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  • Lamine Yamal sente dores na coxa, é substituído e preocupa Seleção Espanhola; confira

    Lamine Yamal sente dores na coxa, é substituído e preocupa Seleção Espanhola; confira

    A bruxa está solta! Nesta quarta-feira (22), Lamine Yamal precisou ser substituído nos minutos finais do primeiro tempo na vitória do Barcelona sobre o Celta de Vigo por 1 a 0, pela LaLiga. Logo após balançar as redes em uma cobrança de pênalti, o camisa 10 catalão deixou o campo e se tornou motivo de preocupação para a Seleção Espanhola.

    Às vésperas da convocação final para a disputa da Copa do Mundo, exames de Yamal indicaram uma possível ruptura do tendão da coxa, o que exigiria aproximadamente cinco semanas de recuperação, segundo o site “Mundo Deportivo”. Caso esse prazo se confirme, o atleta espanhol não atuaria mais no restante da temporada da LaLiga, mas poderia se recuperar a tempo de disputar a Copa do Mundo.

    Lamine Yamal cobrou o pênalti normalmente, marcando o primeiro e único gol do Barcelona na partida, mas nem teve tempo de comemorar: sentiu a lesão imediatamente após a cobrança. Ao cair no gramado, o ponta solicitou atendimento médico, deixando claro que sentia dores na coxa esquerda e deixando o campo mancando.

    Líder do Campeonato Espanhol, o Barcelona se preocupa com o problema físico nesta reta final, já que o título ainda não está garantido. Já a Seleção Espanhola teme perder seu principal jogador a apenas 50 dias do início da competição mundial.

  • Ranking da FIFA atualizado: Brasil cai na lista, vê a França assumir a ponta após vitória

    Ranking da FIFA atualizado: Brasil cai na lista, vê a França assumir a ponta após vitória

    A FIFA decidiu atualizar o seu ranking antes da Copa do Mundo e agora um novo líder assumiu a ponta: a França. Com os resultados dos últimos amistosos, quando “Les Bleus” venceram o Brasil e Colômbia, além de contarem com um tropeço da Espanha, que empatou com o Egito e assumiram a liderança da lista. Já a Seleção Brasileira ocupa a sexta posição.

    O resultado agora apresenta de uma posição do Brasil em relação ao fim da última Data-FIFA, que aconteceu em novembro de 2025, quando a seleção pentacampeã havia terminando o período de amistosos na 5ª posição. Quem entrou no Top-5 foi Portugal, que empatou com o México e venceu os Estados Unidos.

    A vitória sobre a Croácia impediu uma queda maior da seleção comandada por Carlo Ancelotti, que é acompanhada de perto pela Holanda e Marrocos no ranking da principal entidade do futebol. Quando foi derrotada pela França, o Brasil caiu para sétimo e uma possível derrota diante dos croatas poderia fazer está queda ser maior. Contudo, o empate dos holandeses com o Equador ajudou o time verde e amarelo a recuperarem uma posição.

    Vice-líder até a última semana, a Argentina até venceu seus dois amistosos contra a Mauritânia e Zâmbia, mas por serem seleções de baixa classificação, a albiceleste não teve uma boa pontuação e foi ultrapassado facilmente pela França.

    O ranking agora é atualizado em tempo real, adicionado está alternativa na Data-FIFA, fez com que a tabela fosse movimentada durante as partidas de seleções.

    Confira o Top-10 atualizado

    • França — 1877.32 pontos
    • Espanha — 1876.40 pontos
    • Argentina — 1874.81 pontos
    • Inglaterra — 1825.97 pontos
    • Portugal — 1763.83 pontos
    • Brasil — 1761.16 pontos
    • Holanda — 1757.87 pontos
    • Marrocos — 1755.87 pontos
    • Bélgica — 1734.71 pontos
    • Alemanha — 1730.37 pontos
  • Liga espanhola falhou e censurou

    Liga espanhola falhou e censurou

    Foi do conforto da minha casa que nos últimos dias fui lendo as notícias que envolviam o jogo entre o Villarreal e o Barcelona. Desde logo que me pareceu descabido o encontro ser disputado em Miami, mas se os clubes concordavam, quem era eu para discordar?

    Como não estou em Espanha talvez me tenha faltado alguns pormenores. Afinal, os clubes não concordavam. Aliás! Nem foram consultados.

    Mas esta figura de soberania, quase monárquica, que Javier Tebas, presidente da Liga espanhola, impera, não é nova. Crê ser dono de Espanha, que apenas o que acredita está certo e os clubes… são secundários.

    Mas engana-se. Os clubes são o que fazem o futebol espanhol e a Liga, sim, pelo menos a parte de gestão, é que acaba por ser secundária. Para uma Liga espanhola protagonista já bastou os anos de Negreira.

    Mas adiante. A Liga espanhola queria o Villarreal-Barcelona em Miami sobre o pressuposto de “expansão global da competição e da marca”. Quer mais receitas, admitiu, em comunicado.

    Engraçado é utilizar a Premier League como exemplo de Liga super bem gerida e que vai ampliando o alcance e a receita. Sabe, caro leitor, quantos jogos da Premier League foram jogados fora de Inglaterra ou do País de Gales? Zero!

    Mas o pior nem é este ilusionismo de Javier Tebas, é mesmo o facto de que, enquanto figura de rei de Espanha e do futebol espanhol, não consultou os restantes clubes quanto à realização do referido jogo em Miami.

    O Real Madrid, obviamente, protestou, e eu concordo com os argumentos. E acreditem, não gosto do Real Madrid – só gostei entre 2009 e 2018 (tudo por ti, Cristiano) – mas o clube tem razão.

    Não houve unanimidade nem consulta para que o jogo fosse disputado em campo neutro. Adultera a competição. Isto são argumentos válidos e verídicos.

    A Associação Espanhola de Futebolistas disse o memso. “Falta de transparência, diálogo e coerência da La Liga”. É verdade!

    Se Javier Tebas quer gerir melhor a Liga espanhola – ou mais receitas – que aprenda que o futebol, como quase tudo na vida, se faz em coordenação, harmonia e com diálogo. Não de forma unilateral, como se fosse dono disto tudo.

    Mas o presidente da Liga espanhola não parou por aqui. Na última jornada do campeonato, a nona, ficou acordado entre TODOS os clubes um protesto simbólico. Nos primeiros 15 segundos de jogo, os jogadores permaneceram imóveis.

    E qual foi a decisão, obviamente pensada previamente e originada na brilhante cabeça de Javier Tebas, da realização? Não transmitir.

    Sim, não transmitir! Mostraram a zona central do relvado ou o exterior dos estádios! Isto só acontece quando há invasões de campo!

    Mas Javier Tebas decidiu incorporar uma veia – e os meus amigos espanhóis que me perdoem por recordar esta triste figura – de Francisco Franco [ditador espanhol entre 1939 e 1975] e censurar aquilo que é a liberdade de expressão.

    E logo a liberdade de expressão de futebolistas, vá-se lá imaginar. Essa classe operária que é constantemente condicionada no que pode dizer, a quem pode dizer e onde pode dizer.

    É uma vergonha. A Liga espanhola está a ir por um caminho de auto-destruição por culpa de um lunático de presidente.

    Encorajo, na minha mera e insignificante figura de jornalista português, que haja protestos, haja voz, reivindicação e, acima de tudo, haja liberdade. E não é so sobre futebol.