Julián Álvarez deseja esquecer tudo o que passou neste domingo (23), no Estádio Metropolitano, no empate do Atlético de Madrid com o Villarreal por 2 a 2. O atacante argentino foi vaiado antes, durante e depois da partida, deixando o gramado sozinho, enquanto todos os seus companheiros saudavam a torcida. Contudo, essa decisão não partiu do atleta, e quem explicou o motivo foi o técnico Diego Simeone.
Em entrevista coletiva após o jogo, o treinador argentino explicou a decisão do clube de proibir Álvarez de agradecer o apoio da torcida colchonera.
“O clube decidiu que Julián não se aproxime com seus companheiros para cumprimentar os torcedores. A decisão não foi de Julián Álvarez, foi do clube, que decidiu separá-lo e afastá-lo para que vá em direção ao vestiário”, explicou o comandante.
O motivo pelo qual o atleta passou por esse constrangimento seria o fato de ter deixado claro seu desejo de deixar o clube. Julián Álvarez teria manifestado, durante a Copa do Mundo de 2026, o desejo de se transferir para o Barcelona, rival do seu atual time na Espanha.
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O jogador iniciou a partida no banco de reservas e foi vaiado quando o telão anunciou seu nome durante o aquecimento dos atletas. Quando foi chamado aos 20 minutos do segundo tempo, o atacante novamente foi hostilizado pela torcida. Os gritos de desaprovação continuaram a cada toque do argentino na bola, que participou discretamente da partida.









