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  • Com Vini herói e retorno de Neymar, Brasil derrota a Escócia e se classifica para a próxima fase da Copa do Mundo; veja

    Com Vini herói e retorno de Neymar, Brasil derrota a Escócia e se classifica para a próxima fase da Copa do Mundo; veja

    A Seleção Brasileira venceu a Escócia na noite desta quarta-feira (24) pelo placar de 3 a 0, e garantiu a classificação para a próxima fase da Copa do Mundo. O confronto que foi disputado em Miami, tornou-se palco do baile de Vini Jr. em duas oportunidades e do surfe de Matheus Cunha.

    Com o resultado, o time de Carlo Ancelotti se classificou na primeira posição do Grupo C e aguarda a definição do adversário.

    Resumo da partida

    O primeiro tempo foi bastante proveitoso para a Seleção Brasileira que dominou as ações ofensivas, enquanto a Escócia buscava aproveitar um contra-ataque para ser letal.

    Logo na sua primeira oportunidade no ataque, o Brasil abriu o placar com Vini Júnior aos 6 minutos, após aproveitar um erro adversário, driblar o goleiro e finalizar, 1 a 0.

    Vencendo a equipe pentacampeã mundial seguia atacando, mas desperdiçou algumas oportunidades com Bruno Guimarães, Matheus Cunha e Vini Jr., esse chegando até balançar as redes novamente, mas o VAR chamou o árbitro para revisar o lance e anular o tento.

    A Escócia parecia perdida em campo, só olhando o Brasil entrando em sua área e quase aumentando o placar com Rayan aos 37 minutos da etapa inicial. Matheus Cunha foi outro que desperdiçou chances e quem brilhou novamente antes do intervalo foi Vini Jr., que aproveitou um passe de Bruno Guimarães e sozinho finalizou de cabeça, 2 a 0, placar do intervalo.

    O segundo tempo foi uma partida bastante equilibrada, com a Escócia buscando assustar o Brasil, que seguia tendo uma apresentação segura. Logo aos 4 minutos a primeira tentativa de McTominay, mas a Alisson consegue fazer a defesa.

    Bastante inspirado em campo, Vini tentou novamente marcar aos 6 minutos, mas o goleiro Gunn conseguiu segurar. O Brasil seguia desperdiçando oportunidades com Lucas Paquetá, até Matheus Cunha novamente mandar a bola para o fundo da rede aos 14 minutos da etapa final, recebendo um belo passe de Bruno Guimarães e finalizando rasteiro, 3 a 0.

    Aos 18 minutos o time europeu tentou arriscar com McTominay de cabeça, mas Alisson consegue fazer uma bela defesa. Para o delírio da torcida brasileira, Neymar entrou em campo aos 30 minutos, após 2 anos e oito meses sem vestir a camisa do Brasil.

    A equipe de Carlo Ancelotti continuava desperdiçando oportunidades, com Vini Jr. e Rayan, assim como a Escócia que perdeu uma chance com McTominay antes do apito final.

    Próximo jogo

    O Brasil retorna a campo nesta próxima segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), em Houston, mas ainda não sabe qual será seu adversário, que só sairá nesta quinta (25), o segundo colocado do Grupo F.

  • França consegue desencantar no segundo tempo e bate Senegal na estreia da Copa do Mundo; veja

    França consegue desencantar no segundo tempo e bate Senegal na estreia da Copa do Mundo; veja

    Um dos jogos mais esperados do Grupo I, a França estreou muito bem na Copa do Mundo e venceu o Senegal nesta terça-feira (16) pelo placar de 3 a 1. O confronto foi disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, tornando-se o palco dos gols de Mbappé em duas oportunidades e Barcola pelos Bléus. Mbaye descontou pelos africanos.

    Com o resultado, o time de Didier Deschamps assumiu a liderança da chave e os Leões Africanos precisaram correr atrás do resultado nas próximas rodadas.

    Resumo da partida

    O primeiro tempo foi jogo bastante disputado, com a França tendo bastante dificuldade para entrar na área do Senegal, que buscava encontrar um contra-ataque para ser fatal.

    Diferente do esperado, craques como Mbappé e Dembélé simplesmente não conseguiam acertar o último passe, e viu o goleiro Mendy brilhar ao se arriscar e tirar o perigo da área africana antes mesmo do adversário arriscar.

    A primeira tentativa do jogo só aconteceu aos 24 minutos da etapa inicial, quando Jackson recebe, dispara para a área do adversário e chuta rasteiro, mas a bola bate na trave e nas costas de Maignan, saindo em seguida. Aos 39, foi a vez de Mané testar o goleiro francês, que consegue fazer a defesa facilmente.

    No último minuto da etapa inicial, Saar chegar sozinho na área e finaliza, mas manda por cima do gol, desperdiçando a última oportunidade antes do intervalo.

    O segundo tempo foi totalmente diferente, com a França se jogando para o ataque logo no primeiro minuto com Doué, mas a bola vai direto para fora. Seis minutos depois foi a vez de Olise, que recebeu de Kondé e driblou o adversário para bater com o pé esquerdo, mas Mendy consegue salvar.

    O goleiro senegalês logo começou a aparecer defendendo oportunidades de Mbappé, que parecia não estar inspirado. Contudo, o camisa 10 francês não é alguém que se pode brincar e abriu o placar aos 20 minutos da etapa final, após receber de Olise, virar e bater cruzado, 1 a 0.

    Senegal parece ter sentido o golpe e novamente a França quase balança as redes aos 28 minutos com Doué, mas Mendy novamente aparece para salvar. Contudo, o goleiro não conseguiu segurar o chute de Barcola e aos 36 minutos, o atacante ampliou o placar, 2 a 0.

    Mbappé estava disposto a atazanar o adversário e aos 39 minutos bateu rasteiro no cantinho, mas Mendy consegue defender. Já nos acréscimos, aos 49 minutos da etapa final, Mbaye dribla Thero Hernández e chuta com força, sem chances para Maignan, que apenas aceita, 2 a 1.

    No minuto seguinte no apagar das luzes, Mbappé responde imediatamente e solta uma bomba de fora da área para ampliar, 3 a 1, placar final.

    Próximos jogos

    A França retorna a campo na próxima segunda-feira (22) quando enfrentará o Iraque pela segunda rodada da chave. A bola vai rolar às 18h (horário de Brasília), na Filadélfia.

    No mesmo dia, Senegal encara a equipe da Noruega às 21h (horário de Brasília), em Nova Jersey.

  • Copa do Mundo 2026: valor da premiação, divisão dos prêmios e todos os detalhes do torneio

    Copa do Mundo 2026: valor da premiação, divisão dos prêmios e todos os detalhes do torneio

    Principal competição esportiva do planeta, a edição de 2026 da Copa do Mundo está prestes a começar, e os torcedores já estão animados com a possibilidade de suas seleções conquistarem o maior troféu do futebol mundial.

    Além do prestígio esportivo e da visibilidade internacional, a competição também oferece premiações financeiras expressivas às seleções participantes, fazendo com que os valores distribuídos pela FIFA cresçam consideravelmente devido à audiência global, aos contratos de patrocínio e às receitas geradas pelo evento.

    Por conta disso, o Portal Camisa12 vai te mostrar o valor da premiação da Copa do Mundo 2026, além dos aspectos mais relevantes da competição, que beneficiam federações, atletas e o desenvolvimento do futebol em diferentes países.

    Qual o objetivo da premiação?

    Essa premiação tem como objetivo valorizar o desempenho esportivo das equipes e auxiliar as federações nacionais no desenvolvimento do futebol em seus respectivos países, variando de acordo com a posição final na disputa mundial, que ocorre a cada quatro anos.

    É importante lembrar que o aumento no número de seleções nesta edição da Copa gerou novas receitas bilionárias por meio de direitos de transmissão, patrocínios, marketing e venda de ingressos, tornando o evento ainda mais relevante financeiramente e contribuindo para o fortalecimento do futebol no mundo, além de incentivar jovens atletas que sonham em se tornar jogadores profissionais.

    Valor da premiação em 2026

    A FIFA anunciou que, para a competição que será disputada entre junho e julho de 2026, haverá um aumento no valor total da premiação, que deverá chegar a cerca de 727 milhões de dólares (aproximadamente R$ 4 bilhões), a ser distribuído entre as seleções ao longo do torneio.

    Com isso, a divisão estimada fica da seguinte forma:

    • Campeão: US$ 50 milhões (R$ 275 milhões)
    • Vice-campeão: US$ 33 milhões (R$ 181 milhões)
    • 3º lugar: US$ 29 milhões (R$ 160 milhões)
    • 4º lugar: US$ 27 milhões (R$ 148 milhões)
    • 5º ao 8º lugar: US$ 19 milhões (R$ 104 milhões)
    • 9º ao 16º lugar: US$ 15 milhões (R$ 82 milhões)
    • 17º ao 32º lugar: US$ 11 milhões (R$ 60 milhões)
    • 33º ao 48º lugar: US$ 9 milhões (R$ 49 milhões)

    Edição 2026

    A emoção está prestes a começar.

    Pela primeira vez organizada em três países — Estados Unidos, México e Canadá — a Copa do Mundo de 2026 contará com 48 seleções. A partida de abertura será realizada no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México.

    Já a grande final ocorrerá no dia 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

    Ao longo de 39 dias de competição, serão disputadas 104 partidas, tornando esta a maior Copa do Mundo da história e marcando um novo capítulo na principal competição esportiva do planeta.

  • FIFA é denunciada na União Europeia por preços “abusivos” dos ingressos da Copa do Mundo

    FIFA é denunciada na União Europeia por preços “abusivos” dos ingressos da Copa do Mundo

    A organização de torcedores europeus (FSE) decidiu fazer um denuncia contra a FIFA à Comissão Europeia nesta terça-feira (24) por conta dos preços “exorbitantes” dos ingressos vendidos da Copa do Mundo, que será realizada este ano nos Estados Unidos, México e Canadá. Segundo a reclamação, os procedimentos de compras são “opacos e desleais”.

    Em conjunto com a Euroconsumers, uma organização que defende os interesses dos consumidores, a FSE revelou que “apresentou uma denúncia oficial à Comissão Europeia contra a Fifa por ter abusado de sua posição de monopólio”, como foi notificado em seu comunicado.

    De acordo com o site Politico Europe, a denúncia se baseia no artigo 102 do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, que proíbe qualquer tipo de abuso de monopólio. As entidades afirmam que a FIFA por exercer total controle sobre a comercialização dos ingressos utiliza essa posição para estabelecer suas condições, mesmo consideradas prejudiciais para os consumidores.

    As entidades ainda criticaram o uso de preços abusivos, que variam de acordo com a demanda de saída e contestam a real disponibilidade de ingressos com valores acessíveis, que foram anunciados por aproximadamente US$ 60, mas que até o momento não foram encontrados.

    A denúncia foi feita bem na época de maior pressão regulatória sobre a FIFA na Europa. Segundo Glenn Micallef, comissário europeu, que comentou sobre as preocupações relacionadas à Copa de 2026, destacando as circunstâncias geopolítica.

    “Como um dos países-sede do maior evento esportivo do mundo está envolvido em uma guerra, é legítimo exigir garantias”, manifestou.

  • Arrascaeta desbanca Messi e é eleito Rei da América

    Arrascaeta desbanca Messi e é eleito Rei da América

    Premiação elege melhor jogador do ano nas Américas.

    O jornal uruguaio El País anunciou na madrugada desta quarta-feira (31) que Giorgian de Arrascaeta, do Flamengo, é o novo Rei da América. O jogador do Flamengo superou Lionel Messi, do Inter Miami, e Adrián Martínez, do Racing, que ocuparam a segunda e terceira posição do prêmio, respectivamente.

    Em 2025 Arrascaeta conseguiu a Libertadores, o Brasileirão, a Supercopa do Brasil e o Carioca, sendo fundamental na conquista desses troféus, levando o prêmio de melhor jogador do Campeonato Brasileiro e da Libertadores. Em números, o uruguaio fez 25 gols e deu 20 assistências em 64 jogos, menos que seu adversário Lionel Messi que em 49 jogos marcou 43 gols e deu 26 assistências. Entretanto, o nível de disputa sul-americano pesou mais para a votação.

    Arrascaeta erguendo o troféu do Brasileirão.
    Foto: Adriano Fontes/Flamengo

    Desde que chegou ao Flamengo, Arrascaeta vem acumulando conquistas individuais e coletivas. Apesar de ser a primeira vez que vence o prêmio, já havia ficado no pódio outras duas vezes, em 2019 e 2022. Além disso, é o jogador com mais títulos na história do Flamengo – ao lado de Bruno Henrique – com 17 conquistas.

    Outras Premiações

    Além de Arrascaeta, outros jogadores do Flamengo foram premiados. Filipe Luís foi eleito melhor treinador da América e a melhor seleção do continente contou com seis jogadores do clube carioca, confira:

    • Goleiro: Rossi (Flamengo)
    • Defensores: Danilo (Flamengo), Gustavo Gómez (Palmeiras), Leó Pereira (Flamengo) e Varela (Flamengo)
    • Meio-campistas: Sosa (Racing), Pulgar (Flamengo) e Arrascaeta (Flamengo)
    • Atacantes: Flaco López (Palmeiras), Lionel Messi (Inter Miami) e Adrián Martínez (Racing)
    Filipe Luís na final do Intercontinetal
    Foto: Adriano Fontes/Flamengo

    Por sua vez, Gabi Zanotti, campeã com o Corinthians, superou Marta e venceu a premiação de melhor jogadora do ano ano pelo segundo ano seguido.

    Últimos Reis da América

    Estes foram os últimos dez vencedores do prêmio:

    • 2025: Arrascaeta (Flamengo)
    • 2024: Luiz Henrique (Botafogo)
    • 2023: Cano (Fluminense)
    • 2022: Pedro (Flamengo)
    • 2021: Julián Alvarez (River Plate)
    • 2020: Marinho (Santos)
    • 2019: Gabriel Barbosa (Flamengo)
    • 2018: Pity Martínez (River Plate)
    • 2017: Luan (Grêmio)
    • 2016: Borja (Atlético Nacional)
  • Flamengo e PSG decidem hoje o título do Intercontinental

    Flamengo e PSG decidem hoje o título do Intercontinental

    Clube carioca vai em busca do segundo título da competição.

    Flamengo e Paris Saint-Germain se enfrentam hoje (17) às 14 horas (de Brasília) pela final do Intercontinental de Clubes. O rubro-negro chega depois de eliminar Cruz Azul e Pyramids e enfrentará o estreante PSG. Confira o regulamento da competição: formato do intercontinental.

    Desigualdade entre os times

    O PSG entra na partida com amplo favoritismo, o que evidencia a desigualdade entre os times europeus e os americanos, enquanto o plantel do clube francês tem um valor de mercado estimado em 1.19 bilhões de euros, o elenco flamenguista vale 187 milhões de euros, aproximadamente um bilhão de diferença.

    Dembélé, Barcola e Kvaratskhelia com a camisa do PSG.
    Foto: Fred Tanneau/Getty Images

    O número de jogos na temporada também desfavorece o Flamengo, que chega para a partida completamente sufocado pelo calendário brasileiro, indo para a 78ª partida do ano e sétima competição do ano. Por outro lado, o PSG, na metade da temporada europeia, vai para seu 66º jogo em 2025. Portanto além de ter um elenco melhor, o plantel do Paris Saint-Germain está menos desgastado fisicamente.

    A esperança da nação

    Apesar de não ser considerado favorito, a torcida do Flamengo está confiante no bicampeonato, o clube vem de uma temporada fantástica, na qual já levantou seis troféus, sendo o ano com mais títulos de um time brasileiro. O time ainda conta com vários jogadores que vivem a melhor temporada de suas carreiras, como Arrascaeta, Rossi, Léo Ortiz, Léo Pereira e Carrascal.

    Jogadores do Flamengo levantam troféu da Libertadores.
    Foto: Hector Vivas/Getty Images

    Provável Escalação do Flamengo

    • Goleiro: Rossi
    • Laterais: Varela e Alex Sandro
    • Zagueiros: Danilo e Léo Pereira
    • Meias: Pulgar, Jorginho, Arrascaeta e Carrascal
    • Atacantes: Samuel Lino e Bruno Henrique

    Provável Escalação do Paris Saint-Germain

    • Goleiro: Chevalier
    • Laterais: Zaire-Emery e Nuno Mendes
    • Zagueiros: Marquinhos e Pacho
    • Meias: Vitinha, João Neves e Fabián Ruiz
    • Atacantes: Doué, Dembélé e Kvaratskhelia
  • Entenda o formato do Intercontinental

    Entenda o formato do Intercontinental

    Competição terá a segunda edição com o novo formato.

    O Flamengo estreia no Intercontinental nesta quarta-feira (10), contra o Cruz Azul, do México, às 14h (de Brasília). O vencedor da partida leva o troféu Derby das Américas e classifica para a semifinal do torneio, na qual enfrentará o Pyramids, do Egito.

    A competição não tem o mesmo formato de antigamente, quando o time europeu e o sul-americano entravam na semifinal. O novo formato conta com seis times e quatro troféus, entenda como funciona.

    Troféu Derby das Américas e Copa Challenger, respectivamente.
    Foto: Reprodução/@fifacom/twitter

    Participantes

    Participam do Intercontinental o campeão da maior competição de cada federação continental, sendo estes os participantes da edição atual:

    • CONCACAF: Cruz Azul (México)
    • CONMEBOL: Flamengo (Brasil)
    • CAF: Pyramids (Egito)
    • UEFA: Paris Saint-Germain (França)
    • AFC: Ah-Ahli (Arábia Saudita)
    • OFC: Auckland City (Nova Zelândia)

    Chaveamento

    Na primeira fase se enfrentam os representante da África e da Oceania, o vencedor enfrentará o campeão da Liga dos Campeões Asiática, na disputa pelo troféu Copa África-Ásia-Pacífico. Do outro lado da chave o campeão da Libertadores e da Copa dos Campeões da CONCACAF duelam pelo Derby das Américas. Os dois campeões classificam para a semifinal e o vencedor leva o troféu Copa Challenger e, na final, disputa com o representante europeu o título do Intercontinental.

    Chaveamento do torneio.
    Foto: @centraldoarabao/twitter

    Edição de 2025

    No Intercontinental de 2025, o Pyramids chegou a semifinal após vencer o Auckland City na primeira fase por 3 a 0 e o Al-Ahli nas quartas de final por 3 a 1. Agora aguarda o vencedor de Flamengo e Cruz Azul para disputar a semifinal, no dia 13 de dezembro. A final acontecerá no dia 17 de dezembro contra o PSG.

  • Frutos de investimento! Não foi por acaso que Portugal venceu o Mundial Sub-17

    Frutos de investimento! Não foi por acaso que Portugal venceu o Mundial Sub-17

    Em um desfecho que ecoou a excelência da formação europeia, Portugal conquistou o seu primeiro título de campeão do mundo na categoria sub-17. A vitória no Catar não é apenas mais um troféu na estante da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), mas sim um manifesto sobre o poder da estrutura e da continuidade em um desporto cada vez mais dependente do planeamento de longo prazo.

    A conquista lusa, alcançada por uma geração forjada em bases sólidas (com atletas oriundos em grande parte dos centros de excelência de Benfica, Braga e Porto – também um do Sporting e dois do Vitória), prova que a qualidade e a repetição de um método superam a dependência do talento cru e esporádico.

    A vitória do «processo» e não apenas do talento

    O sucesso português na base não é acidental. É o resultado de um investimento contínuo em infraestrutura, metodologia de treino e, crucialmente, na formação de treinadores de base. Conforme reiterado pelo próprio Presidente da FPF, Pedro Proença, a vitória é a prova de que o foco estava no «processo» e na «disciplina tática», e não apenas na habilidade individual de uma ou duas estrelas.

    Créditos: Simon Holmes/Getty Images

    O sistema português garante que os jovens atletas não apenas desenvolvam técnica, mas também atinjam uma maturidade tática e mental que lhes permite atuar sob pressão máxima em torneios internacionais. A capacidade de adaptação demonstrada pela equipa no Catar, mesmo enfrentando diferentes estilos de jogo, atesta o sucesso dessa visão integral. Eles chegam aos 17 anos como jogadores, e não apenas como apenas promessas.

    O espelho que revela o problema na base brasileira

    A realidade do Brasil, o maior exportador de talentos do mundo, contrasta drasticamente. Embora o Brasil seja a fonte inesgotável de craques, a gestão brasileiras é marcada pela instabilidade. Muitos clubes do Brasileirão ainda veem a base unicamente como um ativo financeiro de giro rápido. O objetivo primário é vender o garoto prodígio o mais cedo possível para aliviar o caixa, frequentemente interrompendo o seu desenvolvimento tático e emocional e deixando-o sair cedo demais.

    A ausência de uma filosofia de jogo unificada, a troca constante de coordenadores e treinadores nas categorias de base e a falta de paciência com a maturação dos atletas são fatores que prejudicam a nossa competitividade em categorias juvenis. O talento brasileiro é inegável, mas a estrutura portuguesa garante que esse talento seja canalizado para o sucesso coletivo e o resultado final. Onde o Brasil tem o dom, Portugal tem o mapa.

    Créditos: FPF

    A lição para a consistência e o exemplo de Abel Ferreira

    A lição que a conquista sub-17 de Portugal oferece ao futebol brasileiro é clara: a consistência é a única rota para o domínio sustentável. O trabalho de Abel Ferreira no Palmeiras, que o levou a ser o treinador mais vitorioso da história do clube, ecoa essa mesma mentalidade: foco na metodologia, valorização da comissão técnica e exigência de um padrão de trabalho que não muda a cada derrota.

    Enquanto a Europa, e agora Portugal no cenário de base, investe em continuidade metodológica, o Brasil segue refém do imediatismo e do ciclo vicioso de desinvestimento na base e de trocas incessantes no comando. O título sub-17 português não é apenas um feito desportivo, é a prova de que, para reverter a tendência de sermos apenas formadores de commodities para o mercado europeu, precisamos urgentemente priorizar o processo, o método e a paciência sobre a venda e o lucro imediato. O sucesso é planeado, e Portugal deu-nos a prova final disso!

  • Brasil perde para Portugal nos pênaltis e adia sonho do pentacampeonato mundial sub-17

    Brasil perde para Portugal nos pênaltis e adia sonho do pentacampeonato mundial sub-17

    Em mais uma disputa dramática por penalidades, a Seleção Brasileira foi superada por Portugal nas semifinais da Copa do Mundo Sub-17 e agora disputará o terceiro lugar da competição.

    O sonho de conquistar o pentacampeonato no Mundial Sub-17 foi interrompido para o Brasil. Em uma partida extremamente disputada, a Seleção Brasileira e Portugal empataram em 0 a 0 no tempo normal e levaram a decisão para as penalidades, onde a equipe lusa se mostrou mais eficiente e venceu por 6 a 5.

    O resultado representa a terceira disputa por pênaltis consecutiva do Brasil no torneio, mas desta vez o time não conseguiu superar a “fábrica de heróis e vilões” da marca da cal.

    O Duelo de Forças e o Zero a Zero

    Apesar do desgaste físico provocado pela maratona de jogos, Brasil e Portugal protagonizaram um primeiro tempo bastante equilibrado, com alternância no domínio do jogo e oportunidades claras para ambos os lados.

    Créditos: FPF

    Portugal começou tomando a iniciativa, explorando as pontas. O centroavante Anísio Cabral utilizou sua força física e gerou preocupação na defesa brasileira, sendo parado em uma oportunidade crucial pelo zagueiro Zé Lucas.

    O susto forçou o Brasil a responder. Em uma jogada pela direita, o atacante Dell, conhecido como “Haaland do Nordeste” no artigo original, ficou cara a cara com o goleiro Romário Cunha, mas parou no arqueiro português. No rebote, Dell finalizou novamente, e Chelmik salvou a bola em cima da linha, impedindo a abertura do placar.

    Defesas Compactas Travam o Jogo

    O segundo tempo repetiu a alta entrega física das equipes, mas a produção ofensiva diminuiu significativamente. Ambos os times reforçaram seus sistemas defensivos, e o jogo ficou concentrado e travado no meio-campo.

    Apesar das substituições feitas pelos treinadores para renovar o fôlego das jovens promessas, o equilíbrio prevaleceu. As defesas se mantiveram compactas e disciplinadas, garantindo que o placar permanecesse zerado até o apito final.

    O Desfecho nos Pênaltis

    O Brasil foi para a decisão de pênaltis depositando suas esperanças no goleiro João Pedro, mas encontrou uma seleção portuguesa preparada para neutralizar o destaque brasileiro. Nas quatro primeiras cobranças, os jogadores lusos tiraram a bola do alcance de João Pedro e mandaram para o fundo das redes. O Brasil manteve a eficiência e respondeu com acertos nas mesmas quatro batidas.

    O drama atingiu o auge na última série regulamentar, quando o goleiro português Romário Cunha se arriscou na cobrança e isolou a bola. O Brasil teve a primeira chance de selar a classificação, mas Ruan Pablo acertou a trave.

    Nas cobranças alternadas, Portugal voltou a mostrar precisão, e a vaga na final foi definida em um erro de Angelo, que desperdiçou sua batida, confirmando a vitória de Portugal por 6 a 5.

    Portugal avança para a grande final e enfrentará a Áustria. Já o Brasil se despede da busca pelo penta e disputará o terceiro lugar contra a Itália, na quinta-feira.

  • Brasil vence Marrocos no sufoco e avança à semifinal do Mundial Sub-17

    Brasil vence Marrocos no sufoco e avança à semifinal do Mundial Sub-17

    A Seleção Brasileira Sub-17 garantiu a classificação para as semifinais da Copa do Mundo após uma partida de tirar o fôlego contra Marrocos. A vitória por 2 a 1 foi decidida no último lance, com o atacante Dell marcando os dois gols da equipe no confronto.

    A trajetória dramática do Brasil no Mundial Sub-17 ganhou mais um capítulo eletrizante nesta sexta-feira. Após sobreviver a duas disputas de pênaltis seguidas, contra Paraguai e França, a jovem Seleção Canarinho teve que lutar até o apagar das luzes para superar Marrocos nas quartas de final.

    Apesar de enfrentar uma equipe africana que impôs dificuldades, o Brasil começou a partida com mais tranquilidade na construção das jogadas e não demorou para sair na frente.

    Créditos: Mohamed Farag – FIFA/FIFA via Getty Images

    Dell abre e fecha o placar com emoção

    O primeiro gol brasileiro nasceu aos 16 minutos do primeiro tempo. Após uma boa triangulação ofensiva, Ruan Pablo conseguiu avançar pela direita e fez um cruzamento preciso. O atacante Dell demonstrou oportunismo ao se antecipar à marcação e finalizar, balançando as redes para abrir o placar.

    Com a vantagem, o Brasil diminuiu o ritmo, permitindo que a seleção marroquina crescesse nos minutos finais da primeira etapa. O castigo veio nos acréscimos. Após uma jogada individual, El Aoud invadiu a área e foi derrubado pelo goleiro Angelo. O árbitro assinalou a penalidade máxima, e Ziyad Baha converteu a cobrança com força no meio do gol, deixando o placar empatado em 1 a 1 antes do intervalo.

    O drama se estende até o último minuto

    Na volta para o segundo tempo, o Brasil tentou recuperar o ímpeto e pressionar, criando boas chances com Caíque e Pietro Tavares. Contudo, a defesa marroquina se manteve organizada, e o fantasma da prorrogação e, consequentemente, de uma terceira disputa de pênaltis consecutiva, pairava sobre a equipe brasileira.

    Foi somente no último lance da partida, aos 49 minutos, que a estrela do herói do dia voltou a brilhar. Em uma jogada de insistência, Thiaguinho desviou a bola de cabeça, e Dell demonstrou frieza e técnica ao receber o passe. O camisa 9 conseguiu driblar o goleiro adversário com o peito e empurrou a bola para o gol vazio, sacramentando a vitória por 2 a 1 e garantindo a vaga nas semifinais.

    Com o triunfo suado, o Brasil segue firme na busca pelo título da Copa do Mundo Sub-17, mostrando resiliência e a capacidade de decidir o jogo nos momentos mais críticos. A equipe agora aguarda o adversário para a disputa da semifinal.