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  • Inter arranca o empate do Corinthians no final do jogo e resultado não ajuda nenhum dos dois times

    Inter arranca o empate do Corinthians no final do jogo e resultado não ajuda nenhum dos dois times

    Em um jogo emocionante do começo ao fim, Internacional arranca o empate do Corinthians em 1 a 1 na noite desta quarta-feira (01/10), jogo disputado no Beira-Rio, em Porto Alegre. A partida válida pela 26ª rodada do Brasileirão, teve gols anulados e VAR roubando a atenção.

    Com pouco mais de 12 mil torcedores presentes no estádio, o primeiro tempo começou com o Inter empilhando chances perdidas de gols. Porém foi o Corinthians quem abriu o placar aos 10 minutos, com Gui Negão aproveitando o cruzamento de Matheuzinho e mandando a bola para dentro do gol, 1 a 0, para a felicidade do bando de loucos.

    O time comandado por Dorival Júnior permaneceu ofensivo, voltando a balançar as redes com Hugo finalizando para o fundo do gol, porém a arbitragem anulou o lance, permanecendo com o mesmo placar de antes, começando a chatear a massa alvinegra no estádio gaúcho.

    O Internacional chegou a empatar a partida com Óscar Romero aproveitando o cruzamento de Alan Patrick, mas o VAR decidiu interferir e após analisar o lance, o lance é anulado já que Luis Otávio atrapalhou a visão do goleiro Hugo Souza, aumentando a ira da torcida colorada nas arquibancadas, que ensaiavam umas vaias, finalizando a etapa inicial com um placar positivo para o time paulista.

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    Buscando o empate a todo custo, o Internacional começou o segundo tempo ofensivo e acumulou chances perdidas de gols com Aguirre, Carbonero e Borré, porém o goleiro Hugo Souza conseguiu segurar as bolas mandadas pelo time colorado.

    A paciência da torcida do Inter já estava no limite e o Corinthians tentava segurar o resultado para voltar a vencer, mas graças ao VAR, a chance do empate apareceu. Aos 54 minutos, o árbitro de campo marcou pênalti de Cacá sobre Bruno Henrique, começando uma “guerra” dentro de campo.

    O rebuliço começou forte dentro de campo, com muita reclamação por parte dos corintianos e com o técnico Dorival Júnior chegando a ser expulso de campo, mas nada mudou, com a marcação permanecendo. Na cobrança, Carbonero bate forte e mesmo acertando o lado, além de tocar na bola, o goleiro Hugo Souza não conseguiu fazer a defesa, placar empatado em 1 a 1 no apagar das luzes do Beira-Rio.

    Próximos jogos do Brasileirão

    A emoção volta a rolar solta no próximo sábado (04/10), quando o Internacional enfrentará o Botafogo às 18h30 (horário de Brasília), no Beira-Rio, em Porto Alegre. A partida será válida pelo Brasileirão.

    O Corinthians também estará em campo no mesmo dia, quando enfrentará o Mirassol às 21h (horário de Brasília), pela felicidade do Bando de Loucos na Neo Química Arena, em São Paulo.

  • Convocação da Seleção Brasileira: Rodrygo e Vini Jr de volta; veja os 26 jogadores contra Coreia do Sul e Japão

    Convocação da Seleção Brasileira: Rodrygo e Vini Jr de volta; veja os 26 jogadores contra Coreia do Sul e Japão

    O técnico Carlo Ancelotti anunciou os 26 jogadores da Seleção Brasileira para os amistosos de outubro contra Coreia do Sul e Japão. Os jogos acontecem no dia 10, em Seul, e no dia 14, em Tóquio, comopreparação para a Copa do Mundo de 2026.

    • 10/10 – 08h – Coreia do Sul x Brasil
    • 14/10 – 07h30 – Japão x Brasil

    Entre os principais destaques, estão o retorno de Vinícius Júnior, que ficou fora da última lista por suspensão nas Eliminatórias, e a primeira convocação de Rodrygo sob o comando de Ancelotti, técnico que já trabalhou com o atacante no Real Madrid.

    • Goleiros: Bento (Al-Nassr), Ederson (Fenerbahçe) e Hugo Souza (Corinthians).
    • Laterais: Caio Henrique (Monaco), Carlos Augusto (Internazionale), Douglas Santos (Zenit), Vanderson (Monaco) e Wesley (Roma).
    • Zagueiros: Éder Militão (Real Madrid), Fabricio Bruno (Cruzeiro), Gabriel Magalhães (Arsenal) e Beraldo (PSG).
    • Meio-campistas: André (Wolverhampton), Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Manchester United), João Gomes (Wolverhampton), Joelinton (Newcastle) e Paquetá (West Ham).
    • Atacantes: Estevão (Chelsea), Martinelli (Arsenal), Igor Jesus (Nottingham Forest), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Richarlison (Tottenham), Rodrygo (Real Madrid) e Vini Jr (Real Madrid).
    Jogadores convocados pela Seleção Brasileira. Foto: CBF/Instagram

    Desfalques importantes na lista

    O treinador italiano não pôde contar com alguns nomes que vinham sendo presença constante nas suas primeiras listas. Raphinha, do Barcelona, está lesionado e fora da convocação. Além dele, também ficaram de fora por problemas físicos: Marquinhos, Alexsandro Ribeiro, Andrey Santos e Alisson.

    Preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo 2026

    A delegação brasileira se apresenta em Seul na próxima segunda-feira (6) para iniciar os treinamentos. O objetivo da comissão técnica é dar sequência ao trabalho de renovação do elenco e ajustar a equipe para as Eliminatórias e para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México.

  • Novo calendário do futebol brasileiro: veja as mudanças históricas no Brasileirão, Copa do Brasil e Estaduais

    Novo calendário do futebol brasileiro: veja as mudanças históricas no Brasileirão, Copa do Brasil e Estaduais

    A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou uma série de mudanças que prometem revolucionar o calendário do futebol brasileiro a partir de 2026. O objetivo é valorizar as competições nacionais, dar equilibrar o número de jogos disputados.

    As alterações abrangem a redução das datas dos Campeonatos Estaduais, o aumento da duração do Brasileirão Série A, e novos formatos para a Copa do Brasil, Brasileirão Série C e Série D.

    Série A mais longa e Estaduais reduzidos

    O principal impacto das mudanças está no topo das competições. O Campeonato Brasileiro da Série A ganhará mais espaço, começando em 28 de janeiro e indo até 02 de dezembro, garantindo uma temporada mais longa e menos apertada.

    Em contrapartida, os campeonatos estaduais serão condensados em apenas 11 datas (de 11 de janeiro a 8 de março). Esta decisão prioriza o Brasileirão Série A e visa reduzir o desgaste dos jogadores nos clubes de elite no início da temporada.

    • Início: O Brasileirão 2026 começará em 28 de janeiro.
    • Fim: A última rodada será disputada em 2 de dezembro.
    • Finais do Estaduais: Apenas nas semanas das finais dos estaduais haverá folga nacional, sem rodadas do Brasileirão.

    Copa do Brasil: Mais clubes e final única

    A Copa do Brasil passará de 92 para 126 participantes em 2026 (e 128 em 2027). A competição terá sua final em jogo único no dia 6 de dezembro, encerrando o ano, em campo neutro.

    Nas quatro primeiras fases, são apenas jogos únicos. O formato de ida e volta começa apenas a partir da 5ª fase e segue até a semifinal. O torneio começa com os 24 equipes piores no ranking de clubes. Na segunda fase, mais 74 equipes completa.

    • Quinta fase: 20 clubes da Série A (incluindo os quatro que sobem da Série B).
    • Terceira fase: Campeão da Copa Nordeste, Copa Verde, Série C e Série D.
    • Ranking das federações (1 e 2): 06 vagas.
    • Ranking das federações (3 e 5): 05 vagas.
    • Ranking das federações (6 a 14): 04 vagas.
    • Ranking das federações (15 a 27): 03 vagas.

    Novo torneios regionais e nova estrutura

    A CBF investiu na criação e reestruturação de torneios regionais com 10 datas. As partidas ocorrerão entre março e junho. Os clubes que estiverem disputando a Libertadores ou a Sul-Americana não participarão desses torneios regionais.

    • Copa Sul-Sudeste (12 clubes): Serão 2 vagas para cada estado (PR, RS, SC, RJ, SP e MG).
    • Copa do Nordeste (20 clubes): Aumenta o número de participantes.
    • Copa Centro-Oeste e Copa Norte: O vencedor de cada uma se enfrentará para definir o campeão da Copa Verde. Detalhe: Clubes do Espírito Santo jogarão a Copa Centro-Oeste.

    Aumento de clubes nas Séries C e D

    As divisões de acesso, que são a base do futebol nacional, finalmente terão mais fôlego e mais equipes com calendário.

    Série D: De 64 para 96 Times em 2026!

    A Quarta Divisão aumentará de 64 para 96 equipes, garantindo pelo menos 14 partidas para cada clube. O novo formato será:

    • Fase de Grupos Gigante: 16 grupos com 6 times cada.
    • Playoffs e Acesso: Quatro fases de mata-mata até a definição dos acessos.

    Série C: Aumenta e Ganha Novo Formato em 2028

    A Terceirona, até 2028, passará de 20 para 28 clubes. O novo formato a partir de 2028 vai ficar da seguinte maneira:

    • Dois Grupos de 14: Jogos de ida e volta na primeira fase.
    • Mais Rebaixamento: Seis clubes cairão para a Série D, garantindo maior competitividade.
    Evento da CBF sobre as mudanças no calendário. Rafael Ribeiro/CBF
  • Richard Ríos vs Froholt: quem riu por último?  

    Richard Ríos vs Froholt: quem riu por último?  

    No verão falou-se muito de Richard Ríos. O médio colombiano brilhou no Palmeiras, até no Mundial de Clubes, e não faltaram clubes interessados. No meio da confusão, saiu o rumor: Benfica e Porto na corrida. O final da novela foi simples: o Benfica pagou 30 milhões por Ríos, o Porto levou Froholt por 20M.

    À primeira vista parecia jackpot para os encarnados. Hoje já não é bem assim.

    Ríos: talento sim, mas fora de lugar  

    Richard Ríos não engana: é agressivo, intenso, sabe transportar jogo à bruta, arrancar da defesa para o ataque. Mas não é um 8 que dita ritmos, não é um tecnicista para desmontar defesas fechadas, nem um criador de último passe. É um jogador de transições.

    E aqui está o problema: o Benfica não vive de transições. Contra 90% das equipas da Liga, vai ter a bola o tempo todo. Ríos brilha quando há espaço para correr, não quando tem de gerir posse. Resultado? Em Portugal vai parecer perdido. Ironia das ironias: é mais provável que se destaque contra um Real Madrid do que contra um Casa Pia.

    Nos primeiros jogos já deu para ver que vinha com tiques de Libertadores: muito ímpeto, pouco timing. Na Europa, se entras a querer fazer tudo, acabas por não fazer nada. Some-se a instabilidade do Benfica, eleições a ferver, Mourinho a entrar em modo bombeiro e a receita está pronta: Ríos na pole position para “flop do ano”.

    Froholt: a peça certa no puzzle certo  

    Do outro lado, o Porto optou por Froholt. Um tanque dinamarquês de 19 anos com intensidade fora do comum. Não é só físico: tem critério, sabe quando soltar, quando carregar, lê bem o jogo. Não deslumbra com técnica, mas impressiona com inteligência. E em poucos jogos já parecia que o meio-campo do Porto era dele.

    E atenção: o boom nórdico não é moda. Hjulmand, Gyökeres, Isak, Bardghji, Bobb, Ødegaard, Haaland. A lista fala por si. Froholt tem tudo para seguir esse caminho.

    Gestão: a diferença está na estrutura, não no relvado  

    A comparação entre Ríos e Froholt mostra bem mais do que estilos de jogo. Mostra estratégias. O Porto, com Villas-Boas, sabe para onde vai. O Sporting, com Varandas, vem de alguns dos melhores anos da sua história. O Benfica? Continua a gastar milhões sem perceber contexto.

    E depois há o mercado sul-americano. Os brasileiros já não vendem barato. Seguram craques, inflacionam, vendem diretamente para Inglaterra, Espanha, Itália. Resultado: Portugal perde a sua função de ponte. Jogadores que antes passavam por cá para ganhar experiência (Falcao, James, Militão, Luis Díaz, Ramires, Di María, Casemiro, Raphinha…) agora saltam logo para as Big 5. O problema é deles? Não. O problema é nosso, que ficamos de fora.

    O contra-exemplo: William Gomes  

    E é aqui que entra o caso William Gomes. O miúdo brasileiro chegou ao Porto ainda sem o preço inflacionado, ganhou minutos, adaptou-se ao futebol europeu e tem tudo para rebentar em breve. É o exemplo perfeito de como Portugal pode continuar a ser a tal ponte, se souber chegar primeiro.

    Porque uma coisa é gastar 30M num jogador já feito, mas fora de contexto. Outra bem diferente é investir cedo, moldar o talento e depois vender por 80M. William Gomes pode ser o próximo dessa lista, a seguir a nomes como Luis Díaz ou Militão.

    Moral da história  

    Ríos é bom jogador, mas não encaixa. Froholt encaixa que nem uma luva.
    Um custou 30M, o outro 20M.
    Um pode virar dor de cabeça, o outro já é solução.
    No futebol, como na vida, não basta comprar talento. É preciso comprar contexto.

  • Violência nas arquibancadas: o impacto das brigas de torcida na imagem do futebol brasileiro

    Violência nas arquibancadas: o impacto das brigas de torcida na imagem do futebol brasileiro

    Conhecidas mundialmente por serem o coração de um time de futebol, as torcidas exercem um papel fundamental nos dias de jogo. Mais do que promover verdadeiros espetáculos nas arquibancadas, o apoio incondicional demonstrado por elas muitas vezes ultrapassa os limites dos estádios.

    No entanto, o que deveria ser um espaço de convivência familiar, lazer e celebração do esporte tem se transformado, em diversos casos, em um ambiente de medo e violência. Esse cenário afeta diretamente a imagem do futebol brasileiro e afasta torcedores que buscam apenas aproveitar o espetáculo com segurança.

    Refletindo problemas sociais amplos, como a influência do crime organizado e até traços de masculinidade tóxica dentro das torcidas, esses episódios têm gerado consequências sérias para os clubes, exigindo atuações constantes das autoridades. O Portal Camisa12 mostra como esses acontecimentos impactam negativamente a imagem das equipes.

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    Danos à imagem do futebol

    As constantes brigas entre torcidas organizadas continuam manchando a imagem do futebol brasileiro, tanto no cenário nacional quanto no internacional. O que deveria ser um espaço de celebração da paixão pelo esporte tem se transformado em palco de violência, medo e insegurança. E o problema não ocorre apenas dentro dos estádios, nos arredores, a situação também é alarmante.

    Imagens de confrontos brutais, tanto dentro quanto fora das arenas, seguem sendo amplamente divulgadas nas redes sociais e na imprensa, reforçando a percepção negativa do Brasil como país-sede de grandes eventos esportivos.

    O impacto imediato dessas confusões é sentido dentro dos próprios estádios. Famílias e torcedores comuns têm evitado frequentar as partidas por medo de se tornarem vítimas da violência disfarçada de amor ao clube. O resultado é visível: queda no público, ambiente menos acolhedor e desvalorização da experiência de acompanhar um jogo ao vivo.

    Esse problema atinge diretamente a receita dos clubes, que muitas vezes dependem da bilheteria, do consumo interno nos estádios e do engajamento da torcida para manter suas finanças equilibradas.

    Além da evasão do público, há consequências ainda mais amplas na esfera econômica. Clubes envolvidos em episódios de violência são frequentemente punidos com multas, perda de mando de campo ou partidas com portões fechados, medidas que, embora necessárias, agravam os prejuízos financeiros. Patrocinadores e investidores também passam a olhar o futebol com mais cautela, receosos de vincular suas marcas a um ambiente associado à violência.

    Práticas criminosas envolvidas

    A questão da segurança pública também entra em pauta. A atuação de torcidas organizadas, em diversos momentos, está ligada a práticas criminosas, evidenciando falhas na fiscalização e na aplicação da lei. Muitos torcedores violentos seguem impunes, alimentando um ciclo contínuo de agressões e insegurança.

    Em inúmeros casos, mesmo com registros em vídeo, os responsáveis pelas brigas não são identificados ou punidos de forma adequada. Isso transmite uma mensagem de tolerância à violência e a percepção de que esses ambientes aceitam, ou ao menos não coíbem, a presença de indivíduos com esse tipo de comportamento.

    A rivalidade entre torcidas, que deveria representar uma forma saudável de competição, tornou-se um instrumento de ódio e intolerância. A paixão pelo futebol, que historicamente uniu diferentes classes sociais e regiões do país, tem sido distorcida por grupos que utilizam o esporte como justificativa para conflitos violentos.

    A imagem construída ao longo de décadas, baseada no talento, na arte e na emoção das partidas, segue sendo manchada por episódios recorrentes de violência. Para que o Brasil volte a ser reconhecido como o verdadeiro “país do futebol”, é necessário enfrentar com seriedade e firmeza o problema da violência nas arquibancadas.

    Campanhas de conscientização

    Algumas ações coordenadas entre clubes, federações, autoridades de segurança e o poder Judiciário têm buscado maneiras de evitar novos episódios de violência, além de promover campanhas educativas que resgatem o verdadeiro espírito esportivo de união.

    Em dezembro do ano passado, as maiores torcidas organizadas do país aderiram à campanha “Cadeiras Vazias”, que tinha como objetivo combater a violência nos estádios e fortalecer os valores de respeito, união e solidariedade, tanto dentro das arenas quanto em seus arredores.

    A iniciativa, promovida pelo Ministério do Esporte, vem ganhando força com o propósito de transformar as arquibancadas em espaços seguros, democráticos e acolhedores, resgatando o significado mais genuíno da paixão pelo futebol.

    Enquanto as brigas entre torcidas continuarem sendo tratadas com indiferença ou conivência, o futebol brasileiro seguirá perdendo credibilidade, público e espaço, tanto nas arquibancadas quanto no imaginário coletivo mundial.

  • Presidente do Santos prevê volta de Neymar em um mês

    Presidente do Santos prevê volta de Neymar em um mês

    O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, demonstrou grande otimismo em relação ao retorno de Neymar aos gramados, em entrevista concedida de maneira exclusiva ao Estadão.

    Apesar de estar há poucos dias em tratamento de uma lesão no músculo reto femoral da coxa direita, o dirigente fez uma previsão animadora para a torcida santista: o craque deve voltar a jogar entre o final de outubro e os primeiros dias de novembro.

    O tempo de recuperação para a lesão está estimado entre um e três meses, mas o dirigente acredita que o atacante superará o prazo mínimo. “Está em um prazo previsto para um mês”, afirmou.

    A fala contradiz a perpesctiva de que o camisa 10 só volte a jogar em 2026, por causa do encurtamento da atual temporada.

    Neymar em treino na academia do Santos. Foto: Instagram/Neymar

    Rotina de fisioterapia da lesão de Neymar

    A contusão ocorreu em um treinamento no CT Rei Pelé no dia 18 de setembro. Desde então, o departamento médico do clube paulista estabeleceu uma rotina de tratamento rigorosa para o atelta.

    O jogador tem realizado sessões de fisioterapia e atividades em dois períodos, todos os dias, que inclui exercícios em casa com sua equipe particular, que conta com sua equipe de confiança: o preparador físico Ricardo Rosa e o fisioterapeuta Rafael Martini.

    A expectativa da diretoria e da torcida é que o retorno de Neymar ocorra o mais rápido possível, fortalecendo o time santista na reta final do Campeonato Brasileiro de 2025 para se distanciar do Z4.

    Próximos cinco jogos do Santos:

    • 01/10 – 21h30 – Santos x Grêmio
    • 05/10 – 20h30 – Ceará x Santos
    • 15/10 – 21h30 – Santos x Corinthians
    • 20/10 – 21h30 Santos x Vitória
    • 26/10 – 16h – Botafogo x Santos
  • Recém-cheado ao Grêmio, Willian deve perder o resto da temporada 2025 por lesão

    Recém-cheado ao Grêmio, Willian deve perder o resto da temporada 2025 por lesão

    O meia-atacante William tem lesão confirmada e deve ficar de fora do restante da atual temporada do Grêmio, conforme a Rádio Pachola, que cobre o Tricolor Gaúcho diariamente. No entanto, o clube ainda não se pronunciou sobre a condição atual do atleta.

    O jogador saiu 20 minutos do primeiro tempo do jogo contra o Vitória, no sábado (27/09), pela 25ª rodada da Série A 2025.

    Ele teria sofrido uma fratura em um dos dedos do pé. A príncipio tentou seguir na partida na Arena do Grêmio, mas não conseguiu. Isso porque a dor era forte e o técnico Mano Menezes o substituiu.

    Apesar disso, os donos da casa conseguir os três pontos ao vencerem pelo placar de 3 a 1. Abaixo, veja todos os gols!

    O atleta, que havia iniciado sua terceira partida pelo time de Porto Alegre, foi atingido pelo paraguaio Cáceres no meio-campo.

    Leia também: História e tradição da arquibancada no Grêmio

    Frustração de Willian por lesão no Grêmio

    Portanto, a saída de Willian precoce frustra a sequência do reforço, após a chegada em setembro, atuou três jogos: foi titular no Gre-Nal e também diante dos embantes contra Botafogo e Vitória.

    O departamento médico do Grêmio divulgará um diagnóstico oficial e o tempo de recuperação nas próximas horas. Entrentano, já consideram como dúvida para os próximos compromissos.

    Jogos pelo Grêmio:

    • Grêmio 3 x 1 Vitória – 20 minutos
    • Grêmio 1 x 1 Botafogo – 70 minutos
    • Internacional 2 x 3 Grêmio – 62 minutos

    O jogador Willian foi contratado pelo Grêmio e recebe R$ 1,4 milhão, além de luvas e bónus por títulos, totalizando um dos maiores salários. A diretoria também contou com a ajuda de um patrocinador para arcar com os custos do salário mensal. 

    O vínculo é válido até o final de 2026 e existe a possibilidade de renovação por mais um para o profissional de 37 anos.

  • A Bola de Ouro e um futebol diferente

    A Bola de Ouro e um futebol diferente

    Não quero ser aquela pessoa que vive presa à nostalgia e não consegue apreciar a beleza do que é atual. Acho mesmo que o efeito nostálgico condiciona a nossa perceção do presente, em tudo na vida, não sendo o futebol uma exceção. Mas a Bola de Ouro está cada vez mais aborrecida.

    Quando era jovem, parecia que havia mais expectativa para ver quem ganhava o prêmio e havia mais credibilidade: as escolhas faziam sentido e eram praticamente unânimes ou, pelo menos, não chocavam ninguém.

    Cresci com Ronaldinho, Kaká e toda a era Messi/Ronaldo. Esta última, embora alguns anos dividissem se opiniões, era perfeitamente aceitável que fosse um ou outro a vencer. Ok, em 2021 foi muito discutível o prêmio dado ao argentino e em 2023… pronto, venceu o Mundial, mas mesmo assim… Além disso, em 2018 o único vencedor possível tinha o nome de Cristiano Ronaldo. Modric é craque, mas não há bem justificação. 

    Enfim, eu não tenho mais paciência para a FIFA, UEFA e a descredibilização da Bola de Ouro para mim aconteceu em 2018. Percebe-se de quem sou fã, certo? Adiante.

    Mas eu vejo os últimos dois vencedores, Rodri e Dembelé e, embora não queira tirar mérito aos jogadores, que são craques… não são excepcionais. E eu entendo os motivos de atribuição do prêmio, mas, sei lá… que aborrecido!

    Eu peço o seguinte exercício ao leitor: compraria bilhete para ir ao estádio ver o Rodri a pautar o meio campo ou o Dembelé a rasgar defesas? Hmmm eu não! Nem vou questionar sobre Messi ou Cristiano Ronaldo, era óbvia demais a resposta. Mas e para Kaká? Ronaldinho? R9? Figo? Zidane? Van Basten? Peço desculpa, afinal a resposta também é óbvia.

    Os critérios de atribuição da Bola de Ouro, a meu ver, são cada vez mais influenciados por terceiros, organizações multi-milionárias, ou pressões mediáticas. E sim, este ano ninguém me engana que o presidente do PSG não “obrigou” a que o prêmio fosse para um jogador francês. Nem vou entrar na discussão do porquê do vencedor claro ter de ser Vitinha (Olá, Liga das Nações) ou o escândalo que é Nuno Mendes (Olá, Liga das Nações) ter ficado em 10º lugar. Não me posso alongar, perco o controle, é um tema sensível desde 2018.

    Além de que parece que os jogadores atuais, aqueles que mais brilham, passam semanas nas bocas do povo, não ganham nada. Isto naturalmente torna o prêmio mais aborrecido. Os jogadores também estão mais aborrecidos, para mim, mas com o calendário atual, em que tudo serve para vender, vender e vender, como podem eles brilhar como antigamente?

    Está bem, eu sei que recebem milhões, mas o corpo não é uma máquina. 

    Talvez isto seja tudo um desabafo de quem cresceu na era Messi/Ronaldo e, depois disso, nada tem o mesmo sabor. Talvez o prêmio esteja menos credível. Talvez o futebol esteja mais aborrecido. Talvez eu não perceba nada disto. 

    A última opção é a correta, mas deixo a avaliação para o leitor.

  • Torcida do Galo: quando a cidade vira estádio e o estádio vira coro

    Torcida do Galo: quando a cidade vira estádio e o estádio vira coro

    A torcida do Galo é parte da alma de Belo Horizonte. Quem vive a cidade reconhece o som, as cores, o jeito. A torcida atleticana é bairro, família, estrada e estádio.

    Neste especial do Portal Camisa12, a gente conta essa história com pé no chão e dado na mão. Vamos mostrar quando e como a arquibancada virou cultura, quem fundou a principal organizada e em que dia isso aconteceu, quais músicas viraram marca, com quem a Massa caminha nas alianças e qual é o tamanho real da torcida hoje.

    Saiba aqui todas as curiosidades sobre a história da torcida do Atlético Mineiro, o Galo mais querido do Brasil!

    Torcida do Galo: origem popular e o passo para a organização

    O jeito de torcer nasceu nas “gerais” do Mineirão nos anos 60 e 70, com charanga dando o compasso e o estádio respondendo em coro. O costume era chegar cedo, marcar setor, cantar os 90 minutos e cuidar das faixas e instrumentos. 

    Esse hábito virou método quando grupos passaram a ensaiar, definir repertório e dividir função no dia de jogo. A cultura de bairro e de família virou rotina de arquibancada organizada.

    No início dos anos 80, BH já tinha pequenos agrupamentos atleticanos como Dragões da FAO, Máfia Atleticana, Galo Taxi e Galo Prates, que reuniam de 10 a 30 pessoas e ajudaram a preparar o terreno para algo maior. O estudo do Ludopédio registra esse ambiente e situa a profissionalização da cultura de torcida em Minas nesse período.

    Fundação da Galoucura em 11 de novembro de 1984

    A Galoucura nasceu em 11 de novembro de 1984, em BH, com a ambição explícita de animar o estádio e crescer como organizada do Atlético. O contexto mistura a evolução do “jeito de torcer” com uma década forte do clube em Minas. A bibliografia especializada fixa a data e descreve o salto organizacional dos anos 80.

    Os fundadores da maior torcida do Galo citados em registros públicos são Raimundo José Lopes Ferreira (Mundinho), Paulo César Ribeiro (Melão), Fernando Antônio Fraga Ferreira e José Roberto Fraga Ferreira (Pitanga). O primeiro jogo com a faixa foi um clássico com o Cruzeiro no Mineirão, ainda em 1984.

    Depois vieram sede, bateria, bandeirões, subsedes e uma rotina que a arquibancada conhece bem. Ensaiar na semana, costurar pano em mutirão, definir quem sobe o bandeirão e quem puxa o coro. Guardar material como se fosse taça. É assim que barulho vira cadência.

    Principais torcidas organizadas do Atlético-MG: quem é quem

    Como você deve imaginar, a arquibancada atleticana é plural. Além da Galoucura, seguem ativas torcidas como Galo Metal, GDR Alvinegra, Fúria Alvinegra, Movimento 105, Velha Brigada, PC Galo, Força 13, Camisa 13 e outras. 

    A relação oficial das principais torcidas organizadas do Atlético Mineiro está na própria página oficial do clube. Assim, você pode conhecer outras “TOs” não citadas aqui, mas que não podem ser deixadas de fora.

    Qual é o nome da torcida organizada do Atlético Mineiro

    A pergunta aparece sempre. A resposta direta é Galoucura. Ela não é toda a torcida. Mas é a mais conhecida. Em geral, o estádio identifica primeiro pelo som e só depois pela faixa.

    Músicas da torcida do Galo: Eu Acredito e Caiu no Horto

    O repertório tem dois lemas recentes que viraram identidade (no entanto, isso não exclui gritos mais antigos e também históricos).

    O “Eu Acredito” ganhou corpo nas quartas da Libertadores de 2013, no Independência, antes do pênalti do Victor contra o Tijuana. A expressão virou talismã em noites grandes e reaparece quando o relógio pesa.

    Já o “Caiu no Horto, tá morto” virou bordão entre 2012 e 2016, período em que o Atlético ficou mais de um ano invicto no Independência, de abril de 2012 a 31 de julho de 2013.

    Quer saber ainda mais? O Lance! fez um compilado com os principais cantos da torcida do Galo. Leia e desfrute de um texto repleto de informações interessantes.

    Torcida Atlético-MG: tamanho e os números mais recentes

    Quando o assunto é tamanho da torcida do Atlético-MG, a referência mais atual é a pesquisa O Globo/Ipsos-Ipec 2025. O Atlético aparece com 2,3% da preferência nacional, em empate técnico com Cruzeiro, Vasco e Grêmio dentro da margem.

    O clube também destacou o dado e o recorte de crescimento entre 2022 e 2025, mantendo a taxa de 2,3% no consolidado nacional e mostrando intervalo de confiança do Ipec para o Galo.

    Número ajuda, mas presença confirma. Boa ocupação em jogos grandes, caravanas frequentes e programa de sócios em patamares altos nos últimos anos mostram massa ativa. A estatística vira voz.

    Times aliados do Atlético Mineiro: a rede Galoucura, Mancha Verde e Força Jovem

    Aliança de organizada não é posição oficial do clube. É rede de estrada. A triangulação Galoucura com Mancha Verde (Palmeiras) e Força Jovem (Vasco) é citada de forma recorrente em reportagens e estudos. 

    O especial do UOL explica como essa aliança, conhecida como “Dedo Pro Alto”, se formou desde os anos 80 e por que influencia rotinas de hospitalidade e convivência em dias de jogo.

    Rivalidades e brigas marcantes: datas, locais e desfechos

    A rivalidade com o Cruzeiro é o eixo de tensão em Minas. Três episódios ajudam a entender o histórico recente de violência e as respostas institucionais e judiciais.

    27 de novembro de 2010, Chevrolet Hall, BH

    Briga generalizada envolvendo Galoucura e Máfia Azul termina na morte do cruzeirense Otávio Fernandes, 19 anos. O caso teve ampla cobertura. Em 2011, 12 atleticanos foram denunciados pelo Ministério Público; em 2013, houve condenações por homicídio e formação de quadrilha.

    6 de abril a 22 de novembro de 2013, Independência e Mineirão, BH.


    Clássicos do ano registram confusões no entorno e dentro do estádio, com decisões do STJD e do Ministério Público. Em novembro de 2013, Atlético e Cruzeiro perderam mando em julgamento no STJD por episódios ligados ao clássico, enquanto a promotoria em Minas atuou contra organizadas do Cruzeiro em outros jogos do período.

    6 de março de 2022, bairro Boa Vista, BH.

    Horas antes de um clássico, briga generalizada entre torcidas deixa um morto e feridos.

    Casos como esses geraram ajustes de prática na própria arquibancada: caravanas mais monitoradas, acolhimento de novato, regras de setor mais claras e menos espaço para quem busca confronto. A mensagem é direta. Provocação faz parte do futebol. Violência não.

    Linha do tempo da torcida do Galo

    Anos 60 e 70

    Charanga como metrônomo do Mineirão. Coros espontâneos viram rotina. A cultura de chegar cedo e cantar até o fim se consolida.

    Anos 80

    Surgem e se consolidam agrupamentos. Em 11 de novembro de 1984, a Galoucura é fundada e inicia o processo de profissionalização da arquibancada atleticana.

    Anos 90 e 2000

    Repertório cresce. Bandeirões ficam maiores. Subsedes e caravanas se multiplicam. A rivalidade com o Cruzeiro se intensifica dentro e fora do estádio. Estudos mapeiam esse espelho entre Galoucura e Máfia Azul. 

    2012 e 2013

    Independência vira fortaleza. “Caiu no Horto, tá morto” e “Eu Acredito” entram para o vocabulário nacional. Sequência invicta em casa dura mais de um ano.

    2010–2025

    Casos graves de violência geram punições, condenações e revisão de práticas. Em 2025, o painel Ipec atualiza o tamanho da Massa em 2,3% no cenário nacional, com variações por margem e região.

    Para fechar

    A Massa não é só barulho em dia de clássico. É uma rede de atleticanos que se reconhece no olhar, de avô para neto, de bairro para bairro. É quem guarda faixa antiga em casa, quem pinta a rua antes da final, quem fecha a conta do comércio no entorno do estádio e volta pra casa rouco e feliz. 

    Tem mulher puxando canto, criança no primeiro jogo, consulado do Galo se reunindo longe de BH para ver a bola rolar. Essa base social explica por que o adversário sente o clima antes mesmo do aquecimento.

    Tem também o lado invisível que sustenta a cultura. Grupos que registram a memória em foto e vídeo, que escrevem as letras em caderno, que financiam pano, tinta e instrumento. Gente que organiza vaquinha, carrega mastro, ensaia virada de bateria e depois limpa o setor. 

    Se você tem uma lembrança boa, manda pra gente. O Portal Camisa12 vai seguir nesse especial ouvindo histórias, mapeando cantos pouco conhecidos, contando bastidores de caravanas e dando nome a quem faz a arquibancada acontecer. Porque a torcida do Galo é isso: gente de verdade, trabalho de formiguinha e uma cidade que aprende a cantar junto.

  • Flaco López renova com o Palmeiras até 2029 e revela virada essencial na carreira

    Flaco López renova com o Palmeiras até 2029 e revela virada essencial na carreira

    O Palmeiras blindou seu artilheiro! Em um movimento estratégico crucial, o Verdão anunciou a renovação de contrato do atacante Flaco López, estendendo seu vínculo até dezembro de 2029.

    A notícia é de suma importância para os palmeirenses! Isso porque o acordo garante a permanência de um dos pilares da equipe comandada por Abel Ferreira na temporada por muitos anos.

    Mais notícias do Palmeiras:

    + Abel Ferreira indica renovação com o Palmeiras

    Contratado em 2022, o atacante viveu um início de adaptação turbulenta, mas deu a volta por cima de forma estrondosa.

    “Eu cheguei sendo um menino e ano a ano fui crescendo. Eu acho que me tornei uma melhor pessoa e um melhor homem aqui por ficar perto de grandes pessoas”, disse ao site oficial do clube.

    Artigo de opinião:

    + Paulo Nunes e Felipão: Máscaras, comemorações e memórias

    Atualmente, ele é uma peça fundamental e vive a melhor fase da carreira, sendo o principal destaque ofensivo da temporada.

    Flaco López renova contrato até 2029. Foto: Cesar Greco/Palmeiras

    Números de Flaco López no Palmeiras

    A renovação é um reflexo direto do salto de desempenho do camisa 18. Só neste ano, balançou as redes 19 vezes e deu 4 assistências, até a publicação desta matéria em 26 de setembro.

    • 19 gols
    • 04 assistências

    Os dois gols marcados contra o River Plate na classificação para a semifinal da Libertadores foram a cereja do bolo: o centroavante argentino atingiu a marca de 51 gols com a camisa alviverde.

    “É um time que está cheio de grandes jogadores e de grandes pessoas e acho que isso faz que no dia a dia a gente fique muito melhor em todos os aspectos da vida”, completou o atleta.