Tag: palmeiras

  • Marlon Freitas deixa o Botafogo e é o novo reforço do Palmeiras para 2026

    Marlon Freitas deixa o Botafogo e é o novo reforço do Palmeiras para 2026

    Meio-campista de 30 anos assinou por três temporadas com o Verdão, que investiu cerca de 6 milhões de dólares para contar com o jogador.

    O Palmeiras anunciou na manhã deste domingo (04) o seu primeiro reforço para a temporada de 2026: Marlon Freitas. O meio-campista, que foi um dos pilares do Botafogo nos últimos anos, chega à Academia de Futebol com contrato válido por três temporadas.

    A negociação entre os clubes foi rápida e objetiva. O Verdão desembolsou aproximadamente 6 milhões de dólares (cerca de R$ 33 milhões na cotação atual) para adquirir 90% dos direitos econômicos do atleta.

    “Casamento que já deu certo”

    Em suas primeiras palavras como jogador do Palmeiras, Marlon Freitas demonstrou entusiasmo e confiança:

    “Primeiro é agradecer a Deus pela oportunidade, por tudo o que Ele tem feito na minha vida. É uma oportunidade gigantesca na minha carreira, estou muito feliz de estar aqui e fazer parte da Família Palmeiras. Tenho convicção de que esse casamento já deu certo, tenho certeza que vai ser um ano vitorioso para nós.”

    Trajetória e concorrência

    Marlon Freitas, de 30 anos, estava no Botafogo há três temporadas, onde construiu uma relação de identificação com o clube, apesar de um desgaste com parte da torcida durante o processo de saída. Além do Glorioso, o jogador acumula passagens por Fluminense, Criciúma e Atlético Goianiense.

    No elenco comandado por Abel Ferreira, o novo reforço chega para acirrar a disputa no meio-campo, setor que atualmente conta com nomes como Lucas Evangelista e Andreas Pereira. A contratação visa manter o nível de competitividade do Palmeiras, que segue buscando títulos em todas as frentes que disputa.

  • Entre o orgulho e a frustração: o sentimento do torcedor do Palmeiras ao fim da temporada  

    Entre o orgulho e a frustração: o sentimento do torcedor do Palmeiras ao fim da temporada  

    Ser torcedor do Palmeiras nunca foi simples. E talvez por isso também nunca tenha sido morno. A temporada de 2025 chegou ao fim e, junto com ela, veio um sentimento que o palmeirense conhece bem: uma mistura difícil de explicar entre orgulho e frustração.

    Orgulho porque o Palmeiras segue competitivo. Está sempre disputando, chegando, incomodando. Em um futebol brasileiro marcado por instabilidade, trocas constantes e projetos frágeis, o Verdão continua firme, organizado e presente nas decisões. Isso não é pouco. Isso não pode ser ignorado.

    Mas a frustração existe. E ela é legítima.

    Chegar perto e não conquistar dói. Bater na trave cansa. O torcedor sente porque se acostumou a ganhar, tanto que no jogo da final da Libertadores, vi meus dois sobrinhos indignados que o Palmeiras havia perdido, as crianças que vem de uma era vencedora do Palmeiras não estão habituados a perder, e como disse meu irmão Patrick o jogo seria de uma bola só, e foi. A régua mudou. O Palmeiras elevou o próprio nível nos últimos anos, e hoje não basta apenas competir. A expectativa é vencer. Sempre!

    Não é ingratidão. É consequência de um ciclo vencedor.

    Ao longo da temporada, o time mostrou entrega, intensidade e competitividade. Também mostrou limites. Em alguns momentos faltou ousadia, em outros precisão, em outros talvez repertório. E quando o último jogo acaba, a pergunta surge naturalmente na cabeça do torcedor: o que faltou para ir além?

    Ainda assim, existe algo que sustenta o orgulho. O Palmeiras não perdeu sua identidade. Continuou brigando até o fim, valorizando sua base, revelando talentos, mantendo um projeto claro. Não houve terra arrasada, nem sensação de fracasso total. Houve disputa. Houve entrega.

    A frustração não vem da incompetência. Vem da expectativa.

    Hoje, o torcedor do Palmeiras cobra porque sabe que dá mais. Cobra porque viu o clube se tornar protagonista. Cobra porque aprendeu que é possível disputar todos os títulos. E quem prova esse gosto não aceita facilmente dar um passo atrás.

    O desafio agora é equilíbrio. Reconhecer o que foi construído sem aceitar acomodação. Aplaudir o projeto sem fechar os olhos para os ajustes necessários. Apoiar o time sem deixar de exigir evolução.

    Talvez esse seja o momento mais maduro do torcedor palmeirense: entender que orgulho e cobrança não são opostos. Eles caminham juntos quando o clube está em alto nível.

    Ser palmeirense hoje é exatamente isso.
    Sentir orgulho de torcer para um clube forte, estruturado e respeitado.
    E, ao mesmo tempo, carregar a frustração de quem acredita que ainda dá para ir além.

    No fim das contas, esse incômodo é um sinal positivo.
    Só se cobra assim quem está acostumado a disputar tudo.

    O Palmeiras segue grande, e forte para próxima temporada. E o torcedor segue esperando mais, como sempre.

  • Palmeiras fica perto de anunciar Marlon Freitas, após volante abrir mão de percentual

    Palmeiras fica perto de anunciar Marlon Freitas, após volante abrir mão de percentual

    A negociação entre Palmeiras, Botafogo e Marlon Freitas está prestes a ser finalizada e com um desfecho positivo para o clube paulista. O volante decidiu abrir mão do próprio percentual sobre seus direitos econômicos e com isso, a negociação deu andamento. Atualmente, os clubes estão no estágio de troca de documentos para que a transferência seja finalizada.

    A divisão dos direitos econômicos do atleta de 90% do Botafogo e 10% do próprio Marlon Freitas. Inicialmente, volante já havia aberto mão do seu percentual para adiantar a transação, porém o jogador decidiu voltar atrás nos últimos dias e cobrou os valores correspondentes do Glorioso.

    Com isso, a quantia que seria de Marlon Freitas será enviada aos cofres do Botafogo. O Palmeiras irá adquirir todos os direitos de Marlon Freitas por 6 milhões de euros (aproximadamente R$ 33 milhões). O contrato será válido por três anos.

    Marlon Freitas chegou ao Botafogo em janeiro de 2023, tornando-se peça fundamental na equipe e assumindo a braçadeira de capitão.

  • Interesse na SAF do Vasco recoloca família Lamacchia no centro das conversas

    Interesse na SAF do Vasco recoloca família Lamacchia no centro das conversas

    O interesse do empresário Marcos Faria Lamacchia na compra da SAF do Vasco da Gama abre um novo capítulo na relação entre o presidente Pedrinho e a família ligada à Crefisa, quase dois anos depois de uma negociação que não avançou pelo controle do futebol do clube.

    Empresário atua de forma independente no setor financeiro

    Com carreira própria no mercado de investimentos, Marcos é filho de José Lamacchia, controlador da Crefisa ao lado de Leila Pereira, atual presidente do Palmeiras. Pelo lado materno, integra uma família tradicional do sistema bancário brasileiro, sendo neto do fundador dos bancos Real e Alfa.

    A movimentação ocorre após a tentativa frustrada de José Lamacchia de adquirir a SAF vascaína junto à 777 Partners, então responsável pelo futebol cruz-maltino. Na ocasião, a proposta girava em torno de US$ 110 milhões, mas desacordos quanto à estrutura de pagamento impediram a conclusão do negócio.

    Ruído político e debate sobre conflito esfriaram tratativas anteriores

    Além das divergências contratuais, a associação da negociação ao nome da Crefisa gerou repercussões externas. Grupos de oposição no Palmeiras passaram a questionar um possível conflito de interesses envolvendo Leila Pereira, o que contribuiu para a desistência definitiva do banqueiro.

    Até o momento, não há confirmação oficial das partes sobre a nova negociação. Ainda assim, Pedrinho já havia sinalizado publicamente a proximidade com a família Lamacchia após o Vasco reassumir o controle do futebol da 777.

    “Tenho uma relação de amizade muito próxima com o Sr. José Lamacchia. A Leila é uma referência em gestão esportiva. Ele demonstra grande interesse em contribuir com o Vasco, e a Crefisa tem credibilidade no mercado” — declarou o presidente.

    Presidente do Vasco, Pedrinho, no estádio do Corinthians. Foto: AGIF

    Histórico recente inclui impasses e reaproximação financeira

    Durante o processo eleitoral do clube associativo, houve conversas para a venda dos naming rights de São Januário, que acabaram não se concretizando e provocaram um distanciamento temporário entre as partes.

    A reaproximação ocorreu em outubro, quando o Vasco firmou um acordo de financiamento de R$ 80 milhões com a Crefisa, destinado ao custeio de despesas operacionais, como folha salarial, fornecedores e compromissos trabalhistas e fiscais. Embora outras instituições tenham participado do processo, o clube avaliou como mais vantajosas as condições apresentadas pela empresa.

  • Endrick e Estêvão: duas joias do Palmeiras, dois caminhos diferentes na Europa.

    Endrick e Estêvão: duas joias do Palmeiras, dois caminhos diferentes na Europa.

    Eu sendo uma torcedora nascida nos anos 90, tenho parado para observar como a base tem se movimentado atualmente no futebol brasileiro, uma maneira mais forte mais vívida do que há tempos atrás, e me arrisco a dizer que o Palmeiras viveu, em um curto período de tempo, algo que poucos clubes conseguem repetir: revelou dois talentos geracionais e os vendeu para o futebol europeu ainda adolescentes.

    Endrick e Estêvão saíram da mesma base, vestiram a mesma camisa e carregaram expectativas parecidas. Ainda assim, hoje vivem momentos bem distintos fora do Brasil.

    Enquanto Estêvão parece chegar ao futebol europeu com impacto, confiança e protagonismo, Endrick ainda luta por espaço, minutos e afirmação. A pergunta que surge é inevitável: o que explica essa diferença tão gritante? E a resposta passa por vários aspectos menos pelo talento, porque ambos têm de sobra, essa diferença vale muito mais pelo contexto geral de cada transferência.

    Endrick: talento geracional em um ambiente sem margem para erro  

    Quando Endrick foi negociado com o Real Madrid, o Palmeiras e o mercado sabiam exatamente o que estava em jogo. Não era apenas uma venda histórica, mas a transferência de um jogador com rótulo de fenômeno antes mesmo de completar 18 anos. O problema é que o Real Madrid não é um ambiente de adaptação lenta.

    Endrick chegou a um elenco estrelado, competitivo, que briga por Champions League todos os anos e onde cada minuto em campo precisa ser justificado. Diferente do Palmeiras, onde ele tinha liberdade para errar, aprender e crescer, na Europa cada oscilação vira pauta, cada jogo sem gol vira cobrança.

    Além disso, há a questão tática. Endrick não atua exatamente da mesma forma que atuava no Brasil. Seu papel mudou, sua leitura de jogo precisou se adaptar e, sem sequência, o processo se torna ainda mais difícil. Isso não significa que Endrick esteja mal. Significa que ele está em um clube que não permite construção.

    Estêvão: tempo, protagonismo e um processo mais protegido  :

    Já o caminho de Estêvão foi diferente desde o início, o Palmeiras, claramente mais experiente após o caso Endrick, segurou o jogador por mais tempo, deu protagonismo real e permitiu que ele amadurecesse dentro de campo antes da saída. Estêvão não foi apenas promessa, ele foi protagonista.

    Quando a venda ao Chelsea foi confirmada, Estêvão já havia vivido pressão, jogos grandes, decisões e momentos ruins também. Ele saiu mais pronto emocionalmente, taticamente e mentalmente. Até mesmo já havia marcado gol contra o Chelsea no Mundial de clubes com sua contratação já acertada para o time. Foi respeitoso com a torcida adversária no momento, e hoje caiu no gosto da torcida que já até fizeram um cântico para o jovem jogador.

    O impacto imediato que vemos hoje não acontece por acaso. Ele é reflexo de um processo melhor conduzido, com menos ansiedade e mais clareza de função.
    Estêvão não é mais talentoso que Endrick. Ele apenas chegou mais preparado para o choque europeu.

    Comparar não é diminuir, é entender processos  :

    Existe uma tentação grande em comparar Endrick e Estêvão como se um estivesse “dando certo” e o outro não. Essa leitura é rasa e injusta.

    “Endrick saiu no tempo do mercado, Estêvão saiu no tempo do jogador.”

    O Palmeiras aprendeu com a primeira grande venda e ajustou o processo na segunda. Isso não invalida Endrick, nem transforma Estêvão em um caso isolado de sucesso. São trajetórias diferentes, com exigências diferentes.

    O futebol europeu, especialmente no ataque, cobra impacto imediato. E nem todo talento jovem consegue entregar isso sem pagar um preço emocional e técnico no caminho.

    O problema nunca foi o talento  :

    Se existe um erro recorrente na análise do futebol moderno, é achar que talento se sustenta sozinho. Não se sustenta.
    Talento precisa de contexto, confiança, sequência e paciência. Endrick vai dar certo. Mas o processo dele será mais longo, mais silencioso e menos linear. Estêvão, por sua vez, colhe hoje algo que Endrick não teve tempo de viver: ambiente favorável para a sua evolução.

    No fim, o Palmeiras não errou em nenhuma das vendas. Evoluiu. E isso diz muito sobre o clube, sobre sua base e sobre a maturidade de entender que formar jogadores também é saber quando soltar.

    O tempo vai colocar cada um no seu lugar. E a história, como sempre, será mais justa do que a expectativa do presente.

  • Palmeiras Feminino faz história e conquista segundo troféu em 2025

    Palmeiras Feminino faz história e conquista segundo troféu em 2025

    No último domingo (14), no Estádio do Canindé, o time feminino do Palmeiras foi campeão estadual após vencer o Corinthians por 5 a 2 no agregado dos dois jogos. O verdão, que já havia ganho a Copa do Brasil em 2025, vence seu segundo título no ano e o quarto paulista de sua história.

    O Palmeiras chegou à final do Campeonato Paulista depois de ter ficado em segundo lugar na primeira fase com 30 pontos e ter eliminado a Ferroviária na semifinal, na final as alviverdes golearam o Corinthians por 5 a 1 no jogo da ida e perderam por 1 a 0 na volta. Já na Copa do Brasil o verdão passou por Avaí/Kindermann, América Mineiro, Sport, São Paulo e Ferroviária para ser campeões.

    Palmeiras comemora o título da Copa do Brasil.
    Legenda: Reprodução/Agência Esporte

    Os principais destaques da equipe treinada por Rosana Augusto foram Brena, Amanda Gutierres e Tainá Maranhão, todas importantes também para a seleção brasileira.

    Expectativas para 2026

    Com esses títulos, o Palmeiras garantiu vaga na próxima edição da Supercopa, da Copa do Brasil e da Libertadores, além de ter se mantido na primeira divisão do Brasileirão. O clube, que tem aumentado o investimento no futebol feminino nos últimos anos, tem grandes chances de conquistar ao menos um título em 2026.

    Hegemonia dos times paulistas

    Os clubes paulistas dominam o futebol feminino no Brasil desde sua criação, e essa predominância se acentuou nos últimos anos. No Brasileirão, o último clube não paulista a vencer o campeonato foi o Flamengo, em 2016, de lá pra cá, Santos e Ferroviária levaram um título cada e o Corinthians foi heptacampeão.

    E essa predominância acontece também em todo o continente, das 17 edições da Libertadores, o título ficou no Brasil em 14, todas com os times paulistas, principalmente com Corinthians (seis títulos) e São José (três títulos). O timão agora representará a CONMEBOL na Copa dos Campeões Feminina, competição equivalente ao Intercontinental.

    Taça da Libertadores Feminina.
    Foto: Divulgação/ Libertadores
  • Palmeiras confirma renovação de Abel Ferreira e novo vínculo será válido até o final de 2027

    Palmeiras confirma renovação de Abel Ferreira e novo vínculo será válido até o final de 2027

    Após muito tempo de espera, o Palmeiras formalizou nesta quarta-feira (10/12), a renovação contratual do técnico Abel Ferreira, que permanecerá no comando do clube até dezembro de 2027.

    Há seis temporadas à frente do Verdão, o português já estava com a permanência encaminhada ao longo dos últimos meses, precisando apenas de uma assinatura do novo contrato. Anteriormente, Abel chegou a sinalizar à presidente do Palmeiras, Leila Pereira, que seguiria no clube, confirmando publicamente sua decisão em novembro, às vésperas da final da Libertadores contra o Flamengo.

    O treinador português sempre deixou claro o carinho pelo clube e a adaptação da sua família, sendo os principais motivos para o desejo de permanecer no Brasil, além da reformulação do elenco, que agora tem sua “marca”.

    “Ao longo destes cinco anos aqui, fui me identificando com os valores e com os princípios do clube. Para mim, o Palmeiras é um estilo de vida e é uma forma de viver e estar. Sou um treinador de projetos e de relações e foi uma decisão que tomei também em família. Conversamos muito ao longo do ano e a presidente Leila sempre manifestou interesse na continuidade, na estabilidade e na consistência do projeto. Após a derrota para o Corinthians pela Copa do Brasil, a líder do projeto reiterou a confiança no trabalho e isso é difícil de encontrar no futebol de hoje. Foi um dos momentos mais difíceis da temporada e isso me marcou muito”, comentou Abel Ferreira ao site oficial do Verdão.

    “Preferi não assinar na época, mas dei a minha palavra de que seguiríamos juntos. Uma equipe como o Palmeiras só se alimenta de títulos e aqui dentro sabemos o que queremos, sabemos onde estamos, onde queremos ir e com quem queremos ir. Quem faz o Palmeiras são as pessoas, e fazemos tudo pela alma do clube, que são os torcedores. Estou onde querem que eu esteja, estou onde quero estar, estou onde me valorizam e quero ganhar sempre. Tenho certeza de que as lições de 2025 vão nos ajudar muito a ganhar em 2026”, declarou o português.

    Com cinco anos de clube, Abel conquistou dez títulos no total, tentando desde o ano passado se isolar como o maior campeão entre técnicos na história do Verdão.

    Atualmente, o português divide este posto com Oswaldo Brandão, disputando nos últimos meses os títulos do Paulistão 2025, Libertadores e os vice-campeonato do Brasileirão 2024 e 2025, terminando todos os na segunda posição.

    É importante relembrar que esta foi a primeira temporada em que Abel não conquistou ao menos um troféu pelo Palmeiras. Mas este detalhe não se tornou um problema para que seu vínculo com o time alviverde fosse encerrado.

    “É um sentimento de orgulho, gratidão e responsabilidade. Gratidão porque o Palmeiras me ajudou muito a crescer como treinador. Um clube gigante como o Palmeiras, que luta por títulos, deu a oportunidade a um jovem treinador, apostou em mim, e hoje tenho um outro prestígio internacional. Não posso deixar de dizer também da paixão dos nossos torcedores, do carinho que recebo em cada região do país, oferecendo-me doces típicos, terços e um monte de coisas para agradecer o meu trabalho”, explicou os motivos de sua ligação com o Verdão.

    “É um sentimento de orgulho, gratidão e responsabilidade. Gratidão porque o Palmeiras me ajudou muito a crescer como treinador. Um clube gigante como o Palmeiras, que luta por títulos, deu a oportunidade a um jovem treinador, apostou em mim, e hoje tenho um outro prestígio internacional. Não posso deixar de dizer também da paixão dos nossos torcedores, do carinho que recebo em cada região do país, oferecendo-me doces típicos, terços e um monte de coisas para agradecer o meu trabalho”, finalizou o português.

  • Palmeiras vence o Atlético-MG fora de casa, mas fica com o vice novamente

    Palmeiras vence o Atlético-MG fora de casa, mas fica com o vice novamente

    O Palmeiras tentou manter viva a esperança de conquistar o título do Campeonato Brasileiro e foi para cima do Atlético-MG na noite desta quarta-feira (03/12), vencendo o duelo disputado na Arena MRV, por 3 a 0. Os gols de Luighi, Allan e Flaco López não foram suficientes para evitar o segundo vice do time paulista em apenas quatro dias de diferença.

    Já a torcida do Galo não ficou contente com o desempenho do time no campeonato nacional, além da perda do título da Sul-Americana em novembro.

    O primeiro tempo foi marcado pelos erros de marcação do Atlético, que viu o Palmeiras empolgado ofensivamente. Assim que a bola rolou, Vitor Roque conseguiu balançar as redes, mas a jogada foi impugnada pela arbitragem que assinalava impedimento, mas está seria apenas uma amostra do que estava por vir.

    Aos oito minutos, a defesa do Galo errou novamente na hora do recuo e Vitor Roque aproveitou para chutar em cima de Everson. Na sobra, Flaco Lopez consegue pegar e abrir o placar, 1 a 0. O Atlético teve a chance de empatar durante uma cobrança de escanteio de Scarpa, mas foi o Palmeiras que conseguiu ampliar o placar, após Arana errar e Allan bater com força, 2 a 0.

    Desesperado por está perdendo em casa, o time de Jorge Sampaoli ainda arriscou com Igor Gomes e Rony em duas oportunidades, mas sem acertar a direção. Um fator positivo para o Galo aconteceu aos 43 minutos da etapa inicial, quando Piquerez foi expulso, após a revisão do VAR, por uma entrada dura em Saravia, mas foi para o intervalo com uma derrota parcial.

    O segundo tempo do Atlético foi melhor, principalmente por ter uma vantagem numérica, mas desperdiçou com Dudu e Arana, todas defendidas pelo goleiro Carlos Miguel. Reserva, Hulk entrou na etapa final, mas não conseguiu superar o goleiro do Verdão, assim como Scarpa, que carimbou a trave. O Galo chegou a balançar as redes aos 29 minutos, mas o gol foi anulado após o VAR apontar um toque de mão de Rony.

    Para a tristeza da torcida atleticana, Luighi conseguiu ampliar o placar aos 36 minutos da etapa final e quase marcando outro gol na sequência, mas acertou a trave, finalizando a partida com vitória do Palmeiras por 3 a 0 fora de casa, sobre o Atlético.

  • Palmeiras reforça interesse em Gabriel Jesus para 2026, com incerteza no Arsenal

    Palmeiras reforça interesse em Gabriel Jesus para 2026, com incerteza no Arsenal

    O atacante Gabriel Jesus vive um dos momentos mais indefinidos de sua passagem pelo Arsenal. Nesse cenário, o Palmeiras surge como principal interessado para repatriá-lo.

    As lesões recentes e a dificuldade em manter sequência de jogos têm provocado preocupação na diretoria londrina, que já admite a possibilidade de negociar o jogador no próximo mercado.

    Leia também:

    A recuperação física do brasileiro está em andamento, e o clube espera que ele esteja apto a voltar aos gramados em breve.

    Ainda assim, internamente há dúvidas sobre sua continuidade, especialmente pelo impacto das lesões no desempenho.

    Gabriel Jesus vai voltar para o Palmeiras?

    Mesmo com as incertezas, os Gunners não pretende se desfazer do atacante por valores baixos. O clube acredita que o jogador continua sendo de alto nível e que pode render dinheiro.

    O Verdão acompanha a situação e entende que o retorno do jogador teria enorme impacto técnico e emocional.

    Gabriel Jesus pode deixar o Arsenal e voltar ao Palmeiras em 2026
    Gabriel Jesus corre para comemorar gol pelo Arsenal – Foto: Reprodução/Instagram

    Além disso, Gabriel Jesus considera que voltar ao alviverde poderia ajudá-lo a recuperar espaço no cenário nacional e a sonhar novamente com convocações para a Seleção Brasileira.

    Obstáculos para volta de Gabriel Jesus:

    O grande desafio, porém, é financeiro. O atacante recebe cerca de R$ 1,9 milhão por semana, cifra inviável para padrões do futebol brasileiro. Para viabilizar um acordo, seriam necessários:

    • Redução substancial do salário
    • Participação do Arsenal para dividir vencimentos
    • Estruturação de um contrato com gatilhos e metas

    Apesar dos obstáculos, a prioridade dada a Palmeiras e o momento de indefinição no Arsenal deixam o cenário aberto. Os próximos movimentos do clube inglês determinarão se o sonho alviverde pode, de fato, se transformar em negociação concreta

  • Brasil já tem 7 classificados para a Libertadores de 2026

    Brasil já tem 7 classificados para a Libertadores de 2026

    Os últimos a garantirem a vaga foram Bahia e Fluminense.

    A derrota do São Paulo para o Fluminense, nesta quinta-feira (27), tirou as chances do time alcançar o G7 do Brasileirão, o que selou a classificação de Fluminense e Bahia para a Libertadores do próximo ano. O tricolor paulista, em oitavo lugar, possui 48 pontos e pode pontuar no máximo 54, menos do que o sétimo colocado Bahia, com 56. Flamengo, Palmeiras, Cruzeiro, Mirassol e Botafogo já estavam classificados.

    Como o título da Libertadores ficará com Flamengo ou Palmeiras, que ocupam as duas primeiras posições da liga, teremos sete vagas ao invés de seis, podendo ampliar para oito dependendo do campeão da Copa do Brasil. Os dois últimos classificados vão para a segunda fase da pré-liberta, enquanto os outros vão direto para a fase de grupos.

    A oitava vaga

    O campeão da Copa do Brasil também consegue vaga direta na Libertadores, e restam na competição apenas Cruzeiro, Corinthians, Vasco e Fluminense. Cruzeiro e Fluminense estão no G7, e, em caso de um título de um dos dois, o oitavo lugar do Brasileirão fica com uma vaga na pré. A possível vaga hoje está com o São Paulo, mas os torcedores de Grêmio, Bragantino, Corinthians e Atlético Mineiro também estão de olho na situação.

    Jogadores do Cruzeiro comemoram gol pela Copa do Brasil.
    Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

    Novos protagonistas

    O Mirassol conseguiu se classificar e e será estreante na Libertadores do ano que vem. Além disso, o bicampeão Cruzeiro retorna a competição depois de seis anos, junto com Bahia, que vai para sua quinta edição e Botafogo, que jogará a Libertadores pela oitava vez em sua história.

    Guilherme Marques comemorando gol pelo Mirassol.
    Foto: Douglas Moreti/Agência F8/Estadão