Tag: Copa do Mundo

  • Carlo Ancelotti revela que sua renovação com a Seleção Brasileira está encaminhada

    Carlo Ancelotti revela que sua renovação com a Seleção Brasileira está encaminhada

    O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, já está com sua renovação contratual encaminhada para 2030. A informação foi dita pelo próprio italiano, que não escondeu seu desejo de aumentar seu vínculo durante uma entrevista ao ex-jogador Valdano. A conversa completa irá ao ar nesta sexta-feira (20), porém, durante uma prévia do conteúdo, mostra o treinador falando de um renovamento de quatro anos.

    “Creio que vou renovar com o Brasil por quatro anos. Estou em um trabalho novo, eu gosto muito”, revelou Carleto.

    O GE já havia indicado em janeiro deste ano que, CBF e Carlo Ancelotti já possuíam um acordo para a renovação contratual até o Copa de 2030. As conversas para a permanência do italiano no trabalho iniciaram em outubro e avançaram no fim do ano, com a concordância do treinador para os termos oferecidos pela entidade.

    É bom relembrar que Carleto já possui o maior salário entre os técnicos de seleções no mundo, ganhando aproximadamente 10 milhões de euros por ano (R$ 63,4 milhões), e com o aumento do vínculo com condições parecidas, com ajustes em bonificações por conquistas. O contrato atual prevê um bônus de 5 milhões de euros (R$ 31,7 milhões), caso o Brasil vença a Copa do Mundo de 2026.

    Amistoso confirmado

    Carlo Ancelotti já está ciente do seu último compromisso antes da estreia na Copa do Mundo, já que a CBF confirmou nesta quinta-feira (19), que a Seleção Brasileira enfrentará o Egito . O jogo será realizado no Estádio Huntington Bank Field, em Cleveland, no dia 06 de junho.

    É bom relembrar que antes, o Brasil ainda terá mais três jogos amistosos preparatórios: os do mês de março, contra a França, dia 26, em Boston, e diante da Croácia, dia 31, em Orlando; contra o Panamá, no dia 31 de maio, no Maracanã.

  • Vojvoda elogia retorno de Neymar e crava sobre seleção brasileira: “Acho que todos precisam de Neymar”

    Vojvoda elogia retorno de Neymar e crava sobre seleção brasileira: “Acho que todos precisam de Neymar”

    O Santos goleou o Velo Clube na Vila Belmiro na noite deste domingo (15) por 6 a 0, em partida que marcou o retorno do craque Neymar, que voltou de lesão. Além de elogiar o desempenho da equipe, o técnico Juan Pablo Vojvoda comemorou a classificação do Peixe para as quartas de final do Paulistão, mas destacou a performance do camisa 10 na partida.

    O atacante do Peixe participou de aproximadamente 50 minutos da partida, entrando no intervalo. Com isso, o treinador evitou confirmar que Neymar será titular diante do Novorizontino, no jogo do fim de semana.

    “Mudanças sempre vão pela estratégia de jogo, análise do rival, análise do nosso próprio time. Sobre Neymar, sim, ele já estava com bom treinamento. Mas eu queria ver ele uma partida oficial. Então, somou 50 minutos na segunda parte, temos uma semana pela frente para preparar. Vamos aguardar”, declarou Vojvoda.

    O argentino ainda foi questionado sobre a possibilidade de uma sequência do craque santista, visando uma convocação para a Copa do Mundo, respondido de imediato.

    “Acho que todos precisam de Neymar. Santos, Seleção… Ancelotti vai estar feliz se ele estiver bem. Uma coisa vai levar a outra. É um jogador de classe mundial. Ainda continua com essa ambição. Eu vejo em cada joguinho, em cada futebol reduzido do treino, quer estar e quer ganhar. Isso estimula”, revelou.

    Próximo jogo

    O Santos retorna a campo no próximo domingo (22), para encarar o Novorizontino pelas quartas de final do Paulistão. A bola vai rolar às 16h (horário de Brasília), no Estádio Doutor José Ismael de Biasi.

  • Zagueiro do Barcelona revela que torce para o Internacional; confira

    Zagueiro do Barcelona revela que torce para o Internacional; confira

    O zagueiro do Barcelona e da Seleção Uruguaia, Ronald Araújo, deixou claro que é um torcedor do Internacional. Nascido em Rivera, cidade que faz fronteira com Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul, o defensor já revelou em algumas entrevistas sobre sua relação com o Colorado.

    Na mais recente conversa com o portal Mundo Deportivo, Araújo respondeu a alguns questionamentos, sendo um deles qual clube não defenderia, respondendo de imediato sem gerar dúvidas:

    “Grêmio, pois sou torcedor do Inter”, afirmou.

    Defendendo as cores do Barcelona desde 2018, chegando a ingressar o TIme B da equipe catalã, o uruguaio já soma quase 200 jogos na equipe. Antes, o atleta atuou no Boston River e Rentista, no Uruguai.

    Já pela Seleção Uruguaia, Ronald Araújo entrou em campo em 25 oportunidades. Durante a Copa do Mundo de 2022, o zagueiro foi convocado para o campeonato, mas não entrou em campo nas três primeiras partidas da primeira fase, mas o Uruguai foi eliminado. É bom relembrar que ele voltava de lesão, por isso não foi utilizado.

  • Carlos Vinícius, do Grêmio, revela clubes que o sondaram antes de acertar com o Tricolor Gaúcho

    Carlos Vinícius, do Grêmio, revela clubes que o sondaram antes de acertar com o Tricolor Gaúcho

    Vivendo um bom momento no Grêmio com nove gols marcados em nove partidas em 2026, Carlos Vinícius segue tendo uma retomada em alto nível em sua carreira. O atacante marcou dois hat-tricks neste ano, um diante do São Luiz, pelo Campeonato Gaúcho, e contra o Botafogo, no Brasileirão. No total, o atleta soma 21 gols em 23 partidas disputadas desde que chegou ao Imortal em julho do ano passado.

    Os números do atacante na atual temporada o colocaram como artilheiro do Brasil atualmente, ficando à frente de Robson, atleta do Novorizontino, com sete. Com contrato com o Tricolor Gaúcho, Carlos Vinícius foi cogitado em outras equipes do país na temporada passada, quando estava prestes a retornar ao futebol europeu após oito anos.

    “Quando o atleta fica livre, corre muitas situações, corre muitos contatos e comigo não foi diferente. Tive contatos de alguns clubes, mas o Grêmio foi que chegou junto, o Grêmio foi que fez o verdadeiro convite, o Grêmio foi o que chegou muito à frente. O próprio Botafogo, nosso último jogo do Brasileirão, foi um dos clubes. São Paulo, Corinthians e por aí vai. É como eu falei, mas na verdade o que chegou à frente, o que realmente teve o grande interesse, fez o grande convite, foi o Grêmio”, revelou o atacante em entrevista ao Globo Esporte.

    Livre no mercado após sair do Fulham, da Inglaterra, Carlos Vinícius assinou com o Grêmio em julho de 2025, válido até o fim de dezembro de 2026. Contudo, no contrato assinado existe uma cláusula que prevê a renovação automática para o ano seguinte, caso seja convocado para disputar a Copa do Mundo pelo Brasil ou Portugal.

    No currículo, o atacante possui passagens por clubes como Caldense, Grêmio Anápolis, Rio Ave e Real SC, time de Portugal. Além de camisas tradicionais como Benfica (Portugal), Monaco (França), Tottenham (Inglaterra), PSV (Holanda) e Galatasaray (Turquia).

  • CBF já tem rascunho da programação da Seleção Brasileira até a disputa da Copa; Confira

    CBF já tem rascunho da programação da Seleção Brasileira até a disputa da Copa; Confira

    Faltando 121 dias para a disputa da Copa do Mundo, ou seja, quatro meses, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já iniciou a preparação de toda programação da Seleção até a estreia no mundial, que ocorrerá no dia 13 de junho, contra o Marrocos, em Nova Jersey. Das convocações para os amistosos restantes de março até a viagem para os Estados Unidos, a entidade possui anotações de todo o planejamento até o título final.

    Antes da disputa oficial em busca do hexa, o Brasil terá quatro jogos preparatórios, sendo eles: os de março, contra a França, no dia 26 em Boston, e diante da Croácia, no dia 31 em Orlando, confrontos esses já confirmados. Agora, a CBF aguarda apenas a assinatura de contrato para confirmar os confrontos diante do Panamá, no dia 31 de maio, no Maracanã, e o Egito, dia 6 de junho em Cleveland.

    A data da viagem para os Estados Unidos também já foi determinada: 1º de junho. A programação oficial antecipa uma folga após a partida contra os panamenhos, no Rio de Janeiro, e a apresentação na sede da CBF para confraternização antes de viajarem rumo ao país norte-americano.

    Contudo, a preparação para a disputa do Mundial inicia uma semana antes. A previsão é de que a comissão técnica siga para a Granja Comary já no dia 25 de maio, analisando todos os casos e a data de apresentação dos jogadores segundo seu desgaste físico ao fim da temporada europeia. Existe a possibilidade de que alguns atletas sejam liberados dos primeiros dias das atividades em grupo, retornando no dia 27 (menos quem tiver disputado a final da Champions, no dia 30).

    Como nesta semana haverá jogos do Brasileirão e última rodada da primeira fase da Libertadores, jogadores que estiverem nestas competições e forem convocados terão seus casos avaliados. É bom relembrar que, segundo o regulamento da FIFA, é indicado a liberação a partir do dia 25 para quem não jogar uma final continental.

    A entidade já possui um esboço das datas das convocações: 16 de março para a lista para os jogos contra a França e Croácia. Já para a disputa da Copa do Mundo, a expectativa é que os 26 nomes escolhidos sejam conhecidos no dia 19 de maio.

    Agenda prevista completa

    • 16/03 – Convocação para amistosos
    • 23/03 – Apresentação em Orlando
    • 26/03 – Brasil x França, em Boston
    • 31/03 – Brasil x Croácia, em Orlando
    • 19/05 – Convocação para a Copa
    • 25/05 – Início da preparação na Granja
    • 31/05 – Brasil x Panamá, no Maracanã
    • 01/06 – Viagem para os EUA
    • 06/06 – Brasil x Egito, em Cleveland
    • 13/06 – Estreia na Copa contra o Marrocos.
  • O Brasil ainda pode depender de Neymar em uma Copa do Mundo?

    O Brasil ainda pode depender de Neymar em uma Copa do Mundo?

    Neymar ainda tem espaço na Seleção?

    Dizer isso não é fácil. Não para mim, nem para qualquer brasileiro que cresceu vendo Neymar jogar futebol como poucos na história do país. Neymar sempre foi fora da curva. O tipo de jogador que muda jogo, muda ambiente, muda expectativa. Mas futebol não é feito apenas de memória. É feito de presente. E, principalmente, de realidade.

    Na minha opinião, Neymar não deve ser convocado para a Copa do Mundo.

    O motivo não é técnico. Nunca foi. Neymar saudável e em ritmo, entra em qualquer seleção do planeta. O problema é que esse Neymar praticamente não existe mais. O que existe hoje é um jogador convivendo com problemas físicos constantes, longas pausas, retornos apressados e uma dificuldade cada vez maior de manter sequência de jogos. Copa do Mundo não é lugar para aposta de algo que não existe mais.

    Seleção exige continuidade. Exige processo. E exige que todos estejam alinhados com uma ideia clara de jogo.

    Neymar comemorando com a camisa do Brasil – Foto: Reprodução

    O momento atual de Neymar

    Até aqui, Neymar sequer foi convocado por Carlo Ancelotti. Um treinador do nível de Ancelotti não constrói plano pensando em exceções. Ele constrói pensando em equilíbrio, funcionamento coletivo e intensidade. Incluir Neymar agora significaria adaptar todo um modelo já em desenvolvimento para um jogador que ainda não mostrou que consegue sustentar esse nível fisicamente.

    “Mas Neymar se encaixa em qualquer esquema.”
    Sim. Sempre se encaixou. A pergunta é outra: o Neymar de hoje ainda é esse Neymar?

    O futebol mudou. O jogador que decide hoje não é apenas o mais talentoso, mas o mais constante, o mais intenso, o mais disponível. Ancelotti já deixou claro que se estiver bem, se tiver sequência, se estiver bem fisicamente, Neymar irá para a Copa, mas caso não, o técnico diz: “Eu não tenho dívida com ninguém”

    https://ge.globo.com/futebol/selecao-brasileira/noticia/2025/12/05/ancelotti-diz-que-que-neymar-vai-a-copa-se-estiver-bem-e-merecer-nao-tenho-divida-com-ninguem.ghtml

    Carlo Ancelotti - Técnico do Brasil
    Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, em entrevista coletiva — Foto: Reprodução / CBF TV

    E aqui entra o ponto mais delicado de todos: Neymar consegue entregar isso hoje?

    Não se trata de vontade. Ninguém duvida do amor de Neymar pela Seleção, da vontade que ele tem de levantar a taça da Copa do Mundo. Mas o corpo responde diferente aos 34 anos, especialmente depois de tantas lesões seguidas. A intensidade que o futebol moderno exige cobra um preço alto. E a Seleção não pode correr o risco de montar uma Copa inteira em torno de um jogador que pode não estar disponível quando mais precisar.

    Histórico de Neymar na Seleção

    O Brasil já cometeu esse erro antes. Em 2014, tudo girava em torno de Neymar. Quando ele saiu, o sistema ruiu. Em 2018, a Seleção tentou reencontrar Neymar após lesão, mas a fase do jogador não era das melhores, virou inclusive piada mundial. Em 2022, ele chegou novamente como esperança máxima, e se machucou na própria Copa.

    Talvez seja hora de aprender.

    Neymar jogando pelo Brasil
    Neymar desolado após a eliminação para a Croácia Foto : NELSON ALMEIDA / AFP / CP

    O futuro de Neymar

    Convocar Neymar hoje não seria uma decisão técnica. Seria emocional. Seria olhar para o passado tentando resolver o futuro. A Seleção precisa construir uma identidade que não dependa de um único nome, por maior que ele seja. E Carlo Ancelotti planeja fazer isto.

    Isso não diminui Neymar. Pelo contrário. Preserva sua história vestindo a amarelinha.

    Neymar já fez mais pela Seleção do que muitos ídolos que jamais foram questionados. Mas, será que o Brasil ainda precisa de Neymar? A Copa do Mundo não é uma homenagem para algo que já não está mais lá. É uma competição de alto nível, a principal do Planeta, onde cada detalhe pesa. Onde não existe espaço para “talvez”, onde só cabem certezas.

    Se Neymar voltar a ter sequência, intensidade e, acima de tudo, confiança em seu jogo, a discussão muda. Mas, hoje, olhando para o cenário real, para o que o futebol exige e para o plano que vem sendo construído, minha posição é clara: Neymar não deve ser convocado.

    Não por falta de talento. Mas porque, no futebol, o tempo não espera ninguém. E a Seleção não pode esperar também.

  • Adversário do Brasil na Copa do Mundo, Marrocos se consolida como potência do futebol africano

    Adversário do Brasil na Copa do Mundo, Marrocos se consolida como potência do futebol africano

    Atualmente vista como a principal força do continente africano, a Seleção do Marrocos levou um banho de água fria ao ser derrotada pelo Senegal na final da Copa Africana de Nações neste último domingo (18), em um jogo totalmente caótico com direito a pênalti decisivo perdido e gol na prorrogação. Contudo, a equipe marroquina segue sendo uma ameaça para o Brasil na disputa da Copa do Mundo.

    Integrante do Grupo C, composto por Haiti, Escócia e Brasil, a seleção africana será o adversário de estreia do time comandado por Carlo Ancelotti, no dia 13 de junho, às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium.

    O Portal Camisa12 vai te contar tudo sobre a Seleção do Marrocos e abrir sua mente sobre a periculosidade do time africano na fase de grupos do mundial.

    Trajetória

    Ao longo da sua história, o Marrocos participou de seis edições de Copa do Mundo (1970, 1986, 1994, 1998, 2018 e 2022), com a disputa deste ano sendo sua sétima.

    Depois da campanha histórica no Catar, em 2022, quando alcançou as semifinais e se tornou a primeira seleção africana a chegar tão longe em um Mundial, finalizando na quarta posição, o Marrocos passou a ser visto como um adversário de alto nível, especialmente em jogos grandes, como contra o Brasil.

    Naquela edição de 2022, o Marrocos eliminou Espanha e Portugal, destacando-se por sua forte organização defensiva, consolidando-se definitivamente como uma das grandes forças do futebol africano e mundial, além de um time consolidado e respeitado internacionalmente.

    Evolução

    Marcada pelo crescimento gradual, organização e uma forte identidade com as raízes futebolísticas, o Marrocos começou a ganhar relevância internacional a partir da década de 1970, quando passou a competir com mais regularidade em Copas do Mundo e torneios africanos. Destacou-se por ser uma das seleções mais estruturadas do continente, beneficiada por uma forte ligação com o futebol europeu, especialmente com a França, Espanha e Bélgica, países onde muitos jogadores marroquinos nasceram ou se formaram.

    Nos anos seguintes, o Marrocos demonstravam ser competitivos, mas atuavam de maneira irregular. A virada começou nos anos 2000 e se intensificou na década de 2010, quando a federação marroquina passou a investir pesado em infraestrutura, categorias de base e formação de treinadores. O maior símbolo desse projeto foi a criação do Complexo Mohammed VI de Futebol, um dos centros de treinamento mais modernos da África.

    Outro fator que tornou-se decisivo para essa melhoria foi a estratégia de integrar jogadores da diáspora, filhos de marroquinos nascidos e formados na Europa, sem abrir mão da identidade nacional. Com essa alternativa, o país africano conseguiu unir talento técnico, senso de pertencimento e a forte disciplina tática europeia que tanto se inspirava.

    Ficou evidente que todas essas mudanças apenas beneficiaram o Marrocos, principalmente na disputa a Copa do Mundo de 2022, uando a seleção apresentou um futebol extremamente organizado, sólido defensivamente e mentalmente forte, eliminando seleções tradicionais como Espanha e Portugal e alcançando a semifinal, dando trabalho para a França na penúltima partida em que disputou no torneio mundial.

    É bom explicar que essa campanha não foi um acaso ou sorte como muitos chegaram a cogitar, mas o resultado de todos os anos de planejamento e investimento de um país em um sonho, tornando-se um modelo para outras seleções africanas, mostrando que estrutura, identidade e continuidade podem transformar uma seleção competitiva em uma verdadeira potência internacional.

    Pontos fortes

    O Marrocos é uma equipe extremamente disciplinada defensivamente, que sabe jogar sem a bola, fecha bem os espaços e explora com eficiência as transições rápidas, tudo graças a identidade construída pelo técnico Walid Regragui.

    O ex-lateral-direito marroquino de origem francesa assumiu o comando da seleção em 2022 para a disputa do mundial daquele ano, entrando para a história do continente africano ao terminar na quarta posição, sendo bastante elogiado por sua metodologia.

    O Brasil terá um difícil problema em 2026 pelo fato do Marrocos não se intimidar com camisas pesadas, apostando em linhas compactas, intensidade física e saídas velozes pelos lados do campo. Na verdade, é uma equipe que não costuma se expor de maneira ingênua e que exige paciência do adversário, caso queira adentrar sua defesa.

    Craques

    Dona de uma geração de ouro, os atletas foram fundamentais para sua consolidação como potência africana e até mundial, combinando experiência internacional, alto nível tático e forte identidade com a seleção, tendo como destaques:

    • Achraf Hakimi: Principal símbolo dessa geração, o lateral-direito moderno, rápido e técnico, destaca-se tanto na defesa quanto no ataque e atua em clubes de elite do futebol europeu. Sua liderança e intensidade fazem dele uma das principais referências da equipe.
    • Hakim Ziyech: Com uma grande qualidade técnica, visão de jogo e um chute preciso com a perna esquerda, o jogador é responsável pela criatividade ofensiva e pelas bolas paradas. Mesmo convivendo com momentos de instabilidade na carreira, sempre teve papel decisivo quando vestiu a camisa do Marrocos.
    • Yassine Bounou: Com grandes defesas, frieza em momentos de pressão e destaque nas disputas por pênaltis, especialmente contra a Espanha em 2022, ele se consolidou como um dos melhores goleiros da história da seleção.
    • Brahim Díaz: Destaca-se pelo drible curto, criatividade, mobilidade entre linhas e capacidade de decidir jogos, fez o Marrocos ganhar mais improviso, velocidade mental e poder de criação, reforçando sua ambição de se manter entre as seleções mais competitivas do cenário internacional. É bom relembrar que, o jogador optou oficialmente por jogar pelo Marrocos em 2024, após ter defendido seleções de base da Espanha, ou seja, ele não esteve presente no time histórico da Copa do Catar.
  • Torcedor Misterioso Copa 2018: como um personagem anônimo virou símbolo das arquibancadas

    Torcedor Misterioso Copa 2018: como um personagem anônimo virou símbolo das arquibancadas

    Em meio aos gritos da torcida brasileira em solo russo e ao eco dos instrumentos no estádio, havia sempre uma presença silenciosa que despertou o interesse do público que acompanhava de casa: um torcedor que ninguém conhecia, mas que todos notaram pelo seu simples olhar assustador.

    Segurando uma bandeira do Brasil, uma imagem rodou o país durante a vitória da Seleção Brasileira sobre o México por 2 a 0, jogo válido pelas quartas de final da competição mundial.

    O Portal Camisa12 vai te contar um pouco mais sobre a esse torcedor misterioso e como ele caiu nas graças da torcida.

    Quem é?

    Yury Torsky é o nome verdadeiro do “torcedor misterioso”, que tornou-se um dos personagens mais emblemáticos da Copa do Mundo da Rússia em 2018.

    O russo era engenheiro aeroespacial, nascido em Mirny, não tinha qualquer ligação com futebol profissional e nem imaginava que havia sido filmado. A bandeira do Brasil, que se tornou o elemento central da imagem, não foi comprada por acaso, na verdade, ele já a possuía havia anos, adquirida em uma viagem anterior na Guiana Francesa em 2011, e a levou ao estádio simplesmente por simpatia pelo país.

    Aparição

    Durante Brasil x México, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2018, em Samara. Em um momento de tensão do jogo, a transmissão oficial cortou para a torcida brasileira, como costuma fazer, buscando reações emocionais da galera nas arquibancadas, e entre esses torcedores, a câmera enquadrou Yury por poucos segundos. Ele estava parado, segurando uma bandeira do Brasil levantada até a altura do nariz, deixando apenas os olhos e parte do rosto visíveis. Diferente do entorno, ele não gritava nem gesticulava. Seu olhar era fixo, sério, concentrado, um contrato visto de imediato.

    Como de costume, a imagem passou rapidamente pela TV, mas foi o suficiente para causar alvoroço. Nas redes sociais, o frame começou a circular minutos depois, acompanhado de comentários que iam do humor ao exagero: diziam que ele “hipnotizava” a bola, “lançava feitiço”.

    O engraçado é que no mundo todos buscavam chamar atenção ao aparecerem no telão, Yury não interagiu com a câmera e sequer percebeu, naquele instante, que tinha sido enquadrado. A força da aparição veio justamente do acaso: um corte de câmera no momento certo, um rosto fora do padrão esperado e a leitura coletiva da internet.

    Após essa imagem, mesmo com a vitória do Brasil, o meme continuou circulando e usado independente dos jogos. A arquibancada deixou de ser apenas cenário e passou a ser palco. Aquele torcedor anônimo, por alguns segundos de transmissão, acabou se tornando um dos símbolos visuais mais lembrados da Copa de 2018.

    Vida pós-Copa da Rússia

    Após viralizar como o “torcedor misterioso” na Copa do Mundo de 2018, Yury voltou à sua rotina normal depois do Mundial, mas manteve alguma presença nas redes sociais por algum tempo, especialmente ligado ao futebol e à Seleção Brasileira.

    Mesmo nunca tentando transformar-se em uma estrela midiática, o russo diminuiu sua presença nas redes sociais, reaparecendo durante a Copa de 2022, quando voltou a comentar partidas do Brasil e lamentou a eliminação da seleção, o que mostrou que o vínculo simbólico com os torcedores brasileiros continuava existindo.

    O episódio transformou Yury Torsky em um símbolo espontâneo das arquibancadas da Copa de 2018. Sem querer, ele representou o torcedor comum em um Mundial altamente midiático, mostrando como, na era das redes sociais, um rosto anônimo pode ganhar significado global em questão de minutos. Mesmo depois do fim da Copa, sua imagem continuou circulando como lembrança de um torneio marcado não apenas por jogos e gols, mas também por personagens inesperados que nasceram nas arquibancadas.

  • Estádio do Maracanã: onde as torcidas transformam cada jogo em história viva

    Estádio do Maracanã: onde as torcidas transformam cada jogo em história viva

    Um dos maiores símbolos do futebol brasileiro e até mundial, imponente e carregado de emoções, o Maracanã é bem mais do que concreto e arquibancadas, representando a paixão do povo.

    Estádio localizado no Rio de Janeiro, reconhecido como o “templo sagrado do futebol brasileiro”, o Maraca já foi palco de importantes decisões e recebendo os maiores craques do planeta, firmando-se ainda mais na história do principal esporte do mundo.

    O Portal Camisa12 vai te contar um pouco sobre a história deste gigante brasileiro, que encanta a décadas e deve dar ainda mais vida as histórias do futebol no país.

    Início

    O Estádio Jornalista Mário Filho, ou simplesmente Maracanã, foi construído no dia 02 de agosto de 1948 e fundado no dia 16 de junho de 1950, inicialmente para ser utilizado durante a disputa da Copa do Mundo daquele ano, que seria disputada no Brasil.

    Inicialmente, a ideia era construir um estádio grandioso, capaz de representar a importância do país no cenário esportivo internacional, tendo como capacidade oficial de 155 mil lugares, superando o Hampden Park, estádio localizado na Escócia.

    O que parecia um lugar de festa, logo tornou-se palco de uma lembrança negativa do povo brasileiro, marcado pela final da Copa do Mundo entre Brasil e Uruguai, conhecida como o “Maracanazo”. Diante de um público de aproximadamente 200 mil pessoas, a Seleção Brasileira foi derrotado pela Celeste por 2 a 1, um resultado que chocou o país e entrou para a memória coletiva nacional, a derrota em casa.

    No decorrer das décadas seguintes, o Maracanã tornou-se a principal casa do futebol carioca e brasileiro. Clubes como Flamengo, Fluminense, Vasco da Gama e Botafogo começaram a disputar jogos importantes no estádio, sendo o cenário perfeito para finais de campeonatos, clássicos históricos e recordes de público, que fizeram inveja no cenário esportivo.

    A partir dos anos 1990, o estádio passou por diversas reformas para se adequar às novas normas de segurança e conforto, sendo um deles a redução de sua capacidade de público, atualmente comportando apenas 78 mil torcedores.

    Jogos memoráveis

    • Final da Copa do Mundo de 1950 – Brasil x Uruguai

    A primeira vergonha da Seleção Brasileira em uma Copa do Mundo aconteceu no Maracanã, quando a equipe canarinha foi derrotada pelo Uruguai por 2 a 1, com o local contendo quase 170 mil pessoas.

    • Final da Copa do Mundo de 2014 – Alemanha x Argentina

    Com gol de Mario Götze na prorrogação, Alemanha venceu a Argentina na prorrogação, conquistando seu tetracampeonato. Está foi a segunda final de Copa do Mundo disputada no Maracanã.

    • Final da Libertadores de 1981 – Flamengo x Cobreloa

    A conquista da primeira Libertadores do Flamengo, contou com grande atuação de Zico, com o título marcando uma geração e é um dos momentos mais celebrados da torcida rubro-negra.

    Jogadores que fizeram história no estádio

    • Pelé: O atacante do Santos marcou seu gol número 1000 em uma cobrança de pênalti contra o Vasco, em um dos momentos mais emblemáticos da história do futebol mundial.
    • Garrincha: Um dos maiores ídolos ligados ao Maracanã, com seus dribles desconcertantes, brilhou em jogos históricos pela Seleção Brasileira e pelo Botafogo, encantando multidões que estiveram no estádio para acompanhá-lo.
    • Zico: Maior ídolo da história do Flamengo, fez do Maracanã sua segunda casa. Colocando seu nome na história, comandou grandes viradas e conquistas títulos importantes, tornando-se principal símbolo da ligação entre o estádio e a torcida rubro-negra.
    • Romário: Foi no Maraca que o “Baixinho marcou gol mil da sua carreira, em 2007, em um jogo do Vasco, repetindo simbolicamente o feito histórico de Pelé.

    Estádio mágico

    Reunindo uma combinação única de história, emoção coletiva, grandes personagens durante momentos decisivos que marcaram o futebol e a identidade brasileira, local é considerado mágico e sagrado para os torcedores.

    O Maracanã foi palco de acontecimentos históricos irrepetíveis, como finais de Copa do Mundo, decisões continentais, clássicos gigantescos e gols que entraram para a memória mundial. Cada partida teve sua importância, acrescentando uma nova camada de significado ao estádio e tornando-o como se fosse visto como um lugar onde a história acontece.

    O estádio também possui uma relação intensa com a torcida, criando um ambiente de pressão, emoção e espetáculo raramente visto no futebol. O som das arquibancadas, a vibração coletiva e a proximidade do público com o campo transformavam cada partida em uma experiência quase mística, tanto para jogadores quanto para torcedores.

    O Maracanã permanece sendo muito mais do que um estádio. Ele é um espaço onde gerações se encontram por meio da memória, da emoção e da paixão pelo futebol. Cada jogo, cada grito da torcida e cada momento vivido em seu gramado reforçam sua mística e seu valor simbólico. O principal estádio do Brasil segue sendo um patrimônio cultural de um país que respira o esporte, guardando histórias do passado e continuando a escrever novas páginas na história da modalidade.

  • Flamengo e PSG decidem hoje o título do Intercontinental

    Flamengo e PSG decidem hoje o título do Intercontinental

    Clube carioca vai em busca do segundo título da competição.

    Flamengo e Paris Saint-Germain se enfrentam hoje (17) às 14 horas (de Brasília) pela final do Intercontinental de Clubes. O rubro-negro chega depois de eliminar Cruz Azul e Pyramids e enfrentará o estreante PSG. Confira o regulamento da competição: formato do intercontinental.

    Desigualdade entre os times

    O PSG entra na partida com amplo favoritismo, o que evidencia a desigualdade entre os times europeus e os americanos, enquanto o plantel do clube francês tem um valor de mercado estimado em 1.19 bilhões de euros, o elenco flamenguista vale 187 milhões de euros, aproximadamente um bilhão de diferença.

    Dembélé, Barcola e Kvaratskhelia com a camisa do PSG.
    Foto: Fred Tanneau/Getty Images

    O número de jogos na temporada também desfavorece o Flamengo, que chega para a partida completamente sufocado pelo calendário brasileiro, indo para a 78ª partida do ano e sétima competição do ano. Por outro lado, o PSG, na metade da temporada europeia, vai para seu 66º jogo em 2025. Portanto além de ter um elenco melhor, o plantel do Paris Saint-Germain está menos desgastado fisicamente.

    A esperança da nação

    Apesar de não ser considerado favorito, a torcida do Flamengo está confiante no bicampeonato, o clube vem de uma temporada fantástica, na qual já levantou seis troféus, sendo o ano com mais títulos de um time brasileiro. O time ainda conta com vários jogadores que vivem a melhor temporada de suas carreiras, como Arrascaeta, Rossi, Léo Ortiz, Léo Pereira e Carrascal.

    Jogadores do Flamengo levantam troféu da Libertadores.
    Foto: Hector Vivas/Getty Images

    Provável Escalação do Flamengo

    • Goleiro: Rossi
    • Laterais: Varela e Alex Sandro
    • Zagueiros: Danilo e Léo Pereira
    • Meias: Pulgar, Jorginho, Arrascaeta e Carrascal
    • Atacantes: Samuel Lino e Bruno Henrique

    Provável Escalação do Paris Saint-Germain

    • Goleiro: Chevalier
    • Laterais: Zaire-Emery e Nuno Mendes
    • Zagueiros: Marquinhos e Pacho
    • Meias: Vitinha, João Neves e Fabián Ruiz
    • Atacantes: Doué, Dembélé e Kvaratskhelia