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  • Ronaldo, isto não é o UFC!

    Ronaldo, isto não é o UFC!

    Portugal apurou-se para o Mundial 2026. Nada de surpreendente aqui, mau era se ainda tinha de aos play-offs. A celebração vem com um sabor agridoce pela expulsão de Cristiano Ronaldo.

    Como todo o mundo certamente viu, CR7 deu uma cotovelada a um adversário e, após revisão VAR, viu o cartão vermelho direto, num gesto que só se vê em desportos de combate.

    Eu sou muito apologista que toda a gente pode errar, todos temos direito a perder o controlo das emoções por momentos e fazer coisas que nos arrependemos. Todos já tivemos aí!

    A questão aqui é que Cristiano Ronaldo não é uma pessoa qualquer. Da mesma forma que ele tem consciência que não pode ir à rua sem seguranças, devia ter a noção de que tem uma responsabilidade maior que os colegas e não pode perder a cabeça.

    É a realidade. Por muito que se tente defender CR7 com os argumentos de “toda a gente já se passou uma vez na vida”, a realidade é que o avançado deve mais à equipa, aos colegas e aos adeptos do que os outros.

    Não pode ter aquelas atitudes, é vergonhoso. Não só ele agrediu um adversário, porque aziou uma vez que estava a perder 2-0 e ainda não tinha feito nada no jogo, como ainda se pôs a brincar.

    Os gestos de choro que fez para os adeptos irlandeses e jogadores contrários é uma autêntica criancice, típica de um miúdo mimado que está chateadinho porque a vida não lhe corre como queria.

    Mas Cristiano Ronaldo tem 40 anos! Protagoniza-se pela mentalidade forte e de ser um exemplo para os outros… mas a verdade é que foi tão ridículo como quando Yamal não o cumprimentou.

    Ronaldo é capitão! Se o lugar de titular indiscutível na seleção portuguesa já é bastante debatido, ao menos que se mantenha como exemplo de maturidade. Nem isso foi. Desiludiu um país.

    Já faz lembrar quando mandou a braçadeira de capitão ao chão… enfim! O pior é que não pensou nas consequências, algo que com 40 anos já devia ser automático. Vai falhar o primeiro jogo do Mundial, muito provavelmente. A menos que a FPF faça alguma magia junto da FIFA, o que não me surpreendia.

    E logo o primeiro jogo, onde podia estar dentro de campo, a liderar pelo exemplo, a impulsionar aquilo que pode ser um Mundial de sucesso para Portugal. Ao invés, vai estar na bancada, tudo porque foi mimado.

    Não vou mentir que esta expulsão me fez perder o pouco interesse que tinha nesta data FIFA e manchou o sabor do apuramento para o Mundial, embora este já fosse quase garantido.

    Boa notícia foi a goleada à Arménia. Novamente, não esperava menos, mas 9-1 foi bastante saboroso, não vou mentir. Em Portugal, fez levantar as questões habituais sempre que Ronaldo não joga: “jogamos melhor sem ele”, ouve-se em todo o lado.

    Gonçalo Ramos dá outras coisas, como pressão e um ataque mais ágil. Ronaldo dá outras, como instinto, experiência, finalização e cria peso nos adversários…

    Mas parece que a seleção joga melhor sem Ronaldo, agora se está mais próxima de sucesso em grandes torneios onde a liderança e peso histórico tem muita importância… não sei.

  • Corinthians planeja reformulação em 2026: veja quais jogadores têm futuro indefinido no clube

    Corinthians planeja reformulação em 2026: veja quais jogadores têm futuro indefinido no clube

    A temporada de 2026 promete grandes mudanças no Corinthians. A diretoria comandada por Osmar Stabile prepara uma reformulação profunda no elenco, motivada pela necessidade de reduzir custos na folha salarial.

    Assim, diversos jogadores podem se despedir do clube ao fim da temporada. A seguir, a situação de quem tem futuro incerto.

    Reformulação é prioridade para 2026

    Com dívidas, restrições financeiras e um elenco considerado inflado pela diretoria, que já trata a reformulação para 2026 como inevitável. A tendência é clara: reduzir custos e liberar atletas.

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    Novos capítulos devem surgir nos próximos meses, à medida que o clube define o planejamento para a próxima temporada.

    Matheus Donelli

    Sem espaço com a comissão técnica, Donelli, de 23 anos, deixou de ser relacionado e não faz mais parte dos planos da diretoria.

    Atualmente, a preferência é por Felipe Longo, de 20 anos, que assumiu a meta após a lesão de Hugo Souza.

    O contrato de Donelli vai até junho de 2028, e o Corinthians não descarta uma negociação.

    Félix Torres

    Vivendo momento de baixa, o equatoriano perdeu espaço com Dorival Júnior e não entra em campo desde agosto.

    Monitorado por Osasuna e Getafe, tem contrato vai até o fim de 2027, mas a diretoria não fará esforço para mantê-lo.

    Félix Torres em treino do Corinthians – Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

    O Timão investiu US$ 6,5 milhões em sua compra em 2024, mas atrasou pagamentos, gerando dívida na Fifa e transfer ban.

    Fabrizio Angileri

    Contratado ainda na era Ramón Díaz, Angileri é versátil e tem boa relação com Dorival Júnior, podendo atuar como lateral, ala ou zagueiro. Mesmo assim, a renovação ainda não avançou.

    Maycon

    Titular e em alta sob o comando de Dorival, Maycon tem contrato apenas por empréstimo. Para ficar com o jogador, o Corinthians teria de negociar novamente com o Shakhtar Donetsk.

    A diretoria admite interesse, mas considera o acordo muito difícil. Seu futuro é uma das maiores incertezas do elenco.

    Talles Magno

    Emprestado pelo New York City até o fim da temporada, Talles não deve permanecer. Apesar de bom início no Paulistão, caiu de rendimento e perdeu espaço no ano.

    Ángel Romero

    Ídolo da torcida e liderança do elenco, Romero também perdeu espaço com a comissão técnica. Com contrato apenas até final de 2025, o paraguaio não deve renovar.

    Héctor Hernández

    Fora dos planos desde o ano passado, o espanhol treina separado em horários alternativos.

    Mesmo com contrato até 2026, a direção trabalha para encontrar um destino para o jogador, que não faz parte do projeto.

  • Fluminense pode perder Thiago Silva para o Milan em janeiro, diz jornal italiano

    Fluminense pode perder Thiago Silva para o Milan em janeiro, diz jornal italiano

    O nome de Thiago Silva, atualmente no Fluminense, voltou a ganhar força nos bastidores do Milan.

    De acordo com o jornal italiano Repubblica, o clube rossonero considera a possibilidade de repatriar o zagueiro de 41 anos já na reabertura do mercado europeu, em janeiro.

    Thiago Silva pensativo em treino do Fluminense – Foto: Marcelo Gonçalves/Fluminense

    Experiente, vitorioso e ainda em alto nível, o defensor agrada ao técnico Massimiliano Allegri, que busca um jogador de liderança para a segunda metade da temporada.

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    Thiago Silva atuou pelos Rossoneros entre 2009 e 2012, período no qual formou uma das duplas mais memoráveis da história recente do clube, ao lado de Alessandro Nesta.

    Thiago Silva vai trocar o Fluminense para jogar no Milan em 2026?

    O Milan vive carência de peças experientes na zaga. Atualmente, o setor conta com Gabbia, Pavlovic, Tomori e De Winter, quartetos talentosos, mas ainda com pouca rodagem em comparação à exigência da Serie A e da Champions League.

    Por isso, Thiago Silva agrada — além do desempenho técnico, o clube valoriza sua trajetória no futebol europeu.

    Allegri busca um zagueiro pronto para jogar

    A tendência é que o clube empreste o jovem David Odogu, de 19 anos, em meados de janeiro. A negociação abriria espaço na folha salarial e no elenco para a chegada de um novo defensor.

    Thiago Silva tem contrato até 2026

    O defensor tem contrato até 30 de junho de 2026. Internamente, o clube reconhece a importância do jogador e conta com ele no planejamento — pela liderança dentro e fora de campo.

  • O futebol não é um teatro – e a Alemanha está a mostrar isso ao mundo  

    O futebol não é um teatro – e a Alemanha está a mostrar isso ao mundo  

    A Alemanha vive neste momento um dos maiores confrontos políticos e culturais do futebol moderno. Medidas como bilhetes nominais, vigilância com inteligência artificial, reconhecimento facial e interdições de adeptos mesmo sem condenação estão prestes a ser discutidas na Conferência de Ministros do Interior. A reação foi imediata. Pela primeira vez em muito tempo, adeptos de clubes rivais marcharam lado a lado nas ruas de Leipzig para defender aquilo que dá vida ao futebol: a cultura de apoio.
    Estamos a falar de grupos de clubes que não partilham absolutamente nada entre si — Bayern, Hamburgo, Dortmund, Nuremberga, Dresden, Frankfurt e muitos outros — todos a marcharem juntos por um objetivo comum. Um cenário impossível em quase qualquer outro país.

    E, honestamente, isto diz muito sobre a diferença de mentalidade entre os alemães e o resto da Europa.

    Sempre ouvi dizer que “o futebol é o desporto do povo”. Para mim, enquanto miúdo, o que me fascinava não era apenas a bola. Eram as faixas enormes, os cânticos, os fumos de cor que davam alma a cada lance. Era ver uma cidade inteira a torcer pelos seus. Hoje, em Portugal, essa alma está a ser apertada pelas regras, proibições e burocracias. Parece que querem transformar os estádios num teatro. E teatro, se quiser, vou ao Coliseu do Porto ver uma peça. Não ao Dragão ou à Luz.

    Na Alemanha, pelo contrário, a pirotecnia é legal e controlada. É usada de forma responsável e dialogada entre grupos, clubes e estruturas. Não é tratada como crime, mas como expressão cultural. O resultado é visível: coreografias incríveis, ambiente vibrante e uma relação adulta entre adeptos e autoridades. E o que me deixa ainda mais estupefacto é isto: quando vemos uma grande coreografia lá fora, achamos lindo; quando vemos uma receção argentina com fogo de artifício e pyro, elogiamos o “ambiente incrível”. Mas cá, se alguém acender um simples fumo, é crime. Lá fora é festa, cá dentro é terrorismo ahah.

    E que fique claro: ninguém está a dizer que a violência não é um problema. Claro que é. Só acho que há formas de controlar comportamentos sem destruir o espetáculo, e muito menos acabar com a cultura que torna o futebol especial.

    Enquanto isso, em muitos países europeus, a regra é simples: quanto mais proibir, melhor. Pyro? Crime. Faixas? Suspeito. Apoio organizado? Problema.

    O mesmo acontece com a cerveja nos estádios. Em Portugal é proibida, como se isso impedisse alguém de entrar já alcoolizado. Todos sabemos que não impede. A única coisa que impede é receita, experiência e normalidade. Na Alemanha, beber uma cerveja enquanto se vê futebol é algo tão natural como respirar. E, curiosamente, não é lá que a violência explode. Talvez porque tratam os adeptos como adultos e não como potenciais delinquentes.

    Até os gigantes europeus são vítimas desta “higienização” moderna. Real Madrid e Barcelona já não têm claques como antigamente. Resultado: estádios bonitos, modernos, confortáveis e… sem alma. Ambientes mornos. Jogos grandes com público que parece estar numa conferência. Se me oferecerem bilhetes para ver o Real Madrid ou o Dynamo Dresden, vou para Dresden sem pensar duas vezes. Não conheço os jogadores, mas conheço a cultura. E é a cultura que faz o futebol vibrar.

    Época 23/24 – SG Dynamo Dresden vs. Hallescher FC – Foto de: ultras-dynamo.de

    Em Portugal, mesmo os grupos legalizados enfrentam limitações atrás de limitações. Material, entradas, policiamento, burocracia. E depois ficamos chocados quando os estádios parecem bibliotecas. Agora imaginem as três maiores claques portuguesas — Super Dragões, No Name Boys e Juve Leo — a marcharem juntas, como aconteceu na Alemanha. Só de pensar já parece ficção científica. Lá, a mentalidade é outra. Antes da rivalidade, está a defesa dos direitos.

    No Brasil ainda existe muito da liberdade que a Europa perdeu. Mas deveriam olhar bem para o que está a acontecer aqui. Nem tudo o que a Europa faz é exemplo. Este controlo excessivo, esta criminalização da cultura de apoio e esta tentativa de transformar futebol em espetáculo silencioso é um erro gigante. Regras? Sim. Responsabilização? Claro. Agora, vigilância facial, interdições sem condenação e destruição de tudo o que faz dos estádios lugares especiais? Isso mata o jogo.

    Ontem estive no Portugal–Arménia. Um 9-1 que deveria ter sido uma festa. À minha volta, turistas e famílias caladas. Zero cânticos, zero pressão, zero emoção. Já assisti a funerais com mais ambiente. E o futebol é para todos, claro. Mas quem faz o espetáculo tem de poder fazê-lo. Sem cultura de adeptos, não há alma. Sem alma, não há futebol.

    E já agora, uma confissão para terminar: ao ritmo a que isto vai, qualquer dia a única coisa permitida nos estádios vai ser respirar… mas só até ao minuto 30. Depois disso, “por razões de segurança”, teremos de manter o ar nos pulmões.

    Se chegarmos a esse ponto, eu aviso já: fico a ver o jogo no café. Ao menos lá há cerveja e ninguém me pede documentos para a levantar.

  • Palpites e Onde Assistir: Palmeiras x Vitória

    Palpites e Onde Assistir: Palmeiras x Vitória

    Análise do confronto:

    Nesta quarta-feira (19/11), às 19h30 (horário de Brasília), o Palmeiras receberá o Vitória no estádio Allianz Parque, em partida válida pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A.

    Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:

    • Premiere
    • Sportv

    O Palmeiras, ocupando a 2ª posição com 68 pontos, precisa voltar a vencer após dois tropeços consecutivos para retomar a liderança. O Verdão tem aproveitamento superior a 75% no Allianz Parque e historicamente domina times que lutam contra o rebaixamento. Já o Vitória vive momento delicado na 17ª colocação com 35 pontos, dentro da zona de rebaixamento, e possui apenas uma vitória fora de casa em toda a temporada. A equipe comandada por Jair Ventura precisa urgentemente pontuar para manter viva a esperança de permanência na elite.

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Vitória do Palmeiras
    Explicação: O Verdão é amplamente favorito jogando em casa, onde possui excelente aproveitamento. O Vitória tem a segunda pior campanha como visitante do Brasileirão e conquistou apenas uma vitória fora de casa. Com retornos importantes no elenco e a necessidade vital de vencer para manter a briga pelo título, o Palmeiras deve impor seu ritmo e conquistar os três pontos.

    Mercado: Ambos marcam – NÃO
    Explicação: O Vitória possui o segundo pior ataque como visitante da competição, com apenas 10 gols marcados em 16 jogos fora de casa. Considerando a fragilidade ofensiva do time baiano e a pressão que o Palmeiras exercerá desde o início, é improvável que o Vitória consiga marcar. O Verdão deve vencer sem sofrer gols.

  • Joia estreante do Palmeiras já fez teste no Flamengo e tem nome inspirado em ídolo do Barcelona

    Joia estreante do Palmeiras já fez teste no Flamengo e tem nome inspirado em ídolo do Barcelona

    O Palmeiras contou com uma novidade entre os cinco atletas acionados do banco no clássico contra o Santos, na Vila Belmiro. Larson, de 20 anos, entrou e fez sua primeira partida como profissional do clube. O meio-campista está emprestado pelo Goiás até janeiro de 2026, mas o técnico do Verdão, Abel Ferreira, já indicou que o clube irá exercer a opção de compra, prevista em R$ 4 milhões.

    A estreia ocorreu em meio ao número reduzido de opções disponíveis para a partida, durante a Data Fifa. “Larson era o único médio que tínhamos no banco, treinou na função do Maurício”, explicou Abel. “Temos uma equipe do presente e do futuro, com jovens preparados para corresponder”, completou.

    Foto: Cesar Greco/Palmeiras

    O nome de Larson chama atenção pela referência ao sueco Henrik Larsson, campeão da Champions League pelo Barcelona no ano em que o jogador do time paulista nasceu. A admiração do pai pelo clube catalão também aparece no nome do irmão do jogador, chamado Thierry.

    Quem é Larson?

    Natural de Pelotas, o jovem iniciou no futebol aos oito anos e tentou espaço no Internacional, mas a dificuldade de deslocamento semanal até Porto Alegre levou à sua dispensa. Ele então passou pelo Brasil de Pelotas, onde se firmou no sub-17. O jogador também viveu um período de avaliação no Flamengo, mas não chegou a ganhar oportunidades. Em entrevista de 2024, disse que a falta de respostas e o custo prolongado da estadia no Rio de Janeiro motivaram sua saída.

    Depois da passagem frustrada, encontrou espaço no Goiás. Lá, tornou-se referência no sub-20 e participou da pré temporada do profissional, sendo observado como nome promissor. Sem calendário nacional para a categoria em 2025 e com concorrência na posição, o clube aceitou o empréstimo ao Palmeiras.

    De origem como segundo volante, o camisa 8 também atua como meia armador. No sábado, diante do Santos, exerceu essa função mais adiantada. Abel destacou sua capacidade de ligação, mobilidade e condução, o que o próprio atleta chama de “arraste”, por carregar a bola em velocidade.

    Perspectivas e futuro no Palmeiras

    No sub-20 do Palmeiras, o jovem soma 32 jogos e três gols. Agora, vive a expectativa da efetivação de seu contrato e de um plano de desenvolvimento dentro do clube. “É um jogador que tem um projeto dentro do clube. Tem muita margem e tempo”, afirmou o técnico português.

  • Harry Kane supera marca de gols de Pelé por seleções

    Harry Kane supera marca de gols de Pelé por seleções

    Com dois gols marcados nas eliminatórias europeias, o atacante inglês alcança 78 tentos, um a mais que o total oficial do Rei do Futebol com a camisa da Seleção Brasileira.

    O atacante Harry Kane segue adicionando recordes à sua carreira. Com os dois gols marcados na vitória da Inglaterra sobre a Albânia, pelas Eliminatórias da UEFA para a Copa do Mundo de 2026, Kane atingiu a marca de 78 gols por sua seleção, superando o número de gols de Pelé.

    A contagem oficial considera 77 gols marcados pelo Rei do Futebol com a camisa da Seleção Brasileira, todos em jogos oficiais. Kane, por sua vez, soma agora 78 gols pela Inglaterra.

    Estatísticas comparadas

    Apesar de ter superado a marca absoluta, o artigo aponta que Pelé mantém uma média de gols superior em partidas pela seleção:

    JogadorGolsJogosMédia por partidaGols em Copas do Mundo
    Pelé77910,8512
    Kane781120,708

    O atacante é, atualmente, o maior artilheiro da história da sua seleção. Ele está focado em liderar a Inglaterra na próxima Copa do Mundo de 2026, onde buscará levar sua equipe a uma final.

    Artilheiros da seleção inglesa

    JogadorGols
    Harry Kane78
    Wayne Rooney53
    Bobby Charlton49
    Gary Lineker48
    Jimmy Greaves44

    No ranking global de maiores artilheiros por seleções, o líder é Cristiano Ronaldo, com 143 gols em 226 jogos por Portugal, o que resulta em uma média de 0,63 por partida.

  • Quais são as torcidas mais barulhentas do Brasil? Onde a paixão se mede em decibéis

    Quais são as torcidas mais barulhentas do Brasil? Onde a paixão se mede em decibéis

    O futebol brasileiro é movido por uma paixão que não se limita às quatro linhas e esse amor pelos clubes explode de tal forma nas arquibancadas, que transforma o apoio em uma sinfonia caótica de amor e pressão. O ruído que emana dos estádios é, para muitos, a verdadeira medida da dedicação de uma torcida a um clube, como se fosse um termômetro que sai do emocional para ser aferido em decibéis (dB).

    Onde o Grito Alcança o Pico

    Em 2024, a eterna disputa sobre quem faz mais barulho teve um novo rosto. Nesse ano, ganhou dados concretos e rigorosos – o que permitiu a muitos gritarem de felicidade pelo primeiro posto!

    O jornal O Globo conduziu uma pesquisa detalhada no Campeonato Brasileiro, utilizando um decibelímetro profissional em 13 estádios e 14 clubes da Série A. O objetivo não era apenas medir a intensidade, mas sim entender a constância desse apoio.

    Créditos: Fernando Dantas/Gazeta Press

    Os resultados revelaram que a paixão – quando traduzida à parte acústica – pode ser tão ensurdecedora quanto um avião. O recorde de pico de volume – aquele estouro momentâneo, geralmente após um gol ou um lance soberbo – foi registado em casa do São Paulo – com um pico impressionante de 127,7 dB.

    Para se ter uma ideia, 120 dB já é o limiar da dor para o ouvido humano e é comparável ao barulho de um avião a jato a 30 metros de distância. A massa tricolor no MorumBIS provou ter um pulmão e uma garganta de aço.

    Apesar de tudo, outras torcidas também mostraram picos altíssimos, como Cruzeiro (126,8 dB), Flamengo (122,7 dB) e Fluminense (121,4 dB), confirmando a tradição dos grandes clubes em transformar o ambiente em um verdadeiro caldeirão.

    Créditos: Staff Images do Diário Celeste

    Paixão Sustentável: A Força do Canto Ininterrupto

    No entanto, o barulho não se resume ao pico momentâneo. Para os jogadores, o que realmente muda o jogo é a pressão constante vinda da bancada. O canto que não para, que embala o time nos momentos difíceis e não deixa o adversário respirar, é o que sustenta essa paixão ferverosa. 

    Analisando a consistência e o tempo de apoio, o estudo de O Globo trouxe novos destaques:

    • O Fluminense registrou a maior média de volume durante os 90 minutos de jogo, com 99,7 dB. Realmente o apoio tricolor se mantém forte, do apito inicial ao final.
    • O Vasco da Gama se destacou de forma singular: foi a torcida que cantou por mais tempo acima de 100 dB. Isso significa que, durante longos períodos da partida, o ruído vascaíno atingiu o nível de uma britadeira, simbolizando uma resiliência e um apoio incessante que é puro suor e dedicação.
    Créditos: Daniel Ramalho / Vasco
    • O Flamengo (98 dB de média) e o Vasco (97,5 dB de média) também demonstraram uma sustentação de volume altíssima, o que é natural, dada a imensa mobilização e a paixão das massas.

    Barulho como a 12ª Jogador

    Por que esse barulho é tão vital? Ele é muito mais que entusiasmo; é uma arma psicológica

    Quando 127,7 dB atingem o campo, o efeito é imediato. Por um lado, os jogadores do time da casa se sentem abraçados e impulsionados. É a energia do torcedor que se transforma em fôlego para uma corrida ou coragem para um desarme.

    Créditos: Vinícius Schmidt/Metrópoles

    Do lado contrário do campo, para o adversário, um estádio ensurdecedor dificulta a comunicação entre os atletas e sobrecarrega a concentração, levando a erros e decisões apressadas.

    É a catarse coletiva no seu estado mais puro. É a comunidade se unindo no grito, transformando o som em um poderoso motor do jogo. O barulho, no Brasil, é o coração que pulsa na arquibancada e, graças a pesquisas como a de O Globo, agora temos números para medir a intensidade desse amor.

    FAQs sobre as Torcidas Mais Barulhentas do Brasil

    Qual foi a principal fonte de dados utilizada para medir o barulho das torcidas?

    A principal fonte de dados foi uma pesquisa detalhada realizada pelo jornal O Globo durante o Campeonato Brasileiro de 2024. O estudo utilizou um decibelímetro profissional em 13 estádios e em jogos de 14 clubes da Série A.

    O que é «pico de volume» e qual torcida atingiu o maior pico?

    O «pico de volume» é o som mais alto registrado em um momento específico do jogo (geralmente em um gol, pênalti ou grande lance). A torcida que atingiu o maior pico na pesquisa de O Globo foi a do São Paulo, com impressionantes 127,7 dB no MorumBIS.

    O que o nível de 127,7 dB significa em termos práticos?

    O nível de 127,7 dB é considerado altíssimo e superior ao limiar da dor para o ouvido humano (que é de 120 dB). Esse volume é comparável ao barulho de um show de rock pesado ou de um avião a jato a curta distância, demonstrando a intensidade da paixão no estádio.

    Qual é a diferença entre «pico de volum» e «consistência do apoio»?

    pico de volume é um registro instantâneo do momento mais alto. A consistência do apoio refere-se à capacidade da torcida de manter um volume alto e constante durante toda a partida. A consistência é medida pela média de volume ao longo dos 90 minutos.

    Qual torcida se destacou pela consistência e maior média de volume?

    O Fluminense se destacou por ter a maior média de volume durante os 90 minutos de jogo (99,7 dB, segundo a pesquisa), indicando um apoio forte e sustentado do início ao fim da partida.

    Qual torcida se destacou por cantar por mais tempo acima do nível de 100 dB?

    A torcida do Vasco da Gama foi a que cantou por mais tempo acima de 100 dB (um nível de ruído comparável ao de uma britadeira), destacando-se pela persistência e resistência do canto ao longo da partida.

    Por que o barulho é considerado uma «arma psicológica» no futebol?

    O barulho é uma arma psicológica porque serve como motivação e combustível para o time da casa, ao mesmo tempo que cria uma atmosfera intimidadora. O ruído extremo dificulta a comunicação e a concentração dos jogadores adversários, influenciando, muitas vezes, o resultado do jogo.

  • Oscar, do São Paulo, cogita aposentadoria após descobrir problema cardíaco

    Oscar, do São Paulo, cogita aposentadoria após descobrir problema cardíaco

    O meio-campista do São Paulo, Oscar está estudando as chances de encerrar sua carreira após um susto sofrido na última terça-feira (11/11), quando foi encaminhado às pressas para ao Hospital Albert Einstein, após passar mal por conta de um problema cardíaco.

    Segundo informações da ESPN, o caso gerou uma grande preocupação no atleta e em seus familiares, que agora desejam que Oscar não volte à jogar e deixe os gramados de vez. Atualmente, a decisão final está nas mãos do meia, que ainda não sabe o que fará do seu futuro.

    O jogador será pai pela terceira vez, segue pensando na aposentadoria para focar em sua vida pessoal.

    A reportagem ainda destacou, o interesse dos dirigentes o Shanghai Port, clube pelo qual Oscar atuou por vários anos na última década e, que deixou claro que as portas estarão abertas caso ele decida iniciar algum tratamento específico em solo asiático.

    É importante ressaltar que Oscar possui vínculo com o São Paulo até 2027 e no momento, não existe nenhuma possibilidade do clube encerrar o vínculo com o jogador. O salário mensal do meia é na casa dos R$ 2,3 milhões, porém, metade destes pagamentos são feitos pela Superbet, patrocinadora máster do clube paulista.

    Alta hospitalar

    Neste domingo (16), Oscar recebeu alta do hospital que estava internado. O meia chegou a ficar na UTI, sendo submetido a um cateterismo de diagnóstico e uma ressonância, além de vários exames investigativos sobre a causa do desmaio e as alterações cardíacas.

    Inicialmente, Oscar foi diagnosticado com uma síncope vasovagal, uma perda transitória de consciência causada pela diminuição da pressão arterial e dos batimentos cardíacos.

  • CBF assina acordo com empresa para impedimento semiautomático no Brasil a partir de 2026

    CBF assina acordo com empresa para impedimento semiautomático no Brasil a partir de 2026

    A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) assinou nesta sexta-feira contrato com a Genius Sports para a implantação do impedimento semiautomático (SAOT) no futebol brasileiro.

    A tecnologia será utilizada a partir da temporada de 2026 e estará presente nos jogos da Série A do Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil até 2027.

    A parceria também inclui sistemas avançados de rastreamento de jogadores, árbitros e da bola, além de uma plataforma completa de análise tática e de desempenho — tudo integrado ao VAR da Hawk-Eye, já utilizado pela entidade.

    Impedimento semiautomático no futebol brasileiro

    A confirmação do SAOT ocorre dias após o coordenador de arbitragem da CBF, Samir Xaud, anunciar a novidade durante a inauguração do Grupo de Trabalho da Arbitragem.

    Leia também:

    Com o contrato agora assinado, o presidente da CBF celebrou o avanço tecnológico implementado.

    Presidente da CBF destaca transparência e credibilidade

    “Estamos dando mais um passo decisivo na modernização do futebol brasileiro. A chegada do impedimento semiautomático não é apenas inovação tecnológica, mas uma medida concreta para aumentar precisão, transparência e credibilidade da arbitragem. Seguiremos trabalhando para que nossas competições sejam referência em qualidade e justiça”, afirmou.


    Como funcionará o impedimento semiautomático no Brasil?

    Segundo o contrato, a Genius Sports terá até 10 de janeiro de 2026 para certificar o sistema SAOT em todos os 27 estádios participantes da Série A. Para isso, cada praça esportiva receberá:

    Estrutura obrigatória

    • 24 câmeras exclusivas para rastreamento
    • Servidor Genius dedicado instalado no estádio
    • Conexão mínima de 700 Mbps
    • Garantia de estabilidade estrutural e ausência de vibrações nas câmeras

    A tecnologia mapeia automaticamente a posição dos atletas e da bola, permitindo decisões mais rápidas e precisas em lances de impedimento — reduzindo erros humanos e encurtando a duração das checagens do VAR.

    Samir Xaud, atual presidente da CBF. Rafael Ribeiro/CBF

    Integração com o VAR e ganhos esperados

    O sistema funcionará em sincronia com o VAR atual, agilizando análises, padronizando decisões e oferecendo mais confiabilidade aos torcedores, clubes e árbitros.

    A expectativa da CBF é que o SAOT ajude a diminuir polêmicas, padronizar critérios e elevar o nível de profissionalismo das competições nacionais, colocando o Brasil em linha com as principais ligas europeias.