Tag: Futebol

  • Os Ronaldos: A lenda dos nomes começados por R 

    Os Ronaldos: A lenda dos nomes começados por R 

    Cresci achando que devia dar ao meu filho um nome começado por “R”. Há qualquer coisa nessa letra que mexe com os deuses do futebol. A quantidade de mágicos com esse início é absurda – Romário, Rivaldo, Roberto, Rivelino, Robinho… e, claro, o maior de todos esses nomes – Ronaldo.

    E é aqui que começa a discussão. Há três Ronaldos fora de série.
    O “verdadeiro”, como Mourinho o chamou – Ronaldo Fenômeno.
    O Bruxo, o que me fez apaixonar pelo futebol – Ronaldinho Gaúcho.
    E o nosso “pai”, como dizemos em Portugal – Cristiano Ronaldo.

    A pergunta é inevitável – quem é (foi) o melhor Ronaldo?
    Cada um tem o seu argumento, a sua mística, o seu momento. Todos cabem em qualquer top 10 de melhores de todos os tempos. Mas o futebol é emoção, e é aí que cada um nos toca de forma diferente.

    Ronaldinho – O Bruxo  

    Ronaldinho era pura alegria. Jogava com um sorriso que parecia dizer: “relaxa, o espetáculo é meu”.
    De manga comprida, cabelo solto e ginga natural, dançava entre os adversários como se o gramado fosse o seu palco.
    Fez coisas que nunca mais vi. A sua estética, o carisma e a irreverência o tornaram, com o passar do tempo, quase mítico.

    Mas há um “porém” – a sua carreira ao mais alto nível foi curta. Uns 6 ou 8 anos de magia pura, seguidos de uma descida de intensidade.
    Talvez por falta de disciplina fora de campo, talvez porque o futebol moderno se tornou demasiado tático e maquinal para tanta liberdade criativa.
    Mas uma coisa é certa – ninguém jogou com tanta beleza. Guardiola disse uma vez: “as pessoas não se lembrarão do que ganhamos, mas sim de como jogávamos”. Ronaldinho é isso – a memória da arte.

    Ronaldo Fenômeno – O Monstro  

    Campeão do mundo aos 17 anos. Uma locomotiva com técnica de bailarino. Ronaldo Fenômeno era a mistura impossível entre força bruta e leveza divina. Fez defesas parecerem crianças, e atacantes sonharem ser ele.

    Nunca ganhou uma Champions – ironia cruel – mas venceu o respeito eterno de quem o viu. As lesões e os excessos fora de campo o impediram de voar ainda mais alto, mas mesmo assim, foi gigante. Mesmo “sem joelho”, mesmo com uns quilos a mais, ainda partia tudo.
    Era futebol em estado puro, antes das máquinas e dos algoritmos.

    Cristiano Ronaldo – O Imortal  

    E depois há o nosso Cristiano.
    Curioso – o nome veio de Ronald Reagan, não de um jogador. Ironia do destino – acabou por ser ele o Ronaldo por excelência.

    Cristiano é o oposto dos outros dois.
    Menos talento natural, talvez, mas um monstro de trabalho, foco e consistência.
    Dos três, é o mais completo no sentido moderno da palavra – adaptou-se, reinventou-se e dominou o jogo durante quase duas décadas.  De extremo desequilibrador no United a matador clínico no Real Madrid, construiu uma carreira que parece impossível de repetir.

    Dividiu o mundo com Messi, e dessa rivalidade nasceu a era mais brilhante que o futebol já viu.  Durante anos, não havia domingo sem discussão – “Quem é melhor?”
    Mas, no fundo, todos sabíamos a sorte que era viver no tempo dos dois.

    Cristiano é mais do que um jogador – é um símbolo global.
    Provavelmente a pessoa mais conhecida do planeta – da aldeia mais remota do Uzbequistão às ruas de Nova Iorque, todos sabem quem é Ronaldo.
    E mesmo quem o critica, respeita-o. Porque a grandeza se impõe.

    Então, quem é o melhor Ronaldo?  

    Para mim, Cristiano vence.
    Não por ser o mais talentoso – mas porque foi o mais constante, o mais determinado, o mais duradouro. O homem que fez da excelência um hábito.

    Mas, no fim, cada Ronaldo representa uma era e um sentimento.
    Ronaldinho é a arte.
    O Fenómeno é o instinto.
    Cristiano é a perfeição.

    Três homens, uma letra, e uma certeza – no futebol, o “R” é a inicial dos deuses.

    Posto isto, vou dar ao meu filho um nome com a inicial R…
    ou talvez não – depende do que a mãe quiser.

  • A tradição da Torcida Jovem nos clássicos do futebol paulista

    A tradição da Torcida Jovem nos clássicos do futebol paulista

    Fundamental para um clube de futebol, a torcida representa não apenas uma fonte de apoio financeiro, mas também uma forte fidelidade emocional, transformando-se na alma e na identidade de uma agremiação. Muitas vezes, esses indivíduos se organizam para apoiar o time de forma mais intensa, formando um dos pilares culturais dos estádios ao redor do mundo.

    Presentes nas arquibancadas, seja em casa ou fora, utilizando bandeiras, cantos e mosaicos, as torcidas organizadas têm como objetivo incentivar seu próprio time e intimidar os adversários, criando um espetáculo visual e uma poderosa demonstração de amor verdadeiro.

    Uma das mais conhecidas e importantes do cenário paulista, a Torcida Jovem do Santos demonstra toda sua dedicação ao clube, embora, por vezes, esse amor extrapole os limites dos estádios.

    O Portal Camisa12 vai te contar a história da Torcida Jovem e sua tradição nos clássicos paulistas, colocando você por dentro de toda a sua importância nas arquibancadas nacionais e também ao redor do mundo.

    História

    Fundada em 26 de setembro de 1969, no bairro do Brás, por 13 jovens que acompanhavam o clube em jogos na capital, a Torcida Jovem do Santos foi a primeira torcida organizada do Peixe a ser criada. Seu surgimento teve como principal objetivo apoiar o time de forma organizada, demonstrando a paixão de seus torcedores por um clube litorâneo.

    Com o lema “Com o Santos onde e como ele estiver”, a TJ participou ativamente da oposição nas eleições do Santos em 1970, ingressando desde então na vida política do clube — chegando, inclusive, a eleger seus próprios integrantes para o Conselho Deliberativo.

    Durante o Regime Militar no Brasil, as preocupações da torcida não se limitaram apenas ao futebol: a Torcida Jovem também se posicionou em questões sociais, demonstrando que não se renderia facilmente diante das lutas da época.

    Tornando-se uma das maiores referências em padronização no futebol paulista, a Torcida Jovem se orgulha de ter uma das melhores baterias e letras de arquibancada do país. Além disso, é a única torcida organizada do Santos com sede fora da cidade litorânea, afirmando que, para ver o Peixe jogar, é necessário ter o “DNA do torcedor santista”.

    Tradição no cenário paulista

    Com um papel marcante nos clássicos paulistas, a Torcida Jovem nasceu e se consolidou em São Paulo, mesmo sendo o Santos um clube do litoral. Isso fez com que os confrontos diante dos gigantes do estado tivessem um peso especial para seus membros.

    Desde sua fundação, a Torcida Jovem sempre priorizou os jogos na capital, especialmente os clássicos disputados em estádios como o Morumbi, o Pacaembu e, mais recentemente, o Allianz Parque. Por meio de grandes caravanas organizadas, a agremiação tornou-se símbolo da resistência praiana em solo paulistano.

    Montando grandes festas com bandeirões, instrumentos e faixas temáticas, o apoio incondicional virou marca registrada da torcida evidenciado tanto nos momentos de crise interna quanto nas más fases dos últimos anos.

    Controvérsias em sua história

    Infelizmente, toda a tradição da Torcida Jovem nos clássicos também é marcada por um histórico de rivalidades intensas com outras organizadas, resultando em confrontos violentos e gerando repercussão negativa.

    Um desses episódios ocorreu em setembro, quando a Torcida Jovem e a Sangue Jovem, duas das principais organizadas do Santos, foram proibidas de frequentar estádios em todo o estado de São Paulo, punição válida até o fim de 2025.

    As torcidas foram punidas devido a uma série de conflitos registrados durante a goleada sofrida para o Vasco, em partida realizada no Morumbis. A decisão foi tomada pela Federação Paulista de Futebol, após recomendação do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP).

    Atualidade

    Seguindo como uma das maiores e mais influentes torcidas organizadas do país, a Torcida Jovem do Santos carrega, em seus mais de 50 anos de história, a representação da paixão de gerações por um clube.

    Mesmo diante dos desafios enfrentados e até expondo os contrastes desse tipo de agremiação, segue firme como voz ativa do torcedor santista, mostrando que a alma do clube vai muito além das quatro linhas de um campo ou das paredes de um estádio, deixando seu legado vivo no cenário nacional.

  • Freguês! Flamengo defende tabu histórico contra Rogério Ceni; veja todos os números

    Freguês! Flamengo defende tabu histórico contra Rogério Ceni; veja todos os números

    O Flamengo entra em campo neste domingo (05/10), às 18h30, na Arena Fonte Nova, para enfrentar o Bahia, em duelo decisivo para se manter na liderança do Campeonato Brasileiro de 2025.

    Mais notícias do Flamengo:

    Classificação da Série A: Palmeiras deixa Flamengo para trás
    Prazo de conclusão do estádio, capacidade e custo bilionário

    Além da disputa pelos três pontos, o time de Filipe Luís defenderá uma impressionante escrita contra o treinador Rogério Ceni.

    No 1° turno do Brasileiro deste ano, o Mengão venceu por 1 a 0 no Maracanã. Na vitória, o único gol foi marcado por Arrascaeta.

    Flamengo x Rogério Ceni: 16 jogos invicto

    Este será o 17° duelo entre o técnico e o clube carioca, e o Rubro-Negro venceu todos os 16 confrontos anteriores (veja abaixo).

    Os times comandados por Ceni marcaram seis gols e sofreram 31, reforçando o domínio flamenguista sobre o ex-goleiro e atual treinador do Bahia. Quem vai levar a melhor no próximo jogo?

    Jogos de Rogério Ceni contra o Flamengo:

    • Flamengo 2 x 0 São Paulo – Brasileirão 2017
    • Flamengo 2 x 0 Fortaleza – Brasileirão 2019
    • Fortaleza 1 x 2 Flamengo – Brasileirão 2019
    • Cruzeiro 1 x 2 Flamengo – Brasileirão 2019
    • Flamengo 2 x 1 Fortaleza – Brasileirão 2020
    • São Paulo 0 x 4 Flamengo – Brasileirão 2021
    • Flamengo 3 x 1 São Paulo – Brasileirão 2022
    • São Paulo 0 x 2 Flamengo – Brasileirão 2022
    • São Paulo 1 x 3 Flamengo – Copa do Brasil 2022 (semifinal)
    • Flamengo 1 x 0 São Paulo – Copa do Brasil 2022 (semifinal)
    • Flamengo 1 x 0 Bahia – Brasileirão 2023
    • Flamengo 2 x 1 Bahia – Brasileirão 2024
    • Bahia 0 x 1 Flamengo – Copa do Brasil 2024 (quartas)
    • Flamengo 1 x 0 Bahia – Copa do Brasil 2024 (quartas)
    • Bahia 0 x 2 Flamengo – Brasileirão 2024
    • Flamengo 1 x 0 Bahia – Brasileirão 2025
    Flamengo x Bahia no Maracanã em 2025 – Foto: Letícia Martins/Bahia
  • Violência nas arquibancadas: o impacto das brigas de torcida na imagem do futebol brasileiro

    Violência nas arquibancadas: o impacto das brigas de torcida na imagem do futebol brasileiro

    Conhecidas mundialmente por serem o coração de um time de futebol, as torcidas exercem um papel fundamental nos dias de jogo. Mais do que promover verdadeiros espetáculos nas arquibancadas, o apoio incondicional demonstrado por elas muitas vezes ultrapassa os limites dos estádios.

    No entanto, o que deveria ser um espaço de convivência familiar, lazer e celebração do esporte tem se transformado, em diversos casos, em um ambiente de medo e violência. Esse cenário afeta diretamente a imagem do futebol brasileiro e afasta torcedores que buscam apenas aproveitar o espetáculo com segurança.

    Refletindo problemas sociais amplos, como a influência do crime organizado e até traços de masculinidade tóxica dentro das torcidas, esses episódios têm gerado consequências sérias para os clubes, exigindo atuações constantes das autoridades. O Portal Camisa12 mostra como esses acontecimentos impactam negativamente a imagem das equipes.

    https://adzappy.o18.link/c?o=21448455&m=21672&a=695610

    Danos à imagem do futebol

    As constantes brigas entre torcidas organizadas continuam manchando a imagem do futebol brasileiro, tanto no cenário nacional quanto no internacional. O que deveria ser um espaço de celebração da paixão pelo esporte tem se transformado em palco de violência, medo e insegurança. E o problema não ocorre apenas dentro dos estádios, nos arredores, a situação também é alarmante.

    Imagens de confrontos brutais, tanto dentro quanto fora das arenas, seguem sendo amplamente divulgadas nas redes sociais e na imprensa, reforçando a percepção negativa do Brasil como país-sede de grandes eventos esportivos.

    O impacto imediato dessas confusões é sentido dentro dos próprios estádios. Famílias e torcedores comuns têm evitado frequentar as partidas por medo de se tornarem vítimas da violência disfarçada de amor ao clube. O resultado é visível: queda no público, ambiente menos acolhedor e desvalorização da experiência de acompanhar um jogo ao vivo.

    Esse problema atinge diretamente a receita dos clubes, que muitas vezes dependem da bilheteria, do consumo interno nos estádios e do engajamento da torcida para manter suas finanças equilibradas.

    Além da evasão do público, há consequências ainda mais amplas na esfera econômica. Clubes envolvidos em episódios de violência são frequentemente punidos com multas, perda de mando de campo ou partidas com portões fechados, medidas que, embora necessárias, agravam os prejuízos financeiros. Patrocinadores e investidores também passam a olhar o futebol com mais cautela, receosos de vincular suas marcas a um ambiente associado à violência.

    Práticas criminosas envolvidas

    A questão da segurança pública também entra em pauta. A atuação de torcidas organizadas, em diversos momentos, está ligada a práticas criminosas, evidenciando falhas na fiscalização e na aplicação da lei. Muitos torcedores violentos seguem impunes, alimentando um ciclo contínuo de agressões e insegurança.

    Em inúmeros casos, mesmo com registros em vídeo, os responsáveis pelas brigas não são identificados ou punidos de forma adequada. Isso transmite uma mensagem de tolerância à violência e a percepção de que esses ambientes aceitam, ou ao menos não coíbem, a presença de indivíduos com esse tipo de comportamento.

    A rivalidade entre torcidas, que deveria representar uma forma saudável de competição, tornou-se um instrumento de ódio e intolerância. A paixão pelo futebol, que historicamente uniu diferentes classes sociais e regiões do país, tem sido distorcida por grupos que utilizam o esporte como justificativa para conflitos violentos.

    A imagem construída ao longo de décadas, baseada no talento, na arte e na emoção das partidas, segue sendo manchada por episódios recorrentes de violência. Para que o Brasil volte a ser reconhecido como o verdadeiro “país do futebol”, é necessário enfrentar com seriedade e firmeza o problema da violência nas arquibancadas.

    Campanhas de conscientização

    Algumas ações coordenadas entre clubes, federações, autoridades de segurança e o poder Judiciário têm buscado maneiras de evitar novos episódios de violência, além de promover campanhas educativas que resgatem o verdadeiro espírito esportivo de união.

    Em dezembro do ano passado, as maiores torcidas organizadas do país aderiram à campanha “Cadeiras Vazias”, que tinha como objetivo combater a violência nos estádios e fortalecer os valores de respeito, união e solidariedade, tanto dentro das arenas quanto em seus arredores.

    A iniciativa, promovida pelo Ministério do Esporte, vem ganhando força com o propósito de transformar as arquibancadas em espaços seguros, democráticos e acolhedores, resgatando o significado mais genuíno da paixão pelo futebol.

    Enquanto as brigas entre torcidas continuarem sendo tratadas com indiferença ou conivência, o futebol brasileiro seguirá perdendo credibilidade, público e espaço, tanto nas arquibancadas quanto no imaginário coletivo mundial.

  • Flaco López renova com o Palmeiras até 2029 e revela virada essencial na carreira

    Flaco López renova com o Palmeiras até 2029 e revela virada essencial na carreira

    O Palmeiras blindou seu artilheiro! Em um movimento estratégico crucial, o Verdão anunciou a renovação de contrato do atacante Flaco López, estendendo seu vínculo até dezembro de 2029.

    A notícia é de suma importância para os palmeirenses! Isso porque o acordo garante a permanência de um dos pilares da equipe comandada por Abel Ferreira na temporada por muitos anos.

    Mais notícias do Palmeiras:

    + Abel Ferreira indica renovação com o Palmeiras

    Contratado em 2022, o atacante viveu um início de adaptação turbulenta, mas deu a volta por cima de forma estrondosa.

    “Eu cheguei sendo um menino e ano a ano fui crescendo. Eu acho que me tornei uma melhor pessoa e um melhor homem aqui por ficar perto de grandes pessoas”, disse ao site oficial do clube.

    Artigo de opinião:

    + Paulo Nunes e Felipão: Máscaras, comemorações e memórias

    Atualmente, ele é uma peça fundamental e vive a melhor fase da carreira, sendo o principal destaque ofensivo da temporada.

    Flaco López renova contrato até 2029. Foto: Cesar Greco/Palmeiras

    Números de Flaco López no Palmeiras

    A renovação é um reflexo direto do salto de desempenho do camisa 18. Só neste ano, balançou as redes 19 vezes e deu 4 assistências, até a publicação desta matéria em 26 de setembro.

    • 19 gols
    • 04 assistências

    Os dois gols marcados contra o River Plate na classificação para a semifinal da Libertadores foram a cereja do bolo: o centroavante argentino atingiu a marca de 51 gols com a camisa alviverde.

    “É um time que está cheio de grandes jogadores e de grandes pessoas e acho que isso faz que no dia a dia a gente fique muito melhor em todos os aspectos da vida”, completou o atleta.

  • Internacional acerta com Ramón Díaz como técnico; veja detalhes do contrato

    Internacional acerta com Ramón Díaz como técnico; veja detalhes do contrato

    Em uma negociação rápida, a diretoria do Internacional acertou a contratação de Ramón Díaz para substituir Roger Machado.

    Roger Machado, ex-técnico do Internacional — Foto: Ricardo Duarte/Internacional

    A notícia, apurada pelo ge, destaca que a experiência do técnico argentino, de 66 anos, no ambiente do vestiário pesou na decisão, superando a concorrência do conterrâneo Luis Zubeldía.

    O treinador chega acompanhado de seu filho, Emiliano Díaz, que fará parte da comissão técnica e atuará em gestão compartilhada. O contrato da dupla com o clube é válido até o final de 2026.

    Terceira passagem de Ramón Díaz no Brasil

    Este será o terceiro trabalho do profissional no futebol brasileiro. Ele já teve passagens por Vasco da Gama e Corinthians.

    No time paulista, conquistou o Paulistão deste ano. No ano de 2020, chegou a ser contratado pelo Botafogo, mas foi demitido antes de assumir a equipe, com seu filho comandando o time por três partidas. Seu último trabalho foi no Olimpia, do Paraguai.

    Multa rescisória de Roger Machado

    Após conquistar o título do Campeonato Gaúcho, ele renovou o vínculo com o Colorado até o fim da próxima temporada. Portanto, ainda tinha 15 meses de acordo com a equipe de Porto Alegre.

    Segundo o repórter Lucas Dias, a multa rescisória seria entre R$ 6 e R$ 7 milhões. Como recebia cerca de R$ 800 mil mensais, ainda teria um valor em torno de R$ 12 milhões a receber do clube.

  • Bola de Ouro do Futebol Feminino: veja a lista das 7 ganhadoras na história

    Bola de Ouro do Futebol Feminino: veja a lista das 7 ganhadoras na história

    A rainha do futebol tem nome: Marta! No entanto, a brasileira eleita seis vezes como melhor jogadora do mundo pela FIFA ainda não teve seu nome na lista de ganhadores da Bola de Ouro Feminina.

    Leia também: veja as 7 categorias da Bola de Ouro 2025

    Isso acontece porque o troféu só passou a ser entregue às mulheres em 2018. Até então, o reconhecimento máximo vinha da entidade máxima do futebol, e foi justamente nesse cenário que a jogadora alagona construiu sua fama e legado no esporte.

    Leia também: todos os vencedores da Bola de Ouro Masculina

    Na temporada 2024/25, a jogadora espanhola Aitana Bonmatí foi eleita pela terceira vez consecutiva na cerimônia organizada pela revista France Football, no Théâtre du Châtelet, em Paris.

    Marta com os seis prêmio de melhor jogadora do mundo. Foto – Lucas Figueiredo/CBF

    Todas vencedores da Bola de Ouro Feminina

    O prêmio é o resultado de uma votação criteriosa. Um júri formado por jornalistas especializados de todo o mundo elege as melhores jogadoras da temporada. Cada umcvota em suas cinco favoritas, e a atleta que acumula mais pontos no ranking final é a vencedora.

    • 2018

    1ª – Ada Hegerberg (Noruega/Lyon)
    2ª – Pernille Harder (Dinamarca/Wolfsburg)
    3ª – Dzsenifer Marozsán (Alemanha/Lyon)

    • 2019

    1ª – Megan Rapinoe (Estados Unidos/Reign FC)
    2ª – Lucy Bronze (Inglaterra/Lyon)
    3ª – Alex Morgan (Estados Unidos/Orlando Pride)

    • 2021

    1ª – Alexia Putellas (Espanha/Barcelona)
    2ª – Jennifer Hermoso (Espanha/Barcelona)
    3ª – Sam Kerr (Austrália/Chelsea)

    • 2022

    1ª – Alexia Putellas (Espanha/Barcelona)
    2ª – Beth Mead (Inglaterra/Arsenal)
    3ª – Sam Kerr (Austrália/Chelsea)

    • 2023

    1ª – Aitana Bonmatí (Espanha/Barcelona)
    2ª – Sam Kerr (Austrália/Chelsea)
    3ª – Salma Paralluelo (Espanha/Barcelona)

    • 2024

    1ª – Aitana Bonmatí (Espanha/Barcelona)
    2ª – Caroline Graham Hansen (Noruega/Barcelona)
    3ª – Salma Paralluelo (Espanha/Barcelona)

    • 2025

    1ª – Aitana Bonmatí (Espanha/Barcelona)
    2ª – Mariona Caldentey (Arsenal/Espanha)
    3ª – Alessia Russo (Arsenal/Inglaterra)

  • Vencedores da Bola de Ouro: 1956 até 2025! Veja a lista dos 69 ganhadores na história

    Vencedores da Bola de Ouro: 1956 até 2025! Veja a lista dos 69 ganhadores na história

    A Bola de Ouro, premiação que elege o melhor jogador de futebol da temporada é anualmente realizada no Théâtre du Châtelet, em Paris, pela France Football e sempre agita o fãs do futebol.

    Na 69ª edição, Raphinha e Vinicius Júnior representaram a chance do Brasil voltar a ter um vencedor depois de mais de uma década, mas a expectiva pelo atacante do Barcelona não se concretizou.

    Leia também: Quais as 7 categorias da Bola de Ouro? Veja

    Ele terminou apenas na quinta colocação. Portanto, a última vez de um brasileiro em primeiro segue sendo com Kaká, em 2007. No entanto, muitos ainda consideram injusto o fato de Vinicius Júnior ter perdido o prêmio para o espanhol Rodri, na tempora passada.

    Kaká recebe a Bola de Ouro em 2007 — Foto: Divulgação/Ballon d’Or

    Apesar da expectativa dos torcedores brasileiros, a disputa é acirrada e conta com outros jogadores de destaque, como o francês Ousmane Dembélé, que conquistou a Champions League 2024/25 pelo PSG, e tem sido apontado como o favorito.

    Todos os 69 vencedores da Bola de Ouro

    A Argentina lidera o ranking de países com mais conquistas, totalizando oito troféus, todos pertencentes à Lionel Messi, o maior vencedor individual da história da categoria masculina.

    Leia também: todas as vencedoras da Bola de Ouro Feminina

    Logo atrás, com sete títulos cada, vêm Alemanha, Holanda e Portugal. O Brasil soma cinco conquistas: Ronaldo (1997 e 2002), Rivaldo (1999), Ronaldinho Gaúcho (2005) e Kaká (2007).

    O prêmio, historicamente dado a atacantes e meio-campistas, já teve exceções notáveis: o goleiro russo Lev Yashin em 1963, e o zagueiro italiano Fabio Cannavaro em 2006, provando que a excelência em qualquer posição pode ser reconhecida.

    • 1956 – Stanley Matthews (ING) – Blackpool
    • 1957 – Di Stéfano (ESP) – Real Madrid
    • 1958 – Raymond Kopa (FRA) – Real Madrid
    • 1959 – Di Stéfano (ESP) – Real Madrid
    • 1960 – Luis Suárez (ESP) – Barcelona
    • 1961 – Sivori (ITA) – Juventus
    • 1962 – Josef Masopust (TCH) – Dukla Praga
    • 1963 – Yashin (RUS) – Dínamo de Moscou
    • 1964 – Denis Law (ESC) – Manchester United
    • 1965 – Eusébio (POR) – Benfica
    • 1966 – Bobby Charlton (ING) – Manchester United
    • 1967 – Flórián Albert (HUN) – Ferencváros
    • 1968 – George Best (NIRL) – Manchester United
    • 1969 – Gianni Rivera (ITA) – Milan
    • 1970 – Gerd Müller (ALE) – Bayern de Munique
    • 1971 – Johan Cruijff (HOL) – Ajax
    • 1972 – Franz Beckenbauer (ALE) – Bayern de Munique
    • 1973 – Johan Cruijff (HOL) – Barcelona
    • 1974 – Johan Cruijff (HOL) – Barcelona
    • 1975 – Oleg Blokhin (UCR) – Dínamos de Kiev
    • 1976 – Beckenbauer (ALE) – Bayer de Munique
    • 1977 – Allan Simonsen (DIN) – Borussia Mönchengladbach
    • 1978 – Kevin Keegan (ING) – Hamburgo
    • 1979 – Kevin Keegan (ING) – Hamburgo
    • 1980 – Rummenigge (ALE) – Bayern de Munique
    • 1981 – Rummenigge (ALE) – Bayern de Munique
    • 1982 – Paolo Rossi (ITA) – Juventus
    • 1983 – Michel Platini (FRA) – Juventus
    • 1984 – Michel Platini (FRA) – Juventus
    • 1985 – Michel Platini (FRA) – Juventus
    • 1986 – Igor Belanov (UCR) – Dínamo de Kiev
    • 1987 – Ruud Gullit (HOL) – Milan
    • 1988 – Van Basten (HOL) – Milan
    • 1989 – Van Basten (HOL) – Milan
    • 1990 – Matthäus (ALE) – Inter de Milão
    • 1991 – Jean-Pierre Papin (FRA) – Olympique de Marseille
    • 1992 – Van Basten (HOL) – Milan
    • 1993 – Baggio (ITA) – Juventus
    • 1994 – Stoichkov (BUL) – Barcelona
    • 1995 – Weah (LIB) – Milan
    • 1996 – Sammer (ALE) – Borussia Dortmund
    • 1997 – Ronaldo (BRA) – Inter de Milão
    • 1998 – Zidane (FRA) – Juventus
    • 1999 – Rivaldo (BRA) – Barcelona
    • 2000 – Figo (POR) – Real Madrid
    • 2001 – Owen (ING) – Liverpool
    • 2002 – Ronaldo (BRA) – Real Madrid
    • 2003 – Nedved (TCH) – Juventus
    • 2004 – Shevchenko (UCR) – Milan
    • 2005 – Ronaldinho Gaúcho (BRA) – Barcelona
    • 2006 – Cannavaro (ITA) – Real Madrid
    • 2007 – Kaká (BRA) – Milan
    • 2008 – Cristiano Ronaldo (POR) – Manchester United
    • 2009 – Messi (ARG) – Barcelona
    • 2010 – Messi (ARG) – Barcelona
    • 2011 – Messi (ARG) – Barcelona
    • 2012 – Messi (ARG) – Barcelona
    • 2013 – Cristiano Ronaldo (POR) – Real Madrid
    • 2014 – Cristiano Ronaldo (POR) – Real Madrid
    • 2015 – Messi (ARG) – Barcelona
    • 2016 – Cristiano Ronaldo (POR) – Real Madrid
    • 2017 – Cristiano Ronaldo (POR) – Real Madrid
    • 2018 – Modric (CRO) – Real Madrid
    • 2019 – Messi (ARG) – Barcelona
    • 2020 – Não teve premiação
    • 2021 – Messi (ARG) – PSG
    • 2022 – Benzema (FRA) – Real Madrid
    • 2023 – Messi (ARG) – Inter Miami
    • 2024 – Rodri (ESP) – Manchester City
    • 2025 – Dembélé (FRA) – PSG
  • Camisa 12: a história da torcida colorada que marcou gerações

    Camisa 12: a história da torcida colorada que marcou gerações

    Uma jornada de amor incondicional, lutas e lealdade que transformou torcedores em protagonistas da história colorada.

    A torcida não entra em campo para defender seu clube do coração, mas empurra e apoia o Internacional como se fosse o 12º jogador. Mesmo com os gritos do técnico à beira do campo, o som que ecoa dentro do Beira-Rio, são as vozes dos torcedores que nunca se calam.

    Por este motivo, o Portal Camisa 12 faz questão de contar a história do seu “xará”, que é o coração do Internacional, a Camisa 12, torcida organizada que é famosa por ser alma das arquibancadas.

    História

    Fundada no dia 12 de outubro de 1969, por Vicente Rao, Hernani Becker, Jorge Birolho e Victor Tavares, colorados apaixonados que decidiram dar vida a alma do Internacional nas arquibancadas, a torcida organizada Camisa 12, que se tornaria o sinônimo de raça e paixão incondicional pelo colorado.

    Desde sua criação, esteve presente constantemente nas arquibancadas do Beira-Rio, onde inicialmente ocupava a parte superior do estádio, e desde 1994, atua na parte inferior, vibrando a cada ataque, cada desarme e a cada gota de suor derramada para defender esse clube.

    Mas qual o significado do nome “Camisa 12”?

    A definição traz uma história especial. O número 12 foi aposentado pela diretoria colorada em homenagem à sua torcida, seu “jogador extra” que exerce um papel fundamental nas arquibancadas.

    Nenhum jogador colorado utiliza a camisa 12, pois ela pertence a torcida. Aproveitando-se dessa homenagem, esse grupo de amigos decidiu fundar a primeira organizada do Sul do Brasil e ao longo dos anos, sendo reconhecida como uma das melhores do Rio Grande do Sul, por conta do seu apoio incondicional, mesmo em momentos turbulentos.

    Sempre cheia de inovações, a Camisa 12 foi a pioneira em comemorações com mosaicos, charangas e coreografias, fazendo a festa em cada jogo e em cada treino aberto ao público. Principal identidade da organizada, a faixa estendida no alambrado e a bateria sempre ativa, demonstra que seu amor pelo clube se estende por qualquer resultado, não importando se é vitória ou derrota.

    Fora das paredes do Beira-Rio

    Com uma trajetória vencedora, a Camisa 12 vai muito além de uma torcida organizada. Seus componentes participam ativamente de eventos institucionais, campanhas sociais, ações sociais do clube e até em festividades da aliança nomeada como “União Punho Cruzado”, que atua como apoio em conjunto com a Independente do São Paulo, a Jovem Fla do Flamengo, a Máfia Azul do Cruzeiro e a Torcida Jovem do Sport.

    Reflexo do torcedor apaixonado, a agremiação de adeptos possui a solidariedade como sua marca registrada, como foi vista durante a pandemia, quando a torcida se mobilizou para arrecadar alimentos e materiais de higiene para distribuir entre as famílias carentes da região, conseguindo assegurar mais de duas toneladas em menos de 10 dias de trabalho.

    Além desta campanha em específico, a Camisa 12 participa de iniciativa com forte impacto social, como doação de ovos de Páscoa e brinquedos para crianças afetadas pelas enchentes. Doaram sangue no hemocentro local, quando seus estoques estavam em estado crítico, além das constantes realizações do Sopão Solidário Colorado e a carreata anual do Papai Noel.

    Todo amor ao Inter é refletido para outras ações, muitas vezes bem longe das arquibancadas do Beira-Rio, templo sagrado dos colorados. O papel ativo na comunidade, demonstra que a Camisa 12 vai muito além da organizada, sendo o coração
    do clube fora das quatro linhas.

    Problemas extracampo

    Sendo uma instituição respeitada e de glórias, a Camisa 12 também coleciona momentos ruins em sua história. Desde atos de vandalismos a confrontos com policiais, a organizada chegou a ser suspensa de adentrar no estádio colorado, além da proibição de qualquer artefato seu em dia de jogos.

    Além de problemas externos, a Camisa 12 enfrentou desafios internos, como a tentativa de golpe, em 2023. Membros da diretoria denunciaram que integrantes descontentes divulgaram documentos falsos sem seguir os procedimentos estatutários.

    Como qualquer relação, episódios dificultosos revelam a parte obscura da paixão colorada, mas que precisa ser citada por fazer parte de sua história. A Camisa 12 é o retrato do torcedor raiz, expressando todo seu amor e por muitas vezes, uma revolta que arrepia.

    Uma história escrita com um amor incondicional, rachaduras na relação e reconciliações, a Camisa 12 do Internacional segue seu lema durante todos esses anos: “Ontem, Hoje e Sempre”.

    Com mais de meio século de existência, a organizada segue sendo a voz que sobressai dentro de um Beira-Rio lotado. Entre bandeirões erguidos orgulhosamente nas arquibancadas e cânticos de superação, a Camisa 12 segue sendo a responsável por representar milhões de torcedores que carregam o escudo o time no peito.

  • Ultras do Real Madrid: como o apelido ‘Vikings’ nasceu da dominação europeia dos anos 60

    Ultras do Real Madrid: como o apelido ‘Vikings’ nasceu da dominação europeia dos anos 60

    Se você é madridista de verdade, já deve ter ouvido falar que a torcida Ultras Real Madrid carrega o apelido de “Vikings”. Mas já parou para pensar de onde vem essa história? Pois é, não foi da Netflix, nem de moda passageira. Esse apelido nasceu de um período em que o Real Madrid não só jogava futebol… ele conquistava a Europa como se fosse dono do continente.

    A equipe do Portal Camisa12 foi atrás dessa origem e vai te contar como os Ultras Real Madrid se conectaram com a ideia de serem os “vikings do futebol”. Spoiler: envolve goleadas históricas, invasões em campos rivais e até contratações que reforçaram essa identidade.

    Embarque nessa história com a gente!

    O que significa ser Ultra no futebol

    Antes de entrar na história do apelido, bora entender o que é ser Ultra. E não, não é só gritar “Hala Madrid” no sofá de casa.

    Ser Ultra é estar no estádio do primeiro ao último minuto. É cantar quando o time tá goleando e, principalmente, quando o time tá sofrendo. É levantar bandeira, puxar coreografia e transformar um jogo comum num espetáculo de arquibancada.

    No Real Madrid, esse espírito ficou famoso com o grupo Ultras Sur, que dominou o Bernabéu nos anos 80 e 90. Só que aí tem um porém: junto com a festa, também vieram polêmicas, brigas e ideologias radicais que acabaram afastando o clube deles. Hoje, a vibe Ultra continua na Grada Fans, mas de um jeito mais controlado, sem perder a essência de empurrar o time.

    Origem do apelido ‘Vikings’ no Real Madrid

    Agora sim, vamos para a parte boa. Por que raios o Real Madrid ganhou esse apelido de “Vikings”?

    A década de 60: quando o Real invadia a Europa 

    Imagina você estar em Glasgow em 1960. Final da Taça dos Campeões. Real Madrid contra Eintracht Frankfurt. Placar final: 7 a 3. Sete gols. Quem viu aquilo não esqueceu jamais.

    Foi nesse cenário que a imprensa inglesa soltou a comparação: o Real Madrid jogava como verdadeiros vikings. Entravam em campo como se fosse uma invasão, conquistando territórios e deixando rivais sem chão. E convenhamos… faz todo sentido.

    Os reforços nórdicos que reforçaram a lenda 

    A coisa não parou nos anos 60. Na década de 70, o Real trouxe jogadores que tinham tudo a ver com essa imagem de guerreiros do norte: Günter Netzer, Paul Breitner, Uli Stielike e Henning Jensen.

    Altos, fortes, com aquele estilo germânico/nórdico, eles pareciam saídos direto de uma saga viking. Aí não teve jeito: o apelido colou de vez, tanto dentro quanto fora da Espanha.

    Vikings e a identidade dos Ultras Real Madrid

    A torcida comprou a ideia e transformou o apelido em identidade. Grupos como o Orgullo Vikingo nasceram justamente para carregar esse símbolo. E se você já foi ao Bernabéu, sabe que a festa é coisa séria: bandeiras com dragões, gritos de guerra e uma atmosfera que faz qualquer rival se sentir “invadido” dentro de campo.

    Para os Ultras Real Madrid, ser chamado de Viking não é só questão de história. É sobre atitude: estar pronto para apoiar sempre, encarar qualquer rival e manter a fama do clube como o verdadeiro Rei da Europa.

    Cultura madridista além dos Ultras

    Claro que a torcida do Real não se resume aos Ultras. A identidade madridista tem vários símbolos que carregam a tradição do clube. Vamos relembrar alguns:

    • Madridista: qualquer torcedor do Real Madrid.
    • Hala Madrid!… y nada más: o hino que arrepia a arquibancada inteira.
    • Los Blancos: referência ao uniforme branco que virou marca registrada.
    • Rey de Europa: título que ninguém tira, afinal, são 15 Champions na conta.

    E aí entra também o apelido “Vikings”, que completa esse pacote e mostra como o Real é visto: não apenas como um time, mas como uma lenda que atravessa gerações.

    O que restou dos Ultras hoje

    Madrid. A Grada Fans manteve a chama acesa, com cantos e coreografias que seguem empurrando o time em grandes noites europeias.

    Ou seja: o espírito viking continua ali, vivo, pronto para lembrar que, quando o Real entra em campo, não tem meio-termo. É conquistar ou conquistar.

    FAQs sobre Ultras Real Madrid e o apelido Vikings

    1. Quem são os Ultras Real Madrid?

    São torcedores organizados que apoiam o clube com cantos, bandeiras e coreografias, especialmente no Santiago Bernabéu.

    2. O clube reconhece oficialmente esses grupos?

    Não. Depois de anos de polêmicas com o Ultras Sur, o Real passou a apoiar apenas setores organizados mais controlados, como a Grada Fans.

    3. Por que a torcida do Real Madrid é chamada de Vikings?

    Porque nos anos 60 o time dominava a Europa como uma invasão, e depois recebeu jogadores nórdicos que reforçaram o apelido.

    4. O apelido Vikings tem ligação com violência?

    Não. Ele surgiu pela força do Real em campo, não por causa do comportamento da torcida.

    5. Existem grupos que usam esse apelido oficialmente?

    Sim. O Orgullo Vikingo é um exemplo de torcida que assumiu essa identidade.

    Conclusão

    No fim das contas, o apelido “Vikings” é um símbolo perfeito do que o Real Madrid representa: conquista, força e dominação europeia. Ele nasceu dos anos dourados do clube, ganhou força com jogadores nórdicos e hoje faz parte do DNA da torcida Ultras Real Madrid.

    A equipe do Portal Camisa12 trouxe essa história porque acredita que futebol é muito mais do que gols. É cultura, é identidade, é arquibancada. E se você é madridista, já sabe: vestir essa camisa é carregar um legado que ninguém tira.