Tag: Champions League

  • Champions League 2025/26: Confira os confrontos dos playoffs da competição

    Champions League 2025/26: Confira os confrontos dos playoffs da competição

    Chegou ao fim a primeira fase da Champions League e os playoffs das oitavas de final foram definidos, para a alegria dos torcedores. Os 16 embates foram revelados na última sexta-feira (30/01), durante um sorteio realizado na sede da UEFA, na Suíça. Os confrontos serão realizados entre 17 e 25 de fevereiro.

    Entre os jogos mais aguardados da próxima fase, o reencontro entre Benfica e Real Madrid, que enfrentaram-se na última rodada da fase de grupos e protagonizaram uma partida histórica. Os portugueses conseguiram a heroica classificação no saldo de gols ao vencer os Merengues por 4 a 2, com uma cabeçada do goleiro Trubin no último minuto da partida.

    Confira os playoffs da Champions League 2025/26

    • Atalanta x Borussia Dortmund
    • Bayer Leverkusen x Olympiacos
    • Juventus x Galatasaray
    • Atlético de Madrid x Club Brugge
    • PSG x Monaco
    • Newcastle x Qarabag
    • Real Madrid x Benfica
    • Inter de Milão x Bodo/Glimt

    Quais equipes irão decidir em casa?

    Real Madrid, Inter de Milão, PSG, Newcastle, Juventus, Atlético de Madrid e Atalanta e Bayer Leverkusen.

  • Estêvão conta trabalho realizado no Chelsea para aumentar a velocidade em campo

    Estêvão conta trabalho realizado no Chelsea para aumentar a velocidade em campo

    Falta apenas uma rodada para o encerramento da primeira fase da Champions League e o Chelsea está confiante na classificação para a próxima fase da competição continental e pretende utilizar seu maior triunfo para a partida: Estêvão.

    O brasileiro tem trabalhado muito no quesito velocidade, desde que chegou ao clube inglês.

    “Tenho trabalhado muito a velocidade. Sei que velocidade e força física são importantes na Premier League, então tenho trabalhado muito isso. É bom ver que os resultados já estão aparecendo”, revelou Estêvão em conversa com o site oficial do Chelsea.

    O resultado do trabalho duro do jovem atacante para se tornar cada vez mais veloz pôde ser visto no confronto do último fim de semana, quando Estêvão arrancou do campo de defesa e finalizou para marcar um golaço.

    “Foi um gol importante porque nos ajudou a controlar o jogo, algo que é mais importante contra um adversário difícil. Fizemos isso em momentos complicados”, revelou.

    Aos 18 anos, Estêvão soma seis gols e duas assistências em 28 jogos disputados pelo Chelsea nesta temporada, sendo 14 como titular.

    Próximo jogo

    Chelsea e Napoli entrarão em campo nesta quarta-feira (28), pela oitava rodada da Champions League. A bola vai rolar às 17h (horário de Brasília), no Estádio Diego Armando Maradona.

    O clube inglês atualmente ocupa a oitava posição da classificação, enfrentando os italianos que estão em 25º, fora dos playoffs da competição.

  • Vinícius Júnior admite desejo de permanecer no Real Madrid e fala sobre  sua renovação de contrato

    Vinícius Júnior admite desejo de permanecer no Real Madrid e fala sobre sua renovação de contrato

    Vinicius Júnior demonstrou está bastante confiante em relação à sua renovação contratual com o Real Madrid, mesmo as notícias espanholas revelando que o atleta estaria enfrentando problemas no clube. O atual vínculo do brasileiro com time merengue é válido até 30 de junho de 2027.

    “Quero seguir aqui (no Real Madrid) por muito tempo. Tenho um ano de contrato, estamos muito tranquilos em relação a isso. Confio muito no presidente, ele confia em mim. Temos uma relação muito boa, e na hora certa a gente vai acertar as coisas. Não tenho pressa em relação a isso”, revelou Vini, em conversa com à TNT Sports.

    Os representantes do atacante brasileiro já iniciaram as conversas para que o contrato seja renovado com o Real Madrid desde fevereiro do ano passado. De acordo com o site “The Athletic”, alguns momentos turbulentos de Vini na atual temporada e o desentendimento com o ex-técnico merengue Xabi Alonso dificultaram as negociações nas últimas semanas.

    Na temporada 2025/26, Vinicius soma sete gols e 10 assistências em 30 jogos disputados pelo Real Madrid. Nesta última terça-feira (21), o brasileiro foi peça importante na goleada merengue sobre o Mônaco por 6 a 1, na Champions League, sendo eleito o melhor em campo após balançar as redes em uma oportunidade e distribuir três passes para que os companheiros balançassem as redes.

  • Vinicius Júnior é vaiado pela torcida do Real Madrid e novo treinador sai em sua defesa

    Vinicius Júnior é vaiado pela torcida do Real Madrid e novo treinador sai em sua defesa

    O novo técnico do Real Madrid, Alvaro Arbeloa, conquistou sua primeira vitória à frente do clube contra o Levante por 2 a 0, jogo válido pela 20ª rodada da LaLiga. O comandando aceitou os “protestos” vindos da sua torcida que vaiou os jogadores durante as apresentações no telão antes do início da partida no Santiago Bernabéu, mas defendeu Vini Jr, um dos mais atacados.

    “Para mim, como treinador do Real Madrid, é muito claro. Vou trabalhar para tirar o melhor de Vinicius. Vou exigir que meus jogadores o procurem. Ele é destemido, tem personalidade, defendeu este clube com unhas e dentes, é um dos jogadores mais imprevisíveis do mundo, se não o mais imprevisível. Ele personifica o que um jogador do Real Madrid deve ser. O que este jogador conquistou como jovem no Real Madrid é algo que poucos conseguiram. Ele vai nos dar muitos títulos, como já fez”, declarou o espanhol.

    Algumas imagens da TV espanhola, mostraram Vini abatido no túnel de acesso ao estádio antes do início da partida. Neste momento, o brasileiro foi consolado pelo seu companheiro de equipe, Kylian Mbappé.

    No momento em que a bola rolou no Santiago Bernabéu, os torcedores merengues que estavam no local começaram a vaiar Vinicius assim que ele tocava na bola. Além do atacante brasileiro, Jude Bellingham foi outro alvo das arquibancadas.

  • Supercopa da Espanha  inicia a primeira disputa de título no futebol espanhol

    Supercopa da Espanha inicia a primeira disputa de título no futebol espanhol

    Na próxima quarta-feira, 07, começa a Supercopa da Espanha, torneio que coloca frente a frente as quatro melhores equipes da temporada anterior do futebol espanhol.

    Semi-finais

    O primeiro confronto entre o atual campeão e detentor da vaga via Copa del Rey e LaLiga (Barcelona), enfrenta o Athletic Club de Bilbão que chega ao torneio com a 4º e última vaga restante. As equipes se enfrentam ás 16 horas de Brasília no King Abdullah Sports em Jedá capital da Arábia Saudita e sede do campeonto. Na quinta-feira ,(08), também ás 16 horas de Brasília o Atlético de Madrid atual quarto colocado na LaLiga enfrenta seu maior rival Real Madrid, em uma reedição da semifinal de 2025. As duas equipes vivem momentos conturbados e buscam a Supercopa como um fôlego de confiança para o restante da temporada.

    Como chegam as equipes

    Os comandadados de Hans Flick (Barcelona) são amplamente favoritos dado o momento atual das equipes, o barça chega como lider de LaLiga e com um total de oito vitórias seguidas, já os bascos vem de dois resultados negativos e ocupam a oitava colocação no campeonato nacional, além de ter eliminado o rival na mesma fase no ano anterior, os catalães vem de vitoria por 4 x 0 no dia 22/11/2025 pela decima terceira rodada do campeonato o que reafirma o favoritismo. A equipe de Xabi Alonso (Real Madrid) vem lidando com fortes críticas do grande público em relação a seus resultados esportivos e de gestão de elenco, os blancos estão atrás do rival Barcelona na briga por LaLiga ocupando a segunda colocação e possuem os mesmos 12 pontos que o Atlético na Champions League o que representa um momento de baixa para os merengues. Os colchoneros veem uma oportunidade de levantar uma taça, o que não acontece desde a temporada 20/21 no qual foi campeã espanhola, enfrentando o maior rival, o time se apega no último confronto em que venceu por 5×2 em sua casa e busca repetir o feito e alcançar a final.

  • Ruben Amorim não é mais treinador do Manchester United

    Ruben Amorim não é mais treinador do Manchester United

    Demissão veio após o treinador criticar a diretoria em entrevista.

    O Manchester United anunciou nesta segunda-feira (5) que o português Ruben Amorim não faz mais parte do clube. Os resultados e o futebol jogado já não agradavam a diretoria e a gota d’água para sua demissão foi sua crítica ao diretor de futebol Jason Wilcox, em coletiva dada na última semana. Amorim revelou estar insatisfeito com a falta de participação nas contratações do time, e que estaria sendo apenas um treinador, e não um “manager”.

    Ruben Amorim em coletiva de imprensa.
    Foto: Imago

    Ruben Amorim foi contratado pelo Manchester United em novembro de 2024, após se destacar no comando do Sporting, de Portugal. Pelo Sporting, Amorim venceu duas ligas, duas copas e uma supercopa. Também foi responsável pelo desenvolvimento de Gyokeres, hoje no Arsenal. Pelo United, o treinador disputou 63 partidas, venceu 25 e perdeu 23, encerrando sua passagem sem títulos conquistados.

    A crise de treinadores no clube inglês

    Desde a saída de Alex Ferguson, em 2013, diversos treinadores renomados passaram pelo Manchester United, mas nenhum conseguiu dar continuidade ao legado do escocês. Nos últimos 13 anos passaram pelo clube:

    • David Moyes (2013-2014)
    • Ryan Giggs (2014)
    • Van Gaal (2014-2016)
    • José Mourinho (2016-2018)
    • Solskjaer (2018-2021)
    • Rangnick (2021-2022)
    • Ten Hag (2022-2024)
    • Ruben Amorim (2024-2026)

    Entretanto, os únicos títulos relevantes que o clube conquistou foram: duas copas inglesas (2015/16 e 2023/24) e uma Europa League (2016/17).

    E o problema não é só com os comandantes, de lá pra cá, passaram pelo clube diversas estrelas do futebol mundial que não conseguiram render, como Ibrahimovic, Cristiano Ronaldo, Pogba, Rashford e Casemiro. A má gestão dos donos do clube fez com que um dos maiores clubes da Europa parasse no tempo e se tornasse um cemitério de treinadores e jogadores.

    Cristiano Ronaldo em sua segunda passagem pelo clube.
    Foto: Oli SCARFF / AFP

    Expectativas para o resto da temporada

    Darren Fletcher, treinador do Sub-18, comandará o Manchester United de forma interina enquanto o clube procura por outro treinador. Para a segunda metade da temporada, o clube ainda tem todo o segundo turno da Premier Leaguena qual se encontra em sexto lugar com 31 pontos – para disputar. Nas competições de mata mata, o United foi eliminado da copa da liga para o Grimsby, e disputa apenas a FA Cup, e enfrenta o Brighton na terceira rodada da competição.

  • O futebol está a ficar aborrecido. E não é só nostalgia.

    O futebol está a ficar aborrecido. E não é só nostalgia.

    O futebol, hoje, está uma seca.
    Não sei se é a nostalgia a falar ou se é mesmo a realidade a impor se, mas a verdade é que algo se perdeu pelo caminho. Esta semana estava a dar um Real Madrid vs Manchester City e, por incrível que pareça, não me despertou grande interesse. Estamos a falar de um dos maiores jogos do futebol atual e mesmo assim passou me quase ao lado.

    Pouco depois, descubro que estava a haver um Flamengo vs Pyramids para a Taça Intercontinental. Taça Intercontinental? E o PSG só entra diretamente na final? Confesso que pensei que essa competição já tinha sido substituída ou simplesmente deixado de existir. E talvez esta confusão diga mais sobre o futebol moderno do que sobre mim.

    A FIFA está a destruir o futebol.
    E não, não é por mal. É por excesso e por falta de critério.

    Vivemos numa era em que o futebol já não compete apenas com outros desportos. A verdadeira concorrência é o entretenimento em geral: Netflix, TikTok, vídeos curtos, consumo rápido. Tudo disputa a nossa atenção. Mas a resposta encontrada foi empilhar jogos, competições e formatos novos, como se quantidade pudesse substituir significado. O que estão a fazer é, no mínimo, criminoso.

    O novo formato da Liga dos Campeões é o melhor exemplo disso. É uma porcaria. A desvalorização dos grandes jogos é evidente. Quando há grandes jogos constantemente, eles deixam de ser especiais. Perdem peso, perdem urgência, perdem contexto. Esta fase de liga permite que equipas gigantes façam apenas o mínimo necessário para seguir em frente. Não há drama, não há medo de falhar. Vemos rotações constantes na maior competição de clubes do mundo, algo que simplesmente não faz sentido.

    Tenho saudades dos grupos de quatro. Da ida e da volta. Da regra dos golos fora nas eliminatórias. Sim, especialmente dessa regra. Não era perfeita, mas ajudava os mais pequenos, criava estratégia, tensão, noites memoráveis. Fazia nos vibrar.

    Depois entramos no absurdo das competições globais. Faz sentido existir uma Taça Intercontinental. Faz sentido existir um Mundial de Clubes. O problema é ninguém perceber qual é qual, nem o que realmente está em jogo. Não é o mesmo título? Não devia ser. Mas hoje parece tudo diluído, sem identidade, sem narrativa. Há um Mundial de Clubes de quatro em quatro anos e, mesmo assim, mantém se uma Intercontinental que, na Europa, quase ninguém valoriza ou sequer acompanha. O futebol está inchado, confuso e sem hierarquia clara.

    Este modelo também está a afastar as pessoas do futebol como um todo. Cada vez mais adeptos acompanham apenas o seu clube do coração, muitos deles exclusivamente pela televisão. O resto do futebol transforma se num produto global vendido em massa para mercados gigantes, como a Índia, onde se consome o futebol europeu como entretenimento, mas onde pouco se vive aquilo que ele realmente é. Estádios, rivalidades, contexto histórico e cultura de adepto passam para segundo plano.

    Em Portugal, sofremos do mesmo mal. Temos uma Taça da Liga que nunca encontrou verdadeiramente o seu propósito. Só a Inglaterra conseguiu tornar uma taça da liga funcional e respeitada. Cá, parece existir apenas para imitar modelos estrangeiros e servir patrocinadores. As torcidas organizadas boicotam, os estádios ficam vazios, e há até rumores de clubes que preferem perder para evitar um calendário ainda mais sobrecarregado em janeiro. Isto não é futebol saudável. Isto é gestão de produto disfarçada de competição.

    Mas o problema do futebol moderno não é só dentro das quatro linhas. É também fora delas. Em vez de apostar seriamente em como ter claques com segurança nos estádios, em como permitir consumo de álcool de forma responsável, em como valorizar o espetáculo criado pelos adeptos com segurança e organização, prefere se reprimir, proibir e afastar. As subculturas do futebol, as claques, os cânticos, as coreografias, a identidade popular, são tratadas como um problema, quando sempre foram parte da solução. Sem isso, o futebol perde alma.

    Vivemos também na era das super equipas. Clubes empresa. Grupos com várias equipas espalhadas pelo mundo. Houve um tempo em que quase todos os clubes tinham jogadores fora de série. Hoje, os dez maiores clubes do mundo têm dois plantéis cheios deles. E, honestamente, perde a graça. O imprevisível desaparece.

    Tenho saudades de ver um Deportivo a brilhar em Espanha. Um Boavista a dar trabalho sério aos grandes em Portugal. Um Wolfsburg, Estugarda ou um Werder Bremen campeões na Alemanha. Uma liga francesa com um Marselha, um Lyon ou um Saint Étienne de volta aos velhos tempos, a discutir títulos frente a um PSG petrolífero. O futebol precisa de anomalias, de histórias improváveis, de resistência. Precisa de falhar ao controlo absoluto.

    Curiosamente, acabei de ver um Corinthians vs Cruzeiro, para a meia final da Taça do Brasil, e foi aí que voltei a sentir alguma coisa. Um jogo menos tático, mais trapalhão, cheio de duelos no um para um, bolas na trave, emoção crua. E, acima de tudo, um público incrível. Um ambiente vivo, intenso, genuíno.

    Talvez não seja o futebol europeu que esteja errado.
    Talvez seja a forma como o estamos a transformar num produto demasiado polido, demasiado controlado, demasiado distante das pessoas.

    Eu sei que a FIFA não me ouve. Mas se continuarmos a aceitar tudo isto sem questionar, um dia vamos acordar e perceber que o futebol que nos fez apaixonar já não existe. E quando isso acontece, não há formato novo que o salve.

  • Militão sofre grave lesão e desfalca o Brasil até o próximo ano

    Militão sofre grave lesão e desfalca o Brasil até o próximo ano

    A situação do Real Madrid já está ruim e agora, irá piorar com o desfalque de Éder Militão. O zagueiro saiu de campo lesionado neste domingo (07/12), na derrota do clube merengue por 2 a 0 para o Celta de Vigo, no Santiago Bernabéu. O time espanhol anunciou que o defensor sofreu uma ruptura no músculo bíceps femoral da perna esquerda, com danos no tendão e ficará de fora por quatro meses.

    Aos 24 minutos do primeiro tempo, Militão deixou o campo com dores aos 24 minutos, sendo substituído por Rudiger.

    “Após exames realizados pelo Serviço Médico do Real Madrid em nosso jogador Éder Militão, foi diagnosticada uma ruptura no músculo bíceps femoral da perna esquerda, com envolvimento do tendão proximal. Sua recuperação será acompanhada”, divulgou o Real Madrid.

    A previsão de retorno de Militão retorne a campo totalmente recuperado apenas em abril de 2026, pouco antes da disputa da Copa do Mundo em 2026, que será disputada em junho. O zagueiro é considerado essencial para técnico Carlo Ancelotti.

    É importante ressaltar que em novembro de 2024, Militão sofreu outra grave lesão e ficou de fora dos campo por 234 dias. Em dezembro deste ano, o defensor voltou a se machucar e deverá ficar mais tempo de molho.

  • Empresário de Estêvão conta que ofereceu o jogador para o Barcelona por quatro anos seguidos

    Empresário de Estêvão conta que ofereceu o jogador para o Barcelona por quatro anos seguidos

    Quem vê Estêvão encantando o mundo com suas apresentações vestindo a camisa do Chelsea na Premier League e na Champions League, nem imagina que isso tudo ocorreu por conta de constantes negativas do Barcelona e quem confirmou essa informação foi André Curry, empresário do atacante.

    Durante uma entrevista ao programa ‘Que t’hi Jugues’, da rádio espanhola Cadena SER, dada após a vitória dos Blues por 3 a 0 sobre o Barcelona na Champions League, o empresário relembrou que tentou levá-lo para o clube catalão anos atrás, mas não teve obteve a resposta esperada.

    Segundo Curry, ele apresentou Estêvão ao clube catalão ainda em 2021, quando o jovem atacante tinha apenas 14 anos, porém a diretoria do Barça decidiu não continuar com a contratação.

    “Comecei a fazer relatórios sobre o Estêvão em 2018. Em 2019, levei o Abidal ao Brasil para vê-lo de perto. Já com 11 anos, era claro que ele era diferente, que sonhava grande, queria ser Bola de Ouro. Sempre falei sobre o potencial dele, e agora tudo isso começa a aparecer”, contou Curry.

    O empresário explicou ainda que tentou insistir várias vezes para que o Barça apostasse no jogador, mas sem sucesso.

    “Mesmo após eu deixar o clube, voltamos a falar sobre o Estêvão em 2021, 2022, 2023 e 2024. Fomos ao Barcelona oferecer o jogador porque eu acreditava e ainda acredito, que ele teria um futuro enorme. Mas a situação financeira do clube dificultava qualquer movimento”, disse.

    O empresário afirmou que o departamento técnico aprovava a contratação, porém o cenário econômico da época travou a operação.

    “Conversamos mais de uma vez com o Deco, mas ele não tinha margem para fazer um investimento pensando lá na frente”, esclareceu.

    Questionado sobre qual posição em campo Estêvão iria querer atuar, já que o Barcelona tem Lamine Yamal que pode fazer os mesmos trabalhos, porém Curry contou que ele não tem problemas de dividir espaço com ninguém, já que ele pode atuar tantos pelos lados, quanto centralizado como centroavante.

  • Vitinha tem tudo para ganhar a Bola de Ouro

    Vitinha tem tudo para ganhar a Bola de Ouro

    Esta semana, o treinador do Tottenham Thomas Frank disse que Vitinha deveria ganhar a Bola de Ouro. O médio português fez uma excelente exibição frente aos ingleses, apontando um hat-trick, o primeiro da carreira.

    E já faz tempo que o médio devia ganhar a Bola de Ouro. Claro que ainda vamos no início da temporada, falta muito futebol ser jogado, mas o português tem todas as condições para conseguir o prémio.

    Na edição de 2025 ficou no terceiro lugar. Honestamente, não querendo desvalorizar a temporada de Dembelé, Vitinha foi o melhor do mundo.

    As equipas não se fazem de individualidades mas se há jogador que consegue ser a cola para todos os craques do PSG é Vitinha. Além disso, ele também se destaca no panorama individual.

    É um médio como há poucos no mundo, talvez só Pedri se aproxime, mas o português tem mais influência direta no jogo. Além de marcar e assistir, é o médio que faz jogar.

    Vitinha pensa todo o jogo do PSG em campo e se Luis Enrique tem um cérebro incrível como treinador o português é a verdadeira extensão do treinador em campo.

    Os talentos individuais do PSG podem estar todos lá, como Doué ou Dembelé, mas sem Vitinha a pensar o jogo, a gerir ritmos e a encontrar os melhores espaços e momentos para dar o jogo aos colegas… não resultava.

    A Bola de Ouro deve premiar o melhor, não quem marca mais golos. E tanto a época passada como se perspetiva esta temporada, Vitinha é o melhor, e basta um argumento para defender esta tese.

    Sem ele, os outros não jogam. Isto é a verdadeira definição do jogador mais influente e, por norma, o mais influente é o melhor.

    Nos últimos anos, felizmente, vimos uma tendência crescente da Bola de Ouro premiar não só avançados. Rodri e Modric ganharam edições contestáveis, é verdade, por vários motivos, mas é uma boa evolução do galardão.

    Afinal, e muito por causa da rivalidade Ronaldo-Messi, o último médio puro a ganhar a Bola de Ouro, antes de Modric em 2018, tinha sido Zidane, 10 anos antes. Estou a excluir Kaká, em 2007, porque o brasileiro não era um médio puro, mas sim um centrocampista bem mais avançado.

    Em suma, perspetiva-se que Vitinha vá fazer mais uma época de excelência e liderar um PSG que tem todas as condições para voltar a conquistar todas as competições.

    A concorrência é difícil, com o Arsenal e Bayern a estarem muito fortes esta época. Mas… mesmo assim, o melhor do mundo não tem de estar obrigatoriamente na equipa que ganha tudo.

    Além disso, se Vitinha fizer um bom Mundial ainda ganha mais pontos para o prémio. Veremos! Para um futebol feliz eu gostava de ver Vitinha a levantar a Bola de Ouro.