Nas arquibancadas espalhadas pelo mundo, antes mesmo de o apito soar, o coro das torcidas transforma o estádio em um cenário vibrante e único, dando a impressão de que o time é empurrado pelas ondas sonoras que tomam o local.
Marca registrada das equipes brasileiras, os cânticos que embalam os 90 minutos de jogo tornaram-se virais, atravessando décadas e sendo passados de geração em geração.
O Camisa 12 vai te contar quais são os cânticos mais marcantes da história do futebol brasileiro.
As arquibancadas formam um universo próprio, onde a paixão coletiva se transforma em melodia e cada canto carrega identidade, memória e história. Espalhadas pelo país e também pelo mundo quando os clubes disputam competições continentais e mundiais, elas guardam tradições tão fortes que muitos cânticos ultrapassaram fronteiras e resistiram ao tempo.
E essas manifestações não se limitam ao amor pelos clubes. Muitas vezes, despertam o patriotismo, como nas Copas do Mundo, quando os torcedores entoam em uma só voz: “Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”.
Os tradicionais times do futebol brasileiro possuem seus próprios hinos e cânticos, e alguns trechos se tornam verdadeiros símbolos para seus torcedores, como a euforia da multidão rubro-negra ao cantar “Uma vez Flamengo, sempre Flamengo”, ou a promessa de fidelidade imortalizada pela torcida gremista em “Até a Pé Nós Iremos”.
Ao longo das décadas, torcidas no Brasil e no mundo criaram hinos que atravessam estádios, culturas e gerações, marcando o ritmo da partida e, muitas vezes, impulsionando seus times rumo à vitória.
Cânticos brasileiros na Copa do Mundo
Durante as Copas do Mundo, os torcedores brasileiros criam uma atmosfera única, marcada por cânticos que se tornam quase rituais nacionais.
Em 2014, quando o Brasil sediou o Mundial, ganhou força a adaptação “Eu tô voltando pra casa”, que se espalhou pelas ruas, festas e transmissões, simbolizando o sonho de conquistar o hexa em solo brasileiro. Mas o final desta história é melhor esquecer, porque a única coisa que ficou por aqui foi a humilhação mesmo.
O clima festivo característico do país muitas vezes adiciona sambas, marchinhas e funks adaptados, que surgem do nada nas arquibancadas, dando às Copas um toque de brasilidade que se destaca entre as torcidas de outros países.
Até músicas de comerciais ganham destaque quando se trata de competição, como o som da propaganda do Itaú, que juntou Fernanda Takai e Paulo Miklos para cantar o inesquecível refrão: “Mostra tua força, Brasil, e amarra o amor na chuteira. Que a garra da torcida inteira vai junto com você, Brasil.”
Algumas músicas que embalam os times brasileiros
Internacional “Inter, estaremos contigo, tu és minha paixão. Não importa o que digam, sempre levarei comigo minha camisa vermelha e a cachaça na mão. O gigante me espera para começar a festa!”
Sport “Cazá! Cazá! Cazá, cazá, cazá! A turma é mesmo boa, é mesmo da fuzarca! Sport! Sport! Sport!”
Santa Cruz “Santa, meu eterno amor, nunca negarei que sou Tricolor. Sempre vou te amar, nunca vou te abandonar.
Santa Cruz, minha paixão, cantarei por ti a nossa tradição. Sempre vou te amar, nunca vou te abandonar.”
Corinthians “A semana inteira fiquei esperando pra te ver, Corinthians, pra te ver jogando. Quando a gente ama, não mede esforço pra te ver jogar, te ver jogar, te ver jogar.”
Mais do que simples cantos, as músicas representam a paixão, a energia e a criatividade das torcidas brasileiras na hora de apoiar seus respectivos “amores verdadeiros”. Elas transformam cada estádio em um espetáculo de cores, sons e emoções, fazendo do futebol um verdadeiro fenômeno cultural no país.
Cauan Barros quase deixou o futebol, ainda jovem, por causa de uma lesão, mas retornou ao Vasco, amadureceu no clube e hoje é titular com Fernando Diniz.
O trauma que quase encerrou a carreira do volante
O volante Cauan Barros, hoje peça fundamental no meio de campo do Vasco sob o comando do técnico Fernando Diniz, esteve perto de abandonar a carreira aos 18 anos. Prestes a disputar sua primeira Copinha, o jogador sofreu uma lesão na lombar durante um treino e ouviu que poderia precisar de cirurgia. Abalado, pegou suas coisas e deixou o Rio de Janeiro rumo à Terra Indígena Pankararu, no sertão de Pernambuco, onde viveu a infância.
Segundo o pai, Clécio, Barros sempre foi “muito afoito” e já havia cogitado desistir do futebol em outras frustrações. Durante um mês na aldeia, o atleta afirmou que largaria tudo < contrato, carreira, compromissos > até ser convencido a retornar ao Vasco para tratar a lesão. A recuperação ocorreu sem cirurgia, e a volta coincidiu com oportunidades no sub-20, onde se destacou e fez boa temporada.
Da Copinha à disputa pela titularidade no profissional
Em 2023, Cauan disputou sua primeira Copinha, marcou gol e ganhou suas primeiras chances no time principal. O jovem chegou a balançar as redes em um jogo contra o São Paulo, mas a troca de treinador o deixou no banco até o fim da temporada. Sem espaço, ele foi emprestado ao Amazonas e ao América-MG, período que, segundo seu empresário, foi decisivo para seu amadurecimento pessoal e profissional.
Em agosto deste ano, retornou ao clube alvinegro e ganhou vaga entre os titulares de Diniz. Após grande atuação contra o Botafogo, pelas quartas da Copa do Brasil, o treinador afirmou que ele “tem um futuro brilhante”.
O atleta do lado da sua família em Pernambuco. Foto: GE Globo/Arquivo Pessoal
Origens reveladas somente após viralizar
No início da trajetória no Vasco, o esportista escondia suas raízes indígenas por medo de chacotas entre os colegas. Foi uma publicação da Funai, após sua assinatura do primeiro contrato, que revelou sua origem ao clube. A partir daí, conversas com psicólogos e a equipe de apoio o ajudaram a valorizar sua identidade.
A ascensão de Cauan é acompanhada com orgulho na aldeia onde nasceu, no interior de Pernambuco. A comunidade, distante das grandes cidades, é marcada pela simplicidade e celebra cada avanço do jogador, que cresceu em meio aos costumes tradicionais dos Pankararus.
O acaso que o levou ao Vasco
Barros teve uma passagem pelo Primavera-SP decisiva. Ele havia sido aprovado em um teste para jogar no Athletico-PR, mas o clube paulista ofereceu salário maior e emprego ao pai, mudando o rumo da família. Em 2019, em um treino avaliativo, um olheiro do Vasco estava no local para observar outro atleta > que se machucou e Cauan entrou apenas para completar o time e acabou chamando atenção ao marcar gols e dar assistências.
O início no clube da gigante da colina foi marcado por desafios e dificuldade de adaptação. Por isso, os pais, Luciana e Clécio, se mudaram da aldeia para o Rio em 2021 para acompanhar o filho. O período longe da terra natal foi difícil, mas possibilitou que a família reconstruísse o lar: uma casa maior, com estrutura melhor, financiada pelo avanço da carreira do volante.
Volta por cima e futuro no clube
De volta ao Vasco após os empréstimos, Cauan vive seu melhor momento. Apesar das três derrotas recentes no Brasileirão, a equipe vinha de 11 jogos de invencibilidade com o volante como titular. O contrato vai até dezembro de 2027.
O atacante brasileiro, que reencontrou a felicidade na Espanha após uma passagem difícil por Manchester, revelou ter recusado o assédio do gigante alemão para priorizar o bem-estar familiar e a paz de espírito.
Após um período turbulento na Inglaterra, Antony reencontrou a estabilidade e a alegria de jogar no Real Betis, na Espanha. Essa fase de recuperação foi tão importante que o atacante, ex-São Paulo, revelou ter «balançado muito» com uma proposta formal do Bayern de Munique, mas decidiu rejeitar a transferência.
O próprio jogador admitiu que o contato de Vincent Kompany, técnico do clube bávaro, o fez pensar:
«Querendo ou não, me balançou muito. Pela grandeza do clube, pela grandeza do treinador e pela forma que ele me abordou que ele conversou comigo», confessou.
Créditos: Fran Santiago/Getty Images
O peso da família e o reencontro com as origens
Antony explicou que a decisão de não se mudar para Munique foi motivada pela busca por felicidade e bem-estar familiar, priorizando a estabilidade que encontrou em Sevilha.
«Mas o que pesou bastante é a decisão em família também, cara. É olhar para os meus filhos. O Lorenzo ama esse lugar, ama essa cidade», disse o jogador, citando o filho. «Quando a gente estava de férias no Brasil, sem saber de nada, ele sempre falava: ‘Pai, quando a gente vai voltar para a Espanha?’»
O atacante destacou que o retorno à Espanha lhe permitiu resgatar uma conexão com a sua essência, que ele denomina «Antony Favelado», no sentido de encontrar satisfação nas coisas simples, algo que havia perdido durante os momentos difíceis na Inglaterra.
«Quando eu falo isso… eu quis dizer de encontrar comigo de novo, de me encontrar feliz, de ver a minha família ali sorrindo e eu estar conseguindo sorrir de novo, porque eu passei por alguns momentos difíceis que até um sorriso ali me custava muito», explicou, creditando ao Betis o carinho que o ajudou a se reerguer.
Ele concluiu: «Na favela, por mais difíceis que fossem situações pelas quais estava passando, eu estava muito feliz. E eu consegui enxergar isso em mim de novo, às vezes um gesto simples, pequeno, que me fazia feliz. Então, quando eu uso essa palavra, é isso: é estar feliz em qualquer situação.»
Você já parou para pensar qual é o time com a menor torcida do Brasil? O Portal Camisa12 foi atrás dos números para descobrir quais clubes têm as bases de torcedores mais modestas – e quais histórias essas equipes menos populares guardam.
Afinal, além dos gigantes do futebol nacional com milhões de torcedores, há clubes tradicionais em cidades pequenas que reúnem uma fanática legião local, mas ficam com fatias ínfimas quando o assunto é torcida no cenário nacional.
Prepare-se para conhecer esses times que são menores em torcida, mas carregam muita história.
Clubes pouco populares (mas cheios de tradição)
No Brasil existem clubes que, embora tenham muita tradição local, convivem com torcidas relativamente pequenas.
Confira alguns exemplos frequentemente citados em levantamentos sobre “menores torcidas do Brasil”.
São Raimundo (Boa Vista-RR)
Fundado em 1963 e octacampeão roraimense, é o maior campeão do estado. Mesmo assim, sua torcida fica restrita à pequena população de Roraima.
Segundo a imprensa local, o São Raimundo-RR aparece como exemplo de clube que “não consegue atrair um grande número de torcedores em comparação a gigantes do futebol brasileiro”.
Rio Branco (Rio Branco-AC)
Tradicional centenário acreano (fundado em 1919), já campeão estadual várias vezes. O Rio Branco tem uma torcida apaixonada no Acre, mas o estado tem pouco mais de 0,9 milhão de habitantes, limitando o tamanho total da torcida.
Assim como o São Raimundo, o Rio Branco-AC figura em listas de times com torcida pequena.
Atlético Acreano (Rio Branco-AC)
Rival local do Rio Branco, fundado em 1952, com 9 títulos estaduais no currículo. Apesar da história, o Atlético-AC briga pela atenção dos torcedores ao lado do Rio Branco na mesma cidade.
O futebol do Acre certamente possui clubes de torcidas pequenas, por não ter grande projeção midiática fora do estado.
Nacional (Manaus-AM)
Clube de maior torcida no Amazonas e vice-campeão da Copa Verde, um dos gigantes do futebol amazonense. Mesmo ostentando 43 títulos estaduais e um histórico de sucesso no Norte, o Nacional-AM soma apenas frações de torcida no total nacional.
Ele aparece listado entre equipes regionais com público relativamente baixo, justamente porque atua em região de pouca densidade populacional comparada ao Sul/Sudeste.
Cada um desses clubes é grande em seu estado, mas tem “torcida pequena” quando o critério é o conjunto do país.
Outros nomes regionais (como Rio Negro-AM, São Raimundo-AM, São Raimundo-RR, Palmas-TO etc.) também aparecem em debates sobre menor torcida, mas os exemplos acima são os mais frequentes segundo fontes especializadas.
Por que essas torcidas são tão pequenas?
Vários fatores ajudam a explicar por que certos clubes têm bases de torcedores tão reduzidas:
Localização e população
Clubes de estados pouco populosos (Roraima, Acre, Amapá, etc.) naturalmente não conseguem acumular milhares de vezes os números de torcedores que vemos em São Paulo ou no Rio.
Em estados onde o futebol não é o principal entretenimento e com poucas cidades grandes, o alcance desses clubes fica limitado. Além disso, até em estados maiores, equipes de cidades menores brigam com os gigantes locais (ex.: Fortaleza x Ceará no Ceará) e acabam ficando no “carro de trás”.
Histórico e prestígio esportivo
Times com campeonatos e ídolos nacionais tendem a ter torcidas volumosas; por outro lado, clubes que não disputam Série A regularmente ou não têm passagens marcantes na mídia sofrem para atrair atenção.
Segundo especialistas, clubes com dificuldades financeiras ou sem destaque em competições costumam ter torcidas menores. Em resumo: sem títulos expressivos ou ídolos que ultrapassem fronteiras, muitos desses clubes ficam conhecidos só na região.
Falta de visibilidade
A exposição na TV, nos jornais e nas redes sociais é determinante. Times na Série D ou estaduais raramente aparecem no noticiário nacional, o que reforça a anonimidade de suas torcidas.
Pesquisa sobre o futebol aponta que clubes de divisões inferiores enfrentam “falta de visibilidade e dificuldade em competir” com as principais marcas do Brasil, resultando em bases de fãs menores.
Concorrência local e culturais
Mesmo no Norte/Nordeste, Flamengo, Corinthians e outros gigantes têm torcedores fiéis: por exemplo, uma pesquisa Datafolha recente mostra que no Norte e Centro-Oeste (unidos) o Flamengo tem 29% de preferência, Corinthians 11%, São Paulo 7% e Palmeiras 6%, enquanto o Remo (um dos principais ali) alcançou apenas 4%.
Isso significa que muita gente da região torce pelos grandes cariocas e paulistas, deixando menos espaço para clubes locais.
Outra tendência das pesquisas atuais é o aumento da parcela de pessoas que dizem não torcer para nenhum time. De acordo com Datafolha, nas regiões Norte/Centro-Oeste até 28% não mencionaram nenhum clube (no Nordeste são 24%).
Esse aumento de “não-torcedores” reflete um desinteresse geral e contribui para que até os clubes regionais mais tradicionais acabem tendo menos fãs em números absolutos.
Em resumo, as pequenas torcidas são resultado de menos gente interessada (fator demográfico e cultural), menor exposição na mídia e histórico limitado de grandes conquistas.
Isso não faz esses clubes menos importantes; pelo contrário, a paixão do torcedor local muitas vezes é enorme, mesmo que eles sejam uma gota no oceano comparado às gigantes.
O que as pesquisas de menores torcidas apontam
Mesmo pesquisas voltadas ao cenário nacional confirmam que clubes menores mal aparecem no mapa. Em estudos recentes, times de estados populosos dominam as primeiras posições, e nenhum clube do Norte/Nordeste sequer alcança 1%.
Por exemplo:
Na pesquisa Ipsos/Ipec de 2025 (abrangendo todo o país), o Clube do Remo (PA) – um dos clubes com maior torcida na região Norte – marcou apenas 0,5% das menções. Isso mostra que, apesar do peso regional, um clube como o Remo praticamente não impacta a estatística nacional.
Datafolha (nov/2024) também destaca a força dos grandes e o espaço pequeno dos demais: nas regiões Norte/Centro-Oeste, 28% dos entrevistados não torcem para nenhum clube, o que é consequência direta da presença esmagadora de Flamengo/Corinthians no Norte (29% e 11%, respectivamente). No Nordeste, Flamengo com 25% e Bahia/Palmeiras com 6% dominam, enquanto 24% não torcem para nada.
Em levantamentos de sites esportivos, tais clubes locais figuram justamente como exemplos de “torcida pequena”. O Esporte Uai citou abertamente o São Raimundo-RR e o Rio Branco-AC como times que “não conseguem atrair um grande número de torcedores em comparação a gigantes”. Atlético Acreano e Nacional-AM também aparecem nesse contexto.
Ou seja, as próprias pesquisas e artigos sobre torcida colocam esses clubes do Norte (RR, AC, AM) como exemplos óbvios de “menor torcida do Brasil”.
Não é uma análise de azarão sem futebol: é o reflexo do tamanho do mercado local e do quanto cada time consegue (ou não) extrapolar seu Estado.
Conclusão
Não existe um clube oficialmente “sem torcida”, mas clubes do Norte do Brasil são os que acumulam as torcidas mais modestas em números absolutos.,
Pesquisas confirmam que times como São Raimundo-RR, Rio Branco-AC e Atlético Acreano-AC têm bases de fãs reduzidas, e o próprio cenário nacional mostra que até o maior clube do Norte (Remo, PA) alcança apenas 0,5% de preferência.
Apesar disso, cada um desses clubes tem uma história e paixão local invejáveis, o que faz sua “torcida pequena” ser mais do que apenas um número na estatística.
As Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026 estão chegando ao fim, e a cada Data Fifa o número de seleções classificadas, que atualmente está em 34, aumenta. Na última segunda-feira (17), foi a vez da Alemanha e da Holanda confirmarem sua vaga após as goleadas contra Eslováquia e Lituânia, respectivamente.
Seleção Alemã garantiu o primeiro lugar do grupo A após vencer por 6×0 a Eslováquia Foto: Ronny Hartmann
Assim como na Europa, as qualificatórias da América do Norte e Central ainda não acabaram, restando apenas a última rodada, que definirá os três últimos classificados da confederação e as duas seleções que jogarão a repescagem mundial.
América do Sul, África e Oceania já encerraram suas disputas por vagas, na Ásia ainda falta a partida entre Iraque e Emirados Árabes Unidos para definir qual seleção se juntará à Bolívia, RD Congo e Nova Caledônia, que disputarão duas vagas para a Copa na repescagem entre Janeiro e Março de 2026.
Seleções já Classificadas para a Copa
Já garantiram sua vaga:
México (CONCACAF)
Estados Unidos (CONCACAF)
Canadá (CONCACAF)
Argentina (CONMEBOL)
Brasil (CONMEBOL)
Equador (CONMEBOL)
Colômbia (CONMEBOL)
Uruguai (CONMEBOL)
Paraguai (CONMEBOL)
Croácia (UEFA)
França (UEFA)
Inglaterra (UEFA)
Noruega (UEFA)
Portugal (UEFA)
Alemanha (UEFA)
Holanda (UEFA)
Egito (CAF)
Senegal (CAF)
África do Sul (CAF)
Cabo Verde (CAF)
Marrocos (CAF)
Costa do Marfim (CAF)
Argélia (CAF)
Tunísia (CAF)
Gana (CAF)
Irã (AFC)
Uzbequistão (AFC)
Coreia do Sul (AFC)
Jordânia (AFC)
Japão (AFC)
Austrália (AFC)
Catar (AFC)
Arábia Saudita
Nova Zelândia (OFC)
Haaland disputará sua primeira Copa do Mundo. Foto: Reprodução/Manchester City
Seleções Estreantes
A Copa do Mundo (2026) será a primeira da história com 48 seleções, a maior da história. Com esse aumento no número de vagas, já contamos com alguns países que disputarão o torneio pela primeira vez, como Cabo Verde, Jordânia e Uzbequistão. Além disso, alguns estão retornando para o torneio depois de anos, como Noruega, Paraguai e Nova Zelândia.
O atacante Rayan, de apenas 19 anos, voltou a chamar atenção internacional e recebeu uma proposta oficial do Barcelona nos últimos dias. Monitorado pelo clube catalão desde as categorias de base, o jovem do Vasco se tornou prioridade na próxima janela.
Apesar de o valor ofertado não ter sido revelado, a quantia é inferior à multa de 40 milhões de euros, mas ainda assim considerada muito boa tanto pelo clube quanto pelo jogador.
Rayan em jogo do Vasco pela temporada 2025 – Foto: Dikran Sahagian/Vasco
Por que Rayan agrada ao Barcelona?
O Barça acompanha há anos o desenvolvimento do atacante e entende que ele reúne características ideais para a Europa: explosão, potência, finalização e atuar pelos lados ou centro.
Proposta com condição especial ao Vasco:
Contratar Rayan e deixá-lo no Vasco até o meio de 2026.
A ideia é evitar um cenário parecido com o de Vitor Roque, que chegou no inverno europeu e teve dificuldade de adaptação. A permanência temporária agrada ao time carioca.
Porto e Shakhtar sondaram Rayan
Antes do Barcelona, Porto e Shakhtar Donetsk fizeram consultas e apresentaram propostas. No entanto, o desejo dele sempre foi atuar por um grande clube de uma liga de elite, o que colocou o Barça em vantagem imediata nas conversas.
O atacante Wesley, revelado pelo Corinthians e contratado pelo Al Nassr por US$ 20 milhões (R$ 110 milhões), deve deixar o clube saudita na próxima janela de transferências.
Segundo apuração da ESPN, o técnico Jorge Jesus deu o aval para que o jogador brasileiro seja negociado.
No radar de equipes europeias, o atacante deve priorizar o futebol do Velho Continente para seguir sua evolução.
Números de Wesley no Al Nassr
O atacante soma nove jogos, com dois gols e uma assistência nesta temporada. Apesar de boas atuações pontuais, não se firmou como titular e disputa espaço em um elenco estrelado.
O meia Oscar, de 33 anos, recebeu alta no último domingo (16/11) após passar cinco dias internado no Hospital Albert Einstein. Ele havia desmaiado durante exames de rotina no CT da Barra Funda.
O episódio foi classificado pelos médicos do São Paulo como uma síncope vasovagal — perda temporária de consciência causada pela queda súbita na pressão arterial e nos batimentos cardíacos.
Oscar em apresentação do São Paulo – Foto: Reprodução/Instagram
Segundo a apuração da ESPN, o caso foi forte e impressionou funcionários e atletas, o meia teria ficado aproximadamente 50 segundos sem pulso até ser reanimado. O clube não detalhou o procedimento, mas confirmou que o atleta passa bem.
São Paulo não estipula prazo e deixa decisão de aposentadoria com o jogador
Ainda segundo a ESPN, o São Paulo não colocou data para o retorno do meia. A reapresentação fica inteiramente sob critério de Oscar, que terá o tempo que julgar necessário.
Contrato de Oscar no São Paulo segue intacto
A diretoria, presidida por Julio Casares, não cogita romper, congelar ou alterar qualquer cláusula do contrato, válido até dezembro de 2027. Internamente, o Tricolor considera que interromper o vínculo seria desrespeitoso com o atleta.
A possibilidade de encerrar a carreira é tratada com cautela. Pessoas próximas afirmam que o foco do meia hoje é apenas a saúde, sem pressa para avaliar um possível adeus aos gramados.
Contratado no início da temporada, Oscar disputou 21 partidas, somando 2 gols e 5 assistências. O meia vinha ganhando ritmo e sequência antes do susto durante os exames realizados.
A final da Conmebol Libertadores deste ano novamente será brasileira e com isto, o Brasil poderá voltar a ter nove equipes na fase de grupos da principal competição continental da América do Sul em 2026. Como Palmeiras e Flamengo irão decidir o título do torneio, uma das equipes que ocupam atualmente as primeiras posições da tabela do Brasileirão, já garantiram sua vaga de forma antecipada.
Com Palmeiras e Flamengo ocupando a primeira e segunda posição da tabela do campeonato nacional respectivamente, o grupo que garante vagas para a Libertadores agora tornou-se um G-7. Atualmente, o Botafogo é quem ocupa a última posição para classificar-se para o torneio continental.
O Brasil tem sido representado por sete equipes na Libertadores desde 2017, sendo seis vagas pelo Brasileirão e uma destinada ao vencedor da Copa do Brasil.
Desta maneira, caso o Atlético-MG consiga derrotar o Lanús na final da Copa Sul-Americana 2025, o Brasil voltará a ter nove times representantes na disputa da Liberta no próximo ano. A decisão entre Galo e o time argentino acontecerá no dia 22 de novembro, em Assunção, uma semana antes da final entre Palmeiras e Flamengo.
A única vez em que o país teve nove clubes participando da Libertadores foi na edição de 2022. Confira abaixo como foi distribuída as vagas;
Palmeiras (campeão da Libertadores 2021)
Athletico-PR (campeão da Sul-Americana 2021)
Atlético-MG (campeão do Brasileirão e Copa do Brasil 2021)
Adaptando-se ao novo calendário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que decidiu reduzir os campeonatos estaduais em 2026, o Paulistão adotou um modelo de disputa semelhante ao da Champions League, mas manteve os clássicos na próxima edição.
Durante o evento realizado na última terça-feira (11/11), na Mercado Livre Arena Pacaembu, a entidade sorteou os embates da primeira fase e comunicou que implementará a tecnologia de impedimento semiautomático a partir das quartas de final da competição.
Inicialmente, o campeonato terá 11 datas de disputas. Os clubes da elite do Paulistão se enfrentarão com as equipes do próprio pote, além de mais cinco rodadas com adversários do outro recipiente, totalizando oito partidas na primeira fase.
Porém, a entidade já confirmou que pretende buscar uma nova data para realizar a grande final em duas partidas.
“Fizemos o campeonato dentro do que poderíamos decidir, com 11 datas. Vamos, sim, com diálogo, com presença na CBF, tentar conseguir a segunda final, que é muito importante para o campeonato, para patrocinadores, vamos trabalhar. O que decidimos hoje é o que podemos executar. É um consenso de todos os clubes e da federação, pois 12 datas valoriza a competição”, explicou o presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro Bastos.
Divisão
O pote A, foi formado por Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo, enfrentando dois times do B (São Bernardo, Novorizontino, Bragantino e Mirassol), dois times do C (Guarani, Ponte Preta, Portuguesa e Velo Clube), uma do D (Primavera e Capivariano), e as duas piores campanhas da temporada passada que ficaram na elite do estadual (Botafogo-SP e Noroeste).
As oito melhores equipes se classificarão para o mata-mata, que ainda terá as eliminatórias disputada em partidas únicas. Os dois piores time caem para a Série A-2.
Existe a possibilidade da decisão ser disputada em dois jogos, incluindo um 12º jogo no estadual.
Veja os adversários dos 4 grandes na primeira fase
Santos: Palmeiras, São Paulo, Corinthians, Bragantino, Novorizontino, Velo Clube, Guarani e Noroeste
Palmeiras: Santos, São Paulo, Corinthians, Novorizontino, Mirassol, Guarani, Portuguesa e Botafogo-SP
São Paulo: Santos, Palmeiras, Corinthians, Mirassol, São Bernardo, Portuguesa, Ponte Preta e Primavera
Corinthians: Santos, Palmeiras, São Paulo, Bragantino, São Bernardo, Velo Clube, Ponte Preta e Capivariano
É importante ressaltar que ainda não foram definidas as ordens dos jogos. A FPF ainda irá compor a tabela da Série A-1.