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  • A maior torcida do Brasileirão: o que dizem as pesquisas sobre o tamanho das torcidas no Brasil

    A maior torcida do Brasileirão: o que dizem as pesquisas sobre o tamanho das torcidas no Brasil

    No universo do futebol brasileiro, a discussão sobre o tamanho das torcidas é quase tão acalorada quanto os debates sobre arbitragem ou contratações.

    Para além do «achismo» das mesas de bar, os institutos de pesquisa desempenham um papel fundamental ao traduzir a paixão nacional em números frios e estatísticas. Nos últimos anos, e consolidando-se em 2025, os levantamentos de órgãos como AtlasIntel, Datafolha, Quaest e Ipec desenharam um mapa demográfico claro, reafirmando lideranças históricas e apontando novas tendências de crescimento impulsionadas por fases vitoriosas.

    A hegemonia rubro-negra e o fenômeno nacional

    O dado mais consistente em todas as metodologias é a liderança absoluta do Flamengo. O clube carioca não é apenas o mais popular do Rio de Janeiro, mas consolida-se como uma potência de alcance continental. As pesquisas mais recentes, como o relatório da AtlasIntel divulgado no final de 2024 e atualizado em 2025, indicam que o rubro-negro detém entre 21% e 25% da preferência nacional.

    Torcida do Flamengo na final da Libertadores 2025.

    FOTOS GILVAN DE SOUZA/FLAMENGO

    A força do Flamengo reside na sua capilaridade. O clube lidera com folga nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, superando muitas vezes a soma dos clubes locais. Em números absolutos, projeta-se uma nação de mais de 42 milhões de torcedores, uma massa humana superior à população de países como a Argentina ou a Espanha.

    O Corinthians e a fidelidade concentrada

    Na segunda posição, invariavelmente, aparece o Corinthians. O clube paulista mantém uma base sólida que oscila entre 14% e 15% nas principais pesquisas. Diferente do rival carioca, a força do «Timão» é mais concentrada geograficamente, sendo a maior torcida da região Sudeste e disputando a liderança voto a voto no estado do Paraná.

    Torcida do Corinthians. José Manoel Idalgo / Corinthians

    A torcida corinthiana destaca-se pela fidelidade e pelo alto engajamento. Mesmo em períodos de menor brilho técnico, a porcentagem de adeptos mantém-se estável, provando que a identidade do «bando de loucos» é resiliente a crises, garantindo ao clube o posto inabalável de segunda maior força popular do país.

    A batalha pelo bronze: São Paulo e Palmeiras

    Se o topo da pirâmide é estático, o terceiro lugar é o palco da disputa mais acirrada do cenário atual. Historicamente, o São Paulo ocupava confortavelmente essa posição. No entanto, a era vitoriosa do Palmeiras (iniciada em 2015 e potencializada sob o comando de Abel Ferreira) alterou a demografia das arquibancadas, especialmente entre os mais jovens.

    Crédtiso: Arquivo São Paulo

    As pesquisas recentes mostram um cenário de empate técnico. Em alguns levantamentos, como no Datafolha, o São Paulo aparece ligeiramente à frente (com cerca de 8% a 9%); em outros, focados no ambiente digital ou com metodologias diferentes como a AtlasIntel, o Palmeiras já surge ultrapassando o rival ou empatado na casa dos 9%. O Vasco da Gama, tradicionalmente o dono do quarto ou quinto posto, segue no pelotão de elite, mas vê a distância para a dupla paulista aumentar ligeiramente devido à escassez de títulos nacionais nas últimas duas décadas.

    O fator regional e as metodologias

    É importante notar que o Brasil possui «países» dentro de si. No Rio Grande do Sul, a polarização Grêmio e Internacional desafia a lógica nacional, com ambos os clubes dominando quase a totalidade da preferência local. O mesmo ocorre em Minas Gerais com Atlético Mineiro e Cruzeiro, que dividem o estado e possuem torcidas que figuram no top 10 nacional.

    As variações entre as pesquisas (algumas presenciais, outras digitais) podem alterar décimos percentuais, mas a fotografia geral do Brasileirão é nítida: existe um gigante nacional (Flamengo), um gigante concentrado (Corinthians) e uma classe média alta (composta por São Paulo, Palmeiras e Vasco) que luta para expandir as suas fronteiras em um país cada vez mais conectado.

    FAQs sobre o tamanho das torcidas no Brasil

    Qual é a maior torcida do Brasil segundo as pesquisas mais recentes?

    Todas as pesquisas de institutos renomados (como AtlasIntel, Ipec, Datafolha) apontam o Flamengo como a maior torcida do Brasil, com percentuais que variam entre 21% e 25%.

    Quem ocupa o segundo lugar no ranking de torcidas?

    O Corinthians ocupa a segunda posição de forma consolidada, com aproximadamente 14% a 15% da preferência nacional.

    Existe uma disputa pela terceira maior torcida?

    Sim. Atualmente, existe um empate técnico entre São Paulo e Palmeiras na disputa pelo terceiro lugar, com variações dependendo da metodologia da pesquisa e da margem de erro.

    Onde se concentra a maior parte da torcida do Flamengo?

    Além do Rio de Janeiro, o Flamengo possui enorme predominância nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, o que lhe confere o status de torcida mais nacional do país.

    Qual a situação do Vasco da Gama nas pesquisas?

    O Vasco da Gama figura geralmente na quinta posição (ou disputando a quarta em algumas margens de erro), mantendo uma base fiel e histórica, embora tenha visto o crescimento dos rivais paulistas (Palmeiras e São Paulo) nas últimas décadas.

    Como são feitas essas pesquisas?

    As pesquisas variam na metodologia. Algumas, como o Datafolha, são presenciais (o entrevistador aborda as pessoas na rua), enquanto outras, como a AtlasIntel, utilizam recrutamento digital calibrado por algoritmos para garantir a representatividade demográfica.

    As fases vitoriosas influenciam o tamanho da torcida?

    Sim. Estudos indicam que sequências de títulos (como as vividas recentemente por Palmeiras e Flamengo) tendem a aumentar a adesão de novos torcedores, especialmente entre as crianças e jovens (faixa etária de 7 a 15 anos).

  • Briga de torcida: Cruzeiro x Palmeiras em 2022

    Briga de torcida: Cruzeiro x Palmeiras em 2022

    Torcer é um ato de paixão, mas em alguns momentos este sentimento ultrapassa a linha entre amor pelo time e ódio pelo rival se torna perigosamente tênue, transformando-se em violência.

    Um desses momentos onde a vibração da partida tornou-se um campo de batalha aconteceu em 2022, com um confronto entre as torcidas do Cruzeiro e Palmeiras, longe das arquibancadas do estádio.

    O Portal Camisa12 vai relembrar esse trágico acontecimento, que abalou o público esportivo.

    No dia 28 de setembro de 2022, uma grave briga entre torcidas organizadas de Cruzeiro e Palmeiras na Rodovia Fernão Dias, em Carmópolis de Minas, Minas Gerais.

    Na época, a Máfia Azul, torcida do Cruzeiro, e a Mancha Verde, torcida do Palmeiras, se encontraram na estrada enquanto se dirigiam a jogos diferentes que seriam disputados no mesmo dia: os cruzeirenses iam rumo a Campinas para a partida contra a Ponte Preta, enquanto os palmeirenses seguiam para Belo Horizonte para o jogo contra o Atlético-MG.

    O encontro entre as torcidas iniciou com uma grande discussão e rapidamente evoluiu para agressões físicas, onde envolveu barras de ferro, pedaços de madeira, bastões e, de acordo com alguns relatos, disparos de arma de fogo. Ao menos 14 torcedores ficaram feridos, incluindo quatro baleados, que precisaram de atendimento hospitalar, sendo duas com ferimentos leves e duas em estado moderado.

    Nenhum dos envolvidos foi preso no momento, e a arma utilizada nos disparos não foi localizada pelas autoridades.

    Repercussão nas redes sociais

    A confusão foi registrada em vídeos nas redes sociais, mostrando cenas de violência intensa. Em algumas imagens que circularam, um integrante identificado com da Mancha Verde, foi brutalmente agredido por dezenas de torcedores da Máfia Azul.

    ada grupo apresentou versões diferentes sobre o que motivou a briga: a Máfia Azul alegou legítima defesa diante de uma suposta emboscada, enquanto torcedores do Palmeiras e observadores consideraram que o ataque partiu dos cruzeirenses. Contudo, é bom relembrar que a rixa entre as torcidas já existia há décadas, tendo um histórico turbulento de conflitos, onde incluem outros episódios de confusões.

    Lições tiradas

    A briga entre torcidas do Cruzeiro e do Palmeiras em 2022 mostra várias lições importantes, como o fato de não ser apenas “brincadeira de futebol”, visto que confrontos podem ser muito perigosos, envolvendo armas e danos graves. Outro detalhe importante é que, rivalidades históricas podem se tornar tóxicas, e ressentimentos acumulados por décadas podem alimentar comportamentos violentos que não têm relação direta com o esporte.

    Essa confusão ainda deixa claro a falta de controle e fiscalização, já que o conflito ocorreu em uma rodovia, longe da segurança dos estádios, mostrando que torcidas organizadas muitas vezes agem sem supervisão e que prevenir esses confrontos é um desafio para as autoridades.

    Ainda existe o impacto social e na imagem do futebol no Brasil, já que situações assim reforçam a percepção negativa do esporte, afastando famílias e pessoas que poderiam desfrutar dos jogos de forma segura.

    A briga deixa claro que ódio e rivalidade fora de controle levam a consequências sérias, e que o futebol deve ser diversão, não risco de vida.

  • Marlon Freitas deixa o Botafogo e é o novo reforço do Palmeiras para 2026

    Marlon Freitas deixa o Botafogo e é o novo reforço do Palmeiras para 2026

    Meio-campista de 30 anos assinou por três temporadas com o Verdão, que investiu cerca de 6 milhões de dólares para contar com o jogador.

    O Palmeiras anunciou na manhã deste domingo (04) o seu primeiro reforço para a temporada de 2026: Marlon Freitas. O meio-campista, que foi um dos pilares do Botafogo nos últimos anos, chega à Academia de Futebol com contrato válido por três temporadas.

    A negociação entre os clubes foi rápida e objetiva. O Verdão desembolsou aproximadamente 6 milhões de dólares (cerca de R$ 33 milhões na cotação atual) para adquirir 90% dos direitos econômicos do atleta.

    “Casamento que já deu certo”

    Em suas primeiras palavras como jogador do Palmeiras, Marlon Freitas demonstrou entusiasmo e confiança:

    “Primeiro é agradecer a Deus pela oportunidade, por tudo o que Ele tem feito na minha vida. É uma oportunidade gigantesca na minha carreira, estou muito feliz de estar aqui e fazer parte da Família Palmeiras. Tenho convicção de que esse casamento já deu certo, tenho certeza que vai ser um ano vitorioso para nós.”

    Trajetória e concorrência

    Marlon Freitas, de 30 anos, estava no Botafogo há três temporadas, onde construiu uma relação de identificação com o clube, apesar de um desgaste com parte da torcida durante o processo de saída. Além do Glorioso, o jogador acumula passagens por Fluminense, Criciúma e Atlético Goianiense.

    No elenco comandado por Abel Ferreira, o novo reforço chega para acirrar a disputa no meio-campo, setor que atualmente conta com nomes como Lucas Evangelista e Andreas Pereira. A contratação visa manter o nível de competitividade do Palmeiras, que segue buscando títulos em todas as frentes que disputa.

  • O paradoxo de janeiro: vender para sobreviver ou manter para competir?

    O paradoxo de janeiro: vender para sobreviver ou manter para competir?

    Com a chegada de 2026, abre-se mais uma vez a janela de transferências de janeiro. Para os gigantes do futebol mundial, este é o momento de corrigir erros pontuais ou de dar um retoque de luxo no elenco.

    No entanto, para a grande maioria dos clubes, as equipas de pequena e média dimensão, o mês de janeiro não é uma oportunidade de compras, mas sim um período de angústia existencial. É o momento em que a realidade financeira colide violentamente com a ambição desportiva.

    No Brasil, onde os campeonatos estaduais estão prestes a começar, e em Portugal, onde a liga entra na sua segunda metade decisiva, o cenário repete-se com uma precisão cruel. Jogadores que se destacaram no último semestre em clubes como um Famalicão ou um Gil Vicente, ou que brilharam numa campanha surpreendente de um Cuiabá ou Fortaleza, tornam-se alvos fáceis para mercados com maior poder de compra. E não estamos a falar apenas dos tubarões da Europa; falamos da MLS, do Japão, da Turquia ou da segunda divisão inglesa.

    A venda como oxigénio financeiro

    Para os adeptos, ver a saída do craque da equipa a meio da época é uma traição. Mas, para quem gere as contas, é muitas vezes a única forma de manter as luzes acesas. A verdade nua e crua é que o modelo de negócio da maioria dos clubes «formadores» ou de menor investimento depende intrinsecamente destas vendas.

    A transferência de um lateral promissor ou de um ponta veloz para o estrangeiro representa, muitas vezes, o orçamento de uma época inteira garantido. Recusar uma proposta de alguns milhões de euros (ou dezenas de milhões de reais) em nome da competitividade desportiva é um luxo que presidentes de clubes com passivos elevados não se podem dar.

    O dinheiro da venda é o que paga os salários em dia de quem fica, o que melhora o centro de treinos e o que evita o colapso administrativo. Sem vender, o clube para.

    O desastre desportivo anunciado

    Por outro lado, o custo desportivo destas saídas é devastador e imediato. O treinador, que passou meses a incutir uma filosofia de jogo e a criar automatismos, vê-se subitamente sem peças, muitas vezes fundamentais no xadrez. A janela de janeiro é particularmente traiçoeira porque não dá tempo para adaptação. Quem chega para substituir o craque vendido precisa de render «para ontem», o que raramente acontece.

    Esta dinâmica cria uma distorção competitiva. Equipas que faziam campeonatos tranquilos em Portugal podem ver-se arrastadas para a luta pela manutenção após perderem o seu goleador em janeiro. No Brasil, clubes que projetavam um ano sólido podem começar a época desfigurados, comprometendo o desempenho nos estaduais e no início do Brasileirão.

    O ciclo vicioso da sobrevivência

    O drama das equipas pequenas é que elas são vítimas do seu próprio sucesso. Se acertam na contratação e o jogador brilha, ele sai. Se erram, ficam com o prejuízo. O mercado de janeiro expõe a fragilidade de um sistema onde a estabilidade é impossível para quem não está no topo da pirâmide alimentar.

    Em suma, a abertura desta janela é um lembrete amargo de que o futebol é, cada vez mais, uma indústria de exportação de ativos e menos uma competição de mérito contínuo.

    Para os clubes menores, o sucesso não se mede apenas pelos pontos na tabela, mas pela capacidade de equilibrar a equação impossível: vender a alma da equipa para garantir que o corpo do clube continue vivo. O adepto sofre, o treinador desespera, mas a roda do mercado continua a girar, implacável.

  • O bom filho à casa torna: Gabigol é anunciado como reforço do Santos por empréstimo

    O bom filho à casa torna: Gabigol é anunciado como reforço do Santos por empréstimo

    O «Menino da Vila» retorna ao clube que o formou para a sua terceira passagem, após temporada sem brilho no Cruzeiro. O contrato é válido até o final de 2026.

    A Vila Belmiro tem o seu ídolo de volta. Na manhã deste sábado (03), o Santos oficializou o retorno de Gabriel Barbosa, o Gabigol, para a sua terceira passagem pelo clube. O atacante chega por empréstimo do Cruzeiro e assinou contrato até o final da temporada de 2026.

    Gabigol, que é cria das categorias de base do Peixe, onde chegou em 2004 com apenas oito anos, busca reencontrar o seu melhor futebol no lugar onde tudo começou. A negociação envolveu um acordo financeiro para a divisão dos salários do atleta, que giram em torno de R$ 2,5 milhões mensais.

    De ídolo a reserva: o contexto do retorno

    Após brilhar intensamente no Flamengo, onde conquistou duas Libertadores, Gabigol transferiu-se para o Cruzeiro no ano passado. No entanto, a sua passagem pela Raposa não repetiu o sucesso anterior. O atacante foi reserva durante a maior parte de 2025, somando 49 jogos (apenas 23 como titular), 13 gols e quatro assistências.

    A permanência em Belo Horizonte tornou-se insustentável com a chegada do técnico Tite, com quem o jogador já teve desavenças no passado. O Santos, atento à oportunidade de mercado e à identificação do atleta com a torcida, agiu para repatriar o goleador.

    Em suas passagens anteriores pelo Santos, Gabigol acumulou números expressivos:

    • 206 jogos disputados.
    • 83 gols marcados.
    • 13 assistências.
    • Artilharia da Copa do Brasil (2014, 2015 e 2018) e do Brasileirão (2018).
    • Dois títulos do Campeonato Paulista (2015 e 2016).

    O anúncio oficial nas redes sociais do clube destacou a identidade do jogador: «Menino da Vila, santista e cruel. Gabriel Barbosa está de volta ao Santos FC!». A expectativa agora é que, em casa, Gabigol retome o protagonismo que marcou a sua carreira.

  • Vasco busca novo patrocinador máster, após Betfair não renovar contrato

    Vasco busca novo patrocinador máster, após Betfair não renovar contrato

    Um ano e meio após a chegada, a Betfair não é mais a patrocinadora máster do Vasco. O contrato encerrou no último dia 31 de dezembro de 2025, com a marca não exercendo a cláusula de renovação.

    Agora, a diretoria cruzmaltina busca um novo parceiro e já iniciou as conversas com ao menos duas casas de apostas para 2026: ZeroUm e EnergiaBet.

    A empresa ZeroUmBet, funciona por determinação judicial em um período de adaptação e regularização às regras do Ministério da Fazenda. Anteriormente, ela pertencia à advogada e influenciadora Deolane Bezerra, uma das investigadas na Operação Integration, em setembro de 2024.

    Já a EnergiaBet, faz parte do grupo Responsa Gamming, que em dezembro, enviou uma oferta para ser a patrocinadora máster do Corinthians, porém as negociações não avançaram. Na época, a casa de apostas propôs a criação de uma bet própria da equipe, mas a diretoria não demonstrou está animada com a ideia.

    O Vasco agora tanta aumentar de maneira significativa o valor que recebia da BetFair, com o valores divulgados na época girando em torno de R$ 70 milhões, mas que só ocorreria com metas consideradas inatingíveis pela atual gestão da SAF do clube, algo que não passou nem perto de ocorrer.

    Agora, o Gigante da Colina deseja que o valor mínimo fixo seja de R$ 70 milhões, mas prevê uma multa alta e garantias financeiras em caso de qualquer tipo de problema que ocorrer na parceria.

    É importante relembrar que com o início precoce do Brasileirão no final de janeiro, é provável que o Vasco inicie a temporada oficial sem um novo patrocinador máster.

  • Náutico acerta com Felipe Saraiva, ex-Ansan Greeners, para o ataque em 2026

    Náutico acerta com Felipe Saraiva, ex-Ansan Greeners, para o ataque em 2026

    O atacante de 27 anos, formado na Ponte Preta e com passagens pelo futebol do Catar e da Coreia do Sul, chega em definitivo para reforçar o setor ofensivo do Timbu.

    O Náutico confirmou mais um reforço para a temporada de 2026. Trata-se do atacante Felipe Saraiva, de 27 anos, que estava atuando no futebol sul-coreano. A contratação foi oficializada pelo clube pernambucano, que aguardava o término do vínculo do atleta com o Ansan Greeners para selar o acordo definitivo.

    Felipe Saraiva é cria das categorias de base da Ponte Preta e também teve passagem pela base do São Paulo. Nos últimos anos, o jogador construiu sua carreira no exterior, defendendo clubes como o Al-Muharraq, do Catar, e o Gyeongnam, também da Coreia do Sul, antes de chegar ao Ansan Greeners.

    Temporada na Ásia e chegada ao Recife

    Na última temporada, defendendo o Ansan Greeners, Felipe Saraiva disputou 27 partidas e marcou dois gols. O jogador já estava integrado aos treinamentos do Náutico, mas a oficialização dependia da questão contratual com o seu antigo clube.

    A chegada de Felipe Saraiva visa dar mais opções de velocidade e profundidade ao ataque do Timbu, que busca montar um elenco competitivo para os desafios do ano. O jogador traz na bagagem a experiência internacional e a formação em clubes tradicionais do futebol paulista.

  • Santos avança na negociação com o Cruzeiro por Gabigol

    Santos avança na negociação com o Cruzeiro por Gabigol

    Buscando reforçar seu elenco para a temporada, o Santos avançou na negociação com o Cruzeiro e está cada vez mais perto de repatriar o atacante Gabigol. A proposta ofertada pelo Peixe é de um empréstimo até o fim de 2026.

    As conversas entre as duas partes evoluíram após os fins das festividades de fim de ano, pesando de maneira positiva para o time do Peixe o desejo de Gabigol de retornar à jogar na Vila Belmiro.

    Desde a última semana, as diretorias das duas equipes buscam garantir um acerto financeiro que viabilize a saída do atleta, que não teria chances de ganhar espaço no Cruzeiro agora comando por Tite. Os salários mensais de Gabigol estão acima de R$ 2,5 milhões.

    Por conta da chegada de Tite na equipe mineira, as chances de permanência do atacante decaíram, com Gabigol buscando novos rumos para a temporada. Neste cenário, o Santos tornou-se uma opção provável, mas que pediu para dividir os vencimentos do atleta. Para disputar a temporada 2026, o Peixe deseja equilibrar as finanças, aguardando as saídas de alguns atletas para ao menos manter tudo em dia.

    A expectativa da diretoria do Peixe é de que as conversas tenham um desfecho positivo e que Gabigol seja anunciado como reforços nos próximos dias.

  • Fábio renova com o Fluminense por mais duas temporadas; confira

    Fábio renova com o Fluminense por mais duas temporadas; confira

    O Fluminense anunciou na noite desta quinta-feira (01/01), a renovação contratual do goleiro Fábio até dezembro de 2027, ou seja, o atleta que atualmente possui 45 anos estendeu seu vínculo por mais duas temporadas completas.

    O arqueiro está indo para sua quinta temporada no Tricolor das Laranjeiras. Contratado em 2022, quando saiu do Cruzeiro, Fábio foi fundamental nas conquistas dos títulos da Conmebol Libertadores, Recopa Sul-Americana e do Campeonato Carioca.

    Em 2025, Fábio tornou-se o recordistas de jogos na história do futebol, ultrapassando Peter Shilton, ex-jogador inglês, com mais de 1.400 partidas disputadas em toda carreira.

    Confira a nota do Fluminense

    “Fábio escreveu aqui aquelas histórias que parecem já escritas. Chegou ao Tricolor aos 41 anos, carreira consagrada.

    Contra todas as estatísticas, enfileirou partidas, colecionou títulos, bateu recordes e, em 2025, se tornou o atleta de futebol com mais jogos na história do esporte. E um dos melhores goleiros do mundo.

    Seu talento como goleiro e compromisso com o que faz o trouxe até aqui. Com as nossas cores, ainda bem.

    Mas essa história ainda não teve um ponto final. Fábio e Fluminense acertam a renovação de contrato até dezembro de 2027.

    Obrigado por tanto, ídolo. É uma honra.”

  • Média de torcida no Brasileirão 2024: presença nos estádios, rankings e recordes da temporada

    Média de torcida no Brasileirão 2024: presença nos estádios, rankings e recordes da temporada

    O Brasileirão Série A de 2024 consolidou uma tendência que vem transformando o futebol nacional: a presença massiva e constante dos torcedores nas arquibancadas. Se em 2023 o campeonato bateu recordes históricos, a temporada de 2024 serviu para firmar o produto como um sucesso de público, registrando a segunda maior média da história da competição, com números que giram em torno de 25 mil pagantes por jogo.

    Os estádios modernos, o fortalecimento dos programas de sócio-torcedor e a competitividade acirrada tanto no topo quanto na base da tabela foram os combustíveis para manter as arenas lotadas de norte a sul do país.

    O domínio rubro-negro e a força das massas

    No topo do ranking de média de público, o cenário manteve-se familiar. O Flamengo liderou mais uma vez com folga, registrando uma média impressionante superior a 51 mil pagantes por jogo. O Maracanã continuou sendo o epicentro da festa rubro-negra, funcionando como um caldeirão que empurra o time e gera receitas milionárias.

    Créditos: Arquivo Corinthians

    Logo atrás, o Corinthians reafirmou a lealdade da sua Fiel torcida. Mesmo em uma temporada de oscilações esportivas, a Neo Química Arena manteve uma taxa de ocupação altíssima, garantindo ao clube paulista a segunda posição com médias próximas aos 43 mil pagantes.

    O São Paulo (com o Morumbis sempre cheio, superando a barreira dos 40 mil de média) e o Bahia (transformando a Fonte Nova em um dos ambientes mais hostis e festivos do Brasil, com médias acima de 36 mil) completaram o pelotão de elite, provando que a paixão supera qualquer fase tática.

    Recordes e curiosidades da temporada

    A temporada de 2024 não foi feita apenas de médias, mas de picos impressionantes que merecem destaque:

    • O recorde de renda: O confronto entre Vasco da Gama e Palmeiras, válido pela 27.ª rodada e realizado no estádio Mané Garrincha (Brasília), registrou a maior renda bruta da Série A, ultrapassando a casa dos R$ 7,49 milhões. Isso demonstra a força econômica dos jogos quando levados a praças com grande demanda reprimida.
    Mosaico da torcida do Botafogo no Estádio Nilton Santos, com bandeirão 3D do cachorro símbolo do clube e efeitos pirotécnicos nas arquibancadas, durante a festa em busca do título do Brasileirão. Foto: Maga Jr/Agência F8/Gazeta Press.
    Créditos: Reprodução Botafogo
    • O gigante Botafogo: O Glorioso, embalado pela sua performance esportiva, protagonizou um dos maiores públicos da competição ao levar mais de 57 mil torcedores ao Maracanã no duelo contra o Criciúma (30.ª rodada), mostrando que a sua torcida abraçou o time na luta pelo topo.
    • Domínio no Top 10: Embora o recorde pontual de público tenha sido disputado jogo a jogo, o Flamengo mostrou a sua força bruta ao colocar o seu nome na maioria das partidas do “Top 10” de maiores públicos do ano, evidenciando uma regularidade assustadora.

    O abismo e os desafios

    Apesar da festa, o Brasileirão 2024 também expôs as desigualdades do futebol nacional. Enquanto o topo da tabela de público lota arenas de Copa do Mundo, clubes como o Cuiabá e o Red Bull Bragantino figuraram na parte inferior do ranking.

    O Cuiabá, por exemplo, registrou alguns dos menores públicos da competição (com jogos abaixo de 2 mil pagantes), levantando debates sobre o engajamento local em regiões fora do eixo tradicional e a necessidade de estratégias de marketing mais agressivas para atrair o torcedor em jogos de menor apelo midiático.

    Em resumo, 2024 provou que o brasileiro quer ir ao estádio. O desafio para os próximos anos deixa de ser apenas “levar o torcedor”, passando a ser “como melhorar a experiência” para que a média de 25 mil se torne o novo piso, e não o teto.

    FAQs sobre a média de público do Brasileirão 2024

    1. Qual clube teve a maior média de público no Brasileirão 2024?

    O Flamengo foi o líder isolado, com uma média superior a 51 mil pagantes por partida.

    2. Qual foi a média geral de público do campeonato?

    A competição registrou a segunda maior média da história, girando em torno de 25 mil torcedores por jogo, ficando pouco atrás apenas do recorde de 2023.

    3. Quais clubes completaram o “Top 4” de maiores torcidas no estádio?

    Além do líder Flamengo, o ranking foi seguido por Corinthians (2.º), São Paulo (3.º) e Bahia (4.º).

    4. Qual jogo registrou a maior renda bruta da Série A 2024?

    O recorde de arrecadação em uma única partida do campeonato foi o confronto entre Vasco e Palmeiras, jogado em Brasília, com uma renda de R$ 7,49 milhões.

    5. O Botafogo teve destaque nos públicos em 2024?

    Sim. Impulsionado pela boa campanha, o Botafogo registrou excelentes públicos, com destaque para a partida contra o Criciúma no Maracanã, que recebeu mais de 57 mil pessoas.

    6. Quais times tiveram as piores médias de público?

    Clubes como Cuiabá e Red Bull Bragantino figuraram na parte inferior do ranking de presença nos estádios.

    7. A média de público de 2024 superou a de 2023?

    Não. Embora tenha sido historicamente alta e um sucesso absoluto, a média de 2024 ficou ligeiramente abaixo da marca recorde estabelecida na temporada de 2023.