Competição terá a segunda edição com o novo formato.
O Flamengo estreia no Intercontinental nesta quarta-feira (10), contra o Cruz Azul, do México, às 14h (de Brasília). O vencedor da partida leva o troféu Derby das Américas e classifica para a semifinal do torneio, na qual enfrentará o Pyramids, do Egito.
A competição não tem o mesmo formato de antigamente, quando o time europeu e o sul-americano entravam na semifinal. O novo formato conta com seis times e quatro troféus, entenda como funciona.
Troféu Derby das Américas e Copa Challenger, respectivamente. Foto: Reprodução/@fifacom/twitter
Participantes
Participam do Intercontinental o campeão da maior competição de cada federação continental, sendo estes os participantes da edição atual:
CONCACAF: Cruz Azul (México)
CONMEBOL: Flamengo (Brasil)
CAF: Pyramids (Egito)
UEFA: Paris Saint-Germain (França)
AFC: Ah-Ahli (Arábia Saudita)
OFC: Auckland City (Nova Zelândia)
Chaveamento
Na primeira fase se enfrentam os representante da África e da Oceania, o vencedor enfrentará o campeão da Liga dos Campeões Asiática, na disputa pelo troféu Copa África-Ásia-Pacífico. Do outro lado da chave o campeão da Libertadores e da Copa dos Campeões da CONCACAF duelam pelo Derby das Américas. Os dois campeões classificam para a semifinal e o vencedor leva o troféu Copa Challenger e, na final, disputa com o representante europeu o título do Intercontinental.
🚨Assim será a nova Copa Intercontinental da FIFA que acontecerá anualmente.
Chaveamento do torneio. Foto: @centraldoarabao/twitter
Edição de 2025
No Intercontinental de 2025, o Pyramids chegou a semifinal após vencer o Auckland City na primeira fase por 3 a 0 e o Al-Ahli nas quartas de final por 3 a 1. Agora aguarda o vencedor de Flamengo e Cruz Azul para disputar a semifinal, no dia 13 de dezembro. A final acontecerá no dia 17 de dezembro contra o PSG.
Boas notícias para Portugal: por cá vamos poder ver a Copa do Mundo de forma gratuita!
É verdade, nós por cá não estamos habituados a isto, mas a LiveModeTV, plataforma recente e que eu desconhecia, vai transmitir os jogos de Portugal na Copa do Mundo e ainda o melhor jogo do dia, no YouTube, sem qualquer custo.
Pelos vistos, a plataforma é da mesma empresa da CazeTV, algo que os meus leitores brasileiros devem conhecer bem.
Em Portugal transmissões gratuitas dos jogos não é costume. Por cá temos de pagar a DAZN, Sport TV e BTV, para quem for benfiquista. Os preços são altos, bastante altos até.
Só no Mundial de Clubes é que tivemos futebol de graça e é uma iniciativa que a mim, como consumidor, me agrada bastante, obviamente.
Acho que o futuro das transmissões passará por aqui, com anúncios e patrocinadores à mistura, mas sem custos para o adepto. Prova disso é o aumento significativo das TV pirata.
A Sport TV custa 30 euros e a DAZN 18 euros e a BTV custa entre 10 a 12 euros. Ou seja, quem quiser as três (a última é só para jogos do Benfica em casa) paga quase 50 euros. É natural que se opte por opções piratas porque são mais baratas por ano.
O consumidor já não quer ter de pagar tanto dinheiro para ver futebol, por isso é que opções gratuitas, mesmo com anúncios e outras publicidades, são as melhores soluções para o futuro do streaming.
Ou os grandes e tradicionais operadores se reinventam, ou vão todos no mesmo barco rumo a menos receitas. Por muito que tentem combater a pirataria, que é algo errado e ilegal, esta vai sempre prevalecer enquanto o serviço não for melhorado e o preço mais baixo.
Portanto, esta iniciativa da LiveModeTV pode trazer efeitos positivos para o futebol português e demais receitas. Veremos.
A FIFA atualizou nesta última quarta-feira (19/11) o ranking mundial e agora, confirmou a Seleção Brasileira na 5ª posição, confirmando que a equipe de Carlo Ancelotti será cabeça de chave na próxima edição da Copa do Mundo. Além do Brasil, Espanha, Argentina, França, Inglaterra, Portugal, Holanda, Bélgica e Alemanha, estarão no primeiro pote do sorteio que definirá os grupos para a disputa do torneio.
Por serem países sedes da Copa do Mundo de 2026, Canadá, Estados Unidos e México já estavam garantidos como cabeças de chave em três grupos distintos. Agora, as outras nove melhores posicionadas no ranking atualizado da FIFA também foram confirmadas.
Pela primeira vez no novo formato, a Copa do Mundo de 2026 terá 48 seleções na disputa pelo título, dividas em 12 grupos de quatro equipe cada, ainda na primeira fase. Até a última edição em 2022, 32 times nacionais eram separados em oito chaves.
Até o momento, o torneio já possui 42 países classificados, faltando apenas seus vagas restantes (4 da Europa e duas da repescagem mundial).
Top 10 Ranking da FIFA
Espanha – 1877,18 pontos
Argentina – 1873,33 pontos
França – 1870 pontos
Inglaterra – 1834,12 pontos
Brasil – 1760,46 pontos
Portugal – 1760,38 pontos
Holanda – 1756,27 pontos
Bélgica – 1730,71 pontos
Alemanha – 1724,15
Croácia – 1716,88
Sorteio da Copa do Mundo
Serão disponibilizados quatro potes com 12 seleções cada. No primeiro, os três países-sede e os nove melhores posicionados no ranking da FIFA. No demais potes, serão definidos a partir da colocação na lista da entidade mundial.
Os 12 grupos da primeira fase da Copa de 2026 serão evidenciados no dia 05 de dezembro. O sorteio será realizado no Kennedy Center, em Washington (EUA), às 14h (horário de Brasília). A data do evento foi confirmada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, durante uma coletiva na Casa Branca.
Abertura e final da Copa
A partida inaugural da Copa do Mundo de 2026 será realizada no dia 11 de junho, no Estádio Azteca, na Cidade do México. Já a grande decisão ocorrerá no MetLife Stadium, em Nova Jersey, no dia 19 de julho.
As Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026 estão chegando ao fim, e a cada Data Fifa o número de seleções classificadas, que atualmente está em 34, aumenta. Na última segunda-feira (17), foi a vez da Alemanha e da Holanda confirmarem sua vaga após as goleadas contra Eslováquia e Lituânia, respectivamente.
Seleção Alemã garantiu o primeiro lugar do grupo A após vencer por 6×0 a Eslováquia Foto: Ronny Hartmann
Assim como na Europa, as qualificatórias da América do Norte e Central ainda não acabaram, restando apenas a última rodada, que definirá os três últimos classificados da confederação e as duas seleções que jogarão a repescagem mundial.
América do Sul, África e Oceania já encerraram suas disputas por vagas, na Ásia ainda falta a partida entre Iraque e Emirados Árabes Unidos para definir qual seleção se juntará à Bolívia, RD Congo e Nova Caledônia, que disputarão duas vagas para a Copa na repescagem entre Janeiro e Março de 2026.
Seleções já Classificadas para a Copa
Já garantiram sua vaga:
México (CONCACAF)
Estados Unidos (CONCACAF)
Canadá (CONCACAF)
Argentina (CONMEBOL)
Brasil (CONMEBOL)
Equador (CONMEBOL)
Colômbia (CONMEBOL)
Uruguai (CONMEBOL)
Paraguai (CONMEBOL)
Croácia (UEFA)
França (UEFA)
Inglaterra (UEFA)
Noruega (UEFA)
Portugal (UEFA)
Alemanha (UEFA)
Holanda (UEFA)
Egito (CAF)
Senegal (CAF)
África do Sul (CAF)
Cabo Verde (CAF)
Marrocos (CAF)
Costa do Marfim (CAF)
Argélia (CAF)
Tunísia (CAF)
Gana (CAF)
Irã (AFC)
Uzbequistão (AFC)
Coreia do Sul (AFC)
Jordânia (AFC)
Japão (AFC)
Austrália (AFC)
Catar (AFC)
Arábia Saudita
Nova Zelândia (OFC)
Haaland disputará sua primeira Copa do Mundo. Foto: Reprodução/Manchester City
Seleções Estreantes
A Copa do Mundo (2026) será a primeira da história com 48 seleções, a maior da história. Com esse aumento no número de vagas, já contamos com alguns países que disputarão o torneio pela primeira vez, como Cabo Verde, Jordânia e Uzbequistão. Além disso, alguns estão retornando para o torneio depois de anos, como Noruega, Paraguai e Nova Zelândia.
Luxemburgo e Alemanha se enfrentam nesta sexta-feira (14/11), às 16h45 (horário de Brasília), em um confronto válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.
Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:
SportTV
Disney+
O Luxemburgo está em uma situação complicada nesta fase de classificação, somando quatro derrotas e ocupando a última posição do grupo. Sem chances de ir para a Copa de 2026, a seleção busca fazer história e conquistar uma improvável vitória sobre os alemães.
A Alemanha lidera o Grupo A com 9 pontos, empatada com a Eslováquia, somando três vitórias e uma derrota na fase de classificação. Para garantir a vaga sem depender de outros resultados, a vitória é essencial para os alemães.
Palpites para o jogo: Mercado:Vitória da Alemanha + Mais de 2,5 gols Alemanha Explicação: O líder do grupo enfrentando o lanterna esperamos um jogo bastante movimentado, com domínio alemão.
Mercado:Mais de 3,5 gols Explicação: Acreditamos que será um jogo com muitas oportunidades e chances claras de gols, principalmente por parte da Alemanha.
Nesta quinta-feira (13/11), às 16h45 (horário de Brasília), a França recebe a Ucrânia no Parc des Princes, em um confronto válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo 2026.
Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:
– ESPN
– Disney+
A equipe de Didier Deschamps ostenta uma boa campanha até aqui com 10 pontos somados em 4 partidas disputadas, e é líder do Grupo D. Os Bleus venceram a adversária Ucrânia por 2-0 em setembro e busca repetir o feito para se firmar ainda mais como favorita no topo do grupo.
A Ucrânia vive um momento de recuperação na competição, somando 7 pontos nas quatro partidas que disputou. A sua estrela Dovbyk, da Roma, é desfalque por lesão confirmado para a partida, deixando a responsabilidade ofensiva da equipe para Yaremchuk e Vanat.
Palpites para o jogo: Mercado: França vence Explicação: A diferença técnica e o momento das equipes apontam para um favoritismo claro dos donos da casa. Os franceses vêm mantendo regularidade e costumam controlar bem os jogos em casa.
Explicação: França tem média alta de gols marcados nas Eliminatórias e os últimos cinco jogos da Ucrânia tiveram mais de 2.5 gols, incluindo a goleada de 5-3 contra a Islândia.
Nesta quinta-feira (13/11), às 17h45 (horário de Brasília), a República da Irlanda recebe Portugal no Aviva Stadium, em um confronto válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo 2026.
Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:
ESPN
A equipe de Cristiano Ronaldo chega embalada com 10 pontos somados em 4 partidas disputadas, e líder isolada do Grupo F, que também conta com Irlanda (sua adversária da vez), Arménia e Hungria. A formação do espanhol Roberto Martínez tem mostrado muita estabilidade e dominância, sendo uma das equipes mais ofensivas da competição até o momento.
A seleção irlandesa tenta reagir após a vitória contra a Arménia em outubro, que quebrou uma sequência de resultados negativos para a equipe do islandês Heimir Hallgrimsson, que apesar de ser forte fisicamente e competitiva em casa, tem mostrado dificuldades diante de seleções mais técnicas. Com apenas 4 pontos somados, e na 3ª posição, irão precisar de muita atitude para fazer frente à este grande adversário.
Palpites para o jogo:
Mercado: Portugal vence Explicação: A diferença técnica e o momento das equipes apontam para um favoritismo claro dos visitantes. Os portugueses vêm mantendo regularidade e costumam controlar bem os jogos fora de casa.
Mercado: Acima de 2.5 gols Explicação: Portugal tem média alta de gols marcados nas Eliminatórias, e a Irlanda deve buscar o ataque diante da sua torcida, o que tende a abrir o jogo.
Para muitos, o futebol é uma forma de viver, uma forma de respirar, uma maneira de sentir as coisas de modo diferente! Sobretudo para essas pessoas, a Copa do Mundo surge como um pico de êxtase onde há confrontos inéditos. Na competição a ser disputada em 2026, a FIFA decidiu expandir o torneio de 32 para 48 seleções, surgindo assim uma oportunidade inédita de democratizar o acesso ao maior palco do futebol mundial – e também dos sonhos de muitos jogadores.
Se olharmos para os registros, as Copas do Mundo sempre foram dominadas por seleções tradicionais da Europa ou da América do Sul, deixando muitas regiões em um plano secundário e sem grande protagonismo nas fases finais.
Desta forma, a nova expansão para 48 equipes traz um novo horizonte, a possibilidade de que essas nações finalmente estejam presentes em maior número, oferecendo a milhões de torcedores de países menores ou de menor destaque futebolístico a chance de ver seus times no evento mais importante do esporte. Isto não é apenas uma questão de números: trata-se de uma oportunidade de transformar vidas de atletas, inspirar jovens nas categorias de base e reforçar o futebol como um fenômeno onde todos (devem e) têm a possibilidade de ter uma voz!
Torcida de Cabo Verde
Além da representatividade destas seleções menos vistosas, há um aspecto humano e narrativo que esta expansão valoriza! As histórias de seleções menores que chegam à competição, enfrentam gigantes – como se tratasse de um Davi contra Golias – e desafiam expectativas. Classificações como a de Cabo Verde – que se tornou o menor país de todos os tempos a se classificar para o Mundial – podem criar momentos históricos, inspirando milhões de fãs ao redor do mundo. Nesta perspectiva, a Copa do Mundo de 2026 promete multiplicar estas boas narrativas, com mais países a ter a possibilidade de desenhar a própria história na competição e – quem sabe – talvez alcançar uma conquista histórica.
No entanto, é preciso ser honesto e reconhecer os desafios que essa expansão traz! Logisticamente, é necessário pensar em como organizar um torneio de 48 seleções em três países (Estados Unidos, México e Canadá) e, muito honestamente, parece que tem tudo para algo dar errado. Sem um planejamento rigoroso, que vai dos estádios e das longas viagens até a segurança e hospedagem das seleções, são muitas as possibilidades de haver atrasos, dificuldades ou até problemas técnicos, tendo em conta as grandes distâncias percorridas pelas equipes e os diferentes climas onde vão disputar vários jogos em pouco tempo – mas isto vou deixar para outro texto…
Metlife Stadium, o palco da final do Mundial 2026
Outro ponto a considerar é a sobrecarga no calendário internacional. Com mais equipes e partidas, a pressão sobre os jogadores aumenta, e clubes podem enfrentar dificuldades para liberar alguns jogadores nas saídas para conciliar compromissos nacionais e internacionais.
Apesar destas questões, os benefícios da expansão parecem ser mais claros e pesados que as desvantagens e complicações. Lá no fundo, mais seleções significam mais sonhos realizados, mais torcedores a acompanhar o evento e mais momentos memoráveis para o público – quem não guarda uma grande memória de uma Copa do Mundo que atire a primeira pedra.
A diversidade cultural e futebolística só adiciona riqueza ao torneio e fortalece a ideia de que o futebol é, verdadeiramente, de todos. Ao contrário do que muitos puristas possam dizer, a inclusão de equipes menores não diminui a qualidade, mas sim pelo contrário, apenas oferece novas perspectivas, estilos e – quem sabe – surpresas que tornem o Mundial ainda mais fascinante.
A Copa do Mundo de 2026 tem tudo para se tornar muito mais do que um grande evento esportivo: pode transformar‑se num palco de debates sociais, ambientais e políticos!
Assumindo o possível (e praticamente certo) alcance da competição até aos «quatro cantos do mundo», defendo que esta prestigiada competição deve, e pode, assumir esse papel com responsabilidade. Ao mesmo tempo, nem tudo são rosas! Todos sabemos que há riscos nesse tipo de ações e há uma grande diferença entre discursar sobre algo e tomar efetivamente medidas para que algo aconteça.
Em primeiro lugar, o torneio que vai juntar 48 equipes e que vai ocorrer nos três países‑anfitriões (Estados Unidos, Canadá e México) aumenta exponencialmente seu alcance social e simbólico – recorde-se que será o segundo mundial com mais do que um país anfitrião, o que já aconteceu em 2002 com Coreia do Sul e Japão.
Políticas de migração podem ser um dos temas abordados neste Mundial 2026
Ter a visibilidade destes 3 grandes países, permite lançar à luz sobre temas que muitas vezes ficam relegados: inclusão, direitos humanos, meio ambiente, mobilidade, questões trabalhistas. Por exemplo, a Amnesty International alerta que faltam garantias claras para que sejam assegurados os direitos humanos de trabalhadores, torcedores e grupos vulneráveis nos países anfitriões – inclusive pelo risco de políticas de imigração restritivas que presidentes como Trump vão colocando. Nesse contexto, a Copa pode servir de instrumento de pressão para que governos e organizadores adotem melhores práticas.
Adicionalmente, o impacto ambiental do evento oferece uma plataforma essencial para debates sobre a verdadeira sustentabilidade «por trás das câmeras». Um relatório das Scientists for Global Responsibility estima que o torneio gerará cerca de 9 milhões de toneladas de CO₂, superando os 5,5 milhões registrados no Mundial no Catar e tornando‑se o mais poluente da história da competição.
Isso obriga, e pede, a responsabilidade dos governos e da organização visto que é com a visibilidade que se pode gerar a mudança: se o evento propocionar exposição às contradições entre o espetáculo fornecido e a pegada ecológica do evento, pode fomentar a prática e imposição de políticas mais verdes.
Mundial 2022 no Catar, o mais poluente até à data
Tendo causas como esta em conta, defendo firmemente que a Copa 2026 deve servir de palco para essas narrativas — e que os organizadores não apenas falem de «legado» ou «responsabilidade» como muitas vezes acontece, mas que realmente incorporem práticas concretas: a proteção dos direitos humanos, existência de transparência financeira, a mitigação de emissões e o envolvimento das comunidades locais.
Claro que há o lado oposto: alguns argumentam que megaeventos esportivos geram deslocamentos de populações, aumento de custos públicos, turismo massivo que beneficia grandes corporações mais do que a sociedade local — e que usar a Copa como palco de «questões sociais» pode acabar sendo mera retórica ou «greenwashing». Além disso, há o risco de que os próprios países‑anfitriões ignorem críticas ou limitem liberdades para evitar constrangimentos num evento global. A crítica da Amnesty International a políticas migratórias e direitos civis ilustra parte dessa preocupação.
Em síntese, acredito que a Copa 2026 oferece uma oportunidade ímpar para tornar visíveis e conectar agendas ambientais, políticas e sociais — mas isso só valerá se houver compromissos reais e fiscalização. Se for apenas espetáculo e discurso, perde‑se a chance de transformar o enorme investimento numa janela de progresso.