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  • Flamengo perto do hepta: clube pode levantar a taça mesmo sem vencer na próxima quarta-feira

    Flamengo perto do hepta: clube pode levantar a taça mesmo sem vencer na próxima quarta-feira

    Com cinco pontos de vantagem sobre o Palmeiras, o Flamengo entra na penúltima rodada podendo garantir o título do Brasileirão 2025 até com derrota diante do Ceará. O desfecho depende também dos resultados de Palmeiras e Cruzeiro, que seguem na disputa.

    Mesmo após o empate desta terça-feira (25) contra o Atlético-MG, o Flamengo segue muito perto de conquistar o título do Brasileirão 2025.

    A duas rodadas do fim, o Rubro-Negro lidera com 75 pontos e mantém cinco de vantagem sobre o vice-líder Palmeiras, que tem 70. O Cruzeiro, terceiro colocado, também segue vivo na disputa.

    Na próxima quarta-feira, o time carioca pode garantir a taça até em caso de derrota. O Flamengo enfrenta o Ceará, no Maracanã, enquanto o Palmeiras visita o Galo, na Arena MRV. Já o Cruzeiro encara o Ceará fora de casa e, depois, o Botafogo em Belo Horizonte.

    Cenários que podem garantir o título ao Flamengo na próxima rodada

    Se vencer o Ceará:

    – É campeão independentemente dos outros resultados.

    Se empatar:

    – Vitória do Palmeiras: título adiado para a última rodada.

    – Empate do Palmeiras: Flamengo campeão, a menos que o Cruzeiro vença seus dois últimos jogos. Se isso ocorrer, decisão fica para a última rodada.

    – Derrota do Palmeiras: Flamengo campeão, com a mesma condição envolvendo o Cruzeiro — se os mineiros ganharem suas duas partidas, a definição será adiada.

    Se perder:

    – Vitória do Palmeiras: decisão vai para a última rodada.

    – Empate do Palmeiras: Flamengo campeão, desde que o Cruzeiro não vença os dois jogos restantes. Caso vença, a disputa vai para a rodada final.

    – Derrota do Palmeiras: Flamengo campeão, com o mesmo cenário envolvendo o Cruzeiro.

    Bruno Henrique marca pelo Flamengo e garante empate na Arena MRV. Foto: Flamengo

  • Flamengo monitora Léo Ortiz, que pode virar baixa na final da Libertadores 2025

    Flamengo monitora Léo Ortiz, que pode virar baixa na final da Libertadores 2025

    A poucos dias da final da Libertadores 2025, o Flamengo vive apreensão com a situação de Léo Ortiz. O zagueiro segue em recuperação de um estiramento no ligamento do tornozelo.

    Por causa disso, ainda não conseguiu treinar com o grupo, o que coloca em risco sua presença na decisão diante do Palmeiras, no sábado (29/11), no Estádio Monumental de Lima, no Peru.

    O defensor está afastado desde o duelo contra o Racing, em 29 de outubro, quando entrou em campo com dores e recorreu a uma infiltração para atuar no jogo de volta semifinal. Desde então, realiza tratamento intensivo no CT Ninho do Urubu.

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    No vitória contra o Verdão pelo Brasileirão Série A, em 19 de outubro, uma dividida com Vitor Roque resultou na queda do atacante sobre o tornozelo de Léo Ortiz. O defensor saiu imobilizado e imediatamente passou por exames.

    Léo Ortiz pode ser desfalque do Flamengo contra o Palmeiras na finla da Libertadores da América
    Léo Ortiz celebra gol diante do Palmeiras na Série A 2025 – Foto: Reprodução/Instagram

    Léo Ortiz vai jogar ou não a final da Libertadores 2025 pelo Flamengo?

    A comissão técnica aguarda os próximos dias para avaliar se o defensor terá condições de jogar. Uma nova infiltração não está descartada, mas o clube pondera os impactos para 2026.

    Danilo ganha força para substituir Léo Ortiz:

    Caso o camisa 3 seja vetado, Danilo deve assumir a vaga ao lado de Léo Pereira. O jogador é considerado a solução mais segura para manter o equilíbrio defensivo do Flamengo na disputa.

  • Santos: Neymar sofre lesão no joelho esquerdo e deve encerrar a temporada 2025

    Santos: Neymar sofre lesão no joelho esquerdo e deve encerrar a temporada 2025

    A situação de Neymar voltou a preocupar o Santos. O atacante sofreu uma lesão no menisco do joelho esquerdo e , tem chances mínimas de retornar ao elenco ainda em 2025.

    O jogador já lidava com incômodos desde o jogo contra o Mirassol, que terminou 1 a 1, no dia 19 de novembro.

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    O problema se intensificou após a sequência de três jogos em oito dias, que incluiu um clássico com o Palmeiras, a partida contra o Flamengo e o empate diante do Leão do Interior.

    Últimos jogos do Santos na Série A 2025

    Em meio a uma disputa direta contra o rebaixamento, o Peixe agora terá de buscar alternativas para os últimos compromissos da temporada. A equipe enfrenta Sport, Juventude e Cruzeiro.

    • 28/11 – 21h30 – Santos x Sport
    • 03/12 – 19h30 – Juventude x Santos
    • 07/12 – 16h – Santos x Cruzeiro

    Dificuldades físicas para Neymar no Santos em 2025

    Desde sua cirurgia no joelho em 2023, Neymar enfrenta uma série de obstáculos para recuperar sua melhor forma. Nesta temporada, acumulou quatro lesões de diferentes.

    • Março: edema no músculo posterior da coxa esquerda, ficando fora da semifinal do Paulistão.
    • Abril: lesão no semimembranoso da coxa esquerda, após deixar o jogo contra o Atlético-MG aos prantos.
    • Setembro: lesão de grau 2 no reto femoral da coxa direita, o “motor do chute”.
    • Novembro: lesão no menisco do joelho esquerdo, a mais grave do ano.
    Neymar concentrado antes de jogo pelo Brasileirão Série A 2025
    Neymar antes de jogo pela Série A 2025 – Foto: Raul Bareta/Santos
  • Thiago Galhardo aciona justiça e pede rescisão de contrato com o Santa Cruz

    Thiago Galhardo aciona justiça e pede rescisão de contrato com o Santa Cruz

    O atacante, principal nome do acesso à Série C, exige o encerramento imediato do seu vínculo com o clube pernambucano e cobra mais de R$ 3 milhões devido a salários atrasados.

    A relação entre Thiago Galhardo e Santa Cruz chegou a um ponto final e agora será resolvida na esfera judicial. O atacante, de 36 anos, protocolou um pedido de rescisão indireta de contrato contra o clube na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD).

    A alegação principal do jogador é o atraso no pagamento de salários e direitos de imagem. O vínculo do atleta com o Tricolor do Arruda era válido até o final de dezembro de 2026.

    Cobrança milionária e ausência na pré-temporada

    A demanda de Thiago Galhardo é alta, ultrapassando a marca de R$ 3 milhões. O valor inclui a cobrança dos 12 meses restantes de contrato, somando salários em carteira, direitos de imagem, além de valores referentes a férias, 13º salário e honorários advocatícios. O salário mensal do atacante era de R$ 150 mil.

    O pedido de rescisão reforça a incerteza que pairava sobre o futuro do jogador, especialmente porque Galhardo não se reapresentou junto ao restante do elenco nesta terça-feira, marcando o início da pré-temporada de 2026.

    Contratado no início de 2025 com festa pela torcida no Aeroporto do Recife, Thiago Galhardo era a grande esperança para a reestruturação do clube. Dentro de campo, ele foi o líder técnico e artilheiro da equipe com sete gols em 24 jogos, sendo fundamental na campanha que garantiu o vice-campeonato da Série D e o acesso à Série C para 2026.

    O Santa Cruz, que deve se posicionar oficialmente em breve, perdendo assim o único jogador que tinha contrato garantido para o próximo ano e se vê forçado a lidar com uma disputa judicial de alto valor logo no início de seu planejamento para a próxima temporada.

  • O Brasil ainda precisa de Neymar?

    O Brasil ainda precisa de Neymar?

    A minha visão sobre Neymar é clara: ele é a última superestrela brasileira. E que o Vini Jr não me leve a mal porque é craque, decisivo, mas aquele samba, aquela forma de driblar e tratar a bola como ninguém… isso é coisa de predestinado. Neymar foi o último a nascer com esse dom. Teve talento do tamanho do mundo, mas também o azar de viver o auge na era dos dois maiores de sempre, Messi e Cristiano Ronaldo. E havia sempre algo que eles tinham e ele nunca conseguiu igualar: o querer absoluto. A verdade é que Neymar foi durante anos o terceiro melhor do mundo, tapado por duas estrelas irrepetíveis… e por uma escolha de carreira precipitada. Era o herdeiro natural da dez do Barcelona, a dez de Messi, mas não soube esperar e trocou tudo por um PSG que ainda não era a potência nem o projeto que prometia ser. Hoje vemos jogadores como Dembele a vencer uma Bola de Ouro e parece me até desonesto Neymar acabar sem nenhuma. Mas não é caso único, ainda dói pensar que Xavi e Iniesta nunca ganharam.

    ZURICH, SWITZERLAND – JANUARY 11: FIFA Ballon d’Or nominees Neymar Jr of Brazil and FC Barcelona (L), Lionel Messi of Argentina and FC Barcelona (C) and Cristiano Ronaldo of Portugal and Real Madrid (R) attend a press conference prior to the FIFA Ballon d’Or Gala 2015 at the Kongresshaus on January 11, 2016 in Zurich, Switzerland. (Photo by Philipp Schmidli/Getty Images)

    Desde a final da Champions perdida por milímetros frente ao Bayern até ao Mundial de 2018, onde ele estava a partir tudo antes da eliminação cruel frente à Croácia, Neymar foi sempre isto: talento gigante, destino ingrato. É o futebol.

    Mas agora a questão é outra: o Brasil ainda precisa de Neymar? E aqui a resposta é muito mais dura do que romântica: dificilmente. Neymar está numa fase claramente descendente. Aceitou isso quando assinou pelo Al Hilal, fez a sua fortuna e depois levou com uma lesão que o deixou um ano parado. Sejamos honestos: ele nunca mais voltou verdadeiramente. E já não vai voltar. No Santos, vemos apenas pequenos momentos de qualidade que aparecem e desaparecem rapidamente, deixando a sensação de que o físico já não acompanha ou que nunca recuperou totalmente.

    Mas o que mais incomodou no regresso ao Peixe foi outra coisa: a postura. Veio com o ego e a moral de quem parece estar acima do clube, e o Santos não é um clube qualquer. É histórico e vai ser sempre maior do que Neymar. A entrada no balneário com música alta, sem cumprimentar ninguém, o ambiente pesado, a aura de superestrela que já não corresponde ao rendimento… e depois a novela da camisola do Batman, que transformou um momento simples numa história internacional. Nada disso ajudou.

    Neymar, jogador do Santos, em campo contra o Mirassol  • Ricardo Moreira/Getty Images

    E na seleção? Ancelotti não vai apostar nele. E faz bem. Se o objetivo é ganhar a Copa, o Brasil precisa de competitividade, frescura física e compromisso. Coisas que Neymar já não consegue garantir. A aposentadoria? Não me surpreenderia. Aliás, de certa forma, já começou. O que vemos agora parece mais uma peladinha prolongada com amigos do que um atleta profissional a lutar pelo alto nível.

    E apesar de tudo, não desmereço nem por um segundo a carreira absurda que ele teve. Neymar fez o mundo balançar. Foi o último grande artista brasileiro. Se Ronaldinho nos fez apaixonar pelo desporto, Neymar manteve a paixão da minha geração viva. E isso ninguém lhe tira.

    Mas se há algo mais curioso do que o declínio de Neymar, é perceber que o samba brasileiro deixou de aparecer no palco onde sempre brilhou. É preciso olhar para isto com seriedade: algo está a ser feito de errado na formação e na criação de jogadores criativos no Brasil. Até porque o jogador que hoje carrega a magia da dez de Messi, e o tempero brasileiro que só Neymar tinha, não nasceu no Brasil.
    Nasceu em Espanha e chama se Lamine Yamal.

  • Mosaicos de torcidas: criatividade e paixão em cores e movimento

    Mosaicos de torcidas: criatividade e paixão em cores e movimento

    Ir ao estádio não é só assistir ao jogo: é viver um espetáculo que mistura paixão, cor, som e movimento. No Portal Camisa 12, gostamos de dizer que a arquibancada é o palco onde a imaginação do torcedor vira arte.

    As mosaicos de torcidas (grandes desenhos formados por placas, bandeiras e cartazes levantados em sincronia) são um exemplo perfeito desse espírito.

    Eles transformam a entrada dos times em cenas dignas de cinema, geram provocação saudável entre os rivais e, de quebra, ajudam a empurrar os jogadores rumo à vitória.

    Neste artigo, vamos mergulhar nas origens dessa cultura, apresentar os mosaicos que marcaram época e responder às perguntas mais comuns.

    Prepare‑se para arrepiar!

    O que são os mosaicos de torcidas?

    O termo mosaicos de torcidas descreve coreografias coletivas em que milhares de torcedores levantam cartolinas ou bandeiras para formar imagens ou frases nas arquibancadas.

    A tradição, que nasceu nos estádios do Leste Europeu e se popularizou com as “torcidas ultras”, chegou ao Brasil há pouco mais de uma década.

    Em clubes como Fortaleza, a moda ganhou contornos próprios: a “Equipe Mosaico” começou a montar desenhos em 2012, quando o time ainda estava na Série C; sem patrocínios, eles desenvolviam os projetos “no olho” e, com o tempo, passaram a usar maquetes e plantas da Arena Castelão para planejar efeitos tridimensionais.

    Hoje, os mosaicos são financiados por rifas e doações de torcedores, e a criatividade da arquibancada se tornou uma parte integrante do espetáculo.

    A ideia por trás de cada coreografia varia: às vezes é um recado para o próprio time (“Jogai Por Nós”), outras vezes é uma cutucada nos rivais. Mas o objetivo principal é sempre o mesmo: mostrar união, emocionar e ser o famoso 12º jogador

    O volante Matheus Jussa, do Fortaleza, diz que sente a torcida “jogando junto” quando vê a festa nas cadeiras.

    Outro ídolo, Tinga, lembra que as arquibancadas cheias aumentam não apenas o ânimo dos atletas, mas também as receitas do clube. Com tanta participação, não é exagero afirmar que o mosaico é tão importante quanto um gol.

    O maior mosaico do Brasil: tamanho ou criatividade?

    Quando se fala em maior mosaico do Brasil, a resposta depende do critério escolhido – número de peças ou impacto visual. Em outubro de 2025, torcedores do Flamengo organizaram uma coreografia gigantesca no Maracanã para o jogo contra o Racing pela Copa Libertadores.

    Foram 64 mil placas distribuídas nas arquibancadas, cobrindo praticamente todo o estádio; o ensaio durou dias, e os torcedores repetiram os movimentos para que a imagem ficasse perfeita. Vários portais chamaram a festa de “maior mosaico do novo Maracanã”, tamanha a magnitude.

    Outros grandes mosaicos do futebol brasileiro

    Mas há outra candidatura ao título. Em novembro de 2024, na final da Copa do Brasil entre Atlético‑MG e Flamengo, os alvinegros apresentaram um mosaico 3D que mostrava três galos – mascotes do clube – projetados no novo estádio Arena MRV.

    Thiago Scap, tatuador e líder do Coletivo 1908, afirmou que a obra “foi o maior já feito no Brasil”. O projeto não foi um simples desenho: o ilustrador Will Rios contou que havia várias versões do galo e que se buscou representar a diversidade das mascotes.

    Para dar conta da grandiosidade, os voluntários levaram três dias e três noites confeccionando bandeiras, bandeirinhas e testando o efeito 3D no estádio. Quem acompanhou a festa sabe que o resultado foi monumental.

    A verdade é que os dois espetáculos mostram caminhos diferentes: o Flamengo apostou em volume (64 mil placas), enquanto o Galo ousou com um bandeirão 3D que ocupava uma área menor, mas que parecia saltar das arquibancadas.

    Independentemente do recorde, ambos demonstram como as torcidas brasileiras se superam em logística e criatividade.

    Mosaicos de torcidas de futebol no Brasil: conheça alguns dos mais famosos

    Fomos atrás dos melhores mosaicos do Brasil. Veja essa lista aí embaixo e fique à vontade para concodar (ou nao).

    Fortaleza: pioneirismo e inovação

    Antes de Flamengo e Atlético‑MG disputarem o título de “maior mosaico”, a torcida do Fortaleza já chamava atenção pelo nível de detalhe.

    A partir de 2012, a Equipe Mosaico desenvolveu desenhos para motivar o time em jogos da Série C. Com o tempo, as coreografias evoluíram; hoje eles usam plantas da Arena Castelão, criam efeitos tridimensionais e não repetem os temas.

    Para o duelo das quartas de final da Copa Sul‑Americana de 2024 contra o Corinthians, o grupo planejou um mega mosaico com 3D cobrindo todos os setores. A mobilização financeira acontece com rifas e doações.

    O Galo e a arte dos três galos

    No empate da final da Copa do Brasil de 2024, o Atlético‑MG mostrou que inovação também passa por contar histórias. O Coletivo 1908 elaborou uma coreografia em que três galos – símbolos do clube – surgiam de um bandeirão 3D.

    Segundo o próprio Thiago Scap, o mosaico foi “o maior já feito no Brasil”. Will Rios, artista responsável pela ilustração, revelou que houve a preocupação de mostrar variedades de mascotes e que um dos galos veio semipronto, enquanto outro foi adaptado para o desenho final.

    O processo de produção levou várias madrugadas: dezenas de voluntários cortaram, pintaram e colaram as peças até que o bandeirão ficasse pronto. Na hora do jogo, o efeito tridimensional arrancou gritos da torcida e elogios dos adversários.

    Botafogo e os mosaicos em movimento

    O Botafogo entrou na onda dos mosaicos 3D e foi além: um dos grandes momentos de 2024 ocorreu na 30ª rodada do Brasileirão, contra o Criciúma. A torcida “Ninguém Ama como a Gente” preparou um mosaico em movimento formado por milhares de placas.

    Algumas peças permaneciam fixas, enquanto outras eram mexidas conforme instruções dos organizadores. O coletivo, criado em 2017, se inspira na história e nos ídolos do clube, mas também acolhe sugestões enviadas por torcedores pela internet.

    O processo de criação, segundo a designer Lara di Mello, envolve desenho, impressão e costura; eles chegam a testar o 3D no estádio antes da apresentação. A coreografia surpreendeu pela animação: na televisão, era possível ver as figuras mudando de posição conforme as placas eram levantadas.

    Fluminense, Internacional e o traço argentino

    A onda dos mosaicos se espalhou e até torcidas de Fluminense e Internacional seguiram a moda. Gonzalo Rodriguez, ilustrador argentino radicado em Porto Alegre, foi o artista por trás de algumas criações.

    No clássico Gre‑Nal, ele desenhou uma imagem 3D do ídolo Valdomiro para a torcida colorada. Rodriguez explica que recebe apenas o conceito: “Eles chegam com o conceito e eu crio. A do Valdomiro fiz o lettering e ficou legal”.

    O trabalho leva cerca de uma semana entre desenho, gráfica e costura. A presença de um artista estrangeiro mostra que a cultura dos mosaicos ultrapassou fronteiras e está aberta a diversas influências.

    Mosaico mais bonito do Brasil: o coração decide

    Se o tamanho gera debate, escolher o mosaico mais bonito do Brasil é ainda mais subjetivo.

    Torcedores corinthianos, por exemplo, não cansam de lembrar do mosaico 3D da final do Paulistão de 2015, quando o clube comemorava 105 anos.

    Na ocasião, a imagem de um torcedor erguendo a taça do Campeonato Paulista de 1977 tomou conta da Neo Química Arena, acompanhada de fumaça e faixas pretas e brancas.

    Muitos consideram essa obra uma obra‑prima: era a primeira vez que se via uma figura humana em 3D, e a mistura de tradição e modernidade emocionou até os adversários.

    A mesma arena, conhecida por sediar mais de 36 mosaicos até março de 2025, já recebeu outras obras memoráveis:

    • “HEXA” em 2015 – Um desenho que combinava o escudo do Corinthians com a palavra “Hexa”, comemorando o sexto título brasileiro.
    • Gavião 3D na final da Copa do Brasil de 2022 – Um bandeirão tridimensional com o símbolo da torcida Gaviões da Fiel, voltado para as câmeras.
    • Mosaico do 114º aniversário em 2024 – A frase “Corinthians, 114 anos” saltava das arquibancadas no setor Leste.
    • Trono do gavião – Em 2024, uma imagem mostrava o gavião sentado em um trono com duas taças do Mundial e a provocação “o seu maior sonho é o seu pior pesadelo”.
    • Consciência Negra – No mesmo ano, o clube homenageou três mulheres negras (Antonia, Elisa e Geni) com um mosaico 3D que trazia a palavra “luta”.
    • Final do Paulistão de 2025 – Um desenho que fundia o escudo do clube a um gavião, exibido por 15 minutos.
    • Brasileirão 2025 contra o São Paulo – O Mosqueteiro mascote segurava sete imagens históricas (como o 6 × 1 de 2015 e o Rio‑São Paulo de 2002) em uma provocação que chamava o Morumbi de “nosso salão de festas”.

    Considerações finais

    As mosaicos de torcidas são a prova de que o futebol vai muito além das quatro linhas. Elas misturam arte, paixão, história e rivalidade saudável, criando memórias que ficam para sempre na mente do torcedor.

    O Portal Camisa 12 acredita que o debate sobre qual é o maior mosaico do Brasil, o mosaico mais bonito do Brasil ou os melhores mosaicos do futebol é secundário quando comparado ao prazer de ver a arquibancada vibrar em uníssono.

    Em tempos em que o futebol é cada vez mais profissionalizado, esses gestos voluntários mostram que o jogo ainda pertence ao povo. Então, da próxima vez que estiver no estádio, olhe ao redor: cada placa levantada é uma peça de um mosaico que conta uma história de amor pelo seu time.

  • Torcida do Chelsea comemora ausência de Estêvão em jogo da Premier League e motivo surpreende

    Torcida do Chelsea comemora ausência de Estêvão em jogo da Premier League e motivo surpreende

    Neste último sábado (22/11), a torcida do Chelsea comemorou a ausência de Estêvão durante a vitória do clube por 2 a 0 sobre o Burnley, em jogo válido pela 12ª rodada da Premier League. Contudo, a motivação pela festa ocorreu não por más apresentações e sim por outro detalhe importante: a Champions League.

    Inicialmente, os Blues estavam com dificuldades no jogo, fazendo com que os torcedores se chateassem pelo fato do técnico Enzo Maresca não colocar o brasileiro em campo. O atacante chegou a conversar com o treinador para entrar, mas não foi sacado do banco.

    Mas no decorrer do jogo, Pedro Neto e Enzo Fernández conseguiu balançar as redes e ajudar o Chelsea à vencer, fazendo com que Maresca preservasse Estêvão para o confronto diante do Barcelona nesta terça-feira (25/11), às 17h (horário de Brasília), no Stamford Bridge, em Londres.

    Nas redes sociais, os torcedores do Chelsea celebraram o fato de terem o atacante brasileiro descansado para o jogo pela competição continental.

    Confira os twitters da torcida do Chelsea

  • Coritiba se torna o time com mais acessos para a Série A; confira o ranking completo

    Coritiba se torna o time com mais acessos para a Série A; confira o ranking completo

    A Série B do Campeonato Brasileiro 2025 foi finalizada e o Coritiba foi o grande campeão da temporada, tornando-se o maior vencedor da segunda divisão do futebol nacional e o clube com o maior número de acessos.

    O time paranaense conseguiu levantar sua terceira taça da Série B, já que havia vencido as edições de 2007 e 2010, obtendo pela sétima vez uma vaga na Série A. Este é o maior número de acesso desde 1988, quando o futebol brasileiro passou a ter acesso e rebaixamento entre as duas divisões.

    A Série B deste ano ainda foi palco do quarto acesso do Athletico-PR, o terceiro da Chapecoense e o segundo do Remo, este que precisou passar 33 anos, para repetir o feito de 1993.

    No ranking de acesso ainda aparece o Sport e América-MG ocupando a segunda posição, ambos com seis subidas para a Série A. Os times podem aumentar este número no próximo ano, já que tanto o Rubro-Negro pernambucano quanto o Coelho disputaram a segunda divisão mais uma vez em 2026.

    Ranking dos acessos para a Série A

    • Coritiba – 7 acessos (1992, 1995, 2007, 2010, 2019, 2021 e 2025)
    • Sport – 6 acessos (1990, 2006, 2011, 2013, 2019 e 2024)
    • América-MG – 6 acessos (1992, 1997, 2010, 2015, 2017 e 2020)
    • Avaí – 5 acessos (2008, 2014, 2016, 2018 e 2021)
    • Vitória – 5 acessos (1992, 2007, 2012, 2015 e 2023)
    • Goiás – 5 acessos (1994, 1999, 2012, 2018 e 2021)
    • Fortaleza – 5 acessos (1992, 2002, 2004, 2007 e 2018)
    • Vasco – 4 acessos (2009, 2014, 2016 e 2022)
    • Athletico-PR – 4 acessos (1990, 1995, 2012 e 2025)
    • Atlético-GO – 4 acessos (2009, 2016, 2019 e 2023)
    • Ceará – 4 acessos (1992, 2009, 2017 e 2024)
    • Santa Cruz – 4 acessos (1992, 1999, 2005 e 2015)
    • Criciúma – 4 acessos (1992, 2002, 2012 e 2023)
    • Botafogo – 3 acessos (2003, 2015 e 2021)
    • Grêmio – 3 acessos (1992, 2005 e 2022)
    • Juventude – 3 acessos (1994, 2020 e 2023)
    • Bahia – 3 acessos (2010, 2016 e 2022)
    • Chapecoense – 3 acessos (2013, 2020 e 2025)
    • Náutico – 3 acessos (1988, 2006 e 2011)
    • Ponte Preta – 3 acessos (1997, 2011 e 2014)
    • Paraná – 3 acessos (1992, 2000 e 2017)
    • Figueirense – 3 acessos (2001, 2010 e 2013)
    • Palmeiras – 2 acessos (2003 e 2013)
    • Bragantino – 2 acessos (1989 e 2019)
    • Guarani – 2 acessos (1991 e 2009)
    • Remo – 2 acessos (1992 e 2025)
    • União São João – 2 acessos (1992 e 1996)
    • América-RN – 2 acessos (1996 e 2006)
    • Paysandu – 2 acessos (1991 e 2001)
    • Santos – 1 acesso (2024)
    • Mirassol – 1 acesso (2024)
    • Portuguesa – 1 acesso (2011)
    • CSA – 1 acesso (2018)
    • Joinville – 1 acesso (2014)
    • Grêmio Barueri – 1 acesso (2008)
    • Ipatinga – 1 acesso (2007)
    • Santo André – 1 acesso (2008)
    • Cuiabá – 1 acesso (2020)
    • Cruzeiro – 1 acesso (2022)
    • Internacional – 1 acesso (2017)
    • Corinthians – 1 acesso (2008)
    • Atlético-MG – 1 acesso (2006)
    • Inter de Limeira – 1 acesso (1988)
    • São José-SP – 1 acesso (1989)
    • Desportiva-ES – 1 acesso (1992)
    • Gama – 1 acesso (1998)
    • Botafogo-SP – 1 acesso (1998)
    • São Caetano – 1 acesso (2000)
    • Brasiliense – 1 acesso (2004)
  • Champions League 2025/26: vaza imagens da bola da final em Budapeste; veja detalhes

    Champions League 2025/26: vaza imagens da bola da final em Budapeste; veja detalhes

    As informações são do site Footy Headlines

    A bola oficial da final da UEFA Champions League 2025/26 vazou e revela um dos visuais mais ousados da Adidas.

    Com estreia prevista para o mata-mata, o modelo traz um esquema de cores totalmente novo, inspirado na cidade de Budapeste, sede da decisão em 30 de maio, no Puskás Aréna.

    Imanges da Bola da final da Champions League 2025/26

    O design aposta em uma combinação chamativa de white, dark purple, solar yellow e shock pink, criando um contraste que não havia sido utilizado em nenhuma outra final da Champions.

    Leia também:

    As tradicionais estrelas da competição aparecem em branco, enquanto o interior exibe padrões marcados por traços roxos e rosas, envolvidos por detalhes e logotipos em amarelo.

    A estética geral busca refletir elementos culturais e visuais de Budapeste, reforçando a proposta recente da Adidas de conectar o design dos modelos ao ambiente urbano que recebe a decisão.

    Vaza imagens da bola da final da Champions League 2025/26 produzida pela Adidas
    Champions League 2025/26: Bolas da Adidas – Foto: Footy Headlines

    Bola da final da Champions League 2025/26 à venda:

    A Adidas UCL Final 25-26 deve chegar ao mercado em fevereiro de 2026, acompanhado de versões profissionais, réplica e mini.

    Final da Champions League 2025/26:

    • Competição: UEFA Champions League 2025/26.
    • Data: 30 de maio de 2026.
    • Hora: 16h (horário de Brasília).
    • Local: Puskás Aréna, Budapeste (Hungria).
    • Capacidade: 67.215 espectadores
  • A tapeçaria da paixão: A maior bandeira de torcida do Brasil

    A tapeçaria da paixão: A maior bandeira de torcida do Brasil

    No universo das torcidas organizadas brasileiras, a demonstração de força, paixão e lealdade é frequentemente medida pela grandiosidade e criatividade dos seus bandeirões. Estas peças de tecido gigantescas e com muito simbolismo não são apenas adereços – são verdadeiras obras de engenharia social e logística, representando o coração pulsante da torcida.

    Uma das maiores disputas dentro deste tema foi a corrida pelo título de «Maior Bandeirão do Brasil». Este desafio histórico tem sido disputado, principalmente, entre as gigantes de São Paulo e Minas Gerais, com registros de recordes que são frequentemente superados ou redefinidos.

    O Recorde Histórico: Gaviões da Fiel (Corinthians)

    Durante muitos anos, o recorde de maior bandeira de clube brasileira reconhecido oficialmente pertencia à torcida Gaviões da Fiel, do Corinthians.

    Créditos: RedBull BR / Unknown

    Com um total de 143 metros de comprimento e 35 metros de altura, a bandeira de apoio ao Timão pesava em aproximadamente duas toneladas! Este projeto, confeccionado em 1995, tinha capacidade de cobrir cerca de 16 mil pessoas nas arquibancadas do Pacaembu e o seu era reservado para a entrada do time e para momentos importantes do jogo.

    Segundo membros da própria torcida, mais do que apoio à própria equipa, a bandeira tinha o objetivo de «calar e intimidar a torcida e o clube visitante», atuando como um verdadeiro 12º jogador.

    Este bandeirão detinha o reconhecimento pelo RankBrasil (autoridade nacional de homologação de recordes no país) como a maior bandeira de time do Brasil por um longo período.

    O Novo Marco e a Disputa Mundial: A Mega-Bandeira do São Paulo

    Em um movimento recente que redefiniu os limites do gigantismo nos estádios, a torcida do São Paulo Futebol Clube exibiu um bandeirão com dimensões que superaram qualquer registro anterior, brasileiro ou até mesmo mundial.

    Créditos: Live MKT News

    Este feito aconteceu em Janeiro de 2025, durante um clássico contra o Corinthians, no Estádio do Morumbi.

    A Obra e as Suas Dimensões:

    Com cerca de 22 mil metros quadrados, a obra ostentava o tamanho equivalente a não um, nem dois, mas sim três campos de futebol juntos!

    Além disso, o bandeirão cobriu todo o anel superior do Morumbi, exibindo a mensagem «95 anos de vitórias», relembrando as conquistas do clube.

    Créditos: Live MKT News

    Como Foi Feita (A Logística Gigantesca):

    A realização desta exibição exigiu uma logística complexa e um esforço maciço:

    1. Material: Foram utilizados cerca de 13.500 metros de tecido.
    2. Mão de Obra: Foi necessário o trabalho de, pelo menos, 400 pessoas apenas para estender a bandeira no estádio.
    3. Patrocínio e Propósito: Esta peça grandiosa foi uma ação organizada em parceria com o patrocinador do clube (a Superbet), com o objetivo de gerar um momento histórico de celebração e reforçar a identidade do clube.
    4. Natureza Temporária: É importante notar que, devido às suas dimensões extremas, este bandeirão foi concebido para ser utilizado apenas uma vez e, posteriormente, ser reciclado, funcionando mais como um espetáculo de tifo do que um adereço recorrente da torcida organizada.

    Apesar da natureza de exibição única, o bandeirão de 22.000 m² do São Paulo estabeleceu um novo e impressionante marco de grandiosidade no futebol brasileiro. No entanto, na história das torcidas organizadas tradicionais, o bandeirão da Gaviões da Fiel permanece como um dos mais icónicos e de uso contínuo no cenário nacional, demonstrando que a paixão dos adeptos brasileiros não tem limites, nem mesmo de tamanho.

    FAQs sobre a Maior Bandeira de Torcida do Brasil

    Qual é a principal bandeira de torcida organizada que historicamente detinha o recorde no Brasil?

    Historicamente, o recorde de maior bandeira de time de uso contínuo no Brasil era reconhecido como sendo da torcida Gaviões da Fiel, do Corinthians.

    Quais eram as dimensões do bandeirão histórico da Gaviões da Fiel?

    O bandeirão da Gaviões da Fiel media 143 metros de comprimento por 35 metros de altura e pesava cerca de duas toneladas.

    Quando a bandeira da Gaviões da Fiel foi fabricada?

    A peça foi confeccionada em 1995, tornando-se um símbolo duradouro e icónico da claque.

    Qual clube exibiu o maior bandeirão em termos de metros quadrados no Brasil?

    O São Paulo Futebol Clube exibiu a peça de maior dimensão, com 22.000 metros quadrados (m²), em um clássico contra o Corinthians no Morumbi.

    Qual é a dimensão em comparação a um campo de futebol do bandeirão do São Paulo?

    Os 22.000 metros quadrados do bandeirão do São Paulo equivalem, aproximadamente, a três campos de futebol.

    Quantas pessoas foram necessárias para estender a mega-bandeira do São Paulo?

    Para a exibição da mega-bandeira de 22.000 m² no Morumbi, foram necessárias, pelo menos, 400 pessoas na logística de estender a peça.

    O bandeirão de 22.000 m² do São Paulo é usado continuamente pela claque?

    Não. Devido às suas dimensões extremas, a peça foi concebida como uma exibição única (tifo) e seria reciclada posteriormente, diferindo das bandeiras tradicionais de uso contínuo das claques organizadas.