Tag: Libertadores

  • Lesão muscular tira Pedro da final da Libertadores e encerra temporada no Flamengo

    Lesão muscular tira Pedro da final da Libertadores e encerra temporada no Flamengo

    O Flamengo sofreu um duro golpe em sua preparação para a finalíssima da Copa Libertadores! A menos de dez dias do grande confronto brasileiro contra o Palmeiras, o atacante Pedro foi oficialmente cortado da partida após exames confirmarem uma lesão muscular de grau elevado.

    O diagnóstico, divulgado nesta terça-feira (19), frustra os planos da comissão técnica e representa uma perda significativa para o Rubro-Negro na luta pelo título continental.

    O jogador sentiu o problema durante o treinamento da última terça-feira (18), e a ressonância magnética realizada na manhã de hoje atestou uma lesão no músculo reto femural da coxa esquerda. Por se tratar de uma lesão de recuperação complexa e lenta, o departamento médico já trabalha com a certeza de que a contusão irá encerrar precocemente a temporada de 2025 do centroavante.

    Créditos: Pablo PORCIUNCULA / AFP

    O fim do sonho na Libertadores e Intercontinental

    A notícia é particularmente devastadora, pois anula qualquer possibilidade de Pedro participar da revanche contra o Palmeiras no próximo dia 29. A expectativa era alta para o desempenho do camisa 9 no jogo decisivo, visto que ele é uma das principais referências ofensivas do elenco.

    Além disso, a gravidade da lesão torna improvável que o atacante esteja disponível até mesmo para a disputa da Copa Intercontinental, marcada para 17 de dezembro, caso o Flamengo consiga levantar a taça da Libertadores. Assim, o foco da recuperação se volta agora para a pré-temporada de 2026.

    O drama da troca de lesões

    O que torna o caso ainda mais dramático é a ironia do timing. Pedro vinha de uma intensa recuperação de uma fratura no antebraço direito, sofrida ainda na primeira semifinal contra o Racing. Havia grande especulação de que ele teria condições de jogo para a final, utilizando uma proteção especial autorizada.

    A esperança foi reforçada justamente nesta terça-feira (19). O atacante realizou exames de acompanhamento na lesão do braço e recebeu notícias positivas, com a consolidação da fratura caminhando bem. Isso alimentava a expectativa de que ele poderia atuar, inclusive, no jogo contra o Atlético-MG pelo campeonato Brasileiro.

    No entanto, o revés na coxa esquerda anulou completamente o alívio sentido, transformando a expectativa de retorno em um desfalque garantido. O Flamengo agora precisa correr contra o tempo para reajustar seu planejamento tático, perdendo uma peça fundamental no ataque para a final mais importante do ano.

  • Brasil pode ter nove times disputando a Libertadores em 2026; entenda

    Brasil pode ter nove times disputando a Libertadores em 2026; entenda

    A final da Conmebol Libertadores deste ano novamente será brasileira e com isto, o Brasil poderá voltar a ter nove equipes na fase de grupos da principal competição continental da América do Sul em 2026. Como Palmeiras e Flamengo irão decidir o título do torneio, uma das equipes que ocupam atualmente as primeiras posições da tabela do Brasileirão, já garantiram sua vaga de forma antecipada.

    Com Palmeiras e Flamengo ocupando a primeira e segunda posição da tabela do campeonato nacional respectivamente, o grupo que garante vagas para a Libertadores agora tornou-se um G-7. Atualmente, o Botafogo é quem ocupa a última posição para classificar-se para o torneio continental.

    O Brasil tem sido representado por sete equipes na Libertadores desde 2017, sendo seis vagas pelo Brasileirão e uma destinada ao vencedor da Copa do Brasil.

    Desta maneira, caso o Atlético-MG consiga derrotar o Lanús na final da Copa Sul-Americana 2025, o Brasil voltará a ter nove times representantes na disputa da Liberta no próximo ano. A decisão entre Galo e o time argentino acontecerá no dia 22 de novembro, em Assunção, uma semana antes da final entre Palmeiras e Flamengo.

    A única vez em que o país teve nove clubes participando da Libertadores foi na edição de 2022. Confira abaixo como foi distribuída as vagas;

    • Palmeiras (campeão da Libertadores 2021)
    • Athletico-PR (campeão da Sul-Americana 2021)
    • Atlético-MG (campeão do Brasileirão e Copa do Brasil 2021)
    • Flamengo (vice-campeão do Brasileirão 2021)
    • Fortaleza (quarto colocado do Brasileirão 2021)
    • Corinthians (quinto colocado do Brasileirão 2021)
    • Bragantino (sexto colocado do Brasileirão 2021)
    • Fluminense (sétimo colocado do Brasileirão 2021)
    • América-MG (oitavo colocado do Brasileirão 2021)
  • O Palmeiras e a alma da virada de Abel  

    O Palmeiras e a alma da virada de Abel  

    E aconteceu o que parecia impossível: o Palmeiras de fato se consagrou como O TIME DA VIRADA.
    E agora, finalmente, tenho uma memória viva sobre uma virada histórica para contar nas minhas histórias.

    Ao ver o jogo, o que mais me deixava animada era conseguir juntar as letras do hino à partida:

    “Defesa que ninguém passa, linha atacante de raça, torcida que canta e vibra. Por nosso Alviverde inteiro.”


    Cada verso parecia ganhar vida dentro de campo. Foi intenso, foi real e, com certeza, foi a noite mágica que Abel Ferreira prometeu.

    Esse jogo me fez pensar sobre quantas viradas históricas o Verdão já teve ao longo desses anos.

    Se pegarmos desde a fundação do clube, a lista é muito extensa, afinal o Palmeiras sempre teve esse DNA guerreiro.


    Mas falando da era Abel Ferreira, as viradas ganharam um novo significado. Elas deixaram de ser apenas resultados improváveis e passaram a simbolizar o que esse time representa: resiliência, mentalidade e alma vencedora.

    Sempre tivemos ecoando pelas arquibancadas o cântico:
    “O Palmeiras é o time da virada, o Palmeiras é o time do amor!”

    Mas, nos últimos cinco anos, sob o comando de Abel, essas palavras ganharam mais força e verdade. Não é mais só sobre um cântico, é também uma identidade.

    Apesar de alguns desencontros entre Abel e parte da torcida palmeirense, o técnico deve ser considerado um dos maiores treinadores da história do clube, e atualmente, um dos melhores do Brasil.

    O time do Palmeiras não é apenas uma vitrine de talentos, é também mentalmente uma equipe forte, guiada por um português nortenho que parece duro por fora, mas que carrega um o coração grande, pintado de verde e branco.

    Abel Ferreira: cabeça fria, coração quente.

    A frase virou um símbolo do que ele representa. Um homem que vive o jogo com intensidade, mas que pensa com lucidez mesmo nos momentos mais difíceis.

    Porque, sob o comando de Abel, o elenco não apenas virou jogos.
    Virou também história!

    Foi assim contra o São Paulo, no Paulistão de 2022, precisávamos de três gols e marcamos quatro.

    Foi assim contra o Flamengo, na Supercopa de 2023, quando cada gol de Veiga e de Menino marcavam na história mais uma virada.
    E foi assim contra o Botafogo, naquela noite em que o impossível virou realidade: de 0x3 para 4×3.

    Essas viradas são mais do que partidas marcantes, são um capítulo da história palmeirense, mas isso não é apenas sobre futebol.

    É sobre fé, resistência, sobre um time que se recusa a abaixar a cabeça.

    O Palmeiras de Abel é um reflexo da torcida: teimosa, intensa, inquieta.
    Um time que entra no gramado com a mesma emoção com que o torcedor grita da arquibancada.

    E quando o apito final soa, não é apenas a vitória que fica.
    É a lembrança de que cada virada carrega uma mensagem:
    O impossível não existe para o time do Palmeiras.

    Enquanto houver 1% de chance, o Palmeiras de Abel vai acreditar nos 99% de cabeça fria e coração quente.

  • Palmeiras se assume liderança de ranking de times brasileiros com mais finais de Libertadores; confira

    Palmeiras se assume liderança de ranking de times brasileiros com mais finais de Libertadores; confira

    O Palmeiras conseguiu mais uma vez fazer história na Conmebol Libertadores após conseguir reverter o placar agregado contra a LDU e vencer por 4 a 0, na noite desta quinta-feira (30/10), no Allianz Parque, em São Paulo. Com gols de Sosa, Bruno Fuchs e Raphael Veiga (2x), o Verdão irá para sua sétima final, tornando-se o clube brasileiro que mais participou de decisões da competição continental.

    Após uma derrota preocupante no jogo de ida por 3 a 0, em Quito, o time de Abel Ferreira decidiu surpreender o adversário e empurrado pelos quase 40 mil torcedores presentes no estádio, reverteram o placar e classificaram diretamente para a decisão, onde enfrentará outro “bicho-papão” brasileiro, o Flamengo.

    Além da vaga na final, está vitória fez o Palmeiras superar o São Paulo em números de participações em decisões do torneio, com o Verdão agora com sete e o Tricolor Paulista estacionado com seis finais.

    • Finais do Palmeiras na Libertadores: 1961, 1968, 1999, 2000, 2020, 2021 e 2025.

    Em duas decisões na década de 1960, o Palmeiras foi derrotado em ambas, a primeira para o Peñarol-URU em 1961 e a outra para o Estudiante-ARG, no ano de 1968.

    O time paulista passou alguns perrengues e só voltou para uma final em 1999, quando enfim conquistou seu primeiro título, diante do Deportivo Cali-COL. No ano seguinte, mas uma decisão, mas desta vez perdeu para o Boca Juniors.

    Enfim chegou a “Era Abel”, tornando-se uma potência sul-americana e conquistando o bicampeonato consecutivo em 2020 e 2021, derrotando Santos e Flamengo, respectivamente, nas finais.

    Agora, os times reeditaram a final de 2021, com Abel Ferreira desejando repetir o mesmo final ao levantar o título e fincar de vez seu nome na história do clube alviverde. O jogo será disputado no dia 29 de novembro, no Estádio Monumental, em Lima (PER).

    Brasileiros em finais da Libertadores

    • Palmeiras: 7 finais (três títulos)
    • São Paulo: 6 finais (três títulos)
    • Flamengo: 5 finais (três títulos)
    • Grêmio: 5 finais (três títulos)
    • Santos: 5 finais (três títulos)
    • Cruzeiro: 4 finais (dois títulos)
    • Internacional: 3 finais (dois títulos)
    • Fluminense: 2 finais (um título)
    • Atlético-MG: 2 finais (um título)
    • Athletico-PR: 2 finais (nenhum título)
    • Corinthians: 1 final (um título)
    • Vasco: 1 final (um título)
    • Botafogo: 1 final (um título)
    • São Caetano: 1 final (nenhum título)
  • Palmeiras opera milagre no Allianz Parque, goleia a LDU e está na final da Libertadores 2025

    Palmeiras opera milagre no Allianz Parque, goleia a LDU e está na final da Libertadores 2025

    Abel Ferreira falou e cumpriu: o Palmeiras está na final da Conmebol Libertadores 2025! Na noite desta quinta-feira (30/10), o Verdão conseguiu o alcançar o impossível e venceu a LDU por 4 a 0, gols de Ramon Sosa, Bruno Fuchs e Rafael Veiga em duas oportunidades, diante de um Allianz Parque lotado, pelo jogo de volta da semifinal do torneio.

    Após reverter o placar agregado e se garantir na decisão, o Verdão irá reeditar a final da Libertadores de 2021 e sonha em repetir o final da história, quando conquistou o título ao fim da partida.

    Como foi a partida?

    Precisando voar em campo para conseguir um resultado positivo, o Palmeiras dominou o primeiro tempo e oprimiu o ataque da LDU com saídas rápidas de bola, sem chances para o adversário.

    Buscando manter o “pacto” de um título por ano, Abel Ferreira decidiu arriscar e meteu uma escalação ofensiva, afinal eram necessários quatro gols para conseguir chegar na decisão e logo pressionou o time equatoriano em campo de defesa.

    O Verdão pressionou e até perdeu algumas chances antes de Allan encontrar Sosa sozinho na área, que cabeceou em direção ao gol de Domínguez, abrindo o placar aos 19 minutos, 1 a 0.

    A torcida foi à loucura e permaneceu animada empurrando seu time do coração. Ainda com uma boa vantagem, a LDU tentava apenas controlar as bolas mandadas para sua área, mas sem sucesso já que o adversário conseguia roubar rapidamente e armar um contra-ataque, o que foi fatal.

    Aos 49 minutos da etapa final, após uma jogada ensaiada, Sosa levanta a bola na área em direção a Vitor Roque, que apenas resvala na pelota e Bruno Fuchs na área, decide deixar de ser um zagueiro e transforma-se em um centroavante letal, chutando com força e ampliando o placar, 2 a 0, permanecendo este mesmo antes do intervalo.

    Faltavam mais 45 minutos de jogos e dois gols para o Palmeiras respirar aliviado e garantido na final. A LDU sentiu a pressão do caldeirão que transformou-se o Allianz Parque e viu o adversário novamente se manter na frente para encontrar o gol que levaria a partida para as penalidades.

    Precisando dar mais ritmo a equipe, Abel Ferreira sacou Mauricio e decidiu colocar seu “coringa” em campo e quatro minutos após sua entrada, Raphael Veiga marcou o terceiro gol do Palmeiras. O meia lançou Vitor Roque em direção à área e correu para receber, dominando e finalizando então, balançando as redes de Domínguez, que nada pôde fazer.

    O time equatoriano levou um banho de água fria e não tinha mais forças nem para armar um ataque e nem se manter firme na defesa, piorando sua situação aos 32 minutos, quando Allan é derrubado dentro da área por Gruezo, pênalti para o Palmeiras. Na cobrança, Veiga novamente toma a responsabilidade, bate no meio e marca, 4 a 0, placar que garantia a vaga do Verdão na decisão.

    Os minutos finais os dois times diminuíram o ritmo e parecem ter aceitado o resultado parcial, a LDU na verdade nem se esforçou na partida. Placar final, vitória do Palmeiras, que está classificado para a final da Conmebol Libertadores e buscará o tetra diante do Flamengo.

    Data da final

    • 29 de novembro (sábado), em Lima, no Peru.

    Premiações

    • Vice-campeão: US$ 7 milhões (R$ 39,7 milhões)
    • Campeão: US$ 24 milhões (R$ 136 milhões)
  • Flamengo sofre, mas consegue arrancar empate do Racing e está na final da Libertadores 2025

    Flamengo sofre, mas consegue arrancar empate do Racing e está na final da Libertadores 2025

    O Flamengo é o primeiro finalistas da Conmebol Libertadores 2025! O clube Rubro-Negro conseguiu segurar um empate em 0 a 0 contra o Racing, mesmo com um jogador a menos. Com o resultado da partida que ocorreu em Avellaneda, mas o agregado do jogo de ida, o time carioca confirmou a classificação por ter vencido anteriormente por 1 a 0.

    O primeiro tempo foi bem pareio, com Racing e Flamengo buscando pressionar o adversário na busca pelo gol. Mesmo uma pressão inicial do time argentino, foram os Rubro-Negros que tomaram a iniciativa com Luiz Araújo aos 10 minutos, arriscando de fora da área, levando perigo ao gol adversário.

    No minuto seguinte resposta do Racing, após Mura avançar e cruzar na segunda trave, para Conechny cabecear com perigo, o goleiro Rossi conseguiu fazer a defesa e iniciou sua noite de herói.

    Aos 15 minutos, Arrascaeta decide aterrorizar a defesa argentina e cruza rasteiro para a área, encontrando Varela livre na segunda trave, cara a cara com Cambeses, mas o goleiro consegue salvar a equipe.

    A defesa carioca trabalhou, já que o Racing empurrado pelos seus torcedores começar a ficar mais tempo na sua área, mas desperdiçava chances com Rojas, Mura e Conechny, este último sofrendo nas mãos de Rossi. O Flamengo aproveitava os contra-ataques para apresentar perigo como os realizados por Arrascaeta e Varela, mas ambos pararam no goleiro do time argentino, finalizando a primeira etapa com uma boa partida.

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    O segundo tempo seguia o mesmo ritmo acelerado dos 45 minutos iniciais, mas desta vez com emoção extra. Com a vantagem no agregado, o Flamengo precisou lidar com uma expulsão logo aos 10 minutos de partida, quando Plata deu um soco nas partes íntimas de Rojo e recebeu o vermelho direto. Os jogadores rubro-negros reclamaram bastante do lance, mas o VAR manteve a decisão do campo.

    Com um a mais, o Racing dominou a partida e se jogou para frente, em busca do gol que levaria o confronto para a disputa de pênaltis. O Flamengo tentava se segurar de todas as formas e sua trinca de zagueiras permanecia soberana, afastando as chances de Almendra e Gabriel Rojas, assim como Rossi brilhando após bloquear uma cabeçada de Adrián Martínez.

    As esperanças do Flamengo foram renovadas aos 28 minutos, quando Marcos Rojos levou o cartão vermelho por acertar o rosto de Léo Ortiz. Porém a alegria durou pouco e o time de Filipe Luís levou um banho de água fria, após o VAR chamar o árbitro para revisar o lance e ver que a jogada foi apenas cabeça com cabeça, sem intenção de machucar, punição anulada.

    A sequência permaneceu ataque contra defesa, com Rossi colocando seu nome como a estrela da partida e o carimbando a vaga do Flamengo em Lima na final.

    Final da Liberta

    O time Rubro-Negro agora espera o vencedor da outra partida, entre Palmeiras e LDU, que acontece nesta quinta-feira (30/10), no Allianz Parque. No jogo de ida, o Verdão foi superado por 3 a 0 e agora tem a difícil missão de vencer por quatro gols de diferença.

    A final da Libertadores está marcada para acontecer no dia 29 de dezembro, em Lima. A partida será disputada no Estádio Monumental, mas o horário ainda será divulgado.

  • Palpites e Onde Assistir: Palmeiras x LDU

    Palpites e Onde Assistir: Palmeiras x LDU

    Palmeiras em busca da virada histórica

    Análise do confronto:

    Palmeiras e LDU se enfrentam nesta quinta-feira, pela semifinal da Libertadores, às 21:30 hrs (horário de Brasília).

    Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:

    • ESPN
    • Disney+

    O Verdão tem um jogo duro pela frente. Derrotado por 3 a 0 no jogo de ida contra a própria LDU, o Palmeiras precisa vencer por 4 gols de diferença para se classificar. Caso vença por 3 gols, a decisão será nas penalidades. Esperamos um grande confronto na atual temporada, este é o maior desafio do time brasileiro. Jogando em casa e com o apoio da sua torcida, o jogo promete muita emoção.

    A LDU joga apenas por um empate, já que conquistou uma larga vantagem no jogo de ida, em Quito.

    Como vocês acham que o jogo vai ser?
    O Palmeiras atacando com força máxima e a LDU jogando no contra-ataque?
    Ou nada disso, será que a LDU também vai pra cima, mesmo com a vantagem?

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Mais de 1,5 gols
    Explicação: Esperamos um jogo aberto, com as duas equipes buscando a classificação. Portanto, acreditamos que há boas chances de gols.

    Casa de ApostasODD
    Br4.Bet1.44
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    MultiBet1,40

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Mais de 11,5 escanteios
    Explicação: O Palmeiras precisa do resultado e é um time que chuta bastante de fora da área. Esperamos, portanto, um número elevado de escanteios.

    Casa de ApostasODD
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    Palpites para o jogo:

    Mercado: Vitor Roque marcar 1 gol a qualquer momento
    Explicação: Estamos falando do principal artilheiro do Palmeiras. Jogando em casa, há grandes chances de ele balançar as redes.

    Casa de ApostasODD
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    Mercado: Vitor Roque marcar 1 gol a qualquer momento
    Explicação: Estamos falando do principal artilheiro do Palmeiras. Jogando em casa, há grandes chances de ele balançar as redes.

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Mais de 0,5 gols no 1º tempo
    Explicação: Essa entrada será feita quando a linha bater 1.80. Se ela atingir essa odd no primeiro tempo, antes dos 20 minutos, faremos a entrada.

    Casa de ApostasODD
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    BateuBet1,80
    MultiBet1,80
  • Palpites e Onde Assistir: Racing x Flamengo

    Palpites e Onde Assistir: Racing x Flamengo

    Análise do confronto:

    Racing e Flamengo se enfrentam nesta quarta-feira, pela semifinal da Libertadores, às 21:30 hrs (horário de Brasília).

    Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:

    • TV Globo

    A partida de ida, no Maracanã, terminou 1 a 0 para o Flamengo, com isso, a equipe brasileira joga pelo empate na Argentina.
    O Racing precisa vencer por dois gols de diferença para se classificar diretamente ou por um gol para levar a decisão aos pênaltis.

    Os últimos cinco jogos do Racing: derrota para o Flamengo, vitória sobre o Aldosivi, vitória sobre o Banfield, empate contra o Rivadavia e derrota para o River.

    Os últimos cinco jogos do Flamengo: derrota para o Fortaleza, vitória sobre o Racing, vitória sobre o Palmeiras, vitória sobre o Botafogo e derrota para o Bahia.

    O Flamengo busca a quinta final de Libertadores em sete anos.

    Prováveis escalações:

    Racing: Cambeses; Martirena, Colombo, Rojo e Rojas; Nardoni, Zuculini e Almendra; Solari, Conechny e Martínez.

    Flamengo: Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Pulgar, Jorginho e Arrascaeta; Luiz Araújo, Carrascal e Plata.

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Mais de 1,5 gols
    Explicação: Esperamos um jogo aberto, com as duas equipes buscando a classificação. Portanto, acreditamos que há boas chances de gols.

    Casa de ApostasODD
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    MultiBet1,45

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Mais de 8,5 escanteios
    Explicação: Os últimos confrontos mostram um número alto de escanteios, especialmente em partidas equilibradas e de muita disputa, como deve ser este jogo

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  • O Palmeiras e o destino da virada  

    O Palmeiras e o destino da virada  

    Nasci em 1993 e cresci ouvindo histórias sobre o Palmeiras, mas isso vocês já sabem!
    Uma das histórias que ouvi recentemente, através de uma chamada com meu pai, foi a da Libertadores de 1999.

    Confesso que, em junho daquele ano, eu tinha quase seis anos, e apesar de o meu pai me mandar fotos desse dia, eu era só uma pequena palestrina no meio da confusão palmeirense.

    Nessa foto, eu estava segurando a mão da minha mãe, grávida do próximo palmeirense da família (meu irmão Patrick), que vestia, assim como eu, a camisa verde com listras brancas da era Parmalat. Ao fundo, meu pai comemorava, batendo as mãos com as de um amigo.

    Ver aquela foto me trouxe uma sensação. É claro que eu não me lembro do jogo, mas pude sentir a emoção, aquele tipo de sentimento que não precisa de lembrança pra permanecer.

    Era o jogo de volta da Libertadores de 99.
    O Palmeiras tinha perdido o primeiro jogo da final para o Deportivo Cali, por 1 a 0.
    O time colombiano vinha confiante, mas o Verdão de Felipão era feito de aço.

    Na volta, no Parque Antártica lotado, Evair abriu o placar. Oséas fez o segundo. Zapata ainda empatou o agregado, mas o destino queria mais. Nos pênaltis, Marcos virou santo, e Euller cobrou o último com a serenidade de quem sabia que ali nascia algo eterno.

    Foi o primeiro título da Libertadores.
    O primeiro grito de “é campeão da América” da nossa história.

    O Allianz Parque e a fé em Abel  

    E agora, em 2025, a história parece se repetir.
    Só que, dessa vez, eu tô aqui pra contar a minha história, uma história que eu e meu pai vamos guardar na lembrança.

    E, claro, eu quero que seja uma lembrança feliz, pra que a atual geração da minha família continue a tradição daquelas que “não veem o Palmeiras perder”.

    Hoje, é o Bernardo, meu sobrinho de sete anos, quem corre pela sala vestindo o manto verde. Ele está crescendo numa era vencedora do Verdão, assim como eu e o pai dele crescemos.
    E quero que ele também herde esse sentimento de fé que passa de pai pra filho, de tia pra sobrinho, de geração em geração.

    Acreditamos no Abel, assim como meu pai acreditava no Felipão.
    Porque cada virada nasce da arquibancada, da emoção de quem canta e vibra:

    “O Palmeiras é o time da virada, o Palmeiras é time do amor, leleô, leleô.”

    Podem até duvidar, podem provocar, podem tentar nos diminuir.
    Mas enquanto houver um palmeirense cantando, gritando, empurrando o time, com o olhar atento pro gramado ou pra TV, cheio de esperança, o Palmeiras será gigante.

    De 1999 a 2025, de Marcos a Weverton, de Evair a Vitor Roque, de Felipão a Abel, a história é a mesma. A camisa pesa, o coração aguenta, a fé empurra.

    E se o destino quiser, 2025 pode ser mais um capítulo dessa eterna história de viradas.

    Que, mais uma vez, na nossa casa, nós possamos continuar a gritar e acreditar que o Palmeiras é o time da virada.

    E é nesse espírito que o palmeirense vai levar a Libertadores de 2025, como o próprio Abel disse: “uma noite mágica.”

    Avanti, Palestra!

  • A altitude não é desculpa: é parte do jogo

    A altitude não é desculpa: é parte do jogo

    O jogo em Quito e o fator casa

    O Palmeiras levou três da LDU em Quito e, como já é de costume, voltou a discussão da altitude. Sempre que um time brasileiro perde nos Andes, fala-se menos de futebol e mais de oxigênio. É um tema velho, quase automático. Mas, sinceramente, não consigo comprar essa ideia de que jogar em altitude é injusto. O futebol é feito de vantagens, e o mando de campo é uma delas.

    Os times se aproveitam do mando de campo. Todos. Só que o “mando de campo” tem muitas formas. O Bodø/Glimt, por exemplo, tem feito estragos na Europa, principalmente em casa. Por quê? Porque joga com temperaturas negativas e em gramado sintético. (E já deixei bem claro no artigo anterior que não sou fã de sintético, mas nestas circunstâncias entendo perfeitamente.)
    Cada clube tira o que pode do seu contexto. É assim que se sobrevive e se vence.

    A memória da altitude

    Quem não se lembra daquela imagem de Anderson, antigo meio-campista do FC Porto e do Manchester United, jogando pelo Internacional contra o The Strongest, na Bolívia, com máscara respiratória? A cena correu o mundo e mostrou o que é realmente jogar a mais de 3.600 metros.

    Hoje, um clube como o Palmeiras tem que estar preparado para encarar um jogo desses. A ciência, a logística e o profissionalismo já não permitem surpresas.

    A verdade é que o Palmeiras tem agora outra montanha para escalar se quer chegar à final da Libertadores, perdeu 3 a 0 na ida, mas terá o seu próprio mando de campo, a sua “altitude” verde e branca, para tentar reverter o resultado.

    Fator casa: não só altitude

    Então por que razão os sul-americanos choram tanto quando sobem a Quito ou a La Paz?
    Será cultural essa vitimização?
    Como se jogar no Allianz Parque não fosse uma vantagem enorme para o Palmeiras. No fim de semana passado, perderam contra o Flamengo no Maracanã, e eu vi o jogo daqui de Portugal, finalmente em horários decentes (ahahah). A torcida do Flamengo estava incrível, empurrou o time do início ao fim. E ninguém disse que era “injusto” o Flamengo jogar com 60 mil pessoas gritando.

    No fundo, tudo isso faz parte do xadrez que é o futebol. O ambiente, as viagens, o gramado, o clima, a altitude. Tudo conta. Todos os clubes têm o seu “inferno”.
    Fala-se muito do Galatasaray, onde jogar é uma tortura pelo barulho e pelo calor das arquibancadas.
    O mesmo se aplica ao River Plate, ao Estrela Vermelha de Belgrado, aos estádios britânicos onde as arquibancadas quase tocam o gramado – Celtic, Rangers, Leeds ou Liverpool – ou aos pequenos estádios espanhóis como o Rayo Vallecano e o Leganés, que transformam o seu espaço numa fortaleza.


    Altitude: risco físico ou vantagem legítima?

    A altitude castiga o corpo: a falta de oxigênio acelera o coração, causa tonturas, náuseas e dores de cabeça. Os músculos se cansam mais rápido e o raciocínio fica mais lento.
    Mas chamar isso de “risco de vida” é exagerado. Estudos e médicos do esporte mostram que não há perigo real para jogadores saudáveis, desde que haja controle médico e hidratação. É desconfortável, sim, e o rendimento cai, mas o risco grave é raríssimo – mais associado a altitudes extremas ou a atletas com problemas cardíacos.

    O futebol não é um tubo de ensaio

    O meu ponto é simples: é impossível proibir aquilo que faz parte da tradição e da cultura dos clubes. O futebol não é apenas o jogo – é a defesa da tua terra, da tua gente e da tua identidade.
    Tirar um time da sua casa só porque a cidade está acima dos 2.500 metros seria uma afronta à própria alma do esporte. A FIFA tentou fazê-lo em 2007, proibindo jogos internacionais em altitude. Voltou atrás um ano depois. E fez muito bem.

    O futebol não é laboratório. É emoção, contexto e adaptação. Não há nada de errado em um clube tirar proveito do seu território – desde que haja condições médicas e logísticas básicas para os visitantes.
    De resto, o desafio é o mesmo para todos: sobreviver aos 90 minutos, seja em Quito, em La Paz, no Maracanã ou no Dragão.

    O jogo acaba sempre nos 90 minutos, seja onde for

    O que separa os grandes dos comuns é a capacidade de se adaptar.
    Porque o futebol não se joga só com os pés – joga-se com a cabeça, com os pulmões, com o coração – e, às vezes, com menos ar do que gostaríamos.