Tag: Seleção Brasileira

  • Brasil é 5º colocado no ranking da FIFA e será cabeça de chave na Copa do Mundo

    Brasil é 5º colocado no ranking da FIFA e será cabeça de chave na Copa do Mundo

    A FIFA atualizou nesta última quarta-feira (19/11) o ranking mundial e agora, confirmou a Seleção Brasileira na 5ª posição, confirmando que a equipe de Carlo Ancelotti será cabeça de chave na próxima edição da Copa do Mundo. Além do Brasil, Espanha, Argentina, França, Inglaterra, Portugal, Holanda, Bélgica e Alemanha, estarão no primeiro pote do sorteio que definirá os grupos para a disputa do torneio.

    Por serem países sedes da Copa do Mundo de 2026, Canadá, Estados Unidos e México já estavam garantidos como cabeças de chave em três grupos distintos. Agora, as outras nove melhores posicionadas no ranking atualizado da FIFA também foram confirmadas.

    Pela primeira vez no novo formato, a Copa do Mundo de 2026 terá 48 seleções na disputa pelo título, dividas em 12 grupos de quatro equipe cada, ainda na primeira fase. Até a última edição em 2022, 32 times nacionais eram separados em oito chaves.

    Até o momento, o torneio já possui 42 países classificados, faltando apenas seus vagas restantes (4 da Europa e duas da repescagem mundial).

    Top 10 Ranking da FIFA

    1. Espanha – 1877,18 pontos
    2. Argentina – 1873,33 pontos
    3. França – 1870 pontos
    4. Inglaterra – 1834,12 pontos
    5. Brasil – 1760,46 pontos
    6. Portugal – 1760,38 pontos
    7. Holanda – 1756,27 pontos
    8. Bélgica – 1730,71 pontos
    9. Alemanha – 1724,15
    10. Croácia – 1716,88

    Sorteio da Copa do Mundo

    Serão disponibilizados quatro potes com 12 seleções cada. No primeiro, os três países-sede e os nove melhores posicionados no ranking da FIFA. No demais potes, serão definidos a partir da colocação na lista da entidade mundial.

    Os 12 grupos da primeira fase da Copa de 2026 serão evidenciados no dia 05 de dezembro. O sorteio será realizado no Kennedy Center, em Washington (EUA), às 14h (horário de Brasília). A data do evento foi confirmada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, durante uma coletiva na Casa Branca.

    Abertura e final da Copa

    A partida inaugural da Copa do Mundo de 2026 será realizada no dia 11 de junho, no Estádio Azteca, na Cidade do México. Já a grande decisão ocorrerá no MetLife Stadium, em Nova Jersey, no dia 19 de julho.

  • Leila Pereira trará todos os jogadores que atuam no futebol brasileiro de volta para o país, após amistosos da seleção

    Leila Pereira trará todos os jogadores que atuam no futebol brasileiro de volta para o país, após amistosos da seleção

    A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, decidiu disponibilizar seu avião particular para trazer Vitor Roque de volta para o Brasil, após os amistosos da Seleção Brasileira. Mas a bondade da mandatária se ampliará à todos os jogadores que atuam no país, assim como a mesma estará presente no transporte.

    A ideia é deixar o atacante à disposição do técnico Abel Ferreira para o próximo jogo do Brasileirão, que ocorrerá no dia 19 de novembro, contra o Vitória.

    Inicialmente, Fabrício Bruno, zagueiro do Cruzeiro, e Paulo Henrique, do Vasco, aproveitariam o voo para voltar ao Brasil. Contudo, o Bahia decidiu entrar em contato com Leila Pereira e pedir para que Luciano Juba também conseguisse está na comitiva, o que foi aceito de imediato e entrou em contato com todas as diretorias dos clubes brasileiros para que a operação seja realizada.

    “O Pedrinho, dono da SAF do Cruzeiro, e o Pedrinho, presidente do Vasco, entraram em contato comigo para perguntar se eu poderia trazer outros atletas juntamente com o Vitor Roque no meu avião. Respondi prontamente que ‘sim’, que o Fabrício Bruno e o Paulo Henrique poderiam voltar conosco ao Brasil sem problema algum. É esse espírito de cooperação que deveria nortear o futebol brasileiro, e não o individualismo que alguns clubes e dirigentes insistem em demonstrar”, revelou Leila Pereira.

    “O Bahia entrou em contato conosco e perguntou se o Luciano Juba também poderia voltar ao Brasil no meu avião. Eu disse que não haveria problema algum, pelo contrário: eu ficaria contente em ajudar. Aliás, se mais algum clube estiver interessado que os seus atletas convocados para a Seleção Brasileira retornem comigo e com o Vitor Roque, é só pedir. Tendo espaço no avião, eu faço questão de colaborar. Como sempre digo, a rivalidade tem de ficar dentro de campo. Fora dele, os clubes deveriam se unir cada vez mais em prol do crescimento do futebol brasileiro”, finalizou.

  • Brasil, aluno: o incômodo de aprender com quem vem de fora

    Brasil, aluno: o incômodo de aprender com quem vem de fora

    Na última terça-feira (04/11), durante o 2º Fórum Brasileiro de Treinadores, Oswaldo de Oliveira e Emerson Leão deram o que falar. Ambos, nomes bem conhecidos no meio do futebol nacional, fizeram declarações um tanto polêmicas sobre o novo técnico da Seleção Brasileira, o italiano Carlo Ancelotti. Dentre as muitas questões que levantaram, a indignação de que o Brasil precise realmente recorrer a um profissional estrangeiro foi a mais comentada nos últimos dias.

    Muitos treinadores no Brasil se solidarizaram com a situação e rapidamente ligaram para o Mister, mostrando empatia e deixando claro que aquela fala não representava o pensamento de todos os brasileiros. Outros foram além e classificaram as declarações daquelas personalidades como “infelizes”. Ver toda essa situação me levou a uma reflexão que, com muito carinho, compartilho hoje com vocês.

    Como alguém que ama o futebol e consome diariamente material sobre esse esporte fascinante, sei que essa polêmica é antiga — e acabou ganhando força nos últimos anos. E não é por acaso: se formos olhar hoje para o melhor time de futebol do Brasil (na minha humilde opinião), o Palmeiras, veremos que ele é comandado há cinco anos pelo mesmo treinador — o estrangeiro Abel Ferreira. Líder do Campeonato Brasileiro, finalista da Libertadores, o Palmeiras de Abel é um sucesso inegável. E então surge a pergunta: afinal, por que tantos se incomodam com a presença de técnicos estrangeiros no Brasil? Ainda mais depois de esse caminho ter se mostrado tão promissor?

    E aí vem o ego. Sim, caros leitores, vocês leram bem. Para nós, foi como um choque de realidade perceber a necessidade de buscar talentos lá fora, porque simplesmente o que os brasileiros ofereciam estava “ultrapassado” e “pouco competitivo”. Na tentativa de recuperar o prestígio internacional, o professor agora precisava se tornar aluno — e isso, acredito, doeu de uma forma diferente em algumas pessoas. É como se estivéssemos “admitindo inferioridade” de alguma forma, já que não conseguíamos mais resolver esses desafios sozinhos.

    Para alguns, é difícil ser humilde quando se é o maior vencedor de Mundiais e se revelam estrelas que valem milhões todos os anos. É mais difícil ainda entender que o modelo antigo não funciona mais, que precisamos modernizar, evoluir. E essa modernização passa também pela aceitação desses treinadores de fora, que chegam com ideias e métodos diferentes.

    Em vez de enxergar os estrangeiros como inimigos, deveríamos vê-los como espelhos que refletem o quanto o nosso futebol precisa se reinventar. Muitos dos nossos técnicos são resistentes simplesmente porque evitam a atualização e a autocrítica em nome de um “patriotismo” que, no fundo, esconde o medo do novo.

    O futebol brasileiro sempre foi plural, criativo e aberto. Negar o intercâmbio de ideias é trair justamente essa essência. Talvez o problema não seja termos um Ancelotti na Seleção — mas não termos um brasileiro que, hoje, esteja no mesmo patamar.

    Fico sempre na esperança de que técnicos novos, como Filipe Luís, do Flamengo, representem essa nova geração de treinadores abertos a ensinar e aprender com aqueles que vêm de fora — na tentativa de elevar o nível de competitividade do futebol brasileiro e, quem sabe, fazermos parte também das opções de outros países.

  • Indicado por Casemiro, Fabinho é surpresa na convocação da Seleção Brasileira

    Indicado por Casemiro, Fabinho é surpresa na convocação da Seleção Brasileira

    A nova convocação do técnico Carlo Ancelotti nesta última segunda-feira (03/11), trouxe algumas novidades para os dois últimos jogos da Seleção Brasileira no ano de 2025. Entre os nomes, um que surpreendeu até o próprio atleta, Fabinho do Al-Ittihad.

    O jogador que atua no time saudita não esperava está na lista do italiano, visto que ele não é convocado pela Seleção Brasileira desde a última Copa do Mundo de 2022, no Qatar.

    https://m.lm059c.com/c?o=21106487&m=21672&a=695610

    Mesmo não vivendo seu auge, o volante foi chamado para ser uma “sombra” para Casemiro, o mesmo jogador que indicou Fabinho para o treinador italiano, após Ancelotti declarar que não encontrava um novo jogador com o mesmo estilo do jogador do Manchester United.

    “Quero encontrar um perfil que possa se encaixar nas características de Casemiro. Temos meio-campistas muito bons, mas com perfis defensivos diferentes do Casemiro. Fabinho tem estrutura, conhecimento da posição e experiência. É um jogador que está jogando e que já jogou em um nível muito alto na Europa”, explicou Ancelotti.

    Aos 32 anos, Fabinho segue atuando no Al-Ittihad e tem como ideia retornar à Europa, onde se atuou no Liverpool e Monaco, descartando por enquanto voltar ao Brasil.

    Com Fabinho incluso, o elenco da Seleção Brasileira se apresentará a partir da próxima segunda-feira (10/11), em Londres, onde iniciarão os preparativos para os jogos contra Senegal, no dia 15 e diante da Tunísia, no dia 18.

  • Juba é convocado para a Seleção Brasileira e comemora: Vou dar o meu máximo para representar meu país

    Juba é convocado para a Seleção Brasileira e comemora: Vou dar o meu máximo para representar meu país

    O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti anunciou nesta segunda-feira (03/11), os atletas convocados para os últimos compromissos da equipe no ano, contendo três novidades das últimas listas e mais uma vez, Neymar fora.

    Para os confrontos contra Senegal e Tunísia neste mês de novembro, o italiano chamou Vitor Roque, do Palmeiras, Fabinho, do Al-Ittihad e o novato, Luciano Juba, do Bahia, este último fez questão de usar suas redes sociais para agradecer a oportunidade.

    Em seu post, o defensor contou que estava realizando um sonho de criança.

    “Hoje posso dizer que realizo meu sonho de criança de ter a honra de vestir a camisa da Seleção Brasileira, e vou dar o meu máximo para representar meu país. Desde criança, abri mão de muita coisa para me profissionalizar no futebol. Por mais que estivesse distante, nunca desisti de lutar pelos meus objetivos e sonhar cada vez mais alto. Agradeço demais todo o apoio da minha família, amigos, staff e companheiros do Bahia. Sem vocês, esse momento não seria possível. À minha esposa Yasmin, e ao meu filho Gael, vocês são o meu combustível diário, obrigado por tudo, essa conquista é nossa. Tudo por vocês! À minha avó, que sempre cuidou de mim, me motivou e me guiou durante toda essa trajetória. Obrigado, vovó! Aos meus pais Luciano e Silvana e ao meu irmão Vitinho, agradeço demais por toda a torcida e apoio em cada etapa. Aos meus empresários Luizinho, Léo, Rafael, Pepe e Thomas, gratidão pela amizade e conduta impecável durante todos os momentos da minha carreira”, postou Juba.

    Nos últimos meses, o lateral vinha sendo observado de perto pelo treinador da Seleção, que ao anunciar seu nome após a coletiva, explicou o motivo da sua convocação, chegando a elogiar seu desempenho durante os jogos do Brasileirão.

    “Um perfil técnico muito importante. Ontem fez uma assistência muito boa para o gol do Bahia. Um jogador que pode jogar também por dentro. Acredito que pela evolução dele, ele merece que a gente faça uma avaliação dele”, explicou Carletto.

    Jogos do Brasil

    • Brasil x Senegal: 15/11 (sábado), às 13h (de Brasília);
    • Brasil x Tunísia: 18/11 (terça-feira), às 16h30 (de Brasília).
  • Seleção Brasileira: Carlo Ancelotti assistirá Palmeiras x Cruzeiro no Allianz Parque

    Seleção Brasileira: Carlo Ancelotti assistirá Palmeiras x Cruzeiro no Allianz Parque

    O técnico Carlo Ancelotti, comandante da Seleção Brasileira, estará no Allianz Parque, neste domingo (26/10), às 20h30, para acompanhar o confronto entre Palmeiras e Cruzeiro.

    A partida é válido pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. O duelo colocará frente a frente o líder e o terceiro colocado, e deve servir como um importante laboratório para o treinador.

    Carlo Ancelotti em treino da Seleção Brasileira – Foto: Rafael Ribeiro/CBF

    De acordo com apuração do UOL, o italiano estará acompanhado do gerente da Seleção Brasileira, Cícero Souza, e aproveitará a oportunidade para observar possíveis convocados para os dois últimos amistosos do Brasil em 2025, diante de Senegal e Tunísia.

    O treinador tem procurado ver de perto o desempenho de atletas que atuam no país e podem ganhar espaço na próxima lista.

    Leia também:

    No último fim de semana, o coordenador técnico Juan e o analista de desempenho Thomaz Araújo estiveram no jogo Flamengo x Palmeiras, no Maracanã, reforçando o processo de análise in loco.

    Convocação da Seleção Brasileira

    A convocação oficial da Seleção Brasileira está marcada para o dia 3 de novembro, quando serão anunciados os nomes que disputarão os dois amistosos de encerramento da temporada.

    Próximos jogos da Seleção Brasileira:

    • Brasil x Senegal: 15 de novembro, às 13h (de Brasília), no Emirates Stadium, em Londres (Inglaterra)
    • Brasil x Tunísia: 18 de novembro, às 16h30 (de Brasília), no Decathlon Stadium, em Lille (França)
  • Seleção Brasileira: Carlo Ancelotti já tem 5 titulares incontestáveis para a Copa do Mundo de 2026

    Seleção Brasileira: Carlo Ancelotti já tem 5 titulares incontestáveis para a Copa do Mundo de 2026

    Se a Seleção Brasileira estreasse amanhã na Copa do Mundo de 2026, Carlo Ancelotti já teria uma base praticamente definida.

    O técnico considera cinco jogadores titulares absolutos: Alisson, Marquinhos, Casemiro, Bruno Guimarães e Vinícius Júnior.

    Titulares da Seleção Brasileira contra a Coreia do Sul – Foto: Rafael Ribeiro/CBF

    Essa espinha dorsal forma o eixo de confiança do treinador, que mescla experiência e talento para construir o time que vai buscar o hexacampeonato nos Estados Unidos, México e Canadá.

    Entre os nomes que mais agradaram o treinador italiano, Estêvão, ex-Palmeiras e hoje no Chelsea, é o que mais chama atenção.

    Carlo Ancelotti na área técnica em jogo da Seleção Brasileira – Foto: Rafael Ribeiro/CBF

    Ancelotti está encantado com o talento e a maturidade do jovem de apenas 17 anos. Mesmo com o discurso cauteloso, dentro da CBF o sentimento é que Estêvão será titular na Copa de 2026.

    Leia também: Seleção Brasileira: CBF quer amistoso no Maracanã

    Carlo Ancelotti planeja dar ao ataque da Seleção uma nova dinâmica: Vinícius Júnior mais livre, atuando sem a obrigação de marcar laterais, e João Pedro como o centroavante fixo.

    Neymar fora dos planos de Ancelotti?

    Enquanto os jovens ganham espaço, Neymar segue fora dos planos imediatos de Carlo Ancelotti. O craque, que estará com 34 anos, ainda enfrenta dúvidas sobre sua condição física.

    Leia também: Seleção Brasileira deve ter reforço de jogadores do Brasileirão em amistosos contra Senegal e Tunísia

    O treinador italiano não descarta completamente a convocação, mas não o inclui no planejamento principal da Seleção Brasileira.

    Segundo apuração, o problema não é técnico, e sim físico: se o camisa 10 conseguir ritmo competitivo no primeiro semestre.

    Provável base da Seleção Brasileira de Ancelotti para 2026:

    • Goleiro: Alisson
    • Defesa: Vanderson, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos
    • Meio-campo: Casemiro e Bruno Guimarães
    • Ataque: Estêvão, Vini Jr, João Pedro e Raphinha (ou Rodrygo)
  • Entre dribles e cliques: O que Neymar nos ensinou sobre a nova Era do Futebol

    Entre dribles e cliques: O que Neymar nos ensinou sobre a nova Era do Futebol

    Gostando de futebol ou não, é quase impossível encontrar um brasileiro que não conheça minimamente este nome e o que está relacionado a ele. Neymar Jr., fez sua estreia no futebol profissional aos dezessete anos no seu atual clube, o Santos (para onde retornou recentemente em 2025). Lá, o garoto teve um papel importante na conquista do Campeonato Paulista e da tão sonhada Libertadores após 48 anos de jejum.

    Depois de cinco temporadas e números mais que convincentes, a jovem estrela santista ruma à Europa, para se juntar a grandes nomes no Barcelona. Era formado o MSN – que se referia ao invejável trio de ataque formado por Messi, Suaréz e Neymar.

    O que se viu naquelas primeiras temporadas foi algo extraordinário. Afinal, aquele menino realmente era tudo aquilo que diziam ser. O reconhecimento e a fama, como todos sabemos, também cresceram exponencialmente à medida que a sua carreira ia deslanchando. Ídolo de um dos maiores clubes do mundo, ídolo inegável da Seleção Brasileira, onde já tinha conseguido segurar o seu posto como o camisa 10. Nós, brasileiros, rapidamente abraçamos esse talento.

    Estávamos ansiosos para ter uma nova estrela à altura de Pelé, Romário, Ronaldo, Kaká… E acho que Neymar tinha, com certeza, o que era preciso: fazia dribles com facilidade, gols belíssimos (tendo um deles lhe concedido um prêmio Puskas), tinha muita habilidade com a bola nos pés e muito carisma. Como essa combinação perfeita não daria certo? O meu pensamento era apenas um: com um pouco mais de experiência e maturidade, esse garoto vai ser, com certeza, coroado como o melhor do mundo; só basta esperar.

    Doze anos depois, aos 33 anos, Neymar Jr. ganhou apenas uma vez a Champions League (na temporada 14/15), mas não conseguiu ganhar um Campeonato do Mundo com a Seleção Brasileira, e também nunca ganhou o Ballon D’Or. Até hoje, detém o título de transferência mais cara da história do futebol (222 milhões de euros), referente à sua saída do Barcelona para o Paris Saint Germain em 2017.

    Neymar em campo pela Seleção Brasileira. Crédito: Getty Images

    Não me levem a mal, acho que muitos de nós concordamos que o “menino Ney” tem uma história e carreira incríveis; os números falam por si só. Contudo, aquele fantasma do “poderia ter sido mais” parece que sempre o acompanhará; e para a maioria é difícil não sentir esse gosto agridoce quando acompanhamos a carreira dele tão de perto. E acho que é sobre isso que precisamos falar.

    É inegável que Neymar tenha lidado com muita pressão ligada à sua fama. O primeiro grande ídolo da geração Z, tivemos a chance de acompanhá-lo quase que instantaneamente por meio de tantas redes sociais. Mas aquilo que serviu, em grande parte, como um impulsionador da sua carreira, muitas vezes foi também seu maior inimigo.

    Envolvido constantemente em escândalos midiáticos, onde cada vez mais parecia que sua prioridade era ser uma personalidade famosa ao invés de um inesquecível jogador de futebol, Neymar foi fortalecendo a imagem de estrela e, talvez descuidadamente, afastando-se da de atleta. Lesões e suspensões que foram enfraquecendo a sua posição de ídolo, alimentada por uma mídia que muitas vezes optou pela crueldade ao invés da empatia.

    Não consigo evitar de pensar, que, acima de tudo, Neymar é o nome de maior expressão dessa nova geração que enfrentou todas essas mudanças do futebol atual. Agora, não é mais apenas sobre ser um bom jogador, sobre marcar gols ou ganhar títulos. O mercado do futebol explora a imagem desses atletas de muitas outras formas. Na Era Digital em que vivemos, ser influenciador faz definitivamente parte do pacote de ser “famoso” neste meio.

    Ao meu ver, menino Ney teve tudo para ser o melhor do mundo; um talento como o seu não foi visto em nenhum jogador brasileiro que despontou nos últimos anos, e provavelmente nunca mais teremos um ícone como ele. O acontecimento da sua trajetória no esporte mais amado do mundo, coincidiu com a expansão das redes sociais e com os novos mercados ligados ao futebol. Foi tudo ao mesmo tempo.

    Lá no fundo, creio que Neymar tenha sido um pouco vítima da sua própria grandiosidade. E, como disse anteriormente, acho que criamos expectativas talvez altas demais, num tempo em que o futebol não é apenas sobre ganhar títulos ou bater recordes. Os atletas de hoje precisam constantemente dividir o seu protagonismo com todas as narrativas criadas fora de campo, e em tempo real.

    Injustamente, muitas pessoas insistiram em medir o seu sucesso apenas pelo número de troféus que ele não levantou ou títulos que ele não levou para casa. Deixando de lado a importância que ele teve no modo em que vivemos e sentimos o futebol atualmente.

    No fim, a história de Neymar continua sendo escrita, e penso sempre em tudo que ele representou até aqui: o garoto super talentoso que foi o símbolo de uma geração, e também o homem que, depois de muitas falhas e tropeços, conseguiu sempre recomeçar. Acredito que o tempo o fará justiça, e ele não será colocado mais como aquele que poderia ter sido, mas como o que foi um dos maiores e mais memoráveis personagens que o futebol brasileiro teve a sorte de ter.

  • Seleção Brasileira deve ter reforço de jogadores do Brasileirão em amistosos contra Senegal e Tunísia

    Seleção Brasileira deve ter reforço de jogadores do Brasileirão em amistosos contra Senegal e Tunísia

    Os próximos amistosos da Seleção Brasileira em novembro devem marcar um novo momento de observações no ciclo rumo à Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos, México e Canadá.

    Segundo apuração do jornalista Cahê Mota, do ge, o técnico Carlo Ancelotti pretende dar mais espaço a jogadores do Brasileirão nas partidas contra Senegal, na Inglaterra, e Tunísia, na França.

    Mesmo após o revés por 2 a 1 para o Japão, o treinador italiano mantém a confiança em suas escolhas e acredita que os confrontos de novembro serão ideais para avaliar novos nomes.

    CBF quer ampliar testes até março

    No tour pela Ásia, quatro jogadores que atuam no Brasil foram chamados: Hugo Souza, Vitinho, Paulo Henrique e Fabrício Bruno.

    Fabrício Bruno, do Cruzeiro, em jogo da Seleção Brasileira Foto: Rafael Ribeiro/CBF

    Ancelotti quer mudar isso. O plano da comissão técnica é chegar à Data FIFA de março com poucas vagas abertas, deixando o grupo praticamente fechado antes da convocação definitiva em maio.

    Leia também: CBF quer jogo da Seleção Brasileira no Maracanã

    Dos 45 jogadores convocados desde que assumiu o comando da Seleção Brasileira, 39 já receberam minutos em campo.

    Amistosos de março devem ser contra europeus

    A CBF negocia amistosos contra França e Croácia para março de 2026, dependendo do calendário das eliminatórias da Europa.

    O duelo contra os franceses já está praticamente acertado, e a segunda partida deve ser confirmada em breve pela entidade.

    Esses confrontos servirão como teste de alto nível antes da convocação final e da fase de preparação para o Mundial.

  • Seleção Brasileira: CBF quer amistoso no Maracanã antes da Copa do Mundo de 2026

    Seleção Brasileira: CBF quer amistoso no Maracanã antes da Copa do Mundo de 2026

    A Seleção Brasileira pode ter uma despedida no Maracanã antes de ir para os Estados Unidos disputar a Copa do Mundo de 2026.

    A informação é do jornalista Cahê Mota, do portal ge, que revelou o debate interno na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sobre realizar um amistoso em março, durante a última Data FIFA.

    Decisão depende do sorteio do Mundial

    O amistoso no Maracanã está condicionado ao sorteio dos grupos da Copa, que acontece no dia 5 de dezembro, em Washington.

    Se o Brasil ficar em uma das chaves de A a F, a comissão técnica prioriza a adaptação nos EUA, com apenas um jogo local.

    Leia também: Golden Boy 2025: Estevão é o único brasileiro entre os 20 finalistas; veja lista completa

    Mas se cair nas chaves G ou H, haverá tempo extra para incluir um confronto no Rio de Janeiro, provavelmente contra um país de menor nível, reforçando o laço com a torcida brasileira.

    Preparação deve começar na Granja Comary em maio de 2026

    O plano da CBF é iniciar a preparação na Granja Comary, em Teresópolis, logo após o fim das principais ligas europeias.

    Os atletas devem se apresentar na semana anterior à final da Champions League, marcada para 31 de maio, antes do embarque.

    Vinicius Júnior disputa bola em Brasil x Japão – Foto: Rafael Ribeiro/CBF

    O Brasil tem quatro amistosos previstos antes da convocação final em maio de 2026. O planejamento inclui observações em novembro, fortalecimento da equipe e ajustes finais.

    • 15/11 – 13h – Brasil x Senegal
    • 18/11 – 16h30 – Brasil x Tunísia

    A CBF negocia coma a Seleção Francesa para uma partida em março do ano que vem, além de Holanda ou Grécia.