Categoria: Brasileirão

  • Kaio Jorge se isola na artilharia do Brasileirão a quatro rodadas do fim

    Kaio Jorge se isola na artilharia do Brasileirão a quatro rodadas do fim

    Em jogo válido pela 34ª rodada do Brasileirão de 2025, Cruzeiro e Juventude empataram em 3 a 3 no Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS). O time gaúcho conseguiu abrir 2 a 0 no placar com apenas 20 minutos de jogo, mas cedeu o empate, e, apesar de conseguir marcar o terceiro gol, teve sua vitória impedida por Kaio Jorge, que marcou dois gols na partida e disparou na luta pela artilharia.

    Kaio Jorge chega agora a 19 gols e se afasta de Arrascaeta na disputa pela artilharia do Brasileirão, com quem estava empatado até começo da rodada, com 17 gols. O meia do Flamengo não marcou nessa rodada e ocupa a segunda posição, seguido de Vitor Roque, com 16 gols.

    A redenção de Kaio Jorge

    O centrovante chegou ao Cruzeiro em 2024, em baixa após passagens apagadas por Juventus e Frosinone, na Itália. Apesar de ter sido importante para o clube mineiro em seu primeiro ano, o jogador começou a se destacar nesta temporada, sob o comando do treinador português Leonardo Jardim. Ao todo, Kaio Jorge já marcou 24 gols no ano e lidera a artilharia do Brasileirão e da Copa do Brasil.

    A fase do atacante o levou a ser convocado por Carlo Ancelotti para defender a Seleção Brasileira nas eliminatórias para a Copa do Mundo. Kaio Jorge entrou na partida contra o Chile, mas não marcou gol.

    Kaio Jorge treinando com seus colegas de seleção.
    Foto: Rafael Ribeiro/CBF

    Cruzeiro ainda pode vencer dois títulos na temporada

    A 4 rodadas do fim, o Cruzeiro está em terceiro lugar no Campeonato Brasileiro, com 65 pontos, atrás de Palmeiras (69) e Flamengo (71). O clube ainda enfrenta Corinthians (Casa), Ceará (Fora), Botafogo (Casa) e Santos (Fora). Para conquistar o título, o time precisa vencer no mínimo três desses jogos e contar com o tropeço de Palmeiras e Flamengo.

    Além disso, o Cruzeiro ainda está disputando a Copa do Brasil, e enfrenta o Corinthians nos dias 10 e 14 de Dezembro, pela semifinal da competição. Caso se classifique, irá enfrentar o vencedor do duelo entre Vasco e Fluminense.

  • Memphis decide no fim, Corinthians vence o São Paulo e se afasta de vez do Z-4

    Memphis decide no fim, Corinthians vence o São Paulo e se afasta de vez do Z-4

    Memphis Depay voltou ao Corinthians após ajudar a classificar a Holanda para a Copa do Mundo, e marcou um golaço no clássico majestoso. Mesmo começando no banco, o camisa 10 entrou no segundo tempo e marcou o gol decisivo na vitória por 3 a 1 sobre o São Paulo, nesta quinta-feira (20), em clássico válido pela 34ª rodada do Brasileirão.

    Com o resultado, o Corinthians se recupera da derrota para o Ceará, chega aos 45 pontos — a pontuação considerada “mágica” para afastar o risco de rebaixamento — e volta a sonhar com uma vaga na Conmebol Libertadores. O clube também encerrou uma sequência de sete jogos sem vencer o rival.

    O São Paulo, por sua vez,  confirmou o terceiro tropeço consecutivo no campeonato. A equipe segue com 45 pontos, mas permanece à frente do Corinthians pelo critério de cartões.

    Domínio corintiano e polêmica com VAR

    O Corinthians controlou o primeiro tempo e quase marcou aos 5 minutos, em chute de Matheus Bidu que passou raspando a trave. Sem reação, o São Paulo pouco ameaçou.

    O placar foi aberto apenas no fim da etapa inicial, após pênalti assinalado por Anderson Daronco < confirmado pelo VAR > em falta de Ferreirinha sobre Breno Bidon. Yuri Alberto converteu e fez 1 a 0.

    Reação tricolor e resposta de Memphis

    O São Paulo voltou melhor do intervalo e empatou aos 9 minutos. Em cobrança de escanteio, Tapia, recém-entrado, cabeceou firme para o 1 a 1.A resposta corintiana veio na reta final.

    Aos 39, a estrela alvinegra, Memphis Depay, aproveitou boa jogada e recolocou o Corinthians à frente. Pouco depois, Yuri Alberto marcou novamente e fechou o placar em 3 a 1.

    Camisa 10 do Corinthians segundos antes de marcar o gol. Foto: Corinthians

    Como fica a tabela:

    Corinthians: 10º lugar, 45 pontos.

    São Paulo: 9º lugar, 45 pontos.

    Corinthians:

    Cruzeiro (F) — 23/11, 20h30

    Botafogo (C) — 30/11, 16h

    Fortaleza (F) — 03/12, 19h

    São Paulo:

    Juventude (C) — 23/11, 16h

    Fluminense (F) — 27/11, 20h30

    Internacional (C) — 03/12, 20h

  • Em seu primeiro ano na Série A, Mirassol se classifica para a Libertadores 2026

    Em seu primeiro ano na Série A, Mirassol se classifica para a Libertadores 2026

    Em sua primeira participação na elite do futebol brasileiro, o Mirassol fez história e conseguiu se classificar para a Libertadores de 2026. A confirmação da vaga veio nesta quinta-feira (20/11), após a derrota do São Paulo para o Corinthians, fazendo com que o Leão Caipira não conseguisse ser mais alcançado por nenhuma equipe fora do G-7.

    O Mirassol que havia empatado com o Santos nesta última quarta (19) em 1 a 1, chegou a histórica marca dos 60 pontos, totalizando 14 a mais que o oitavo colocado na tabela, sendo este o São Paulo, restando apenas agora 12 pontos em disputa, conquistando sua vaga na competição continental com três rodadas de antecedência.

    Time centenário que disputa a Série A do Brasileirão pela primeira vez em sua história, o Leão se garante ao menos nas fases preliminares da Libertadores, mas segue encaminhando para uma vaga diretamente na fase de grupos do torneio continental.

    O clube paulista tem como principal objetivo ficar no G-5 do campeonato nacional, indo diretamente para a fase de grupos. Caso a meta seja alcançada, a diretoria distribuirá um bônus de R$ 7,5 milhões para o elenco e comissão técnica.

    Para se aproximar cada vez mais dos seus planos, o Mirassol retorna a campo nesta próxima segunda-feira (24/11), quando enfrentará o Ceará, no Estádio Maião, às 19h (horário de Brasília).

  • Abel Ferreira dispara contra arbitragem após empate: «Só me engana quem eu permito»

    Abel Ferreira dispara contra arbitragem após empate: «Só me engana quem eu permito»

    O treinador do Palmeiras não poupou críticas aos árbitros após o 0 a 0 contra o Vitória e defendeu Andreas Pereira, expulso por reclamar de um cartão amarelo considerado «ridículo».

    Após o empate frustrante em 0 a 0 com o Vitória, resultado que se seguiu a duas derrotas consecutivas e abriu caminho para o Flamengo no Brasileirão, o técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, focou a sua coletiva de imprensa na atuação da arbitragem. O português não hesitou em rebater as narrativas de favoritismo do clube e questionou duramente os critérios adotados.

    Abel iniciou o seu desabafo criticando as polêmicas recentes envolvendo o time: «Precisamos discutir várias coisas. As narrativas que foram criadas de que o Palmeiras é favorecido pelos árbitros… O Andreas [Pereira] recebe o primeiro cartão amarelo com o árbitro a cinco metros de distância, e ele nem sequer tocou no adversário. São fatos», declarou.

    O caso Andreas Pereira e a falta de critério

    O treinador intensificou a crítica ao lembrar de um lance controverso em um clássico anterior, comparando a situação com a expulsão de Andreas Pereira no jogo contra o Vitória.

    Créditos: Imago

    Abel questionou a inconsistência na aplicação das regras e saiu em defesa do seu jogador, que recebeu o cartão vermelho: «Não consigo entender o primeiro cartão amarelo para o Andreas, estávamos atacando, ele ganhou a bola, estava na frente, e o árbitro não viu. Será que vão punir esse árbitro também. Sabem por que o Andreas foi expulso? Por ter dito: ‘É ridículo o cartão amarelo que você me deu’. Tudo o que ele escrever que não seja isso é falso.»

    Autocrítica

    Apesar do foco na arbitragem, Abel Ferreira reconheceu que o desempenho do Palmeiras esteve abaixo do esperado: «Sobre o jogo, demos 45 minutos de vantagem ao nosso adversário. Total apatia, faltou assumir a responsabilidade de chutar, enfrentar no um contra um, arriscar. Foi nossa responsabilidade termos sido passivos no primeiro tempo, muito abaixo do esperado para quem quer disputar o título.»

    O português encerrou a sua participação com uma citação, deixando claro que o clube deve controlar o que está ao seu alcance:

    «Quando fizermos as contas do que devemos e do que recebemos e das narrativas que foram criadas ao longo dos anos… A responsabilidade por estarmos na posição em que estamos, na final da Libertadores, é nossa. A responsabilidade por estarmos na posição em que estamos no campeonato, é nossa. Mas «só me engana quem eu permito que me engane.»

  • Torcida do Juventude: história, paixão e tradições da Papada

    Torcida do Juventude: história, paixão e tradições da Papada

    Apesar de atualmente viver um episódio problemático com possibilidades de rebaixamento, a história do Esporte Clube Juventude é inseparável da paixão vibrante de sua torcida.

    Conhecida carinhosamente como a «Papada», a massa alviverde da Serra Gaúcha representa o orgulho de uma comunidade e carrega uma tradição rica, moldada por momentos de glória e superação.

    A História e o Nome «Papada»

    A denominação «Papada» tem uma origem peculiar e curiosa. Nos primórdios do clube, os atletas utilizavam golas altas nos uniformes – aquelas camisetas retrô que os adeptos gostam tanto de comprar atualmente. Em um período em que o Juventude se destacava por sua organização e disciplina, o apelido surgiu em referência à pose altiva e às golas que pareciam «papas» (golas de padre) ou, em outra versão popular, a uma alusão à aparência de «papudos» devido à gola alta ou ao peito estufado de orgulho. 

    Apesar da alusão inicial ser pejorativa, depois o termo foi adotado com carinho pela própria torcida, perdendo qualquer conotação negativa e se tornado um símbolo único de identidade e fidelidade à equipa.

    Créditos: EC Juventude

    A torcida alviverde se consolidou como um bastião de resistência na região, especialmente por ser a primeira a se firmar em Caxias do Sul. Sua história é marcada pela rivalidade intensa contra o Caxias, o que sempre inflamou o apoio e a presença no Estádio Alfredo Jaconi.

    Momentos históricos da equipe e da torcida

    O Juventude, diferentemente dos grandes da capital gaúcha, construiu sua base de fãs em torno de grandes feitos que colocaram o clube no cenário nacional e internacional, atraindo e solidificando a lealdade de seus adeptos:

    • O Título da Copa do Brasil de 1999: Este é, sem dúvida, o marco mais importante na história da Papada. Vencer a Copa do Brasil e derrotar o Botafogo na final, no Maracanã, foi um feito digno de herois. Esse título garantiu ao Juventude uma vaga na Copa Libertadores da América, elevando o clube a um patamar inédito naquele momento. A conquista atraiu uma nova geração de torcedores e gravou o nome do Juventude na memória do futebol brasileiro.
    Créditos: EC Juventude
    • O Campeonato Gaúcho de 1998: Quebrar a supremacia do Grêmio e Internacional e conquistar o Gauchão após décadas de domínio da dupla Gre-Nal foi uma demonstração de força e um momento de imenso orgulho para a comunidade caxiense.
    • A «Era Iê-Iê-Iê»: Períodos de forte identidade e sucesso regional que pavimentaram o caminho para as conquistas posteriores e criaram as bases da tradição do clube.
    • Nas subidas e nas descidas: A Papada é frequentemente testada pela inconstância das divisões nacionais. O apoio incondicional nas séries B, C e até D, com longas viagens para apoiar o time longe de casa, é a prova da sua fidelidade, atraindo aqueles que valorizam o amor à camisa acima dos resultados imediatos.

    Tradições da Papada: O Coração Alviverde

    As tradições da torcida do Juventude giram em torno da mística do Alfredo Jaconi e de seu compromisso com as cores verde e branca.

    Créditos: EC Juventude

    O «Grito de Guerra» e os Cânticos da Papada são conhecidos por sua energia e por exaltarem a história de luta do clube. Em dias de jogo, a Curva Norte do Jaconi, onde se concentram as principais organizadas, se transforma no epicentro do apoio.

    Quando são disputados jogos decisivos, o espetáculo de fumaça verde, bandeiras gigantes e mosaicos feitos com cartolinas se tornam uma marca registrada, transformando o Jaconi em um mar de verde e branco.

    Existe também uma forte tradição de transformar o Alfredo Jaconi em um verdadeiro fortim. A Papada tem orgulho de ser o 12º jogador, usando a pressão e o calor da Serra Gaúcha para tornar a casa do Juventude um lugar temido pelos adversários.

    A torcida mantém uma ligação profunda com as raízes da imigração italiana para a zona e com a cultura de Caxias do Sul. Ser da Papada é ser um representante da identidade serrana e distinguida, bem reconhecida no futebol brasileiro.

    Em suma, a Papada não é apenas uma simples torcida, mas sim um símbolo de resiliência e tradição, que se apoia em todos os momentos – inclusive perto do rebaixamento à Série B, como pode acontecer em breve.

    Sua história, marcada por conquistas épicas e momentos de provação, cimentou um amor que se manifesta no Jaconi com a força e a garra características do povo da Serra Gaúcha.

    FAQs sobre a Torcida do Juventude (a Papada)

    Qual é o nome oficial da torcida do Juventude?
    O nome oficial da torcida é Torcida do Esporte Clube Juventude, mas ela é carinhosamente e amplamente conhecida como a “Papada”.

    De onde vem o apelido “Papada”?
    O apelido “Papada” surgiu de uma característica dos uniformes antigos do clube. Os atletas utilizavam golas altas, que eram comparadas, de forma popular, a “papas” (golas de padre) ou remetiam à ideia de estarem com o peito estufado de orgulho, dando a aparência de “papudos”. O termo foi adotado pela própria torcida como um símbolo de sua identidade.

    Em que cidade está sediada a torcida do Juventude?
    A torcida do Juventude está sediada em Caxias do Sul, no estado do Rio Grande do Sul. O clube é um dos grandes representantes da Serra Gaúcha.

    Qual é o momento mais importante da história do clube que atraiu e solidificou a Papada?
    O momento mais importante é a conquista da Copa do Brasil em 1999. Esse título, obtido com a vitória sobre o Botafogo no Maracanã, elevou o Juventude a um novo patamar, garantiu-lhe uma vaga na Copa Libertadores e atraiu uma nova e grande leva de torcedores.

    Além da Copa do Brasil, qual outro título marcou a história da torcida?
    Outro título de grande relevância foi o Campeonato Gaúcho de 1998. Essa conquista foi importante por quebrar a histórica hegemonia da dupla Gre-Nal (Grêmio e Internacional), sendo um momento de imenso orgulho para a comunidade caxiense.

    Qual é o principal local de manifestação e tradição da Papada no estádio?
    O principal local de apoio e tradição é a Curva Norte do Estádio Alfredo Jaconi, onde as torcidas organizadas se concentram. É lá que se iniciam os cânticos e a festa alviverde.

    Qual é o papel da torcida em relação às divisões nacionais?
    A Papada se destaca pela sua fidelidade em acompanhar o time independentemente da divisão. O texto menciona que o apoio incondicional nas séries B, C e até D, com longas viagens, é uma prova da dedicação da torcida, que valoriza o amor à camisa acima da posição do clube na tabela.

  • Nova camisa do Palmeiras: veja preço, onde comprar e detalhes do uniforme listrado

    Nova camisa do Palmeiras: veja preço, onde comprar e detalhes do uniforme listrado

    O Palmeiras apresentou a nova terceira camisa listrada, que será utilizada no encerramento de 2025 e também em 2026.

    O modelo combina elementos do clube, destacando listras horizontais em verde e branco, short branco e meiões verdes.

    Leia também:

    Inspirado na relação profunda entre clube e torcedores, o uniforme utiliza como slogan a expressão do técnico português Abel Ferreira: “Ser palmeirense é um estilo de vida”.

    Preço e onde comprar a nova terceira camisa do Palmeiras para 2025/26

    A nova camisa busca traduzir a paixão alviverde de forma visual, refletindo a emoção de vestir o manto dentro e fora do estádio. Segundo o clube, o conceito ultrapassa o futebol, representando o Palmeiras como uma forma de viver e se expressar.

    O lançamento também celebra o Avanti, programa de sócios. O Verdão destacou que representa a identidade do palmeirense, que transforma o amor pelo time em atitude e presença.

    A camisa está disponível do P ao 3GG, pelo valor de R$ 499,99. A venda inicial é exclusiva para os sócios-torcedores Avanti, tanto na Palmeiras Store online quanto nas lojas físicas.

    Abel Ferreira e alguns jogadores do Palmeiras com o terceiro uniforme para 2025/26 – Foto: Divulgação

    Estreia amarga pela Série A 2025

    O novo manto estreou na quart-feira (19/11), no Allianz Parque, em duelo antecipado da 37ª rodada do Brasileirão. O jogo terminou empatado sem gols para a frustração dos mandantes.

    Ficha do jogo – Palmeiras 0 x 0 Vitória:

    • Competição: 37ª rodada – Brasileirão Série A (jogo adiantado)
    • Data: 19 de novembro de 2025.
    • Local: Allianz Parque, São Paulo.
    • Público: 39.080.
    • Renda: R$ 2.632.317,00.
  • Lesão muscular tira Pedro da final da Libertadores e encerra temporada no Flamengo

    Lesão muscular tira Pedro da final da Libertadores e encerra temporada no Flamengo

    O Flamengo sofreu um duro golpe em sua preparação para a finalíssima da Copa Libertadores! A menos de dez dias do grande confronto brasileiro contra o Palmeiras, o atacante Pedro foi oficialmente cortado da partida após exames confirmarem uma lesão muscular de grau elevado.

    O diagnóstico, divulgado nesta terça-feira (19), frustra os planos da comissão técnica e representa uma perda significativa para o Rubro-Negro na luta pelo título continental.

    O jogador sentiu o problema durante o treinamento da última terça-feira (18), e a ressonância magnética realizada na manhã de hoje atestou uma lesão no músculo reto femural da coxa esquerda. Por se tratar de uma lesão de recuperação complexa e lenta, o departamento médico já trabalha com a certeza de que a contusão irá encerrar precocemente a temporada de 2025 do centroavante.

    Créditos: Pablo PORCIUNCULA / AFP

    O fim do sonho na Libertadores e Intercontinental

    A notícia é particularmente devastadora, pois anula qualquer possibilidade de Pedro participar da revanche contra o Palmeiras no próximo dia 29. A expectativa era alta para o desempenho do camisa 9 no jogo decisivo, visto que ele é uma das principais referências ofensivas do elenco.

    Além disso, a gravidade da lesão torna improvável que o atacante esteja disponível até mesmo para a disputa da Copa Intercontinental, marcada para 17 de dezembro, caso o Flamengo consiga levantar a taça da Libertadores. Assim, o foco da recuperação se volta agora para a pré-temporada de 2026.

    O drama da troca de lesões

    O que torna o caso ainda mais dramático é a ironia do timing. Pedro vinha de uma intensa recuperação de uma fratura no antebraço direito, sofrida ainda na primeira semifinal contra o Racing. Havia grande especulação de que ele teria condições de jogo para a final, utilizando uma proteção especial autorizada.

    A esperança foi reforçada justamente nesta terça-feira (19). O atacante realizou exames de acompanhamento na lesão do braço e recebeu notícias positivas, com a consolidação da fratura caminhando bem. Isso alimentava a expectativa de que ele poderia atuar, inclusive, no jogo contra o Atlético-MG pelo campeonato Brasileiro.

    No entanto, o revés na coxa esquerda anulou completamente o alívio sentido, transformando a expectativa de retorno em um desfalque garantido. O Flamengo agora precisa correr contra o tempo para reajustar seu planejamento tático, perdendo uma peça fundamental no ataque para a final mais importante do ano.

  • Palpites e Onde Assistir: Fluminense x Flamengo  

    Palpites e Onde Assistir: Fluminense x Flamengo  

    Análise do confronto:

    Fluminense e Flamengo se enfrentam nesta quarta-feira, pelo Campeonato Brasileiro. O jogo será às 21:30 hrs (horário de Brasília).

    Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:

    • Premiere

    O Fluminense está na 7ª posição do campeonato, somando 51 pontos, em busca de uma vaga para a Libertadores. Esse jogo é importante para ultrapassar o Bahia e permanecer entre os seis primeiros.

    Com o objetivo de consolidar a liderança do Campeonato Brasileiro, o Flamengo segue com 71 pontos, três a mais que o vice-líder Palmeiras. Além de ser um clássico, esse jogo é importante para o Flamengo na reta final do campeonato, não podendo vacilar se ainda quer permanecer na liderança.

    Prováveis escalações:

    Fluminense: Fábio; Samuel Xavier, Thiago Silva, Freytes e Renê; Martinelli, Hércules e Lucho Acosta; Serna, Canobbio e Everaldo.

    Flamengo: Rossi; Emerson Royal, João Victor, Léo Pereira e Ayrton Lucas; Erick Pulgar, Saúl (Jorginho), Everton Cebolinha; Luiz Araújo, Bruno Henrique e Samuel Lino (Carrascal).

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Vitória do Flamengo
    Explicação: O líder Flamengo vem mostrando uma ótima qualidade dentro de campo. Acreditamos que será um jogo difícil, por se tratar de um clássico, mas ainda assim o Flamengo mostra superioridade.

    Casa de ApostasODD
    Br4.Bet2.17
    BateuBet2,17
    MultiBet2,17

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Mais de 1,5 gols
    Explicação: Os últimos jogos mostram uma alta probabilidade de saírem dois ou mais gols.

    Casa de ApostasODD
    Br4.Bet1.54
    BateuBet1,53
    MultiBet1,54

  • Do Brasil ao mundo: os cantos de torcida mais marcantes da história

    Do Brasil ao mundo: os cantos de torcida mais marcantes da história

    Nas arquibancadas espalhadas pelo mundo, antes mesmo de o apito soar, o coro das torcidas transforma o estádio em um cenário vibrante e único, dando a impressão de que o time é empurrado pelas ondas sonoras que tomam o local.

    Marca registrada das equipes brasileiras, os cânticos que embalam os 90 minutos de jogo tornaram-se virais, atravessando décadas e sendo passados de geração em geração.

    O Camisa 12 vai te contar quais são os cânticos mais marcantes da história do futebol brasileiro.

    As arquibancadas formam um universo próprio, onde a paixão coletiva se transforma em melodia e cada canto carrega identidade, memória e história. Espalhadas pelo país e também pelo mundo quando os clubes disputam competições continentais e mundiais, elas guardam tradições tão fortes que muitos cânticos ultrapassaram fronteiras e resistiram ao tempo.

    E essas manifestações não se limitam ao amor pelos clubes. Muitas vezes, despertam o patriotismo, como nas Copas do Mundo, quando os torcedores entoam em uma só voz: “Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”.

    Os tradicionais times do futebol brasileiro possuem seus próprios hinos e cânticos, e alguns trechos se tornam verdadeiros símbolos para seus torcedores, como a euforia da multidão rubro-negra ao cantar “Uma vez Flamengo, sempre Flamengo”, ou a promessa de fidelidade imortalizada pela torcida gremista em “Até a Pé Nós Iremos”.

    Ao longo das décadas, torcidas no Brasil e no mundo criaram hinos que atravessam estádios, culturas e gerações, marcando o ritmo da partida e, muitas vezes, impulsionando seus times rumo à vitória.

    Cânticos brasileiros na Copa do Mundo

    Durante as Copas do Mundo, os torcedores brasileiros criam uma atmosfera única, marcada por cânticos que se tornam quase rituais nacionais.

    Em 2014, quando o Brasil sediou o Mundial, ganhou força a adaptação “Eu tô voltando pra casa”, que se espalhou pelas ruas, festas e transmissões, simbolizando o sonho de conquistar o hexa em solo brasileiro. Mas o final desta história é melhor esquecer, porque a única coisa que ficou por aqui foi a humilhação mesmo.

    O clima festivo característico do país muitas vezes adiciona sambas, marchinhas e funks adaptados, que surgem do nada nas arquibancadas, dando às Copas um toque de brasilidade que se destaca entre as torcidas de outros países.

    Até músicas de comerciais ganham destaque quando se trata de competição, como o som da propaganda do Itaú, que juntou Fernanda Takai e Paulo Miklos para cantar o inesquecível refrão:
    “Mostra tua força, Brasil, e amarra o amor na chuteira. Que a garra da torcida inteira vai junto com você, Brasil.”

    Algumas músicas que embalam os times brasileiros

    Internacional
    “Inter, estaremos contigo, tu és minha paixão. Não importa o que digam, sempre levarei comigo minha camisa vermelha e a cachaça na mão. O gigante me espera para começar a festa!”

    Sport
    “Cazá! Cazá! Cazá, cazá, cazá!
    A turma é mesmo boa, é mesmo da fuzarca!
    Sport! Sport! Sport!”

    Santa Cruz
    “Santa, meu eterno amor, nunca negarei que sou Tricolor. Sempre vou te amar, nunca vou te abandonar.

    Santa Cruz, minha paixão, cantarei por ti a nossa tradição. Sempre vou te amar, nunca vou te abandonar.”

    Corinthians
    “A semana inteira fiquei esperando pra te ver, Corinthians, pra te ver jogando. Quando a gente ama, não mede esforço pra te ver jogar, te ver jogar, te ver jogar.”

    Mais do que simples cantos, as músicas representam a paixão, a energia e a criatividade das torcidas brasileiras na hora de apoiar seus respectivos “amores verdadeiros”. Elas transformam cada estádio em um espetáculo de cores, sons e emoções, fazendo do futebol um verdadeiro fenômeno cultural no país.

  • Cauan Barros, escondeu a identidade indígena e quase desistiu da carreira aos 18 anos

    Cauan Barros, escondeu a identidade indígena e quase desistiu da carreira aos 18 anos

    Cauan Barros quase deixou o futebol, ainda jovem, por causa de uma lesão, mas retornou ao Vasco, amadureceu no clube e hoje é titular com Fernando Diniz.

    O trauma que quase encerrou a carreira do volante

    O volante Cauan Barros, hoje peça fundamental no meio de campo do Vasco sob o comando do técnico Fernando Diniz, esteve perto de abandonar a carreira aos 18 anos. Prestes a disputar sua primeira Copinha, o jogador sofreu uma lesão na lombar durante um treino e ouviu que poderia precisar de cirurgia. Abalado, pegou suas coisas e deixou o Rio de Janeiro rumo à Terra Indígena Pankararu, no sertão de Pernambuco, onde viveu a infância.

    Segundo o pai, Clécio, Barros sempre foi “muito afoito” e já havia cogitado desistir do futebol em outras frustrações. Durante um mês na aldeia, o atleta afirmou que largaria tudo < contrato, carreira, compromissos > até ser convencido a retornar ao Vasco para tratar a lesão. A recuperação ocorreu sem cirurgia, e a volta coincidiu com oportunidades no sub-20, onde se destacou e fez boa temporada.

    Da Copinha à disputa pela titularidade no profissional

    Em 2023, Cauan disputou sua primeira Copinha, marcou gol e ganhou suas primeiras chances no time principal. O jovem chegou a balançar as redes em um jogo contra o São Paulo, mas a troca de treinador o deixou no banco até o fim da temporada. Sem espaço, ele foi emprestado ao Amazonas e ao América-MG, período que, segundo seu empresário, foi decisivo para seu amadurecimento pessoal e profissional.

    Em agosto deste ano, retornou ao clube alvinegro e ganhou vaga entre os titulares de Diniz. Após grande atuação contra o Botafogo, pelas quartas da Copa do Brasil, o treinador afirmou que ele “tem um futuro brilhante”.

    O atleta do lado da sua família em Pernambuco. Foto: GE Globo/Arquivo Pessoal

    Origens reveladas somente após viralizar

    No início da trajetória no Vasco, o esportista escondia suas raízes indígenas por medo de chacotas entre os colegas. Foi uma publicação da Funai, após sua assinatura do primeiro contrato, que revelou sua origem ao clube. A partir daí, conversas com psicólogos e a equipe de apoio o ajudaram a valorizar sua identidade.

    A ascensão de Cauan é acompanhada com orgulho na aldeia onde nasceu, no interior de Pernambuco. A comunidade, distante das grandes cidades, é marcada pela simplicidade e celebra cada avanço do jogador, que cresceu em meio aos costumes tradicionais dos Pankararus.

    O acaso que o levou ao Vasco

    Barros teve uma passagem pelo Primavera-SP decisiva. Ele havia sido aprovado em um teste para jogar no Athletico-PR, mas o clube paulista ofereceu salário maior e emprego ao pai, mudando o rumo da família. Em 2019, em um treino avaliativo, um olheiro do Vasco estava no local para observar outro atleta > que se machucou e Cauan entrou apenas para completar o time e acabou chamando atenção ao marcar gols e dar assistências.

    O início no clube da gigante da colina foi marcado por desafios e dificuldade de adaptação. Por isso, os pais, Luciana e Clécio, se mudaram da aldeia para o Rio em 2021 para acompanhar o filho. O período longe da terra natal foi difícil, mas possibilitou que a família reconstruísse o lar: uma casa maior, com estrutura melhor, financiada pelo avanço da carreira do volante.

    Volta por cima e futuro no clube

    De volta ao Vasco após os empréstimos, Cauan vive seu melhor momento. Apesar das três derrotas recentes no Brasileirão, a equipe vinha de 11 jogos de invencibilidade com o volante como titular. O contrato vai até dezembro de 2027.

    Divulgação: Vasco