A Forbes divulgou uma lista com os 10 jogadores de futebol mais bem pagos do mundo. Sem nenhuma surpresa, o ranking é liderado por Cristiano Ronaldo, atualmente no Al-Nassr. Contudo, um brasileiro aparece na lista na sexta colocação: Vinícius Júnior, do Real Madrid.
Os valores anunciados na publicação da Forbes são equivalentes aos salários anuais dos atletas.
Na lista, Cristiano Ronaldo assume a ponta com 280 milhões de dólares anuais (R$ 1,5 bilhão), valor pago pelo Al-Nassr. Logo em seguida, aparece Lionel Messi, do Inter Miami, recebendo cerca de 130 milhões de dólares (R$ 707,9 milhões). Fechando o Top-3, o atacante francês do Al-Ittihad, Karim Benzema tem a bagatela anual de 104 milhões de dólares (R$ 566,3 milhões).
Confira o Top-10
Cristiano Ronaldo (Al-Nassr) – 280 milhões de dólares;
Lionel Messi (Inter Miami) – 130 milhões de dólares;
Karim Benzema (Al-Ittihad) – 104 milhões de dólares;
Kylian Mbappé (Real Madrid) – 95 milhões de dólares;
Erling Haaland (Manchester City) – 85 milhões de dólares;
Vini Jr. (Real Madrid) – 60 milhões de dólares;
Mohamed Salah (Liverpool) – 55 milhões de dólares;
Sadio Mané (Al-Nassr) – 54 milhões de dólares;
Jude Bellingham (Real Madrid) – 44 milhões de dólares;
Lamine Yamal (Barcelona) – 43 milhões de dólares.
Único brasileiro que aparece na lista, Vinicius Júnior, recebe aproximadamente 60 milhões de dólares por temporada, sendo 40 milhões do Real Madrid e os 20 milhões restantes de publicidade.
Se você é madridista de verdade, já deve ter ouvido falar que a torcida Ultras Real Madrid carrega o apelido de “Vikings”. Mas já parou para pensar de onde vem essa história? Pois é, não foi da Netflix, nem de moda passageira. Esse apelido nasceu de um período em que o Real Madrid não só jogava futebol… ele conquistava a Europa como se fosse dono do continente.
A equipe do Portal Camisa12 foi atrás dessa origem e vai te contar como os Ultras Real Madrid se conectaram com a ideia de serem os “vikings do futebol”. Spoiler: envolve goleadas históricas, invasões em campos rivais e até contratações que reforçaram essa identidade.
Embarque nessa história com a gente!
O que significa ser Ultra no futebol
Antes de entrar na história do apelido, bora entender o que é ser Ultra. E não, não é só gritar “Hala Madrid” no sofá de casa.
Ser Ultra é estar no estádio do primeiro ao último minuto. É cantar quando o time tá goleando e, principalmente, quando o time tá sofrendo. É levantar bandeira, puxar coreografia e transformar um jogo comum num espetáculo de arquibancada.
No Real Madrid, esse espírito ficou famoso com o grupo Ultras Sur, que dominou o Bernabéu nos anos 80 e 90. Só que aí tem um porém: junto com a festa, também vieram polêmicas, brigas e ideologias radicais que acabaram afastando o clube deles. Hoje, a vibe Ultra continua na Grada Fans, mas de um jeito mais controlado, sem perder a essência de empurrar o time.
Origem do apelido ‘Vikings’ no Real Madrid
Agora sim, vamos para a parte boa. Por que raios o Real Madrid ganhou esse apelido de “Vikings”?
A década de 60: quando o Real invadia a Europa
Imagina você estar em Glasgow em 1960. Final da Taça dos Campeões. Real Madrid contra Eintracht Frankfurt. Placar final: 7 a 3. Sete gols. Quem viu aquilo não esqueceu jamais.
Foi nesse cenário que a imprensa inglesa soltou a comparação: o Real Madrid jogava como verdadeiros vikings. Entravam em campo como se fosse uma invasão, conquistando territórios e deixando rivais sem chão. E convenhamos… faz todo sentido.
Os reforços nórdicos que reforçaram a lenda
A coisa não parou nos anos 60. Na década de 70, o Real trouxe jogadores que tinham tudo a ver com essa imagem de guerreiros do norte: Günter Netzer, Paul Breitner, Uli Stielike e Henning Jensen.
Altos, fortes, com aquele estilo germânico/nórdico, eles pareciam saídos direto de uma saga viking. Aí não teve jeito: o apelido colou de vez, tanto dentro quanto fora da Espanha.
Vikings e a identidade dos Ultras Real Madrid
A torcida comprou a ideia e transformou o apelido em identidade. Grupos como o Orgullo Vikingo nasceram justamente para carregar esse símbolo. E se você já foi ao Bernabéu, sabe que a festa é coisa séria: bandeiras com dragões, gritos de guerra e uma atmosfera que faz qualquer rival se sentir “invadido” dentro de campo.
Para os Ultras Real Madrid, ser chamado de Viking não é só questão de história. É sobre atitude: estar pronto para apoiar sempre, encarar qualquer rival e manter a fama do clube como o verdadeiro Rei da Europa.
Cultura madridista além dos Ultras
Claro que a torcida do Real não se resume aos Ultras. A identidade madridista tem vários símbolos que carregam a tradição do clube. Vamos relembrar alguns:
Madridista: qualquer torcedor do Real Madrid.
Hala Madrid!… y nada más: o hino que arrepia a arquibancada inteira.
Los Blancos: referência ao uniforme branco que virou marca registrada.
Rey de Europa: título que ninguém tira, afinal, são 15 Champions na conta.
E aí entra também o apelido “Vikings”, que completa esse pacote e mostra como o Real é visto: não apenas como um time, mas como uma lenda que atravessa gerações.
O que restou dos Ultras hoje
Madrid. A Grada Fans manteve a chama acesa, com cantos e coreografias que seguem empurrando o time em grandes noites europeias.
Ou seja: o espírito viking continua ali, vivo, pronto para lembrar que, quando o Real entra em campo, não tem meio-termo. É conquistar ou conquistar.
FAQs sobre Ultras Real Madrid e o apelido Vikings
1. Quem são os Ultras Real Madrid?
São torcedores organizados que apoiam o clube com cantos, bandeiras e coreografias, especialmente no Santiago Bernabéu.
2. O clube reconhece oficialmente esses grupos?
Não. Depois de anos de polêmicas com o Ultras Sur, o Real passou a apoiar apenas setores organizados mais controlados, como a Grada Fans.
3. Por que a torcida do Real Madrid é chamada de Vikings?
Porque nos anos 60 o time dominava a Europa como uma invasão, e depois recebeu jogadores nórdicos que reforçaram o apelido.
4. O apelido Vikings tem ligação com violência?
Não. Ele surgiu pela força do Real em campo, não por causa do comportamento da torcida.
5. Existem grupos que usam esse apelido oficialmente?
Sim. O Orgullo Vikingo é um exemplo de torcida que assumiu essa identidade.
Conclusão
No fim das contas, o apelido “Vikings” é um símbolo perfeito do que o Real Madrid representa: conquista, força e dominação europeia. Ele nasceu dos anos dourados do clube, ganhou força com jogadores nórdicos e hoje faz parte do DNA da torcida Ultras Real Madrid.
A equipe do Portal Camisa12 trouxe essa história porque acredita que futebol é muito mais do que gols. É cultura, é identidade, é arquibancada. E se você é madridista, já sabe: vestir essa camisa é carregar um legado que ninguém tira.