Boas notícias para Portugal: por cá vamos poder ver a Copa do Mundo de forma gratuita!
É verdade, nós por cá não estamos habituados a isto, mas a LiveModeTV, plataforma recente e que eu desconhecia, vai transmitir os jogos de Portugal na Copa do Mundo e ainda o melhor jogo do dia, no YouTube, sem qualquer custo.
Pelos vistos, a plataforma é da mesma empresa da CazeTV, algo que os meus leitores brasileiros devem conhecer bem.
Em Portugal transmissões gratuitas dos jogos não é costume. Por cá temos de pagar a DAZN, Sport TV e BTV, para quem for benfiquista. Os preços são altos, bastante altos até.
Só no Mundial de Clubes é que tivemos futebol de graça e é uma iniciativa que a mim, como consumidor, me agrada bastante, obviamente.
Acho que o futuro das transmissões passará por aqui, com anúncios e patrocinadores à mistura, mas sem custos para o adepto. Prova disso é o aumento significativo das TV pirata.
A Sport TV custa 30 euros e a DAZN 18 euros e a BTV custa entre 10 a 12 euros. Ou seja, quem quiser as três (a última é só para jogos do Benfica em casa) paga quase 50 euros. É natural que se opte por opções piratas porque são mais baratas por ano.
O consumidor já não quer ter de pagar tanto dinheiro para ver futebol, por isso é que opções gratuitas, mesmo com anúncios e outras publicidades, são as melhores soluções para o futuro do streaming.
Ou os grandes e tradicionais operadores se reinventam, ou vão todos no mesmo barco rumo a menos receitas. Por muito que tentem combater a pirataria, que é algo errado e ilegal, esta vai sempre prevalecer enquanto o serviço não for melhorado e o preço mais baixo.
Portanto, esta iniciativa da LiveModeTV pode trazer efeitos positivos para o futebol português e demais receitas. Veremos.
A temporada de 2025 ficará marcada na memória da Nação Rubro-Negra como um ano de profunda frustração. Mais do que o rebaixamento, a dor reside no fato de o Sport Club do Recife ter registrado a pior campanha da história de um clube pernambucano na Série A dos pontos corridos.
O que era para ser uma jornada de luta pela permanência se transformou em um calvário de recordes negativos, deixando o torcedor com a amarga sensação de que o time não conseguiu honrar a camisa.
O que deu errado?
A paixão do torcedor rubro-negro é inegável, mas a paciência se esgotou diante de um desempenho que não condiz com a história do Leão da Ilha. A campanha de apenas 17 pontos em 32 rodadas é um número frio que esconde a angústia de quem viu o time acumular derrotas e poucas vitórias.
O que o torcedor questiona é a falta de planejamento e a instabilidade que marcaram o ano. A troca constante de treinadores, a ineficácia do ataque e a fragilidade defensiva transformaram a Ilha do Retiro, que deveria ser um caldeirão, em um palco de decepções. O time não conseguiu demonstrar a garra e a resiliência que sempre foram marcas registradas do Sport.
“O Sport se tornou o clube com o maior número de rebaixamentos para a Série B neste século, totalizando seis quedas. Essa estatística dói na alma do torcedor, que exige mais respeito e planejamento.”
Foto: Divulgação / Sport Recife
O que esperar da reconstrução?
O rebaixamento é um fato consumado, mas a história do Sport não se resume a um ano ruim. A Nação Rubro-Negra, conhecida por sua fidelidade inabalável, agora direciona suas energias para a reconstrução. A Série B de 2026 será um campo de batalha onde o time precisará resgatar sua identidade e provar que a queda foi apenas um tropeço.
A diretoria tem a obrigação de aprender com os erros de 2025. É fundamental que o planejamento para a próxima temporada seja feito com seriedade, buscando a contratação de um técnico com um projeto de longo prazo e jogadores que entendam o peso da camisa.
O torcedor espera ver em campo um time que lute por cada bola, que honre a tradição do clube e que devolva o Sport ao lugar de onde nunca deveria ter saído.
O Leão voltará mais forte?
Apesar da dor, a certeza é que o Sport voltará. A força da torcida, que sempre foi a camisa 12 do time, será o motor dessa recuperação. O Leão da Ilha precisa se reerguer, e a Nação estará lá para empurrar o time de volta à elite. A pior campanha da história serve como um doloroso lembrete de que o Sport merece mais.
Diretoria já planeja reformulação do elenco e mapeia mercado para reforços pontuais
Quatro atletas ficam sem contrato no fim de 2025
O São Paulo já trabalha nos bastidores com possíveis mudanças para 2026. Sete jogadores despontam como candidatos a deixar o clube , seja por fim de contrato, aposentadoria, baixo desempenho ou por empréstimos visando maior rodagem.
Entre os casos mais encaminhados estão os dos quatro atletas com vínculo encerrando em 31 de dezembro: Rigoni, Dinenno, Leandro e Luiz Gustavo. Os três primeiros passaram boa parte da temporada no banco e não apresentaram desempenho que convencesse a diretoria a discutir renovações.
Luiz Gustavo vive situação indefinida
Aos 38 anos, o volante decidiu, junto da família, estender a carreira por mais uma temporada. Apesar disso, seu alto salário e os apenas 12 jogos disputados em 2025 tornam incerta sua continuidade.
Oscar caminha para a aposentadoria
Outro nome experiente que pode sair é o meia Oscar, de 34 anos. Após seguidas lesões desde o retorno ao Brasil, a situação se agravou com um episódio cardíaco durante um teste no CT.
Diagnosticado com síncope vasovagal, o atleta estuda anunciar sua aposentadoria ao final da temporada, em uma rescisão amigável com o clube.
Cria da base, Patryck pode ser envolvido em negociações
Além dos casos de fim de contrato, duas crias da base também podem deixar o São Paulo por baixo rendimento nas chances recebidas em 2025. O lateral Patryck Lanza, de 22 anos, atualmente terceira opção na posição, tem vínculo até abril de 2027, mas deve ser colocado em qualquer negociação considerada favorável ao clube.
Goleiro Young não convence e pode sair
O goleiro Young, de 23 anos, tem futuro incerto. Com contrato até 2026, recebeu suas primeiras oportunidades nesta temporada após anos como reserva, mas não aproveitou: em três jogos, sofreu nove gols, sendo destaque negativo na derrota por 6 a 0 para o Fluminense. Com o retorno de Jandrei após empréstimo ao Juventude, ao menos um dos dois deve sair.
Planejamento para 2026 já está em andamento
Segundo o técnico do clube paulista, Hernán Crespo, o planejamento da próxima temporada vem sendo discutido internamente desde que o São Paulo atingiu os 45 pontos no Brasileirão.
Sem margem financeira para grandes contratações, a diretoria discute possíveis nomes do mercado para qualificar o elenco no próximo ano.
Luiz Gustavo comemorando seu primeiro gol pelo São Paulo no jogo contra a Portuguesa. Foto: Marcos Ribolli
Para a Nação Rubro-Negra, a conta é clara: o Flamengo é o Enéacampeão Brasileiro. A cada taça levantada, a certeza se renova, e a história de glória se solidifica.
No entanto, fora da arquibancada, a polêmica persiste, centrada em uma das maiores disputas do futebol nacional: a Copa União de 1987. Para o torcedor, essa não é apenas uma questão de números, mas sim de reconhecimento, paixão e justiça histórica.
A Voz da Arquibancada: Por que o 9º título é inegociável?
A Copa União de 1987 foi um marco. Em um momento de crise na organização do futebol brasileiro, os maiores clubes do país se uniram para criar o que seria o campeonato mais forte e organizado da história até então. O Módulo Verde, vencido pelo Flamengo de Zico, Bebeto e Renato Gaúcho, representou a elite do futebol.
Para o torcedor, o título de 1987 é inquestionável por diversos motivos:
O nível da competição: O Módulo Verde reuniu os 13 clubes mais importantes do Brasil. Vencer essa competição, superando rivais históricos, é, na essência, ser o campeão brasileiro daquele ano.
A força do elenco: Aquele time do Flamengo é lembrado como um dos mais brilhantes da história do clube, e a conquista foi celebrada com a intensidade que só um título nacional proporciona.
O sentimento de justiça: A recusa em participar de um quadrangular final imposto pela CBF, que desvalorizava a competição organizada pelos próprios clubes, é vista como um ato de dignidade e defesa do futebol.
A batalha judicial: A frieza dos tribunais contra a história
Enquanto a paixão rubro-negra celebra o nono título, a frieza dos tribunais insiste em outra versão. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecem o Sport Club do Recife como o único campeão de 1987.
Essa decisão judicial, que se arrasta por décadas, é o que impede o reconhecimento oficial do Enéacampeonato. O Flamengo, no entanto, nunca desistiu da luta, e a diretoria continua a buscar o reconhecimento legal que a torcida já concedeu há muito tempo.
“A Justiça e a Fifa reconhecem o Sport como campeão daquele ano, mas a polêmica persiste entre os torcedores e a diretoria do Flamengo, que se considera o campeão do Módulo Verde.”
Apesar da decisão legal, o que fica para o torcedor é a memória daquele time e a celebração de uma conquista legítima dentro de campo.
O título de 1987 é de quem?
A polêmica dos títulos do Flamengo é um reflexo da complexidade e da paixão do futebol brasileiro. Enquanto a contagem oficial pode variar, a verdade da arquibancada é imutável: o Flamengo é um gigante, e a conquista de 1987 faz parte de sua gloriosa história.
Seja Octa ou Enea, o que realmente importa é a força da Nação e a certeza de que o Flamengo sempre lutará por aquilo que é seu por direito.
O futebol no Brasil sempre foi um palco de paixões intensas e, por muito tempo, predominantemente masculino. Contudo, nas últimas décadas, as mulheres têm reescrito a história das arquibancadas, deixando de ser vistas como mero «enfeite» ou acompanhantes para se tornarem protagonistas do espetáculo.
A ascensão da camisa de torcida organizada feminina e dos coletivos de mulheres é o símbolo mais visível da revolução de representatividade que acompanha o futebol na atualidade
A Luta pela Legitimidade
Historicamente, a presença feminina nos estádios e, em especial, nas torcidas organizadas, foi marcada por estereótipos. Muitas mulheres eram invisibilizadas ou tinham sua paixão questionada, sendo rotuladas como interessadas apenas em «paquerar» jogadores ou acompanhar homens.
Créditos: Divulgação/Fanáticos
A camisa feminina, frequentemente ajustada ao estilo da mulher (como modelos baby look ou regatas), ultrapassou a simples adaptação de design. Ela se tornou um uniforme de resistência e pertencimento. Ao vestirem o manto da organizada, as mulheres afirmam sua legitimidade como torcedoras autênticas e ativas, confrontando o machismo que(ainda) tenta limitar suas funções — como a proibição histórica de tocar instrumentos ou de liderar viagens.
O Poder da Organização Feminina
O crescimento da representatividade nas arquibancadas não se deu apenas pela maior presença individual, mas pela organização de base. Pesquisas apontam um aumento na proporção de torcedoras em clubes como Flamengo e São Paulo, sendo que no topo do ranking nacional, o Flamengo registra uma das maiores bases femininas do país.
Esse volume de torcedoras impulsionou a criação de alas ou coletivos femininos dentro das próprias organizadas ou o surgimento de grupos formados exclusivamente por mulheres, como:
«Guerreiras» da Guerreiros da Almirante (Vasco da Gama): Um dos segmentos destinados exclusivamente a mulheres de uma das principais torcidas do clube carioca, lutando por mais espaço e segurança.
Créditos: Antonio Scorza / O Globo
«Coralinas» do Santa Cruz: Um grupo que trabalha não apenas o apoio ao time, mas também a inclusão, o cuidado e o combate à violência dentro e fora do estádio, deixando sua marca no clube nordestino.
«Tricoloucas» na Bahia: Uma torcida organizada feminina que ilustra o crescimento do movimento no Nordeste, enfrentando o preconceito e a falta de apoio de alas masculinas.
Superando Estereótipos e Alcançando a Liderança
A representatividade nas arquibancadas atingiu o seu ápice quando as mulheres começaram a ocupar cargos de comando, desafiando a estrutura hierárquica historicamente masculina das organizadas.
Créditos: Arquivo Peleja
O exemplo de Dulce Rosalina, a primeira mulher a presidir uma torcida organizada no Brasil (a TOV – Torcida Organizada do Vasco), é um marco que se estende até a atualidade com mulheres em funções de diretoria e presidência em diferentes clubes pelo país. Essa liderança feminina não se limita ao campo da torcida; o nome de Leila Pereira como presidente do Palmeiras também é frequentemente citado como um símbolo de que as mulheres estão, de fato, no comando de grandes instituições do futebol.
A camisa de torcida organizada feminina, portanto, é mais do que vestuário; é uma bancada política e social. Ela garante a visibilidade, a segurança e a legitimidade das mulheres que, através do seu grito e da sua organização, continuam a exigir e a conquistar o seu lugar de direito no coração do futebol brasileiro.
FAQs sobre Representatividade Feminina nas Torcidas Organizadas
Qual é o principal significado da camisa de torcida organizada feminina?
A camisa de torcida organizada feminina é um símbolo de resistência e pertencimento. Ela representa a afirmação da legitimidade das mulheres como torcedoras autênticas e ativas, confrontando o machismo e os estereótipos nas arquibancadas.
Por que a presença feminina nas torcidas foi, historicamente, marcada por estereótipos?
Historicamente, a paixão das mulheres era frequentemente invisibilizada ou questionada, sendo estereotipada como interesse apenas em acompanhar homens ou por motivos superficiais, e não pelo amor genuíno ao clube.
O crescimento da representatividade feminina se deu apenas pela presença individual?
Não. O crescimento se deu, principalmente, pela organização de base, com a criação de alas femininas dentro das grandes torcidas ou pelo surgimento de grupos formados exclusivamente por mulheres.
Cite um exemplo de ala feminina ou grupo de mulheres organizado mencionado no texto.
O texto menciona exemplos como as «Guerreiras» da Guerreiros da Almirante (do Vasco da Gama), as «Coralinas» (do Santa Cruz) ou as «Tricoloucas» (na Bahia), que trabalham a inclusão e o combate à violência.
Qual clube brasileiro é citado por ter uma das maiores bases de torcedoras femininas?
O Flamengo é citado como um dos clubes com maior representatividade, registrando uma das maiores bases femininas do país, o que impulsiona o volume e a organização.
Quem é citada como a primeira mulher a presidir uma torcida organizada no Brasil?
Dulce Rosalina é citada como a primeira mulher a presidir uma torcida organizada no Brasil (a TOV — Torcida Organizada do Vasco), marcando um precedente para a liderança feminina.
Qual é o impacto da liderança feminina nas torcidas?
A liderança feminina, com mulheres ocupando cargos de comando e diretoria, desafia a estrutura hierárquica historicamente masculina das organizadas, garantindo que as pautas de inclusão e segurança sejam priorizadas.
ACopa do Mundo de 2026 promete ser a maior e mais emocionante da história. Com um formato expandido para 48 seleções e três países sede (Estados Unidos, Canadá e México), o torneio já está mobilizando o mundo do futebol. Mas para o torcedor brasileiro e a verdadeira emoção começa agora: a divulgação da tabela Copa 2026 completa.
Não se engane, o sorteio da fase de grupos é apenas o primeiro passo. A ordem dos confrontos, os locais e os horários definidos pela FIFA no dia seguinte são o que realmente moldam as estratégias de aposta e o nosso calendário de torcedor.
O sorteio e a tabela: entenda a diferença que vale ouro
Nesta sexta-feira (5), o sorteio em Washington definirá a composição dos 12 grupos. É o momento de saber quem o Brasil e os outros gigantes enfrentarão na primeira fase. No entanto, a FIFA guarda o ouro para o dia seguinte.
“As seleções, incluindo o Brasil, ainda terão de esperar até sábado (6) para conhecer a ordem dos confrontos, os locais de cada partida e os respectivos horários.”
A tabela completa será anunciada no sábado (6), às 14h (de Brasília), em uma transmissão especial. Essa diferença é crucial para as apostas Copa do Mundo, pois a ordem dos jogos pode definir o desgaste das equipes e a pressão em cada rodada.
Quem o Brasil pode enfrentar?
O Brasil, como uma das potências, está no Pote 1, garantindo a posição de cabeça de chave. No entanto, o novo formato com 48 seleções e 12 grupos aumenta a imprevisibilidade.
POTE
Seleções
1
Brasil, Argentina, França, Inglaterra, Alemanha, EUA, México, Canadá, Portugal, Holanda, Bélgica, Espanha
2
Croácia, Uruguai, Colômbia, Japão, Senegal
3
Noruega, Paraguai, Egito, Argélia
4
Vagas da Repescagem, Gana, Cabo Verde
Datas chave: sorteio (5/12) e tabela completa (6/12)
Evento
Data
Horário (Brasília)
Importância para apostas
Sorteio de grupos
Sexta (05/12)
14h
Define os adversários e o nível de dificuldade inicial.
Divulgação da tabela
Sábado (06/12)
14h
Define a ordem dos jogos, fusos horários e locais, impactando o descanso e a logística das equipes.
A vantagem do torcedor brasileiro
Uma das melhores notícias para o torcedor e apostador brasileiro é a acessibilidade dos horários. Diferentemente de Copas anteriores, a maioria dos jogos acontecerá em horários ideais para o Brasil.
O Impacto dos fusos horários nas apostas
A Copa 2026 será disputada em três fusos horários diferentes, o que a FIFA considerou para a distribuição dos jogos.
Costa Leste: Nova York, Miami, Toronto (-1 hora)
Região Central: Dallas, Cidade do México, Kansas City (-2 horas)
Costa Oeste: Los Angeles, Vancouver, Seattle (-4 horas)
Jogos da fase de grupos
A fase de grupos terá até seis partidas por dia, com horários que se encaixam perfeitamente na rotina do torcedor: 13h, 16h, 19h e 22h (Brasília). A final, no MetLife Stadium (EUA), será às 18h (Brasília).
O novo formato com 48 seleções: mais Jogos, mais oportunidades
A expansão para 48 seleções significa mais jogos, mais surpresas e, consequentemente, mais oportunidades para as apostas Copa do Mundo. Serão 104 partidas no total, um aumento significativo que exige atenção redobrada do apostador.
Sedes e Distribuição de Jogos (EUA, México e Canadá)
Os Estados Unidos sediarão a maior parte dos jogos (78), incluindo todas as fases eliminatórias a partir das quartas de final. O México e o Canadá terão 13 jogos cada. A logística de viagens entre as sedes será um fator crucial para o desempenho das equipes, e um ponto de análise fundamental para seus palpites na Copa 2026.
Palpites e apostas: como a tabela define o jogo
A divulgação da tabela Copa 2026 é o momento em que o apostador pode refinar suas estratégias.
Dicas de Ouro para Apostar na Fase de Grupos
Analise a logística: Equipes que tiverem que viajar longas distâncias entre a Costa Leste (-1h) e a Costa Oeste (-4h) podem sofrer com o desgaste.
Fique de olho nos horários: Jogos às 22h (Brasília) podem ser desafiadores para seleções que não estão acostumadas a jogar tarde.
Aposte em surpresas: O aumento de seleções no novo formato com 48 seleções abre espaço para “zebras”. Acompanhe as odds de equipes do Pote 3 e 4.
Voz da Arquibancada: O que esperar da Copa
A Copa do Mundo 2026 será um espetáculo. Com horários acessíveis e um formato que promete emoção até o fim, o torcedor brasileiro terá a chance de acompanhar a Seleção e fazer seus palpites Copa 2026 com mais informação do que nunca. A tabela Copa 2026 é o mapa para a glória.
Próximos passos: Onde acompanhar a divulgação da tabela
Fique ligado no Portal Camisa12 para a cobertura completa do sorteio e da divulgação da tabela. Acompanhe a transmissão oficial da FIFA no sábado (6), às 14h (de Brasília), e prepare-se para o maior Mundial de todos os tempos!
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou uma mudança histórica no calendário do futebol nacional: a partir de 2026, o Brasileirão passará a ser disputado entre janeiro e dezembro, abandonando o formato tradicional que se iniciava em março ou abril. A primeira rodada da Série A de 2026 está agendada para 28 de janeiro, com a última rodada prevista para 2 de dezembro.
Essa alteração, debatida e estudada nos últimos dois anos, visa principalmente dois objetivos: promover períodos de descanso mais prolongados para os atletas e alinhar o calendário brasileiro ao padrão internacional, facilitando a gestão de datas FIFA e a negociação de jogadores.
Os objetivos da CBF: mais descanso e qualidade de jogo
O principal argumento da CBF para a mudança é a busca por uma melhor gestão da saúde e performance dos jogadores. O calendário apertado do futebol brasileiro sempre foi alvo de críticas, e a antecipação do Brasileirão é vista como um passo para mitigar esse problema.
Aumento da qualidade e períodos de transição
Ao concentrar o campeonato dentro do ano civil, a CBF espera que os clubes tenham maior previsibilidade e possam oferecer períodos de pré-temporada mais adequados. O presidente da CBF, Samir Xaud, classificou 2026 como um “ano de transição”, mas fundamental para a caminhada em direção a um calendário mais racional.
Impacto no cenário internacional e nas Datas FIFA
O novo formato de janeiro a dezembro facilita a sincronia com as janelas de transferência internacionais e com as datas reservadas para jogos de seleções.
Sincronia com o mercado europeu
Com o Brasileirão começando mais cedo, os clubes terão um fluxo de caixa mais reforçado no início do ano, devido à antecipação dos direitos de transmissão. Isso pode influenciar a estratégia de contratações, permitindo que os times se reforcem com mais força no começo da temporada, em vez de dependerem apenas da janela de meio de ano.
Copa do Brasil e o novo formato de final
As mudanças no calendário também se estendem à Copa do Brasil, que terá um aumento no número de participantes e uma alteração no formato da final.
Mais clubes e final única
Participantes: O número de clubes na Copa do Brasil aumentará de 92 para 126 em 2026 e 128 em 2027.
Final: A final passará a ser decidida em partida única, marcada para 6 de dezembro em 2026.
Apesar da antecipação do Brasileirão, o campeonato terá uma pausa entre 11 de junho e 19 de julho de 2026, devido à realização do Campeonato do Mundo de seleções.
Time não perde a nove jogos e conseguiu sair do Z4 na penúltima rodada.
Em jogo válido pela 37ª rodada, o Fortaleza, no Castelão, venceu o Corinthians por 2 a 1, com gols de Pochettino e José Herrera, e chegou a 16ª colocação com 43 pontos, depois de passar Internacional e Vitória na tabela. Os torcedores do Leão do Pici respiraram aliviados pela primeira vez desde a 11ª rodada, quando entraram na zona de rebaixamento e não saíram desde então.
A virada de chave começou quando a diretoria trouxe Martín Palermo, ídolo do Boca Juniors, para substituir Vojvoda, que estava no clube desde 2021 e, mesmo tendo feito boas temporadas pelo clube, não fazia um bom ano. Palermo assumiu o Fortaleza na zona de rebaixamento e, apesar de passar por dificuldades no começo, emendou uma sequência invicta de nove jogos, com cinco vitórias e quatro empates, ganhando de Flamengo, Corinthians e Atlético Mineiro nesse meio.
Palermo é apresentado no Fortaleza, em setembro. Foto: Kid Jr./SVM
Ainda assim, O Fortaleza não se salvou da queda para a Série B, e pode cair caso, na última rodada, perca seu jogo para Botafogo, no Rio de Janeiro e veja Internacional ou Vitória vencerem Bragantino e São Paulo, respectivamente.
Os pilares da boa fase
Com a chegada de Martín Palermo, vários jogadores foram potencializados com seu esquema tático e foram fundamentais para “colocar o Fortaleza de volta no jogo”. São eles: Breno Lopes, líder da equipe em participações em gols; Deyverson, artilheiro do time no Brasileirão; o goleiro Brenno, fundamental na partida contra o Corinthians; e também Pochettino e Lucas Sasha, fundamentais para o meio campo da equipe nordestina.
Gol de Deyverson contra o Atlético Mineiro. Foto: Divulgação/Fortaleza
Expectativas para 2026
Caso se mantenha na 16º posição, o Fortaleza ficará fora de qualquer competição internacional, mas disputará as Copas do Brasil e do Nordeste. No Brasileirão é esperado uma campanha melhor, uma vez que Palermo terá tempo para fazer a pré-temporada e buscar reforços que o agradam.
Os jogos da última rodada
Todos os jogos acontecerão no próximo domingo (07), às 16 horas. Em destaque, os times que ainda brigam contra o rebaixamento.
O Palmeiras tentou manter viva a esperança de conquistar o título do Campeonato Brasileiro e foi para cima do Atlético-MG na noite desta quarta-feira (03/12), vencendo o duelo disputado na Arena MRV, por 3 a 0. Os gols de Luighi, Allan e Flaco López não foram suficientes para evitar o segundo vice do time paulista em apenas quatro dias de diferença.
GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL! LUIGHI AMPLIA O PLACAR EM BH! ⚽️
Já a torcida do Galo não ficou contente com o desempenho do time no campeonato nacional, além da perda do título da Sul-Americana em novembro.
O primeiro tempo foi marcado pelos erros de marcação do Atlético, que viu o Palmeiras empolgado ofensivamente. Assim que a bola rolou, Vitor Roque conseguiu balançar as redes, mas a jogada foi impugnada pela arbitragem que assinalava impedimento, mas está seria apenas uma amostra do que estava por vir.
Aos oito minutos, a defesa do Galo errou novamente na hora do recuo e Vitor Roque aproveitou para chutar em cima de Everson. Na sobra, Flaco Lopez consegue pegar e abrir o placar, 1 a 0. O Atlético teve a chance de empatar durante uma cobrança de escanteio de Scarpa, mas foi o Palmeiras que conseguiu ampliar o placar, após Arana errar e Allan bater com força, 2 a 0.
Desesperado por está perdendo em casa, o time de Jorge Sampaoli ainda arriscou com Igor Gomes e Rony em duas oportunidades, mas sem acertar a direção. Um fator positivo para o Galo aconteceu aos 43 minutos da etapa inicial, quando Piquerez foi expulso, após a revisão do VAR, por uma entrada dura em Saravia, mas foi para o intervalo com uma derrota parcial.
O segundo tempo do Atlético foi melhor, principalmente por ter uma vantagem numérica, mas desperdiçou com Dudu e Arana, todas defendidas pelo goleiro Carlos Miguel. Reserva, Hulk entrou na etapa final, mas não conseguiu superar o goleiro do Verdão, assim como Scarpa, que carimbou a trave. O Galo chegou a balançar as redes aos 29 minutos, mas o gol foi anulado após o VAR apontar um toque de mão de Rony.
Para a tristeza da torcida atleticana, Luighi conseguiu ampliar o placar aos 36 minutos da etapa final e quase marcando outro gol na sequência, mas acertou a trave, finalizando a partida com vitória do Palmeiras por 3 a 0 fora de casa, sobre o Atlético.
O Flamengo derrotou o Ceará nesta quarta-feira (03/12), e garantiu com uma rodada de antecedência o título da Série A do Campeonato Brasileiro. O Maracanã explodiu em comemoração com o gol de Samuel Lino, ainda no primeiro tempo, tendo mais de 73 mil pessoas presentes para comemorar o nono título do time carioca. A conquista aconteceu quatro dias depois do título da Libertadores.
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Sem muita inspiração ofensiva, o time de Filipe Luís buscava o resultado positivo, enquanto o Vozão tentava aproveitar algum contra-ataque. O Rubro-Negro Carioca foi para cima, mas encontrou poucos espaços deixados pelo time adversário, encontrando dificuldade na hora de infiltrar-se, arriscando de fora da área.
O Flamengo perdeu chances preciosas com Jorginho, Bruno Henrique, Arrascaeta e Carrascal, enquanto o Ceará assustaram algumas vezes com bolas levantadas na área, mas nada que assustasse ou fizesse o goleiro Rossi trabalhar.
A massa rubro-negra enfim pôde soltar o grito de gol aos 36 minutos, quando Samuel Lino tabela com Carrascal, que devolve para o atacante bater cruzado e abrir o placar, 1 a 0. O restante da etapa inicial não houve outras novidades, indo para o intervalo com a vitória parcial dos mandantes.
O Flamengo diminuiu o ritmo no segundo tempo e deu mais espaço para o Ceará, que tentou assustar com alguns contra-ataques. A vitória com um placar mínimo era o suficiente, mas o time de Filipe Luís queria garantir de uma vez o título nacional, empilhando ataques fracassados com Arrascaeta, Samuel Lino, Bruno Henrique, Jorginho e Everton Cebolinho. Mesmo sem balançar as redes novamente, o time carioca garantiu o título da Série A.
Agora, o Flamengo cumprirá tabela na última rodada do Brasileirão, onde o técnico Felipe Luís provavelmente coloque em campo um time alternativo para enfrentar o Mirassol, no domingo (07), no Maião. No dia seguinte, o time viajará para o Catar, onde iniciará a preparação para a disputa da Copa Intercontinental.