Na tarde deste domingo (01/02), o Corinthians conseguiu neutralizar o Flamengo e vencer a Supercopa Rei pelo placar de 2 a 0, jogo disputado no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Os gols do Timão foram marcados por Gabriel Paulista e Yuri Alberto.
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O SPORT CLUB CORINTHIANS SE TORNA PELA 2️⃣ª VEZ CAMPEÃO DA SUPERCOPA DO BRASIL!!!!!!!!! 🦅
O Rubro-Negro conseguiu dominar o primeiro tempo e teve mais posse de bola, porém estava muito fraco na hora de finalizar. Já o Corinthians foi quem tomou a iniciativa assim que bola rolou com Yuri Alberto disparando pela direitas, mas a bola passa para fora e Memphis Depay não consegue alcançar.
O Flamengo começou a tomar contas das ações, mas desperdiçou chances com Plata, Varela, Erick Pulgar e Pedro, este último vendo Matheus Bidu tirar sua bola em cima da linha. O time de Filipe Luís seguia melhor em campo, com o Corinthians tentando aproveitar os contra-ataques, mas sem sucesso.
Contudo, mesmo tendo posse de bola os rubro-negros não conseguiram ser efetivos, diferente do Timão que aos 25 minutos da etapa inicial abriram o placar com Gabriel Paulista emendando de primeira, 1 a 0.
Após o gol um toma lá da cá iniciou, o Corinthians quase amplia o placar aos 37 minutos com Memphis Depay, mas o goleiro Rossi conseguiu fazer a defesa. Já o Flamengo desperdiçou chances com Jorginho, mas o lance mais polêmico estava para acontecer, com as duas equipes no momento indo para o intervalo.
O intervalo pegou fogo com o VAR aguardando o retorno das duas equipes em campo para checar uma possível agressão de Carrascal em Breno Bidon. O árbitro Rafael Klein antes de iniciar a partida expulsou o atleta do Flamengo, para a revolta dos rubro-negros.
Mesmo com um a menos, o Flamengo seguia ofensivo e logo aos 2 minutos do segundo tempo Arrascaeta cobra uma falta na cabeça de Pulgar, que finaliza com força no travessão de Hugo. A torcida rubro-negra teve um motivo para comemorar na partida, a reestreia de Lucas Paquetá, mas o jogador não fez tanta diferença em campo.
Yuri Alberto e Memphis Depay eram o respiro do Corinthians em campo, com o holandês chegando a balançar as redes, mas a arbitragem marcou impedimento no lance.
A etapa final ficou bastante centralizada no meio de campo, com os dois times errando bastante passos e não adentrando a área do adversário. Nos minutos finais, o Flamengo perdeu uma chance incrível com Paquetá, mas o Corinthians conseguiu ser melhor e aos 52 minutos, Yuri Alberto dispara no contra-ataque, dá um balão em Rossi e manda para dentro do gol, 2 a 0 placar final.
Neste domingo (01/02), às 16h00 (horário de Brasília), Flamengo e Corinthians se enfrentam na decisão da Supercopa Rei. O duelo vale o primeiro título nacional da temporada e coloca frente a frente dois dos clubes mais populares do país.
O Flamengo entra em campo buscando o tetracampeonato da competição, após conquistas em 2020, 2021 e 2025. Já o Corinthians tenta levantar a taça pela segunda vez em sua história, repetindo o feito de 1991.
Onde assistir à Supercopa Rei
O jogo terá ampla cobertura e poderá ser acompanhado ao vivo por diferentes plataformas:
Globo (TV aberta)
SporTV (TV por assinatura)
GE TV (YouTube)
Premiere (pay-per-view)
Momento do Flamengo
O Flamengo vem de um tropeço na estreia do Campeonato Brasileiro, quando foi superado pelo São Paulo. Além disso, amarga a 5° colocação no Campeonato Carioca, o que deixa o clube na Zona de Rebaixamento do seu grupo. Apesar do momento negativo, o cenário para a decisão é diferente. O elenco rubro-negro é mais encorpado, tecnicamente superior e acostumado a jogos grandes.
Um fator importante é a presença de Lucas Paquetá, que está relacionado para a final. Mesmo sem garantia de titularidade, a possibilidade de sua entrada durante a partida já altera o cenário do confronto, oferecendo mais criatividade e poder de decisão ao time carioca.
Momento do Corinthians
O Corinthians também estreou com derrota no Brasileirão, perdendo para o Bahia e está na 6° Colocação no Paulistão. A equipe ainda busca maior regularidade e chega à final com menos estabilidade coletiva.
Apesar disso, o time paulista costuma crescer em decisões e aposta na força do grupo para tentar equilibrar o confronto. Ainda assim, tecnicamente, o elenco apresenta limitações quando comparado ao do adversário.
Palpite para Flamengo x Corinthians
Mercado: Flamengo vence
Explicação: Mesmo vindo de derrota no Brasileirão, o Flamengo chega mais preparado para a decisão. O elenco rubro-negro é tecnicamente superior, mais experiente e conta com a presença de Paquetá, que pode ser decisivo mesmo saindo do banco. O Corinthians ainda busca encaixe e não apresenta, neste momento, o mesmo nível de soluções ofensivas. Em jogo único, a qualidade individual tende a fazer diferença. Mesmo assim, espero um jogo bastante parelho, com as duas equipes fazendo gol.
O Boca Juniors anunciou a contratação do ex-atacante do Corinthians, Ángel Romero. O jogador é o primeiro reforço dos argentinos nesta janela de transferência.
Livre no mercado desde que encerrou sua segunda passagem pelo Corinthians após três temporadas no clube. Neste meio tempo, o paraguaio foi campeão paulista e da Copa do Brasil, marcando 27 gols e distribuiu 13 assistências em 154 jogos disputados.
Segundo o comunicado publicado pelo Boca Juniors, Romero está na Argentina desde a última segunda-feira (26) e já realizou os exames médicos necessários para a contratação. Como não ocorreu nenhum empecilho, o clube argentino anunciou o atleta já nesta segunda.
O paraguaio assinará um contrato de uma temporada com opção de renovação por mais um ano, como o próprio atleta confirmou em conversa com à imprensa no Aeroporto Silvio Pettirossi.
“Eu estava em outro clube muito popular, o Corinthians, onde se fala do clube 24 horas por dia, e agora estou de volta a outro time muito popular, um dos maiores do mundo , então preciso me adaptar o mais rápido possível a tudo que é o mundo do Boca e ser capaz de fazer meu trabalho com calma”, declarou Romero, antes de viajar para Buenos Aires.
É importante relembrar que Ángel Romero já tinha entrado no radar do Boca Juniors em 2022, para atuar com o irmão gêmeo, Óscar. Contudo, o negócio não ocorreu, mas o na época vice-presidente (atual presidente) do Boca, Román Riquelme, elogiou o ex-atacante desde então.
“Ele é um grandíssimo jogador, acho que poderia jogar no Boca, mas a realidade não é essa”, revelou Riquelme.
Para este início de temporada, o técnico Dorival Júnior pediu a direção do Corinthians a contratação de um primeiro volante na janela de transferências. Um dos nomes observados e que interessa ao clube paulista é Vini Souza, que pertence ao Wolfsburg, da Alemanha.
Contratado no meio da temporada do ano passado, o atleta iniciou a temporada europeia como titular, mas perdeu espaço após o técnico Paul Simonis sair da equipe. Com isso, Vini permaneceu no banco de reserva nas últimas cinco rodadas da Bundesliga, não entrando em campo desde então.
Com isso, o Corinthians consultou a possibilidade de um empréstimo do atleta, que possui contrato válido com os alemães até o meio de 2030.
A possibilidade de retornar à jogar no Brasil começou a ser cogitada pelo volante e seu estafe, já que anteriormente ela estava sendo rejeitada por ambos.
“É a necessidade de termos mais um homem nesse setor. É uma função que, com a saída do Maycon, o Raniele, praticamente, vem trabalhando sozinho na função. Sozinho que eu falo, apenas um homem na função. Nós estamos buscando novas opções no mercado. Temos o Charles, que eventualmente também executa essa função em campo, mas de um modo geral assim, eu gostaria de ter um elenco um pouquinho mais recheado, com mais opções para que nós pudéssemos, aí sim, buscarmos uma distribuição”, declarou Dorival Júnior, durante a coletiva pós-jogo.
Vida privada famosa
Com apenas 26 anos, Vini Souza acumula uma boa bagagem internacional, mas chamou atenção mesmo fora de campo quando namorou a cantora Anitta.
Outro destaque na carreira do volante é o fato de ser pupilo do técnico português, Jorge Jesus, participando do grupo que conquistou os títulos importantes com o treinador, como o Brasileirão e Libertadores em 2019, mesmo atuando apenas oito jogos como profissional.
O Corinthians confirmou nesta sexta-feira (16/01), a chegada do goleiro João Ricardo, que pertence ao Fortaleza. Os clubes acertaram o empréstimo do arqueiro de 38 anos sem custos até o fim da atual temporada.
Contudo, a assinatura do contrato e a apresentação oficial de João Ricardo só acontecerá em março, já que o goleiro segue se recuperando de uma cirurgia no ombro direito, realizada em outubro do ano passado. O Corinthians agora espera apenas o laudo médico para finalizar a contratação.
As informações foram divulgadas inicialmente pelo portal “O Povo”.
A diretoria do Timão enxergou como uma boa oportunidade trazer João Ricardo para ser reserva de Hugo, visto que o clube buscava um atleta mais experiente para a posição. É bom relembrar que Dorival já trabalhou com arqueiro na época do Ceará.
Os outros goleiros do elenco são todos muitos jovens, sendo eles:Felipe Longo (20 anos), Kauê (21 anos) e Matheus Donelli (23 anos).
O Fortaleza decidiu negociar João Ricardo para aliviar a folha salarial do clube, que disputará a Série B em 2026. Na temporada passada, o atleta disputou 35 partidas.
Flamengo e Corinthians se enfrentaram pela Supercopa Rei 2026, disputada neste próximo dia 1º de fevereiro, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. A disputa da competição ocorre anualmente com os campeões do Brasileirão 2025 e da Copa do Brasil do mesmo ano.
Antes de bater o martelo e escolher o estádio em Brasília, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) havia cogitado realizar o confronto no Rio de Janeiro ou em São Paulo, porém desistiu. NO local escolhido, terá uma divisão igual nas arquibancadas para as duas torcidas.
Vale relembrar que essa será a quarta edição da Supercopa Rei em Brasília, todas elas contando com a presença do Flamengo. As outras ocorrem diante do Athletico em 2020, além dos jogos de 2021 e 2023, contra o Palmeiras.
As partidas foram da capital brasileira foram disputadas em 2022 em Cuiabá, recebendo Flamengo e Atlético-MG, 2024 com São Paulo e Palmeiras em Belo Horizonte, além de Flamengo e Botafogo em Belém na última temporada.
O futebol brasileiro sempre ultrapassou os limites do campo, espelhando lutas e tensões da sociedade, andando lado a lado com fanatismo das Torcidas Organizadas que abraçou essas causas. Durante os anos finais da Ditadura Militar (1964-1984), o esporte se converteu em um dos palcos mais simbólicos da contestação política, tendo esse período uma crescente na mobilização popular e do movimento Diretas Já, as arquibancadas deixaram de ser apenas espaços de torcida para abrigar vozes que imploraram por liberdade, justiça e escolha democrática. A expressão mais emblemática dessa relação entre futebol e política foi a Democracia Corinthiana, um movimento que marcou não só o clube paulista mas também o debate nacional.
A Democracia Corinthiana, entre 1981 e 1985, rompeu com tradições autoritárias dentro do próprio futebol ao implementar um modelo de gestão participativa. Em um Brasil ainda sob a sombra da Ditadura, onde a população não tinha acesso a eleições diretas para presidente, o Sport Club Corinthians Paulista promoveu decisões coletivas envolvendo jogadores, comissão técnica, roupeiros e massagistas por meio do voto. O movimento foi articulado por líderes como Sócrates, ídolo e capitão que se tornou símbolo da luta pela liberdade, Wladimir, lateral com forte presença política, e Casagrande, jovem goleador que questionava as estruturas hierárquicas do esporte.
O impacto da Democracia Corinthiana extrapolou os limites do clube. Os princípios de autogestão e participação refletiam em muito o que a sociedade pedia nas ruas em apoio às “Diretas Já”, que era um movimento popular massivo que clamava por eleições diretas para presidente e mobilizou milhões em manifestações por todo o país. Sócrates, além de capitão, tornou-se porta-voz desse encontro entre futebol e política, participando ativamente de debates, entrevistas e eventos relacionados às Diretas Já. A famosa faixa corintiana “Ganhar ou perder, mas com democracia” tornou-se símbolo dessa intersecção entre paixão pelo clube e engajamento político.
A excitação das arquibancadas e o engajamento das torcidas organizadas também ganharam expressão em outros clubes. Ao lado da Gaviões da Fiel, outras torcidas como a Torcida Jovem do Santos, Mancha Verde (Palmeiras), Raça Rubro-Negra (Flamengo), Força Jovem do Vasco, A Coligay do Grêmio (representou uma forma de resistência ao afirmar a presença da comunidade LGBT em um ambiente historicamente conservador) e a torcida organizada do Fluminense levaram mensagens, faixas e cânticos que dialogavam com o clamor por democracia. Essas manifestações, muitas vezes silenciosas nas capas dos jornais à época, colaboraram com a construção de um sentimento de resistência e unidade popular contra a Ditadura Militar.
O legado da Democracia Corinthiana e das torcidas organizadas revela que o futebol, em sua essência social, pode ser um canal de expressão política e de mobilização por direitos. Ao misturar paixão pelo clube com as lutas e pela superação da Ditadura Militar, as arquibancadas contribuíram para um dos momentos mais emblemáticos da história da democracia brasileira, mostrando que a voz do torcedor podia ecoar muito além dos estádios.
Para quem deseja aprofundar no papel dessas torcidas na redemocratização do Brasil, a análise detalhada está disponível em uma excelente referência histórica: Grito de Liberdade: o papel essencial das torcidas na redemocratização, que contextualiza como as arquibancadas se tornaram um verdadeiro “grito de liberdade”.
Corinthians e Botafogo sofrem transfer ban causado por pendências financeiras.
Neste dia 5 de janeiro foi a abertura da janela de transferências em solo brasileiro, porém, alguns times brasileiros não estão autorizados à registrar novos jogadores. A proibição de contratar novos atletas é uma medida da FIFA como uma solução para restringir os times que não cumprem suas obrigações financeiras, dificultando muito a temporada do clube punido.
Segundo informações do GE, nove equipes entraram na janela de transferência sem a permissão de se reforçar. Dentre elas, sete são times masculinos e 2 femininos, destacando-se Botafogo e Corinthians, únicos times da série A do campeonato brasileiro que estão nessa situação até o momento.
Futebol masculino
Corinthians-SP
Botafogo-RJ
Ponte Preta-SP
Amazonas-AM
Ipatinga-MG
Miramar-PB
Colorado-PR
Futebol feminino
Avaí Kindermann-SC
Real Brasília-DF
Pendências Financeiras dos gigantes punidos
Enquanto a sentença estiver em vigor, os clubes não poderão registrar nenhum jogador no BID da CBF, mesmo que tenham contrato assinado, forçando Botafogo e Corinthians a correrem com a ideia de resolver suas obrigações financeiras para que possam reforçar seu elenco para a temporada que está prestes a começar.
Com o intuito de se livrar do transfer ban, o Glorioso tem a missão de solucionar a negociação pelo jogador Thiago Almada, que foi comprado em definitivo chegando do Atlanta United dos Estados Unidos e foi negociado para o Lyon seis meses depois, os valores giram em torno de 115 milhões de reais. A Situação do Corinthians se deve às dívidas com o Santos Laguna pela negociação de compra do atleta Félix Torres, criando uma dívida por volta de R$ 40 milhões para o clube mexicano.
Assistir a um jogo do Corinthians na Neo Química Arena é, por si só, uma experiência eletrizante. No entanto, para aqueles que procuram aliar a paixão da arquibancada ao conforto de um serviço premium, o estádio oferece opções exclusivas. Entre elas, destaca-se o Camarote Fiel Torcedor, um espaço que gera curiosidade e desejo, mas que muitas vezes é confundido com outros setores VIP da arena.
Para o torcedor que busca uma visão privilegiada e serviços de alto padrão, saber a localização exata e os diferenciais deste camarote é fundamental.
A localização exata: o coração do Prédio Oeste
O Camarote Fiel Torcedor está estrategicamente posicionado no Prédio Oeste da Neo Química Arena. Esta é a ala mais nobre do estádio, onde se encontram as cabines de imprensa, os vestiários e as áreas corporativas.
Créditos:Kaique Idalgo/Camarote Fielzone
Especificamente, o camarote ocupa o 6.º andar deste edifício. A escolha do andar não é aleatória: a altitude oferece uma visão panorâmica e central do gramado, permitindo uma leitura tática do jogo semelhante à das transmissões televisivas, mas com a atmosfera pulsante de Itaquera. O acesso para quem vai a este setor é realizado, geralmente, pelo Portão B, e a recomendação é a utilização do estacionamento E5, que oferece maior comodidade e proximidade aos elevadores que levam diretamente ao sexto pavimento.
Estrutura de dois andares e a famosa varanda
Um dos grandes diferenciais do Camarote Fiel Torcedor é a sua arquitetura interna. Diferente dos camarotes corporativos tradicionais, este espaço foi desenhado com um conceito de hospitalidade em dois níveis:
Área interna (Lounge): Um ambiente climatizado, com sofás, mesas e televisores, onde o torcedor pode desfrutar de serviços de alimentação (open food) e bebidas (água, refrigerante e suco — bebidas alcoólicas são servidas conforme a legislação vigente, geralmente até duas horas antes do jogo e após o apito final).
Terraço (Varanda): O segundo nível do camarote é uma área externa descoberta. É o ponto alto da experiência, literalmente. Ali, o torcedor sente o «calor» da Fiel, ouve os cânticos com clareza e pode assistir à partida ao ar livre, mas com o conforto de um assento marcado e serviço de garçom.
O espaço costuma contar também com atrações extras, como música ao vivo (samba ou pagode) nos pré e pós-jogos, além de uma área de jogos e entretenimento.
Não confunda: Fiel Torcedor vs. Fielzone
É muito comum que os torcedores confundam o Camarote Fiel Torcedor com o Camarote Fielzone. Embora ambos sejam espaços VIP de excelência, são produtos distintos localizados em áreas diferentes:
Camarote Fiel Torcedor: Fica no 6.º andar do Prédio Oeste. É focado na experiência do sócio-torcedor, com um ambiente mais familiar e tradicional.
Camarote Fielzone: Fica no 5.º andar e também possui uma área no nível do gramado (a Choperia, no setor Oeste Inferior Corner). O Fielzone é conhecido por ter uma pegada mais festiva, muitas vezes com grandes shows e até uma piscina, atraindo um público que busca uma balada dentro do estádio.
Portanto, se o seu objetivo é o espaço oficial atrelado ao programa de sócios, o seu destino é o sexto andar. O Camarote Fiel Torcedor é a materialização do tratamento VIP para aquele que carrega o clube no peito, oferecendo uma nova perspectiva para o mantra de «sofrer por ti, Corinthians» — aqui, o sofrimento fica apenas pelo resultado em campo, pois o conforto é garantido.
FAQs sobre o Camarote Fiel Torcedor
Onde fica localizado o Camarote Fiel Torcedor?
O Camarote Fiel Torcedor está localizado no 6.º andar do Prédio Oeste da Neo Química Arena.
Qual é o portão de acesso para este camarote?
O acesso é feito geralmente pelo Portão B do Prédio Oeste.
O Camarote Fiel Torcedor é o mesmo que o Fielzone?
Não. São espaços diferentes. O Camarote Fiel Torcedor fica no 6.º andar, enquanto o Fielzone principal está situado no 5.º andar e possui uma proposta diferente, mais voltada para entretenimento e festas.
O camarote oferece serviço de alimentação?
Sim. O espaço conta com serviço de open food (buffet) e bebidas não alcoólicas durante o jogo. Bebidas alcoólicas são servidas em horários restritos (pré e pós-jogo), conforme a lei.
Qualquer pessoa pode comprar ingresso para este camarote?
Embora o nome faça referência ao programa de sócios, frequentemente há venda de ingressos para o público geral, mas os membros do programa Fiel Torcedor costumam ter prioridade ou descontos exclusivos na aquisição.
O camarote é coberto?
O espaço possui uma área interna climatizada e coberta, além de um terraço (varanda) ao ar livre com vista para o gramado.
Qual é o melhor estacionamento para quem vai ao Camarote Fiel Torcedor?
Recomenda-se o estacionamento E5, que fica no lado Oeste e oferece acesso mais direto aos elevadores dos camarotes.
No panteão do futebol brasileiro, poucas vestimentas carregam uma carga simbólica tão densa quanto a camisa do Sport Club Corinthians Paulista. O que hoje chamamos de «manto» ou «segunda pele» é fruto de uma evolução que transcende o algodão e o poliéster para se tornar um estandarte de identidade popular. Para entender essa devoção quase religiosa, é preciso voltar ao ano de 1934, um marco estético que definiu a alma visual do «Timão».
O marco de 1934: a simplicidade operária
A temporada de 1934 não foi marcada por um título expressivo (o clube terminaria o Campeonato Paulista em quarto lugar), mas foi decisiva para a identidade visual do alvinegro. Até então, os uniformes do futebol seguiam um padrão rígido e pouco prático, com mangas três quartos e botões, herança da formalidade britânica.
Foi nesse ano que o Corinthians rompeu com o passado e adotou um modelo que se tornaria icônico pela sua simplicidade funcional, espelhando a origem operária da sua torcida. A camisa de 1934 aboliu os botões e adotou a gola alta careca, além de instituir as mangas curtas. Era uma peça branca, limpa, «crua». O detalhe mais fascinante para o torcedor moderno é a ausência do distintivo.
Créditos: Wikipedia
Naquela época, a força do clube não precisava ser anunciada por um logo no peito; as cores preta e branca e a presença em campo bastavam. O escudo, desenhado pelo pintor e ex-jogador Francisco Rebolo, só seria integrado definitivamente ao uniforme em 1939.
Esse modelo de 1934 tornou-se um clássico cultuado porque representa o Corinthians em sua essência mais pura: sem patrocínios, sem excessos, apenas o suor e a cor.
A evolução de um símbolo político e cultural
Nas décadas seguintes, a camisa corinthiana deixou de ser apenas uniforme esportivo para virar plataforma de expressão.
A Era de Ouro e o distintivo (1950-1954): Com a fixação do escudo no peito, a camisa ganhou a «cara» que conhecemos. O título do IV Centenário em 1954 consagrou esse modelo clássico.
A Invasão de 1976: A camisa tornou-se um fenômeno de massas. Na famosa Invasão do Maracanã, a torcida mostrou que o uniforme era uma extensão do próprio corpo, pintando o Rio de Janeiro de preto e branco.
A Democracia Corinthiana (Anos 80): Liderados por Sócrates, Wladimir e Casagrande, o manto alvinegro tornou-se um outdoor político. Foi a primeira vez no futebol mundial que uma camisa foi usada para pedir «Diretas Já» e «Dia 15 Vote», provando que o corinthiano é, antes de tudo, um cidadão engajado.
Créditos: Arquivo Corinthians
A mística de 2012: As camisas das conquistas da Libertadores e do Mundial no Japão tornaram-se relíquias modernas, simbolizando o fim de traumas históricos e a globalização da marca.
A paixão atual: o «manto» como estilo de vida
Hoje, a relação da torcida com a camisa atingiu um novo patamar de fervor. O lançamento de um novo uniforme é um evento anual aguardado com a mesma ansiedade de uma final de campeonato. O departamento de marketing do clube soube capitalizar essa paixão, lançando modelos que dialogam com a história — como a roxa (homenagem ao «corinthiano roxo»), a laranja (homenagem ao «terrão») e as reedições retrô, incluindo a própria camisa de 1934, que é vendida como artigo de luxo nostálgico.
A «Fiel» não veste a camisa apenas em dias de jogo. Em São Paulo e em todo o Brasil, é comum ver o uniforme em escritórios, casamentos, festas e no dia a dia. A camisa do Corinthians transformou-se em um código social que diz: «eu pertenço a este bando de loucos». Do algodão simples de 1934 à tecnologia dry-fit atual, o fio condutor permanece o mesmo: a certeza de que, ao vestir aquelas cores, o torcedor nunca está sozinho.
FAQs sobre a camisa do Corinthians
A camisa de 1934 tinha o escudo do clube?
Não. O modelo original utilizado em 1934 não possuía o distintivo estampado no peito. O escudo, com a âncora e os remos desenhados por Francisco Rebolo, só passou a integrar oficialmente as camisas de jogo a partir de 1939.
Por que a camisa de 1934 é considerada um marco?
Ela representa uma modernização estética e funcional. Foi o ano em que o clube abandonou as mangas três quartos e os botões, adotando mangas curtas e gola careca alta, um visual mais limpo e prático para os atletas.
Quando o Corinthians começou a usar preto e branco?
Embora o clube tenha sido fundado usando camisas bege (creme), a cor desbotava nas lavagens. O preto e branco (calção preto e camisa branca) foi adotado oficialmente em 1920, tornando-se a identidade visual definitiva.
Qual a importância da Democracia Corinthiana para o uniforme?
Na década de 1980, o movimento da Democracia Corinthiana utilizou a camisa como espaço de manifesto político, estamparam frases como «Diretas Já» e «Eu Quero Votar para Presidente» nas costas, algo inédito na história do futebol.
O que são as camisas «alternativas» do Corinthians?
São os terceiros uniformes lançados anualmente, geralmente em cores diferentes do tradicional preto e branco (como roxo, laranja, azul ou amarelo), que servem para homenagear histórias específicas do clube ou conectar-se com causas sociais e torcedores mais jovens.