Tag: FIFA

  • Embaixada do Irã pede que jogos da seleção sejam disputados no México

    Embaixada do Irã pede que jogos da seleção sejam disputados no México

    Buscando alternativas para disputar a Copa do Mundo de 2026, a embaixada do Irã no México decidiu sugerir à FIFA a possibilidade de o país disputar seus jogos nos estádios mexicanos, evitando atuar nos Estados Unidos, país que tem vivido tensões políticas e que não deverá cuidar da segurança da equipe asiática. A imprensa britânica comentou que a entidade mundial não está cogitando aceitar este pedido.

    O pedido iraniano ganhou grande dimensão após a manifestação oficial do embaixador do Irã no México, Abolfazl Psedniddeh, que propôs a mudança dos confrontos do seleção asiática.

    O posicionamento da embaixada foi divulgada por meio do canal oficial ligado ao Ministério das Relações Exteriores do Irã, fortalecendo toda a preocupação da segurança dos seus atletas com o atual cenário de tensão com o país comandado por Donald Trump.

    Na última semana, a federação iraniana já havia indicado a insatisfação da possibilidade de jogar em solo norte-americano durante a Copa, que terá sede nos Estados Unidos, México e Canadá. É bom lembrar o Irã tem jogos previstos para ocorrerem no EUA na primeira fase.

    “Reiteramos que os Estados Unidos não estão cooperando conosco na questão dos vistos. Temos interesse em participar da Copa do Mundo, mas o governo americano não está fornecendo o apoio logístico ou administrativo necessário”, revelou Abolfazl Psedniddeh.

    Em nota oficial, a FIFA argumentou que mantém o contato regular com todas as federações participantes, incluindo a do Irã, onde trata do planejamento da Copa do Mundo de 2026, disputada entre junho e julho. A entidade reforçou que segue trabalhando na dinâmica de que todos os jogos sejam realizados de acordo com a tabela estabelecida e divulgada no dia 6 de dezembro do ano passado.

    FIFA não pretende mudar

    De acordo com o jornal britânico The Times, a FIFA não planeja atender ao pedido da embaixada iraniana e eliminou qualquer possibilidade de transferir os jogos da seleção para o México. Ainda segundo a publicação, a entidade máxima do futebol nega que exista esta negociação em andamento e que qualquer mudança neste momento é inviável por questões de logísticas, onde incluem a venda antecipada dos ingressos e até o calendário da competição.

  • Ministro do Irã afirma que a seleção não disputará a Copa do Mundo de 2026; veja

    Ministro do Irã afirma que a seleção não disputará a Copa do Mundo de 2026; veja

    Nesta quarta-feira (11), o Ministro do Esporte do Irã, Ahmad Donyamali, declarou que o país não disputará a Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá nos Estados Unidos, México e Canadá. Criticando diretamente o presidente norte-americano, Donald Trump, ele citou a morte de Ali Khamenei, ocorrida no dia 28 de fevereiro, durante a guerra que está ocorrendo.

    “Considerando que este regime corrupto (EUA) assassinou nosso líder, sob nenhuma circunstância poderemos participar da Copa do Mundo”, afirmou durante conversa à TV Estatal do Irã.

    O líder supremo do país, Ali Khamenei, foi assassinado em um ataque composto dos Estados Unidos em união com Israel no dia 28 de fevereiro, iniciando uma guerra que já dura cerca de 11 dias.

    É bom relembrar que o Irã está no Grupo G da competição da FIFA com Bélgica, Egito e Nova Zelândia. Os três jogos da seleção estão previstos para serem disputados nos Estados Unidos, sendo dois deles em Los Angeles e um em Seattle.

    A decisão de participar ou não da Copa do Mundo precisa passar pela Federação de Futebol da República Islâmica do Irã, no qual Mehdi Taj é o presidente. Nos últimos dias, o mandatário declarou que a ida do país à competição pode não ocorrer.

    “Se durante a Copa do Mundo estiver assim, quem em sã consciência enviaria sua seleção para um lugar desses?”, declarou.

    FIFA se pronuncia

    Nesta quarta-feira (11), o presidente da FIFA, Gianni Infantino revelou que conversou com Donald Trump e comentou que o presidente norte-americano “reiterou que a seleção iraniana é, naturalmente, bem-vinda para competir no torneio nos Estados Unidos”.

    Confira a publicação de Infantino

    “Esta noite, encontrei-me com o Presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, para discutir o andamento dos preparativos para a próxima Copa do Mundo da FIFA e a crescente expectativa para o início do torneio, daqui a apenas 93 dias.

    Também conversamos sobre a situação atual no Irã e sobre a classificação da seleção iraniana para a Copa do Mundo da FIFA de 2026. Durante a conversa, o Presidente Trump reiterou que a seleção iraniana é, naturalmente, bem-vinda para competir no torneio nos Estados Unidos.

    Todos nós precisamos de um evento como a Copa do Mundo da FIFA para unir as pessoas, agora mais do que nunca, e agradeço sinceramente ao Presidente dos Estados Unidos pelo seu apoio, que demonstra, mais uma vez, que o futebol une o mundo”.

  • Gigantes brasileiros sofrem transfer ban da FIFA e não podem contratar jogadores.

    Gigantes brasileiros sofrem transfer ban da FIFA e não podem contratar jogadores.

    Corinthians e Botafogo sofrem transfer ban causado por pendências financeiras.

    Neste dia 5 de janeiro foi a abertura da janela de transferências em solo brasileiro, porém, alguns times brasileiros não estão autorizados à registrar novos jogadores. A proibição de contratar novos atletas é uma medida da FIFA como uma solução para restringir os times que não cumprem suas obrigações financeiras, dificultando muito a temporada do clube punido.

    Segundo informações do GE, nove equipes entraram na janela de transferência sem a permissão de se reforçar. Dentre elas, sete são times masculinos e 2 femininos, destacando-se Botafogo e Corinthians, únicos times da série A do campeonato brasileiro que estão nessa situação até o momento.

    Futebol masculino

    •     Corinthians-SP
    •     Botafogo-RJ
    •     Ponte Preta-SP
    •     Amazonas-AM 
    •     Ipatinga-MG
    •     Miramar-PB
    •     Colorado-PR

    Futebol feminino

    •     Avaí Kindermann-SC
    •     Real Brasília-DF

    Pendências Financeiras dos gigantes punidos

    Enquanto a sentença estiver em vigor, os clubes não poderão registrar nenhum jogador no BID da CBF, mesmo que tenham contrato assinado, forçando Botafogo e Corinthians a correrem com a ideia de resolver suas obrigações financeiras para que possam reforçar seu elenco para a temporada que está prestes a começar.

    Com o intuito de se livrar do transfer ban, o Glorioso tem a missão de solucionar a negociação pelo jogador Thiago Almada, que foi comprado em definitivo chegando do Atlanta United dos Estados Unidos e foi negociado para o Lyon seis meses depois, os valores giram em torno de 115 milhões de reais. A Situação do Corinthians se deve às dívidas com o Santos Laguna pela negociação de compra do atleta Félix Torres, criando uma dívida por volta de R$ 40 milhões para o clube mexicano.

  • FIFA analisa mudar regra do impedimento em 2026

    FIFA analisa mudar regra do impedimento em 2026

    De acordo com informação publicada pelo jornalista Gastón Edul, da Argentina, a FIFA estaria considerando alterar a regra do impedimento no próximo ano. Caso confirmado, o atacante agora precisaria estar completamente à frente do marcador para estar irregular.

    A ideia foi apresentado por Arsène Wenger, Diretor de Desenvolvimento do Futebol na FIFA, em 2023, e, logo após, passou a ser testada em divisões inferiores de países europeus. O conceito foi apresentado para IFAB, órgão que regulamenta as regras do futebol e depois de anos de estudo está perto de ser colocado em prática.

    Como funcionaria o impedimento com a nova prática. Na imagem de cima o lance seria legal e na imagem de baixo o jogador de amarelo estaria irregular.
    Foto: Reprodução

    Em uma entrevista ao jornal inglês The Times, em 2024, Wenger disse que com o surgimento do VAR, o atacante não é mais beneficiado em nenhum de caso de dúvida, e defendeu a ideia de haver um espaço entre os jogadores para a posição ser considerada irregular. O ex-treinador chamou a ideia de “regra da luz do dia”.

  • O futebol está a ficar aborrecido. E não é só nostalgia.

    O futebol está a ficar aborrecido. E não é só nostalgia.

    O futebol, hoje, está uma seca.
    Não sei se é a nostalgia a falar ou se é mesmo a realidade a impor se, mas a verdade é que algo se perdeu pelo caminho. Esta semana estava a dar um Real Madrid vs Manchester City e, por incrível que pareça, não me despertou grande interesse. Estamos a falar de um dos maiores jogos do futebol atual e mesmo assim passou me quase ao lado.

    Pouco depois, descubro que estava a haver um Flamengo vs Pyramids para a Taça Intercontinental. Taça Intercontinental? E o PSG só entra diretamente na final? Confesso que pensei que essa competição já tinha sido substituída ou simplesmente deixado de existir. E talvez esta confusão diga mais sobre o futebol moderno do que sobre mim.

    A FIFA está a destruir o futebol.
    E não, não é por mal. É por excesso e por falta de critério.

    Vivemos numa era em que o futebol já não compete apenas com outros desportos. A verdadeira concorrência é o entretenimento em geral: Netflix, TikTok, vídeos curtos, consumo rápido. Tudo disputa a nossa atenção. Mas a resposta encontrada foi empilhar jogos, competições e formatos novos, como se quantidade pudesse substituir significado. O que estão a fazer é, no mínimo, criminoso.

    O novo formato da Liga dos Campeões é o melhor exemplo disso. É uma porcaria. A desvalorização dos grandes jogos é evidente. Quando há grandes jogos constantemente, eles deixam de ser especiais. Perdem peso, perdem urgência, perdem contexto. Esta fase de liga permite que equipas gigantes façam apenas o mínimo necessário para seguir em frente. Não há drama, não há medo de falhar. Vemos rotações constantes na maior competição de clubes do mundo, algo que simplesmente não faz sentido.

    Tenho saudades dos grupos de quatro. Da ida e da volta. Da regra dos golos fora nas eliminatórias. Sim, especialmente dessa regra. Não era perfeita, mas ajudava os mais pequenos, criava estratégia, tensão, noites memoráveis. Fazia nos vibrar.

    Depois entramos no absurdo das competições globais. Faz sentido existir uma Taça Intercontinental. Faz sentido existir um Mundial de Clubes. O problema é ninguém perceber qual é qual, nem o que realmente está em jogo. Não é o mesmo título? Não devia ser. Mas hoje parece tudo diluído, sem identidade, sem narrativa. Há um Mundial de Clubes de quatro em quatro anos e, mesmo assim, mantém se uma Intercontinental que, na Europa, quase ninguém valoriza ou sequer acompanha. O futebol está inchado, confuso e sem hierarquia clara.

    Este modelo também está a afastar as pessoas do futebol como um todo. Cada vez mais adeptos acompanham apenas o seu clube do coração, muitos deles exclusivamente pela televisão. O resto do futebol transforma se num produto global vendido em massa para mercados gigantes, como a Índia, onde se consome o futebol europeu como entretenimento, mas onde pouco se vive aquilo que ele realmente é. Estádios, rivalidades, contexto histórico e cultura de adepto passam para segundo plano.

    Em Portugal, sofremos do mesmo mal. Temos uma Taça da Liga que nunca encontrou verdadeiramente o seu propósito. Só a Inglaterra conseguiu tornar uma taça da liga funcional e respeitada. Cá, parece existir apenas para imitar modelos estrangeiros e servir patrocinadores. As torcidas organizadas boicotam, os estádios ficam vazios, e há até rumores de clubes que preferem perder para evitar um calendário ainda mais sobrecarregado em janeiro. Isto não é futebol saudável. Isto é gestão de produto disfarçada de competição.

    Mas o problema do futebol moderno não é só dentro das quatro linhas. É também fora delas. Em vez de apostar seriamente em como ter claques com segurança nos estádios, em como permitir consumo de álcool de forma responsável, em como valorizar o espetáculo criado pelos adeptos com segurança e organização, prefere se reprimir, proibir e afastar. As subculturas do futebol, as claques, os cânticos, as coreografias, a identidade popular, são tratadas como um problema, quando sempre foram parte da solução. Sem isso, o futebol perde alma.

    Vivemos também na era das super equipas. Clubes empresa. Grupos com várias equipas espalhadas pelo mundo. Houve um tempo em que quase todos os clubes tinham jogadores fora de série. Hoje, os dez maiores clubes do mundo têm dois plantéis cheios deles. E, honestamente, perde a graça. O imprevisível desaparece.

    Tenho saudades de ver um Deportivo a brilhar em Espanha. Um Boavista a dar trabalho sério aos grandes em Portugal. Um Wolfsburg, Estugarda ou um Werder Bremen campeões na Alemanha. Uma liga francesa com um Marselha, um Lyon ou um Saint Étienne de volta aos velhos tempos, a discutir títulos frente a um PSG petrolífero. O futebol precisa de anomalias, de histórias improváveis, de resistência. Precisa de falhar ao controlo absoluto.

    Curiosamente, acabei de ver um Corinthians vs Cruzeiro, para a meia final da Taça do Brasil, e foi aí que voltei a sentir alguma coisa. Um jogo menos tático, mais trapalhão, cheio de duelos no um para um, bolas na trave, emoção crua. E, acima de tudo, um público incrível. Um ambiente vivo, intenso, genuíno.

    Talvez não seja o futebol europeu que esteja errado.
    Talvez seja a forma como o estamos a transformar num produto demasiado polido, demasiado controlado, demasiado distante das pessoas.

    Eu sei que a FIFA não me ouve. Mas se continuarmos a aceitar tudo isto sem questionar, um dia vamos acordar e perceber que o futebol que nos fez apaixonar já não existe. E quando isso acontece, não há formato novo que o salve.

  • Entenda o formato do Intercontinental

    Entenda o formato do Intercontinental

    Competição terá a segunda edição com o novo formato.

    O Flamengo estreia no Intercontinental nesta quarta-feira (10), contra o Cruz Azul, do México, às 14h (de Brasília). O vencedor da partida leva o troféu Derby das Américas e classifica para a semifinal do torneio, na qual enfrentará o Pyramids, do Egito.

    A competição não tem o mesmo formato de antigamente, quando o time europeu e o sul-americano entravam na semifinal. O novo formato conta com seis times e quatro troféus, entenda como funciona.

    Troféu Derby das Américas e Copa Challenger, respectivamente.
    Foto: Reprodução/@fifacom/twitter

    Participantes

    Participam do Intercontinental o campeão da maior competição de cada federação continental, sendo estes os participantes da edição atual:

    • CONCACAF: Cruz Azul (México)
    • CONMEBOL: Flamengo (Brasil)
    • CAF: Pyramids (Egito)
    • UEFA: Paris Saint-Germain (França)
    • AFC: Ah-Ahli (Arábia Saudita)
    • OFC: Auckland City (Nova Zelândia)

    Chaveamento

    Na primeira fase se enfrentam os representante da África e da Oceania, o vencedor enfrentará o campeão da Liga dos Campeões Asiática, na disputa pelo troféu Copa África-Ásia-Pacífico. Do outro lado da chave o campeão da Libertadores e da Copa dos Campeões da CONCACAF duelam pelo Derby das Américas. Os dois campeões classificam para a semifinal e o vencedor leva o troféu Copa Challenger e, na final, disputa com o representante europeu o título do Intercontinental.

    Chaveamento do torneio.
    Foto: @centraldoarabao/twitter

    Edição de 2025

    No Intercontinental de 2025, o Pyramids chegou a semifinal após vencer o Auckland City na primeira fase por 3 a 0 e o Al-Ahli nas quartas de final por 3 a 1. Agora aguarda o vencedor de Flamengo e Cruz Azul para disputar a semifinal, no dia 13 de dezembro. A final acontecerá no dia 17 de dezembro contra o PSG.

  • Flamengo divulga lista de jogadores relacionados para a Copa Intercontinental

    Flamengo divulga lista de jogadores relacionados para a Copa Intercontinental

    O Flamengo divulgou neste sábado (06/12), a lista dos 26 jogadores que disputarão a Copa Intercontinental da FIFA. A relação dos atletas foi apresentada aos torcedores no mesmo dia em que a deleção do clube carioca embarcou para a disputa do torneio que será disputado em Doha, no Catar.

    Entre as surpresas aparece o nome de Michael, que segue com o futuro em aberto no time rubro-negro. Já quando se trata de ausências, os nomes do lateral-esquerdo Vinã e do volante Allan, foram os mais sentidos. Com o nome na lista, Pedro não terá condições de disputar o torneio.

    Jogadores relacionados do Flamengo para o Intercontinental

    • Goleiros: Dyogo Alves, Matheus Cunha e Rossi
    • Defensores: Leo Ortiz, Léo Pereira, Alex Sandro, Ayrton Lucas, Danilo, Emerson Royal e Varela
    • Meio-campistas: Arrascaeta, De la Cruz, Erick Pulgar, Evertton Araújo, Jorginho e Saúl
    • Atacantes: Bruno Henrique, Carrascal, Everton Cebolinha, Juninho, Luiz Araújo, Michael, Pedro, Plata, Samuel Lino e Wallace Yan

    Programação do Intercontinental

    O Flamengo já organizou todos os seus horários quando estiver em Doha, treinando na noite do domingo e durante as tardes na segunda e terça-feira.

    O time comandando por Filipe Luís precisará vencer o Cruz Azul, do México, para conseguir avançar para a próxima fase da competição, onde enfrentará o Pyramids, do Egito, no sábado (13). Caso chegue na fnal, enfrentará o atual campeão a Champions League, Paris Saint-Germain, às 14h (horário de Brasília). Todos os embates serão disputados no estádio Ahmad bin Ali.

  • Canal mexicano aponta desvantagens que o Flamengo terá ao enfrentar o Cruz Azul no Intercontinental da FIFA

    Canal mexicano aponta desvantagens que o Flamengo terá ao enfrentar o Cruz Azul no Intercontinental da FIFA

    O Flamengo estreará pelas quartas de final da Copa Intercontinental diante do Cruz Azul, do México no próximo dia 10 de dezembro, jogo conhecido como “Derby das Américas”, iniciando às 14h (horário de Brasília). Por conta desta confirmação, o canal de televisão mexicano “TV Azteca”, decidiu se pronunciar antecipadamente sobre o confronto e vê o time da casa com uma vantagem “abismal” sobre o Rubro-Negro Carioca.

    No texto sobre o tema, é destacado os números reduzidos do clube mexicano em diferença aos do Flamengo, demonstrando que o descanso pode ser bom para a disputa. É citado que em 2025, o Cruz Azul disputou 54 partidas e chega nas quartas de final enfrentando um adversário que está no seu 76º duelo.

    Outra vantagem citada é o fato do Cruz Azul ter descansado por 18 dias após o fim da fase regular do Campeonato Mexicano, quando perdeu por 3 a 2 para o Pumas, no dia 9 de novembro. Seu retorno para o campo ocorreu apenas no dia 27 do mesmo mês, diante do Chivas pelo jogo de ida das quartas de final do torneio nacional, jogo que terminou empatado em 0 a 0.

    O confronto de volta já foi realizado e o time que enfrentará o Flamengo no Intercontinental venceu por 3 a 2, com direito a pênalti perdido por Chicharito, ídolo mexicano que joga no Chivas.

    É importante ressaltar que todos os pontos levantados pela TV Azteca não podem ser levados em questão. O Cruz Azul jogará as semifinais do Torneio Apertura do Campeonato Mexicano nos dias 03 e 06 de dezembro, quando enfrentará o Tigres. Já o Flamengo se confirmar o título do Brasileirão nesta quinta-feira (04), dará a chance do técnico Filipe Luís colocar uma equipe reserva em campo para encerrar a temporada diante do Mirassol, no domingo (07/12), no Maião.

  • Brasil é 5º colocado no ranking da FIFA e será cabeça de chave na Copa do Mundo

    Brasil é 5º colocado no ranking da FIFA e será cabeça de chave na Copa do Mundo

    A FIFA atualizou nesta última quarta-feira (19/11) o ranking mundial e agora, confirmou a Seleção Brasileira na 5ª posição, confirmando que a equipe de Carlo Ancelotti será cabeça de chave na próxima edição da Copa do Mundo. Além do Brasil, Espanha, Argentina, França, Inglaterra, Portugal, Holanda, Bélgica e Alemanha, estarão no primeiro pote do sorteio que definirá os grupos para a disputa do torneio.

    Por serem países sedes da Copa do Mundo de 2026, Canadá, Estados Unidos e México já estavam garantidos como cabeças de chave em três grupos distintos. Agora, as outras nove melhores posicionadas no ranking atualizado da FIFA também foram confirmadas.

    Pela primeira vez no novo formato, a Copa do Mundo de 2026 terá 48 seleções na disputa pelo título, dividas em 12 grupos de quatro equipe cada, ainda na primeira fase. Até a última edição em 2022, 32 times nacionais eram separados em oito chaves.

    Até o momento, o torneio já possui 42 países classificados, faltando apenas seus vagas restantes (4 da Europa e duas da repescagem mundial).

    Top 10 Ranking da FIFA

    1. Espanha – 1877,18 pontos
    2. Argentina – 1873,33 pontos
    3. França – 1870 pontos
    4. Inglaterra – 1834,12 pontos
    5. Brasil – 1760,46 pontos
    6. Portugal – 1760,38 pontos
    7. Holanda – 1756,27 pontos
    8. Bélgica – 1730,71 pontos
    9. Alemanha – 1724,15
    10. Croácia – 1716,88

    Sorteio da Copa do Mundo

    Serão disponibilizados quatro potes com 12 seleções cada. No primeiro, os três países-sede e os nove melhores posicionados no ranking da FIFA. No demais potes, serão definidos a partir da colocação na lista da entidade mundial.

    Os 12 grupos da primeira fase da Copa de 2026 serão evidenciados no dia 05 de dezembro. O sorteio será realizado no Kennedy Center, em Washington (EUA), às 14h (horário de Brasília). A data do evento foi confirmada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, durante uma coletiva na Casa Branca.

    Abertura e final da Copa

    A partida inaugural da Copa do Mundo de 2026 será realizada no dia 11 de junho, no Estádio Azteca, na Cidade do México. Já a grande decisão ocorrerá no MetLife Stadium, em Nova Jersey, no dia 19 de julho.

  • A farsa dos «prêmios de fachada»: Quando o mérito se curva perante interesses

    A farsa dos «prêmios de fachada»: Quando o mérito se curva perante interesses

    A nova ideia da FIFA — uma organização com um histórico recente repleto de escândalos e polêmicas — acertou em cheio. Um «Prêmio da Paz», com alto índice para ser entregue a Donald Trump

    O mais recente anúncio da FIFA é apenas mais um indício da crescente tendência em esferas de poder, onde são criados prêmios que, em vez de reconhecerem o mérito verdadeiro, servem apenas como instrumentos de relações públicas e facilitação de interesses de teor suspeito e duvidoso.

    Quando uma entidade como a FIFA, liderada por Gianni Infantino e em estreita colaboração com a administração dos Estados Unidos (país anfitrião da Copa do Mundo de 2026), divulga um prêmio supostamente «grandioso», a pergunta inicial não é «Quem merece?», mas sim «O que estará por trás disto?».

    Juntemos as peças deste puzzle, que é bem simples de decifrar. A cerimônia ocorrerá em Washington D.C., e o presidente americano e o presidente da FIFA têm um histórico de proximidade. As peças apontam todas para um vencedor do prêmio: Donald Trump…

    Créditos: Instagram @potus – 24.ago.2025

    Recordemos que prêmios, na sua essência mais pura, atuam como um farol moral, inspirando a sociedade a homenagear conquistas notáveis que enaltecem o espírito, o trabalho ou até o esforço humano.

    Num título semelhante, com as próprias controvérsias históricas, o Prêmio Nobel da Paz mantém uma tradição que visa reconhecer realizações de importância global. Ao imitar este formato, mas preencher o conteúdo com escolhas duvidosas, as instituições acabam por banalizar o conceito que originamente seria «honrado».

    Estas «premiações de fachada» geram uma ilusão. Ao aparentarem altruísmo e compromisso social, possibilitam que organizações e pessoas envolvidas em práticas questionáveis se «purifiquem» de forma pública, desviando a atenção das suas falhas – ou até crimes. Em vez de focar nas reformas necessárias para a governança do futebol ou nas implicações de decisões políticas polêmicas, o público é incentivado a aplaudir um gesto de «aparente generosidade».

    É fundamental que a sociedade e a mídia adotem uma postura cética e crítica. Não devemos deixar que o reconhecimento de valor seja desviado por interesses políticos ou empresariais.

    O verdadeiro prêmio da paz está nas atitudes constantes e altruístas de pessoas anônimas e líderes autênticos, e não nas cerimônias meticulosamente planejadas para fins de «mostrar aos outros». Um prêmio que é criado para atender a interesses em vez de reconhecer o mérito não é uma honra, mas sim uma farsa!