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  • Cristiano Ronaldo demonstra insatisfação no Al-Nassr e aumenta tensão nos bastidores

    Cristiano Ronaldo demonstra insatisfação no Al-Nassr e aumenta tensão nos bastidores

    A relação entre Cristiano Ronaldo e o Al-Nassr atravessa um momento delicado. O atacante português não deve atuar na próxima partida da equipe e a decisão está diretamente ligada à insatisfação com o atual cenário do futebol saudita, especialmente com a forma como o Fundo de Investimento Público (PIF) tem conduzido a gestão dos principais clubes do país.

    Cristiano Ronaldo entende que o Al-Nassr tem sido colocado em desvantagem competitiva em relação a rivais diretos, principalmente o Al-Hilal. O astro avalia que o apoio institucional e os movimentos de mercado não têm sido equilibrados, o que impacta diretamente as chances do clube brigar por títulos de maior relevância.

    Desde que chegou à Arábia Saudita, em 2023, Cristiano Ronaldo se tornou o principal rosto do projeto esportivo do país. No entanto, apesar do protagonismo individual e dos números expressivos, o português ainda não conseguiu conquistar um título de grande peso com o Al-Nassr. Esse cenário tem pesado no relacionamento com a liga e com os responsáveis pelo planejamento esportivo.

    Cristiano Ronaldo vê com preocupação o fortalecimento de concorrentes diretos, enquanto o Al-Nassr enfrenta mais dificuldades para se reforçar no mesmo nível. A ausência do atacante na próxima rodada surge, nos bastidores, como uma forma de sinalizar descontentamento e pressionar por mudanças na condução do projeto.

    Até o momento, o clube não se manifestou oficialmente sobre a situação, nem sobre possíveis desdobramentos contratuais. Apesar do clima de tensão, não há confirmação de pedido de saída ou negociação em andamento envolvendo o jogador. Ainda assim, o episódio expõe um desgaste inédito desde a chegada de Cristiano Ronaldo ao futebol saudita e acende o alerta para o futuro do principal nome da liga no país.

  • Endrick supera recorde de Ronaldo Fenômeno no futebol europeu; confira

    Endrick supera recorde de Ronaldo Fenômeno no futebol europeu; confira

    O Lyon venceu o Metz fora de casa neste último domingo (25) por 5 a 2, jogo válido pela 19ª rodada do Campeonato Francês e Endrick foi o grande destaque da partida. O atacante foi responsável por balançar as redes em três oportunidades no jogo e tornou-se o brasileiro mais jovem a marcar um hat-trick nas cinco grandes ligas da Europa, recorde que se mantinha desde 1992/93, superando Ronaldo Fenômeno.

    Atualmente, com apenas 19 anos e seis meses, Endrick conseguiu ultrapassar a marca do “Fenômeno” que havia alcançado este feito quando tinha 21 anos, atuando pela Inter de Milão na temporada 1997/98.

    Conseguindo realizar um feito impressionante, o brasileiro do Lyon ainda tornou-se um dos atletas mais jovens a marcar três gols em um jogo na Ligue 1 no século XXI: Jérémy Menez (17 anos e 260 dias), Kylian Mbappé (18 anos e 53 dias) e Ousmane Dembélé (18 anos e 296 dias) e agora Endrick.

    “Estou muito feliz. É meu primeiro hat-trick e vou me lembrar disso para o resto da vida. O time jogou uma partida fantástica. Obrigado aos meus companheiros e ao treinador. Temos que manter o ritmo”, contou o atacante ao fim da partida contra o Metz.

    O desempenho de Endrick na competição francesa chamou atenção da imprensa europeia, que elogiou bastante o desempenho do atacante. Até o momento, o brasileiro tem quatro gols marcados em três partidas disputadas pelo Lyon. É bom relembrar que ele segue pertencendo ao Real Madrid, mas está emprestado até o fim da atual temporada.

  • Ronaldo, isto não é o UFC!

    Ronaldo, isto não é o UFC!

    Portugal apurou-se para o Mundial 2026. Nada de surpreendente aqui, mau era se ainda tinha de aos play-offs. A celebração vem com um sabor agridoce pela expulsão de Cristiano Ronaldo.

    Como todo o mundo certamente viu, CR7 deu uma cotovelada a um adversário e, após revisão VAR, viu o cartão vermelho direto, num gesto que só se vê em desportos de combate.

    Eu sou muito apologista que toda a gente pode errar, todos temos direito a perder o controlo das emoções por momentos e fazer coisas que nos arrependemos. Todos já tivemos aí!

    A questão aqui é que Cristiano Ronaldo não é uma pessoa qualquer. Da mesma forma que ele tem consciência que não pode ir à rua sem seguranças, devia ter a noção de que tem uma responsabilidade maior que os colegas e não pode perder a cabeça.

    É a realidade. Por muito que se tente defender CR7 com os argumentos de “toda a gente já se passou uma vez na vida”, a realidade é que o avançado deve mais à equipa, aos colegas e aos adeptos do que os outros.

    Não pode ter aquelas atitudes, é vergonhoso. Não só ele agrediu um adversário, porque aziou uma vez que estava a perder 2-0 e ainda não tinha feito nada no jogo, como ainda se pôs a brincar.

    Os gestos de choro que fez para os adeptos irlandeses e jogadores contrários é uma autêntica criancice, típica de um miúdo mimado que está chateadinho porque a vida não lhe corre como queria.

    Mas Cristiano Ronaldo tem 40 anos! Protagoniza-se pela mentalidade forte e de ser um exemplo para os outros… mas a verdade é que foi tão ridículo como quando Yamal não o cumprimentou.

    Ronaldo é capitão! Se o lugar de titular indiscutível na seleção portuguesa já é bastante debatido, ao menos que se mantenha como exemplo de maturidade. Nem isso foi. Desiludiu um país.

    Já faz lembrar quando mandou a braçadeira de capitão ao chão… enfim! O pior é que não pensou nas consequências, algo que com 40 anos já devia ser automático. Vai falhar o primeiro jogo do Mundial, muito provavelmente. A menos que a FPF faça alguma magia junto da FIFA, o que não me surpreendia.

    E logo o primeiro jogo, onde podia estar dentro de campo, a liderar pelo exemplo, a impulsionar aquilo que pode ser um Mundial de sucesso para Portugal. Ao invés, vai estar na bancada, tudo porque foi mimado.

    Não vou mentir que esta expulsão me fez perder o pouco interesse que tinha nesta data FIFA e manchou o sabor do apuramento para o Mundial, embora este já fosse quase garantido.

    Boa notícia foi a goleada à Arménia. Novamente, não esperava menos, mas 9-1 foi bastante saboroso, não vou mentir. Em Portugal, fez levantar as questões habituais sempre que Ronaldo não joga: “jogamos melhor sem ele”, ouve-se em todo o lado.

    Gonçalo Ramos dá outras coisas, como pressão e um ataque mais ágil. Ronaldo dá outras, como instinto, experiência, finalização e cria peso nos adversários…

    Mas parece que a seleção joga melhor sem Ronaldo, agora se está mais próxima de sucesso em grandes torneios onde a liderança e peso histórico tem muita importância… não sei.

  • Os Ronaldos: A lenda dos nomes começados por R 

    Os Ronaldos: A lenda dos nomes começados por R 

    Cresci achando que devia dar ao meu filho um nome começado por “R”. Há qualquer coisa nessa letra que mexe com os deuses do futebol. A quantidade de mágicos com esse início é absurda – Romário, Rivaldo, Roberto, Rivelino, Robinho… e, claro, o maior de todos esses nomes – Ronaldo.

    E é aqui que começa a discussão. Há três Ronaldos fora de série.
    O “verdadeiro”, como Mourinho o chamou – Ronaldo Fenômeno.
    O Bruxo, o que me fez apaixonar pelo futebol – Ronaldinho Gaúcho.
    E o nosso “pai”, como dizemos em Portugal – Cristiano Ronaldo.

    A pergunta é inevitável – quem é (foi) o melhor Ronaldo?
    Cada um tem o seu argumento, a sua mística, o seu momento. Todos cabem em qualquer top 10 de melhores de todos os tempos. Mas o futebol é emoção, e é aí que cada um nos toca de forma diferente.

    Ronaldinho – O Bruxo  

    Ronaldinho era pura alegria. Jogava com um sorriso que parecia dizer: “relaxa, o espetáculo é meu”.
    De manga comprida, cabelo solto e ginga natural, dançava entre os adversários como se o gramado fosse o seu palco.
    Fez coisas que nunca mais vi. A sua estética, o carisma e a irreverência o tornaram, com o passar do tempo, quase mítico.

    Mas há um “porém” – a sua carreira ao mais alto nível foi curta. Uns 6 ou 8 anos de magia pura, seguidos de uma descida de intensidade.
    Talvez por falta de disciplina fora de campo, talvez porque o futebol moderno se tornou demasiado tático e maquinal para tanta liberdade criativa.
    Mas uma coisa é certa – ninguém jogou com tanta beleza. Guardiola disse uma vez: “as pessoas não se lembrarão do que ganhamos, mas sim de como jogávamos”. Ronaldinho é isso – a memória da arte.

    Ronaldo Fenômeno – O Monstro  

    Campeão do mundo aos 17 anos. Uma locomotiva com técnica de bailarino. Ronaldo Fenômeno era a mistura impossível entre força bruta e leveza divina. Fez defesas parecerem crianças, e atacantes sonharem ser ele.

    Nunca ganhou uma Champions – ironia cruel – mas venceu o respeito eterno de quem o viu. As lesões e os excessos fora de campo o impediram de voar ainda mais alto, mas mesmo assim, foi gigante. Mesmo “sem joelho”, mesmo com uns quilos a mais, ainda partia tudo.
    Era futebol em estado puro, antes das máquinas e dos algoritmos.

    Cristiano Ronaldo – O Imortal  

    E depois há o nosso Cristiano.
    Curioso – o nome veio de Ronald Reagan, não de um jogador. Ironia do destino – acabou por ser ele o Ronaldo por excelência.

    Cristiano é o oposto dos outros dois.
    Menos talento natural, talvez, mas um monstro de trabalho, foco e consistência.
    Dos três, é o mais completo no sentido moderno da palavra – adaptou-se, reinventou-se e dominou o jogo durante quase duas décadas.  De extremo desequilibrador no United a matador clínico no Real Madrid, construiu uma carreira que parece impossível de repetir.

    Dividiu o mundo com Messi, e dessa rivalidade nasceu a era mais brilhante que o futebol já viu.  Durante anos, não havia domingo sem discussão – “Quem é melhor?”
    Mas, no fundo, todos sabíamos a sorte que era viver no tempo dos dois.

    Cristiano é mais do que um jogador – é um símbolo global.
    Provavelmente a pessoa mais conhecida do planeta – da aldeia mais remota do Uzbequistão às ruas de Nova Iorque, todos sabem quem é Ronaldo.
    E mesmo quem o critica, respeita-o. Porque a grandeza se impõe.

    Então, quem é o melhor Ronaldo?  

    Para mim, Cristiano vence.
    Não por ser o mais talentoso – mas porque foi o mais constante, o mais determinado, o mais duradouro. O homem que fez da excelência um hábito.

    Mas, no fim, cada Ronaldo representa uma era e um sentimento.
    Ronaldinho é a arte.
    O Fenómeno é o instinto.
    Cristiano é a perfeição.

    Três homens, uma letra, e uma certeza – no futebol, o “R” é a inicial dos deuses.

    Posto isto, vou dar ao meu filho um nome com a inicial R…
    ou talvez não – depende do que a mãe quiser.