O Grêmio deu um passo importante na tentativa de anular os cartões amarelos do zagueiro Kannemann e lateral Marlon na derrota por 1 a 0 para o Red Bull Bragantino, em jogo disputado no sábado (04/10), pela 27ª rodada do Brasileirão Série A 2025.
A Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) acatou, na terça-feira (07/10), a tese apresentada pelo clube, que pede a suspensão dos efeitos das penalidades em caráter liminar.
Decisão depende do presidente do STJD
Com o parecer favorável, a decisão final agora depende apenas do presidente do STJD, que pode se manifestar a qualquer momento.
Segundo nota oficial divulgada pelo clube gaúcho, esta é a primeira vez que o Tribunal acolhe um pedido desse tipo. Porntanto, o que torna o caso inédito no futebol brasileiro.
O Departamento Jurídico do Grêmio conquistou agora à noite um resultado inédito e histórico no cenário do futebol brasileiro. Pela primeira vez a Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva acatou a tese do Clube e está pedindo ao STJD a suspensão dos efeitos dos… pic.twitter.com/IMEdH8Ss2M
Kannemann e Marlon podem ser liberados para o próximo jogo
O pedido solicita a anulação apenas das consequências dos cartões, permitindo que Kannemann (expulso) e Marlon (terceiro amarelo)atuem na próxima rodada contra São Paulo.
16/10 – 19h – Grêmio x São Paulo – Série A 2025
Caso o pedido seja aceito, as punições ficariam sem efeito jurídico, mas Marlon continuaria pendurado, para não ser beneficiado indevidamente em relação aos demais cartões.
Marlon, lateral e capitão do Grêmio – Foto: Lucas Uebel/Grêmio
O nome de Gerson voltou a ser associado ao Palmeiras. Em setembro, os torcedores do Verdão chegaram a sugerir uma troca envolvendo o meia, após o Zenit-RUS demonstrar interesse na contratação de Riquelme, jovem atacante da base alviverde.
Agora, a especulação ganhou força após o jornalista Felipe Facincani afirmar que o clube paulista teria aberto conversas com representantes do ex-jogador do Flamengo para 2026.
Gerson quando atuava pelo Flamengo – Foto: Instagram/Gerson
Passagem frustrada de Gerson pelo Zenit
A passagem do volante vem sendo marcada por críticas internas. Ele sofreu uma lesão e não entra em campo desde 23 de agosto.
A diretoria e parte da imprensa da Rússia o classificaram como “lento e pouco intenso”, o que quase resultou na frustrada transferência para o Al Ittihad, da Arábia Saudita — negócio que acabou não se concretizando por falta de vaga para estrangeiros.
Interesse do Palmeiras em Wendel
No entanto, segundo jorge Nicola, tanto o Palmeiras quanto o staff de Gerson negam qualquer negociação. Pessoas próximas à diretoria do Verdão lembram que o Zenit pagou 25 milhões de euros — valor considerado inviável para um atleta de 28 anos
O jogador que a equipe teria tentado, com oferta oficial, foi o Wendel, revelou uma fonte ligada ao estafe do atleta.
A equipe russa fez uma pedida de 20 milhões de euros por Wendel, o que travou o avanço das conversas. O meio-campista tem prestígio dentro do elenco, ao contrário de Gerson.
O público do Portal Camisa12 não me conhece. Mas eu trabalhei anos num dos maiores jornais em Portugal. As principais competições em que eu trabalhava eram a primeira e segunda liga portuguesa, além da Champions, Liga Europa, etc.
Com a mudança de emprego passei a acompanhar divisões inferiores. A terceira, quarta e até a distrital. Para o brasileiro entender, as divisões distritais em Portugal são amadoras, divididas por distritos (aí, talvez em Estados). E fiquei surpreendido.
Os clubes que competem nestas divisões inferiores em Portugal são pequenos, muito pequenos. Podem ter boas estruturas, serem organizados e muitos deles têm milhares de adeptos, mas são pequenos.
Confesso que sempre os desvalorizei, nunca quis bem saber. Mas quando comecei a acompanhar de perto, percebi porquê há tanto amor. O clube não representa só 11 jogadores em campo, mas sim uma vila, cidade ou simples terra inteira. Criam identificação com a população e nada mais importa do que “o clube da tua cidade” vencer.
Em Portugal, é o Benfica, FC Porto ou Sporting que dominam a grande maioria da população, então sair dessa bolha e experienciar o sentimento que outras populações têm por clubes menores, é satisfatório.
AD Marco 09 – 2023
Nos clubes grandes há uma divisão. As pessoas juntam-se, mas em pequenos grupos, porque se conhecem. Nos clubes da terceira ou quarta divisão, as pessoas juntam-se porque são da mesma terra ou da mesma cidade. Estão interligadas por algo maior, não só pela circunstância.
Se reúnem famílias, grupos, crianças, idosos, todos a conviver, a falar da vida, do futebol, de como foi ou vai ser a semana de trabalho. Acima de tudo, sente-se o companheirismo, a amizade, o amor partilhado por umas cores de um emblema.
Depois de ter estado lado a lado nas principais competições internacionais e portuguesas, e agora descer nas divisões, sinto-me mais próximo ao futebol, às pessoas, àquilo que é a gênese da competição, ao invés do grande mediatismo e, por vezes, circo que se cria à volta do desporto.
Ganhei gosto por me sentar em bancadas de pedra, ao sol, ainda com restos da chuva da noite anterior. Por pessoas simples, que pouco cantam, mas estão no estádio todas as semanas. Pelas crianças a correr e os pais a assistir ao jogo. Por aquele insulto engraçado e fora do comum ao árbitro ou ao jogador.
Não consigo contabilizar as vezes que, nas últimas semanas, ouvi: “oh burro!”, mas sei que me ri muito, respeitosamente para com os árbitros, claro. Faz parte.
Estes dias entrevistei dois senhores, um com 85 anos e um com perto de 90. Desde os 6 ou 7 anos que acompanhavam o clube em questão, da quarta divisão portuguesa. Foram jogadores, diretores e, acima de tudo, adeptos. Todas as semanas naquele estádio.
Isto é uma vida dedicada a um clube. Perguntei a eles como se explicava ter tanto amor por um clube de futebol passadas tantas décadas, mas sinceramente nem queria uma resposta.
Há sentimentos que não têm de ser explicados ou não têm explicação, mesmo. De qualquer forma, deixo o leitor com a resposta do visado senhor: “é uma doença que não é fácil de curar”.
A renovação de contrato de Abel Ferreira com o Palmeiras inclui bônus milionários por conquistas em 2026. Atualmente, o técnico do Verdão recebe cerca de R$ 3 milhões mensais, o que o coloca entre os treinadores mais bem pagos da América do Sul.
De acordo com a apuração do jornalista Jorge Nicola, do Arena SBT, o técnico português deve receber até R$ 108 milhões em prêmios se conquistar a Libertadores e o Brasileirão na próxima temporada, que são as duas principais metas do clube.
Ainda segundo Nicola, o acordo prevê um bônus equivalente a 20 salários (cerca de R$ 60 milhões) em caso de título da principal competição internacional de clubes do continente e 16 salários (R$ 48 milhões) pela taça do torneio do futebol brasileiro.
Cerca de R$ 60 milhões – Libertadores
R$ 48 milhões – Brasileirão Série A
Abel Ferreira orienta jogadores do Palmeiras – Foto: Cesar Greco/Palmeiras
Palmeiras e Abel devem renovar até 2027
O atual vínculo vai até dezembro de 2025. Em entrevista dada à TV Globo, a presidente Leila Pereira confirmou o desejo de estender o contrato até 2027, mas sem incluir a multa rescisória.
A dirigente reforçou que o objetivo é manter o profissional “feliz e comprometido com o projeto”, que acumula troféus desde 2020. Até o momento, são 10 conquista pelo time alviverde.
Ser corinthiano não é apenas torcer por um time de futebol: é ser um fiel torcedor e que tem uma paixão intensa por fazer parte de uma família de torcedores incrivelmente leais. Não é à toa que a torcida do Corinthians ganhou o apelido de Fiel.
Pensando em retribuir e fortalecer essa conexão, o clube criou o programa Fiel Torcedor, uma iniciativa de sócio-torcedor que traz vantagens exclusivas e aproxima ainda mais o bando de loucos do seu time do coração.
Aqui no Portal Camisa12 a gente traz tudo sobre o Fiel Torcedor: ingressos, como se tornar sócio, cancelamento e muito mais.
O que é o programa Fiel Torcedor?
O Fiel Torcedor é o programa oficial de sócio-torcedor do Sport Club Corinthians Paulista. Criado para estreitar os laços entre clube e torcida, ele permite ao torcedor se tornar um membro ativo da nação corinthiana, obtendo diversos benefícios em troca de uma contribuição mensal ou anual.
Ao aderir, você ganha um cartão de sócio-torcedor e passa a usufruir de vantagens que transformam a experiência de acompanhar o Timão.
Como surgiu o apelido de Fiel que leva o nome do sócio-torcedorl
Uma curiosidade: o nome Fiel Torcedor não foi escolhido por acaso. Fiel é uma referência direta à torcida corinthiana, conhecida como a Fiel pela sua lealdade histórica.
Mesmo durante anos de jejum de títulos nas décadas de 40 e 50, os corinthianos nunca abandonaram o time, consolidando o apelido Fiel Torcida.
Assim, ser um Fiel Torcedor é mais do que assinar um plano; é incorporar essa tradição de fidelidade ao Corinthians.
A força da fiel torcida do Corinthians
Se o Corinthians é reconhecido mundialmente, muito se deve à força da sua torcida. Hoje, estima-se que haja cerca de 41 milhões de corinthianos espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Um exército alvinegro que empurra o time em qualquer circunstância.
Essa massa apaixonada protagonizou momentos ímpares na história do futebol, como a Invasão Corinthiana de 1976, quando mais de 70 mil torcedores viajaram ao Maracanã para apoiar o Timão em uma semifinal.
Não é à toa que o famoso coro “Aqui tem um bando de loucos” ecoa nas arquibancadas – a torcida corinthiana realmente faz jus à fama.
Toda essa paixão reflete no programa Fiel Torcedor. Ao se associar, o torcedor não só garante vantagens para si, mas também contribui financeiramente para o clube que ama.
É um relacionamento ganha-ganha: o Corinthians se fortalece com a receita e apoio da torcida, enquanto o sócio vive experiências ainda mais próximas do time.
Benefícios de ser um Fiel Torcedor
Por que vale a pena aderir ao Fiel Torcedor? Os benefícios fazem os olhos de qualquer corinthiano brilharem. O principal destaque é a prioridade e descontos na compra de ingressos para jogos em que o Corinthians é mandante.
Ou seja, como sócio-torcedor do Corinthians você pode comprar ingresso antes do público geral e ainda pagar mais barato (em planos superiores, o desconto chega a 20%).
Além dos ingressos, os membros do programa têm acesso a conteúdos e experiências exclusivas. Isso inclui notícias do clube em primeira mão, participação em promoções, sorteios e até eventos especiais no CT ou na Neo Química Arena.
Em alguns planos, é possível até cadastrar dependentes (familiares) para que eles também aproveitem os descontos.
Também existe um clube de vantagens com descontos em produtos oficiais e serviços de parceiros do Timão.
Em resumo, ser um Fiel Torcedor permite viver o Corinthians de forma mais intensa e imersiva, cercado de vantagens exclusivas por sua lealdade.
Outro ponto importante: ao pagar um plano de sócio-torcedor, você também está investindo no clube. A receita gerada ajuda em melhorias na estrutura e na competitividade do Corinthians.
Não por acaso, em 2024 o programa atingiu cerca de 43 mil sócios-torcedores ativos, mostrando a força da Fiel contribuindo diretamente para o sucesso do Timão dentro e fora de campo.
Planos do Fiel Torcedor: opções e valores
O Fiel Torcedor conta com cinco planos principais, pensados para atender diferentes perfis de torcedores, desde aquele que mora longe até o fanático que vai a todos os jogos na Neo Química Arena.
Os valores variam de R$ 14,90 mensais nos planos básicos até faixas bem mais altas nos planos premium. Confira abaixo cada plano em resumo:
Fiel Digital – R$ 14,90 por mês. Plano 100% online: o torcedor tem acesso a conteúdo digital exclusivo do Corinthians, mas não inclui desconto em ingressos.
Minha Vida – R$ 24,90 por mês (ou R$ 250,00 anuais). Oferece 20% de desconto em ingressos para o setor Leste da Neo Química Arena. Permite adicionar até 3 dependentes (cada um por R$ 13,90/mês).
Minha História – R$ 60,00 por mês (ou R$ 660,00 anuais). Garante 20% de desconto em ingressos nos setores Leste, Oeste Inferior e Oeste Superior do estádio. Também permite até 3 dependentes (R$ 55,00/mês cada).
Meu Amor – R$ 300,00 por mês (ou R$ 3.600 anuais). Plano premium com 20% de desconto nos ingressos do setor Oeste da Arena. Cada dependente adicional (até 3) custa R$ 250,00/mês.
Minha Cadeira – a partir de R$ 700,00 por mês (R$ 7.980 anuais) na categoria Lateral, ou R$ 875,00 por mês (R$ 9.975 anuais) na categoria Central. É o plano mais exclusivo, que garante seu assento fixo na Neo Química Arena em todos os jogos do Corinthians como mandante, com prioridade máxima na compra de ingressos.
Como se tornar um Fiel Torcedor
Ficou interessado em fazer parte do programa? Tornar-se um Fiel Torcedor é fácil e pode ser feito online em poucos minutos. Siga os passos:
Acesse o site oficial (fieltorcedor.com.br) e clique em “Seja um Fiel Torcedor” para ver os planos.
Cadastre-se com seus dados pessoais (nome, documento, contato etc.).
Escolha o plano desejado de acordo com seu perfil e finalize a assinatura (mensal ou anual).
Finalize o pagamento. Assim que o pagamento for confirmado, seu plano será ativado e você já poderá aproveitar os benefícios do Fiel Torcedor.
Pronto! Agora você é oficialmente um sócio torcedor do Timão e já pode usufruir das vantagens.
Em caso de dúvidas, o programa oferece atendimento pelo telefone, WhatsApp e até presencial na sede do clube.
Como cancelar o Fiel Torcedor
Caso você precise cancelar sua assinatura do Fiel Torcedor, é necessário solicitar o desligamento pelos canais de atendimento do clube.
Não há uma opção de cancelamento direto pelo site, então você deve enviar um e-mail para cancelamento@fieltorcedor.com.br com seus dados e o pedido de cancelamento.
Outra alternativa é ligar para o atendimento (11 3152-4000) em horário comercial ou se dirigir ao posto de atendimento presencial em São Paulo.
Importante: após cancelar, você perde todo o histórico de pontos e prioridades acumulados até então. Ou seja, se no futuro voltar ao programa, começará do zero em termos de pontuação e antiguidade. Por isso, avalie bem antes de cancelar sua associação.
Perguntas frequentes sobre o Fiel Torcedor
Confira abaixo algumas das principais dúvidas sobre o programa:
Como se tornar um Fiel Torcedor do Corinthians?
Basta acessar o site oficial do programa, realizar o cadastro e escolher um dos planos. Em poucos minutos, após o pagamento confirmado, você já estará com a adesão ativa e apto a usufruir dos benefícios.
Como cancelar o Fiel Torcedor?
Não é possível cancelar diretamente pelo site. Você deve solicitar o cancelamento pelos canais de atendimento do clube, enviando um e-mail para cancelamento@fieltorcedor.com.br ou ligando no telefone de suporte.
O Fiel Torcedor oferece desconto em ingressos?
Sim. Dependendo do plano escolhido, o sócio-torcedor tem direito a até 20% de desconto no valor dos ingressos para jogos do Corinthians, além de poder comprar entradas antes do público geral. Nenhum plano, porém, inclui ingresso gratuito.
O Grêmio pedirá à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) a anulação dos cartões amarelos recebidos por Kannemann e Marlon durante a derrota por 1 a 0 para o Red Bull Bragantino, no último sábado (04/10), pela 27ª rodada do Brasileirão Série A2025.
Segundo apuração do ge, o clube formalizará o pedido de exclusão dos cartões presencialmente e por requerimento oficial à CBF.
Dirigentes se revezarão nas reuniões
A delegação será composta pelo presidente Alberto Guerra, o vice-presidente de futebol Alexandre Rossato, o diretor Guto Peixoto e o coordenador técnico Luiz Felipe Scolari (Felipão).
Eles se revezarão em reuniões na CBF ao longo dos próximos dias, buscando cobranças e explicações formais sobre os equívocos.
O pedido faz parte da insatisfação gremista com os erros de arbitragem na partida, que já resultaram no afastamento do árbitro Ilbert Estevam da Silva pela entidade máxima do futebol brasileiro.
CBF afasta árbitros após erros em dois jogos da rodada
No domingo (05/10), a CBF informou o afastamento do árbitro Lucas Casagrande e do VAR Gilberto Rodrigues Castro Junior, responsáveis pela condução de Grêmio x Red Bull Bragantino.
A medida também foi aplicada a Ramon Abatti Abel e Ilbert Estevam da Silva, que apitaram o clássico Palmeiras x São Paulo.
Disputa de bola em Grêmio x RB Bragantino – Foto: Lucas Uebel/Grêmio
O Flamengo deu um passo importante para renovar o contrato de Giorgian De Arrascaeta, segundo apuração do Ge e da ESPN.
As conversas, que haviam esfriado no primeiro semestre, foram retomadas nos últimos dias e caminham para um acordo válido até o fim de 2028, com opção de prorrogação automática por mais um ano mediante metas individuais e coletivas.
Atualmente, o vínculo do meia uruguaio com o clube carioca termina em dezembro de 2026. A extensão contratual é vista internamente como uma prioridade da diretoria rubro-negra, que também trabalha na renovação do técnico Filipe Luís.
De Arrascaeta celebrando gol – Foto: Instagram/Flamengo
Bastidores da negociação com Arrascaeta
De acordo com informações do GE, as tratativas entre Flamengo e Arrascaeta haviam começado no início do ano, mas foram interrompidas por decisão do departamento de futebol, que avaliou outras pautas como mais urgentes naquele momento.
A postura, porém, mudou nas últimas semanas, especialmente diante da boa fase do camisa 14 e da importância dele no elenco.
Arrascaeta, por sua vez, já expressou publicamente o desejo de permanecer e encerrar o ciclo europeu para seguir no clube, onde é ídolo e um dos líderes técnicos do elenco do Mengão.
Números de destaque pelo Flamego em 2025
O craque faz na atual temporada sua segunda melhor temporada pelo clube, ficando atrás apenas do histórico ano de 2019. Até o momento, acumula 19 gols e 13 assistências em 48 partidas.
48 jogos.
19 gols.
13 assistências.
Desde que chegou em 2019, entrou para a história com títulos como Libertadores, Brasileirão, Copa do Brasil e Supercopa do Brasil, consolidando-se como um dos ídolos dos flamenguistas.
Campeonato Carioca: 2019, 2020, 2021, 2024 e 2025.
Campeonato Brasileiro: 2019 e 2020.
Libertadores: 2019 e 2022.
Copa do Brasil: 2022 e 2024.
Supercopa do Brasil: 2020, 2021e 2025.
Recopa Sul-Americana: 2020.
Próximos jogos do Flamengo
Botafogo x Flamengo – 15/10, às 19h30 (Brasileirão)
Flamengo x Palmeiras – 19/10, às 18h30 (Brasileirão)
Cresci achando que devia dar ao meu filho um nome começado por “R”. Há qualquer coisa nessa letra que mexe com os deuses do futebol. A quantidade de mágicos com esse início é absurda – Romário, Rivaldo, Roberto, Rivelino, Robinho… e, claro, o maior de todos esses nomes – Ronaldo.
E é aqui que começa a discussão. Há três Ronaldos fora de série. O “verdadeiro”, como Mourinho o chamou – Ronaldo Fenômeno. O Bruxo, o que me fez apaixonar pelo futebol – Ronaldinho Gaúcho. E o nosso “pai”, como dizemos em Portugal – Cristiano Ronaldo.
A pergunta é inevitável – quem é (foi) o melhor Ronaldo? Cada um tem o seu argumento, a sua mística, o seu momento. Todos cabem em qualquer top 10 de melhores de todos os tempos. Mas o futebol é emoção, e é aí que cada um nos toca de forma diferente.
Ronaldinho – O Bruxo
Ronaldinho era pura alegria. Jogava com um sorriso que parecia dizer: “relaxa, o espetáculo é meu”. De manga comprida, cabelo solto e ginga natural, dançava entre os adversários como se o gramado fosse o seu palco. Fez coisas que nunca mais vi. A sua estética, o carisma e a irreverência o tornaram, com o passar do tempo, quase mítico.
Mas há um “porém” – a sua carreira ao mais alto nível foi curta. Uns 6 ou 8 anos de magia pura, seguidos de uma descida de intensidade. Talvez por falta de disciplina fora de campo, talvez porque o futebol moderno se tornou demasiado tático e maquinal para tanta liberdade criativa. Mas uma coisa é certa – ninguém jogou com tanta beleza. Guardiola disse uma vez: “as pessoas não se lembrarão do que ganhamos, mas sim de como jogávamos”. Ronaldinho é isso – a memória da arte.
Ronaldo Fenômeno – O Monstro
Campeão do mundo aos 17 anos. Uma locomotiva com técnica de bailarino. Ronaldo Fenômeno era a mistura impossível entre força bruta e leveza divina. Fez defesas parecerem crianças, e atacantes sonharem ser ele.
Nunca ganhou uma Champions – ironia cruel – mas venceu o respeito eterno de quem o viu. As lesões e os excessos fora de campo o impediram de voar ainda mais alto, mas mesmo assim, foi gigante. Mesmo “sem joelho”, mesmo com uns quilos a mais, ainda partia tudo. Era futebol em estado puro, antes das máquinas e dos algoritmos.
Cristiano Ronaldo – O Imortal
E depois há o nosso Cristiano. Curioso – o nome veio de Ronald Reagan, não de um jogador. Ironia do destino – acabou por ser ele o Ronaldo por excelência.
Cristiano é o oposto dos outros dois. Menos talento natural, talvez, mas um monstro de trabalho, foco e consistência. Dos três, é o mais completo no sentido moderno da palavra – adaptou-se, reinventou-se e dominou o jogo durante quase duas décadas. De extremo desequilibrador no United a matador clínico no Real Madrid, construiu uma carreira que parece impossível de repetir.
Dividiu o mundo com Messi, e dessa rivalidade nasceu a era mais brilhante que o futebol já viu. Durante anos, não havia domingo sem discussão – “Quem é melhor?” Mas, no fundo, todos sabíamos a sorte que era viver no tempo dos dois.
Cristiano é mais do que um jogador – é um símbolo global. Provavelmente a pessoa mais conhecida do planeta – da aldeia mais remota do Uzbequistão às ruas de Nova Iorque, todos sabem quem é Ronaldo. E mesmo quem o critica, respeita-o. Porque a grandeza se impõe.
Então, quem é o melhor Ronaldo?
Para mim, Cristiano vence. Não por ser o mais talentoso – mas porque foi o mais constante, o mais determinado, o mais duradouro. O homem que fez da excelência um hábito.
Mas, no fim, cada Ronaldo representa uma era e um sentimento. Ronaldinho é a arte. O Fenómeno é o instinto. Cristiano é a perfeição.
Três homens, uma letra, e uma certeza – no futebol, o “R” é a inicial dos deuses.
Posto isto, vou dar ao meu filho um nome com a inicial R… ou talvez não – depende do que a mãe quiser.
O goleiro John, do Nottingham Forest, foi convocado pela primeira vez para defender a Seleção Brasileira nos amistosos contra Coreia do Sul e Japão, nos dias 10 e 14 de outubro.
O arqueiro foi chamado para substituir Ederson, que sofreu uma lesão durante o treino no Fenerbahçe e acabou sendo cortado.
De destaque no Botafogo à chance na Premier League; veja números de John
A convocação marca o início de uma nova etapa na carreira do ex-jogador goleiro do Botafogo, que se tornou o 49º estreante do ciclo do Brasil iniciado após a Copa do Mundo de 2022.
Aos 29 anos, John foi contratado pelo Nottingham Forest há pouco mais de um mês, após se destacar pelo Botafogo. Pelo clube inglês, o goleiro fez apenas uma partida oficial — a derrota por 3 a 2 para o Swansea City, pela Copa da Liga Inglesa.
Apesar do curto tempo na Europa, sua regularidade e reflexos chamaram atenção da comissão técnica da Seleção Brasileira. Aqui vão os dados que achei sobre a temporada 2025 dele.
Antes da transferência (no Botafogo)
John disputou 18 jogos pelo Botafogo em 2025.
Nesses 18 jogos, sofreu 13 gols.
Também teve 10 clean sheets (jogos em que não sofreu gols).
Logo após a transferência (no Nottingham Forest)
John foi anunciado pelo Nottingham Forest em 31 de agosto.
Até agora ele fez 1 jogo oficial pelo Forest (90 minutos).
No seu debut, sofreu 3 gols.
John em estreia pelo Nottingham Forest – Foto: Reprodução/Instagram
Hugo Souza deve ser o titular contra a Coreia do Sul
Com a ausência de Ederson e a chegada recente de John, o técnico Carlo Ancelotti deve optar por Hugo Souza, do Corinthians, como titular na partida diante da Coreia do Sul, na sexta-feira (10), às 8h (de Brasília), no Seoul World Cup Stadium.
O treinador italiano já havia antecipado o desejo de observar Hugo em campo e confirmou que ele será o titular no amistoso contra o Japão, no dia 14, às 7h30, no Ajinomoto Stadium, em Tóquio.
Goleiros: Bento (Al-Nassr), Hugo Souza (Corinthians) e John (Nottingham Forest).
Defensores: Caio Henrique (Monaco), Carlos Augusto (Internazionale), Douglas Santos (Zenit), Militão (Real Madrid), Fabrício Bruno (Cruzeiro), Gabriel Magalhães (Arsenal), Beraldo (PSG), Vitinho (Botafogo) e Wesley (Roma).
Meio-campistas: André (Wolverhampton), Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Manchester United), João Gomes (Wolverhampton), Joelinton (Newcastle) e Paquetá (West Ham).
Atacantes: Estevão (Chelsea), Martinelli (Arsenal), Igor Jesus (Nottingham Forest), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Richarlison (Tottenham), Rodrygo (Real Madrid) e Vini Jr (Real Madrid).
Ser palmeirense é estar cercado de memórias que nos acompanham a vida inteira, um clube com 111 anos carrega muito tempo de campo e muitas histórias que a torcida não esquece.
Quando a gente vê dois atacantes bem entrosados dentro de campo, a primeira reação que o torcedor alvi verde tem é: “Será que vem aí uma nova dupla pra nossa história?”. Nas arquibancadas do Allianz Parque, essa pergunta começa a ganhar força com Flaco López e Vitor Roque.
O argentino recém convocado pra disputar as Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, carinhosamente apelidado por Veiga de “Messi”, é um cara de área clássico, daqueles que carregam a fome de gol e a disposição para brigar pela bola. Já o tigrinho representa a nova geração: veloz, agressivo na pressão, com qualidade para cair pelos lados e arrancar em direção ao gol. Dois perfis diferentes, mas que parecem se complementar.
E aí não tem como não comparar com grandes duplas de craques que já vimos no passado.
A memória de Evair e Edmundo
Para nós, torcedores, a década de 90 ainda é uma espécie de marca registrada, uma Academia inesquecível com grande carinho pelo torcedor que viveu e também por aqueles que só ouviram as histórias passada as gerações seguintes. Aquele Palmeiras comandado pela Parmalat trouxe craques que transformaram o clube uma gigantesca potência. Entre tantos nomes, uma dupla ficou marcada: Evair e Edmundo.
Evair era um homem frio, calculista, referência na área, especialista em pênaltis e dono de uma finalização precisa. Edmundo, por outro lado, era o caos em forma de talento: veloz, driblador, imprevisível. Juntos, formaram um contraste perfeito: técnica e explosão bruta, cálculo e intensidade.
Ao olhar para Flaco e Vitor Roque, a comparação começa a surgir e pelo que ambos tem demonstrado nas entrevistas pós jogos, ficam felizes em jogarem juntos. Flaco podemos comparar com o Evair: não é o atacante mais elegante em campo, mas sabe se posicionar como poucos. E Vitor Roque, embora mais jovem e ainda em processo de amadurecimento não só de idade mas também dentro do elenco, carrega essa chama de Edmundo, aquele instinto quase instantâneo de partir para cima, de querer resolver o jogo.
O que já temos e o que ainda falta
Claro que é cedo para dizer que Flaco e Roque vão se tornar uma dupla lendária ,afinal o Abel é um técnico com várias formações de elenco e de jogo. Mas não podemos negar que os sinais são promissores. Em campo, os dois já mostraram movimentos que se completam: quando Flaco atrai a marcação, Roque aparece para atacar o espaço. Quando Roque se desgasta pressionando a saída de bola, Flaco está ali para segurar a posição e dar opção ao elenco.
O torcedor, acostumado a ver o Palmeiras se reinventar a cada ciclo, percebe quando algo diferente começa a nascer. E esse “diferente” está ai, nas jogadas em que os dois parecem falar a mesma língua sem nem trocar uma palavra.
O que falta? Talvez um pouco mais de tempo. A história de Evair e Edmundo não foi construída em alguns meses, mas em anos de parceria, títulos e jogos decisivos. Para Flaco e Roque, a caminhada está só no início. Mas não é exagero dizer que temos ai uma boa dupla para para sonhar.
O peso de vestir a camisa do Palmeiras
Jogar no Palmeiras não é como jogar em qualquer clube. A cobrança é diária, a comparação com o passado é inevitável. Quando um atacante novo chega, logo ouve falar de César Maluco, Evair, Ademir da Guia, Luizão, Vagner Love, Edmundo Animal, Paulo Nunes, entre tantos outros. A camisa pesa porque ela carrega grandes histórias.
Mas se tem algo que essa torcida sabe reconhecer, é quando o jogador entrega em campo. Flaco conquistou o coração alviverde não só pelos gols, mas pela raça, pelo jeito de nunca desistir de uma bola, e acaba de renovar mais uma temporada com o Verdão. Roque , chegou devagar, com respeito pela camisa e pela torcida e agora entra numa melhor fase, se continuar mostrando coragem, vai continuar ganhando seu espaço.
E, quem sabe, daqui a alguns anos quando eu estiver falando para próxima geração da minha família sobre as grandes duplas que tanto nos deram orgulho, eu não fale apenas de Evair e Edmundo. Talvez eu possa dizer: “Vi Flaco e Vitor Roque jogarem juntos. E que dupla era aquela!”.E se a história repetir, que seja agora, no Allianz lotado, com a nossa camisa verde. Porque no fim das contas, não é só sobre gols. É sobre pertencimento, sobre se sentir parte de uma história que nunca para de ser escrita.