Tag: palmeiras

  • Palmeiras acerta com o zagueiro Nino, mas precisa do aval do Zenit para comprar atleta; entenda

    Palmeiras acerta com o zagueiro Nino, mas precisa do aval do Zenit para comprar atleta; entenda

    O Palmeiras conseguiu acertar um acordo em termos pessoais com o zagueiro Nino, do Zenit. Mas para conseguir ter o atleta em seu elenco para a temporada, o Verdão precisa convencer o clube russo a negociar o defensor ainda nessa janela.

    O ex-jogador do Fluminense tornou-se a grande prioridade do time alviverde para reforçar sua defesa já neste início de ano, tendo seu nome aprovado diretamente pelo técnico Abel Ferreira.

    De acordo com informações que rolam nos bastidores, o Zenit até aceita negociar Nino neste momento, porém o Palmeiras precisa oferece o “preço certo”. Contudo, os russos ainda preferem manter o defensor no seu elenco, ao menos por enquanto.

    Durante a semana, a ESPN divulgou que o Zenit avalia o zagueiro em aproximadamente 12 milhões de euros (R$ 75 milhões).

    Além de Nino, o Verdão tem outros nomes no seu radar para possíveis reforços, como Joaquim, do Tigres e Igor Julio, do West Ham, porém o zagueiro ex-Fluminense segue sendo a prioridade.

    No momento, Abel Ferreira conta apenas com Gustavo Goméz, Murilo, Bruno Fuchs e Benedetti para a zaga, já que Micael foi vendido para o Inter Miami.

    Contudo, o Palmeiras sabe que existe um empecilho forte no meio dessa negociação, já que o Fluminense também está querendo Nino. O defensor se identifica bastante com o Tricolor das Laranjeiras e o clube já até tentou repatria-lo em outras oportunidades, mas o Zenit não aceitou liberar.

  • Palmeiras confirma lesão de Andreas Pereira e atleta deve ficar um mês fora; confira

    Palmeiras confirma lesão de Andreas Pereira e atleta deve ficar um mês fora; confira

    O Palmeiras identificou nesta quinta-feira (15/01) um trauma no ombro esquerdo de Andreas Pereira. O meio-campista se lesionou no início do primeiro tempo da vitória contra o Santos na última quarta (14), jogo que ocorreu na Arena Barueri. Com essa lesão confirmada, mais um atleta importante aparece no DM no início da temporada.

    A lesão é tida como grave, fazendo com que o clube decidindo fazer um tratamento conservador, sem precisar de cirurgia. A expectativa inicial é de que Andreas fique de fora por aproximadamente um mês.

    Em uma postagem feita em suas redes sociais, o atleta lamentou o problema ocorrido durante o segundo jogo do clube na atual temporada.

    “Feliz pela vitória, agora é recuperar e voltar mais forte. Agradeço pelas mensagens de apoio, tanto para mim quanto para minha família. Logo logo tô de volta “, publicou Andreas.

    O problema ocorreu após Andreas Pereira sofrer uma falta de Igor Vinícius na ponta esquerda. Durante a queda, o volante bateu o ombro no chão e recebeu atendimento médico de imediato, mas precisou sair da equipe após avaliação.

    O Palmeiras tem se preocupado bastante com as lesões logo no início de temporada. O próprio técnico entende que o elenco vive seu melhor momento físico apenas em fevereiro, caso não ocorra mais lesões.

    Até o momento, estão no departamento médico alviverde:Jefté (preservado após edema muscular), Felipe Anderson (entorse no tornozelo esquerdo), Figueiredo (transição física), Lucas Evangelista (transição física), Facundo Torres (lesão na coxa esquerda) e Paulinho (cirurgia na perna direita).

    Destes citados, apenas Jefté é quem deverá retornar em breve, já que ele começou a treinar com o restante do elenco nesta quinta-feira, na Academia de Futebol.

  • Marlon Freitas no Palmeiras: reforço útil ou polêmica desnecessária?

    Marlon Freitas no Palmeiras: reforço útil ou polêmica desnecessária?

    O Palmeiras anunciou a contratação de Marlon Freitas, vindo do Botafogo, e a reação foi imediata. Marlon chega cercado de questionamentos, desconfiança de parte da torcida e uma dose considerável de polêmica, algo que, no Palmeiras atual, não costuma passar despercebido.

    Antes de qualquer julgamento precipitado, vale separar emoção de análise

    Marlon Freitas não chega com status de estrela, nem com promessa de contratação “de impacto”. Mas chega com algo que o Palmeiras atual valoriza: leitura de jogo, intensidade, liderança e conhecimento do futebol brasileiro. No Botafogo, foi peça central de um time competitivo, assumiu responsabilidades, organizou o meio-campo e viveu tanto momentos de alegria quanto de frustração.

    E talvez esteja aí o primeiro ponto de tensão

    A passagem de Marlon pelo Botafogo ficou marcada não só por boas atuações, mas também por episódios de instabilidade emocional, cobranças públicas e uma relação desgastada com parte da torcida. Em alguns momentos, ele virou símbolo de um time que prometeu muito e entregou menos do que poderia. Isso pesa.

    Para o torcedor palmeirense, a dúvida é legítima: esse é o perfil que o Palmeiras precisa?

    Do ponto de vista técnico, Marlon Freitas oferece algo que o elenco vinha pedindo. É um volante que sabe ocupar espaços, protege a defesa, tem bom passe curto e entende o jogo sem a bola. Não é espetacular, mas é funcional. Em um time que valoriza equilíbrio e organização, isso conta muito. (Saudades Richard Ríos haha)

    O Palmeiras não contratou Marlon para ser protagonista. Contratou para compor, sustentar e dar alternativas ao meio-campo, pois desde a saída de Richard Ríos o time está carente de meio de campo. E, dentro dessa lógica, a contratação faz sentido.

    A polêmica surge quando a expectativa do torcedor entra em conflito com o histórico recente do clube. O Palmeiras se acostumou a contratações cirúrgicas, nomes jovens ou jogadores que chegam para elevar o nível imediatamente. Marlon foge um pouco desse padrão. Ele representa mais um reforço de contexto do que de manchete.

    Isso não é, necessariamente, um problema

    O desafio para Marlon Freitas será emocional. Vestir a camisa do Palmeiras hoje exige casca. Exige saber lidar com cobrança constante, com um torcedor que não aceita menos do que disputar por títulos e com um ambiente que amplifica qualquer erro.

    Se no Botafogo ele sentiu a pressão, já que a torcida organizada responsável pelo bandeirão de ídolos, está fazendo enquete nas redes sociais para saber se devem ou não tirar o jogador que foi homenageado. E no Palmeiras essa régua de cobrança sobe.

    Por outro lado, ele chega a um clube mais estruturado, com elenco mais experiente, ambiente mais estável e um modelo de jogo claro. Isso pode ser exatamente o que faltou em sua trajetória para alcançar regularidade em alto nível.

    A reação da torcida, dividida, também é compreensível. Parte vê a contratação como desnecessária, outra como estratégica. O tempo vai ser o único juiz (e espero que não seja um juíz treinado na arbitragem brasileira, se não haha). Porque no Palmeiras, mais do que nome ou origem, o que define aceitação é desempenho, podemos aqui até citar o Vitor Roque, que demorou pra engrenar, mas mostrou desempenho e hoje tem grande aceitação da torcida.

    Se Marlon Freitas entregar equilíbrio, intensidade e comprometimento, a polêmica fica no passado. Se não entregar, o questionamento vira cobrança, como sempre acontece no Verdão.

    No fim, essa contratação diz mais sobre o momento do Palmeiras do que sobre o jogador. Um clube que não precisa apostar alto em promessas o tempo todo, mas que busca peças específicas para sustentar um projeto vencedor.

    Agora, a bola está com Marlon.
    Avanti Palestra!

  • Briga de torcida: Cruzeiro x Palmeiras em 2022

    Briga de torcida: Cruzeiro x Palmeiras em 2022

    Torcer é um ato de paixão, mas em alguns momentos este sentimento ultrapassa a linha entre amor pelo time e ódio pelo rival se torna perigosamente tênue, transformando-se em violência.

    Um desses momentos onde a vibração da partida tornou-se um campo de batalha aconteceu em 2022, com um confronto entre as torcidas do Cruzeiro e Palmeiras, longe das arquibancadas do estádio.

    O Portal Camisa12 vai relembrar esse trágico acontecimento, que abalou o público esportivo.

    No dia 28 de setembro de 2022, uma grave briga entre torcidas organizadas de Cruzeiro e Palmeiras na Rodovia Fernão Dias, em Carmópolis de Minas, Minas Gerais.

    Na época, a Máfia Azul, torcida do Cruzeiro, e a Mancha Verde, torcida do Palmeiras, se encontraram na estrada enquanto se dirigiam a jogos diferentes que seriam disputados no mesmo dia: os cruzeirenses iam rumo a Campinas para a partida contra a Ponte Preta, enquanto os palmeirenses seguiam para Belo Horizonte para o jogo contra o Atlético-MG.

    O encontro entre as torcidas iniciou com uma grande discussão e rapidamente evoluiu para agressões físicas, onde envolveu barras de ferro, pedaços de madeira, bastões e, de acordo com alguns relatos, disparos de arma de fogo. Ao menos 14 torcedores ficaram feridos, incluindo quatro baleados, que precisaram de atendimento hospitalar, sendo duas com ferimentos leves e duas em estado moderado.

    Nenhum dos envolvidos foi preso no momento, e a arma utilizada nos disparos não foi localizada pelas autoridades.

    Repercussão nas redes sociais

    A confusão foi registrada em vídeos nas redes sociais, mostrando cenas de violência intensa. Em algumas imagens que circularam, um integrante identificado com da Mancha Verde, foi brutalmente agredido por dezenas de torcedores da Máfia Azul.

    ada grupo apresentou versões diferentes sobre o que motivou a briga: a Máfia Azul alegou legítima defesa diante de uma suposta emboscada, enquanto torcedores do Palmeiras e observadores consideraram que o ataque partiu dos cruzeirenses. Contudo, é bom relembrar que a rixa entre as torcidas já existia há décadas, tendo um histórico turbulento de conflitos, onde incluem outros episódios de confusões.

    Lições tiradas

    A briga entre torcidas do Cruzeiro e do Palmeiras em 2022 mostra várias lições importantes, como o fato de não ser apenas “brincadeira de futebol”, visto que confrontos podem ser muito perigosos, envolvendo armas e danos graves. Outro detalhe importante é que, rivalidades históricas podem se tornar tóxicas, e ressentimentos acumulados por décadas podem alimentar comportamentos violentos que não têm relação direta com o esporte.

    Essa confusão ainda deixa claro a falta de controle e fiscalização, já que o conflito ocorreu em uma rodovia, longe da segurança dos estádios, mostrando que torcidas organizadas muitas vezes agem sem supervisão e que prevenir esses confrontos é um desafio para as autoridades.

    Ainda existe o impacto social e na imagem do futebol no Brasil, já que situações assim reforçam a percepção negativa do esporte, afastando famílias e pessoas que poderiam desfrutar dos jogos de forma segura.

    A briga deixa claro que ódio e rivalidade fora de controle levam a consequências sérias, e que o futebol deve ser diversão, não risco de vida.

  • Marlon Freitas deixa o Botafogo e é o novo reforço do Palmeiras para 2026

    Marlon Freitas deixa o Botafogo e é o novo reforço do Palmeiras para 2026

    Meio-campista de 30 anos assinou por três temporadas com o Verdão, que investiu cerca de 6 milhões de dólares para contar com o jogador.

    O Palmeiras anunciou na manhã deste domingo (04) o seu primeiro reforço para a temporada de 2026: Marlon Freitas. O meio-campista, que foi um dos pilares do Botafogo nos últimos anos, chega à Academia de Futebol com contrato válido por três temporadas.

    A negociação entre os clubes foi rápida e objetiva. O Verdão desembolsou aproximadamente 6 milhões de dólares (cerca de R$ 33 milhões na cotação atual) para adquirir 90% dos direitos econômicos do atleta.

    “Casamento que já deu certo”

    Em suas primeiras palavras como jogador do Palmeiras, Marlon Freitas demonstrou entusiasmo e confiança:

    “Primeiro é agradecer a Deus pela oportunidade, por tudo o que Ele tem feito na minha vida. É uma oportunidade gigantesca na minha carreira, estou muito feliz de estar aqui e fazer parte da Família Palmeiras. Tenho convicção de que esse casamento já deu certo, tenho certeza que vai ser um ano vitorioso para nós.”

    Trajetória e concorrência

    Marlon Freitas, de 30 anos, estava no Botafogo há três temporadas, onde construiu uma relação de identificação com o clube, apesar de um desgaste com parte da torcida durante o processo de saída. Além do Glorioso, o jogador acumula passagens por Fluminense, Criciúma e Atlético Goianiense.

    No elenco comandado por Abel Ferreira, o novo reforço chega para acirrar a disputa no meio-campo, setor que atualmente conta com nomes como Lucas Evangelista e Andreas Pereira. A contratação visa manter o nível de competitividade do Palmeiras, que segue buscando títulos em todas as frentes que disputa.

  • Entre o orgulho e a frustração: o sentimento do torcedor do Palmeiras ao fim da temporada  

    Entre o orgulho e a frustração: o sentimento do torcedor do Palmeiras ao fim da temporada  

    Ser torcedor do Palmeiras nunca foi simples. E talvez por isso também nunca tenha sido morno. A temporada de 2025 chegou ao fim e, junto com ela, veio um sentimento que o palmeirense conhece bem: uma mistura difícil de explicar entre orgulho e frustração.

    Orgulho porque o Palmeiras segue competitivo. Está sempre disputando, chegando, incomodando. Em um futebol brasileiro marcado por instabilidade, trocas constantes e projetos frágeis, o Verdão continua firme, organizado e presente nas decisões. Isso não é pouco. Isso não pode ser ignorado.

    Mas a frustração existe. E ela é legítima.

    Chegar perto e não conquistar dói. Bater na trave cansa. O torcedor sente porque se acostumou a ganhar, tanto que no jogo da final da Libertadores, vi meus dois sobrinhos indignados que o Palmeiras havia perdido, as crianças que vem de uma era vencedora do Palmeiras não estão habituados a perder, e como disse meu irmão Patrick o jogo seria de uma bola só, e foi. A régua mudou. O Palmeiras elevou o próprio nível nos últimos anos, e hoje não basta apenas competir. A expectativa é vencer. Sempre!

    Não é ingratidão. É consequência de um ciclo vencedor.

    Ao longo da temporada, o time mostrou entrega, intensidade e competitividade. Também mostrou limites. Em alguns momentos faltou ousadia, em outros precisão, em outros talvez repertório. E quando o último jogo acaba, a pergunta surge naturalmente na cabeça do torcedor: o que faltou para ir além?

    Ainda assim, existe algo que sustenta o orgulho. O Palmeiras não perdeu sua identidade. Continuou brigando até o fim, valorizando sua base, revelando talentos, mantendo um projeto claro. Não houve terra arrasada, nem sensação de fracasso total. Houve disputa. Houve entrega.

    A frustração não vem da incompetência. Vem da expectativa.

    Hoje, o torcedor do Palmeiras cobra porque sabe que dá mais. Cobra porque viu o clube se tornar protagonista. Cobra porque aprendeu que é possível disputar todos os títulos. E quem prova esse gosto não aceita facilmente dar um passo atrás.

    O desafio agora é equilíbrio. Reconhecer o que foi construído sem aceitar acomodação. Aplaudir o projeto sem fechar os olhos para os ajustes necessários. Apoiar o time sem deixar de exigir evolução.

    Talvez esse seja o momento mais maduro do torcedor palmeirense: entender que orgulho e cobrança não são opostos. Eles caminham juntos quando o clube está em alto nível.

    Ser palmeirense hoje é exatamente isso.
    Sentir orgulho de torcer para um clube forte, estruturado e respeitado.
    E, ao mesmo tempo, carregar a frustração de quem acredita que ainda dá para ir além.

    No fim das contas, esse incômodo é um sinal positivo.
    Só se cobra assim quem está acostumado a disputar tudo.

    O Palmeiras segue grande, e forte para próxima temporada. E o torcedor segue esperando mais, como sempre.

  • Palmeiras fica perto de anunciar Marlon Freitas, após volante abrir mão de percentual

    Palmeiras fica perto de anunciar Marlon Freitas, após volante abrir mão de percentual

    A negociação entre Palmeiras, Botafogo e Marlon Freitas está prestes a ser finalizada e com um desfecho positivo para o clube paulista. O volante decidiu abrir mão do próprio percentual sobre seus direitos econômicos e com isso, a negociação deu andamento. Atualmente, os clubes estão no estágio de troca de documentos para que a transferência seja finalizada.

    A divisão dos direitos econômicos do atleta de 90% do Botafogo e 10% do próprio Marlon Freitas. Inicialmente, volante já havia aberto mão do seu percentual para adiantar a transação, porém o jogador decidiu voltar atrás nos últimos dias e cobrou os valores correspondentes do Glorioso.

    Com isso, a quantia que seria de Marlon Freitas será enviada aos cofres do Botafogo. O Palmeiras irá adquirir todos os direitos de Marlon Freitas por 6 milhões de euros (aproximadamente R$ 33 milhões). O contrato será válido por três anos.

    Marlon Freitas chegou ao Botafogo em janeiro de 2023, tornando-se peça fundamental na equipe e assumindo a braçadeira de capitão.

  • Interesse na SAF do Vasco recoloca família Lamacchia no centro das conversas

    Interesse na SAF do Vasco recoloca família Lamacchia no centro das conversas

    O interesse do empresário Marcos Faria Lamacchia na compra da SAF do Vasco da Gama abre um novo capítulo na relação entre o presidente Pedrinho e a família ligada à Crefisa, quase dois anos depois de uma negociação que não avançou pelo controle do futebol do clube.

    Empresário atua de forma independente no setor financeiro

    Com carreira própria no mercado de investimentos, Marcos é filho de José Lamacchia, controlador da Crefisa ao lado de Leila Pereira, atual presidente do Palmeiras. Pelo lado materno, integra uma família tradicional do sistema bancário brasileiro, sendo neto do fundador dos bancos Real e Alfa.

    A movimentação ocorre após a tentativa frustrada de José Lamacchia de adquirir a SAF vascaína junto à 777 Partners, então responsável pelo futebol cruz-maltino. Na ocasião, a proposta girava em torno de US$ 110 milhões, mas desacordos quanto à estrutura de pagamento impediram a conclusão do negócio.

    Ruído político e debate sobre conflito esfriaram tratativas anteriores

    Além das divergências contratuais, a associação da negociação ao nome da Crefisa gerou repercussões externas. Grupos de oposição no Palmeiras passaram a questionar um possível conflito de interesses envolvendo Leila Pereira, o que contribuiu para a desistência definitiva do banqueiro.

    Até o momento, não há confirmação oficial das partes sobre a nova negociação. Ainda assim, Pedrinho já havia sinalizado publicamente a proximidade com a família Lamacchia após o Vasco reassumir o controle do futebol da 777.

    “Tenho uma relação de amizade muito próxima com o Sr. José Lamacchia. A Leila é uma referência em gestão esportiva. Ele demonstra grande interesse em contribuir com o Vasco, e a Crefisa tem credibilidade no mercado” — declarou o presidente.

    Presidente do Vasco, Pedrinho, no estádio do Corinthians. Foto: AGIF

    Histórico recente inclui impasses e reaproximação financeira

    Durante o processo eleitoral do clube associativo, houve conversas para a venda dos naming rights de São Januário, que acabaram não se concretizando e provocaram um distanciamento temporário entre as partes.

    A reaproximação ocorreu em outubro, quando o Vasco firmou um acordo de financiamento de R$ 80 milhões com a Crefisa, destinado ao custeio de despesas operacionais, como folha salarial, fornecedores e compromissos trabalhistas e fiscais. Embora outras instituições tenham participado do processo, o clube avaliou como mais vantajosas as condições apresentadas pela empresa.

  • Endrick e Estêvão: duas joias do Palmeiras, dois caminhos diferentes na Europa.

    Endrick e Estêvão: duas joias do Palmeiras, dois caminhos diferentes na Europa.

    Eu sendo uma torcedora nascida nos anos 90, tenho parado para observar como a base tem se movimentado atualmente no futebol brasileiro, uma maneira mais forte mais vívida do que há tempos atrás, e me arrisco a dizer que o Palmeiras viveu, em um curto período de tempo, algo que poucos clubes conseguem repetir: revelou dois talentos geracionais e os vendeu para o futebol europeu ainda adolescentes.

    Endrick e Estêvão saíram da mesma base, vestiram a mesma camisa e carregaram expectativas parecidas. Ainda assim, hoje vivem momentos bem distintos fora do Brasil.

    Enquanto Estêvão parece chegar ao futebol europeu com impacto, confiança e protagonismo, Endrick ainda luta por espaço, minutos e afirmação. A pergunta que surge é inevitável: o que explica essa diferença tão gritante? E a resposta passa por vários aspectos menos pelo talento, porque ambos têm de sobra, essa diferença vale muito mais pelo contexto geral de cada transferência.

    Endrick: talento geracional em um ambiente sem margem para erro  

    Quando Endrick foi negociado com o Real Madrid, o Palmeiras e o mercado sabiam exatamente o que estava em jogo. Não era apenas uma venda histórica, mas a transferência de um jogador com rótulo de fenômeno antes mesmo de completar 18 anos. O problema é que o Real Madrid não é um ambiente de adaptação lenta.

    Endrick chegou a um elenco estrelado, competitivo, que briga por Champions League todos os anos e onde cada minuto em campo precisa ser justificado. Diferente do Palmeiras, onde ele tinha liberdade para errar, aprender e crescer, na Europa cada oscilação vira pauta, cada jogo sem gol vira cobrança.

    Além disso, há a questão tática. Endrick não atua exatamente da mesma forma que atuava no Brasil. Seu papel mudou, sua leitura de jogo precisou se adaptar e, sem sequência, o processo se torna ainda mais difícil. Isso não significa que Endrick esteja mal. Significa que ele está em um clube que não permite construção.

    Estêvão: tempo, protagonismo e um processo mais protegido  :

    Já o caminho de Estêvão foi diferente desde o início, o Palmeiras, claramente mais experiente após o caso Endrick, segurou o jogador por mais tempo, deu protagonismo real e permitiu que ele amadurecesse dentro de campo antes da saída. Estêvão não foi apenas promessa, ele foi protagonista.

    Quando a venda ao Chelsea foi confirmada, Estêvão já havia vivido pressão, jogos grandes, decisões e momentos ruins também. Ele saiu mais pronto emocionalmente, taticamente e mentalmente. Até mesmo já havia marcado gol contra o Chelsea no Mundial de clubes com sua contratação já acertada para o time. Foi respeitoso com a torcida adversária no momento, e hoje caiu no gosto da torcida que já até fizeram um cântico para o jovem jogador.

    O impacto imediato que vemos hoje não acontece por acaso. Ele é reflexo de um processo melhor conduzido, com menos ansiedade e mais clareza de função.
    Estêvão não é mais talentoso que Endrick. Ele apenas chegou mais preparado para o choque europeu.

    Comparar não é diminuir, é entender processos  :

    Existe uma tentação grande em comparar Endrick e Estêvão como se um estivesse “dando certo” e o outro não. Essa leitura é rasa e injusta.

    “Endrick saiu no tempo do mercado, Estêvão saiu no tempo do jogador.”

    O Palmeiras aprendeu com a primeira grande venda e ajustou o processo na segunda. Isso não invalida Endrick, nem transforma Estêvão em um caso isolado de sucesso. São trajetórias diferentes, com exigências diferentes.

    O futebol europeu, especialmente no ataque, cobra impacto imediato. E nem todo talento jovem consegue entregar isso sem pagar um preço emocional e técnico no caminho.

    O problema nunca foi o talento  :

    Se existe um erro recorrente na análise do futebol moderno, é achar que talento se sustenta sozinho. Não se sustenta.
    Talento precisa de contexto, confiança, sequência e paciência. Endrick vai dar certo. Mas o processo dele será mais longo, mais silencioso e menos linear. Estêvão, por sua vez, colhe hoje algo que Endrick não teve tempo de viver: ambiente favorável para a sua evolução.

    No fim, o Palmeiras não errou em nenhuma das vendas. Evoluiu. E isso diz muito sobre o clube, sobre sua base e sobre a maturidade de entender que formar jogadores também é saber quando soltar.

    O tempo vai colocar cada um no seu lugar. E a história, como sempre, será mais justa do que a expectativa do presente.

  • Palmeiras Feminino faz história e conquista segundo troféu em 2025

    Palmeiras Feminino faz história e conquista segundo troféu em 2025

    No último domingo (14), no Estádio do Canindé, o time feminino do Palmeiras foi campeão estadual após vencer o Corinthians por 5 a 2 no agregado dos dois jogos. O verdão, que já havia ganho a Copa do Brasil em 2025, vence seu segundo título no ano e o quarto paulista de sua história.

    O Palmeiras chegou à final do Campeonato Paulista depois de ter ficado em segundo lugar na primeira fase com 30 pontos e ter eliminado a Ferroviária na semifinal, na final as alviverdes golearam o Corinthians por 5 a 1 no jogo da ida e perderam por 1 a 0 na volta. Já na Copa do Brasil o verdão passou por Avaí/Kindermann, América Mineiro, Sport, São Paulo e Ferroviária para ser campeões.

    Palmeiras comemora o título da Copa do Brasil.
    Legenda: Reprodução/Agência Esporte

    Os principais destaques da equipe treinada por Rosana Augusto foram Brena, Amanda Gutierres e Tainá Maranhão, todas importantes também para a seleção brasileira.

    Expectativas para 2026

    Com esses títulos, o Palmeiras garantiu vaga na próxima edição da Supercopa, da Copa do Brasil e da Libertadores, além de ter se mantido na primeira divisão do Brasileirão. O clube, que tem aumentado o investimento no futebol feminino nos últimos anos, tem grandes chances de conquistar ao menos um título em 2026.

    Hegemonia dos times paulistas

    Os clubes paulistas dominam o futebol feminino no Brasil desde sua criação, e essa predominância se acentuou nos últimos anos. No Brasileirão, o último clube não paulista a vencer o campeonato foi o Flamengo, em 2016, de lá pra cá, Santos e Ferroviária levaram um título cada e o Corinthians foi heptacampeão.

    E essa predominância acontece também em todo o continente, das 17 edições da Libertadores, o título ficou no Brasil em 14, todas com os times paulistas, principalmente com Corinthians (seis títulos) e São José (três títulos). O timão agora representará a CONMEBOL na Copa dos Campeões Feminina, competição equivalente ao Intercontinental.

    Taça da Libertadores Feminina.
    Foto: Divulgação/ Libertadores