Cristiano Ronaldo, que brilhou com a camisa do Manchester United em 2008, foi eleito, por votação popular, o melhor vencedor da Bola de Ouro de todos os tempos. O craque português superou Lionel Messi, na versão de 2012.
De 2008 para a eternidade. A Bola de Ouro de todos os tempos é portuguesa. 🇵🇹
A revista France Football, responsável pela entrega de um dos principais prêmios individuais do futebol mundial, criou, em 2026, o B.O.A.T., uma eleição popular para que o público apontasse quem foi o melhor entre todos os jogadores que já conquistaram a Bola de Ouro.
Com isso, Cristiano Ronaldo foi escolhido como o melhor, com sua versão de 2008, ano em que conquistou o prêmio. Vale relembrar que as versões de 2017, 2016, 2014 e 2013 do craque português ficaram na terceira, quinta, sexta e oitava colocações, respectivamente.
Detentor do recorde de maior número de Bolas de Ouro conquistadas na história, com oito títulos, Lionel Messi teve como melhor colocação sua versão de 2012, que ficou em segundo lugar. Já as versões de 2023, 2015, 2011, 2009, 2019, 2021 e 2010 terminaram, respectivamente, na quarta, sétima, nona, décima, 11ª, 12ª e 14ª posições.
Distribuição da votação
Ao todo, 5.009 pessoas votaram mais de uma vez, divididas da seguinte forma:
Cristiano Ronaldo cumpriu sua promessa e veio a público falar sobre sua versão da crise com o técnico da Seleção Portuguesa, Jorge Jesus. O camisa 7 compartilhou um longo texto no qual explica o motivo que o fez deixar a seleção durante a Data Fifa.
Após a conferência de imprensa do Selecionador Nacional, e no seguimento de uma conversa com o Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, tomei a decisão de deixar o estágio da Seleção Nacional.
Sem citar o nome do comandante, o atacante declarou que o “Mister” faltou com a palavra. De acordo com Cristiano, existia um acordo entre as duas partes sobre sua participação nas partidas, mas o combinado não foi cumprido. O jogador se mostrou bastante irritado com as declarações do treinador nas entrevistas coletivas sobre o tema, embora não o tenha citado diretamente.
Em um trecho do texto, o camisa 7 revela que a postura apresentada por Jorge Jesus durante a coletiva mostrou uma agressividade inesperada.
Cristiano Ronaldo ainda fez questão de se desculpar com os torcedores portugueses por ter abandonado a seleção, além de não ter cumprimentado os fãs após o jogo contra a Noruega. Na ocasião, ficou aquecendo por cerca de 30 minutos, mas não entrou em campo.
“Aqueci desde o intervalo, vi os minutos a passar e não fui chamado. O Selecionador tinha-me falhado com a sua palavra”, afirmou CR7 no texto.
Mesmo com todos os problemas recentes, o astro deixou claro que está disposto a voltar a atuar pela seleção nacional caso seja chamado em futuras convocações. Vale lembrar que a próxima Data Fifa acontecerá em meados de novembro.
“Tal como prometi, decidi contar, na primeira pessoa e de forma direta, as circunstâncias que envolveram o último estágio da Seleção Nacional.
Após o Mundial 2026 preparei uma carta aos portugueses, que ainda guardo, com as palavras que lhes quero dirigir quando abandonar, definitivamente, a nossa equipa.
No final da competição, logo no voo de regresso dos Estados Unidos, o Presidente da Federação pediu e insistiu que eu ponderasse a decisão de sair porque a FPF queria que eu continuasse.
Logo a seguir pediu que lhe desse a minha opinião sobre o nome do atual Selecionador e que ele estava a ponderar, a par de outros nomes que não me revelou.
Respondi ao Presidente da Federação que, em minha opinião, seria a escolha certa. Por isso, no dia em que o atual Selecionador foi apresentado fiquei genuinamente feliz pela escolha. Era a opção certa, como os resultados vão comprovando.
Poucos dias depois recebi um primeiro contacto do novo selecionador nacional a dizer que gostava de estar comigo pessoalmente. Respondi que sim e agendámos para o final das minhas férias.
Encontrámo-nos na Cidade do Futebol onde o meu clube fazia estágio de pré-temporada.
O Selecionador disse-me nesse dia que contava comigo e que a minha presença era fundamental para o seu projeto. Apresentou-me, logo ali, um plano para a minha participação. Disse-me que jogaria o primeiro jogo e o último e que por razões de gestão física iria fazer sempre três a quatro mudanças por jogo.
Nessa altura colocou-me a hipótese de eu não viajar com a Seleção para Noruega e Dinamarca. Propôs-me que fizesse o primeiro jogo e ficasse em Portugal, para depois me juntar de novo antes do jogo do Dragão.
Recusei de imediato esta proposta. Parecia-me evidente que não a poderia aceitar. Não seria por não jogar os jogos no estrangeiro que deixaria de capitanear a nossa equipa. Esse privilégio de ficar em Portugal não seria um bom exemplo.
O Selecionador acabou por concordar com a minha análise.
Esta conversa foi acompanhada pelo Simão Coutinho, diretor Desportivo do Al Nassr, pessoa a quem reportava o atual selecionador durante toda a época passada e um dos responsáveis pela sua contratação pelo clube em 2025.
Na véspera do estágio começar o Selecionador deslocou-se a minha casa, em Lisboa, para ter nova conversa comigo, a seu pedido. A conversa foi tranquila e todos os princípios combinados em agosto foram mantidos. Joguei o jogo de Alvalade, e apesar de substituído, não fiz nenhum problema. Coloquei a braçadeira eu mesmo ao Bruno Fernandes, longe de imaginar que pudesse estar a dar os últimos passos, como atleta e capitão da Seleção Nacional. O importante desse dia, para mim, foi a nossa vitória. Ganhar é sempre bom, em Portugal e pelo meu País, ainda melhor.
À hora de almoço do dia do jogo na Noruega um adjunto do selecionador do veio à mesa onde o grupo estava a almoçar e informou-me que o Selecionador me queria falar. Para minha absoluta surpresa, o selecionador perguntou-me se estava bem para jogar 30 minutos. Eu estava totalmente focado na minha recuperação física, integrado com os meus companheiros como sempre e a pensar que não jogaria naquele dia. Sem nenhum problema.
Este pedido era algo fora do meu plano de recuperação física e de treino – porque apenas iria jogar dia 4 no Dragão – mas obviamente disse que sim. Respondeu-me que então estivesse preparado porque jogaria 30 min.
O resto todos conhecem. Aqueci desde o intervalo, vi os minutos a passar e não fui chamado. O Selecionador tinha-me falhado com a sua palavra.
No fim do jogo só queria que tudo acabasse com a vitória e ficar sozinho. Não fui cumprimentar os adeptos. Uma falha que é apenas da minha responsabilidade e que não deveria ter acontecido. Peço desculpa aos portugueses que ali nos apoiaram intensamente, peço desculpa aos adeptos e peço desculpa aos que, sem serem portugueses, ali se possam ter deslocado para me ver e a quem eu possa ter desiludido.
Passado 48 horas tivemos uma conversa, eu, o Selecionador e o Simão Coutinho uma vez que tinha sido ele a acompanhar as nossas conversas de Agosto.
Foi um momento profundo, muito frontal, sem qualquer tipo de filtro.
Concordamos que só havia uma maneira de encerrar este “caso”: que o Selecionador repetisse o que acabara de me dizer ali em privado, na presença do Simão Coutinho, mas na Sala de Imprensa.
O que foi combinado era simples: o Selecionador começaria a conferência de imprensa por este tema, procurando encerrar o assunto contando a verdade. Diria que nunca pedi para jogar minutos nenhuns, que foi o Selecionador e mais ninguém, quem me propôs o plano para este estágio e que foi um erro colocar-me a aquecer para não entrar e que se voltasse a acontecer não o faria.
Acabamos essa reunião com o Selecionador a pedir-me um abraço, a prometer-me que ia dizer na conferência o que acabara de me dizer a mim e que o assunto se ultrapassava. Eu não jogaria na Dinamarca e jogaria o jogo do Dragão. Tudo isto na presença do Simão Coutinho, sempre.
A pedido do selecionador, decorreu depois uma reunião entre ele mesmo, o Simão Coutinho e o Tiago Craveiro em videoconferência, em que se resumiu aquilo que falamos.
Foi produzido um pequeno documento que eu mesmo validei e que, com o meu conhecimento, foi entregue ao Selecionador, tal como ele havia solicitado.
A conferência foi o que se conhece: a postura não teve nada a ver com a nossa reunião, ouvi expressões e uma agressividade que julgo não merecer, uma atitude de quero, posso e mando que nunca me manifestou, nem de perto nem de longe, em privado, na véspera.
As notas que validei eram as seguintes: ‘Acho importante, até porque é a verdade, esclarecer algumas coisas antes de falar da Dinamarca:
Propus ao Cristiano eu mesmo, sem mais ninguém, um plano para ele, esta época desportiva, na Seleção Nacional. Foi uma conversa demorada e muito boa.
Sei o quanto ele vive e Ama a Seleção e o peso que tem no Mundo, mais ainda, o peso e a influência positiva que tem na Seleção há 24 anos consecutivos.
O plano que propus ao Cristiano foi aceite.
Ele nunca questionou as minhas opções. Foi exemplar, leal e profissional.
Do plano que tracei para ele não constava o jogo da Noruega. No entanto, senti que ele tinha conseguido recuperar fisicamente do primeiro jogo e avisei-o que poderia ter de o utilizar. O Cristiano concordou.
Errei ao colocar alguém da dimensão de Pelé ou Maradona a aquecer para depois não o colocar em jogo. Se fosse hoje não o faria.
Para encerrar o assunto: Eu quero o Cristiano na Seleção Nacional. Aliás não quero pouco, quero muito. Felizmente ele também acredita em mim. Acreditou no Al Nassr e aqui também.
Sobre não ter cumprimentado os adeptos. Já falámos sobre isso. Quem faz mais de 230 jogos pela Seleção não recebe de mim lições de Amor a Portugal. Foi um momento de frustração que não apaga coisa nenhuma. É o jogador que mais autógrafos dá, que mais selfies tira, que mais acarinha os adeptos. Não inventemos problemas onde eles não existem. Quando não estamos contentes reagimos. Foi só isso.’
Nenhuma destas notas dizia, portanto, que o selecionador me pedisse sequer desculpa.
Era a segunda vez, que me estava a faltar à palavra dada.
Decidi abandonar o estágio sem esperar por mais nenhuma quebra de palavra. Para mim a verdade ainda é a coisa mais importante na relação entre as pessoas. Por muito que doa, que me digam a verdade.
Aliás, numa conversa que mantive com o Presidente da FPF e com o Selecionador na manhã do dia dessa conferência de imprensa, podem confirmar seguramente, reafirmei que se não me quisessem ali mo dissessem. Bastava serem francos comigo. Eu aceitaria isso e prometi que prepararíamos algo bonito, como sonho que aconteça, e ninguém ficaria zangado.
Lembro-me como se fosse hoje. Responderam em uníssono que não. Que o meu lugar era na Seleção Nacional.
Nunca, em nenhum momento me intrometi em qualquer decisão técnica ou tática de qualquer treinador ou selecionador em quase 25 anos de carreira. Aceito é melhor ou pior o que me propõem fazer. Respeito a decisão e quando me faltam à palavra, sinto que o meu lugar não é ali.
Devo também um pedido de desculpas aos meus companheiros de Seleção por ter abandonado o estágio. Apesar da absoluta quebra de confiança na palavra do Selecionador, como poderá testemunhar quem assistiu a estas conversas, eu não o devia ter feito. A responsabilidade é exclusivamente minha.
Peço desculpa aos portugueses mais uma vez, mas a quebra da palavra tem, para mim, um impacto definidor. Senti que, a partir dali, a minha permanência iria apenas prejudicar o grupo de trabalho e fiz o que sempre disse que faria se não me sentisse útil: peguei nas malas e saí.
A consequência deste meu ato deve ser avaliada e punida pela Federação Portuguesa de Futebol. Entendo que a punição não deve ter atenuantes. Não sou um jogador qualquer, sou capitão de equipa e isso constitui uma agravante. Já pedi desculpa, mas sei que as atitudes têm de ter consequências. Quem está no futebol como estou sabe que, independentemente do estatuto de cada um, as regras são iguais para todos.
A este propósito, tenho ouvido muito falar em jogos de despedida, que tenho que ter uma despedida digna e que a Federação me quer dar essa oportunidade.
Aprendi na vida, com fome e sem nada para comer muitas vezes, que ninguém dá nada a ninguém. Posso prometer a todos os meus fãs, naturalmente e em especial a todos os portugueses, que faremos um ou mais jogos de despedida, haverá tempo para isso.
Mas quando penso na seleção o que eu penso mesmo é em competir. Foi nisso que pensei no dia em que me deram a notícia da morte do meu Pai. Estava em estágio da nossa Seleção e lá decidi ficar até terminar o jogo do dia seguinte. Fiz por isso pelo País o que jamais faria por clube algum.
Portanto se estiver bem fisicamente, a jogar no meu clube, com gols espero, a seguir ao cumprimento da suspensão que me for aplicada, estarei disponível, como sempre estive até hoje, para competir e ganhar pela nossa Seleção.
Rasmus Hojlund se tornou um dos assuntos mais comentados ao protagonizar um momento inesperado após o fim da vitória de Portugal sobre a Dinamarca por 4 a 2, nesta quinta-feira (1º), pela terceira rodada da Nations League. O atacante dinamarquês decidiu rejeitar o cumprimento do técnico Jorge Jesus e se afastou levemente do comandante português.
Durante o jogo disputado em Copenhague, o jogador já havia chamado atenção ao fazer a típica comemoração de Cristiano Ronaldo, com o famoso salto e o grito de “Siu”, após marcar o segundo gol dinamarquês no confronto. Anteriormente, Hojlund já havia se declarado fã de CR7.
Rasmus Hojlund haciendo el SIU de Cristiano Ronaldo vs Portugal.
Es increíble que todos los jugadores del mundo lo aman menos los payasos de su selección. Inútiles.
Quando o árbitro de campo apitou pela última vez e Jorge Jesus foi cumprimentar o atacante no gramado, Hojlund chegou a responder ao gesto, mas afastou a mão do treinador em seguida, além de dar um leve empurrão no português.
O Mister deu apenas um leve sorriso, sem que houvesse qualquer tipo de confusão entre as duas partes. Contudo, a cena foi captada pelas câmeras e rapidamente viralizou nas redes sociais.
Dinamarca e Portugal entrarão em campo nesta quinta-feira (1º/10) para medirem forças pela terceira rodada da fase de grupos da Nations League. A bola vai rolar às 15h45 (horário de Brasília), no Estádio Parken, em Copenhague.
Ocupando a terceira posição da chave, a seleção dinamarquesa pretende aprontar para cima do adversário, principalmente por conta do momento de turbulência que Portugal vive atualmente. Para ajudar na missão, a equipe contará com o apoio vindo das arquibancadas.
Como chega Portugal
Líder do Grupo A4, a seleção portuguesa vive uma grande crise nos bastidores após Cristiano Ronaldo ter se envolvido em um atrito com o técnico Jorge Jesus e deixar a concentração da equipe, abandonando a disputa e retornando para casa.
O elenco que permaneceu na Dinamarca pretende não deixar esse fator atrapalhar e busca surpreender o adversário longe de seus domínios para permanecer com 100% de aproveitamento.
A partida entre Dinamarca e Portugal, que acontece nesta quinta-feira (1º), terá transmissão ao vivo do SporTV, na TV fechada.
Dados da partida
Horário: 15h45 (horário de Brasília);
Local: Estádio Parken, em Copenhague;
Árbitro: Mykola Balakin (Ucrânia); e
Onde assistir: SporTV.
Prováveis escalações
Dinamarca: Jorgensen; Kristensen, Andersen, Provstgaard e Maehle; Hjulmand e Hojbjerg; Isaksen, Damsgaard e Daramy; Hojlund.
Portugal: Diogo Costa; João Cancelo, Rúben Dias, Renato Veiga e Nuno Mendes; Vitinha, Bruno Fernandes e João Neves; João Félix, Pedro Neto e Gonçalo Ramos.
Cristiano Ronaldo anunciou que estava deixando a concentração da seleção portuguesa após um atrito com o técnico Jorge Jesus. O atacante de 41 anos tomou a decisão na véspera do confronto diante da Dinamarca, pela Liga das Nações, após a coletiva do treinador português, e decidiu fazer uma postagem em suas redes sociais, relatando também a conversa que teve com o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).
“Após a conferência de imprensa do Selecionador Nacional e no seguimento de uma conversa com o Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, tomei a decisão de deixar o estágio da Seleção Nacional. A seu tempo, direi a verdade a todos os portugueses sobre as razões que motivaram a minha saída da equipa nacional, à qual sempre me dediquei. Agora é tempo de desejar boa sorte a Portugal e a todos os meus companheiros de equipa, sem exceção”, compartilhou o atleta.
Após a conferência de imprensa do Selecionador Nacional, e no seguimento de uma conversa com o Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, tomei a decisão de deixar o estágio da Seleção Nacional.
É importante relembrar que Cristiano Ronaldo já havia abandonado o treinamento da seleção portuguesa nesta quarta-feira (30), antes mesmo de Jorge Jesus indicar, em entrevista coletiva, que não tem nenhum atrito com o camisa 7, mas deixou claro que “nenhum jogador mudará suas ideias”.
Cristiano já estava presente no Estádio Parken, em Copenhague, para participar da atividade junto com o grupo, mas deixou o local, colocando em dúvida a possibilidade de permanecer na concentração, o que foi confirmado posteriormente.
Após a postagem do camisa 7, a Federação Portuguesa se manifestou sobre o caso por meio de um comunicado oficial.
“A Federação Portuguesa de Futebol informa que o internacional português Cristiano Ronaldo deixou o estágio da Seleção Nacional, que acontece em Copenhague. A preparação dos encontros frente à Dinamarca e à Noruega, este último a disputar no Estádio do Dragão, prosseguirá nos termos previstos, com os restantes 24 jogadores convocados. Toda a comitiva mantém o foco absoluto nos próximos compromissos da Seleção Nacional e na concretização dos objetivos definidos”, informou a nota.
Segundo a publicação do jornal “A Bola”, a delegação foi pega de surpresa com a decisão de CR7, e todos os seus companheiros de equipe foram pegos desprevenidos, embora já tivessem notado a insatisfação de Ronaldo nos últimos dias.
Jorge Jesus anunciou nesta sexta-feira (18) a primeira convocação da Seleção Portuguesa sob seu comando. O treinador chamou 26 jogadores para os amistosos da Data Fifa, após a eliminação na Copa do Mundo de 2026. Entre os nomes, o de Cristiano Ronaldo ganha destaque.
Os convocados para o início da caminhada na Liga das Nações 2026/27 🗺️👀
A convocação marca um novo momento na seleção lusa, com o início dos trabalhos do Mister. Além do camisa 7, outros grandes nomes que disputaram o Mundial também foram chamados, como Bruno Fernandes, Bernardo Silva, Rafael Leão, João Félix, Vitinha e João Neves.
Lista de convocados
Goleiros: Diogo Costa, Rui Silva e Samuel Soares.
Defensores: João Cancelo, Diogo Dalot, Rúben Dias, Tomás Araújo, Renato Veiga, Gonçalo Inácio, Nuno Mendes e Nuno Tavares.
Meio-campistas: João Palhinha, Rúben Neves, Vitinha, João Neves, Bernardo Silva e Bruno Fernandes.
Atacantes: Francisco Conceição, Francisco Trincão, Rafael Leão, Pedro Neto, João Félix, Cristiano Ronaldo, Gonçalo Ramos e Fábio Silva.
É importante relembrar que Jorge Jesus assumiu o comando de Portugal após o fim da Copa do Mundo de 2026, substituindo Roberto Martínez, que deixou o cargo ao término do Mundial.
Cristiano Ronaldo não gostou nada das provocações a torcida do Al-Taawoun contra Rubén Neves e condenou os gritos usando o nome de Diogo Jota. O camisa 7 utilizou suas redes sociais para comentar a situação inaceitável que ocorreu no jogo, e pediu que os responsáveis pelos atos sejam banidos dos estádios.
Na Arábia Saudita, torcedores do Al-Taawoun vergonhosamente provocaram o Ruben Neves gritando "Jota! Jota!" no jogo de ontem contra o Al-Hilal.
Depois do jogo, o jogador português disse na zona mista: "Espero que não rezem depois do que fizeram".
O Al-Hilal, clube do volante português, denunciou o caso para a Federação Saudita de Futebol.
“A liga tem que tomar medidas e punir este tipo de comportamento dos fãs. Isto já não é futebol, e tem que haver limites. As pessoas que se comportam assim nunca deveriam poder entrar num estádio novamente”, comentou Cristiano, em uma publicação sobre o vídeo.
No último sábado (12) durante a goleada do Al-Hilal sob o Al Taawon por 6 a 0, fora de casa, enquanto o elenco do time visitante aquecia, os torcedores começaram a provocar Ruben Neves gritando repetidamente “Jota”, com o volante apontando para o ceu e aplaudindo ironicamente a atitude.
Em julho do ano passado, Diogo Jota faleceu aos 28 anos, em um acidente de carro com o irmão. O jogador era melhor amigo de Rúben Neves, além de companheiro do volante e de Cristiano Ronaldo na Seleção Portuguesa.
A rivalidade esportiva, por mais intensa que seja, não justifica a invasão da privacidade ou das circunstâncias humanas dos jogadores, nem desculpa a exploração de sentimentos de perda como meio de provocação ou abuso. O Al-Hilal expressou sua confiança na Federação Saudita para que sejam tomadas medidas que protejam a integridade da competição esportiva de práticas ofensivas e promovam os valores de respeito e espírito esportivo nos estádios sauditas.
Um dos maiores nomes da história do futebol mundial, Cristiano Ronaldo indicou que deve se aposentar ao fim da atual temporada. Em entrevista à revista Vogue publicada neste domingo (16), o português de 41 anos admitiu que deve deixar os gramados em “um ou dois anos”.
“Este provavelmente é meu último ano no futebol e quero deixar um legado espetacular”, declarou o atleta, deixando claro que já sabe o que irá fazer no futuro.
🚨🇵🇹 Cristiano Ronaldo: “This may truly be my LAST YEAR in football”.
Cristiano contou que mesmo após pendurar as chuteiras, possui coisas que o manterá ocupado e que apenas uma delas não será o suficiente, revelando que no tempo livre deseja viajar e jogar padel.
“O futebol pode deixar um grande vazio, então você tem que preencher o tempo de várias formas, não apenas uma”, destacou.
Há mais de duas décadas em atividade, com 950 gols na carreira, o português que casou no início da semana com Georgina Rodriguez, em uma cerimônia íntima em Cascais, cidade portuguesa próxima de Lisboa.
Principal nome de Portugal nos últimos anos e capitão da equipe na Copa do Mundo de 2026, Cristiano Ronaldo se manifestou publicamente sobre a eliminação portuguesa nas oitavas de final do mundial. Em uma postagem nas redes sociais, o artista compartilhou momentos da competição com a legenda: “Portugal Sempre.”
Aos 41 anos, CR7 disputou seu sexto mundial e se despediu da competição da FIFA sem conquistar o tão esperado título. Cristiano ainda esteve presente nas disputas de 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022.
Considerado um dos favoritos, a equipe portuguesa foi eliminada na última segunda-feira (06) ao levar um gol da Espanha nos acréscimos e deu adeus à disputa.
No total, Cristiano Ronaldo defendeu as cores de Portugal em 27 jogos em Copas do Mundo, marcando 11 gols, tornando-se único a marcar em seis edições diferentes. O atacante é o maior artilheiro da história da Seleção Portuguesa, balançando as redes 146 vezes em 233 partidas.
Após a eliminação da Seleção Portuguesa para a Espanha nesta segunda-feira (06) por 1 a 0 nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, foi o último momento em que vimos Cristiano Ronaldo em uma competição de seleções defendendo a camisa de Portugal.
Maior artilheiro da seleção portuguesa, com 146 jogos em 233 partidas, sendo 11 deles marcados durante a disputa de 6 copas, CR7 foi o único jogador a marcar em seis edições diferentes.
“Triste por sair assim, mas como disse ontem, eu dei o meu melhor, e saio com a consciência tranquila. Às vezes ganhamos, às vezes perdemos. A verdade é que foi meu último mundial”, declarou Ronaldo, na zona mista de Dallas.
Relembrando sua melhor campanha em uma Copa, quando ajudou Portugal a conquistar o quarto lugar do mundial em 2006, logo em sua primeira edição, Cristiano ainda declarou que o título da Eurocopa de 2016, é equivalente ao mundial.
“Dei o melhor de mim, ganhei três títulos com Portugal. Antes do Cristiano Portugal não tinha títulos. O principal título foi em 2016, que para mim tem a mesma dimensão que uma Copa. Amanhã será um novo dia, e a vida continua”, contou o Robozão.
Em sua história, Ronaldo ainda foi bicampeão da Nations League da UEFA com a Seleção Portuguesa.
Quando questionado sobre a partida contra a Espanha, o atacante veterano lamentou o gol sofrido nos acréscimos, dando um gosto amargo em sua última Copa.
“Foi uma partida muito equilibrada, qualquer um poderia ter vencido. Tiveram um pouco de sorte por marcar no final. É o futebol. No geral, foi um jogo disputado”, finalizou.