sabemos, também cresceram exponencialmente à medida que a sua carreira ia deslanchando. Ídolo de um dos maiores clubes do mundo, ídolo inegável da Seleção Brasileira, onde já tinha conseguido segurar o seu posto como o camisa 10. Nós, brasileiros, rapidamente abraçamos esse talento.
Estávamos ansiosos para ter uma nova estrela à altura de Pelé, Romário, Ronaldo, Kaká… E acho que Neymar tinha, com certeza, o que era preciso: fazia dribles com facilidade, gols belíssimos (tendo um deles lhe concedido um prêmio Puskas), tinha muita habilidade com a bola nos pés e muito carisma. Como essa combinação perfeita não daria certo? O meu pensamento era apenas um: com um pouco mais de experiência e maturidade, esse garoto vai ser, com certeza, coroado como o melhor do mundo; só basta esperar.
Doze anos depois, aos 33 anos, Neymar Jr. ganhou apenas uma vez a Champions League (na temporada 14/15), mas não conseguiu ganhar um Campeonato do Mundo com a Seleção Brasileira, e também nunca ganhou o Ballon D’Or. Até hoje, detém o título de transferência mais cara da história do futebol (222 milhões de euros), referente à sua saída do Barcelona para o Paris Saint Germain em 2017.
Neymar em campo pela Seleção Brasileira. Crédito: Getty Images
Não me levem a mal, acho que muitos de nós concordamos que o “menino Ney” tem uma história e carreira incríveis; os números falam por si só. Contudo, aquele fantasma do “poderia ter sido mais” parece que sempre o acompanhará; e para a maioria é difícil não sentir esse gosto agridoce quando acompanhamos a carreira dele tão de perto. E acho que é sobre isso que precisamos falar.
É inegável que Neymar tenha lidado com muita pressão ligada à sua fama. O primeiro grande ídolo da geração Z, tivemos a chance de acompanhá-lo quase que instantaneamente por meio de tantas redes sociais. Mas aquilo que serviu, em grande parte, como um impulsionador da sua carreira, muitas vezes foi também seu maior inimigo.
Envolvido constantemente em escândalos midiáticos, onde cada vez mais parecia que sua prioridade era ser uma personalidade famosa ao invés de um inesquecível jogador de futebol, Neymar foi fortalecendo a imagem de estrela e, talvez descuidadamente, afastando-se da de atleta. Lesões e suspensões que foram enfraquecendo a sua posição de ídolo, alimentada por uma mídia que muitas vezes optou pela crueldade ao invés da empatia.
Não consigo evitar de pensar, que, acima de tudo, Neymar é o nome de maior expressão dessa nova geração que enfrentou todas essas mudanças do futebol atual. Agora, não é mais apenas sobre ser um bom jogador, sobre marcar gols ou ganhar títulos. O mercado do futebol explora a imagem desses atletas de muitas outras formas. Na Era Digital em que vivemos, ser influenciador faz definitivamente parte do pacote de ser “famoso” neste meio.
Ao meu ver, menino Ney teve tudo para ser o melhor do mundo; um talento como o seu não foi visto em nenhum jogador brasileiro que despontou nos últimos anos, e provavelmente nunca mais teremos um ícone como ele. O acontecimento da sua trajetória no esporte mais amado do mundo, coincidiu com a expansão das redes sociais e com os novos mercados ligados ao futebol. Foi tudo ao mesmo tempo.
Lá no fundo, creio que Neymar tenha sido um pouco vítima da sua própria grandiosidade. E, como disse anteriormente, acho que criamos expectativas talvez altas demais, num tempo em que o futebol não é apenas sobre ganhar títulos ou bater recordes. Os atletas de hoje precisam constantemente dividir o seu protagonismo com todas as narrativas criadas fora de campo, e em tempo real.
Injustamente, muitas pessoas insistiram em medir o seu sucesso apenas pelo número de troféus que ele não levantou ou títulos que ele não levou para casa. Deixando de lado a importância que ele teve no modo em que vivemos e sentimos o futebol atualmente.
No fim, a história de Neymar continua sendo escrita, e penso sempre em tudo que ele representou até aqui: o garoto super talentoso que foi o símbolo de uma geração, e também o homem que, depois de muitas falhas e tropeços, conseguiu sempre recomeçar. Acredito que o tempo o fará justiça, e ele não será colocado mais como aquele que poderia ter sido, mas como o que foi um dos maiores e mais memoráveis personagens que o futebol brasileiro teve a sorte de ter.
Na tarde deste sábado (18/10), Londrina e Ponte Preta mediram forças pelo primeiro jogo da grande final da Série C do Campeonato Brasileiro. A bola rolou no Estádio VGD, porém o resultado não foi como o esperado, ao finalizar em um empate sem gols, deixando a disputa pelo título em aberto.
O primeiro tempo foi bastante disputado, com as duas equipe chegando fortes nas divididas, porém sem chances reais de gol, para a tristeza do público presente no Paraná.
A Ponte Preta foi o primeiro quem chutou a gol com Artur, porém a pontaria do lateral não estava boa e a bola foi para fora. Dois minutos depois foi a vez do Londrina contra-atacar com Iago Teles, que tentou surpreender o goleiro da Macaca de longe, porém sem sucesso na pontaria. Após este tempo, poucas chances foram construídas.
Jogando em casa, o time do Tubarão até que teve mais posse de bola, enquanto a Ponte buscava chegar forte nas saídas rápidas, mas ambos sem sucesso, finalizando a etapa inicial com um empate amargo.
O Londrina começou melhor o segundo tempo e logo aos 7 minutos assuntou a Ponte Preta, com uma tabela entre Iago Teles e Cristiano, onde o camisa 11 finalizou com força. Porém Artur decidiu intervir na jogada, se atirou na bola e com um carrinho evitou o gol da equipe mandante, evitando o 0 a 0.
O Tubarão estava disposto a abrir o placar e novamente foi para o ataque, desta vez com Mauricio chutando de longe, mas no meio do caminho a bola desviou em Wanderson e saiu para fora, porém com grande perigo para a meta de Diogo Silva.
A Ponte não quis se expor muito e tentava segurar o resultado conquistado, para surpreender o adversário no jogo de volta em casa, sendo melhor na marcação e impedindo o ataque do Londrina oferecer perigo à sua área, finalizando o jogo no empate sem gols, 0 a 0.
Próximo jogo
A partida que definirá o Campeão da Série C de 2025 será realizada no próximo sábado (25/10), no Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. A bola vai rolar às 17h (horário de Brasília).
Em caso de novo empate, o campeão será definido em uma disputa de pênaltis. É claro que precisa esclarecer que, qualquer uma das equipes que vencer o jogo por qualquer placar, ficará com o título.
O tom provocativo das redes sociais do Flamengo tem causado desconforto no clube. Segundo apuração do UOL, as postagens têm gerado irritação no elenco e na comissão técnica.
Embora algumas publicações tenham conquistado engajamento e aprovação de parte da torcida, o clima entre os jogadores é de incômodo e desaprovação. Lideranças do grupo acreditam que esse tipo de conteúdo é “desnecessário e infantil“.
Postagens contra Estudiantes e Vasco causaram maior repercussão
Entre os episódios que mais irritaram os atletas, está a provocação feita ao Estudiantes, após a classificação do Flamengo na Libertadores. A postagem, com tom irônico, foi considerada “fora de hora” e “imatura” por diversos jogadores.
Postagem do Flamengo provocando o Estudiantes – Foto: Reprodução/X/Flamengo
Outro caso envolveu o Vasco, depois que o rival usou uma frase comumente associada ao Flamengo. A resposta foi vista como alfinetada desnecessária, o que ampliou o desconforto.
Flamengo comentou em postagem provocando o Vasco – Foto: Reprodução/X/Flamengo
Lideranças do elenco foram consultadas
De acordo com a apuração, Bruno Henrique foi consultado pelo departamento de futebol sobre o tema e manifestou insatisfação. Antes dele, o zagueiro Danilo e outras lideranças também haviam expressado críticas à postura adotada nas redes sociais oficiais.
O incômodo não se limita aos jogadores. Integrantes da comissão técnica e funcionários que convivem no Ninho do Urubu compartilham da mesma preocupação, temendo que as provocações inflamem rivais e gerem reações negativas.
Mudança começou com a chegada de Bap
A nova linha editorial surgiu após a chegada de Luiz Eduardo Baptista (Bap) à presidência, em janeiro. Desde então, passou a ter foco maior em engajamento digital e conteúdo provocativo.
O Internacional decidiu avançar na tentativa de obter o reconhecimento do título do Campeonato Brasileiro de 2005, ano marcado pelo escândalo da “Máfia do Apito”.
A iniciativa partiu de conselheiros do clube e ganhou respaldo da diretoria, que agora mobiliza esforços para formalizar o pedido à Conferação Brasileira de Futebol (CBF).
Segundo informações da ESPN, o ex-presidente Fernando Carvalho, que comandava o Inter em 2005, foi encarregado de elaborar um dossiê detalhado sobre o caso.
O documento servirá como base do pedido oficial que pode, se aprovado internamente, chegar às mãos da CBF.
Fernando Carvalho, presidente do Internacional em 2005 – Foto: Reprodução/Instagram
Dossiê será baseado em declarações do ex-árbitro Edílson Pereira de Carvalho
O material que está sendo produzido pelo ex-dirigente terá como ponto central as recentes declarações do ex-árbitro Edílson Pereira de Carvalho, divulgadas no documentário “Máfia do Apito”, produzido pela Feel the Match e disponível no Globoplay.
No filme, Edílson afirma que não manipulou de forma decisiva os resultados das partidas que apitou e que, posteriormente, foram anuladas pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva).
O Inter entende que essas revelações reforçam a tese de que o campeonato não deveria ter tido jogos refeitos, conforme previa o regulamento do futebol brasileiro da época.
A denúncia também pode conter uma análise independente feita por um ex-árbitro, que teria avaliado que não houve manipulação direta sob comando de Edílson Pereira de Carvalho.
Além disso, o clube deve argumentar que as regras do Brasileirão 2005 não previa a repetição de partidas sem provas incontestáveis de manipulação – na visão do Inter, não existiu.
Torcida do Internacional no Beira-Rio – Foto: Ricardo Duarte/Internacional
Internacional quer divisão do título com o Corinthians
Diferentemente de outras contestações no futebol, o Internacional não pretende retirar o título do Corinthians.
A intenção é que a entidade reconheça o Inter como co-campeão brasileiro de 2005, assim como ocorre em algumas ligas estrangeiras quando há controvérsias sobre manipulação.
O clube cita, como exemplo, o caso do árbitro alemão Robert Hoyzer, envolvido em escândalo semelhante em 2005. Apesar de confessar o envolvimento em manipulações, os resultados das partidas foram mantidos, e nenhum clube teve o título alterado.
A 29ª rodada da Série A do Brasileirão vai começar e as emoções estão prestes aumentarem nesta reta final. Com a briga pela liderança pegando fogo, Palmeiras e Flamengo se enfrentam pelo “jogo do título”, em uma rodada que ainda terá clássico carioca e uma briga forte para escapar da zona de rebaixamento.
Neste sábado serão disputadas duas partidas, contabilizando ainda cinco no domingo e três na segunda-feira.
O Portal Camisa 12 vai te contar o horário e onde assistir cada partida da Série A. Confira abaixo;