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  • São Paulo: Lucas Moura faz infiltração no joelho e só deve voltar a jogar em 2026

    São Paulo: Lucas Moura faz infiltração no joelho e só deve voltar a jogar em 2026

    O São Paulo não contará mais com Lucas Moura nesta temporada. O atacante de 33 anos passou por uma nova infiltração no joelho direito e só deve voltar a atuar em 2026.

    O procedimento ocorreu após o jogador relatar dores persistentes, mesmo depois de sessões de fisioterapia.

    Lucas em treino no CT da Barra Funda – Foto: Erico Leonan/São Paulo

    De acordo com o clube, a infiltração foi feita na região posterior do joelho para aliviar o incômodo. Por precaução médica, a comissão técnica já trabalha com o retorno apenas para o próximo ano.

    Problema no joelho Lucas Moura limita sequência do camisa 7 no São Paulo

    Lucas vem sofrendo com problemas no joelho direito desde a artroscopia realizada em 30 de agosto, quando uma fibrose foi removida. Voltou a atuar, mas o incômodo permaneceu.

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    Desde então, o atacante participou de nove partidas, sendo titular em quatro. O novo episódio de dor obrigou o departamento médico a optar por outra intervenção. Eficaz no curto prazo, mas que impede o atleta de continuar atuando na temporada.

    Irregularidade de Lucas Moura no São Paulo

    Com dificuldades para manter sequência em campo, Lucas encerra o ano com 28 partidas oficiais e cinco gols marcados. A temporada, que começou com expectativa de protagonismo, terminou abaixo do planejado devido às limitações físicas.

    O atleta usará o período até dezembro para seguir tratamento e fortalecer a região. A previsão é de que se apresente em 2026 já em condições de realizar a pré-temporada completa.

    Ficha do jogo – São Paulo x Corinthians:

    • Local: Neo Química Arena, em São Paulo (SP).
    • Data: 20 de novembro de 2025.
    • Hora: 19h30 (horário de Brasília).
    • Árbitro: Anderson Daronco (RS)
    • Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS) e Maira Mastella Moreira (RS)
    • Quarto árbitro: Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho (PA)
    • Inspetor: Jose Mocellin (RS)
    • Assessor: Cleidy Mary dos Santos Nunes Ribeiro (SC)
    • VAR: Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira (MG)
    • AVAR: Helen Aparecida Goncalves Silva Araujo (MG)
    • AVAR2: Rodrigo Nunes de Sa (RJ)
    • Observador de VAR: Marcos Andre Gomes da Penha (ES)
    • Quality manager: Bernardo Campos Martins (RJ)
  • Nova camisa do Palmeiras: veja preço, onde comprar e detalhes do uniforme listrado

    Nova camisa do Palmeiras: veja preço, onde comprar e detalhes do uniforme listrado

    O Palmeiras apresentou a nova terceira camisa listrada, que será utilizada no encerramento de 2025 e também em 2026.

    O modelo combina elementos do clube, destacando listras horizontais em verde e branco, short branco e meiões verdes.

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    Inspirado na relação profunda entre clube e torcedores, o uniforme utiliza como slogan a expressão do técnico português Abel Ferreira: “Ser palmeirense é um estilo de vida”.

    Preço e onde comprar a nova terceira camisa do Palmeiras para 2025/26

    A nova camisa busca traduzir a paixão alviverde de forma visual, refletindo a emoção de vestir o manto dentro e fora do estádio. Segundo o clube, o conceito ultrapassa o futebol, representando o Palmeiras como uma forma de viver e se expressar.

    O lançamento também celebra o Avanti, programa de sócios. O Verdão destacou que representa a identidade do palmeirense, que transforma o amor pelo time em atitude e presença.

    A camisa está disponível do P ao 3GG, pelo valor de R$ 499,99. A venda inicial é exclusiva para os sócios-torcedores Avanti, tanto na Palmeiras Store online quanto nas lojas físicas.

    Abel Ferreira e alguns jogadores do Palmeiras com o terceiro uniforme para 2025/26 – Foto: Divulgação

    Estreia amarga pela Série A 2025

    O novo manto estreou na quart-feira (19/11), no Allianz Parque, em duelo antecipado da 37ª rodada do Brasileirão. O jogo terminou empatado sem gols para a frustração dos mandantes.

    Ficha do jogo – Palmeiras 0 x 0 Vitória:

    • Competição: 37ª rodada – Brasileirão Série A (jogo adiantado)
    • Data: 19 de novembro de 2025.
    • Local: Allianz Parque, São Paulo.
    • Público: 39.080.
    • Renda: R$ 2.632.317,00.
  • Atlético-MG embarca reforçado para Assunção visando final da Sul-Americana

    Atlético-MG embarca reforçado para Assunção visando final da Sul-Americana

    Sem a presença de torcedores no Aeroporto de Confins, o time alvinegro embarcou na tarde desta quarta-feira (19) para Assunção, no Paraguai, onde disputará a final da Copa Sul-Americana contra o Lanús.

    Organizadas priorizam apoio no Paraguai

    As torcidas organizadas optaram por não comparecer ao embarque, priorizando a recepção ao time na cidade paraguaia e a organização de caravanas para os atleticanos que acompanharão a partida. O duelo pode render ao clube cerca de US$ 6,5 milhões (R$ 36,9 milhões), além de garantir vaga direta na Libertadores de 2026 — caminho que escapou nesta temporada.

    Alan Franco vira dúvida; reforços chegam de seleções

    Sampaoli tem apenas uma dúvida para o jogo: Alan Franco. O volante, considerado titular, sentiu incômodo na perna direita durante amistoso do Equador contra a Nova Zelândia e se junta ao elenco diretamente no Paraguai, onde será reavaliado.

    Os zagueiros Iván Román (Chile) e Junior Alonso (Paraguai), que também estavam com suas seleções, se encontrarão com o grupo em Assunção.

    Foto: Atlético / Divulgação

    Situação do Atlético no Brasileirão

    Atualmente, o Atlético ocupa a 10ª posição do Brasileirão, com 44 pontos. Caso não conquiste o título continental, o clube ainda pode buscar vaga na pré-Libertadores, mas depende de uma arrancada nas rodadas finais.

    Baixas confirmadas e programação final

    As baixas confirmadas seguem sendo os atletas que já estavam no departamento médico: Lyanco, Júnior Santos, Cuello e Caio Maia, todos em recuperação após cirurgias.

    A equipe realizará dois treinamentos na capital paraguaia, ambos no estádio do Libertad, antes da decisão.

    Confira a lista de relacionados para a decisão:

    Foto: Atlético / Divulgação
  • Lesão muscular tira Pedro da final da Libertadores e encerra temporada no Flamengo

    Lesão muscular tira Pedro da final da Libertadores e encerra temporada no Flamengo

    O Flamengo sofreu um duro golpe em sua preparação para a finalíssima da Copa Libertadores! A menos de dez dias do grande confronto brasileiro contra o Palmeiras, o atacante Pedro foi oficialmente cortado da partida após exames confirmarem uma lesão muscular de grau elevado.

    O diagnóstico, divulgado nesta terça-feira (19), frustra os planos da comissão técnica e representa uma perda significativa para o Rubro-Negro na luta pelo título continental.

    O jogador sentiu o problema durante o treinamento da última terça-feira (18), e a ressonância magnética realizada na manhã de hoje atestou uma lesão no músculo reto femural da coxa esquerda. Por se tratar de uma lesão de recuperação complexa e lenta, o departamento médico já trabalha com a certeza de que a contusão irá encerrar precocemente a temporada de 2025 do centroavante.

    Créditos: Pablo PORCIUNCULA / AFP

    O fim do sonho na Libertadores e Intercontinental

    A notícia é particularmente devastadora, pois anula qualquer possibilidade de Pedro participar da revanche contra o Palmeiras no próximo dia 29. A expectativa era alta para o desempenho do camisa 9 no jogo decisivo, visto que ele é uma das principais referências ofensivas do elenco.

    Além disso, a gravidade da lesão torna improvável que o atacante esteja disponível até mesmo para a disputa da Copa Intercontinental, marcada para 17 de dezembro, caso o Flamengo consiga levantar a taça da Libertadores. Assim, o foco da recuperação se volta agora para a pré-temporada de 2026.

    O drama da troca de lesões

    O que torna o caso ainda mais dramático é a ironia do timing. Pedro vinha de uma intensa recuperação de uma fratura no antebraço direito, sofrida ainda na primeira semifinal contra o Racing. Havia grande especulação de que ele teria condições de jogo para a final, utilizando uma proteção especial autorizada.

    A esperança foi reforçada justamente nesta terça-feira (19). O atacante realizou exames de acompanhamento na lesão do braço e recebeu notícias positivas, com a consolidação da fratura caminhando bem. Isso alimentava a expectativa de que ele poderia atuar, inclusive, no jogo contra o Atlético-MG pelo campeonato Brasileiro.

    No entanto, o revés na coxa esquerda anulou completamente o alívio sentido, transformando a expectativa de retorno em um desfalque garantido. O Flamengo agora precisa correr contra o tempo para reajustar seu planejamento tático, perdendo uma peça fundamental no ataque para a final mais importante do ano.

  • Palpites e Onde Assistir: Fluminense x Flamengo  

    Palpites e Onde Assistir: Fluminense x Flamengo  

    Análise do confronto:

    Fluminense e Flamengo se enfrentam nesta quarta-feira, pelo Campeonato Brasileiro. O jogo será às 21:30 hrs (horário de Brasília).

    Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:

    • Premiere

    O Fluminense está na 7ª posição do campeonato, somando 51 pontos, em busca de uma vaga para a Libertadores. Esse jogo é importante para ultrapassar o Bahia e permanecer entre os seis primeiros.

    Com o objetivo de consolidar a liderança do Campeonato Brasileiro, o Flamengo segue com 71 pontos, três a mais que o vice-líder Palmeiras. Além de ser um clássico, esse jogo é importante para o Flamengo na reta final do campeonato, não podendo vacilar se ainda quer permanecer na liderança.

    Prováveis escalações:

    Fluminense: Fábio; Samuel Xavier, Thiago Silva, Freytes e Renê; Martinelli, Hércules e Lucho Acosta; Serna, Canobbio e Everaldo.

    Flamengo: Rossi; Emerson Royal, João Victor, Léo Pereira e Ayrton Lucas; Erick Pulgar, Saúl (Jorginho), Everton Cebolinha; Luiz Araújo, Bruno Henrique e Samuel Lino (Carrascal).

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Vitória do Flamengo
    Explicação: O líder Flamengo vem mostrando uma ótima qualidade dentro de campo. Acreditamos que será um jogo difícil, por se tratar de um clássico, mas ainda assim o Flamengo mostra superioridade.

    Casa de ApostasODD
    Br4.Bet2.17
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    MultiBet2,17

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Mais de 1,5 gols
    Explicação: Os últimos jogos mostram uma alta probabilidade de saírem dois ou mais gols.

    Casa de ApostasODD
    Br4.Bet1.54
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    MultiBet1,54

  • Do Brasil ao mundo: os cantos de torcida mais marcantes da história

    Do Brasil ao mundo: os cantos de torcida mais marcantes da história

    Nas arquibancadas espalhadas pelo mundo, antes mesmo de o apito soar, o coro das torcidas transforma o estádio em um cenário vibrante e único, dando a impressão de que o time é empurrado pelas ondas sonoras que tomam o local.

    Marca registrada das equipes brasileiras, os cânticos que embalam os 90 minutos de jogo tornaram-se virais, atravessando décadas e sendo passados de geração em geração.

    O Camisa 12 vai te contar quais são os cânticos mais marcantes da história do futebol brasileiro.

    As arquibancadas formam um universo próprio, onde a paixão coletiva se transforma em melodia e cada canto carrega identidade, memória e história. Espalhadas pelo país e também pelo mundo quando os clubes disputam competições continentais e mundiais, elas guardam tradições tão fortes que muitos cânticos ultrapassaram fronteiras e resistiram ao tempo.

    E essas manifestações não se limitam ao amor pelos clubes. Muitas vezes, despertam o patriotismo, como nas Copas do Mundo, quando os torcedores entoam em uma só voz: “Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”.

    Os tradicionais times do futebol brasileiro possuem seus próprios hinos e cânticos, e alguns trechos se tornam verdadeiros símbolos para seus torcedores, como a euforia da multidão rubro-negra ao cantar “Uma vez Flamengo, sempre Flamengo”, ou a promessa de fidelidade imortalizada pela torcida gremista em “Até a Pé Nós Iremos”.

    Ao longo das décadas, torcidas no Brasil e no mundo criaram hinos que atravessam estádios, culturas e gerações, marcando o ritmo da partida e, muitas vezes, impulsionando seus times rumo à vitória.

    Cânticos brasileiros na Copa do Mundo

    Durante as Copas do Mundo, os torcedores brasileiros criam uma atmosfera única, marcada por cânticos que se tornam quase rituais nacionais.

    Em 2014, quando o Brasil sediou o Mundial, ganhou força a adaptação “Eu tô voltando pra casa”, que se espalhou pelas ruas, festas e transmissões, simbolizando o sonho de conquistar o hexa em solo brasileiro. Mas o final desta história é melhor esquecer, porque a única coisa que ficou por aqui foi a humilhação mesmo.

    O clima festivo característico do país muitas vezes adiciona sambas, marchinhas e funks adaptados, que surgem do nada nas arquibancadas, dando às Copas um toque de brasilidade que se destaca entre as torcidas de outros países.

    Até músicas de comerciais ganham destaque quando se trata de competição, como o som da propaganda do Itaú, que juntou Fernanda Takai e Paulo Miklos para cantar o inesquecível refrão:
    “Mostra tua força, Brasil, e amarra o amor na chuteira. Que a garra da torcida inteira vai junto com você, Brasil.”

    Algumas músicas que embalam os times brasileiros

    Internacional
    “Inter, estaremos contigo, tu és minha paixão. Não importa o que digam, sempre levarei comigo minha camisa vermelha e a cachaça na mão. O gigante me espera para começar a festa!”

    Sport
    “Cazá! Cazá! Cazá, cazá, cazá!
    A turma é mesmo boa, é mesmo da fuzarca!
    Sport! Sport! Sport!”

    Santa Cruz
    “Santa, meu eterno amor, nunca negarei que sou Tricolor. Sempre vou te amar, nunca vou te abandonar.

    Santa Cruz, minha paixão, cantarei por ti a nossa tradição. Sempre vou te amar, nunca vou te abandonar.”

    Corinthians
    “A semana inteira fiquei esperando pra te ver, Corinthians, pra te ver jogando. Quando a gente ama, não mede esforço pra te ver jogar, te ver jogar, te ver jogar.”

    Mais do que simples cantos, as músicas representam a paixão, a energia e a criatividade das torcidas brasileiras na hora de apoiar seus respectivos “amores verdadeiros”. Elas transformam cada estádio em um espetáculo de cores, sons e emoções, fazendo do futebol um verdadeiro fenômeno cultural no país.

  • Cauan Barros, escondeu a identidade indígena e quase desistiu da carreira aos 18 anos

    Cauan Barros, escondeu a identidade indígena e quase desistiu da carreira aos 18 anos

    Cauan Barros quase deixou o futebol, ainda jovem, por causa de uma lesão, mas retornou ao Vasco, amadureceu no clube e hoje é titular com Fernando Diniz.

    O trauma que quase encerrou a carreira do volante

    O volante Cauan Barros, hoje peça fundamental no meio de campo do Vasco sob o comando do técnico Fernando Diniz, esteve perto de abandonar a carreira aos 18 anos. Prestes a disputar sua primeira Copinha, o jogador sofreu uma lesão na lombar durante um treino e ouviu que poderia precisar de cirurgia. Abalado, pegou suas coisas e deixou o Rio de Janeiro rumo à Terra Indígena Pankararu, no sertão de Pernambuco, onde viveu a infância.

    Segundo o pai, Clécio, Barros sempre foi “muito afoito” e já havia cogitado desistir do futebol em outras frustrações. Durante um mês na aldeia, o atleta afirmou que largaria tudo < contrato, carreira, compromissos > até ser convencido a retornar ao Vasco para tratar a lesão. A recuperação ocorreu sem cirurgia, e a volta coincidiu com oportunidades no sub-20, onde se destacou e fez boa temporada.

    Da Copinha à disputa pela titularidade no profissional

    Em 2023, Cauan disputou sua primeira Copinha, marcou gol e ganhou suas primeiras chances no time principal. O jovem chegou a balançar as redes em um jogo contra o São Paulo, mas a troca de treinador o deixou no banco até o fim da temporada. Sem espaço, ele foi emprestado ao Amazonas e ao América-MG, período que, segundo seu empresário, foi decisivo para seu amadurecimento pessoal e profissional.

    Em agosto deste ano, retornou ao clube alvinegro e ganhou vaga entre os titulares de Diniz. Após grande atuação contra o Botafogo, pelas quartas da Copa do Brasil, o treinador afirmou que ele “tem um futuro brilhante”.

    O atleta do lado da sua família em Pernambuco. Foto: GE Globo/Arquivo Pessoal

    Origens reveladas somente após viralizar

    No início da trajetória no Vasco, o esportista escondia suas raízes indígenas por medo de chacotas entre os colegas. Foi uma publicação da Funai, após sua assinatura do primeiro contrato, que revelou sua origem ao clube. A partir daí, conversas com psicólogos e a equipe de apoio o ajudaram a valorizar sua identidade.

    A ascensão de Cauan é acompanhada com orgulho na aldeia onde nasceu, no interior de Pernambuco. A comunidade, distante das grandes cidades, é marcada pela simplicidade e celebra cada avanço do jogador, que cresceu em meio aos costumes tradicionais dos Pankararus.

    O acaso que o levou ao Vasco

    Barros teve uma passagem pelo Primavera-SP decisiva. Ele havia sido aprovado em um teste para jogar no Athletico-PR, mas o clube paulista ofereceu salário maior e emprego ao pai, mudando o rumo da família. Em 2019, em um treino avaliativo, um olheiro do Vasco estava no local para observar outro atleta > que se machucou e Cauan entrou apenas para completar o time e acabou chamando atenção ao marcar gols e dar assistências.

    O início no clube da gigante da colina foi marcado por desafios e dificuldade de adaptação. Por isso, os pais, Luciana e Clécio, se mudaram da aldeia para o Rio em 2021 para acompanhar o filho. O período longe da terra natal foi difícil, mas possibilitou que a família reconstruísse o lar: uma casa maior, com estrutura melhor, financiada pelo avanço da carreira do volante.

    Volta por cima e futuro no clube

    De volta ao Vasco após os empréstimos, Cauan vive seu melhor momento. Apesar das três derrotas recentes no Brasileirão, a equipe vinha de 11 jogos de invencibilidade com o volante como titular. O contrato vai até dezembro de 2027.

    Divulgação: Vasco

  • Antony confessa ter ponderado proposta do Bayern, mas optou por permanecer no Betis

    Antony confessa ter ponderado proposta do Bayern, mas optou por permanecer no Betis

    O atacante brasileiro, que reencontrou a felicidade na Espanha após uma passagem difícil por Manchester, revelou ter recusado o assédio do gigante alemão para priorizar o bem-estar familiar e a paz de espírito.

    Após um período turbulento na Inglaterra, Antony reencontrou a estabilidade e a alegria de jogar no Real Betis, na Espanha. Essa fase de recuperação foi tão importante que o atacante, ex-São Paulo, revelou ter «balançado muito» com uma proposta formal do Bayern de Munique, mas decidiu rejeitar a transferência.

    O próprio jogador admitiu que o contato de Vincent Kompany, técnico do clube bávaro, o fez pensar:

    «Querendo ou não, me balançou muito. Pela grandeza do clube, pela grandeza do treinador e pela forma que ele me abordou que ele conversou comigo», confessou.

    Créditos: Fran Santiago/Getty Images

    O peso da família e o reencontro com as origens

    Antony explicou que a decisão de não se mudar para Munique foi motivada pela busca por felicidade e bem-estar familiar, priorizando a estabilidade que encontrou em Sevilha.

    «Mas o que pesou bastante é a decisão em família também, cara. É olhar para os meus filhos. O Lorenzo ama esse lugar, ama essa cidade», disse o jogador, citando o filho. «Quando a gente estava de férias no Brasil, sem saber de nada, ele sempre falava: ‘Pai, quando a gente vai voltar para a Espanha?’»

    O atacante destacou que o retorno à Espanha lhe permitiu resgatar uma conexão com a sua essência, que ele denomina «Antony Favelado», no sentido de encontrar satisfação nas coisas simples, algo que havia perdido durante os momentos difíceis na Inglaterra.

    «Quando eu falo isso… eu quis dizer de encontrar comigo de novo, de me encontrar feliz, de ver a minha família ali sorrindo e eu estar conseguindo sorrir de novo, porque eu passei por alguns momentos difíceis que até um sorriso ali me custava muito», explicou, creditando ao Betis o carinho que o ajudou a se reerguer.

    Ele concluiu: «Na favela, por mais difíceis que fossem situações pelas quais estava passando, eu estava muito feliz. E eu consegui enxergar isso em mim de novo, às vezes um gesto simples, pequeno, que me fazia feliz. Então, quando eu uso essa palavra, é isso: é estar feliz em qualquer situação.»

  • Qual é a menor torcida do Brasil?

    Qual é a menor torcida do Brasil?

    Você já parou para pensar qual é o time com a menor torcida do Brasil? O Portal Camisa12 foi atrás dos números para descobrir quais clubes têm as bases de torcedores mais modestas – e quais histórias essas equipes menos populares guardam.

    Afinal, além dos gigantes do futebol nacional com milhões de torcedores, há clubes tradicionais em cidades pequenas que reúnem uma fanática legião local, mas ficam com fatias ínfimas quando o assunto é torcida no cenário nacional.

    Prepare-se para conhecer esses times que são menores em torcida, mas carregam muita história.

    Clubes pouco populares (mas cheios de tradição)

    No Brasil existem clubes que, embora tenham muita tradição local, convivem com torcidas relativamente pequenas.

    Confira alguns exemplos frequentemente citados em levantamentos sobre “menores torcidas do Brasil”.

    São Raimundo (Boa Vista-RR)

    Fundado em 1963 e octacampeão roraimense, é o maior campeão do estado. Mesmo assim, sua torcida fica restrita à pequena população de Roraima.

    Segundo a imprensa local, o São Raimundo-RR aparece como exemplo de clube que “não consegue atrair um grande número de torcedores em comparação a gigantes do futebol brasileiro”.

    Rio Branco (Rio Branco-AC)

    Tradicional centenário acreano (fundado em 1919), já campeão estadual várias vezes. O Rio Branco tem uma torcida apaixonada no Acre, mas o estado tem pouco mais de 0,9 milhão de habitantes, limitando o tamanho total da torcida.

    Assim como o São Raimundo, o Rio Branco-AC figura em listas de times com torcida pequena.

    Atlético Acreano (Rio Branco-AC)

    Rival local do Rio Branco, fundado em 1952, com 9 títulos estaduais no currículo. Apesar da história, o Atlético-AC briga pela atenção dos torcedores ao lado do Rio Branco na mesma cidade.

    O futebol do Acre certamente possui clubes de torcidas pequenas, por não ter grande projeção midiática fora do estado.

    Nacional (Manaus-AM)

    Clube de maior torcida no Amazonas e vice-campeão da Copa Verde, um dos gigantes do futebol amazonense. Mesmo ostentando 43 títulos estaduais e um histórico de sucesso no Norte, o Nacional-AM soma apenas frações de torcida no total nacional.

    Ele aparece listado entre equipes regionais com público relativamente baixo, justamente porque atua em região de pouca densidade populacional comparada ao Sul/Sudeste.

    Cada um desses clubes é grande em seu estado, mas tem “torcida pequena” quando o critério é o conjunto do país.

    Outros nomes regionais (como Rio Negro-AM, São Raimundo-AM, São Raimundo-RR, Palmas-TO etc.) também aparecem em debates sobre menor torcida, mas os exemplos acima são os mais frequentes segundo fontes especializadas.

    Por que essas torcidas são tão pequenas?

    Vários fatores ajudam a explicar por que certos clubes têm bases de torcedores tão reduzidas:

    Localização e população

    Clubes de estados pouco populosos (Roraima, Acre, Amapá, etc.) naturalmente não conseguem acumular milhares de vezes os números de torcedores que vemos em São Paulo ou no Rio.

    Em estados onde o futebol não é o principal entretenimento e com poucas cidades grandes, o alcance desses clubes fica limitado. Além disso, até em estados maiores, equipes de cidades menores brigam com os gigantes locais (ex.: Fortaleza x Ceará no Ceará) e acabam ficando no “carro de trás”.

    Histórico e prestígio esportivo

    Times com campeonatos e ídolos nacionais tendem a ter torcidas volumosas; por outro lado, clubes que não disputam Série A regularmente ou não têm passagens marcantes na mídia sofrem para atrair atenção.

    Segundo especialistas, clubes com dificuldades financeiras ou sem destaque em competições costumam ter torcidas menores. Em resumo: sem títulos expressivos ou ídolos que ultrapassem fronteiras, muitos desses clubes ficam conhecidos só na região.

    Falta de visibilidade

    A exposição na TV, nos jornais e nas redes sociais é determinante. Times na Série D ou estaduais raramente aparecem no noticiário nacional, o que reforça a anonimidade de suas torcidas.

    Pesquisa sobre o futebol aponta que clubes de divisões inferiores enfrentam “falta de visibilidade e dificuldade em competir” com as principais marcas do Brasil, resultando em bases de fãs menores.

    Concorrência local e culturais

    Mesmo no Norte/Nordeste, Flamengo, Corinthians e outros gigantes têm torcedores fiéis: por exemplo, uma pesquisa Datafolha recente mostra que no Norte e Centro-Oeste (unidos) o Flamengo tem 29% de preferência, Corinthians 11%, São Paulo 7% e Palmeiras 6%, enquanto o Remo (um dos principais ali) alcançou apenas 4%.

    Isso significa que muita gente da região torce pelos grandes cariocas e paulistas, deixando menos espaço para clubes locais.

    Veja aqui um conteúdo sobre a rivalidade entre as maiores torcidas do Brasil feito pelo nosso time de escritores!

    Crescimento dos “nenhum”

    Outra tendência das pesquisas atuais é o aumento da parcela de pessoas que dizem não torcer para nenhum time. De acordo com Datafolha, nas regiões Norte/Centro-Oeste até 28% não mencionaram nenhum clube (no Nordeste são 24%).

    Esse aumento de “não-torcedores” reflete um desinteresse geral e contribui para que até os clubes regionais mais tradicionais acabem tendo menos fãs em números absolutos.

    Em resumo, as pequenas torcidas são resultado de menos gente interessada (fator demográfico e cultural), menor exposição na mídia e histórico limitado de grandes conquistas.

    Isso não faz esses clubes menos importantes; pelo contrário, a paixão do torcedor local muitas vezes é enorme, mesmo que eles sejam uma gota no oceano comparado às gigantes.

    O que as pesquisas de menores torcidas apontam

    Mesmo pesquisas voltadas ao cenário nacional confirmam que clubes menores mal aparecem no mapa. Em estudos recentes, times de estados populosos dominam as primeiras posições, e nenhum clube do Norte/Nordeste sequer alcança 1%.

    Por exemplo:

    • Na pesquisa Ipsos/Ipec de 2025 (abrangendo todo o país), o Clube do Remo (PA) – um dos clubes com maior torcida na região Norte – marcou apenas 0,5% das menções. Isso mostra que, apesar do peso regional, um clube como o Remo praticamente não impacta a estatística nacional.
    • Datafolha (nov/2024) também destaca a força dos grandes e o espaço pequeno dos demais: nas regiões Norte/Centro-Oeste, 28% dos entrevistados não torcem para nenhum clube, o que é consequência direta da presença esmagadora de Flamengo/Corinthians no Norte (29% e 11%, respectivamente). No Nordeste, Flamengo com 25% e Bahia/Palmeiras com 6% dominam, enquanto 24% não torcem para nada.
    • Em levantamentos de sites esportivos, tais clubes locais figuram justamente como exemplos de “torcida pequena”. O Esporte Uai citou abertamente o São Raimundo-RR e o Rio Branco-AC como times que “não conseguem atrair um grande número de torcedores em comparação a gigantes”. Atlético Acreano e Nacional-AM também aparecem nesse contexto.

    Ou seja, as próprias pesquisas e artigos sobre torcida colocam esses clubes do Norte (RR, AC, AM) como exemplos óbvios de “menor torcida do Brasil”.

    Não é uma análise de azarão sem futebol: é o reflexo do tamanho do mercado local e do quanto cada time consegue (ou não) extrapolar seu Estado.

    Conclusão

    Não existe um clube oficialmente “sem torcida”, mas clubes do Norte do Brasil são os que acumulam as torcidas mais modestas em números absolutos.,

    Pesquisas confirmam que times como São Raimundo-RR, Rio Branco-AC e Atlético Acreano-AC têm bases de fãs reduzidas, e o próprio cenário nacional mostra que até o maior clube do Norte (Remo, PA) alcança apenas 0,5% de preferência.

    Apesar disso, cada um desses clubes tem uma história e paixão local invejáveis, o que faz sua “torcida pequena” ser mais do que apenas um número na estatística.

  • 34 das 48 seleções que disputarão a Copa do Mundo de 2026 já estão definidas

    34 das 48 seleções que disputarão a Copa do Mundo de 2026 já estão definidas

    As Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026 estão chegando ao fim, e a cada Data Fifa o número de seleções classificadas, que atualmente está em 34, aumenta. Na última segunda-feira (17), foi a vez da Alemanha e da Holanda confirmarem sua vaga após as goleadas contra Eslováquia e Lituânia, respectivamente.

    Seleção Alemã garantiu o primeiro lugar do grupo A após vencer por 6×0 a Eslováquia
    Foto: Ronny Hartmann

    Assim como na Europa, as qualificatórias da América do Norte e Central ainda não acabaram, restando apenas a última rodada, que definirá os três últimos classificados da confederação e as duas seleções que jogarão a repescagem mundial.

    América do Sul, África e Oceania já encerraram suas disputas por vagas, na Ásia ainda falta a partida entre Iraque e Emirados Árabes Unidos para definir qual seleção se juntará à Bolívia, RD Congo e Nova Caledônia, que disputarão duas vagas para a Copa na repescagem entre Janeiro e Março de 2026.

    Seleções já Classificadas para a Copa

    Já garantiram sua vaga:

    • México (CONCACAF)
    • Estados Unidos (CONCACAF)
    • Canadá (CONCACAF)
    • Argentina (CONMEBOL)
    • Brasil (CONMEBOL)
    • Equador (CONMEBOL)
    • Colômbia (CONMEBOL)
    • Uruguai (CONMEBOL)
    • Paraguai (CONMEBOL)
    • Croácia (UEFA)
    • França (UEFA)
    • Inglaterra (UEFA)
    • Noruega (UEFA)
    • Portugal (UEFA)
    • Alemanha (UEFA)
    • Holanda (UEFA)
    • Egito (CAF)
    • Senegal (CAF)
    • África do Sul (CAF)
    • Cabo Verde (CAF)
    • Marrocos (CAF)
    • Costa do Marfim (CAF)
    • Argélia (CAF)
    • Tunísia (CAF)
    • Gana (CAF)
    • Irã (AFC)
    • Uzbequistão (AFC)
    • Coreia do Sul (AFC)
    • Jordânia (AFC)
    • Japão (AFC)
    • Austrália (AFC)
    • Catar (AFC)
    • Arábia Saudita
    • Nova Zelândia (OFC)
    Haaland disputará sua primeira Copa do Mundo. Foto: Reprodução/Manchester City

    Seleções Estreantes

    A Copa do Mundo (2026) será a primeira da história com 48 seleções, a maior da história. Com esse aumento no número de vagas, já contamos com alguns países que disputarão o torneio pela primeira vez, como Cabo Verde, Jordânia e Uzbequistão. Além disso, alguns estão retornando para o torneio depois de anos, como Noruega, Paraguai e Nova Zelândia.