O Palmeiras blindou seu artilheiro! Em um movimento estratégico crucial, o Verdão anunciou a renovação de contrato do atacante Flaco López, estendendo seu vínculo até dezembro de 2029.
A notícia é de suma importância para os palmeirenses! Isso porque o acordo garante a permanência de um dos pilares da equipe comandada por Abel Ferreira na temporada por muitos anos.
Contratado em 2022, o atacante viveu um início de adaptação turbulenta, mas deu a volta por cima de forma estrondosa.
“Eu cheguei sendo um menino e ano a ano fui crescendo. Eu acho que me tornei uma melhor pessoa e um melhor homem aqui por ficar perto de grandes pessoas”, disse ao site oficial do clube.
Atualmente, ele é uma peça fundamental e vive a melhor fase da carreira, sendo o principal destaque ofensivo da temporada.
Flaco López renova contrato até 2029. Foto: Cesar Greco/Palmeiras
Números de Flaco López no Palmeiras
A renovação é um reflexo direto do salto de desempenho do camisa 18. Só neste ano, balançou as redes 19 vezes e deu 4 assistências, até a publicação desta matéria em 26 de setembro.
19 gols
04 assistências
Os dois gols marcados contra o River Plate na classificação para a semifinal da Libertadores foram a cereja do bolo: o centroavante argentino atingiu a marca de 51 gols com a camisa alviverde.
“É um time que está cheio de grandes jogadores e de grandes pessoas e acho que isso faz que no dia a dia a gente fique muito melhor em todos os aspectos da vida”, completou o atleta.
Em uma negociação rápida, a diretoria do Internacional acertou a contratação de Ramón Díaz para substituir Roger Machado.
Roger Machado, ex-técnico do Internacional — Foto: Ricardo Duarte/Internacional
A notícia, apurada pelo ge, destaca que a experiência do técnico argentino, de 66 anos, no ambiente do vestiário pesou na decisão, superando a concorrência do conterrâneo Luis Zubeldía.
O treinador chega acompanhado de seu filho, Emiliano Díaz, que fará parte da comissão técnica e atuará em gestão compartilhada. O contrato da dupla com o clube é válido até o final de2026.
Terceira passagem de Ramón Díaz no Brasil
Este será o terceiro trabalho do profissional no futebol brasileiro. Ele já teve passagens por Vascoda Gama e Corinthians.
No time paulista, conquistou o Paulistão deste ano. No ano de 2020, chegou a ser contratado pelo Botafogo, mas foi demitido antes de assumir a equipe, com seu filho comandando o time por três partidas. Seu último trabalho foi no Olimpia, do Paraguai.
Multa rescisória de Roger Machado
Após conquistar o título do Campeonato Gaúcho, ele renovou o vínculo com o Colorado até o fim da próxima temporada. Portanto, ainda tinha 15 meses de acordo com a equipe de Porto Alegre.
Segundo o repórter Lucas Dias, a multa rescisória seria entre R$ 6 e R$ 7 milhões. Como recebia cerca de R$ 800 mil mensais, ainda teria um valor em torno de R$ 12 milhões a receber do clube.
A rainha do futebol tem nome: Marta! No entanto, a brasileira eleita seis vezes como melhor jogadora do mundo pela FIFA ainda não teve seu nome na lista de ganhadores da Bola de Ouro Feminina.
Isso acontece porque o troféu só passou a ser entregue às mulheres em 2018. Até então, o reconhecimento máximo vinha da entidade máxima do futebol, e foi justamente nesse cenário que a jogadora alagona construiu sua fama e legado no esporte.
Na temporada 2024/25, a jogadora espanhola Aitana Bonmatí foi eleita pela terceira vez consecutiva na cerimônia organizada pela revista France Football, no Théâtre du Châtelet, em Paris.
Marta com os seis prêmio de melhor jogadora do mundo. Foto – Lucas Figueiredo/CBF
Todas vencedores da Bola de Ouro Feminina
O prêmio é o resultado de uma votação criteriosa. Um júri formado por jornalistas especializados de todo o mundo elege as melhores jogadoras da temporada. Cada umcvota em suas cinco favoritas, e a atleta que acumula mais pontos no ranking final é a vencedora.
2018
1ª – Ada Hegerberg (Noruega/Lyon) 2ª – Pernille Harder (Dinamarca/Wolfsburg) 3ª – Dzsenifer Marozsán (Alemanha/Lyon)
2019
1ª – Megan Rapinoe (Estados Unidos/Reign FC) 2ª – Lucy Bronze (Inglaterra/Lyon) 3ª – Alex Morgan (Estados Unidos/Orlando Pride)
2021
1ª – Alexia Putellas (Espanha/Barcelona) 2ª – Jennifer Hermoso (Espanha/Barcelona) 3ª – Sam Kerr (Austrália/Chelsea)
2022
1ª – Alexia Putellas (Espanha/Barcelona) 2ª – Beth Mead (Inglaterra/Arsenal) 3ª – Sam Kerr (Austrália/Chelsea)
2023
1ª – Aitana Bonmatí (Espanha/Barcelona) 2ª – Sam Kerr (Austrália/Chelsea) 3ª – Salma Paralluelo (Espanha/Barcelona)
2024
1ª – Aitana Bonmatí (Espanha/Barcelona) 2ª – Caroline Graham Hansen (Noruega/Barcelona) 3ª – Salma Paralluelo (Espanha/Barcelona)
2025
1ª – Aitana Bonmatí (Espanha/Barcelona) 2ª – Mariona Caldentey (Arsenal/Espanha) 3ª – Alessia Russo (Arsenal/Inglaterra)
A Bola de Ouro, premiação que elege o melhor jogador de futebol da temporada é anualmente realizada no Théâtre du Châtelet, em Paris, pela France Football e sempre agita o fãs do futebol.
Na 69ª edição, Raphinha e Vinicius Júnior representaram a chance do Brasil voltar a ter um vencedor depois de mais de uma década, mas a expectiva pelo atacante do Barcelona não se concretizou.
Ele terminou apenas na quinta colocação. Portanto, a última vez de um brasileiro em primeiro segue sendo com Kaká, em 2007. No entanto, muitos ainda consideram injusto o fato de Vinicius Júnior ter perdido o prêmio para o espanhol Rodri, na tempora passada.
Kaká recebe a Bola de Ouro em 2007 — Foto: Divulgação/Ballon d’Or
Apesar da expectativa dos torcedores brasileiros, a disputa é acirrada e conta com outros jogadores de destaque, como o francês Ousmane Dembélé, que conquistou a Champions League 2024/25 pelo PSG, e tem sido apontado como o favorito.
Todos os 69 vencedores da Bola de Ouro
A Argentina lidera o ranking de países com mais conquistas, totalizando oito troféus, todos pertencentes à Lionel Messi, o maior vencedor individual da história da categoria masculina.
Logo atrás, com sete títulos cada, vêm Alemanha, Holanda e Portugal. O Brasil soma cinco conquistas: Ronaldo (1997 e 2002), Rivaldo (1999), Ronaldinho Gaúcho (2005) e Kaká (2007).
O prêmio, historicamente dado a atacantes e meio-campistas, já teve exceções notáveis: o goleiro russo Lev Yashin em 1963, e o zagueiro italiano Fabio Cannavaro em 2006, provando que a excelência em qualquer posição pode ser reconhecida.
1956 – Stanley Matthews (ING) – Blackpool
1957 – Di Stéfano (ESP) – Real Madrid
1958 – Raymond Kopa (FRA) – Real Madrid
1959 – Di Stéfano (ESP) – Real Madrid
1960 – Luis Suárez (ESP) – Barcelona
1961 – Sivori (ITA) – Juventus
1962 – Josef Masopust (TCH) – Dukla Praga
1963 – Yashin (RUS) – Dínamo de Moscou
1964 – Denis Law (ESC) – Manchester United
1965 – Eusébio (POR) – Benfica
1966 – Bobby Charlton (ING) – Manchester United
1967 – Flórián Albert (HUN) – Ferencváros
1968 – George Best (NIRL) – Manchester United
1969 – Gianni Rivera (ITA) – Milan
1970 – Gerd Müller (ALE) – Bayern de Munique
1971 – Johan Cruijff (HOL) – Ajax
1972 – Franz Beckenbauer (ALE) – Bayern de Munique
1973 – Johan Cruijff (HOL) – Barcelona
1974 – Johan Cruijff (HOL) – Barcelona
1975 – Oleg Blokhin (UCR) – Dínamos de Kiev
1976 – Beckenbauer (ALE) – Bayer de Munique
1977 – Allan Simonsen (DIN) – Borussia Mönchengladbach
1978 – Kevin Keegan (ING) – Hamburgo
1979 – Kevin Keegan (ING) – Hamburgo
1980 – Rummenigge (ALE) – Bayern de Munique
1981 – Rummenigge (ALE) – Bayern de Munique
1982 – Paolo Rossi (ITA) – Juventus
1983 – Michel Platini (FRA) – Juventus
1984 – Michel Platini (FRA) – Juventus
1985 – Michel Platini (FRA) – Juventus
1986 – Igor Belanov (UCR) – Dínamo de Kiev
1987 – Ruud Gullit (HOL) – Milan
1988 – Van Basten (HOL) – Milan
1989 – Van Basten (HOL) – Milan
1990 – Matthäus (ALE) – Inter de Milão
1991 – Jean-Pierre Papin (FRA) – Olympique de Marseille
1992 – Van Basten (HOL) – Milan
1993 – Baggio (ITA) – Juventus
1994 – Stoichkov (BUL) – Barcelona
1995 – Weah (LIB) – Milan
1996 – Sammer (ALE) – Borussia Dortmund
1997 – Ronaldo (BRA) – Inter de Milão
1998 – Zidane (FRA) – Juventus
1999 – Rivaldo (BRA) – Barcelona
2000 – Figo (POR) – Real Madrid
2001 – Owen (ING) – Liverpool
2002 – Ronaldo (BRA) – Real Madrid
2003 – Nedved (TCH) – Juventus
2004 – Shevchenko (UCR) – Milan
2005 – Ronaldinho Gaúcho (BRA) – Barcelona
2006 – Cannavaro (ITA) – Real Madrid
2007 – Kaká (BRA) – Milan
2008 – Cristiano Ronaldo (POR) – Manchester United
Uma jornada de amor incondicional, lutas e lealdade que transformou torcedores em protagonistas da história colorada.
A torcida não entra em campo para defender seu clube do coração, mas empurra e apoia o Internacional como se fosse o 12º jogador. Mesmo com os gritos do técnico à beira do campo, o som que ecoa dentro do Beira-Rio, são as vozes dos torcedores que nunca se calam.
Por este motivo, o Portal Camisa 12 faz questão de contar a história do seu “xará”, que é o coração do Internacional, a Camisa 12, torcida organizada que é famosa por ser alma das arquibancadas.
História
Fundada no dia 12 de outubro de 1969, por Vicente Rao, Hernani Becker, Jorge Birolho e Victor Tavares, colorados apaixonados que decidiram dar vida a alma do Internacional nas arquibancadas, a torcida organizada Camisa 12, que se tornaria o sinônimo de raça e paixão incondicional pelo colorado.
Desde sua criação, esteve presente constantemente nas arquibancadas do Beira-Rio, onde inicialmente ocupava a parte superior do estádio, e desde 1994, atua na parte inferior, vibrando a cada ataque, cada desarme e a cada gota de suor derramada para defender esse clube.
Mas qual o significado do nome “Camisa 12”?
A definição traz uma história especial. O número 12 foi aposentado pela diretoria colorada em homenagem à sua torcida, seu “jogador extra” que exerce um papel fundamental nas arquibancadas.
Nenhum jogador colorado utiliza a camisa 12, pois ela pertence a torcida. Aproveitando-se dessa homenagem, esse grupo de amigos decidiu fundar a primeira organizada do Sul do Brasil e ao longo dos anos, sendo reconhecida como uma das melhores do Rio Grande do Sul, por conta do seu apoio incondicional, mesmo em momentos turbulentos.
Sempre cheia de inovações, a Camisa 12 foi a pioneira em comemorações com mosaicos, charangas e coreografias, fazendo a festa em cada jogo e em cada treino aberto ao público. Principal identidade da organizada, a faixa estendida no alambrado e a bateria sempre ativa, demonstra que seu amor pelo clube se estende por qualquer resultado, não importando se é vitória ou derrota.
Com uma trajetória vencedora, a Camisa 12 vai muito além de uma torcida organizada. Seus componentes participam ativamente de eventos institucionais, campanhas sociais, ações sociais do clube e até em festividades da aliança nomeada como “União Punho Cruzado”, que atua como apoio em conjunto com a Independente do São Paulo, a Jovem Fla do Flamengo, a Máfia Azul do Cruzeiro e a Torcida Jovem do Sport.
Reflexo do torcedor apaixonado, a agremiação de adeptos possui a solidariedade como sua marca registrada, como foi vista durante a pandemia, quando a torcida se mobilizou para arrecadar alimentos e materiais de higiene para distribuir entre as famílias carentes da região, conseguindo assegurar mais de duas toneladas em menos de 10 dias de trabalho.
Além desta campanha em específico, a Camisa 12 participa de iniciativa com forte impacto social, como doação de ovos de Páscoa e brinquedos para crianças afetadas pelas enchentes. Doaram sangue no hemocentro local, quando seus estoques estavam em estado crítico, além das constantes realizações do Sopão Solidário Colorado e a carreata anual do Papai Noel.
Todo amor ao Inter é refletido para outras ações, muitas vezes bem longe das arquibancadas do Beira-Rio, templo sagrado dos colorados. O papel ativo na comunidade, demonstra que a Camisa 12 vai muito além da organizada, sendo o coração do clube fora das quatro linhas.
Problemas extracampo
Sendo uma instituição respeitada e de glórias, a Camisa 12 também coleciona momentos ruins em sua história. Desde atos de vandalismos a confrontos com policiais, a organizada chegou a ser suspensa de adentrar no estádio colorado, além da proibição de qualquer artefato seu em dia de jogos.
Além de problemas externos, a Camisa 12 enfrentou desafios internos, como a tentativa de golpe, em 2023. Membros da diretoria denunciaram que integrantes descontentes divulgaram documentos falsos sem seguir os procedimentos estatutários.
Como qualquer relação, episódios dificultosos revelam a parte obscura da paixão colorada, mas que precisa ser citada por fazer parte de sua história. A Camisa 12 é o retrato do torcedor raiz, expressando todo seu amor e por muitas vezes, uma revolta que arrepia.
Uma história escrita com um amor incondicional, rachaduras na relação e reconciliações, a Camisa 12 do Internacional segue seu lema durante todos esses anos: “Ontem, Hoje e Sempre”.
Com mais de meio século de existência, a organizada segue sendo a voz que sobressai dentro de um Beira-Rio lotado. Entre bandeirões erguidos orgulhosamente nas arquibancadas e cânticos de superação, a Camisa 12 segue sendo a responsável por representar milhões de torcedores que carregam o escudo o time no peito.
Se você é madridista de verdade, já deve ter ouvido falar que a torcida Ultras Real Madrid carrega o apelido de “Vikings”. Mas já parou para pensar de onde vem essa história? Pois é, não foi da Netflix, nem de moda passageira. Esse apelido nasceu de um período em que o Real Madrid não só jogava futebol… ele conquistava a Europa como se fosse dono do continente.
A equipe do Portal Camisa12 foi atrás dessa origem e vai te contar como os Ultras Real Madrid se conectaram com a ideia de serem os “vikings do futebol”. Spoiler: envolve goleadas históricas, invasões em campos rivais e até contratações que reforçaram essa identidade.
Embarque nessa história com a gente!
O que significa ser Ultra no futebol
Antes de entrar na história do apelido, bora entender o que é ser Ultra. E não, não é só gritar “Hala Madrid” no sofá de casa.
Ser Ultra é estar no estádio do primeiro ao último minuto. É cantar quando o time tá goleando e, principalmente, quando o time tá sofrendo. É levantar bandeira, puxar coreografia e transformar um jogo comum num espetáculo de arquibancada.
No Real Madrid, esse espírito ficou famoso com o grupo Ultras Sur, que dominou o Bernabéu nos anos 80 e 90. Só que aí tem um porém: junto com a festa, também vieram polêmicas, brigas e ideologias radicais que acabaram afastando o clube deles. Hoje, a vibe Ultra continua na Grada Fans, mas de um jeito mais controlado, sem perder a essência de empurrar o time.
Origem do apelido ‘Vikings’ no Real Madrid
Agora sim, vamos para a parte boa. Por que raios o Real Madrid ganhou esse apelido de “Vikings”?
A década de 60: quando o Real invadia a Europa
Imagina você estar em Glasgow em 1960. Final da Taça dos Campeões. Real Madrid contra Eintracht Frankfurt. Placar final: 7 a 3. Sete gols. Quem viu aquilo não esqueceu jamais.
Foi nesse cenário que a imprensa inglesa soltou a comparação: o Real Madrid jogava como verdadeiros vikings. Entravam em campo como se fosse uma invasão, conquistando territórios e deixando rivais sem chão. E convenhamos… faz todo sentido.
Os reforços nórdicos que reforçaram a lenda
A coisa não parou nos anos 60. Na década de 70, o Real trouxe jogadores que tinham tudo a ver com essa imagem de guerreiros do norte: Günter Netzer, Paul Breitner, Uli Stielike e Henning Jensen.
Altos, fortes, com aquele estilo germânico/nórdico, eles pareciam saídos direto de uma saga viking. Aí não teve jeito: o apelido colou de vez, tanto dentro quanto fora da Espanha.
Vikings e a identidade dos Ultras Real Madrid
A torcida comprou a ideia e transformou o apelido em identidade. Grupos como o Orgullo Vikingo nasceram justamente para carregar esse símbolo. E se você já foi ao Bernabéu, sabe que a festa é coisa séria: bandeiras com dragões, gritos de guerra e uma atmosfera que faz qualquer rival se sentir “invadido” dentro de campo.
Para os Ultras Real Madrid, ser chamado de Viking não é só questão de história. É sobre atitude: estar pronto para apoiar sempre, encarar qualquer rival e manter a fama do clube como o verdadeiro Rei da Europa.
Cultura madridista além dos Ultras
Claro que a torcida do Real não se resume aos Ultras. A identidade madridista tem vários símbolos que carregam a tradição do clube. Vamos relembrar alguns:
Madridista: qualquer torcedor do Real Madrid.
Hala Madrid!… y nada más: o hino que arrepia a arquibancada inteira.
Los Blancos: referência ao uniforme branco que virou marca registrada.
Rey de Europa: título que ninguém tira, afinal, são 15 Champions na conta.
E aí entra também o apelido “Vikings”, que completa esse pacote e mostra como o Real é visto: não apenas como um time, mas como uma lenda que atravessa gerações.
O que restou dos Ultras hoje
Madrid. A Grada Fans manteve a chama acesa, com cantos e coreografias que seguem empurrando o time em grandes noites europeias.
Ou seja: o espírito viking continua ali, vivo, pronto para lembrar que, quando o Real entra em campo, não tem meio-termo. É conquistar ou conquistar.
FAQs sobre Ultras Real Madrid e o apelido Vikings
1. Quem são os Ultras Real Madrid?
São torcedores organizados que apoiam o clube com cantos, bandeiras e coreografias, especialmente no Santiago Bernabéu.
2. O clube reconhece oficialmente esses grupos?
Não. Depois de anos de polêmicas com o Ultras Sur, o Real passou a apoiar apenas setores organizados mais controlados, como a Grada Fans.
3. Por que a torcida do Real Madrid é chamada de Vikings?
Porque nos anos 60 o time dominava a Europa como uma invasão, e depois recebeu jogadores nórdicos que reforçaram o apelido.
4. O apelido Vikings tem ligação com violência?
Não. Ele surgiu pela força do Real em campo, não por causa do comportamento da torcida.
5. Existem grupos que usam esse apelido oficialmente?
Sim. O Orgullo Vikingo é um exemplo de torcida que assumiu essa identidade.
Conclusão
No fim das contas, o apelido “Vikings” é um símbolo perfeito do que o Real Madrid representa: conquista, força e dominação europeia. Ele nasceu dos anos dourados do clube, ganhou força com jogadores nórdicos e hoje faz parte do DNA da torcida Ultras Real Madrid.
A equipe do Portal Camisa12 trouxe essa história porque acredita que futebol é muito mais do que gols. É cultura, é identidade, é arquibancada. E se você é madridista, já sabe: vestir essa camisa é carregar um legado que ninguém tira.