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  • Palmeiras se assume liderança de ranking de times brasileiros com mais finais de Libertadores; confira

    Palmeiras se assume liderança de ranking de times brasileiros com mais finais de Libertadores; confira

    O Palmeiras conseguiu mais uma vez fazer história na Conmebol Libertadores após conseguir reverter o placar agregado contra a LDU e vencer por 4 a 0, na noite desta quinta-feira (30/10), no Allianz Parque, em São Paulo. Com gols de Sosa, Bruno Fuchs e Raphael Veiga (2x), o Verdão irá para sua sétima final, tornando-se o clube brasileiro que mais participou de decisões da competição continental.

    Após uma derrota preocupante no jogo de ida por 3 a 0, em Quito, o time de Abel Ferreira decidiu surpreender o adversário e empurrado pelos quase 40 mil torcedores presentes no estádio, reverteram o placar e classificaram diretamente para a decisão, onde enfrentará outro “bicho-papão” brasileiro, o Flamengo.

    Além da vaga na final, está vitória fez o Palmeiras superar o São Paulo em números de participações em decisões do torneio, com o Verdão agora com sete e o Tricolor Paulista estacionado com seis finais.

    • Finais do Palmeiras na Libertadores: 1961, 1968, 1999, 2000, 2020, 2021 e 2025.

    Em duas decisões na década de 1960, o Palmeiras foi derrotado em ambas, a primeira para o Peñarol-URU em 1961 e a outra para o Estudiante-ARG, no ano de 1968.

    O time paulista passou alguns perrengues e só voltou para uma final em 1999, quando enfim conquistou seu primeiro título, diante do Deportivo Cali-COL. No ano seguinte, mas uma decisão, mas desta vez perdeu para o Boca Juniors.

    Enfim chegou a “Era Abel”, tornando-se uma potência sul-americana e conquistando o bicampeonato consecutivo em 2020 e 2021, derrotando Santos e Flamengo, respectivamente, nas finais.

    Agora, os times reeditaram a final de 2021, com Abel Ferreira desejando repetir o mesmo final ao levantar o título e fincar de vez seu nome na história do clube alviverde. O jogo será disputado no dia 29 de novembro, no Estádio Monumental, em Lima (PER).

    Brasileiros em finais da Libertadores

    • Palmeiras: 7 finais (três títulos)
    • São Paulo: 6 finais (três títulos)
    • Flamengo: 5 finais (três títulos)
    • Grêmio: 5 finais (três títulos)
    • Santos: 5 finais (três títulos)
    • Cruzeiro: 4 finais (dois títulos)
    • Internacional: 3 finais (dois títulos)
    • Fluminense: 2 finais (um título)
    • Atlético-MG: 2 finais (um título)
    • Athletico-PR: 2 finais (nenhum título)
    • Corinthians: 1 final (um título)
    • Vasco: 1 final (um título)
    • Botafogo: 1 final (um título)
    • São Caetano: 1 final (nenhum título)
  • Palmeiras opera milagre no Allianz Parque, goleia a LDU e está na final da Libertadores 2025

    Palmeiras opera milagre no Allianz Parque, goleia a LDU e está na final da Libertadores 2025

    Abel Ferreira falou e cumpriu: o Palmeiras está na final da Conmebol Libertadores 2025! Na noite desta quinta-feira (30/10), o Verdão conseguiu o alcançar o impossível e venceu a LDU por 4 a 0, gols de Ramon Sosa, Bruno Fuchs e Rafael Veiga em duas oportunidades, diante de um Allianz Parque lotado, pelo jogo de volta da semifinal do torneio.

    Após reverter o placar agregado e se garantir na decisão, o Verdão irá reeditar a final da Libertadores de 2021 e sonha em repetir o final da história, quando conquistou o título ao fim da partida.

    Como foi a partida?

    Precisando voar em campo para conseguir um resultado positivo, o Palmeiras dominou o primeiro tempo e oprimiu o ataque da LDU com saídas rápidas de bola, sem chances para o adversário.

    Buscando manter o “pacto” de um título por ano, Abel Ferreira decidiu arriscar e meteu uma escalação ofensiva, afinal eram necessários quatro gols para conseguir chegar na decisão e logo pressionou o time equatoriano em campo de defesa.

    O Verdão pressionou e até perdeu algumas chances antes de Allan encontrar Sosa sozinho na área, que cabeceou em direção ao gol de Domínguez, abrindo o placar aos 19 minutos, 1 a 0.

    A torcida foi à loucura e permaneceu animada empurrando seu time do coração. Ainda com uma boa vantagem, a LDU tentava apenas controlar as bolas mandadas para sua área, mas sem sucesso já que o adversário conseguia roubar rapidamente e armar um contra-ataque, o que foi fatal.

    Aos 49 minutos da etapa final, após uma jogada ensaiada, Sosa levanta a bola na área em direção a Vitor Roque, que apenas resvala na pelota e Bruno Fuchs na área, decide deixar de ser um zagueiro e transforma-se em um centroavante letal, chutando com força e ampliando o placar, 2 a 0, permanecendo este mesmo antes do intervalo.

    Faltavam mais 45 minutos de jogos e dois gols para o Palmeiras respirar aliviado e garantido na final. A LDU sentiu a pressão do caldeirão que transformou-se o Allianz Parque e viu o adversário novamente se manter na frente para encontrar o gol que levaria a partida para as penalidades.

    Precisando dar mais ritmo a equipe, Abel Ferreira sacou Mauricio e decidiu colocar seu “coringa” em campo e quatro minutos após sua entrada, Raphael Veiga marcou o terceiro gol do Palmeiras. O meia lançou Vitor Roque em direção à área e correu para receber, dominando e finalizando então, balançando as redes de Domínguez, que nada pôde fazer.

    O time equatoriano levou um banho de água fria e não tinha mais forças nem para armar um ataque e nem se manter firme na defesa, piorando sua situação aos 32 minutos, quando Allan é derrubado dentro da área por Gruezo, pênalti para o Palmeiras. Na cobrança, Veiga novamente toma a responsabilidade, bate no meio e marca, 4 a 0, placar que garantia a vaga do Verdão na decisão.

    Os minutos finais os dois times diminuíram o ritmo e parecem ter aceitado o resultado parcial, a LDU na verdade nem se esforçou na partida. Placar final, vitória do Palmeiras, que está classificado para a final da Conmebol Libertadores e buscará o tetra diante do Flamengo.

    Data da final

    • 29 de novembro (sábado), em Lima, no Peru.

    Premiações

    • Vice-campeão: US$ 7 milhões (R$ 39,7 milhões)
    • Campeão: US$ 24 milhões (R$ 136 milhões)
  • Camisa de torcida organizada: símbolos, estilos e polêmicas

    Camisa de torcida organizada: símbolos, estilos e polêmicas

    Você sabia que, no Brasil, as camisas das torcidas organizadas são quase tão representativas quanto os clubes em si? Se acha que se trata apenas de camisetas com logos e cores, prepare-se para explorar um mundo de símbolos, estilos e controvérsias que ultrapassam o fenômeno em volta do futebol.

    Símbolos que narram histórias

    Flamengo, emprega punhos cerrados e as cores vermelha e preta como emblema de resistência e paixão. Por outro lado, a Dragões da Real, do São Paulo, exibe um dragão como símbolo de força, união e coragem. Esses símbolos vão além de meramente decorativos! Eles procuram representar uma identidade coletiva, narrativas de conquistas, manifestações e tradições que perduram ao longo das gerações.

    Além desses detalhes, muitos destes grupos incorporam números, lemas ou datas nas camisas. «Mas qual o significado?» você pergunta. Normalmente, fazem referência a conquistas importantes do clube ou momentos marcantes da torcida. Isso faz com que, quando um torcedor veste essa camisa, ele esteja literalmente incorporando a história e a cultura da comunidade a que pertence.

    Trata-se também de uma linguagem visual: no estádio, você identifica imediatamente um membro da sua torcida pela vestimenta que ele possa usar.

    Influência da moda no estilo da torcida

    O estilo das camisas das torcidas organizadas vai além das arquibancadas e invade a moda que acompanhamos no dia a dia. Desde camisas oversized, até bonés, jaquetas e faixas. Todas estas peças passaram a ser itens habituais no streetwear, influenciando as coleções de marcas brasileiras como Resenha, Class e PACE.

    Cada peça de roupa é uma afirmação de identidade. Os jovens adotam esses estilos para demonstrar pertencimento, atitude e ligação cultural, evidenciando que o futebol transcende o campo — é também um fenômeno social e estético.

    Controvérsias que geram divisões de opinião

    As camisas das torcidas organizadas não estão livres de discussão. Certos símbolos podem ser entendidos como agressivos ou ameaçadores, principalmente aqueles que relembram conflitos históricos com grupos adversários. Em algumas situações, o uso dessas camisetas é limitado em estádios por motivos de segurança.

    A venda das camisas também causa controvérsia. Embora os próprios clubes celebrem a história e a cultura das torcidas que os apoiam – o que é normal, tendo em conta a forte ligação entre as duas entidades -, a venda de conteúdos da torcida e vestuário oficial do clube é geralmente feita de forma separada para não haver um entrosamento da torcida e do clube e das suas ações e vendas.

    Por outro lado, os torcedores podem também contestar a autenticidade das camisas, as mudanças nos designs que possam sair dos estatutos do clube, apoiando a manutenção de tradições nas redes sociais e em canais de comunicação do clube com os torcedores.

    Afinal de contas, não falamos de uma simples camisa

    Em essência, cada camisa pode transformar-se num ponto de discussão e debate cultural, evidenciando que torcer está ligado à identidade, à história e até à reflexão.

    O futebol brasileiro vai além de gols e triunfos: é uma paixão, uma manifestação cultural e um sentimento de pertencimento. E as camisas das torcidas organizadas representam perfeitamente essa complexidade.

    Usar uma camisa de torcida organizada vai além de simplesmente apoiar um clube. Significa adotar uma história, uma identidade e uma comunidade. No Brasil, essas camisetas se tornaram autênticos ícones culturais, entre símbolos que narram histórias, estilos que impactam a moda urbana e polêmicas que provocam discussões.

    Em última análise, cada camisa representa uma espécie de convite: não apenas para torcer, mas para se envolver em uma cultura vibrante, onde se pode expressar e compartilhar a paixão pelo futebol com milhares de outros fãs. E você, já decidiu a sua?

    Perguntas Frequentes (FAQS)

    O que é uma camisa de torcida organizada?

    É uma peça de vestuário identificadora de grupos de torcedores (organizadas), com símbolos, cores e logotipos próprios, que representam identidade e pertencimento.

    Por que as camisas têm símbolos próprios?

    Os símbolos representam história, valores e cultura da torcida. Ex.: Raça Rubro-Negra usa punhos cerrados; Dragões da Real usa dragão como símbolo de força e união.

    Como os estilos das camisas influenciam a moda?

    O streetwear urbano incorporou elementos das camisas de torcidas, como oversized, bonés, jaquetas e faixas, sendo usados como expressão de identidade.

    Quais são as polêmicas relacionadas com estas camisas?

    Alguns símbolos podem ser vistos como agressivos ou intimidatórios. Há debates sobre a comercialização, autenticidade dos designs e restrições em estádios por questões de segurança.

    As camisas têm influência cultural além do futebol?

    Sim. São ícones culturais que representam pertencimento, história, identidade e manifestações urbanas, influenciando moda e comportamento social.

  • Palpites e Onde Assistir: Palmeiras x LDU

    Palpites e Onde Assistir: Palmeiras x LDU

    Palmeiras em busca da virada histórica

    Análise do confronto:

    Palmeiras e LDU se enfrentam nesta quinta-feira, pela semifinal da Libertadores, às 21:30 hrs (horário de Brasília).

    Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:

    • ESPN
    • Disney+

    O Verdão tem um jogo duro pela frente. Derrotado por 3 a 0 no jogo de ida contra a própria LDU, o Palmeiras precisa vencer por 4 gols de diferença para se classificar. Caso vença por 3 gols, a decisão será nas penalidades. Esperamos um grande confronto na atual temporada, este é o maior desafio do time brasileiro. Jogando em casa e com o apoio da sua torcida, o jogo promete muita emoção.

    A LDU joga apenas por um empate, já que conquistou uma larga vantagem no jogo de ida, em Quito.

    Como vocês acham que o jogo vai ser?
    O Palmeiras atacando com força máxima e a LDU jogando no contra-ataque?
    Ou nada disso, será que a LDU também vai pra cima, mesmo com a vantagem?

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Mais de 1,5 gols
    Explicação: Esperamos um jogo aberto, com as duas equipes buscando a classificação. Portanto, acreditamos que há boas chances de gols.

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    Palpites para o jogo:

    Mercado: Mais de 11,5 escanteios
    Explicação: O Palmeiras precisa do resultado e é um time que chuta bastante de fora da área. Esperamos, portanto, um número elevado de escanteios.

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    Palpites para o jogo:

    Mercado: Vitor Roque marcar 1 gol a qualquer momento
    Explicação: Estamos falando do principal artilheiro do Palmeiras. Jogando em casa, há grandes chances de ele balançar as redes.

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    Mercado: Vitor Roque marcar 1 gol a qualquer momento
    Explicação: Estamos falando do principal artilheiro do Palmeiras. Jogando em casa, há grandes chances de ele balançar as redes.

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Mais de 0,5 gols no 1º tempo
    Explicação: Essa entrada será feita quando a linha bater 1.80. Se ela atingir essa odd no primeiro tempo, antes dos 20 minutos, faremos a entrada.

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  • Corinthians é denunciado no STJD e pode pagar até R$ 100 mil de multa

    Corinthians é denunciado no STJD e pode pagar até R$ 100 mil de multa

    O Corinthians foi oficialmente denunciado no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), pelos arremessos de objetos no gramado da Neo Química Arena, no dia 30 de julho, quando o clube enfrentou o Palmeiras no primeiro jogo das oitavas de final da Copa do Brasil.

    O Clube Alvinegro foi enquadrado no artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), devendo ser multado em até R$ 100 mil, caso seja considerado culpado.

    Na época, o árbitro Wilton Pereira Sampaio escreveu na súmula publicada no site da CBF, que houveram dois ocorridos durante a partida: lasers direcionados ao goleiro do Palmeiras, Weverton e arremessos de objetos na área técnica do Verdão.

    “Aos 46 minutos do primeiro tempo, a partida foi interrompida em virtude da utilização de equipamento laser, por parte da torcida mandante, que atingiu a visão do goleiro da equipe visitante. A administração do estádio seguiu o protocolo e o incidente cessou”, escreveu Wilton Pereira Sampaio.

    “Aos 39 minutos do segundo tempo, a partida foi paralisada em virtude do arremesso de diversos objetos, por parte da torcida mandante, em direção ao campo de jogo. Sendo eles isqueiros, cigarros eletrônicos e copos. Tais fatos ocorreram no local onde os atletas visitantes estavam em aquecimento, no banco de reservas e também na área técnica desta mesma equipe”, publicou o árbitro no documento.

    O artigo que o Corinthians poderá ser punido, prevê o pagamento de R$ 100 a R$ 100 mil aos clubes que falharam ao “tomar providências capazes de prevenir e reprimir: I — desordens em sua praça de desporto; II — invasão do campo ou local da disputa do evento desportivo; III — lançamento de objetos no campo ou local da disputa do evento desportivo”.

    É importante ressaltar que o Palmeiras também foi denunciado no artigo 206, por conta do atraso na volta do intervalo, podendo ser punido em R$ 1 mil por minuto de atraso, ou seja, como foram três, o valor pode chegar a R$ 3 mil.

    O julgamento ocorrerá na próxima sexta-feira, na sede do STJD, no Rio.

  • O Palmeiras e o destino da virada  

    O Palmeiras e o destino da virada  

    Nasci em 1993 e cresci ouvindo histórias sobre o Palmeiras, mas isso vocês já sabem!
    Uma das histórias que ouvi recentemente, através de uma chamada com meu pai, foi a da Libertadores de 1999.

    Confesso que, em junho daquele ano, eu tinha quase seis anos, e apesar de o meu pai me mandar fotos desse dia, eu era só uma pequena palestrina no meio da confusão palmeirense.

    Nessa foto, eu estava segurando a mão da minha mãe, grávida do próximo palmeirense da família (meu irmão Patrick), que vestia, assim como eu, a camisa verde com listras brancas da era Parmalat. Ao fundo, meu pai comemorava, batendo as mãos com as de um amigo.

    Ver aquela foto me trouxe uma sensação. É claro que eu não me lembro do jogo, mas pude sentir a emoção, aquele tipo de sentimento que não precisa de lembrança pra permanecer.

    Era o jogo de volta da Libertadores de 99.
    O Palmeiras tinha perdido o primeiro jogo da final para o Deportivo Cali, por 1 a 0.
    O time colombiano vinha confiante, mas o Verdão de Felipão era feito de aço.

    Na volta, no Parque Antártica lotado, Evair abriu o placar. Oséas fez o segundo. Zapata ainda empatou o agregado, mas o destino queria mais. Nos pênaltis, Marcos virou santo, e Euller cobrou o último com a serenidade de quem sabia que ali nascia algo eterno.

    Foi o primeiro título da Libertadores.
    O primeiro grito de “é campeão da América” da nossa história.

    O Allianz Parque e a fé em Abel  

    E agora, em 2025, a história parece se repetir.
    Só que, dessa vez, eu tô aqui pra contar a minha história, uma história que eu e meu pai vamos guardar na lembrança.

    E, claro, eu quero que seja uma lembrança feliz, pra que a atual geração da minha família continue a tradição daquelas que “não veem o Palmeiras perder”.

    Hoje, é o Bernardo, meu sobrinho de sete anos, quem corre pela sala vestindo o manto verde. Ele está crescendo numa era vencedora do Verdão, assim como eu e o pai dele crescemos.
    E quero que ele também herde esse sentimento de fé que passa de pai pra filho, de tia pra sobrinho, de geração em geração.

    Acreditamos no Abel, assim como meu pai acreditava no Felipão.
    Porque cada virada nasce da arquibancada, da emoção de quem canta e vibra:

    “O Palmeiras é o time da virada, o Palmeiras é time do amor, leleô, leleô.”

    Podem até duvidar, podem provocar, podem tentar nos diminuir.
    Mas enquanto houver um palmeirense cantando, gritando, empurrando o time, com o olhar atento pro gramado ou pra TV, cheio de esperança, o Palmeiras será gigante.

    De 1999 a 2025, de Marcos a Weverton, de Evair a Vitor Roque, de Felipão a Abel, a história é a mesma. A camisa pesa, o coração aguenta, a fé empurra.

    E se o destino quiser, 2025 pode ser mais um capítulo dessa eterna história de viradas.

    Que, mais uma vez, na nossa casa, nós possamos continuar a gritar e acreditar que o Palmeiras é o time da virada.

    E é nesse espírito que o palmeirense vai levar a Libertadores de 2025, como o próprio Abel disse: “uma noite mágica.”

    Avanti, Palestra!

  • Palmeiras x Cruzeiro empatam sem gols e mantêm briga acirrada pelo título do Brasileirão 2025

    Palmeiras x Cruzeiro empatam sem gols e mantêm briga acirrada pelo título do Brasileirão 2025

    As equipes se enfrentaram neste domingo (27), no Allianz Parque, pela 30ª rodada do Brasileirão.

    O Palmeiras recebeu o Cruzeiro no Allianz Parque, em São Paulo. O duelo entre o líder e o terceiro colocado foi equilibrado e intenso, mantendo a disputa pelo título aberta. Com o empate, o Palmeiras segue na liderança, com 62 pontos, uma à frente do Flamengo e cinco acima do Cruzeiro.

    Primeiro tempo marcado pelo equilíbrio e pelo Cruzeiro dominante

    O primeiro tempo foi truncado e de muita disputa física. O Cruzeiro teve mais posse de bola e criou as melhores chances com Matheus Pereira e Arroyo. A principal defesa da etapa inicial foi de Carlos Miguel, que salvou o Verdão em cobrança de falta perigosa de Matheus Pereira.

    Foto Marcos Ribolli

    Polêmica do VAR no primeiro tempo

    O VAR revisou um lance polêmico envolvendo Gustavo Gómez, que deu entrada forte em Wanderson, mas o árbitro optou por aplicar apenas cartão amarelo.

    Foto: Marcos Ribolli

    Segundo tempo: Palmeiras pressiona, mas Cruzeiro resiste

    Na segunda etapa, o Palmeiras reagiu e passou a pressionar mais. O técnico Abel Ferreira colocou Ramon Sosa no lugar de Felipe Anderson para dar mais velocidade ao ataque. Com a expulsão de Fabrício Bruno, o time alviverde se lançou ao ataque e criou boas oportunidades, mas esbarrou na forte marcação cruzeirense e na boa atuação do goleiro adversário.

    Novas polêmicas de arbitragem

    A equipe do Palmeiras, teve um gol anulado após falta marcada sobre o goleiro Cássio em disputa com Flaco López e Sosa, decisão que gerou reclamações. A expulsão de Fabrício Bruno, por segundo cartão amarelo, também foi contestada pelo Cruzeiro, que alegou falta anterior de Allan no lance.

    Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

    Desempenho e impacto na tabela

    Com o empate, o Palmeiras mantém uma pequena vantagem na liderança do Brasileirão 2025. Já o Cruzeiro, mesmo fora de casa, mostrou solidez defensiva e segue vivo na luta pelo título brasileiro.

    Próximos jogos das equipes

    Dia 30/10 – Palmeiras x LDU (Libertadores 2025) – O Verdão chega pressionado após a derrota por 3 a 0 no jogo de ida, em Quito, mas confia no fator Allianz Parque e no apoio da torcida para tentar uma virada histórica.

    Dia 01/11 – Cruzeiro x Vitória – Para o Cruzeiro, o jogo é decisivo para manter ou melhorar sua posição na tabela, garantir sequência de bons resultados e não permitir que adversários diretos se aproximem. Já o Vitória precisa de regularidade para fugir de zonas de risco (ou subir na classificação) e sabe que escapar com um ponto fora de casa ou conseguir ao menos equilíbrio defensivo será importante.

  • Palmeiras: Vitor Roque no radar do Chelsea e pode retornar à Europa em 2026

    Palmeiras: Vitor Roque no radar do Chelsea e pode retornar à Europa em 2026

    Depois de passagens irregulares por Barcelona e Real Betis, o atacante Vitor Roque vive um dos melhores momentos da carreira no Palmeiras.

    A fase artilheira do jogador tem chamado a atenção de clubes da Premier League, especialmente do Chelsea, segundo informações do jornal CaughtOffSide.

    Vitor Roque ao lado de Leila Pereira, presidenta do Palmeiras – Foto: Cesar Greco/Palmeiras

    O veículo britânico relata que olheiros do clube londrino acompanham de perto as atuações do atacante, que tem sido peça-chave no ataque palmeirense para Abel Ferreira.

    Chelsea, Tottenham e West Ham observam Vitor Roque no Palmeiras

    Além do Chelsea, Tottenham e West Ham também monitoram a situação de Vitor Roque. Os clubes ingleses avaliam que o brasileiro possui perfil ideal para o futebol inglês, combinando velocidade, força e boa finalização.

    O interesse conjunto pode gerar disputa intensa no mercado, principalmente se o Palmeiras demonstrar abertura para negociar o atleta após o término da temporada de 2025.

    Leia também:

    O Chelsea, que aposta em uma renovação de elenco sob comando de Enzo Maresca, enxerga Vitor Roque como investimento estratégico para o futuro.

    A intenção é formar um time com jovens talentos de alto potencial, capazes de render técnica e financeiramente.

    Retomada após passagem pela Espanha

    Na Europa, Vitor Roque teve momentos de oscilação. No Barcelona, somou apenas dois gols antes de ser emprestado ao Betis, onde balançou as redes sete vezes em 33 partidas.

    A falta de sequência e o desgaste físico o fizeram retornar ao Brasil em busca de recomeço.

    No Palmeiras, o atacante recuperou a confiança, aprimorou o condicionamento e voltou a ser decisivo, chamando novamente a atenção do mercado europeu.

  • Palpites e Onde Assistir: Palmeiras x Cruzeiro

    Palpites e Onde Assistir: Palmeiras x Cruzeiro

    Análise do confronto:

    O confronto entre Palmeiras e Cruzeiro será realizado no domingo, às 20:30 hrs (horário de Brasília), no estádio Allianz Parque, casa do Palmeiras.

    Você poderá acompanhar o jogo ao vivo:

    • Premiere

    O Verdão vem para essa partida de certa forma pressionado, sendo um time que estava com uma sequência de vitórias grande e acaba de ter duas derrotas seguidas, uma para o Flamengo no Campeonato Brasileiro e outra para a LDU na Libertadores. Com isso, o desejo de vitória se torna ainda maior, até mesmo porque o líder do campeonato segue empatado com 61 pontos com o Flamengo, que está na 2ª posição.

    Para a Raposa continuar sonhando com o título do Campeonato Brasileiro, há a necessidade da vitória, pois segue em 3º lugar com 56 pontos e um jogo a mais que o 1º e 2º colocados. O Cruzeiro conta com a volta do seu artilheiro Kaio Jorge, não somente do clube, mas também do campeonato.

    Confrontos diretos:

    Nos últimos 10 jogos entre as duas equipes, o Palmeiras leva vantagem sobre o Cruzeiro, com 6 vitórias, 2 derrotas e 2 empates. Porém, nesta temporada, no Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro venceu o primeiro jogo por 2 a 1.

    Palpites para o jogo:

    Mercado: Mais de 1,5 gols
    Explicação: É um confronto em que as duas equipes precisam de um bom resultado. Nos últimos 10 jogos entre as duas equipes, em 7 saíram 2 ou mais gols. Portanto, tudo indica que será um grande confronto.

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    Palpites para o jogo:

    Mercado: Ambas as equipes marcam
    Explicação: Estamos falando de duas equipes que estão brigando pelo título. O artilheiro do Cruzeiro está com 15 gols no campeonato, já o artilheiro do Palmeiras, Vitor Roque, está com 13 gols. Portanto, esperamos um jogo aberto, com possibilidade de gols para as duas equipes.

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  • A altitude não é desculpa: é parte do jogo

    A altitude não é desculpa: é parte do jogo

    O jogo em Quito e o fator casa

    O Palmeiras levou três da LDU em Quito e, como já é de costume, voltou a discussão da altitude. Sempre que um time brasileiro perde nos Andes, fala-se menos de futebol e mais de oxigênio. É um tema velho, quase automático. Mas, sinceramente, não consigo comprar essa ideia de que jogar em altitude é injusto. O futebol é feito de vantagens, e o mando de campo é uma delas.

    Os times se aproveitam do mando de campo. Todos. Só que o “mando de campo” tem muitas formas. O Bodø/Glimt, por exemplo, tem feito estragos na Europa, principalmente em casa. Por quê? Porque joga com temperaturas negativas e em gramado sintético. (E já deixei bem claro no artigo anterior que não sou fã de sintético, mas nestas circunstâncias entendo perfeitamente.)
    Cada clube tira o que pode do seu contexto. É assim que se sobrevive e se vence.

    A memória da altitude

    Quem não se lembra daquela imagem de Anderson, antigo meio-campista do FC Porto e do Manchester United, jogando pelo Internacional contra o The Strongest, na Bolívia, com máscara respiratória? A cena correu o mundo e mostrou o que é realmente jogar a mais de 3.600 metros.

    Hoje, um clube como o Palmeiras tem que estar preparado para encarar um jogo desses. A ciência, a logística e o profissionalismo já não permitem surpresas.

    A verdade é que o Palmeiras tem agora outra montanha para escalar se quer chegar à final da Libertadores, perdeu 3 a 0 na ida, mas terá o seu próprio mando de campo, a sua “altitude” verde e branca, para tentar reverter o resultado.

    Fator casa: não só altitude

    Então por que razão os sul-americanos choram tanto quando sobem a Quito ou a La Paz?
    Será cultural essa vitimização?
    Como se jogar no Allianz Parque não fosse uma vantagem enorme para o Palmeiras. No fim de semana passado, perderam contra o Flamengo no Maracanã, e eu vi o jogo daqui de Portugal, finalmente em horários decentes (ahahah). A torcida do Flamengo estava incrível, empurrou o time do início ao fim. E ninguém disse que era “injusto” o Flamengo jogar com 60 mil pessoas gritando.

    No fundo, tudo isso faz parte do xadrez que é o futebol. O ambiente, as viagens, o gramado, o clima, a altitude. Tudo conta. Todos os clubes têm o seu “inferno”.
    Fala-se muito do Galatasaray, onde jogar é uma tortura pelo barulho e pelo calor das arquibancadas.
    O mesmo se aplica ao River Plate, ao Estrela Vermelha de Belgrado, aos estádios britânicos onde as arquibancadas quase tocam o gramado – Celtic, Rangers, Leeds ou Liverpool – ou aos pequenos estádios espanhóis como o Rayo Vallecano e o Leganés, que transformam o seu espaço numa fortaleza.


    Altitude: risco físico ou vantagem legítima?

    A altitude castiga o corpo: a falta de oxigênio acelera o coração, causa tonturas, náuseas e dores de cabeça. Os músculos se cansam mais rápido e o raciocínio fica mais lento.
    Mas chamar isso de “risco de vida” é exagerado. Estudos e médicos do esporte mostram que não há perigo real para jogadores saudáveis, desde que haja controle médico e hidratação. É desconfortável, sim, e o rendimento cai, mas o risco grave é raríssimo – mais associado a altitudes extremas ou a atletas com problemas cardíacos.

    O futebol não é um tubo de ensaio

    O meu ponto é simples: é impossível proibir aquilo que faz parte da tradição e da cultura dos clubes. O futebol não é apenas o jogo – é a defesa da tua terra, da tua gente e da tua identidade.
    Tirar um time da sua casa só porque a cidade está acima dos 2.500 metros seria uma afronta à própria alma do esporte. A FIFA tentou fazê-lo em 2007, proibindo jogos internacionais em altitude. Voltou atrás um ano depois. E fez muito bem.

    O futebol não é laboratório. É emoção, contexto e adaptação. Não há nada de errado em um clube tirar proveito do seu território – desde que haja condições médicas e logísticas básicas para os visitantes.
    De resto, o desafio é o mesmo para todos: sobreviver aos 90 minutos, seja em Quito, em La Paz, no Maracanã ou no Dragão.

    O jogo acaba sempre nos 90 minutos, seja onde for

    O que separa os grandes dos comuns é a capacidade de se adaptar.
    Porque o futebol não se joga só com os pés – joga-se com a cabeça, com os pulmões, com o coração – e, às vezes, com menos ar do que gostaríamos.