Tag: Vitor Roque

  • Palmeiras fecha acordo no STJD e Vitor Roque escapa de suspensão; entenda

    Palmeiras fecha acordo no STJD e Vitor Roque escapa de suspensão; entenda

    O Palmeiras conseguiu um acordo com o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) que impede o julgamento de Vitor Roque pela postagem com teor homofóbico feita após a vitória por 3 a 2 sobre o São Paulo, no Morumbis, em outubro.

    A informação foi publicada pelo O Estado de S. Paulo e confirmada pela ESPN. Com o entendimento firmado, o atacante não corre mais risco de suspensão e não passará pelo julgamento.

    Vitor Roque imita um tigre ao celebrar um gol – Foto: Reprodução/Instagram

    Multa e postagem educativa contra homofobia para Vitor Roque

    Pelo acordo firmado com a Justiça, o atacante deverá: publicar uma mensagem contra a homofobia em seu Instagram; fixar a postagem em seu perfil e pagar multa de R$ 80 mil.

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    O Verdão temia uma punição mais pesada, especialmente após o STJD aplicar, recentemente, duas partidas de suspensão a Allan, meio-campista do Verdão, por expulsão contra o Fluminense.

    Situação de Vitor Roque na Seleção e retorno ao Verdão

    O atacante está concentrado com a Seleção Brasileira, permanecendo com a delegação até o dia 18 de novembro, quando o Brasil enfrenta a Tunísia, na França.

    Segundo apuração da ESPN, o jogador deve retornar ao Brasil no avião da presidente Leila Pereira, facilitando sua presença na partida do Alviverde contra o Vitória, pelo Brasileirão.

    Próximos jogos do Palmeiras:

    • Vitória (C) – 19/11, 19h30 – Brasileirão
    • Fluminense (C) – 22/11, 21h30 – Brasileirão
  • Vitor Roque: Palmeiras tenta acordo no STJD; atacante pode pegar até 10 jogos

    Vitor Roque: Palmeiras tenta acordo no STJD; atacante pode pegar até 10 jogos

    O Palmeiras se movimenta nos bastidores para evitar que Vitor Roque desfalcque o time na reta final do Campeonato Brasileiro.

    O clube formalizou ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) uma proposta de transação disciplinar, alternativa prevista no Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).

    O atacante será apreciado pela 2ª Comissão Disciplinar do tribunal na próxima segunda-feira, quando responderá por um post de teor homofóbico feito no início de outubro.

    Na ocasião, depois da vitória sobre o São Paulo. Ele está com a Seleção Brasileira para amistosos contra Senegal e Tunísia.

    Vitor Roque em treinamento da Seleção Brasileira – Foto: Rafael Ribeiro/CBF

    Entenda o caso de Vitor Roque no STJD

    Denúncia por artigo 243-G do CBJD

    Vitor Roque foi denunciado no artigo 243-G, que trata de “praticar ato discriminatório”, infração punida com cinco a dez jogos de suspensão, além de multa que varia de R$ 100 a R$ 100 mil.

    O conteúdo publicado pelo atacante repercutiu negativamente e motivou a ação da procuradoria, que abriu processo disciplinar.

    Vitor Roque fez post homofóbico em provocação ao SãoPaulo e apagou – Foto: Reprodução

    Artilheiro do Verdão na Série A com 16 gols, o atacante disputa a artilharia geral. Ele está atrás apenas de Arrascaeta (Flamengo) e Kaio Jorge (Cruzeiro), ambos com 17 gols marcados.

    Como funciona a transação disciplinar?

    A transação disciplinar é um mecanismo que permite substituir a suspensão por outro tipo de penalidade – sendo geralmente multa — desde que a procuradoria aceite o acordo.

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    Se a proposta for homologada, o caso é encerrado imediatamente, e o atleta não fica sujeito à suspensão.

    O mecanismo já foi usado em outros casos e tem sido uma alternativa frequente para evitar perdas esportivas em decisões.

    • 243-G (ato discriminatório).
    • 5 a 10 jogos de suspensão + multa de R$ 100 a R$ 100 mil.
    • Aguarda análise da procuradoria sobre transação disciplinar.
    • 17 de novembro, na 2ª Comissão Disciplinar do STJD.
  • Vitor Roque defende regresso ao Brasil: «Passo atrás para dar dois para a frente»

    Vitor Roque defende regresso ao Brasil: «Passo atrás para dar dois para a frente»

    Avançado, chamado por Ancelotti pela primeira vez, revela que o período na Europa afetou a sua moral e agradece a Abel Ferreira por ter recuperado a confiança para lutar por um lugar no Mundial.

    A primeira convocação de Vitor Roque para a seleção brasileira sob o comando de Carlo Ancelotti marca uma reviravolta na carreira do jovem jogador. Em conferência de imprensa, o atacante do Palmeiras fez um balanço honesto da sua passagem pela Europa e sublinhou a decisão de retornar ao seu país natal como estratégica.

    Vitor Roque reconheceu que deixar o futebol europeu não é um retrocesso, mas sim uma etapa calculada:

    «Eu fui muito jovem para a Europa. Adquiri bastante conhecimento, mas penso que, às vezes, é preciso recuar para depois avançar o dobro. O [ex-Betis] Luiz Henrique é uma prova disso. Ele voltou para ser campeão, e eu também espero erguer títulos.»

    O resgate da confiança no Palmeiras

    O avançado, que não conseguiu impor-se no Barcelona nem no Betis, admitiu que a experiência internacional teve um custo psicológico.

    «Quando aterrei de volta [da Europa], estava mal da cabeça, sem qualquer confiança,» confessou o jogador. «Foi o professor Abel Ferreira, aqui no Palmeiras, que me deu a sequência de jogos de que eu precisava. Ele depositou a confiança em mim, o que é vital para recuperar o ritmo.»

    Com 20 golos e 5 assistências em 52 jogos na atual temporada, Vitor Roque acredita que o desempenho o coloca na corrida por um lugar no elenco que irá à Copa do Mundo.

    «As vagas na Seleção estão em aberto», firmou. «O trabalho tem que ser contínuo, todos a dar o máximo nos seus clubes. O mister [Ancelotti] pode escolher um, dois ou levar até um terceiro avançado, então a luta é real.»

    Vitor Roque junta-se ao grupo para os últimos amigáveis do ano, onde o Brasil defronta o Senegal e a Tunísia.

  • O futuro europeu de Vitor Roque: ídolo em ascensão ou peça de mercado?  

    O futuro europeu de Vitor Roque: ídolo em ascensão ou peça de mercado?  

    Vitor Roque chegou ao Palmeiras criando uma grande expectativa no torcedor. Ele estava emprestado ao Real Betis e, portanto, já sabia que o verde e branco lhe caíam bem.

    Desde o início, demonstrou muito respeito pela Sociedade Esportiva Palmeiras, entendendo não só o tamanho do clube em que estava, mas também a força da torcida que ansiava por vê-lo jogar.

    O tigrinho demorou a embalar. Entrou em 13 jogos e, apesar de chegar perto do gol, não marcava. Corria de um lado ao outro do campo, mas não tinha brilho, não encaixava, não engrenava e colocava sobre si próprio um peso enorme nos ombros. Logo entendeu o quanto a camisa do Verdão pesa.

    A virada dentro de campo  

    Em agosto, o treinador Abel Ferreira começou a escalar Vitor Roque em dupla com Flaco López, e o desempenho dos dois cresceu notavelmente. O tigrinho fez seu primeiro hat-trick em setembro e, atualmente, é um dos jogadores com mais gols do Brasileirão Série A.

    Demorou mais do que o esperado para se adaptar, mas agora Vitor Roque não só está embalado como, em apenas uma temporada, voltou a atrair os olhares dos clubes europeus. Os gringos estão atentos à evolução do jovem jogador.

    O amadurecimento e o novo modelo do clube  

    É aí que mora a beleza da história de Vitor Roque no Palmeiras. O garoto que muitos achavam “apressado demais” para justificar o investimento agora se torna uma das maiores possibilidades de venda do clube nos próximos anos. Só que, diferente de outros tempos, essa ideia não soa mais como perda, e sim como estratégia.

    A atual diretoria do Palmeiras, assim como o próprio Abel já disse, vive uma era em que formar e revelar talentos, sejam da base ou lapidados dentro do elenco, deixou de ser apenas orgulho e virou modelo de gestão. Vitor Roque representa esse novo modelo: um jogador que entrega dentro das quatro linhas e, ao mesmo tempo, projeta o clube no cenário mundial.

    Mais do que um bom jogador, Roque simboliza a força de uma filosofia que entende o futebol como paixão e negócio. Na era Leila Pereira, nada é feito por acaso. Cada contratação é um investimento futuro, cada minuto dos jogadores em campo é vitrine, e cada rumor de uma possível venda é reflexo de um trabalho bem-feito.

    O Palmeiras como vitrine e formador  

    Nos últimos anos, o Palmeiras deixou de ser apenas um comprador de reforços para se tornar formador e valorizador da própria casa. Endrick abriu as portas, Estevão consolidou o caminho e agora Vitor Roque chega para mostrar um exemplo de maturação rápida e retorno certo.

    O diferencial do Verdão é justamente esse: não vende por necessidade, mas por escolha. Cada saída e entrada de jogadores faz parte de uma visão ampla, que garante competitividade, lucro e legado.

    O Palmeiras entendeu que, no futebol moderno, o valor de um jogador vai além do campo. Ter um atleta avaliado como “nível Europa” chama atenção, atrai holofotes, mídia, patrocinadores e até novos talentos para a base.

    Cada gol do tigrinho é manchete internacional. Cada movimento e cada especulação se tornam uma forma gratuita de marketing global. O nome “Palmeiras” circula cada vez mais nas conversas e mesas de negociação da Europa, da Ásia e da África, sem o clube precisar investir em campanhas publicitárias. Esse tipo de visibilidade engrandece o clube.

    Entre a razão e a emoção  

    Mas é claro que o torcedor sente esse dilema. No fundo, queremos ver nossos jogadores brilhando no Allianz Parque e não apenas sendo peças de mercado. Queremos ver a comemoração do tigrinho com a camisa alviverde e não um adeus precoce. É aquele velho conflito entre razão e emoção.

    Hoje, a torcida alvi verde já aprendeu a ganhar sem depender de nomes e a vender sem perder a identidade. Vitor Roque é mais do que um craque, é o símbolo de um novo Palmeiras.

    O ciclo e o legado  

    No fim, o futebol é feito de ciclos. Ídolos vêm e outros vão. Um clube não se constrói apenas pelas taças que levanta, mas pela forma como constrói o seu futuro.O Palmeiras hoje não é só o time que vence. É o clube que cresce, que planeja e que mostra ao mundo, com orgulho, a grandeza que é ser PALMEIRAS.

  • Palmeiras: Vitor Roque no radar do Chelsea e pode retornar à Europa em 2026

    Palmeiras: Vitor Roque no radar do Chelsea e pode retornar à Europa em 2026

    Depois de passagens irregulares por Barcelona e Real Betis, o atacante Vitor Roque vive um dos melhores momentos da carreira no Palmeiras.

    A fase artilheira do jogador tem chamado a atenção de clubes da Premier League, especialmente do Chelsea, segundo informações do jornal CaughtOffSide.

    Vitor Roque ao lado de Leila Pereira, presidenta do Palmeiras – Foto: Cesar Greco/Palmeiras

    O veículo britânico relata que olheiros do clube londrino acompanham de perto as atuações do atacante, que tem sido peça-chave no ataque palmeirense para Abel Ferreira.

    Chelsea, Tottenham e West Ham observam Vitor Roque no Palmeiras

    Além do Chelsea, Tottenham e West Ham também monitoram a situação de Vitor Roque. Os clubes ingleses avaliam que o brasileiro possui perfil ideal para o futebol inglês, combinando velocidade, força e boa finalização.

    O interesse conjunto pode gerar disputa intensa no mercado, principalmente se o Palmeiras demonstrar abertura para negociar o atleta após o término da temporada de 2025.

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    O Chelsea, que aposta em uma renovação de elenco sob comando de Enzo Maresca, enxerga Vitor Roque como investimento estratégico para o futuro.

    A intenção é formar um time com jovens talentos de alto potencial, capazes de render técnica e financeiramente.

    Retomada após passagem pela Espanha

    Na Europa, Vitor Roque teve momentos de oscilação. No Barcelona, somou apenas dois gols antes de ser emprestado ao Betis, onde balançou as redes sete vezes em 33 partidas.

    A falta de sequência e o desgaste físico o fizeram retornar ao Brasil em busca de recomeço.

    No Palmeiras, o atacante recuperou a confiança, aprimorou o condicionamento e voltou a ser decisivo, chamando novamente a atenção do mercado europeu.

  • Flaco López e Vitor Roque: será que estamos diante de uma nova dupla pra história do verdão?  

    Flaco López e Vitor Roque: será que estamos diante de uma nova dupla pra história do verdão?  

    Ser palmeirense é estar cercado de memórias que nos acompanham a vida inteira, um clube com 111 anos carrega muito tempo de campo e muitas histórias que a torcida não esquece.

    Quando a gente vê dois atacantes bem entrosados dentro de campo, a primeira reação que o torcedor alvi verde tem é: “Será que vem aí uma nova dupla pra nossa história?”. Nas arquibancadas do Allianz Parque, essa pergunta começa a ganhar força com Flaco López e Vitor Roque.

    O argentino recém convocado pra disputar as Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, carinhosamente apelidado por Veiga de “Messi”, é um cara de área clássico, daqueles que carregam a fome de gol e a disposição para brigar pela bola. Já o tigrinho representa a nova geração: veloz, agressivo na pressão, com qualidade para cair pelos lados e arrancar em direção ao gol. Dois perfis diferentes, mas que parecem se complementar.

    E aí não tem como não comparar com grandes duplas de craques que já vimos no passado.

    A memória de Evair e Edmundo  

    Para nós, torcedores, a década de 90 ainda é uma espécie de marca registrada, uma Academia inesquecível com grande carinho pelo torcedor que viveu e também por aqueles que só ouviram as histórias passada as gerações seguintes. Aquele Palmeiras comandado pela Parmalat trouxe craques que transformaram o clube uma gigantesca potência. Entre tantos nomes, uma dupla ficou marcada: Evair e Edmundo.

    Evair era um homem frio, calculista, referência na área, especialista em pênaltis e dono de uma finalização precisa. Edmundo, por outro lado, era o caos em forma de talento: veloz, driblador, imprevisível. Juntos, formaram um contraste perfeito: técnica e explosão bruta, cálculo e intensidade.

    Ao olhar para Flaco e Vitor Roque, a comparação começa a surgir e pelo que ambos tem demonstrado nas entrevistas pós jogos, ficam felizes em jogarem juntos. Flaco podemos comparar com o Evair: não é o atacante mais elegante em campo, mas sabe se posicionar como poucos. E Vitor Roque, embora mais jovem e ainda em processo de amadurecimento não só de idade mas também dentro do elenco, carrega essa chama de Edmundo, aquele instinto quase instantâneo de partir para cima, de querer resolver o jogo.

    O que já temos e o que ainda falta  

    Claro que é cedo para dizer que Flaco e Roque vão se tornar uma dupla lendária ,afinal o Abel é um técnico com várias formações de elenco e de jogo. Mas não podemos negar que os sinais são promissores. Em campo, os dois já mostraram movimentos que se completam: quando Flaco atrai a marcação, Roque aparece para atacar o espaço. Quando Roque se desgasta pressionando a saída de bola, Flaco está ali para segurar a posição e dar opção ao elenco.

    O torcedor, acostumado a ver o Palmeiras se reinventar a cada ciclo, percebe quando algo diferente começa a nascer. E esse “diferente” está ai, nas jogadas em que os dois parecem falar a mesma língua sem nem trocar uma palavra.

    O que falta? Talvez um pouco mais de tempo. A história de Evair e Edmundo não foi construída em alguns meses, mas em anos de parceria, títulos e jogos decisivos. Para Flaco e Roque, a caminhada está só no início. Mas não é exagero dizer que temos ai uma boa dupla para para sonhar.

    O peso de vestir a camisa do Palmeiras  

    Jogar no Palmeiras não é como jogar em qualquer clube. A cobrança é diária, a comparação com o passado é inevitável. Quando um atacante novo chega, logo ouve falar de César Maluco, Evair, Ademir da Guia, Luizão, Vagner Love, Edmundo Animal, Paulo Nunes, entre tantos outros. A camisa pesa porque ela carrega grandes histórias.

    Mas se tem algo que essa torcida sabe reconhecer, é quando o jogador entrega em campo. Flaco conquistou o coração alviverde não só pelos gols, mas pela raça, pelo jeito de nunca desistir de uma bola, e acaba de renovar mais uma temporada com o Verdão. Roque , chegou devagar, com respeito pela camisa e pela torcida e agora entra numa melhor fase, se continuar mostrando coragem, vai continuar ganhando seu espaço.

    E, quem sabe, daqui a alguns anos quando eu estiver falando para próxima geração da minha família sobre as grandes duplas que tanto nos deram orgulho, eu não fale apenas de Evair e Edmundo. Talvez eu possa dizer: “Vi Flaco e Vitor Roque jogarem juntos. E que dupla era aquela!”.E se a história repetir, que seja agora, no Allianz lotado, com a nossa camisa verde. Porque no fim das contas, não é só sobre gols. É sobre pertencimento, sobre se sentir parte de uma história que nunca para de ser escrita.