Tag: Futebol

  • Provocações nas redes sociais do Flamengo geram clima tenso no elenco, diz site

    Provocações nas redes sociais do Flamengo geram clima tenso no elenco, diz site

    O tom provocativo das redes sociais do Flamengo tem causado desconforto no clube. Segundo apuração do UOL, as postagens têm gerado irritação no elenco e na comissão técnica.

    Embora algumas publicações tenham conquistado engajamento e aprovação de parte da torcida, o clima entre os jogadores é de incômodo e desaprovação. Lideranças do grupo acreditam que esse tipo de conteúdo é “desnecessário e infantil“.

    Postagens contra Estudiantes e Vasco causaram maior repercussão

    Entre os episódios que mais irritaram os atletas, está a provocação feita ao Estudiantes, após a classificação do Flamengo na Libertadores. A postagem, com tom irônico, foi considerada “fora de hora” e “imatura” por diversos jogadores.

    Postagem do Flamengo provocando o Estudiantes – Foto: Reprodução/X/Flamengo

    Outro caso envolveu o Vasco, depois que o rival usou uma frase comumente associada ao Flamengo. A resposta foi vista como alfinetada desnecessária, o que ampliou o desconforto.

    Flamengo comentou em postagem provocando o Vasco – Foto: Reprodução/X/Flamengo

    Lideranças do elenco foram consultadas

    De acordo com a apuração, Bruno Henrique foi consultado pelo departamento de futebol sobre o tema e manifestou insatisfação. Antes dele, o zagueiro Danilo e outras lideranças também haviam expressado críticas à postura adotada nas redes sociais oficiais.

    Leia também: Perto de renovar contrato com Arrascaeta

    O incômodo não se limita aos jogadores. Integrantes da comissão técnica e funcionários que convivem no Ninho do Urubu compartilham da mesma preocupação, temendo que as provocações inflamem rivais e gerem reações negativas.

    Mudança começou com a chegada de Bap

    A nova linha editorial surgiu após a chegada de Luiz Eduardo Baptista (Bap) à presidência, em janeiro. Desde então, passou a ter foco maior em engajamento digital e conteúdo provocativo.

    Leia também: Palmeiras no returno deixa Flamengo para trás

    O Flamengo tenta evitar que a situação afete o ambiente do elenco, especialmente em meio à reta decisiva da temporada.

    Dirigentes próximos ao futebol avaliam ajustar a estratégia digital para reduzir atritos e recuperar a harmonia nos bastidores.

  • Brasileiro 2025: Confira onde assistir e horário dos jogos da 29ª rodada da Série A

    Brasileiro 2025: Confira onde assistir e horário dos jogos da 29ª rodada da Série A

    A 29ª rodada da Série A do Brasileirão vai começar e as emoções estão prestes aumentarem nesta reta final. Com a briga pela liderança pegando fogo, Palmeiras e Flamengo se enfrentam pelo “jogo do título”, em uma rodada que ainda terá clássico carioca e uma briga forte para escapar da zona de rebaixamento.

    Neste sábado serão disputadas duas partidas, contabilizando ainda cinco no domingo e três na segunda-feira.

    O Portal Camisa 12 vai te contar o horário e onde assistir cada partida da Série A. Confira abaixo;

    https://adzappy.o18.link/c?o=21448455&m=21672&a=695610
    • 18/10: Corinthians x Atlético-MG às 18h30 (horário de Brasília) – Amazon Prime Vídeo;
    • 18/10: Cruzeiro x Fortaleza às 21h (horário de Brasília) – SporTV e Premiere;
    • 19/10: Flamengo x Palmeiras às 16h (horário de Brasília) – TV Globo, GeTV, SporTV e Premiere;
    • 19/10: Internacional x Sport às 18h30 (horário de Brasília) – Premiere;
    • 19/10: Ceará x Botafogo às 18h30 (horário de Brasília) – Premiere;
    • 19/10: Mirassol x São Paulo às 18h30 (horário de Brasília) – Premiere;
    • 19/10: Bahia x Grêmio às 20h30 (horário de Brasília) – Premiere;
    • 20/10: Juventude x Bragantino às 19h (horário de Brasília) – Premiere;
    • 20/10: Vasco x Fluminense às 19h30 (horário de Brasília) – Record, CazéTV e Premiere;
    • 20/10: Santos x Vitória às 21h30 (horário de Brasília) – SporTV e Premiere.
  • Pesquisa aponta rejeição dos brasileiros em relação a arbitragem nacional; confira

    Pesquisa aponta rejeição dos brasileiros em relação a arbitragem nacional; confira

    A Atlas divulgou uma pesquisa nesta última quinta-feira (16/10), mostrando que a atual temporada da Série A do Campeonato Brasileiro sofre com uma rejeição de 65% do público. Dentro deste grupo, grande maioria que formam 46%, afirmam estarem insatisfeitas com a edição, enquanto apenas 19% declaram seu descontentamento. A situação piora quando boa parte dos entrevistas afirma que os árbitros do campeonato não são confiáveis, desacreditando das decisões durante os jogos.

    O levantamento foi realizado entre os dias 06 e 10 de outubro, ouvindo cerca de 1.648 pessoas espalhadas por todo o Brasil.

    O motivo de toda revolta são as polêmicas recentes e recorrentes no futebol brasileiro, com árbitros em campo tomando decisões errôneas e atrapalhando o desenrolar das partidas, algo que repercutido bastante nos bastidores do Brasileirão. Por este motivo, apenas 8% dos entrevistas afirmaram que estavam satisfeitos com a arbitragem nacional, enquanto 2% confirmaram que estavam bastante satisfeitos. Na contagem, 26% decidiram adotar a postura neutra.

    A pesquisa ainda apontou a falta de critérios de igualdade adotadas em lances semelhantes ao longo da competição nacional, sendo o principal problema da arbitragem, como apontou 51% dos entrevistados. Outro questionamento foi o possível favorecimentos de clubes, fazendo com 50% optassem por está escolha na hora das críticas. A falta de preparo técnico dos árbitros, também é algo crucial, além da omissão de preparo técnico dos árbitros, apontadas em 34% e 32%, respectivamente.

    Interferências de empresas de apostas também foi uma das pautas mencionadas, cerca de 16% ainda relembraram os casos de jogadores, empresários e árbitros envolvidos em fraudes nos resultados das partidas. É importante relembrar que cada entrevista poderia escolher até três alternativas como resposta.

    O VAR também entrou no meio do levantamento, com 51% do entrevistados escolhendo que ele “melhorou um pouco”, a qualidade da arbitragem. Contudo, 53% ainda afirmam que o sistema de juízes do Brasileirão piorou em relação a temporada passada.

    Ainda foram citados os árbitros com maiores rejeições do público, tendo Ramon Abatti Abel no topo com 38%, Wilton Pereira Sampaio com 27% e Anderson Daronco fechando o Top-3 com 25%. O engraçado é que o gaúcho também aparece entre os três primeiros na avaliação positiva dos torcedores, com 31% de aprovação. Edina Alves e Raphael Claus fecham a lista com 25% cada.

  • Tapete é na sala, não no gramado

    Tapete é na sala, não no gramado

    Minha curta carreira no futebol foi interrompida cedo.
    Não digo que teria grande sucesso – o dom claramente não veio comigo quando nasci – mas isso não apaga a dor de deixar algo que se ama.

    Talvez eu não fosse um craque, mas certamente seria mais um apaixonado jogando na liga amadora, feliz só por estar dentro de campo.

    O fim veio com uma lesão: rompimento dos ligamentos do joelho, acompanhado de uma recuperação ruim, típica de quem está nas categorias de base de um clube modesto.

    E aqui quero deixar algo claro: a culpa não foi de uma entrada dura, nem de uma pancada, nem dos médicos, cirurgiões ou das equipes técnicas.

    Foi, muito provavelmente, do gramado sintético – e talvez também de uma má escolha de chuteira, numa época em que ninguém explicava qual tipo usar em cada tipo de campo.

    A guerra dos gramados no Brasil

    Hoje, ao ver o debate no futebol brasileiro sobre gramado natural vs. sintético, me sinto inevitavelmente parte da conversa.

    De um lado, Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, reclama (com razão) dos maus gramados do Brasileirão.

    Do outro, ele próprio representa um clube que defende o sintético – o Palmeiras – que, embora tenha um gramado artificial de excelente qualidade e certificado pela FIFA, ainda enfrenta as limitações e controvérsias típicas desse tipo de piso.

    A polêmica explodiu recentemente após Bahia x Palmeiras na Fonte Nova, quando Abel detonou o estado do gramado natural e Rogério Ceni respondeu:

    “Para quem joga em sintético, reclamar de lesão em natural fica feio.”

    E é difícil discordar.

    Abel tem razão em exigir qualidade mínima, mas Ceni também tem razão na ironia: não se pode pedir perfeição dos outros e aceitar o sintético em casa.

    Grama sintética no Allianz Parque Imagem: José Edgar de Matos/UOL Esporte

    O argumento econômico e o lixo visual

    Entendo que o sintético facilite a vida dos clubes: menos manutenção, mais resistência e mais espaço para shows.
    Mas o futebol não é uma arena de concertos – é futebol.
    A desculpa de rentabilizar o estádio não pode se sobrepor à essência do jogo.

    Ver um palco ocupando uma arquibancada, ingressos sendo vendidos com visão tapada por estrutura de show, e o gramado virando “chão de eventos” é uma aberração estética e esportiva.
    Um campeonato com tanto potencial quanto o Brasileirão não pode se dar ao luxo de vender um produto assim.

    Telão em estrutura montada para show no Allianz Parque, durante a final do Paulistão de 2022 – Divulgação/Palmeiras

    A bola não mente

    Quem já jogou em sintético sabe: a bola quica mais, o ritmo muda, o toque é diferente.

    Na Europa, o sintético serve para climas extremos, onde o gelo destrói qualquer gramado natural, ou para clubes pequenos que não podem arcar com os custos de manutenção.

    Em Portugal, por exemplo, o uso é bem definido:
    – Nas divisões profissionais, é proibido – todos jogam em grama natural (ou híbrida);
    – Nas categorias de base e clubes amadores, sim, o sintético é essencial e até positivo, pois garante treino o ano inteiro.

    E mesmo assim, há clubes modestos que dão lições de zelo e orgulho com o gramado.

    O Elvas, que disputa a 4ª divisão do futebol português, tem um dos melhores gramados naturais do país, elogiado por quem joga e visita.

    O mesmo se pode dizer de Arouca e Portimonense, ambos das ligas profissionais, reconhecidos pela Liga Portugal com prêmios de melhor gramado natural.

    Na Taça de Portugal, os grandes até sofrem em campos menores, onde a bola ganha vida própria e o jogo muda.
    Mas ali, é contexto. No Brasileirão, é escolha.

    O que a ciência diz (e o que o corpo sente)

    A verdade é que não há provas científicas de que o sintético cause mais lesões em quantidade. Mas há cada vez mais indícios de que provoca lesões diferentes – e mais graves.

    Rupturas de ligamentos, torções de tornozelo e sobrecarga no joelho aparecem com mais frequência nas estatísticas médicas associadas ao piso artificial.

    A lesão grave no gramado sintético que marca a carreira de Rúben Amorim, agora técnico do Manchester United

    E falo por experiência própria: quem passa por uma lesão no joelho sabe que a recuperação é dolorosa, longa e incerta.
    Há jogadores que nunca voltam a ser os mesmos. E isso deveria bastar para que nenhum profissional de elite jogasse num gramado sintético sem necessidade climática.

    Meu ponto final

    Não faz sentido clubes que gastam milhões em jogadores e departamentos médicos aceitarem jogar sobre um piso de plástico.
    Aceito o sintético em países com neve, aceito em clubes de bairro, aceito em campos de treino.
    Mas em um Palmeiras, um Botafogo, em um campeonato que sonha ser grande, não há desculpa.

    Por uma vez, fico do lado do Rogério Ceni – e não do Abel.
    O futebol é natural. Sempre foi.
    E digo isso com um sorriso, lembrando que talvez eu pudesse ter sido o Cristiano Ronaldo das peladas – ou pelo menos o craque da terceira parte dos jogos (a dos copos).
    Mas fica a opinião de quem já sentiu o joelho estalar num gramado sintético: para o futebol, nada substitui o toque da grama viva.

  • Chances de rebaixamento: Quatro times aparecem com mais de 80% de chances de queda na Série A

    Chances de rebaixamento: Quatro times aparecem com mais de 80% de chances de queda na Série A

    O segundo turno do Brasileirão está pegando fogo e para a alegria dos torcedores que acompanham o campeonato nacional, tudo segue em aberto e a cada rodada, os clubes mudam de posições, embalando as rodadas finais da atual temporada.

    Com brigas desde o título, até quem consegue escapar da zona da degola, a competição mais disputada do mundo segue trazendo emoção e de vez em quando minis infartos.

    Principal dor de cabeça do torcedor, as vagas na zona de rebaixamento seguem sendo uma grande festa das cadeiras, com os gigantes nacionais buscando maneiras de evitarem uma possível queda para 2026, já que isso também atinge a parte financeira dos clubes.

    Faltando apenas 10 rodadas para o fim da atual temporada do Campeonato Brasileiro, as equipes que estão dentro ou perto da zona de degola, procuram maneiras dentro e fora de campo para se recuperarem a tempo na disputa nacional, mas a oração do torcedor também ajuda, viu.

    Com isso, o Departamento de Matemática da UFMG, que usa cálculos matemáticos para explicar as probabilidades reais de queda de cada agremiação, atualizou as informações e o Portal Camisa12 vai te atualizar os números (mas não vale ficar triste).

    Chances reais de rebaixamento

    • Sport – 99.22%
    • Juventude – 86,8%
    • Fortaleza – 84,5%
    • Vitória 81,5%
    • Santos – 13,9%
    • Internacional – 9,1%
    • Corinthians – 8,7%
    • Grêmio – 6,0%
    • Atlético-MG – 5,5%

    ** É importante ressaltar que as outras equipes que não são citadas nesta matéria possuem probabilidade abaixo de 5% de chances de cair, ou seja, praticamente nulas.

    Próxima rodada da Série A

    29ª rodada

    • 18/10 – Corinthians x Atlético-MG
    • 18/10 – Cruzeiro x Fortaleza
    • 19/10 – Flamengo x Palmeiras
    • 19/10 – Mirassol x São Paulo
    • 19/10 – Internacional x Sport
    • 19/10 – Ceará x Botafogo
    • 19/10 – Bahia x Grêmio
    • 20/10 – Juventude x Bragantino
    • 20/10 – Vasco x Fluminense
    • 20/10 – Santos x Vitória
  • Vinicius Júnior é um dos jogadores mais bem pagos do mundo; confira o top-10 da Forbes

    Vinicius Júnior é um dos jogadores mais bem pagos do mundo; confira o top-10 da Forbes

    A Forbes divulgou uma lista com os 10 jogadores de futebol mais bem pagos do mundo. Sem nenhuma surpresa, o ranking é liderado por Cristiano Ronaldo, atualmente no Al-Nassr. Contudo, um brasileiro aparece na lista na sexta colocação: Vinícius Júnior, do Real Madrid.

    Os valores anunciados na publicação da Forbes são equivalentes aos salários anuais dos atletas.

    Na lista, Cristiano Ronaldo assume a ponta com 280 milhões de dólares anuais (R$ 1,5 bilhão), valor pago pelo Al-Nassr. Logo em seguida, aparece Lionel Messi, do Inter Miami, recebendo cerca de 130 milhões de dólares (R$ 707,9 milhões). Fechando o Top-3, o atacante francês do Al-Ittihad, Karim Benzema tem a bagatela anual de 104 milhões de dólares (R$ 566,3 milhões).

    Confira o Top-10

    1. Cristiano Ronaldo (Al-Nassr) – 280 milhões de dólares;
    2. Lionel Messi (Inter Miami) – 130 milhões de dólares;
    3. Karim Benzema (Al-Ittihad) – 104 milhões de dólares;
    4. Kylian Mbappé (Real Madrid) – 95 milhões de dólares;
    5. Erling Haaland (Manchester City) – 85 milhões de dólares;
    6. Vini Jr. (Real Madrid) – 60 milhões de dólares;
    7. Mohamed Salah (Liverpool) – 55 milhões de dólares;
    8. Sadio Mané (Al-Nassr) – 54 milhões de dólares;
    9. Jude Bellingham (Real Madrid) – 44 milhões de dólares;
    10. Lamine Yamal (Barcelona) – 43 milhões de dólares.

    Único brasileiro que aparece na lista, Vinicius Júnior, recebe aproximadamente 60 milhões de dólares por temporada, sendo 40 milhões do Real Madrid e os 20 milhões restantes de publicidade.

  • Golden Boy 2025: Estevão é o único brasileiro entre os 20 finalistas; veja lista completa

    Golden Boy 2025: Estevão é o único brasileiro entre os 20 finalistas; veja lista completa

    Estevão, revelado pelo Palmeiras e atualmente no Chelsea, é o único representante brasileiro entre os 20 finalistas do Golden Boy 2025, prêmio organizado pelo jornal italiano Tuttosport.

    A premiação é o melhor jogador sub-21 da temporada 2024/25. A lista conta com nomes promissores do futebol mundial, incluindo Arda Güler e Mastantuono, do Real Madrid, e Doué, do PSG.

    Leia também: UEFA anuncia revolução na Champions League

    Com seis jogadores entre os finalistas, a França se consolida como a principal força jovem do futebol europeu. O destaque vai para Désiré Doué, do PSG, e Leny Yoro, do Manchester United.

    O Real Madrid aparece com três nomes: Arda Güler, Mastantuono e Huijsen, reforçando a política merengue de investir em jovens. Já o PSG conta com três: Doué, Senny Mayulu e Zaïre-Emery.

    Leia também: Vencedores da Bola de Ouro de 1956 até 2025

    Aos 18 anos, Estevão é considerado uma das maiores promessas do futebol brasileiro. Formado no Palmeiras, o atacante foi vendido ao Chelsea em 2024 por 61,5 milhões de euros (R$ 389 milhões).

    Estêvão no jogo entre Brasil x Japão – Foto: Rafael Ribeiro/CBF

    Lista dos finalistas do Golden Boy 2025

    Confira os 20 jogadores que concorrem ao Golden Boy 2025:

    • Mamadou Sarr (Strasbourg)
    • Pau Cubarsí (Barcelona)
    • Désiré Doué (PSG)
    • Dean Huijsen (Real Madrid)
    • Kenan Yildiz (Juventus)
    • Myles Lewis-Skelly (Arsenal)
    • Warren Zaïre-Emery (PSG)
    • Arda Güler (Real Madrid)
    • Franco Mastantuono (Real Madrid)
    • Ethan Nwaneri (Arsenal)
    • Jorrel Hato (Chelsea)
    • Geovany Quenda (Sporting)
    • Estêvão (Chelsea)
    • Leny Yoro (Manchester United)
    • Senny Mayulu (PSG)
    • Nico O’Reilly (Manchester City)
    • Eliesse Ben Seghir (Bayer Leverkusen)
    • Victor Froholdt (Porto)
    • Lucas Bergvall (Tottenham)
    • Archie Gray (Tottenham)

    Tradição e prestígio do prêmio Golden Boy

    Criado em 2003, o prêmio é um dos mais tradicionais do futebol europeu. Organizado pelo jornal Tuttosport, o troféu reconhece o melhor jogador sub-21 atuando em clubes da Europa.

    O prêmio já foi conquistado por Lionel Messi, Mbappé e Haaland. Lamine Yamal, do Barcelona, não pode concorrer novamente, já que o regulamento impede vitórias consecutivas.

  • UEFA anuncia revolução na Champions League a partir de 2027; estreia exclusiva e mais

    UEFA anuncia revolução na Champions League a partir de 2027; estreia exclusiva e mais

    A UEFA confirmou que a Champions League passará por mudanças históricas a partir da temporada 2027/28.

    O anúncio foi feito durante o Conselho de Administração da UC3, realizado dentro da 32ª Assembleia Geral dos Clubes Europeus, em Roma, e promete reformular completamente o formato.

    Leia também: Brasil em 6° lugar no ranking da Bola de Ouro

    Entre as novidades estão a criação de uma cerimônia de abertura oficial, um calendário reformulado e a transmissão por meio de plataformas de streaming globais para modernizar o torneio.

    Taça da Champions League no sorteio – Foto Divulgação/Uefa

    Cerimônia de abertura e estreia exclusiva

    Atualmente, o primeiro dia da fase de grupos conta com diversos jogos acontecendo simultaneamente. A partir de 2027, esse modelo será substituído por um formato mais centralizado:

    • Jogo de abertura exclusivo, protagonizado pelo campeão europeu da temporada anterior, que fará sua estreia em casa.
    • A partida terá cerimônia de abertura com shows e atrações, em formato semelhante ao da Copa do Mundo e da Eurocopa.
    • Aumentar a visibilidade global do torneio e criar um evento de abertura que celebre o início da temporada europeia.

    Modernização e aproximação com o público:

    Segundo o jornal português A Bola, essa mudança foi inspirada no sucesso dos grandes eventos esportivos internacionais e deve transformar o início da Champions em um verdadeiro espetáculo.

    Leia também: veja o novo calendário do futebol brasileiro

    A reformulação faz parte da estratégia da de rejuvenescer o público e acompanhar as transformações digitais do futebol moderno, com mais interação e conteúdos exclusivos.

  • Grêmio: veja as chances de Renato Gaúcho voltar em 2026 para quinta passagem

    Grêmio: veja as chances de Renato Gaúcho voltar em 2026 para quinta passagem

    Sem clube desde setembro, desde que deixou o Fluminense, Renato Gaúcho pode estar de olho em um novo retorno ao Grêmio.

    De acordo com o jornalista Pedro Espinosa, o treinador acompanha atentamente o processo eleitoral do clube e vê com bons olhos a possibilidade de voltar ao tricolor em 2026.

    Leia também: Willian deve perder o resto da temporada por lesão

    Atualmente, o time é dirigido por Mano Menezes, que tem contrato até o fim de 2025. A definição sobre o futuro do comando técnico deve passar pelas eleições internas, previstas para o final do ano.

    Renato estaria aguardando o desfecho político antes de tomar qualquer decisão sobre o próximo passo da carreira.

    Como foi a última passagem de Renato Gaúcho como técnico do Grêmio?

    Renato deixou o Imortal em dezembro de 2024, após o término de seu contrato. Ele comandou a equipe na quarta passagem pelo clube em 141 jogos (70 vitórias, 31 empates e 40 derrotas).

    Ao todo, 57% de aproveitamento. Nesse período, levantou dois títulos do Campeonato Gaúcho e teve o vice-campeonato brasileiro em 2023 como um dos destaques da trajetória.

    Renato Gaúcho em coletiva de imprensa – Foto: Rener Pinheiro/Fluminense

    Ídolo e símbolo de conquistas históricas

    Ídolo incontestável da torcida gremista, ele acumula títulos como a Copa Libertadores de 2017 e a Recopa Sul-Americana de 2018.

    Caso concretize o retorno na próxima temporada, essa seria sua quinta passagem pelo Grêmio, reforçando uma história marcada por conquistas, altos e baixos, e uma forte ligação emocional.

  • Menos jogos por favor

    Menos jogos por favor

    Bem e o futebol lá parou por causa das seleções… que seca. Lamento se o leitor do Portal Camisa12 gosta das data FIFA, eu não tenho paciência.

    É chato, sei lá… eu quero é ver o meu clube a jogar e quero ver os jogos internacionais, quero a Champions. Agora ver um Portugal-Irlanda… só mesmo para ver se o Cristiano marca, e nem isso!

    Mas bem, antes de pedir perdão ao leitor por sempre reclamar com alguma coisa, aviso que este fatídico artigo de opinião não serve para falar dos jogos aborrecidos da paragem de seleções.

    Mas sim tocar no tema de que é mesmo preciso menos jogos… e eu sei que estamos numa fase inicial da época, passaram sensivelmente dois meses, o pior ainda está para vir, mas já há lesões.

    E lesões que surgiram nas seleções! Nem vou falar de João Neves ou Yamal, que não foram convocados. Mas Enzo Fernández, do Chelsea, deixou a concentração da Argentina por um problema no joelho.

    Mbappé sofreu uma lesão no tornozelo, embora nada de grave. Ao menos isso, está a fazer uma época top, espero que continue, mas que o Real Madrid não ganhe nada.

    Konaté, do Liverpool, também se lesionou. João Félix vai falhar o jogo de Portugal contra a Hungria por lesão.

    E ainda Sudakov também se lesionou pela seleção da Ucrânia…

    Eu sei que os jogadores recebem milhões, mas isto não pode ser só aumentar o número de jogos e achar que eles são animais ou máquinas.

    Adianta de quê ter quinhentos mil jogos por época se os melhores jogadores andam sempre lesionados? É tudo uma sede de dinheiro impressionante.

    Enquanto não perceberem que o espetáculo melhora quando há menos, mas melhores jogos, isto não vai mudar. Como isso nunca vai acontecer, esperemos que os jogadores se unam e façam uma greve para alterar o cenário atual.

    E ninguém me tira a ideia que os jogadores também se sentem menos motivado. Eu nem vou muito longe, fico aqui em Portugal. Um jogador de Benfica, FC Porto ou Sporting, vai ter a mesma motivação a jogar a Taça da Liga, em Leiria, a uma quinta-feira à noite de dezembro ou janeiro, ou uma Champions à terça?

    Um abraço aos iluminados. Menos jogos, por favor.