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  • Os loucos dois anos de João Félix

    Os loucos dois anos de João Félix

    O fecho do mercado de transferências levou-me a recordar algumas movimentações desta janela de verão europeia e há um nome que não me sai da cabeça: João Félix. Sempre gostei do miúdo, devo ser dos poucos crentes que achava até há um
    mês que ainda ia cumprir todo o potencial que lhe foi atribuído em 2019, quando conquistou o Golden Boy. Por isso, e sobretudo enquanto português, fiquei triste quando o vi a ir para a Arábia Saudita, como fiquei com todos os portugueses que para lá foram… enfim, o dinheiro!

    Mas o caso de João Félix, daqueles que parecem quase enigmáticos no futebol, fez-me revisitar a carreira dele e apercebi-me que os últimos dois anos foram de loucos para o talentoso atacante.

    Vamos por partes para ser mais fácil, com um bocadinho de contexto. Em janeiro de 2023, após um período conturbado no Atlético Madrid, é emprestado ao Chelsea, sem sucesso. Segue-se novo empréstimo ao Barcelona no verão de 2023, com
    algum impacto, mas abaixo do esperado. Um ano depois, é transferido a título definitivo para o Chelsea. Se eu fosse o Carlo Ancelotti, franzia a sobrancelha, mas como não sou, estranhei apenas. O tempo provou-me certo e em janeiro de 2025 foi emprestado ao AC Milan, onde encontrou Sérgio Conceição. Pensei que com o treinador feroz, no bom sentido, que é Conceição, que fosse o casamento perfeito, mas o divórcio foi assinado no final da época.

    Bem, vamos respirar um pouco que isto foi muita informação. Imagine-se para um futebolista, não é?

    Ok, mais tranquilos? Prossigamos. João Félix depara-se no verão com uma situação complicada. Não, não estou a falar das férias, das saídas à noite, ou das discussões com pessoas aleatórias junto a discotecas. Mas sim do regresso ao Benfica. Parecia tudo encaminhado, finalmente voltar a casa! Será que ia relançar a carreira? Que espetáculo!

    Ups, não.

    Eis que, passados pouco mais de dois (!) anos desde o primeiro empréstimo ao Chelsea, João Félix atende a chamada de Cristiano Ronaldo e assina, a título definitivo, pelo Al Nassr.

    Que treta! Mas a reflexão deste fatídico artigo de opinião é a seguinte: como é que um jogador cuja carreira já estava instável iria reerguer-se com quatro passagens por três clubes diferentes, em três países distintos?

    O que vai na cabeça destes jogadores ou, pior, na de quem os aconselha? Ou então, o ideal mesmo é ir atrás do dinheiro. Sim, porque o Atlético Madrid já não pagava pouco a Félix… e certamente que o Chelsea ainda mais pagou!

    Pois bem, se este era o principal fator motivacional do avançado, agora está que nem o tio patinhas: a repousar numa cama com os milhões e milhões e milhões e milhões de euros que recebe na Arábia Saudita. Pessoalmente, parece-me que
    desistiu. Já não é aquele miúdo que se emocionou a vestir a camisola do Barcelona, ou que chorou após fazer um hat-trick pelo Benfica na Liga Europa.

    Desejo-lhe o melhor, porém, ainda tenho uma camisola do Atlético de Madrid com o seu nome.

  • Bola de Ouro do Futebol Feminino: veja a lista das 7 ganhadoras na história

    Bola de Ouro do Futebol Feminino: veja a lista das 7 ganhadoras na história

    A rainha do futebol tem nome: Marta! No entanto, a brasileira eleita seis vezes como melhor jogadora do mundo pela FIFA ainda não teve seu nome na lista de ganhadores da Bola de Ouro Feminina.

    Leia também: veja as 7 categorias da Bola de Ouro 2025

    Isso acontece porque o troféu só passou a ser entregue às mulheres em 2018. Até então, o reconhecimento máximo vinha da entidade máxima do futebol, e foi justamente nesse cenário que a jogadora alagona construiu sua fama e legado no esporte.

    Leia também: todos os vencedores da Bola de Ouro Masculina

    Na temporada 2024/25, a jogadora espanhola Aitana Bonmatí foi eleita pela terceira vez consecutiva na cerimônia organizada pela revista France Football, no Théâtre du Châtelet, em Paris.

    Marta com os seis prêmio de melhor jogadora do mundo. Foto – Lucas Figueiredo/CBF

    Todas vencedores da Bola de Ouro Feminina

    O prêmio é o resultado de uma votação criteriosa. Um júri formado por jornalistas especializados de todo o mundo elege as melhores jogadoras da temporada. Cada umcvota em suas cinco favoritas, e a atleta que acumula mais pontos no ranking final é a vencedora.

    • 2018

    1ª – Ada Hegerberg (Noruega/Lyon)
    2ª – Pernille Harder (Dinamarca/Wolfsburg)
    3ª – Dzsenifer Marozsán (Alemanha/Lyon)

    • 2019

    1ª – Megan Rapinoe (Estados Unidos/Reign FC)
    2ª – Lucy Bronze (Inglaterra/Lyon)
    3ª – Alex Morgan (Estados Unidos/Orlando Pride)

    • 2021

    1ª – Alexia Putellas (Espanha/Barcelona)
    2ª – Jennifer Hermoso (Espanha/Barcelona)
    3ª – Sam Kerr (Austrália/Chelsea)

    • 2022

    1ª – Alexia Putellas (Espanha/Barcelona)
    2ª – Beth Mead (Inglaterra/Arsenal)
    3ª – Sam Kerr (Austrália/Chelsea)

    • 2023

    1ª – Aitana Bonmatí (Espanha/Barcelona)
    2ª – Sam Kerr (Austrália/Chelsea)
    3ª – Salma Paralluelo (Espanha/Barcelona)

    • 2024

    1ª – Aitana Bonmatí (Espanha/Barcelona)
    2ª – Caroline Graham Hansen (Noruega/Barcelona)
    3ª – Salma Paralluelo (Espanha/Barcelona)

    • 2025

    1ª – Aitana Bonmatí (Espanha/Barcelona)
    2ª – Mariona Caldentey (Arsenal/Espanha)
    3ª – Alessia Russo (Arsenal/Inglaterra)

  • Quais as 7 categorias da Bola de Ouro 2025? Troféu Kopa, Yashin e mais! Veja os prêmios

    Quais as 7 categorias da Bola de Ouro 2025? Troféu Kopa, Yashin e mais! Veja os prêmios

    A Bola de Ouro consagra os maiores talentos do futebol da temporada entre o segundo semestre de 2024 e o primeiro semestre de 2025, na categoria masculina e feminina.

    A 69ª edição da cerimônia, organizada pela renomada revista France Football, foi realizada na segunda-feira (22/09), no majestoso Théâtre du Châtelet, em Paris. O evento reúne a elite de atletas do mundo para premiar os que mais brilharam.

    Leia também: Vencedores da Bola de Ouro: De 1956 até 2025

    A lista de indicados estava repleta de craques de diferentes ligas e seleções, com a presença de jogadores brasileiros nas categorias.

    A premiação não se restringiu apenas ao prêmio de melhor jogador e melhor jogadora. Outras trófeus individuais importantes serão entregues, reconhecendo o talento em diversas posições.

    Ousmane Dembélé com a taça da Champions League 2024/25 – Foto: Instagram

    Todas as 7 categorias da Bola de Ouro 2025

    Para a análise, a organização considera o trabalho até a final do Mundial de Clubes (13 de julho) para a categoria masculina e a decisão da Copa América (2 de agosto) para a feminina.

    • Bola de Ouro: Melhor jogador e melhor jogadora da temporada.
    • Troféu Yashin: Condecora o melhor goleiro e a melhor goleira.
    • Troféu Kopa: Premia os melhores jogadores sub-21, no masculino e feminino.
    • Troféu Gerd Müller: Para o artilheiro do ano.
    • Troféu Cruyff: Reconhece o melhor treinador no futebol masculino e feminino.
    • Time do Ano: As seleções ideais masculinas e femininas da temporada.
    • Prêmio Sócrates: Homenageia atletas engajados em causas sociais.
  • Vencedores da Bola de Ouro: 1956 até 2025! Veja a lista dos 69 ganhadores na história

    Vencedores da Bola de Ouro: 1956 até 2025! Veja a lista dos 69 ganhadores na história

    A Bola de Ouro, premiação que elege o melhor jogador de futebol da temporada é anualmente realizada no Théâtre du Châtelet, em Paris, pela France Football e sempre agita o fãs do futebol.

    Na 69ª edição, Raphinha e Vinicius Júnior representaram a chance do Brasil voltar a ter um vencedor depois de mais de uma década, mas a expectiva pelo atacante do Barcelona não se concretizou.

    Leia também: Quais as 7 categorias da Bola de Ouro? Veja

    Ele terminou apenas na quinta colocação. Portanto, a última vez de um brasileiro em primeiro segue sendo com Kaká, em 2007. No entanto, muitos ainda consideram injusto o fato de Vinicius Júnior ter perdido o prêmio para o espanhol Rodri, na tempora passada.

    Kaká recebe a Bola de Ouro em 2007 — Foto: Divulgação/Ballon d’Or

    Apesar da expectativa dos torcedores brasileiros, a disputa é acirrada e conta com outros jogadores de destaque, como o francês Ousmane Dembélé, que conquistou a Champions League 2024/25 pelo PSG, e tem sido apontado como o favorito.

    Todos os 69 vencedores da Bola de Ouro

    A Argentina lidera o ranking de países com mais conquistas, totalizando oito troféus, todos pertencentes à Lionel Messi, o maior vencedor individual da história da categoria masculina.

    Leia também: todas as vencedoras da Bola de Ouro Feminina

    Logo atrás, com sete títulos cada, vêm Alemanha, Holanda e Portugal. O Brasil soma cinco conquistas: Ronaldo (1997 e 2002), Rivaldo (1999), Ronaldinho Gaúcho (2005) e Kaká (2007).

    O prêmio, historicamente dado a atacantes e meio-campistas, já teve exceções notáveis: o goleiro russo Lev Yashin em 1963, e o zagueiro italiano Fabio Cannavaro em 2006, provando que a excelência em qualquer posição pode ser reconhecida.

    • 1956 – Stanley Matthews (ING) – Blackpool
    • 1957 – Di Stéfano (ESP) – Real Madrid
    • 1958 – Raymond Kopa (FRA) – Real Madrid
    • 1959 – Di Stéfano (ESP) – Real Madrid
    • 1960 – Luis Suárez (ESP) – Barcelona
    • 1961 – Sivori (ITA) – Juventus
    • 1962 – Josef Masopust (TCH) – Dukla Praga
    • 1963 – Yashin (RUS) – Dínamo de Moscou
    • 1964 – Denis Law (ESC) – Manchester United
    • 1965 – Eusébio (POR) – Benfica
    • 1966 – Bobby Charlton (ING) – Manchester United
    • 1967 – Flórián Albert (HUN) – Ferencváros
    • 1968 – George Best (NIRL) – Manchester United
    • 1969 – Gianni Rivera (ITA) – Milan
    • 1970 – Gerd Müller (ALE) – Bayern de Munique
    • 1971 – Johan Cruijff (HOL) – Ajax
    • 1972 – Franz Beckenbauer (ALE) – Bayern de Munique
    • 1973 – Johan Cruijff (HOL) – Barcelona
    • 1974 – Johan Cruijff (HOL) – Barcelona
    • 1975 – Oleg Blokhin (UCR) – Dínamos de Kiev
    • 1976 – Beckenbauer (ALE) – Bayer de Munique
    • 1977 – Allan Simonsen (DIN) – Borussia Mönchengladbach
    • 1978 – Kevin Keegan (ING) – Hamburgo
    • 1979 – Kevin Keegan (ING) – Hamburgo
    • 1980 – Rummenigge (ALE) – Bayern de Munique
    • 1981 – Rummenigge (ALE) – Bayern de Munique
    • 1982 – Paolo Rossi (ITA) – Juventus
    • 1983 – Michel Platini (FRA) – Juventus
    • 1984 – Michel Platini (FRA) – Juventus
    • 1985 – Michel Platini (FRA) – Juventus
    • 1986 – Igor Belanov (UCR) – Dínamo de Kiev
    • 1987 – Ruud Gullit (HOL) – Milan
    • 1988 – Van Basten (HOL) – Milan
    • 1989 – Van Basten (HOL) – Milan
    • 1990 – Matthäus (ALE) – Inter de Milão
    • 1991 – Jean-Pierre Papin (FRA) – Olympique de Marseille
    • 1992 – Van Basten (HOL) – Milan
    • 1993 – Baggio (ITA) – Juventus
    • 1994 – Stoichkov (BUL) – Barcelona
    • 1995 – Weah (LIB) – Milan
    • 1996 – Sammer (ALE) – Borussia Dortmund
    • 1997 – Ronaldo (BRA) – Inter de Milão
    • 1998 – Zidane (FRA) – Juventus
    • 1999 – Rivaldo (BRA) – Barcelona
    • 2000 – Figo (POR) – Real Madrid
    • 2001 – Owen (ING) – Liverpool
    • 2002 – Ronaldo (BRA) – Real Madrid
    • 2003 – Nedved (TCH) – Juventus
    • 2004 – Shevchenko (UCR) – Milan
    • 2005 – Ronaldinho Gaúcho (BRA) – Barcelona
    • 2006 – Cannavaro (ITA) – Real Madrid
    • 2007 – Kaká (BRA) – Milan
    • 2008 – Cristiano Ronaldo (POR) – Manchester United
    • 2009 – Messi (ARG) – Barcelona
    • 2010 – Messi (ARG) – Barcelona
    • 2011 – Messi (ARG) – Barcelona
    • 2012 – Messi (ARG) – Barcelona
    • 2013 – Cristiano Ronaldo (POR) – Real Madrid
    • 2014 – Cristiano Ronaldo (POR) – Real Madrid
    • 2015 – Messi (ARG) – Barcelona
    • 2016 – Cristiano Ronaldo (POR) – Real Madrid
    • 2017 – Cristiano Ronaldo (POR) – Real Madrid
    • 2018 – Modric (CRO) – Real Madrid
    • 2019 – Messi (ARG) – Barcelona
    • 2020 – Não teve premiação
    • 2021 – Messi (ARG) – PSG
    • 2022 – Benzema (FRA) – Real Madrid
    • 2023 – Messi (ARG) – Inter Miami
    • 2024 – Rodri (ESP) – Manchester City
    • 2025 – Dembélé (FRA) – PSG
  • Torcida do Flamengo: a força que domina os estádios e as redes sociais

    Torcida do Flamengo: a força que domina os estádios e as redes sociais

    Se você acompanha futebol no Brasil, certamente já se perguntou por que a torcida do Flamengo parece estar em todos os lugares. Basta ligar a TV em um jogo no Maracanã, abrir o Instagram ou até acompanhar um clássico no Nordeste para ver o mar rubro‑negro. 

    Mas os números confirmam essa sensação? E o que torna a “Nação” tão diferente de outras torcidas? Neste artigo, vamos conversar sobre a dimensão da torcida do Flamengo, trazer dados de pesquisas e redes sociais, comentar a festa nos estádios e analisar o fenômeno cultural que é ser rubro‑negro.

    Torcida do Flamengo: uma das maiores do mundo

    Não é exagero afirmar que o Flamengo tem uma das maiores torcidas do planeta. Uma pesquisa divulgada em abril de 2025 pelo portal RIC, baseada em estudo da empresa TMTM20 Branding e Brazil Panels, apontou o Rubro‑Negro como líder disparado de torcedores no Brasil: 24,8 % dos entrevistados declararam torcer pelo clube

    Em segundo lugar aparece o Corinthians, com 19,4 %, seguido por Palmeiras (8,1 %) e São Paulo (5,2 %). Isso significa que, de cada quatro torcedores brasileiros, um é flamenguista.

    Ao ampliar a análise para o cenário mundial, a mesma reportagem indica que o Flamengo figura entre os clubes com maior base de fãs no planeta. O ranking liderado pelo Barcelona (58 milhões) coloca o clube carioca na segunda posição, com 42 milhões de torcedores.

    Esse dado coloca a “Nação” à frente de gigantes como Real Madrid e Manchester United, reforçando que o amor ao Rubro‑Negro ultrapassa as fronteiras do Brasil.

    Comparação com outras torcidas brasileiras

    Esses números ajudam a dimensionar a força da torcida do Flamengo, mas a diferença fica ainda mais clara ao observar rivais diretos. O Corinthians, segundo colocado no ranking nacional, reúne 19,4 % dos torcedores — aproximadamente cinco pontos percentuais abaixo do Mengão.

    Palmeiras e São Paulo, que completam o “G4” das maiores torcidas, juntos não alcançam a porcentagem rubro‑negra.

    A torcida do Mengão nas redes sociais: likes, seguidores e engajamento

    A presença digital do Flamengo é outro termômetro da popularidade do clube. Segundo um levantamento de julho de 2025 da Máquina do Esporte, baseado no ranking digital da Ibope Repucom, o Flamengo alcançou 22 milhões de seguidores no Instagram. 

    O estudo também destaca que, no mesmo mês, o Rubro‑Negro somou 435 mil novos seguidores na plataforma — um recorde impulsionado pela participação na Copa do Mundo de Clubes. Esse volume coloca o clube como o time com mais seguidores nas redes sociais fora da Europa, à frente de todas as demais equipes brasileiras.

    Número de seguidores do Flamengo

    Além do Instagram, a reportagem afirma que o Flamengo acumula 63 milhões de inscrições quando somadas todas as redes (Instagram, TikTok, YouTube e X). Só em junho de 2025, o clube conquistou 838 mil novos inscritos, reforçando a hegemonia digital.

    Por que tanta gente acompanha o Mengão online?

    A força nas redes reflete vários fatores. O time viveu anos vitoriosos desde 2019, conquistando Libertadores, Brasileiros e Copas do Brasil. A gestão de marketing investiu em conteúdo próprio, como séries no YouTube, bastidores no TikTok e posts interativos no X. 

    Além disso, a torcida do Flamengo é extremamente engajada; não é raro ver campanhas de enquetes e votações sendo dominadas pelo “#Mengo” em tendências mundiais.

    Lotando estádios: média de público da torcida flamenguista e festa nas arquibancadas

    Se no digital o Flamengo já é destaque, nos estádios a paixão rubro‑negra se expressa em decibéis. Um ranking publicado pelo site SrGoool, que analisa todas as divisões do Campeonato Brasileiro, mostra que o Flamengo disparou na média de público de 2025. 

    Após dez jogos como mandante, o clube registrava 53 721 torcedores pagantes por partidas. O Cruzeiro, segundo colocado, tinha média de 41 051 pessoas, seguido por Corinthians com 37 946.

    A diferença não é pequena: o Flamengo leva 12 670 fãs a mais por jogo que o segundo colocado. E vale lembrar que esse ranking inclui clubes de Séries A, B, C e D; mesmo assim, a “Nação” domina com folga. 

    O Maracanã vira um caldeirão em jogos decisivos, e a média de público do Mengão chega a ser o dobro ou o triplo de muitos rivais.

    A cultura do mosaico e as festas visuais

    Outro aspecto marcante da torcida do Flamengo são os mosaicos — painéis formados por milhares de cartolinas que transformam o Maracanã em uma obra de arte. Em agosto de 2025, nas oitavas da Libertadores contra o Internacional, os rubro‑negros montaram um mosaico que virou meme e assunto nas redes sociais. 

    O desenho com um botijão de gás e bombons chamou tanta atenção que gerou piadas e centenas de postagens. Essa brincadeira faz parte da criatividade e irreverência da torcida flamenguista, que se orgulha de cantar, agitar bandeiras e surpreender com mensagens gigantescas (seja para apoiar o time ou provocar rivais.)

    O que explica a torcida do Flamengo ser tão numerosa?

    O Flamengo nasceu em 1895 como um clube de regatas e rapidamente se transformou em um gigante do futebol. Conquistas históricas como o tricampeonato brasileiro de 1980‑1983, a Libertadores de 1981 e o Mundial Interclubes de 1981 moldaram gerações de torcedores. 

    Mais recentemente, o “tetracampeonato” do Brasileirão em 2019, 2020, 2022 e 2024 e a Libertadores de 2019 e 2022 reavivaram a paixão das novas gerações. Torcer pelo Flamengo é também torcer por histórias de craques como Zico, Romário, Adriano, Juan e, mais recentemente, Gabigol e Arrascaeta.

    Identidade cultural e presença nacional

    Mas os títulos não explicam tudo. A torcida do Flamengo é conhecida por sua identidade popular. Historicamente associado ao povo do Rio de Janeiro, o clube foi um dos primeiros a se popularizar em todo o Brasil graças às transmissões da TV na década de 1980. Para quem crescia no interior do Nordeste ou do Norte, ver o Flamengo em finais de campeonato era comum, enquanto times locais não apareciam.

    Além disso, a migração interna levou milhares de cariocas para outras regiões, espalhando a paixão rubro‑negra. Hoje o Flamengo tem torcidas organizadas em todos os estados do país e até em comunidades brasileiras na Europa, Japão e Estados Unidos. Quem já visitou estádios como Castelão (Fortaleza) ou Arena Pernambuco sabe que a camisa rubro‑negra é presença garantida mesmo em jogos de times locais.

    Carisma e marketing

    O carisma da torcida também é alimentado por uma boa dose de marketing. Nos últimos anos, o clube profissionalizou seu departamento de comunicação e investiu em canais oficiais, participação em séries de streaming e interação com influenciadores. As ações ajudam a construir uma narrativa de clube “do povo” que conversa diretamente com jovens torcedores. Não é incomum ver crianças no interior da Bahia ou do Acre com a camisa do Flamengo, repetindo bordões de narradores cariocas e gritando “Mengo!” com orgulho.

    Torcida Rubro-Negra no dia a dia: números de seguidores, mosaicos e recordes

    Para sintetizar alguns dados citados, vale reunir em tabela alguns números que destacam a força da torcida do Flamengo. Lembre‑se: valores podem variar conforme a fonte, mas a tendência é sempre de liderança.

    IndicadorNúmero / PorcentagemFonte
    Participação da torcida no Brasil24,8 % dos torcedores brasileiros torcem pelo FlamengoPesquisa TMTM20/Brazil Panels (2025)
    Número de torcedores no mundo42 milhões de fãs, atrás apenas do BarcelonaEstudo RIC (2025)
    Seguidores no Instagram22 milhões de inscritos em julho de 2025Ranking digital Ibope Repucom
    Total de inscritos nas redes sociais63 milhões de inscrições somadas em todas as redesMáquina do Esporte (2025)
    Média de público em casa (Brasileirão 2025)53 721 torcedores por jogoRanking SrGoool (2025)

    O Flamengo é a maior torcida do mundo?

    A comparação global sempre gera discussão. Os 42 milhões de torcedores atribuídos ao Flamengo o colocam atrás apenas do Barcelona em 2025. Times europeus como Real Madrid, Manchester United e Bayern de Munique aparecem logo depois. 

    Isso significa que, em termos absolutos, o Flamengo pode não ser “o maior do mundo”, mas sem dúvida está entre os gigantes. Quando se considera engajamento, presença em jogos e paixão, muitos acreditam que a torcida rubro‑negra é imbatível. 

    Afinal, quantas outras torcidas você conhece que fazem mosaicos engraçados com botijões de gás ou lotam estádios mesmo em jogos fora de casa?

    Conclusão: a força que continua crescendo

    A torcida do Flamengo é um fenômeno que combina tradição, conquistas e carisma popular. Com quase um quarto dos torcedores brasileiros declarando amor ao Mengão, 22 milhões de seguidores no Instagram e médias de público que deixam concorrentes para trás, a Nação rubro‑negra domina dentro e fora de campo. 

    Mas, mais do que números, o que encanta é a criatividade nas arquibancadas, os mosaicos coloridos, as músicas contagiosas e a sensação de pertencimento que une pessoas de diferentes regiões.

    Se você ainda não tinha ideia da dimensão dessa torcida, agora pode ter um panorama mais claro. E se você já faz parte da Nação, provavelmente terminou este artigo com um sorriso no rosto, lembrando de alguma festa inesquecível no Maracanã ou de uma brincadeira que viralizou nas redes. 

    Afinal, torcer pelo Flamengo é mais do que acompanhar um time de futebol: é fazer parte de uma das maiores manifestações culturais do Brasil.

  • Santos confirma nova lesão de Neymar; veja a gravidade e os jogos ausente na Série A

    Santos confirma nova lesão de Neymar; veja a gravidade e os jogos ausente na Série A

    Os torcedores do Santos tiveram uma péssimo notícia na sexta-feira (19/09): Neymar está mais uma vez lesionado. O craque, que sentia dores durante a semana, teve lesão no músculo reto femoral da coxa direita confirmada pelo Departamento Médico.

    De acordo com a nota oficial do clube paulista, o jogador iniciou tratamento intensivo no Centro de Excelência em Prevenção e Recuperação de Atletas de Futebol (CEPRAF), imediatamente.

    Este é o terceiro problema no músculo só na atual temporada.

    • Lesão na coxa 17/04/2025 a 21/05/2025 – 35 dias
    • Lesão na coxa – 04/03/2025 a 12/04/2025 – 40 dias

    Neymar lesão: tempo de recuperação

    A prioridade agora é garantir a recuperação completa do camisa 10 para que ele retorne 100% fisicamente e em plena forma física.

    Se for um estiramento leve (Grau I) pode levar de 1 a 2 semanas, uma ruptura incompleta (Grau II) de 4 a 6 semanas e uma ruptura completa (Grau III) pode levar 2 a 3 meses ou mais. O alvinegro optou por não revelou o prazo de recuperação do atacante.

    Quem vai substituir Neymar?

    A ausência do principal jogador levanta questionamentos sobre como o técnico Juan Plabo Vojvoda se preparará para os próximos jogos do Brasileirão Série A. O Peixe briga contra o rebaixamento.

    Com a baixa, o treinador pode apostar em Victor Hugo. Ele deve formar uma dupla de armação com o argentino Rollheiser, que retorna contra o São Paulo após cumprir suspensão automática.

    Próximos jogos do Santos na Série A 2025:

    O clube da Vila Belmiro tem uma sequência de jogos desafiadora pela frente na Série A. Depois do clássico, enfrentará o Reb Bull Bragantino no dia 28 de setembro e o Grêmio em 01 de outubro.

    • 21/09 – 20h30 – São Paulo
    • 28/09 – 18h30 – Red Bull Bragantino
    • 01/10 – 21h30 – Grêmio

    Neymar em treino do Santos no CT Rei Pelé. Raul Baretta/Santos

  • Camisa 12: a história da torcida colorada que marcou gerações

    Camisa 12: a história da torcida colorada que marcou gerações

    Uma jornada de amor incondicional, lutas e lealdade que transformou torcedores em protagonistas da história colorada.

    A torcida não entra em campo para defender seu clube do coração, mas empurra e apoia o Internacional como se fosse o 12º jogador. Mesmo com os gritos do técnico à beira do campo, o som que ecoa dentro do Beira-Rio, são as vozes dos torcedores que nunca se calam.

    Por este motivo, o Portal Camisa 12 faz questão de contar a história do seu “xará”, que é o coração do Internacional, a Camisa 12, torcida organizada que é famosa por ser alma das arquibancadas.

    História

    Fundada no dia 12 de outubro de 1969, por Vicente Rao, Hernani Becker, Jorge Birolho e Victor Tavares, colorados apaixonados que decidiram dar vida a alma do Internacional nas arquibancadas, a torcida organizada Camisa 12, que se tornaria o sinônimo de raça e paixão incondicional pelo colorado.

    Desde sua criação, esteve presente constantemente nas arquibancadas do Beira-Rio, onde inicialmente ocupava a parte superior do estádio, e desde 1994, atua na parte inferior, vibrando a cada ataque, cada desarme e a cada gota de suor derramada para defender esse clube.

    Mas qual o significado do nome “Camisa 12”?

    A definição traz uma história especial. O número 12 foi aposentado pela diretoria colorada em homenagem à sua torcida, seu “jogador extra” que exerce um papel fundamental nas arquibancadas.

    Nenhum jogador colorado utiliza a camisa 12, pois ela pertence a torcida. Aproveitando-se dessa homenagem, esse grupo de amigos decidiu fundar a primeira organizada do Sul do Brasil e ao longo dos anos, sendo reconhecida como uma das melhores do Rio Grande do Sul, por conta do seu apoio incondicional, mesmo em momentos turbulentos.

    Sempre cheia de inovações, a Camisa 12 foi a pioneira em comemorações com mosaicos, charangas e coreografias, fazendo a festa em cada jogo e em cada treino aberto ao público. Principal identidade da organizada, a faixa estendida no alambrado e a bateria sempre ativa, demonstra que seu amor pelo clube se estende por qualquer resultado, não importando se é vitória ou derrota.

    Fora das paredes do Beira-Rio

    Com uma trajetória vencedora, a Camisa 12 vai muito além de uma torcida organizada. Seus componentes participam ativamente de eventos institucionais, campanhas sociais, ações sociais do clube e até em festividades da aliança nomeada como “União Punho Cruzado”, que atua como apoio em conjunto com a Independente do São Paulo, a Jovem Fla do Flamengo, a Máfia Azul do Cruzeiro e a Torcida Jovem do Sport.

    Reflexo do torcedor apaixonado, a agremiação de adeptos possui a solidariedade como sua marca registrada, como foi vista durante a pandemia, quando a torcida se mobilizou para arrecadar alimentos e materiais de higiene para distribuir entre as famílias carentes da região, conseguindo assegurar mais de duas toneladas em menos de 10 dias de trabalho.

    Além desta campanha em específico, a Camisa 12 participa de iniciativa com forte impacto social, como doação de ovos de Páscoa e brinquedos para crianças afetadas pelas enchentes. Doaram sangue no hemocentro local, quando seus estoques estavam em estado crítico, além das constantes realizações do Sopão Solidário Colorado e a carreata anual do Papai Noel.

    Todo amor ao Inter é refletido para outras ações, muitas vezes bem longe das arquibancadas do Beira-Rio, templo sagrado dos colorados. O papel ativo na comunidade, demonstra que a Camisa 12 vai muito além da organizada, sendo o coração
    do clube fora das quatro linhas.

    Problemas extracampo

    Sendo uma instituição respeitada e de glórias, a Camisa 12 também coleciona momentos ruins em sua história. Desde atos de vandalismos a confrontos com policiais, a organizada chegou a ser suspensa de adentrar no estádio colorado, além da proibição de qualquer artefato seu em dia de jogos.

    Além de problemas externos, a Camisa 12 enfrentou desafios internos, como a tentativa de golpe, em 2023. Membros da diretoria denunciaram que integrantes descontentes divulgaram documentos falsos sem seguir os procedimentos estatutários.

    Como qualquer relação, episódios dificultosos revelam a parte obscura da paixão colorada, mas que precisa ser citada por fazer parte de sua história. A Camisa 12 é o retrato do torcedor raiz, expressando todo seu amor e por muitas vezes, uma revolta que arrepia.

    Uma história escrita com um amor incondicional, rachaduras na relação e reconciliações, a Camisa 12 do Internacional segue seu lema durante todos esses anos: “Ontem, Hoje e Sempre”.

    Com mais de meio século de existência, a organizada segue sendo a voz que sobressai dentro de um Beira-Rio lotado. Entre bandeirões erguidos orgulhosamente nas arquibancadas e cânticos de superação, a Camisa 12 segue sendo a responsável por representar milhões de torcedores que carregam o escudo o time no peito.

  • Ultras do Real Madrid: como o apelido ‘Vikings’ nasceu da dominação europeia dos anos 60

    Ultras do Real Madrid: como o apelido ‘Vikings’ nasceu da dominação europeia dos anos 60

    Se você é madridista de verdade, já deve ter ouvido falar que a torcida Ultras Real Madrid carrega o apelido de “Vikings”. Mas já parou para pensar de onde vem essa história? Pois é, não foi da Netflix, nem de moda passageira. Esse apelido nasceu de um período em que o Real Madrid não só jogava futebol… ele conquistava a Europa como se fosse dono do continente.

    A equipe do Portal Camisa12 foi atrás dessa origem e vai te contar como os Ultras Real Madrid se conectaram com a ideia de serem os “vikings do futebol”. Spoiler: envolve goleadas históricas, invasões em campos rivais e até contratações que reforçaram essa identidade.

    Embarque nessa história com a gente!

    O que significa ser Ultra no futebol

    Antes de entrar na história do apelido, bora entender o que é ser Ultra. E não, não é só gritar “Hala Madrid” no sofá de casa.

    Ser Ultra é estar no estádio do primeiro ao último minuto. É cantar quando o time tá goleando e, principalmente, quando o time tá sofrendo. É levantar bandeira, puxar coreografia e transformar um jogo comum num espetáculo de arquibancada.

    No Real Madrid, esse espírito ficou famoso com o grupo Ultras Sur, que dominou o Bernabéu nos anos 80 e 90. Só que aí tem um porém: junto com a festa, também vieram polêmicas, brigas e ideologias radicais que acabaram afastando o clube deles. Hoje, a vibe Ultra continua na Grada Fans, mas de um jeito mais controlado, sem perder a essência de empurrar o time.

    Origem do apelido ‘Vikings’ no Real Madrid

    Agora sim, vamos para a parte boa. Por que raios o Real Madrid ganhou esse apelido de “Vikings”?

    A década de 60: quando o Real invadia a Europa 

    Imagina você estar em Glasgow em 1960. Final da Taça dos Campeões. Real Madrid contra Eintracht Frankfurt. Placar final: 7 a 3. Sete gols. Quem viu aquilo não esqueceu jamais.

    Foi nesse cenário que a imprensa inglesa soltou a comparação: o Real Madrid jogava como verdadeiros vikings. Entravam em campo como se fosse uma invasão, conquistando territórios e deixando rivais sem chão. E convenhamos… faz todo sentido.

    Os reforços nórdicos que reforçaram a lenda 

    A coisa não parou nos anos 60. Na década de 70, o Real trouxe jogadores que tinham tudo a ver com essa imagem de guerreiros do norte: Günter Netzer, Paul Breitner, Uli Stielike e Henning Jensen.

    Altos, fortes, com aquele estilo germânico/nórdico, eles pareciam saídos direto de uma saga viking. Aí não teve jeito: o apelido colou de vez, tanto dentro quanto fora da Espanha.

    Vikings e a identidade dos Ultras Real Madrid

    A torcida comprou a ideia e transformou o apelido em identidade. Grupos como o Orgullo Vikingo nasceram justamente para carregar esse símbolo. E se você já foi ao Bernabéu, sabe que a festa é coisa séria: bandeiras com dragões, gritos de guerra e uma atmosfera que faz qualquer rival se sentir “invadido” dentro de campo.

    Para os Ultras Real Madrid, ser chamado de Viking não é só questão de história. É sobre atitude: estar pronto para apoiar sempre, encarar qualquer rival e manter a fama do clube como o verdadeiro Rei da Europa.

    Cultura madridista além dos Ultras

    Claro que a torcida do Real não se resume aos Ultras. A identidade madridista tem vários símbolos que carregam a tradição do clube. Vamos relembrar alguns:

    • Madridista: qualquer torcedor do Real Madrid.
    • Hala Madrid!… y nada más: o hino que arrepia a arquibancada inteira.
    • Los Blancos: referência ao uniforme branco que virou marca registrada.
    • Rey de Europa: título que ninguém tira, afinal, são 15 Champions na conta.

    E aí entra também o apelido “Vikings”, que completa esse pacote e mostra como o Real é visto: não apenas como um time, mas como uma lenda que atravessa gerações.

    O que restou dos Ultras hoje

    Madrid. A Grada Fans manteve a chama acesa, com cantos e coreografias que seguem empurrando o time em grandes noites europeias.

    Ou seja: o espírito viking continua ali, vivo, pronto para lembrar que, quando o Real entra em campo, não tem meio-termo. É conquistar ou conquistar.

    FAQs sobre Ultras Real Madrid e o apelido Vikings

    1. Quem são os Ultras Real Madrid?

    São torcedores organizados que apoiam o clube com cantos, bandeiras e coreografias, especialmente no Santiago Bernabéu.

    2. O clube reconhece oficialmente esses grupos?

    Não. Depois de anos de polêmicas com o Ultras Sur, o Real passou a apoiar apenas setores organizados mais controlados, como a Grada Fans.

    3. Por que a torcida do Real Madrid é chamada de Vikings?

    Porque nos anos 60 o time dominava a Europa como uma invasão, e depois recebeu jogadores nórdicos que reforçaram o apelido.

    4. O apelido Vikings tem ligação com violência?

    Não. Ele surgiu pela força do Real em campo, não por causa do comportamento da torcida.

    5. Existem grupos que usam esse apelido oficialmente?

    Sim. O Orgullo Vikingo é um exemplo de torcida que assumiu essa identidade.

    Conclusão

    No fim das contas, o apelido “Vikings” é um símbolo perfeito do que o Real Madrid representa: conquista, força e dominação europeia. Ele nasceu dos anos dourados do clube, ganhou força com jogadores nórdicos e hoje faz parte do DNA da torcida Ultras Real Madrid.

    A equipe do Portal Camisa12 trouxe essa história porque acredita que futebol é muito mais do que gols. É cultura, é identidade, é arquibancada. E se você é madridista, já sabe: vestir essa camisa é carregar um legado que ninguém tira.

  • Fim da Data Fifa? Entenda as mudanças no calendário do futebol a partir de 2026

    Fim da Data Fifa? Entenda as mudanças no calendário do futebol a partir de 2026

    A Data FIFA sempre gerou debate entre os amantes do futebol. Enquanto alguns comemoram a chance de ver suas seleções em campo, outros lamentam a ausência dos grandes jogos de clubes.

    Agora, a entidade anuncia uma mudança significativa que promete transformar o calendário do futebol a partir de 2026.

    As novas regras, que seguirão até 2030, incluem uma janela de jogos mais longa em setembro e outubro e uma única interrupção para seleções, onde podem disputar até quatro partidas.

    Gianni Infantino, presidente da FIFA, com a taça da Copa do Mundo. Reprodução/Instagram

    O que muda na Data FIFA na prática?

    A principal alteração afeta o continente europeu, pois a primeira paralisação da temporada, que atualmente ocorre em setembro, passará a ser adiada para o mês seguinte. Isso significa que os torcedores terão mais tempo para acompanhar seus clubes.

    Nos demais períodos reservados para jogos de seleções, o formato tradicional será mantido, com um limite de dois compromissos por equipe nacional em uma semana.

    Os períodos incluem as próximas duas Copas do Mundo, duas Copas América e os amistosos. Os clubes continuarão obrigados a liberar seus jogadores para as respectivas seleções.

    2025

    • 10 a 18 de novembro — Amistosos
    • 17 a 25 de março — Eliminatórias
    • 2 a 10 de junho — Eliminatórias
    • 1 a 9 de setembro — Eliminatórias
    • 6 a 14 de outubro — Amistosos

    2026

    • 23 a 31 de março — Amistosos
    • 1 a 9 de junho — Amistosos
    • junho/julho — Copa do Mundo
    • 21 de setembro a 6 de outubro
    • 9 a 17 de novembro

    2027

    • 22 a 30 de março
    • 7 a 15 de junho
    • 20 de setembro a 5 de outubro
    • 8 a 16 de novembro

    2028

    • 20 a 28 de março
    • 29 de maio a 6 de junho
    • junho/julho — Copa América e Eurocopa
    • 18 de setembro a 3 de outubro
    • 13 a 21 de novembro

    2029

    • 19 a 27 de março
    • 4 a 12 de junho
    • 29 de setembro a 9 de outubro
    • 12 a 20 de novembro

    2030

    • 18 a 26 de março
    • 3 a 11 de junho
    • junho/julho — Copa do Mundo
    • 23 de setembro a 8 de outubro
    • 11 a 19 de novembro
  • Palmeiras: Abel Ferreira nunca perdeu para times argentinos fora de casa; veja os números

    Palmeiras: Abel Ferreira nunca perdeu para times argentinos fora de casa; veja os números

    O Palmeiras derrotou o River Plate por 2 a 1 nas quartas de final da Libertadores 2025. A primeira partida aconteceu na quarta-feira (17/09), no Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, na Argentina.

    Os gols foram feitos por Gustavo Gómez e Vitor Roque. O duelo de volta será no dia 24 de setembro, no Allianz Parque, em São Paulo.

    Pelo regulamento, O Verdão pode empatar que avança para a semifinal. O advserário na próxima fase será São Paulo ou LDU.

    O resultado amplicou um retrospecto curioso sobre o técnico Abel Ferreira: o treinador português nunca perdeu uma partida para times argentinos, como visitante, nesta competição internacional.

    Jogos de Abel Ferreira pelo Palmeiras na Argentina

    Desde que chegou ao Verdão, em 2020, o comandante acumula cinco partidas em território argentino de invencibilidade. Um dos confrontos, inclusive foi fundamental para o alviverde chegar na final do torneio pelo saldo de gols – e conquistar o bicampeonato.

    • 2021 – 3 a 0 diante do River Plate, na semifinal de 2020.
    • 2021 – 2 a 1 sobre o Defensa y Justicia, na fase de grupos.
    • 2023 – 0 a 0 com o Boca Juniors, na semifinal.
    • 2024 – 1 a 1 contra o San Lorenzo, na fase de grupos.
    • 2025 – 2 a 1 frente ao River Plate, nas quartas de final.
    Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, orienta os jogadores. Cesar Greco/Palmeiras