O Flamengo divulgou neste sábado (06/12), a lista dos 26 jogadores que disputarão a Copa Intercontinental da FIFA. A relação dos atletas foi apresentada aos torcedores no mesmo dia em que a deleção do clube carioca embarcou para a disputa do torneio que será disputado em Doha, no Catar.
Entre as surpresas aparece o nome de Michael, que segue com o futuro em aberto no time rubro-negro. Já quando se trata de ausências, os nomes do lateral-esquerdo Vinã e do volante Allan, foram os mais sentidos. Com o nome na lista, Pedro não terá condições de disputar o torneio.
Jogadores relacionados do Flamengo para o Intercontinental
Goleiros: Dyogo Alves, Matheus Cunha e Rossi
Defensores: Leo Ortiz, Léo Pereira, Alex Sandro, Ayrton Lucas, Danilo, Emerson Royal e Varela
Meio-campistas: Arrascaeta, De la Cruz, Erick Pulgar, Evertton Araújo, Jorginho e Saúl
Atacantes: Bruno Henrique, Carrascal, Everton Cebolinha, Juninho, Luiz Araújo, Michael, Pedro, Plata, Samuel Lino e Wallace Yan
Programação do Intercontinental
O Flamengo já organizou todos os seus horários quando estiver em Doha, treinando na noite do domingo e durante as tardes na segunda e terça-feira.
O time comandando por Filipe Luís precisará vencer o Cruz Azul, do México, para conseguir avançar para a próxima fase da competição, onde enfrentará o Pyramids, do Egito, no sábado (13). Caso chegue na fnal, enfrentará o atual campeão a Champions League, Paris Saint-Germain, às 14h (horário de Brasília). Todos os embates serão disputados no estádio Ahmad bin Ali.
O Campeonato Brasileiro de 2025 chega ao fim neste domingo (07), com as dez partidas que acontecerão de forma simultânea a partir das 16 horas. Enquanto alguns times estarão lutando por vaga direta na libertadores, outros vão buscar garantir sua vaga na série A do próximo ano. Atlético-MG, Santos, Ceará, Fortaleza, Vitória e Internacional ainda não escaparam do Z4 e brigam pelas quatro vagas restantes no Brasileirão de 2026.
Terceiro gol do São Paulo contra o Internacional Foto: Raphael Campos Do Prado/Mochila Press/Gazeta Press
Internacional
O colorado ocupa a 18º posição com 41 pontos, 2 a menos que o primeiro acima da zona. O time enfrenta o Bragantino (9º) no Beira-Rio, para escapar do Z4, precisa necessariamente vencer seu jogo e contar com o tropeço de dois desses times: Vitória, Ceará ou Fortaleza.
Vitória
Em 17º com 42 pontos, o Vitória enfrenta o São Paulo (8º), no Barradão. Para permanecer na elite, precisa vencer e contar com o tropeço de Ceará, Santos ou Fortaleza.
Fortaleza
O Fortaleza chega na última rodada em 16º com 43 pontos, sendo o primeiro time fora do Z4, para se manter precisa de uma vitória simples contra o Botafogo (7º) fora de casa. Em caso de empateou derrota, precisa contar com tropeços de Internacional e Vitória.
Ceará
O Ceará está empatado em pontos com seu maior rival, e está na frente por ter um saldo de gols maior. Enfrentará o Palmeiras (2º) dentro de casa e também precisa apenas de uma vitória simples, caso contrário depende que os times abaixo não vençam seus jogos.
Santos
A equipe santista possui 44 pontos e ocupa a 14º posição, no domingo jogará contra o Cruzeiro (3º) em casa e precisa apenas de um empate para aliviar sua torcida, já que nesse cenário todos os times já citados precisariam vencer e o Vitória golear o São Paulo por dez gols de diferença.
Atlético Mineiro
O Atlético está em uma situação mais tranquila, em 13º e com 45 pontos, a equipe mineira só é rebaixada caso perca seu jogo para o Vasco (12º) e veja os times abaixo na tabela vencerem, com o Vitória precisando diminuir 12 no saldo de gols.
Times já rebaixados
O Juventude e o Sport ocupam a 19ª e 20ª posição, respectivamente, e não têm mais chance de se salvarem do rebaixamento. Junto com mais dois, esses times darão sua vaga para Coritiba, Athletico-PR, Chapecoense e Remo na Série A de 2026.
Jogadores do Sport na partida contra o Flamengo. Foto: Paulo Paiva/SCR
A festa da torcida do Botafogo no Engenhão é “coisa de maluco”. Todo jogo em casa, a torcida botafoguense tenta inovar e apoiar seus jogadores.
A equipe do Portal Camisa12 foi atrás das histórias das festas da torcida do Glorioso, trazendo para você um conteúdo inédito. Bora acompanhar tudo? Chega mais!
Arquibancadas alvinegras: a festa da torcida do Botafogo começa cedo
Logo nas primeiras horas de jogo já se sente no ar o clima de festa. A torcida do Botafogo chega ao estádio vestida de preto e branco, carregando bandeiras e confete, ansiosa para fazer a festa.
As festas da torcida do Botafogo no Estádio Nilton Santos têm se tornado uma marca do clube. Antes mesmo da bola rolar, a arquibancada canta, torce e vibra – como num Carnaval alvinegro que contagia o time.
No retorno do Fogão ao Maracanã após longos anos, ingressos esgotados e dezenas de bandeiras ocuparam as arquibancadas, dando um grande espetáculo antes do jogo começar.
É essa energia que alimenta a identidade botafoguense: o estádio inteiro vira um palco de cultura da torcida, fazendo cada partida parecer um grande evento.
Bandeirões e mosaicos: espetáculo visual
Desde o acesso ao setor, quem chega ao estádio é surpreendido por um show de cores e formas. Bandeirões gigantes de papel ou nylon 3D são erguidos por dezenas de torcedores como verdadeiras obras de arte ambulantes.
Um exemplo marcante foi o bandeirão tridimensional com o cachorro do clube, ícone do Botafogo, empunhado no setor Leste – uma peça imponente que dominou as arquibancadas e até chegou a provocar risos dos rivais.
Essa “pegada visual” virou marca registrada: já foram mais de 30 grandes festas organizadas pelo grupo Ninguém Ama Como a Gente, cada uma com mosaicos ou bandeiras 3D espalhadas por todo o Nilton Santos.
Bandeirões 3D imponentes
Os bandeirões 3D carregam símbolos da história alvinegra (cães, estrelas, camisetas) e agora ganharam suporte ainda maior.
Recentemente o clube modernizou as hastes que levantam as bandeiras: hoje elas suportam até 60 metros de largura, o que equivaleria à metade da arquibancada Leste.
É tanta grandiosidade que virou quase que um ritual: em jogos grandes a torcida se organiza para erguer essas belezas no gramado, envolvendo toda a massa alvinegra.
Bandeirões assim refletem o orgulho da torcida (e viram memes nos grupos de WhatsApp assim que o jogo acaba).
Mosaicos artísticos e criativos
Outra marca da festa são os mosaicos feitos com placas de papel colorido. Em dias de Libertadores ou clássicos, até 22 mil plaquinhas são distribuídas para cobrir cada canto das arquibancadas.
O resultado é um mosaico gigante que ganha vida ao ser levantado, formando imagens ou frases de apoio ao time. A criatividade vai além das cores: já houve mosaico dupla-face com luzes de LED, tributos a ídolos do passado, e até animações simples no momento em que as placas mudam de posição.
Em um clássico contra o Flamengo, por exemplo, a torcida contou que cobriu o estádio inteiro com um mosaico 3D, soltou fogos e jogou papel picado – foi descrito pelos envolvidos como um verdadeiro “réveillon no Engenhão”.
Essa dedicação tem fundo de história: em algumas partidas foram homenageados jogadores eternos do Botafogo.
Um mosaico inesquecível projetou Didi, Garrincha e Nilton Santos juntos, com a frase “entramos 11 e jogamos todos” – em homenagem aos ídolos que não estão mais entre nós.
Até fãs tatuaram bandeirões famosos de vista na arquibancada! Com tanto capricho, cada mosaico vira notícia nas redes sociais, viraliza entre torcedores de todos os times e reforça a fama da arquibancada como um espetáculo à parte.
Cantando e vibrando: a trilha sonora da massa
A festa da torcida do Botafogo é também sonora. Os cantos botafoguenses ecoam como um coral apaixonado que não dá trégua.
Como bem resume a Lance, “a torcida do Botafogo é marcada por sua fidelidade e paixão, carregando o peso da história e da tradição alvinegra”.
Cada canto entoado reforça essa devoção: seja o hino clássico do Botafogo, as músicas “Botafogo Campeão” ou “Ô Balancê”, ou ainda cânticos improvisados e provocações amigáveis aos rivais. Nesse coro, a arquibancada parece respirar em uníssono, enchendo o estádio de energia positiva.
Gritos e provocações rivais
A trilha sonora fogueira traz de tudo: desde hinos eternos, celebrando conquistas, até piadas cantadas. Nas clássicas partidas contra o rival, aparecem refrões bem-humorados – sem perder o respeito pela história.
Mas a rotina mesmo é de encorajar o time: em qualquer momento difícil o “Fogooogo, Fogôôôgo!” cresce e vira uma espécie de mantra.
Essa música coletiva não apenas empolga os jogadores em campo, como une estranhamente a família alvinegra: avô, pai e neto cantam juntos a mesma letra como se tivessem passado essa tradição de geração em geração.
É essa trilha sonora de alto nível que faz até quem está de fora bater palmas e entrar no ritmo.
Torcida alvinegra: a festa do Botafogo mostra a força clube
Mais do que espetáculo visual e sonoro, a torcida botafoguense é parte da alma do clube. Os próprios organizadores das festas deixam claro: “A torcida do Botafogo não tem o que merece. Temos, então, o orgulho de falar por milhões de botafoguenses”.
Esse senso de orgulho coletivo se reflete nas arquibancadas. Camisas antigas ganham nova vida, cânticos de luta viram gritos de comando, e cada torcedor sente-se parte de algo maior.
A estrela solitária – símbolo máximo do clube – jamais esteve tão presente nas arquibancadas, tremulando em bandeirões e sendo celebrada nos cantos.
A identidade botafoguense, para quem ama o clube, vai além das quatro linhas. Em cada festa está a mensagem de quem vem de todos os cantos do Brasil (da Zona Sul à Baixada, dos torcedores de Manaus aos de Pelotas) para sacudir o estádio.
Não à toa, o botafoguense quer que sua festa seja tão reconhecida quanto as das torcidas que dominam o mundo – “como Boca Juniors ou Borussia Dortmund”, lembram os organizadores.
Eles acreditam que associar o nome do Botafogo a esse tipo de espetáculo agregará valor à marca do clube, reforçando a imagem de que ser do Fogão é viver com alegria, criatividade e muito orgulho.
Cada bandeirão, cada coro de sala de casa, e cada festa vai construindo a narrativa de um clube que respira emoção.
Festa do Botafogo além do campo: emoção e cultura
Mais do que entretenimento, as festas da torcida têm um impacto emocional profundo. Quando a arquibancada explode em um grito uníssono ou levanta um mosaico emocionado, o jogador no campo sente a confiança e o apoio de milhares de corações pulsando por ele.
Os próprios atletas admitem que essa atmosfera dá um “up” no rendimento – conforme um idealizador afirmou, “os jogadores e até o dono do clube já nos disseram que ajudamos eles“, conforme publicado no Terra.
Essa injeção de moral pode ser decisiva em jogos difíceis, tornando os 90 minutos mais do que uma disputa esportiva: vira um espetáculo coletivo.
Culturalmente, a “festa da torcida do Botafogo” fortalece laços sociais e tradições. Ela lembra aos botafoguenses de todas as idades que fazem parte de uma grande família alvinegra, com histórias e valores compartilhados.
É comum ver pais levando filhos pela primeira vez ao estádio, trazidos pelo amor herdado de avôs ou tios. E quando a arquibancada canta histórias do clube, transmite a memória esportiva para quem chega agora.
A folia nas arquibancadas também repercute fora dos estádios. Vídeos de mosaicos criativos circulam nas redes, músicas novas da torcida são gravadas, e até museus esportivos reconhecem esse fenômeno como patrimônio cultural.
De certa forma, a expressão da torcida botafoguense se transformou em um símbolo do próprio Botafogo: tão forte e única quanto a Estrela Solitária.
Para o torcedor alvinegro, cada festa é uma reafirmação de que o Botafogo vive não apenas no gramado, mas na emoção e na criatividade de sua torcida – algo que fica no coração por muito tempo depois do jogo acabar.
A espera acabou! AConfederação Brasileira de Futebol(CBF) divulgou o Novo Calendário do Futebol Brasileiro 2026, e a grande notícia é que a bola vai rolar mais cedo.
O início da temporada
Prepare a camisa e a garganta, pois o ano começa com tudo! O calendário de 2026 está mais concentrado no início, garantindo que você não fique sem futebol por muito tempo.
Estaduais: De 11 de janeiro a 8 de março.
Supercopa do Brasil: 24 de janeiro.
Série A do Brasileirão: De 28 de janeiro a 2 de dezembro.
Copa do Brasil: De 18 de fevereiro a 6 de dezembro.
Série B do Brasileirão: De 21 de março a 28 de novembro.
Pausas estratégicas: fôlego para o time e para a seleção
O calendário de 2026 traz novidades que dão um respiro para os jogadores e para o torcedor que ama a Seleção.
Pausa para a Copa do Mundo: De 1º de junho a 20 de julho.
Recesso de intertemporada: Os clubes da Série A terão 30 dias de recesso no meio da temporada.
Janelas de transferências:
Primeira janela: 5 de janeiro a 3 de março.
Segunda janela: 20 de julho a 11 de setembro.
Copas e decisões
A emoção das Copas e a reta final dos campeonatos prometem um final de ano movimentado para as torcidas.
Libertadores e Sul-Americana: A fase de grupos começa em 8 de abril, com as finais previstas para 28 de novembro.
Finais nacionais: A Copa do Brasil termina em 6 de dezembro, e o Brasileirão em 2 de dezembro.
Prepare-se para um ano intenso de futebol! O Novo Calendário Futebol Brasileiro 2026 garante que a paixão estará em campo do início ao fim. Acompanhe tudo que acontecerá no futebol brasileiro em 2026 aqui noPortal Camisa12.
Walid Regragui, arquiteto da campanha semifinalista de 2022, destacou a honra de enfrentar o “país do futebol” e afirmou que a sua seleção entrará em campo no dia 13 de junho sem o rótulo de zebra.
O sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2026 definiu que o Brasil terá um adversário de peso logo na estreia: a seleção de Marrocos, semifinalista da última edição do Mundial. O reencontro entre as duas equipes, que acontecerá no dia 13 de junho de 2026 e abrirá os trabalhos do Grupo C, é encarado com grande entusiasmo pelo técnico marroquino, Walid Regragui.
O treinador, que está há quatro anos no comando dos africanos, não escondeu a emoção ao comentar o desafio contra a Seleção Canarinho.
«Jogar contra o Brasil é um sonho para todos. É uma honra, para nós o Brasil é o país do futebol, e para os marroquinos é um exemplo. Nós respeitamos demais a Seleção, mas vamos olhar nos olhos, será um grande jogo. Que ganhe o melhor», declarou Regragui, em entrevista.
O técnico destacou que este confronto carrega uma dimensão especial para a história do futebol marroquino, que busca se consolidar entre as potências mundiais.
Marrocos quer manter o alto nível sem ser zebra
Walid Regragui assumiu o comando de Marrocos apenas três meses antes da Copa do Mundo de 2022, sendo o grande arquiteto da campanha que surpreendeu o mundo e levou a equipe até as semifinais. Agora, com o estatuto de semifinalista, Regragui projeta objetivos maiores e rejeita o rótulo de zebra.
O treinador deixou claro que a ambição do time está elevada, mesmo em um grupo que ainda conta com Escócia e Haiti.
«Nesta primeira fase o importante é passar, é o que esperamos. Nós fizemos bonito em 2022, e agora queremos estar no mesmo nível no nosso grupo, passar para a próxima fase. O ideal é ter o Marrocos sempre em alto nível», complementou, indicando que o foco está em garantir a classificação para a próxima etapa.
O respeito por Ancelotti e a evolução brasileira
Regragui também reconheceu a evolução do Brasil desde a chegada do técnico italiano Carlo Ancelotti e o impacto que o novo comando traz ao time.
«O Brasil tem bons jogadores e um dos melhores treinadores da história, e acho que o Carlo vai dar serenidade e tranquilidade para a equipe», avaliou. Apesar do respeito, o treinador marroquino mantém a confiança em um confronto aberto: «Mas em um jogo tudo pode acontecer. Queremos representar uma boa imagem do futebol marroquino.»
Brasileiros e marroquinos já se enfrentaram anteriormente na Copa do Mundo de 1998, quando o Brasil venceu na fase de grupos por 3 a 0. O amistoso de março de 2023, no entanto, serve como um alerta para a Canarinho, pois Marrocos venceu por 2 a 1. A estreia das duas seleções no Grupo C será no dia 13 de junho de 2026.
Em um desfecho que ecoou a excelência da formação europeia, Portugal conquistou o seu primeiro título de campeão do mundo na categoria sub-17. A vitória no Catar não é apenas mais um troféu na estante da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), mas sim um manifesto sobre o poder da estrutura e da continuidade em um desporto cada vez mais dependente do planeamento de longo prazo.
A conquista lusa, alcançada por uma geração forjada em bases sólidas (com atletas oriundos em grande parte dos centros de excelência de Benfica, Braga e Porto – também um do Sporting e dois do Vitória), prova que a qualidade e a repetição de um método superam a dependência do talento cru e esporádico.
A vitória do «processo» e não apenas do talento
O sucesso português na base não é acidental. É o resultado de um investimento contínuo em infraestrutura, metodologia de treino e, crucialmente, na formação de treinadores de base. Conforme reiterado pelo próprio Presidente da FPF, Pedro Proença, a vitória é a prova de que o foco estava no «processo» e na «disciplina tática», e não apenas na habilidade individual de uma ou duas estrelas.
Créditos: Simon Holmes/Getty Images
O sistema português garante que os jovens atletas não apenas desenvolvam técnica, mas também atinjam uma maturidade tática e mental que lhes permite atuar sob pressão máxima em torneios internacionais. A capacidade de adaptação demonstrada pela equipa no Catar, mesmo enfrentando diferentes estilos de jogo, atesta o sucesso dessa visão integral. Eles chegam aos 17 anos como jogadores, e não apenas como apenas promessas.
O espelho que revela o problema na base brasileira
A realidade do Brasil, o maior exportador de talentos do mundo, contrasta drasticamente. Embora o Brasil seja a fonte inesgotável de craques, a gestão brasileiras é marcada pela instabilidade. Muitos clubes do Brasileirão ainda veem a base unicamente como um ativo financeiro de giro rápido. O objetivo primário é vender o garoto prodígio o mais cedo possível para aliviar o caixa, frequentemente interrompendo o seu desenvolvimento tático e emocional e deixando-o sair cedo demais.
A ausência de uma filosofia de jogo unificada, a troca constante de coordenadores e treinadores nas categorias de base e a falta de paciência com a maturação dos atletas são fatores que prejudicam a nossa competitividade em categorias juvenis. O talento brasileiro é inegável, mas a estrutura portuguesa garante que esse talento seja canalizado para o sucesso coletivo e o resultado final. Onde o Brasil tem o dom, Portugal tem o mapa.
Créditos: FPF
A lição para a consistência e o exemplo de Abel Ferreira
A lição que a conquista sub-17 de Portugal oferece ao futebol brasileiro é clara: a consistência é a única rota para o domínio sustentável. O trabalho de Abel Ferreira no Palmeiras, que o levou a ser o treinador mais vitorioso da história do clube, ecoa essa mesma mentalidade: foco na metodologia, valorização da comissão técnica e exigência de um padrão de trabalho que não muda a cada derrota.
Enquanto a Europa, e agora Portugal no cenário de base, investe em continuidade metodológica, o Brasil segue refém do imediatismo e do ciclo vicioso de desinvestimento na base e de trocas incessantes no comando. O título sub-17 português não é apenas um feito desportivo, é a prova de que, para reverter a tendência de sermos apenas formadores de commodities para o mercado europeu, precisamos urgentemente priorizar o processo, o método e a paciência sobre a venda e o lucro imediato. O sucesso é planeado, e Portugal deu-nos a prova final disso!
O Campeonato Brasileiro de 2025nos presenteou com momentos de pura adrenalina, e nada se compara à euforia de uma goleada. Para o torcedor, o placar elástico é mais do que três pontos; é uma declaração de força, um show de bola que fica gravado na memória e um motivo para tirar sarro do rival.
As maiores goleadas desta temporada foram verdadeiros espetáculos, com a arquibancada vibrando a cada gol e transformando o estádio em uma festa inesquecível.
O show de gols e a euforia da nação
A goleada que mais fez barulho foi o 8 a 0 do Flamengo sobre o Vitória. O placar não apenas garantiu uma vitória expressiva, mas também elevou o moral do time e da Nação Rubro-Negra, que viu seu clube atropelar o adversário com uma atuação de majestosa
Outros jogos também entraram para a história das goleadas de 2025, como o 6 a 0 do Fluminense contra o São Paulo e o 6 a 0 do Flamengo contra o Juventude.
Ranking
Gols
Vitória
Derrota
Maior
8 x 0
Flamengo
Vitória
2ª maior
6 x 0
Fluminense
São Paulo
3ª maior
6 x 0
Flamengo
Juventude
O impacto emocional nas torcidas
Para o torcedor, a goleada tem um impacto emocional profundo. É a materialização da superioridade do seu time e a certeza de que o trabalho está sendo bem feito. A festa começa no primeiro gol e só termina quando o juiz apita o final, com a torcida celebrando cada lance de perigo e cada bola roubada.
No lado do time que vence, o placar elástico é um combustível para a confiança. Os jogadores se sentem mais leves, o entrosamento aumenta, e a certeza de que podem vencer qualquer adversário se fortalece. Já para o time que sofre a goleada, o impacto é devastador, gerando uma crise de confiança que pode se arrastar por várias rodadas.
O placar como definidor de força do clube
As goleadas de 2025 mostram que, no futebol brasileiro, a diferença entre a glória e a crise pode ser medida em gols. Para o torcedor, esses jogos são a prova de que a torcida continua valendo a pena.
O Brasileirão é feito de emoções, e as goleadas são o ápice dessa montanha-russa de sentimentos. Que venham mais shows de bola e mais festas inesquecíveis nas arquibancadas em 2026.
Campeão da Libertadores 2025, o Flamengo irá disputar a Copa Intercontinental na próxima semana, disputada no Catar. O primeiro jogo do time carioca será na quarta-feira (10/12), diante do Cruz Azul, do México e por este motivo, Filipe Luís e seus comandados viajarão na tarde deste sábado, para desembarcar no país asiático no início da tarde do domingo.
Para a viagem, o Flamengo fretou uma aeronave apenas com assentos executivos, sempre pensando no conforto dos atletas pelo longo tempo de viagem. Cerca de 100 pessoas farão parte da delegação, entre eles atletas, comissão técnica e funcionários.
Diferente do acontecido na Libertadores, não haverá nenhum voo fretado destinado aos familiares e amigos dos atletas, ficando de fora até membros da diretoria.
Por conta da duração da viagem, haverá uma parada para abastecer a aeronave. O local escolhido pelo time rubro-negro foi a cidade de Acra, capital de Gana. Do Rio de Janeiro até lá serão cerca de sete horas de viagem, praticamente o mesmo tempo até chegar no Catar. É estimado que no total, o Flamengo terá uma viagem de até 15h de voo, além das duas horas para o abastecimento.
É previsto que o técnico Filipe Luís realize um treinamento na noite do domingo e nas tardes de segunda e terça, no centro de treinamento Al Ersal. O local fica a aproximadamente 12 quilômetros do hotel escolhido para a concentração. Foi no mesmo CT, que a Croácia treinou durante a Copa do Mundo de 2022, ajudando na eliminação do Brasil na época. Outro fator importante é que o CT também recebeu a Seleção Brasileira Sub-17 em outubro deste ano, onde treinaram para a disputa do Mundial.
O Flamengo enfrentará o Cruz Azul na quarta-feira (10) e precisará vencer para avançar para a próxima fase, onde enfrentará o Pyramids, do Egito, já no sábado (13). Caso avance até a grande final, terá pela frente a pedreira do Paris Saint-Germain, atual campeão da Champions League. Todos os jogos serão disputados no Estádio Ahmad bi Ali, às 14h (horário de Brasília).
Diferente das expectativas do início do ano, o Internacional chega à última rodada da Série A do Campeonato Brasileiro vivendo um cenário bastante difícil. O que era para ser uma briga na parte de cima da tabela, transformou-se em uma luta desesperada para sair da zona de rebaixamento e, consequentemente, se livrar da segunda queda de sua gloriosa estreia.
Na última quarta-feira (03), o Colorado perdeu por 3 a 0 para o São Paulo, na Vila Belmiro, na reestreia de Abel Braga no comando do time. Com mais derrota, este foi o terceiro jogo do Inter sem vencer na competição nacional.
Agora, o Internacional irá para o tudo ou nada no domingo (07/12), pela 38ª e última rodada do Brasileirão em 2025, onde enfrentará o Red Bull Bragantino, no Beira-Rio às 16h (horário de Brasília). Como não depende apenas de si, o Colorado ainda secará quatro rivais na rodada.
🗓️ Precisamos de ti na última decisão do ano. Acima de tudo, pelo 𝐈𝐍𝐓𝐄𝐑! 🇦🇹 #PeloClubePelasCores
Torcedores e torcedoras não sócios(as) poderão garantir lugar no Gigante, para o jogo contra o Red Bull Bragantino, a partir das 10h desta sexta-feira. 🎟️🏟️
Atualmente ocupando a 18ª posição da classificação com 41 pontos, o Internacional disputa posições contra: Vitória (42), Fortaleza (43), Ceará (43) e Santos (44). Todos estes times buscando se livrar das duas vagas restantes na zona de degola.
Caso o Colorado não vença o jogo ou apenas empate, o rebaixamento será confirmado automaticamente, não precisando de qualquer outro resultado.
Já em caso de vitória, o Colorado subiria para 44 pontos, mas dependeria de uma combinação de resultados para se livrar da queda. Confira todos os cenários prováveis para o Colocado se livrar do Z4 na última rodada
Vitória x São Paulo
O Leão da Barra precisará empatar ou perder para o time paulista.
Botafogo x Fortaleza
Apenas uma vitória do time carioca importa. Em caso de empate, Fortaleza e Inter teria os mesmos números de vitórias e pontos. Para permanecer na Série A, a equipe de Abel Braga precisaria vencer seu confronto por pelo menos três gols de diferença, para ter um saldo de gols superior ao do Leão do Picí.
Ceará x Palmeiras
Mesmo jogando em casa, o Vozão precisa perder. Em caso de empate, o Inter precisaria golear por 11 ou mais gols, algo improvável de acontecer.
Santos x Cruzeiro
O Peixe precisaria perder o time mineiro, além do Inter tirar uma diferença no saldo de gols de sete.
Com todos os cenários possíveis, a torcida colorada precisa torcer para que Vitória e Fortaleza não pontuem na última rodada para o Internacional se livrar do rebaixamento e se manter na elite do futebol brasileiro em 2026.
Hoje (5), às 14 horas no horário de Brasília, na capital Washington nos Estados Unidos, tivemos sorteio da Copa do Mundo 2026 e o Brasil fica no grupo C.
Como foi o sorteio:
Com os países-sedes México, Canadá e Estados Unidos com seus grupos pré-definidos: A, B e D respectivamente. Os outros 39 países já classificados e os 6 que vão se classificar pelas repescagens foram definidos pelo sorteio.
Brasil: Um grupo tranquilo para a penta campeã mundial
A nossa amarelinha ficou no grupo C , com as seleções de Marrocos, Escócia e Haiti . O grupo deixa os torcedores mais tranquilos já que somos os favoritos para sermos os primeiros colocados . Pensando um pouco nas fase seguintes, classificando em primeiro no seu grupo pode enfrentar o segundo colocado do Grupo F que possui Holanda, Japão, Tunísia e o representante do playoff B da Europa ( Suécia, Polônia, Ucrânia e Albânia).
Grupo da morte: Teremos Mbappe contra Halland
Para os amantes de futebol, fomos agraciados com um grande confronto logo nas fase de grupos, já que França e Noruega se encontraram no grupo I junto com Senegal e o representante da repescagem mundial ( Bolívia, Suriname ou Iraque). Confronto será marcado pelo encontro de duas sensações do futebol mundial, Halland e Mbappe, que vai fazer os fãs pararem para ver esse jogo. Mesmo sendo cotada para ser uma das favoritas, a França pode ter dificuldades para se classificar, se pegar histórico que a ultima vez que enfrentou Senegal numa fase fase grupos de copa, os franceses foram eliminados em 2002.
O técnico italiano da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, posa no tapete vermelho ao chegar para participar do sorteio da Copa do Mundo FIFA de 2026 / Foto de Roberto SCHMIDT / AFP
Jogos, Horários e Locais: Segredo guardado para depois
Com todos os 12 grupos definidos, as questões de onde vai ser os estádios e as cidades a FIFA somente vai divulgar amanhã (6). Dê uma olhada nos três primeiros jogos do Brasil:
Brasil x Marrocos – dia 13 de junho de 2026 (sábado)
Brasil x Haiti – dia 19 de junho de 2026 (sexta)
Brasil x Escócia – dia 24 de junho de 2026 (quarta)